Revista GGN

Assine

financiamento

Huck compra jatinho com empréstimo de R$ 17,7 milhões no BNDES

Crédito tomado por empresa pertencente a ele e à Angélica foi obtido a juros de 3% ao ano, 5 meses de carência e pagamento em 114 meses, com Itaú como operador do financiamento
 
luciano_huck_repruducao.png
(Reprodução / Divulgação)
 
 
 
 
O crédito foi tomado pela Brisair Servicos Técnicos Aeronáuticos Ltda, empresa de Huck e sua esposa Angélica
 
O empresário e apresentador de TV Luciano Huck recebeu, do BNDES, um empréstimo de R$ 17, 71 milhões para comprar o jatinho Phenom 505, prefixo PP-HUC, que usa em seus deslocamentos.
 
O crédito, tomado pela Brisair Servicos Técnicos Aeronáuticos Ltda, empresa pertencente a ele e à mulher, Angélica, foi obtido pela linha do Finame (financiamentos a máquinas e equipamentos), a juros de 3% ao ano, 5 meses de carência e outros 114 meses para pagamento, funcionando o Itaú como operador do financiamento.
 
O documento do BNDES está aqui e pode ser obtido por qualquer um na página de consultas do Banco.
 
A Brisair, que funciona em parte de uma sala na Barra da Tijuca, no seu registro na Receita Federal, consta como tendo atividades de“ consultoria em gestão empresarial, exceto consultoria técnica específica” e, secundariamente, “administração de caixas escolares” e “atividades de apoio à educação, exceto caixas escolares “.
Leia mais »
Média: 5 (6 votos)

Renegociação das dívidas estaduais e retomada de um projeto para o Brasil, por Marco Aurélio Cabral Pinto

A possibilidade do alongamento de dívidas entre os Estados e a União, no contexto de consolidação de um pacto federativo, pode ser a condição necessária para a retomada dos investimentos públicos no Brasil a partir de 2019

do Brasil Debate

Renegociação das dívidas estaduais e retomada de um projeto para o Brasil

por Marco Aurélio Cabral Pinto

A situação financeira de alguns Estados tem se agravado após a ruptura política observada desde o início de 2015 no Governo Federal. Como consequência do rápido aumento do desemprego e de crescentes dificuldades para empresas não financeiras, a arrecadação caiu em quase todas as unidades da federação (UFs).

Não por coincidência, desde o início de 2015 o Governo Federal foi dominado pelo objetivo público de geração de superávit fiscal. Na medida em que a crise evoluiu, contudo, alguns Estados não reuniram condições para contenção de despesas. Conforme se pode perceber na Figura 1, Espírito Santo, Minas Gerais, Rio de Janeiro (ERJ), Santa Catarina. Rio Grande do Sul e São Paulo apresentaram piora durante o período de “ajustes” (2015-2018?). Dentre esses, São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais e Rio Grande do Sul ultrapassaram o “limite” imposto aos entes subnacionais na relação entre dívida e receitas.

Leia mais »
Média: 5 (2 votos)

Produtor do filme sobre Lula desmonta suspeitas da Lava Jato

 
Jornal GGN - Luiz Carlos Barreto, um dos cineastas responsáveis pelo filme "Lula, o filho do Brasil", enviou um e-mail ao site Conversa Afiada desmontando as suspeitas criadas pela Lava Jato em concluiu com a grande mídia sobre o patrocínio da Odebrecht ao projeto.
 
"(...) quero deixar claro que jamais solicitamos ou nos foi oferecido qualquer espécie de tráfico de influência da área da Presidência da República junto a eventuais patrocinadores, cujos contatos foram estabelecidos diretamente pelos nossos agentes de captação", afirmou.
 
