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Fux, Huck, FHC e os homens sem honra, por Aldo Fornazieri

Fux, Huck, FHC e os homens sem honra

por Aldo Fornazieri

O ministro Luiz Fux é um ficha suja. Não por determinações judiciais, mas o é de fato. A ficha suja de Fux (liminar na Ação Ordinária 1.773), a concessão de benefícios imorais ilegais e inaceitáveis aos juízes na forma inescrupulosa do auxilio moradia importa a saída de cerca de um bilhão de reais por ano dos cofres públicos. Sendo uma forma de salário indireto, uma forma de sonegação fiscal, os juízes deixam de pagar cerca de R$ 360 milhões por ano em imposto de renda por conta da ficha suja de Fux. Tudo somado, são vários bilhões desde 2014. É um assalto.

É bom lembrar: metade dos brasileiros - 100 milhões - vive com a renda de até um salário mínimo mensal. O valor do auxilio moradia dos juízes é de R$ 4.377, enquanto 90% dos brasileiros ganham até R$ 3.300 por mês. Esse auxilio, junto com outros penduricalhos, além de uma conduta inescrupulosa, constitui um crime contra toda a sociedade brasileira. Como ficam os sem teto diante disso? E os que perdem boa parte da renda pagando aluguel?

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Com medo de traição, Huck procura DEM para se aconselhar

 
Jornal GGN - Após ter se reunido com Fernando Henrique Cardoso, do PSDB, o sem-partido e apresentador Luciano Huck voltou a conversar com outros caciques, de partidos que acenaram para sua possível candidatura ao Planalto. Dentre eles, o DEM.
 
Diz a coluna Painel, da Folha, que o apresentador global está com dúvida profunda, pediu conselhos e ouviu 'que as decisões mais difíceis são aquelas que se tomam na solidão'. Huck teria externado o medo de se lançar e depois ser traído. Ouviu de volta que 'se quiser disputar, terá que abraçar o risco'.
 
Aos amigos, Huck diz que muda de opinião sobre ser candidato à Presidência 'pelo menos umas cinco vezes por dia'. E confessa ter medo de 'entrar numa aventura' e depois que estiver fora da Globo 'puxarem seu tapete', ficando sem contrato e sem cargo.

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Luciano Huck tem ‘potencialmente muita chance’ dizem aliados de FHC sobre eleições

Ex-presidente recebeu em primeira mão pesquisa eleitoral qualitativa encomendada pelo apresentador da TV Globo 
 
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(Reprodução Facebook)
 
Jornal GGN - Segundo informações da Coluna Painel, da Folha de S.Paulo, o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso (PSDB) recebeu em primeira mão a pesquisa qualitativa sobre a viabilidade eleitoral de Luciano Huck. O estudo, encomendado pelo próprio a presentador da TV Globo, fez um cruzamento do seu perfil com os desejos do eleitorado. Aliados de FHC disseram que o trabalho aponta que Huck tem "potencialmente muita chance" se entrar na disputa a cadeira do Planalto.
 
Na última pesquisa Datafolha, publicada no dia 31, Huck aparece com 8% das intenções de voto empatado com o governador Geraldo Alckmin (PSDB-SP), em um eventual cenário sem Lula na disputa, atrás de Jair Bolsonaro (18%), Marina Silva (13%) e Ciro Gomes (10%).  
 
Recentemente, em entrevista ao Valor, FHC disse que não via espaço nessas eleições para "outsiders", por outro lado, não descartou a participação de Huck. "Luciano não desistiu", disse o ex-presidente, que é amigo do apresentador. Ainda, em entrevista para a Folha, em maio do ano passado, FHC disse que Luciano Huck representavam "o novo" no cenário político.
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FHC diz que "jogo começa agora" a veículo que dá 2 opções a Lula: ser preso ou exilado

Foto: Agência Brasil
 
 
Jornal GGN - O ex-presidente Fernando Henrique Cardoso disse ao Valor que "o jogo começa agora", numa referência à "composição das forças políticas paras as eleições presidenciais de outubro", após a condenação de Lula em segunda instância.
 
