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Carmen Lucia

Polícia Federal sugere arquivamento de investigação sobre ministros do Supremo

Foto: Reprodução

Jornal GGN - O diretor-geral da Polícia Federal, Fernando Segovia, deve entregar pessoalmente à presidente do Supremo Tribunal Federal, Cármen Lúcia, nesta sexta (15), o relatório elaborado pela corporação que sugere o arquivamento das investigações sobre a suposta participação de magistrados na delação da JBS. 
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Cármen Lúcia turbina gabinetes com juízes e funcionários para priorizar Lava Jato

Foto: Agência Brasil
 
 
Jornal GGN - Cármen Lúcia, presidente do Supremo Tribunal Federal, turbinou o gabinete dos ministros com 36 funcionários e 10 juízes auxiliares, para dar conta do volume de processos derivados da Operação Lava Jato após a delação da Odebrecht. 
 
Os magistrados receberam diversos pedidos de abertura de inquérito que não têm relação direta com a Petrobras. Segundo o jornal O Globo desta quarta (29), "vários ministros reclamaram do excesso de trabalho imposto a suas equipes".
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Carmem Lúcia vai explicar o que só vale para Aécio e Delcídio não?, por Armando Coelho Neto

Carmem Lúcia vai explicar o que só vale para Aécio e Delcídio não?

por Armando Rodrigues Coelho Neto

 “Pegue e não pague” é o título de uma peça de autoria de Dario Fo, encenada pela primeira vez em 1981. O saque de um supermercado faz parte do enredo e uma das cenas mais hilárias é quando uma dona de casa se dá conta de coisas que levou pra casa um amontoado de supérfluos, até sabonete para cão, menos o que precisava: comida. Tudo fruto da irracionalidade com que se envolveu no ato, assim como ocorreu nos saques realizados em lojas do Rio de Janeiro e Pernambuco, durante os protestos do pré-golpe em 2013. À época, o depoimento de uma cidadão às emissoras de TV foi simbólico. Estava confusa por não saber explicar seu desatino, devolvendo no dia seguinte, uma televisão com tela de cristal liquido, que levou de uma loja.

O que houve? Crime de turba, efeito manada. Crime de turba e efeito manada são quase sinônimos. O fenômeno ocorre quando pessoas reagem da mesma forma sem qualquer planejamento. Se, por exemplo, numa convulsão social alguém atira uma pedra, é o suficiente para disso derivar ações violentas em conjunto. O fenômeno também pode ser observado como conseqüência da manipulação de massas, com efeitos imediatos imprevisíveis, mas que com o resultado final atendem a conveniência dos manipuladores. Valem as regras do fogo amigo e dos danos previsíveis e ou calculados.

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Cármen Lúcia apela a Toffoli para concluir votação do foro "imediatamente"

 
Jornal GGN - A presidente do Supremo Tribunal Federal Cármen Lúcia disse em entrevista ao Estadão, divulgada neste domingo (26), que "é importante concluir" rapidamente o julgamento do foro privilegiado. O debate foi suspenso por um pedido de vistas do ministro Dias Toffoli. 
 
Questionada se realmente era necessário o pedido de vistas, Cármen disse que Toffoli tinha "direito" de fazê-lo, mas aproveitou para pressionar o colega de Corte. "O ministro Dias Toffoli tem direito à vista, mas tenho certeza de que vai dar a celeridade necessária para que isso volte imediatamente."
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Descoberta a usina de frases de Cármen Lúcia, por Luis Nassif

Por Luis Nassif

Fotos: Reuters/Veja/Agência Brasil

A nomeação de um assessor especial, pela presidente do Supremo Tribunal Federal (STF) Carmen Lúcia, permitiu desvendar um dos grandes segredos da República: o ghost-writer, o autor das frases inolvidáveis que quase transformaram Carmen Lúcia em uma presidenciável.

Nunca antes, em nenhum período da história, com exceção do “Independência ou Morte”, de Dom Pedro 1o, as frases tiveram implicação política tão relevante.

No dia em que Carmen bradou “onde um juiz for destratado, eu também sou”, se tornou a fada madrinha do Judiciário. Com o brado “Cala a boca, já morreu!”, imediatamente foi alçada pela o Globo ao posto de presidenciável.

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Decisão do STF ressuscita a censura, por Marcelo Auler

do blog do Marcelo Auler

Decisão do STF ressuscita a censura

por Marcelo Auler

Em uma decisão que contraria tudo o que o próprio Supremo Tribunal Federal (STF) tem decidido sobre a liberdade de informação e de expressão – “cala boca já morreu“, sentenciou a ministra Carmem Lúcia, em 10 de junho de 2015-, o ministro Alexandre de Moraes manteve a censura imposta a esse Blog pelo 8º Juizado Especial Cível do Paraná, em 30 de março de 2016.

