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Fernando Henrique Cardoso

FHC repudia ações da PF na UFMG

 
Jornal GGN - O ex-presidente Fernando Henrique Cardoso engrossou o coro dos descontentes com a ação da Polícia Federal na Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG). Para FHC, que diz ser 'notório' que apoia as medidas anticorrupção, a nova prática de abuso de conduções coercitivas sem bases realmente relevantes tem 'sua reprovação em nome dos valores da democracia e da liberdade'.
 
FHC cita o caso do reitor Luiz Carlos Cancellier, da Universidade Federal de Santa Catarina, que se suicidou após humilhações sofridas nas mãos da Polícia Federal, e aponta que a culpabilidade do reitor 'não foi mostrada ao público', que pudessem justificar as ações.

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Sérgio Fausto e a falta de discurso e de coragem do centro democrático, por Luis Nassif

Superintendente Executivo da Fundação Fernando Henrique Cardoso, Sérgio Fausto é uma das vozes de bom-senso do PSDB. Mas seu artigo de hoje, no Estadão – “Duas falsas narrativas” – não está à altura do cientista político. Presta-se mais ao papel de marqueteiro de um centro democrático que não consegue sair da armadilha do “anti”, isto é, de focar todo o discurso na desconstrução dos “inimigos” e nenhuma parte na apresentação de propostas.

Insiste na dicotomia Lula-Bolsonaro, a última palavra de ordem da mídia. Aceita impavidamente o caráter supostamente democrático do impeachment, a presunção de isenção da Justiça e da mídia. E, ao mesmo tempo, se apresenta como um cartesiano que não compactua com crendices.

Como membro distinto da academia FHC, não lhe cabe o benefício da ingenuidade. O próprio chefe, FHC, admitiu que o impeachment foi um golpe, motivado pela falta de apoio político a Dilma Rousseff.

Ou seja, o impeachment se consumou por falta de apoio contra o impeachment. E eu não apoiei a reação ao impeachment porque a maioria apoiou o impeachment. Em linguagem coloquial, eis a definição acabada do “maria-vai-com-as-outras”. E aí está uma das chaves para entender a falta de discurso do chamado centro-democrático.

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Com PSDB no ápice da ruptura, FHC e Goldman iniciam estratégia


Foto: Reprodução
 
Jornal GGN - Tentando dissimular a ruptura interna do PSDB, o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso decidiu aliar-se ao ex-governador paulista Alberto Goldman, atual presidente interino da sigla, para articular uma chapa única na convenção que ocorre em dezembro deste ano.
 
Os dois nomes fortes representam alas distintas do partido: uma mais próxima ao governo atual de Michel Temer, com Goldman nomeado pelo senador Aécio Neves (PSDB-MG) a ocupar a presidência do partido enquanto não chega a convenção, e outra liderada por FHC, que defende a autonomia da sigla do atual mandatário.
 
FHC e Goldman trabalhariam, lado a lado, para definir nomes como o presidente do PSDB, vice, secretário-geral e tesoureiro, a fim de dissimular a ruptura hoje deflagrada e amenizar o racha que poderia prejudicar a sigla a levantar nomes para as eleições de 2018.
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Benefício de FHC por Lei Rouanet é abuso de recursos públicos

Enviado por Rei

Comentário à reportagem "iFHC ganha mais R$ 9 milhões da Rouanet para projeto prorrogado há 10 anos"

Ninguém aqui está discutindo a lei, e sim como ela foi usada. A Lei Roanet é ótima, merece apenas alguns ajustes para evitar abusos. O problema aqui obviamente não é a lei.

1- As acusações são devido ao alto valor relativo à "digitalização de documentos", o que pode indicar que a lei foi usada para desviar recursos. A pessoa pode criar um projeto de algum "evento cultural" que não ocorreu ou que foi superfaturado e utilizar a lei para retirar dinheiro que seria usado para outros fins. FHC pode e deve ser questionado, ele deveria mostrar recibos de como essa grana foi gasta.

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iFHC ganha mais R$ 9 milhões da Rouanet para projeto prorrogado há 10 anos

O valor é 64% do que o Instituto do ex-presidente angariou com a Lei em 10 anos por um projeto de acervo que deveria estar concluído
 
 
Jornal GGN - O uso de recursos para financiar projetos por meio da Lei Rouanet pelo ex-presidente Fernando Henrique Cardoso é polêmica há mais de uma década. Desde o ano passado, deputados tentam abrir uma CPI para investigar estas arrecadações. Mesmo em plenas pressões por se apurar os números e suspeitas de irregularidades, o Diário Oficial trouxe outra revelação: FHC receberá quase R$ 9 milhões para um projeto de dois meses de acervos de figuras do PSDB.
 
O valor é mais do que a metade que o Instituto do político tucano recebeu durante 10 anos pela Lei de incentivo fiscal. Foi divulgado na página 11 do Jornal 1 do Diário Oficial da União desta quinta-feira (19): 
 
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Para Haddad, não há possibilidade de Lula ficar inelegível

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Foto: Paulo Pinto/Fotos Públicas
 
Jornal GGN - Após a condenação do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva pelo juiz Sérgio Moro, os analistas políticos começaram a levantar a hipótese de outra candidato do PT em 2018, caso Lula se torne inelegível.
 