O jornal ainda escreveu que a condenação por 3 a 0 com agravamento de pena foi "supreendente" e impôs a Lula duas opções: correr o risco de ser preso ou "pedir asilo a algum outro País".
 
Na análise do veículo ligado ao grupo Globo, sem Lula na disputa presidencial, a candidatura de seu principal antagonita, Jair Bolsonaro, vai provavelmente "murchar", dando espaço para que o centro se reorganize melhor em torno de Geraldo Alckmin (PSDB) ou outro postulante.
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'PSDB será protagonista na união do país', afirma Alckmin

Após repercussão negativa da declaração de FHC, governador e presidenciável diz que PSDB será protagonista na união do País e, ainda que, ao contrário dos outros dois nomes apoiados pelo Planalto, não é fruto “nem da dinastia política, e nem de riqueza pessoal”

Governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB) - José Cruz/Agência Brasil

Jornal GGN - O governador Geraldo Alckmin, que disputa o apoio do Planalto nas eleições ao lado do ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, e do presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), afirmou durante coletiva de imprensa no Palácio dos Bandeirantes, nesta quinta-feira (04), que o PSDB "será protagonista" no trabalho de unir o país. 
 
A fala divulgada pelo Estadão foi dada dois dias depois que o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, em entrevista ao mesmo jornal,  dizer que pode apoiar outro nome na disputa presidencial se Alckmin não conseguir unir o centro. Logo em seguida a divulgação da matéria, FHC soltou uma nota reforçando o apoio a Alckmin, por conta da repercussão negativa que a notícia teve entre os tucanos. 

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FHC quer algum candidato para derrotar Lula, mesmo que não seja do PSDB

Foto: Agência Brasil
 
 
Jornal GGN - Na primeira entrevista de 2018, o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso admitiu que se o PSDB não conseguir apresentar um nome realmente competitivo para a próxima eleição presidencial, a opção para derrotar Lula e sua "capacidade de aglutinar" o povo será a de apoiar outro partido ao centro.
 
A avaliação foi feita ao Estadão, segundo matéria publicada nesta terça (2). O jornal perguntou a FHC o que o PSDB deveria fazer se o PMDB de Michel Temer insistir em lançar um candidato ao Planalto em nome do governo. FHC, então, disse que, a princípio, o tucanato "tem que ter um" nome para lançar, e desejou que "que esse (candidato) tenha capacidade de aglutinar". Mas, nas palavras do tucano, "se houver outro (nome, de outro partido) que aglutine, vai fazer o quê?"
 
"Quem entra na política sai da área de conforto. Tem que ter capacidade de juntar pessoas com opiniões diferentes. Se houver alguém com mais capacidade de juntar, que prove essa capacidade e que tenha princípios próximos aos nossos, tem que apoiar essa pessoa. Não vejo quem seja", disse.
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PT pretende fazer inauguração extraoficial de viaduto Dona Marisa Letícia

 
Jornal GGN - A decisão de João Doria, gestor de São Paulo, de barrar a homenagem à Dona Marisa Letícia, esposa do ex-presidente Lula, gerou reação no PT. O Partido dos Trbalhadores organiza uma inauguração extraoficial do viaduto na zona sul de São Paulo. Para definir o ato está prevista uma reunião no dia 15 em resposta ao gestor da cidade João Doria. A inauguração estava marcada para acontecer nesta quarta, dia 3. A informação sobre a reação do PT saiu no Painel, da Folha.

