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Brasilianas: Arbix faz balanço e riscos da produção de ciência no Brasil

 

Entenda a importância da ciência, tecnologia e inovação para o desenvolvimento do país e por que nova trajetória preocupa cientistas

Balanço de políticas de inovação no Brasil, por Glauco Arbix

Do Brasilianas

Existe uma tensão política no Brasil quando o assunto permeia investimentos em Ciência, Tecnologia e Inovação no Brasil (CT&I). Para uns se trata de desperdício e trabalho que deveria ficar para as nações mais desenvolvidas. Para outros, o Brasil tem capacidade de renovar sua trajetória de desenvolvimento até mesmo ultrapassando em algumas áreas países que tem tradição em fazer pesquisa, ciência e tecnologia. E é nesse último grupo que se encaixa o professor e coordenador do Observatório da Inovação da USP, Glauco Arbix.

Em entrevista para Luis Nassif no programa Brasilianas, uma parceria GGN e TV-PUC, Arbix, que também foi presidente da Finep, faz um balanço com elogios e críticas às políticas implementadas por FHC, Lula, Dilma alertando para retrocessos que estão sendo promovidos pela gestão Temer.

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Faces da Desigualdade no Brasil - Um olhar sobre os que ficam para trás

“Faces da Desigualdade no Brasil - Um olhar sobre os que ficam para trás”, lançado em novembro de 2017 e coordenado pela economista e ex-ministra do Desenvolvimento Social, Tereza Campello, comprova que ocorreram mudanças estruturais, entre 2002 e 2015, que melhoraram a vida dos mais pobres no Brasil em diferentes níveis: renda, acesso a bens e serviços, educação, luz, água, saneamento básico e habitação digna. O trabalho é inédito e se debruça sobre o impacto das políticas de inclusão nos 5% e nos 20% mais pobres do país.

 

Supremo reconheceu a plena legalidade do Mais Médicos, diz Dilma Rousseff

Foto: EBC

Jornal GGN - A presidente deposta Dilma Rousseff publicou uma mensagem nas redes sociais, nesta quinta (30), comemorando o julgamento no Supremo Tribunal Federal que manteve as regras do Mais Médicos. "O STF tomou hoje uma decisão importante: declarou legais todas as regras do Mais Médicos, programa criado, em 2013, no meu governo", escreveu.

O programa foi criticado à época de seu lançamento pela dispensa de validação dos diplomas dos profissionais formados no exterior, mas a Corte manteve a regra, assim como as condições de contratação dos agentes que aderiram ao programa.

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Mídia negociou com Cunha para barrar democratização dos meios, diz Dilma

Jornal GGN - Em entrevista exclusiva ao Tijolaço, a ex-presidente Dilma Rousseff afirmou que a democratização dos meios depende de regulação econômica da imprensa e, para evitar que o Congresso discutisse uma lei nesse sentido, os principais grupos de mídia negociaram uma espécie de trégua com Eduardo Cunha. Isso serviu para reduzir as críticas ao passado do deputado e, consequentemente, abrir caminho para que ele chegasse à presidência da Câmara.

 

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Médicos de SP querem que Temer cancele cursos criados no governo Dilma

Foto: Agência Brasil
 
 
Jornal GGN - A APM (Associação Paulista de Medicina) não está satisfeita com o plano do governo Temer de suspender a criação de cursos de Medicina pelo próximos 5 anos, por meio de uma moratória. Em nota, a instituição defende que o presidente da República também revogue a autorização dada na gestão Dilma Rousseff (PT) para 37 novos cursos.
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O risco Lula, por Érico Andrade

Sugestão de Antonio Nelson

O risco Lula

por Érico Andrade

Desafiar o poder da elite com uma aliança com a própria elite foi ao mesmo tempo a grande virtude do governo Lula, que adotou, de forma quase incondicionada, a chamada Realpolitik, mas também foi o seu grande calcanhar de Aquiles. O preço dessa manobra política, bem sucedida quanto aos frutos que trouxe para as camadas menos privilegiadas, não foi pago diretamente por Lula; pelo menos num primeiro momento. A conta foi cobrada no governo Dilma. Não sem motivos.