Em reportagens publicadas em 4 e 5 de janeiro, feitas sob a perspectiva dos investigadores, o Estadão dá a entender que a Odebrecht pode ter sido favorecida pelo governo petista em troca de doação para a realização do filme. O jornal destacou que a empreiteira não queria aparecer entre os patrocinadores, situação que, na prática, não foi aceita.
Média: 5 (7 votos)

Lula propõe que militância financie o PT nas eleições

Foto: Agência Brasil
 
 
Jornal GGN - O ex-presidente Lula propôs nesta sexta (22) que a militância financie do próprio bolso os gastos do PT em eleições. Segundo Lula, a ideia evitaria a busca por financiamento empresarial numa época em que a iniciativa é vista como "negociata" imoral pela opinião pública.
 
"Quem tem que financiar as nossas armas somos nós mesmos. Nós precisamos voltar a ter, junto com a campanha de filiação, uma campanha de convencimento de que uma pequena contribuição de cada companheiro pode ajudar o PT a não precisar de dinheiro empresarial e não ficar fazendo negociata atrás de um fundo que a sociedade compreenda que possa ser imoral para o partido", disse Lula, segundo relatos da Folha.
Média: 4 (8 votos)

A manipulação das estatísticas no Brasil, por Luis Nassif

Nesses tempos de big data, de abundância de estatísticas, é chocante a pobreza da discussão econômica do país, especialmente em relação aos gastos públicos, despesas correntes, investimentos e financiamentos.

O jogo ideológico consagrou alguns economistas que se especializaram em contas públicas, Previdência, cálculos de subsídios. Todos eles, invariavelmente, analisam os dados a seco, sem nenhuma preocupação em estender as analises para as chamadas externalidades positivas ou negativas.

Vamos a alguns exemplos.

Leia mais »

Média: 4.7 (14 votos)

Reforma política deve tentar volta de doações por empresas


Foto: Agência Brasil
 
Jornal GGN - A reforma política será posta em pauta pelo Congresso logo na volta dos trabalhos legislativos, em agosto, quando os parlamentares necessitam com urgência definir como as campanhas eleitorais de 2018 serão financiadas. Além da Proposta de Emenda à Constituição para criar um fundo eleitoral que use recursos públicos das Casas Legislativas para alimentar os pleitos, deputados e senadores estudam retomar o modelo de doações por empresas privadas.
 
Os cálculos já estão sendo feitos e desde que o modelo de financiamento a partir de doações de empresas foi proibido pelo Supremo Tribunal Federal (STF), em 2015, com o ápice das investigações da Operação Lava Jato e o jogo de influências deflagrado entre empresários e políticos com a compra de interesses, os parlamentares analisam como sustentar as campanhas.
 
Para isso, necessitam correr contra o tempo. A urgência para o cenário de imprevisibilidade da Lava Jato e de até que ponto a impopularidade de Michel Temer pode segurar a fúria da população faz com que os congressistas agilizem a proposta, unindo diversas partidos, da base e da oposição, para iniciar as votações da medida que estipula o remanejamento de R$ 3,5 bilhões do Congresso para este fim.
Média: 1 (2 votos)

Agência Pública: mulheres se destacam na criação de portais independentes

Da Agência Pública

Furos, perseguições e mulheres no comando: o novo jornalismo na América Latina

Em março de 2016, a Agência Pública lançou o Mapa do Jornalismo Independente. Mapeamos mais de 80 iniciativas de jornalismo nascidas na rede Brasil afora. Perguntamos como essas organizações se financiam, quando foram fundadas e o que elas cobrem. Nesta quinta-feira (20), a SembraMedia, organização parceira que se dedica a apoiar empreendedores de mídia, lançou um relatório ainda mais amplo. Chamado “Ponto de Inflexão”, ele avalia o impacto gerado por organizações de jornalismo digital em quatro países da América Latina.

Leia mais »

Média: 2.8 (4 votos)

Os ataques da Globo ao BNDES

 
Jornal GGN - Não é difícil imaginar como vai acabar a relação BNDES-JBS por causa da Lava Jato, se por exemplo for tomada a devassa que a operação promoveu, em parceria com a mídia, na Petrobras e nas grandes empreiteiras do País. É com essa preocupação em vista que a reportagem do Fantástico sobre o banco, veiculada no último domingo (22), deve ser revisitada.
 