Moraes negou seguimento à Reclamação nº 28.747, ajuizada pelo advogado Rogério Bueno da Silva, na qual foi pedida liminarmente a suspensão da decisão do juízo paranaense. Pedido feito de forma a restaurar a autoridade do STF, que já consagrou que a Constituição Brasileira não admite censuras.

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Carmen Lúcia e os princípios como escada, por Luis Nassif

 
Há diversas formas de coragem, das quais a bazófia é a caricatura. Há a bazófia por ambição, vaidade, oportunismo, medo. Presidente do Supremo Tribunal Federal, Carmen Lúcia é cultivadora da bazófia.
 
Por ambição, investiu no relacionamento com alguns dos mais célebres juristas brasileiros, cobrindo-os de consideração e de pães-de-queijo. Subiu de carona em valores como o do respeito às diferenças, à diversidade, o cultivo da tolerância, em um tempo em que era bom negócio ser politicamente correto, pois fechava os olhos da opinião pública a outros atributos, como competência e conhecimento.
 
Assim que foi anunciada sua posse na presidência do  STF, Carmen Lucia inundou o país de frases vazias, que a retratavam como a dirigente corajosa e solidária. 
 
Por vaidade, bradou: "Onde um juiz for destratado, eu também serei".  Depois, por ambição, prima irmã da covardia, endossou investigação contra os quatro únicos juízes federais que ousaram questionar o impeachment.

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Cármen Lúcia libera desrespeitar direitos humanos no ENEM

Foto: Agência Brasil

Da Agência Brasil

A presidente do Supremo Tribunal Federal, ministra Cármen Lúcia, decidiu neste sábado (4) manter a decisão do Tribunal Regional Federal da 1ª Região que determinou a suspensão da regra prevista no edital do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) que diz que quem desrespeitar os direitos humanos na prova de redação pode receber nota zero.

A decisão que suspendeu a norma do edital do Enem, no último dia 26, foi do Tribunal Regional Federal da 1ª Região e atendeu a um pedido da Associação Escola Sem Partido, que alega que a regra era contrária à liberdade de expressão. O Inep só foi notificado da decisão judicial na quarta-feira (1), e aguardava o inteiro teor do acórdão.

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Crônica de um país dominado pelo crime, por Luís Nassif

O que se tem, nesse exato momento, é um vácuo político amplo no cenário brasileiro.

A grande lambança do impeachment esgotou os templários, que guerrearam na linha de frente. A terra começa a se assentar. E, agora, em cima da terra arrasada, observa-se um saque indiscriminado, com os órgãos de controle inertes, sem condições políticas e institucionais de agirem.

Os principais personagens do impeachment estão no seguinte estágio:

STF

Sem comando, sob a presidência frágil de Carmen Lúcia. Aliás, desde o primeiro momento se sabia da sua fraqueza. Mas a realidade virtual se impôs tanto sobre o mundo real, que a Globo chegou a apostar em Carmen Lúcia como alternativa política.

O STF está sendo agredido por todos os lados. E, internamente, não tem coesão para reagir. A cada dia, mais um Ministro ensaia seus voos solos, liquidando com a ideia de colegiado. Agora, é o inacreditável Alexandre de Moraes que vem se juntar ao onipresente Gilmar Mendes e ao diáfano Luís Roberto Barroso.

O único avanço que ocorreu foi uma pausa nas manipulações dos sorteios, muito mais por estar dando na vista do que por qualquer medida saneadora.

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Dallagnol, Carminha e Frota: as faces da desmoralização do Judiciário

O pornoator Alexandre Frota declarou que na ação movida contra Eleonora Menicucci, na qual foi derrotado no Tribunal de Justiça de São Paulo, os desembargadores votaram “com a bunda”.

No evento do Estadão, o procurador Deltan Dallagnol criticou o STF que solta e “ressolta” (data venia?)  os culpados.

Que afirmações são mais graves?

Alexandre Frota é um pobre coitado. Em breve se transformará no grande bode expiatório, um primata sem nenhuma relevância, cuja condenação será apresentada como a prova de que a Justiça não tem lado. Aliás, a OAB (Ordem dos Advogados do Brasil) de São Paulo faria bem em submeter os advogados de Frota a uma comissão de ética, por não terem orientado seu cliente acerca das consequências dessa afronta aos desembargadores.

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Carta aberta à ministra Cármen Lúcia sobre a anulação do impeachment, por Dom Orvandil

do Cartas Proféticas

Carta aberta à ministra Cármen Lúcia sobre a anulação do impeachment

por Dom Orvandil Moreira Barbosa

Prezada Senhora ministra Cármen Lúcia,

Presidenta do STF, Brasília, DF.