Um dos nomes lembrados é o de Fernando Haddad, mas o ex-prefeito de São Paulo refuta não só a hipótese de disputar a presidência como também a possibilidade de não disputar a presidência no ano que vem.
 
Em entrevista para a Folha de S. Paulo, Haddad afirma que tanto Lula quanto o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso erraram ao não ter conseguido criar bases para convivência entre PSDB e PT, o que fez os partidos se tornarem “reféns do atraso. 
 
Ao comentar a Operação Lava Jato, Haddad critica o uso das delações premiadas. “Aqui introduzimos uma novidade sem as cautelas regulamentares. Qual o protocolo para delação com trecho falso?”, questiona. 

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FHC e Gilmar Mendes são recebidos com protesto na Universidade de Lisboa

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Fotos: Paulo Silva
 
por Helena Martins
 
FHC, Gilmar Mendes e integrantes do governo Temer são recepcionados por protesto, em Lisboa
 
Brasileiros e portugueses denunciaram o golpe em curso no Brasil, em protesto em frente à Faculdade de Direito da Universidade de Lisboa, onde teve início, na manhã desta terça-feira, 18, o V Seminário Luso-brasileiro de Direito. Leia mais »
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Temer nega articulação com Lula e Fernando Henrique

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Foto: Beto Barata/PR
 
Jornal GGN - Em entrevista para uma rádio de São Paulo, o presidente Michel Temer negou que esteja costurando um acordo com os ex-presidentes Fernando Henrique Cardoso e Luiz Inácio Lula da Silva para amenizar os efeitos da Operação Lava Jato na política brasileira. 
 
Matéria da Folha de S. Paulo publicada na última quinta-feira (13) afirmava que Lula, FHC e Temer estariam articulam um “pacto por sobrevivência política”. De acordo com a reportagem, aliados dos líderes estariam discutindo medidas para limitar a operação e impedir que o grupo formado por PSDB, PT e PMDB seja “exterminado” até 2018. 

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FHC sai em defesa da Lava Jato: "errado quem pensa que favorece partido"

 
Jornal GGN - O ex-presidente Fernando Henrique Cardoso saiu em defesa da Operação Lava Jato, em vídeo publicado nas redes sociais. O tucano disse que há uma singularidade nas investigações, ao "ver gente poderosa sendo julgada".
 
"Quem imaginar que lava Jato é para perseguir alguém, para favorecer partido, está errado. É para fazer com que a Justiça se cumpra no Brasil", disse FHC, em discurso complatamente contraditório com o último depoimento prestado em ação do juiz da Vara Federal de Curitiba, Sérgio Moro, contra o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
 
Na ocasião, em audiência junto ao magistrado do Paraná, FHC apesar de não criticar diretamente a Lava Jato, mostrou que as acusações contra Lula eram inconcebíveis, desmentiu que manter o acervo presidencial seria ilegal.
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Lula detona a terceirização de FHC & Temer, por Marcelo Auler

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Do site de Marcelo Auler

Lula detona a terceirização de FHC & Temer

por Marcelo Auler

Uma mensagem – nº 389 – com apenas cinco linhas, assinada em 19 de agosto de 2003, pelo então presidente Luís Inácio Lula da Silva, servirá para detonar a terceirização proposta pelo governo Fernando Henrique Cardoso, em 19 de março de 1998, que o governo golpista de Michel Temer, junto com o presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ), querem impor à Nação em prejuízo dos trabalhadores.
 
Na mensagem, Lula solicitou ao Congresso Nacional a retirada do Projeto de Lei nº 4.302, que depois de aprovado pelos deputados, foi modificado no Senado e voltou a tramitar na Câmara. Foi este projeto retirado pela Presidência da República que Maia e a base aliada de Temer, no último dia 22 de março, aprovou no plenário. Ao levar o projeto à apreciação dos 427 parlamentares presentes à sessão, Maia, na ânsia de atender ao governo e satisfazer o neoliberalismo, prejudicando os trabalhadores, atropelou os trâmites do Processo Legislativo.

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FHC e a maxidesvalorização de 1999

Comprei, mas não li ainda o terceiro volume das memórias de Fernando Henrique Cardoso na presidência. Fala da maxidesvalorização de janeiro de 1999.

Acompanhei de perto esse episódio, como colunista da Folha e comentarista da Bandeirantes.

No segundo semestre de 1998 já estava nítido que não haveria como manter o congelamento do câmbio.  Gustavo Franco era presidente do Banco Central e se apegava ao congelamento como se fosse um filho dileto, do qual não queria se afastar.

Como narrei no livro "Os Cabeças de Planilha", antes do lançamento do Real, banqueiros estrangeiros foram procurados pelo economista Winston Fritsch com a informação de que o governo pretendia derrubar o preço do dólar e convocando-os a ajudar os economistas do Real que atuavam no mercado a apostar na queda do dólar nos mercados futuros.

Em poucos meses, a apreciação do real comprovou-se desastrosa, destruindo rapidamente o superávit comercial brasileiro.

