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Henrique Meirelles

Meirelles silencia sobre eleições, mas vê em Maia "nome extraordinário"


Foto: Marcelo Camargo / Agência Brasil
 
Jornal GGN - Após a decisão de Henrique Meirelles de alertar seu interesse pela disputa ao Planalto em 2018, o presidente Michel Temer se reuniu com o ministro da Fazenda para pedir discrição e não se manifestar publicamente sobre a candidatura. Por isso, à imprensa, não negou que irá participar das eleições, mas disse que o anúncio virá apenas no primeiro trimestre do próximo ano.
 
A articulação era em atendimento a Temer. Agora, em entrevista à Folha de S. Paulo, o ex-presidente do Banco Central e ministro de Temer mostrou que foi picado pela mosca azul e que tem o desejo de sair dos bastidores da economia, para assumir comandos de postos políticos. 
 
Admitiu que falta apenas ter a certeza de que conquistaria algum apoio público. "Qual o fator decisivo para o sr. bater o martelo sobre sua candidatura em 2018?", questionou a Folha. "Primeiro, a consolidação e a percepção pela população do crescimento econômico e, mais importante, dos benefícios que isso vai trazer. Segundo, essa articulação política", respondeu.
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CPI da JBS quer chamar Henrique Meirelles para explicar relação com Joesley

Foto: Agência Câmara

Jornal GGN - A CPI da JBS analisa na próxima quarta-feira (6) o pedido de convocação do ministro da Fazenda Henrique Meirelles para depor na comissão. Meirelles, que foi presidente do conselho de administração do grupo J&F, controladora do frigorífico, foi citado em conversa de Joesley Batista com Michel Temer. Na gravação, o presidente dá aval para que Joesley pressionei Meirelles em assuntos de interesse do empresários.

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Meirelles segura intenções ao Planalto em favor a Temer


Foto: Lula Marques
 
Jornal GGN - O ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, mostrou intenções de se candidatar à Presidência da República em 2018. Mas, após se reunir com o atual mandatário Michel Temer, foi convencido a não anunciar suas aspirações até o fim deste ano.
 
Neste domingo (27), Temer marcou um encontro com Meirelles no Palácio do Jaburu e também com o presidente da Câmara, Rodrigo Maia, outra figura importante de articulação e peso político para o mandatário. A intenção do presidente é que não haja amostras de conflitos ou de racha antes da aprovação da Reforma da Previdência.
 
Em comunicado, o Planalto confirmou que a agenda do encontrou foram as votações do Congresso nesta semana. Além da previdenciária, outra reforma que está em discussão na pauta parlamentar é a reforma política. Amanhã, Temer tem viagem marcada à CHina, onde participará da cúpula dos Brics. 
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O Banco Mundial dos velhos tempos, por Paulo Kliass

 

no Vermelho

O Banco Mundial dos velhos tempos

O dia 21 de novembro de 2017 talvez tenha marcado uma triste mudança de rota no comportamento de um dos principais organismos multilaterais em sua história mais recente de relações com o Brasil. Naquela terça-feira foi convocada uma cerimônia oficial para o lançamento de um importante documento oficial do Banco Mundial (BM), com o pomposo título “Um Ajuste Justo: Análise da eficiência e equidade do gasto público no Brasil”.

por Paulo Kliass

Presente ao ato, o Ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, estava acompanhado do Ministro do Planejamento, Dyogo de Oliveira. Na sede da Fazenda, ambos faziam sala para o representante do BM, Martin Raiser, em evento que foi concebido para conferir legitimidade à nova versão do receituário do desastre. Na verdade, trata-se de um conjunto de proposições que lembravam os antigos tempos das cartas de recomendação do Fundo Monetário Internacional (FMI) e de outros libelos de natureza impositiva elaborados pelo próprio BM. Leia mais »

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Temer e Meirelles, a disputa anunciada, por Paulo Kliass

do Portal Vermelho

Paulo Kliass: Temer e Meirelles, a disputa anunciada

Ao que tudo indica, somente agora é que os jornalões passaram a assumir em seu conteúdo editorial aquilo que já era sabido de todos que acompanham a evolução da cena política tupiniquim com um mínimo de isenção. A composição do núcleo duro do governo que sucedeu ao golpeachment encerra, desde seu início, uma contradição que não pode ser considerada irrelevante.