Sem ser desrespeitoso com sua pessoa nem com sua investidura como ministra e presidenta do STF, dirijo-me à senhora numa linguagem não protocolar, senhora Cármen.

Sabe-se que ninguém nem instituição alguma têm o poder da neutralidade ao ponto de existir a serviço de duas classes antagônicas, com projetos contraditórios e interesses contrários.

A pessoa  ou instituição move-se a serviço de uma ou de outra.

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Voto de Minerva é uma excrescência, por Janio de Freitas

Jornal GGN – Dificuldade em caracterizar e punir responsáveis por trabalho semiescravo ou análogo à escravidão vem acompanhada pelo desprezo com o sofrimento alheia, com a desgraça humana. É o que diz Janio de Freitas em sua coluna de hoje, na Folha. O articulista coloca o ato de dispensar agravante como de torpeza, de indignidade pessoal só possível no mais baixo nível da escala humana. E aí vemos Michel Temer e seus agrados à bancada ruralista para fugir do processo criminal que o ronda e ameaça.

Daí vamos para a outra parte desta questão. Cármen Lúcia, ministra do STF, foi o voto de Minerva na questão ‘Aécio Neves de volta ao Senado’. O Senado calou o Supremo por 44 votos. Mas Minerva se tornou o desencontro do Brasil atual, quando os desempates incidem em causas de muita relevância. Cármen Lúcia, com seu poder de Minerva, ampliou o alcance da lei da Ficha Limpa, incluiu impedimento para atos anteriores à Lei, mesmo diante do princípio de que lei não retroage.

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A Suprema covardia do Supremo, por Aldo Fornazieri

A Suprema covardia do Supremo

por Aldo Fornazieri

Aos golpes do oportunismo, do golpismo, da covardia, do sofismo e da falácia argumentativa, a maioria do STF derrubou a estátua da Justiça em praça pública, espatifou-a na frente da nação, rasgou a Constituição e, com ambas, estátua e Constituição, fez uma grande fogueira onde foram queimados os princípios da república, a igualdade perante a lei a punibilidade de políticos criminosos e a decência nacional. Cinco ministros, que não têm compromissos com a Constituição, mas com subserviência aos raposões corruptos do Senado, jogaram a gasolina. Carmen Lúcia acendeu o fogo e ainda jogou uma pá de cal sobre as cinzas, pintando o cinza o que já era cinza num país condenado a ser vítima de si mesmo por ser vítima de uma elite que não tem seriedade, que não tem responsabilidade e que não tem pudor.

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Para poupar Aécio, STF tomou a decisão mais "antidemocrática e intolerável" desde a ditadura

Foto: Reprodução
 
Jornal GGN - O jornalista Janio de Freitas usou sua coluna na Folha, neste domingo (15), para classificar a decisão do Supremo Tribunal Federal em favor da revogação de medidas cautelares contra congressistas pelo próprio Legislativo como "a mais antidemocrática e intolerável de suas deliberações desde o fim da ditadura."
 
"Tanto por seus múltiplos sentidos, como pela maneira de construí-los até os consagrar por um voto. A rigor, não um voto, mas uma confusão de sub-ideias e palavras titubeadas pela própria presidente do tribunal, no papel de política", acrescentou Jânio.
 
"Assim foi, no dizer de muitos, porque a causa interessava ao afastado Aécio Neves. Ou seria por uma pretendida conciliação com o Congresso, negociada com senadores, mas à custa do Supremo. Não faz muita diferença", disse.
 
Para ele, o pior dos argumentos foi o da ministra e presidenta da Corte, Cármen Lúcia.
 
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Direito é um sistema, juízes não podem perder noção do conjunto, diz Carmen Lúcia


Foto: Divulgação/TRT-MG

Por Léo Rodrigues

Cármen Lúcia diz que juízes devem se especializar sem perder a noção do conjunto

Da Agência Brasil

A presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Cármen Lúcia, disse hoje (29) em Belo Horizonte que os juízes vêm cada vez mais aprofundando seus conhecimentos, mas considerou ser preciso tomar alguns cuidados com a especialização. A avaliação foi apresentada durante sua conferência no Seminário Reforma Trabalhista, evento realizado pelo Tribunal Regional do Trabalho de Minas Gerais (TRT-MG) que se encerrou nesta sexta-feira (29).

"É preciso ter cuidado para que a especialidade não leve a um afunilamento de conhecimento que faz com que o juiz perca a ideia de conjunto. O direito é um sistema", disse a ministra. Para ela, os magistrados têm cada vez mais ferramentas à disposição para se capacitarem, como o ensino a distância, trazendo novas possibilidades. No entanto, Cármen Lúcia destacou que o Poder Judiciário é um só.

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