O programa dominical da TV Globo dedicou quase que a edição inteira a relembrar as revelações que Joesley Batista fez sobre Michel Temer e Aécio Neves na última semana. E, em reportagem de quase 4 minutos e meio, contou a história de um funcionário do BNDES que supostamente poderia ter favorecido o grupo JBS em transações bilionárias. 
 
Para dar dimensão ao suposto escândalo, o Fantástico cita o volume de recursos que o BNDES "injetou na JBS" durante o governo Lula (2007-2010): 8,1 bilhões de reais, dando a entender que todo esse montante foi fruto de operações ilícitas.
Média: 5 (6 votos)

Por que a Globo tem obsessão por Lula atrás das grades

Para entendermos o que está sendo jogado é preciso dar mais de atenção aos ex-ministro Antônio Palocci 
fotor_4.jpg
 
 
 
 
Colocar Lula atrás das grades é uma obsessão não só do juiz Sérgio, mas também – e prioritariamente – das Organizações Globo. A delação fajuta do empreiteiro Leo Pinheiro, da OAS, vem ocupando espaços preciosos nos principais telejornais do conglomerado da família Marinho. Entre os dias 19 e 22, o PT e o ex-presidente mereceram quase três horas na programação global.
 
O massacre não se limitou aos meios eletrônicos, o jornal O Globo, na edição de sábado (dia 22), cravou em um editorial de meia página que “Lula é o chefe” de uma organização criminosa.
 
As tênues evidências apresentadas pelo delator Pinheiro foram apontadas como provas absolutas no jornalão dos Marinhos. São: o registro de que um carro do “Instituto Lula” teria se deslocado seis vezes, entre os anos de 2012 e 2014, ao Guarujá (cidade onde foi construído o tal tríplex) e a agenda pessoal do empreiteiro, na qual foram anotados encontros dele com o ex-presidente e seus familiares.
Leia mais »
Média: 4.4 (21 votos)

Desmonte do BNDES - Desenvolvimento para quem?

do Clube de Engenharia

Desmonte do BNDES - Desenvolvimento para quem?

Comunicado do Banco Central publicado hoje detalha os procedimentos para modificar item relevante da política operacional do BNDES, a taxa de juros de longo prazo (TJLP) aplicada aos contratos prioritários. É um golpe mortal na atuação do órgão que promove, há mais de sessenta anos, o desenvolvimento brasileiro.

O objetivo da alteração busca assemelhar a taxa de juros cobrada pelo BNDES - órgão de Estado - àquela cobrada pelos bancos privados, a taxa de Mercado. Embora pelas regras estabelecidas essa transição deva ocorrer em cinco anos, a medida constitui o inverso do que seria necessário para a retomada do investimento em atividades produtivas. Vem na contramão da retomada do desenvolvimento sustentável. Leia mais »

Média: 4.6 (7 votos)

Documento mostra que Criança Feliz, de Marcela, será bancado pelos municípios

 
Jornal GGN - O programa "Criança Feliz", que tem a primeira-dama Marcela Temer como embaixadora, apresentou um "grave subfinanciamento", segundo constatação de estudo da Confederação Nacional dos Municípios (CNM). O documento alerta que o governo federal não repasse nem 30% dos custos com a folha de pagamento nas cidades interessadas em aderir ao programa.
 
Quando foi materializado, Marcela chegou a participar de uma reunião, em janeiro deste ano, incluindo o Ministério do Planejamento e gestores estaduais e municipais para discutir a implantação do "Criança Feliz", voltado para a assistência de crianças pobres de até três anos.
 
Sentando-se ao lado do ministro do Desenvolvimento Social e Agrário, Osmar Terra, Marcela Temer fez o discurso de abertura da reunião, mobilizando os gestores das cidades e estados e indicando que o governo federal daria o suporte necessário ao programa.
Média: 1.7 (3 votos)

Empresas estrangeiras podem ter créditos públicos do Brasil

 
Jornal GGN - Publicado pelo governo Michel Temer no dia 16 de janeiro deste ano no Diário Oficia da União, o decreto nº 8957 amplia as possibilidade de bancos públicos oferecerem garantias a empresas estrangeiras que querem operar no país. A estratégia de atrair investimentos estrangeiros, por outro lado, aposta na privatização e internacionalização da economia com o dinheiro público.
 