A tentativa de Dilma de negligenciar o congresso em nome de um discurso técnico, que soava, por um lado, como sinfonia para os ouvidos da grande mídia (inicialmente mais adepta a Dilma do que a Lula) e, por outro, como falta de tato político para os congressistas, não foi a melhor estratégia de se opor à Realpolitik do seu antecessor e garantir seu lugar próprio no céu de Brasília. Notadamente, sem qualquer possibilidade de alicerçar um governo numa plataforma técnica, estritamente técnica, o governo Dilma continuou a política da troca de benefícios, mas sem se assumir como tal. Ao cabo e ao fim, o governo Dilma não era nem técnico, nem político. Não tinha clareza. A própria fala de Dilma, aliás, simetrizava essa falta de rumo. Golpe à vista.

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Em 7 mandatos, Bolsonaro não foi um deputado liberal nem totalmente anti-PT

Foto: Agência Brasil

Jornal GGN - Se o mercado pensa que pode se auto-enganar ou enganar outros setores com a imagem de um Jair Bolsonaro liberal, é melhor tirar o cavalinho da chuva. Pelo menos é o que sugere reportgem de Bruno Carazza, divulgada na Folha desta segunda (13).
 
Carazza fez um levantamento de todas as ações encampadas por Bolsonaro enquanto deputado (projetos de lei, votações, frentes parlamentares, etc), ao longo de 7 mandatos. E o resultado apurado a partir de 166 projetos de lei apresentados de 1991 até mostra é que "Bolsonaro gosta de trabalhar mesmo é para a sua corporação, os militares." Liberal mesmo, aliás, é algo que ele nunca foi. E anti-petista passou a ser apenas quando Dilma Rousseff já havia sido rifada.
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Conselho Nacional de Justiça esqueceu de processar juízes favoráveis ao impeachment

O juiz federal Itagiba Catta Preta Neto Justiça. Foto: Reprodução

Jornal GGN - Se manifestar qualquer opinião política for realmente proibido para juízes, então o Conselho Nacional de Justiça precisará de uma boa desculpa para não processar pelo menos mais três magistrados que já foram identificados em atos contrários à manutenção de Dilma Rousseff no poder. Entre eles, um membro do próprio CNJ.
 
Reportagem do El País deste sábado (4) lembrou que o Conselho Nacional de Justiça não abriu nenhum procedimento contra o desembargador Newton de Lucca, do Tribunal Regional Federal da Terceira Região, que participou dos atos em massa a favor do impeachment. Tampouco tomou qualquer medida contra o juiz Itagiba Catta Preta, que ficou nacionalmente conhecido por suspender a posse de Lula como ministro da Casa Civil.
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Procurador tenta intimidar Dilma e se dá mal com Moro

Jornal GGN - Um dos procuradores de Curitiba da Lava Jato que lideram o caso de Ademir Bendine lançou frases intimidadoras à presidente deposta Dilma Rousseff antes do início do depoimento ao juiz Sergio Moro, nesta sexta (27). O membro da força-tarefa, além de insinuar que Dilma poderia mentir na audiência, disse que ela era "parcial" porque já criticou a operação em entrevistas. Mais do que isso, o procurador ainda sugeriu que ela ficasse em silêncio para não se "auto-incriminar".

As frases foram disparadas no momento em que o procurador decidiu fazer a contradita da testemunha - ato em que uma das partes registra críticas ou pede o indeferimento da participação do convidado.

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Juízes que protestaram contra o golpe recebem apoio de intelectuais e magistrados

Foto: Divulgação/CNJ
 
 
Do Justificando
 
 
Centenas de Juízes, Promotores, Defensores Públicos, Advogados, Professores de Universidades espalhadas por todo país, Filósofos e Ex-Ministros de Estado reuniram-se em um manifesto para se dizerem estarrecidos com a decisão do CNJ que abriu investigação contra quatro juízes que fizeram uma fala em um ato do Furacão 2000, na praia de Copacabana, contra o impeachment de Dilma Rousseff (PT).
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Os empregadores que figuram na lista suja do trabalho escravo

Foto: Agência Brasil

Jornal GGN - O programa Fantástico, da Rede Globo, divulgou no domingo (22) a última edição da chamada lista suja do trabalho escravo, que o governo deixou de divulgar ainda no final do período Dilma Rousseff. O documento [em anexo] mostra o nome de 132 empregadores do setor de mineração, produção de itens derivados de cana-de-açúcar, restaurantes e outros segmentos que foram autuados por explorar mão de obra análoga à escravidão.
 