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Ciro Gomes conta como FHC entregou o Sivam para os EUA

"Fernando Henrique forçou a mão para que o Brasil cancelasse a concorrência do Sistema Sivam e entregasse, sem licitação, à Raytheon"


 
Jornal GGN - Você acompanha agora a primeira parte da entrevista que o ex-governador Ciro Gomes (PDT-CE) concedeu para o GGN, no programa Na sala de visitas com Luis Nassif. Neste bloco ele conta como o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso entregou o Sistema de Vigilância da Amazônia para uma empresa norte-americana. 
 
"No primeiro momento, o Fernando Henrique, entre a eleição e a posse, forçou a mão para que o Brasil cancelasse a concorrência do Sistema Sivam [Sistema de Vigilância da Amazônia] e entregasse, sem licitação, à Raytheon, [em 1995] por pedido explícito do Bill Clinton, na reunião da ALCA (Área de Livre Comércio das Américas), na Flórida. E isso está numa ata do Itamar Franco que me colocou pra assinar", explicou a Nassif.  

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Aécio mistura prescrição de prazo com absolvição

Processo havia sido aberto após acusação de ex-presidente da Transpetro de que senador repassou propinas em troca de apoio na Câmara 

 
Jornal GGN - O senador Aécio Neves misturou prescrição de prazo com absolvição para defender sua inocência no processo aberto no âmbito da Operação Lava Jato para investigar a acusação feita pelo ex-presidente da Transpetro, Sérgio Machado, de que o presidente do PSDB teria repassado propinas em troca de apoio na Câmara dos Deputados, na época para viabilizar o apoio da eleição de Aécio no comando da Casa.
 
Segundo Machado, que foi do PSDB, o recurso financeiro arrecadado ilegalmente para ajudar cerca de 50 deputados, em torno de R$ 7 milhões, foi solicitado na época para a campanha nacional de Fernando Henrique Cardoso. Aécio teria recebido parte desses valores por meio de um amigo de Brasília, contou o ex-presidente da Transpetro, sem informar o nome da pessoa. No seu depoimento, Machado também corroborou a denúncia de que o senador teria recebido propinas de Furnas. 
 
"Todos do PSDB sabiam que Furnas prestava grande apoio ao deputado Aécio Neves via o diretor Dimas Toledo, que era apadrinhado por ele durante o governo Fernando Henrique Cardoso e Dimas Toledo contribuiu com parte dos recursos para a eleição da bancada da Câmara à época", disse Machado.
 
A denúncia suscitou a abertura de mais um inquérito para investigar Aécio Neves, porém o processo travou na Justiça e, nessa semana, o ministro do Supremo Tribunal Federal, Edson Fachin, determinou o arquivamento por conta da prescrição de prazos. 
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FHC desmonta tese da Lava Jato sobre acervo presidencial de Lula

O ex-presidente Fernando Henrique Cardoso sancionou uma lei que regulamenta a manutenção do acervo presidencial, considerado de "interesse público do Brasil" (Foto: Instituto FHC)

do Lula.com.br

FHC desmonta tese da Lava Jato sobre acervo presidencial de Lula

Em depoimento em Curitiba, ex-presidente do PSDB explica como funciona a manutenção do acervo presidencial e recebe por três vezes pedidos de desculpas do juiz Sérgio Moro

O ex-presidente Fernando Henrique Cardoso depôs nesta quinta-feira (9) para o juiz de primeira instância Sérgio Moro na ação penal que a Lava Jato move contra o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, a ex-primeira-dama Dona Marisa Letícia e o presidente do Instituto Lula, Paulo Okamoto. Fernando Henrique, elencado como testemunha de defesa, depôs em especial sobre o acervo presidencial, que a Lava Jato chama de "objetos pessoais" de Lula e coloca em sob julgamento no processo que move contra o ex-presidente petista.

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Direito de Resposta: O histórico do publicitário de Temer em ninho tucano

 
Jornal GGN - No dia 5 de janeiro, o GGN publicou neste espaço a reportagem "O histórico polêmico do publicitário de Temer em ninho tucano", apontando alguns dos contratos fechados pela agência Nova S/B, de João Roberto Vieira da Costa, conhecido como Bob, e outras atuações profissionais do publicitário, junto a campanhas de José Serra (PSDB) e em gestões tucanas.
 
Em pedido de resposta enviado nesta segunda-feira (09), o advogado de Bob Vieira da Costa afirmou que, ao contrário do que divulgado, o publicitário não atuou de forma partidária e que a agenda da Nova S/B foi a de "desenvolver comunicação de interesse público e o foco de participar de licitações públicas para a execução de contratos com a Administração Pública em todos os seus níveis".
 
Apontou que, entre as 67 licitações que participou, nove das que venceram ocorreram em gestões do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e de Dilma Rousseff, além de outras atuações em organizações internacionais e multilaterais.
 
A publicação do GGN fez uma retrospectiva sobre o histórico do publicitário, não apenas à frente da Nova S/B, como também desde 1997, quando por indicação de Sérgio Motta tornou-se chefe de comunicação social do Ministério da Saúde no governo de Fernando Henrique Cardoso.
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