Isso porque, entre as medidas, o decreto permite que empresas de capital estrangeiro que atuam em diversas áreas recebam dos fundos e bancos públicos brasileiros os créditos e financiamentos para atuar no Brasil.
Média: 1.8 (5 votos)

Crédito do BNDES e revisão de lei são caminhos para a retomada, por Carlos Abrão

Por Carlos Henrique Abrão

No Conjur

Transposta uma década de vigência da Lei de Recuperação e Falências, o Diploma 11.101/05, escasseiam-se, a olho nu, os meios recuperacionais para salvaguarda, preservação e aumento do ambiente da atividade empresarial no Brasil.

A secura do crédito transmite a sensação de grave dificuldade para pequenas e microempresas e, agora, com o abalo daquelas consideradas grandes, afetando a cadeia produtiva, em boa hora, o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), para incentivar a reintegração de ativos ao sistema, liberou uma dotação orçamentária de R$ 5 bilhões, a qual vigorará até o próximo dia 31 de agosto de 2017.

Leia mais »

Sem votos

Ex-ativista do PSDB denuncia Aécio e Caiado de financiar impeachment

Dani Schwery revele que políticos enviavam recursos para grupos organizados fazerem processo que tirou Dilma do poder parecer espontâneo 

 
Jornal GGN - Em entrevista ao DCM, a paulista Daniela Schwery, que ganhou repercussão em 2015 por uma série de vídeos contra o PT, afirmou que Aécio Neves e Ronaldo Caiado mantinham um plano de financiamento de grupos pro-impeachment, rebatendo a ideia de que são movimentos espontâneos. A respeito do MBL, Dani afirmou: "Eles são profissionais da comunicação. Eles estudam as massas e tal. Rogério Chequer é um profissional". 
 
Desiludida com o PSDB, a ex-YouTuber se desligou do partido e hoje trabalha como assessora do humorista Juca Chaves.
 
 
 
Por Mauro Donato
 
Um plano encabeçado e financiado por Aécio Neves e Ronaldo Caiado; eleições indiretas são para salvar FHC; movimentos pró impeachment como o MBL são fantoches.
 
Quem afirma é Daniela Schwery, uma das primeiras manifestantes a conclamar a população a ir para as ruas ‘contra a ditadura comunista que seria a reeleição de Dilma’, cujos vídeos atingiam 70 mil views.
Média: 4.8 (17 votos)

Como se paga uma disputa eleitoral nos Estados Unidos?

No documentário "Meet the Donors: Does Money Talk?", produzido pela HBO, jornalista mostra que a potência mundial é escola no uso de caixa 2 e dívidas que presidencialistas carregam após o pleito com empresariado
 
 
Jornal GGN - Um dia antes de os norte-americanos decidirem a Presidência entre Hillary Clinton e Donald Trump na agressiva disputa dos Estados Unidos, o canal de televisão HBO apresentava os bilionários financiadores de campanha, no documentário "Meet the Donors: Does Money Talk?" [Conheça os doadores: o dinheiro fala?].
 
Dirigido pela vencedora do Emmy Award Alexandra Pelosi, o filme foi lançado no dia 1º de agosto, transmitido às 21h no canal televisivo, exatamente uma semana antes de os 231,6 milhões de norte-americanos irem às urnas. Mas no restante da América Latina, o documentário foi ao ar ontem (07), às 22h, como uma sentença do que estaria por vir no jogo político dos Estados Unidos.
 
A jornalista vasculhou e tentou conversar com os 100 maiores doadores da atual campanha presidencial do país, que juntos angariaram US$ 6 bilhões para seus candidatos. Com uma câmera na mão e outras conduzidas por profissionais, Alexandra foi a jantares e eventos de arrecadação de recursos, hotéis de luxo, milionárias empresas e suas residências para entender o jogo de influências.
Média: 4.8 (4 votos)