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No governo FHC era só uma "propininha" na Petrobras, indica Folha de S. Paulo

 

Jornal GGN - Lava Jato vai deixando 2017 sem que nenhum jornal da grande mídia tenha coragem de expor a blindagem que a força-tarefa de Curitiba, especialmente, impôs ao tucanato e seus aliados. Prova disso é a reportagem da Folha desta quarta (27) sobre um acordo do Keppel Fels com autoridades dos EUA, Cingapura e Brasil, no qual o estaleiro admitiu que pagou propina a executivos da Petrobras ainda no governo FHC, mas sem detalhes.

Folha aproveitou os primeiros parágrafos (os mais importantes, dentro das regras do jornalismo) não para dizer que esta não é a primeira vez que há denúncias de "suborno" no governo tucano sem notícia de investigação, nem para problematizar o fato de que, mais uma vez, não houve interesse em aprofundar as acusações no acordo. Não. O jornal se preocupou em fazer uma distinção entre quem roubou mais e quem roubou menos, frisando que o pixuleco sob FHC era um trocado, uma mixaria, propininha, valor muito inferior ao que o estaleiro afirma ter pago durante os governos do PT.

Para fixar bem na memória do leitor, Folha fez esta anotação não uma, mas duas vezes: 

 

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FHC diz que foi "mal interpretado" sobre prisão e pede "celeridade" no caso Lula

Foto: Agência Brasil
 
 
Jornal GGN - O ex-presidente Fernando Henrique Cardoso disse em entrevista ao jornal O Globo que foi "mal interpretado" em evento do PSDB, quando falou sobre a prisão de Lula e a imprensa divulgou como se ele estivesse se posicionando contra a possibilidade. Agora, o tucano diz que é problema exclusivamente da Justiça se Lula vai ou não ser encarcerado por causa do julgamento do triplex. Além disso, ele pede "celeridade" no encerramento do caso, alegando que o Brasil precisa de uma resposta antes da eleição. 
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PSDB reconheceu direito de Lula de disputar a eleição, por Kennedy Alencar

Foto: Folhapress

Jornal GGN - O jornalista Kennedy Alencar publicou artigo, nesta segunda (11), avaliando que o PSDB reconheceu que Lula tem o direito de disputar a presidência em 2018. Ele citou discursos feitos por Fernando Henrique Cardozo e Geraldo Alckmin, afirmando que preferem ver o petista derrotado nas urnas do que pela Justiça.

"(...) com essas manifestações públicas, os tucanos vão legitimando a candidatura do ex-presidente. Na prática, FHC e Alckmin reconheceram o direito de Lula disputar a Presidência", diz Alencar.

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FHC repudia ações da PF na UFMG

 
Jornal GGN - O ex-presidente Fernando Henrique Cardoso engrossou o coro dos descontentes com a ação da Polícia Federal na Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG). Para FHC, que diz ser 'notório' que apoia as medidas anticorrupção, a nova prática de abuso de conduções coercitivas sem bases realmente relevantes tem 'sua reprovação em nome dos valores da democracia e da liberdade'.
 
FHC cita o caso do reitor Luiz Carlos Cancellier, da Universidade Federal de Santa Catarina, que se suicidou após humilhações sofridas nas mãos da Polícia Federal, e aponta que a culpabilidade do reitor 'não foi mostrada ao público', que pudessem justificar as ações.

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Brasilianas: Arbix faz balanço e observa riscos da produção de ciência no Brasil

 

Entenda a importância da ciência, tecnologia e inovação para o desenvolvimento do país e por que nova trajetória preocupa cientistas

Balanço de políticas de inovação no Brasil, por Glauco Arbix

Do Brasilianas

Existe uma tensão política no Brasil quando o assunto permeia investimentos em Ciência, Tecnologia e Inovação (CT&I). Para uns se trata de desperdício e trabalho que deveria ficar para as nações mais desenvolvidas. Para outros, o Brasil tem capacidade de renovar sua trajetória de desenvolvimento até mesmo ultrapassando em algumas áreas países que tem tradição em fazer pesquisa, ciência e tecnologia. E é nesse último grupo que se encaixa o professor e coordenador do Observatório da Inovação da USP, Glauco Arbix.