Na semana passada, o noticiário foi marcado pela polêmica portaria editada por Michel Temer, que dificulta o acesso à lista suja. Agora, apenas o ministro do Trabalho pode divulgar o documento. Além disso, as empresas só passam a figurar no rol de empregadores abusivos quando esgotam-se todos os recursos em instância administrativa.

Arquivo

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Impeachment comprado deve ser anulado, diz Dilma

Foto: Ricardo Stuckert Filho

Jornal GGN - As páginas oficiais da presidente deposta Dilma Rousseff agora promove uma campanha que registra as notícias sobre a compra de votos orquestrada por Eduardo Cunha para garantir o impeachment.

A defesa da ex-presidente enviou ao Supremo Tribunal Federal a delação em que Lúcio Funaro admite que foi o operador financeiro do esquema que derrubou a petista através de um golpe parlamentar.

Em nota divulgada nesta terça (17), Dilma diz que os deputados foram subordados para garantir voto a favor do processo por crime de responsabilidade. "Muita gente sabia, mas na época ficou por isso mesmo. Hoje, ninguém tem mais motivo para ignorar: o impeachment foi resultado de propina", disparou.

O informe ainda defende que "impeachment comprado tem que ser anulado" e incita o Supremo a se manifestar sobre o assunto. A ação que pede a reversão do impeachment está nas mãos de Alexandre de Moraes.

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Defesa vai usar delação de Funaro para pedir anulação do impeachment

Foto: Ricardo Stuckert Filho

Jornal GGN - A defesa da presidente deposta Dilma Rousseff vai requerer a juntada da delação de Lúcio Funaro sobre o uso de dinheiro da JBS por Eduardo Cunha, para comprar votos a favor do impeachment, na ação que está no Supremo Tribunal Federal, com o objetivo de anular o golpe de 2016. 

Na delação, Funaro afirmou que Cunha recebeu recursos da JBS para distribuir entre deputados que prometessem dar voto a favor da saída de Dilma do poder. 

A defesa da petista já sustenta no pedido de anulação que Cunha usou o impeachment como vingança pessoal e para "estancar a sangria" da Lava Jato, em conluio com a cúpula do PMDB.

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STF não pode "continuar acovardado" após saber da compra do impeachment, diz deputado

Foto: Agência Brasil
 
 
Jornal GGN - O deputado federal Paulo Pimenta (PT) usou as redes sociais para se manifestar sobre a delação de Lúcio Funaro sobre o uso de recursos da JBS, por Eduardo Cunha, para comprar votos a favor do impeachment de Dilma Rousseff. Na visão de Pimenta, a revelação impõe alguma atitude ao Supremo Tribunal Federal, que permaneceu "acovardado" diante do golpe. "STF não pode continuar acovadado diante dos fatos", disparou.
 
Para Pimenta, as informações de Funaro ainda complicam a situação do ex-procurador-geral da República Rodrigo Janot. "Janot e o STF foram decisivos para que Dilma fosse afastada e Temer assumisse. Funaro revelou que eles sabiam de tudo e ficaram calados", disse.
 
Poucos dias antes de deixar o posto, Janot se manifestou no processo movido por Dilma para anular o impeachment. Um dos argumentos utilizados pela presidente deposta era o fato de Cunha ter praticado desvio de função, ou seja, deflagrado a ação por improbidade administrativa por vingança pessoal e para colocar o PMDB no poder, com o intuito de frear a Lava Jato.
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Bloqueio de bens contraria MPF e Dilma promete recorrer

Foto: Ricardo Stuckert

Jornal GGN - A presidente deposta Dilma Rousseff emitiu uma nota à imprensa avisando que vai recorrer da decisão do Tribunal de Contas da União que, nesta quarta (11), decidiu bloquear os bens dos ex-membros do Conselho de Administração da Petrobras envolvidos na compra da refinaria de Pasadena.

O TCU entendeu que a equipe deve ser responsabilizada financeiramente pelo prejuízdo de maid de 580 milhões de dólares na operação.

Na nota, Dilma destacou que a decisão do TCU contraria entendimento do Ministério Público, que não atribui culpa ao Conselho pela crise com a refinaria.

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