por Paulo Kliass

A necessidade de Temer e de seu grupo mais próximo em tornar a equipe de governo mais confiável perante o mercado financeiro não foi viabilizada apenas com a divulgação do tristemente famoso documento “A ponte para o futuro”. Não bastou que o então presidente da Fundação Ulysses Guimarães, do PMDB, tivesse se esmerado ao máximo em apresentar um programa liberal ao extremo. Moreira Franco conseguiu propor algo ainda mais conservador do que o programa que Aécio Neves havia presentado às eleições de 2014, quando foi derrotado por Dilma Roussef. O texto era visto como a credencial necessária para se cacifar junto à nata do sistema financeiro. Como se dissesse: “não se preocupem pois vamos fazer nosso dever de casa”. Leia mais »

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A técnica nazista de transformar mentiras em verdades, por J. Carlos de Assis

A técnica nazista de transformar mentiras em verdades

por J. Carlos de Assis

Métodos de comunicação nazista (Goebels) estabeleciam que uma mentira repetida várias vezes como técnica de propaganda tornava-se uma verdade para a opinião pública. Quando Henrique Meirelles fala que o rombo orçamentário de R$ 159 bilhões neste ano é culpa do déficit da Previdência, estamos diante de uma mentira que, graças à repetição pela grande mídia e principalmente pela Tevê Globo, transforma-se numa verdade definitiva.

O papel da mídia nesse processo é fundamental. No caso da Previdência ela não apenas tem deformado a notícia como esconde informações relevantes. Para os que tem dúvida sobre esse comportamento nazista basta observar o resultado do inquérito no Congresso sobre a situação do sistema previdenciário. A comissão mista de parlamentares que examinou o assunto confirmou que a Previdência é superavitária. A Globo ignorou o tema.

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Leilões do pré-sal e Refis farão governo revisar para baixo projeções de receita

da Agência Brasil

Leilões do pré-sal e Refis farão governo revisar para baixo projeções de receita

Wellton Máximo - Repórter da Agência Brasil

Uma das principais apostas da equipe econômica para cumprir a meta fiscal de déficit de R$ 159 bilhões, os leilões de petróleo da camada pré-sal, ocorridos na sexta-feira (27), resultaram em dificuldade adicional para o governo. A frustração de cerca de R$ 1,8 bilhão fará o governo revisar para baixo a estimativa de receitas extraordinárias que entrarão nos cofres federais até o fim do ano.

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Esqueceram a taxa de juros, por Paulo Kliass

no Portal Vermelho

Esqueceram a taxa de juros

por Paulo Kliass

Em meio a esse verdadeiro desastre em que está se transformando a realidade social e política em nosso país, uma coisa é preciso que seja reconhecida. O comando da equipe econômica de Temer tem sido absolutamente exitoso em seu objetivo estratégico. Eles estão conseguindo destruir as bases de nossa estrutura produtiva e de nossas relações no âmbito da economia.

Ao levar a cabo a diretriz do austericídio, Meirelles promoveu a combinação perversa de uma política monetária de arrocho inigualável no mundo com uma política fiscal também prá lá de restritiva. Assim, tudo o que o governo do golpeachment tem para oferecer aos brasileiros se resume ao binômio: i) manutenção generalizada de juros elevadíssimos; ii) redução da capacidade de implementar políticas públicas a favor da maioria excluída pela obstinação com o corte de verbas do orçamento.

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Meirelles recebeu apoio de investidores nos EUA para Presidência 2018

Brasília - Ex-presidente do Banco Central Henrique Meirelles assume o Ministério da Fazenda (Marcello Casal Jr/Agência Brasil)
Foto: Marcello Casal Jr/Agência Brasil
 
Jornal GGN - Também apontado como um dos possíveis presidenciáveis para 2018, o atual ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, não teria apenas o apoio do atual mandatário Michel Temer e de boa parte de bancadas da direita, como também de investidores nos Estados Unidos.
 
A afirmação foi do próprio ministro da Fazenda, que disse nesta sexta-feira (22), durante evento em Nova York, que recebeu manifestação de apoio de investidores no país nesta semana, quando participou de diversos encontros.
 
"Isso sempre existe [manifestações de apoio], não só aqui como em outros locais por onde vou, no Brasil, sempre existe alguém manifestando apoio", afirmou, após ser questionado por jornalistas. 
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A farsa da retomada da economia sinalizada pelo imposto de agosto, por J. Carlos de Assis

A farsa da retomada da economia sinalizada pelo imposto de agosto

por J. Carlos de Assis

A utilização da receita tributária de agosto como indicador de retomada da economia é mais uma farsa de  Henrique Meirelles e Michel Temer para apaziguar aliados no Congresso, os quais  já se revelam incomodados pela combinação de depressão econômica e corrupção presidencial. O aumento da receita no mês, em relação a julho, se deveu essencialmente ao Refis e aos impostos baseados em lucro, assim como a imposição de imposto sobre combustíveis.