Em entrevista para Luis Nassif no programa Brasilianas, uma parceria GGN e TV-PUC, Arbix, que também foi presidente da Finep, faz um balanço com elogios e críticas às políticas implementadas por FHC, Lula e Dilma alertando para retrocessos que estão sendo promovidos pela gestão Temer.

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Xadrez do PSDB, um partido à procura de rumo, por Luis Nassif

Peça 1 – O fim da era dos economistas tucanos

A tentativa do Instituto Teotônio Vilela, do PSDB, de produzir uma atualização dos princípios do partido, provocou revolta no grupo dos financistas que empalmou o discurso do partido desde o plano Real.

A saída de Tasso Jereissatti da direção do partido havia tirado o último elo de ligação com a Casa das Garças.

Presidido por José Aníbal, o ITV deu satisfações a Edmar Bacha e ignorou as críticas de Elena Landau, por irrelevantes, entendendo que ela apenas queria valorizar sua saída do PSDB.

A saída dos economistas preenche uma lacuna. Agora, haverá espaço para o partido pensar o país sistemicamente.

A questão é o que será colocado no lugar. Não será tarefa fácil. 15 anos fora do poder, sob o comando de lideranças sem capacidade de formulação – como Alckmin, Serra, FHC e Aécio – o partido murchou intelectual e programaticamente.

A tentativa de montar um programa, em todo caso, ajudará a dar um pouco mais de consistência às discussões e ao discurso monotemático, preso a um antipetismo tosco.

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Sob um ponto de vista singular, por Wilson Solon

do Fora de Quadro

Sob um ponto de vista singular

por Wilson Solon

Volto ao ponto de vista que reivindiquei como singular, no depoimento anterior. Se não para comprová-lo, pelo menos para justificá-lo, como foi dito, através dos infortúnios que conheci no audiovisual brasileiro do final do último século.

Apesar de ver aprovado (mas jamais produzido) pela Embrafilme meu segundo projeto de curta-metragem em 35 mm, também já se via o fantasma da extinção assediar a empresa, postergar os prazos das várias produções já contratadas, e aterrorizar ainda mais os que nem sequer tiveram a minha sorte de ter sido selecionado (pela segunda vez). Enfim, aos mais e aos menos ortodoxos em relação ao vídeo (ou apenas preconceituosos, como eu), só nos restava aguardar os acontecimentos.

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Sérgio Fausto e a falta de discurso e de coragem do centro democrático, por Luis Nassif

Superintendente Executivo da Fundação Fernando Henrique Cardoso, Sérgio Fausto é uma das vozes de bom-senso do PSDB. Mas seu artigo de hoje, no Estadão – “Duas falsas narrativas” – não está à altura do cientista político. Presta-se mais ao papel de marqueteiro de um centro democrático que não consegue sair da armadilha do “anti”, isto é, de focar todo o discurso na desconstrução dos “inimigos” e nenhuma parte na apresentação de propostas.

Insiste na dicotomia Lula-Bolsonaro, a última palavra de ordem da mídia. Aceita impavidamente o caráter supostamente democrático do impeachment, a presunção de isenção da Justiça e da mídia. E, ao mesmo tempo, se apresenta como um cartesiano que não compactua com crendices.

Como membro distinto da academia FHC, não lhe cabe o benefício da ingenuidade. O próprio chefe, FHC, admitiu que o impeachment foi um golpe, motivado pela falta de apoio político a Dilma Rousseff.

Ou seja, o impeachment se consumou por falta de apoio contra o impeachment. E eu não apoiei a reação ao impeachment porque a maioria apoiou o impeachment. Em linguagem coloquial, eis a definição acabada do “maria-vai-com-as-outras”. E aí está uma das chaves para entender a falta de discurso do chamado centro-democrático.

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