O grande público não sabe o que é Refis. Para descrevê-lo sucintamente, é o prêmio que o Governo dá, regularmente, aos sonegadores de impostos. Sob a alegação de que a arrecadação por baixo, agora, é melhor do que arrecadação do imposto cheio, posteriormente, o Governo desesperado por dinheiro faz qualquer negócio, inclusive viciando os sonegadores nas práticas de jamais pagar tributos em dia, pois o que vem depois é sempre mais barato.

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Governador frouxo e cede ao Governo ideológico, por J. Carlos de Assis

Reprodução NBR

Governador frouxo e ignorante cede ao Governo ideológico

por J. Carlos de Assis

A política fluminense perdeu a honra há décadas, muito antes que Sérgio Cabral decidiu levá-la ao mais baixo nível de degradação, mas foi à margem da questão de corrupção que apareceu a figura patética de um governador que juntou incompetência, estupidez e desinformação para conduzir o Estado na maior crise de sua história. O governador Pezão  humilha o Rio de Janeiro ao fazer um acordo absolutamente vergonhoso, subalterno e infame com o Governo federal, deixando-se escravizar pela figura menor de Henrique Meirelles.

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Henrique Meirelles e o Consenso de Washington, por Samuel Pinheiro Guimarães

Henrique Meirelles e o Consenso de Washington

por Samuel Pinheiro Guimarães

O programa econômico do Senhor Henrique Meirelles, atual Ministro da Fazenda; ex-Presidente do BankBoston entre 1996 e 1999 e do FleetBoston Financial; ex-Presidente do Banco Central de 2003 a 2010, e, entre 2012 e 2016, Presidente do  Conselho de Administração da holding J&F, de Joesley Batista, é o Programa do Mercado.

É o programa desejado com ardor (e promovido com recursos) pelos banqueiros, rentistas, grandes empresários comerciais e industriais, grandes proprietários rurais, donos de grandes órgãos de comunicação, gestores de grandes fortunas, executivos de grandes empresas e seus representantes no Congresso.

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Xadrez do fator é a economia, estúpido!, por Luís Nassif

Peça 1 - a desinformação como regra

Em qualquer análise que se faça sobre o jogo político brasileiro, os movimentos das corporações, o comportamento da mídia, deve-se partir do pressuposto básico: trata-se de um país essencialmente mal informado. E, como tal, sem os instrumentos democráticos básicos para acertos de rumo na economia, na política, no social.

O meio campo entre a opinião pública e as instituições é feito pela imprensa. Com a redemocratização, grupos de mídia se viram dotados de um poder político inédito na história do país. E acabaram assumindo uma linha sensacionalista que começou com campanha do impeachment de Collor e nunca mais se desgrudou dos jornais.  

O próprio modelo de mídia, concentrado em poucas famílias de baixo nível intelectual, acentuou ainda mais a mediocrização – isto é, a identificação do jornalismo com o cidadão médio.

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A receita de Meirelles para liquidar a economia brasileira e viabilizar as privatizações, por J. Carlos de Assis

A receita de Meirelles para liquidar a economia brasileira e viabilizar as privatizações

por J. Carlos de Assis

Não há a mais remota possibilidade de reverter a  depressão econômica brasileira com aumento de impostos e restrição aos gastos públicos. No entanto, insiste-se com essa estupidez. Estamos, inequivocamente, numa depressão, medida tanto pela contração do PIB – cerca de 9% em três anos – quanto pelo alto desemprego – cerca de 14% da população ativa, sem considerar o subemprego. Por que então o governo de Meirelles insiste em cortar gastos públicos e se revela inteiramente indiferente ao drama do desemprego?

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Temer e seu nó fiscal, por Paulo Kliass

na Carta Maior

Temer e seu nó fiscal

Bastaria tirar a Dilma para que todas as dificuldades se transformassem em oportunidades para o retorno de nossa economia a uma suposta normalidade

por Paulo Kliass

As últimas semanas têm sido marcadas por um verdadeiro movimento de vai-e-vem nas declarações oficiais relativas ao imbróglio fiscal que avassala nosso País. Porém, é forçoso reconhecer que essa onda de hesitação em assumir o inevitável é bastante compreensível. Afinal, a narrativa dos defensores do financismo sempre assegurou amplamente que a solução era simples. Bastaria tirar a Dilma para que todas as dificuldades se transformassem em oportunidades para o retorno de nossa economia a uma suposta normalidade.

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