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indústria da defesa

Indústria da defesa busca maior integração com cadeia produtiva tradicional da região Sul

Foto: Divulgação
 
 
Do Ministério da Defesa
 
Os ministros da Defesa, Raul Jungmann, e do Desenvolvimento Social, Osmar Terra, se reuniram na sexta-feira (20), com lideranças empresariais do Rio Grande do Sul, para tratar de pauta conjunta com objetivo de fortalecer a indústria nacional de defesa.
 
O encontro ocorreu no município de Santa Rosa, no noroeste do Rio Grande Sul, região conhecida pelo elevado potencial de seu polo metal mecânico.
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Balanço da indústria da defesa (TV Brasil) 01.02.216

O desenvolvimento da indústria da defesa está diretamente atrelado à tecnologia e inovação que, muitas vezes, acabam contribuindo para a criação de produtos de uso não militar. O computador e do micro-ondas são exemplos de produtos inventados para fins militares e que hoje fazem parte do dia a dia de bilhões de pessoas no mundo.

A indústria da defesa exige, portanto, maior aplicação de mão de obra especializada, não à toa ela é considerada hoje um dos principais geradores de tecnologia para um país. Leia mais »

Brasilianas discute papel da indústria da defesa na economia

Setor é considerado um dos principais geradores de tecnologia para um país
Participe do programa mandando perguntas. Clique aqui
 
 
O desenvolvimento da indústria da defesa está diretamente atrelado à tecnologia e inovação que, muitas vezes, acabam contribuindo para a criação de produtos de uso não militar. O computador e do micro-ondas são exemplos de produtos inventados para fins militares e que hoje fazem parte do dia a dia de bilhões de pessoas no mundo.
 
A indústria da defesa exige, portanto, maior aplicação de mão de obra especializada, não à toa ela é considerada hoje um dos principais geradores de tecnologia para um país. Segundo levantamento do Ministério da Defesa, apresentado em 2015, 60% das pesquisas realizadas nesse setor têm impacto em outras áreas.
 
No Brasil, as empresas que compõe essa cadeia produtiva estão indo na contramão da recessão econômica aumentado o faturamento nos últimos anos. Um exemplo é a brasileira Avibrás, localizada em São José dos Campos, no interior de São Paulo, que fechou 2015 com uma receita bruta de R$ 1,1 bilhão - valor oito vezes maior do que o gerado em 2012.
 
Para debater o papel dessa indústria no desenvolvimento de P&D e a capacidade do país de investir cada vez mais nessa área, o programa Brasilianas.org exibe nesta segunda (01/02), a partir das 23h, um debate com o Coronel Armando Lemos, que é diretor técnico da Associação Brasileira das Indústrias de Materiais de Defesa e Segurança (Abimde), Leonel Fernando Perondi, diretor do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) e Ronaldo Carmona, pesquisador do Departamento de Geografia da USP, especialista em estratégia de defesa e de industrialização. 
 
Não perca! Nesta segunda (01º), a partir das 23h, na TV Brasil.
 
E participe encaminhando perguntas que poderão ser selecionadas. Clique aqui.
 
Como o programa é gravado antes de ir ao ar, receberemos as perguntas até às 16h.
 
Clique aqui e saiba como sintonizar o canal.
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A indústria de defesa e o caso Gripen

Os projetos estratégicos da Marinha

O histórico do programa de caças brasileiros

Fórum Brasilianas discute o incentivo à P&D na indústria da defesa

 
Debate contará com a presença do Brigadeiro-do-Ar Paulo Roberto de Barros Chã, Presidente da Comissão Coordenadora do Programa Aeronave de Combate (COPAC)
 
 
Segundo o Ministério da Defesa, hoje o Brasil aplica cerca de 1,5% do seu Produto Interno Bruto em gastos militares. Nos últimos anos o país aumentou investimentos no setor, nunca vistos antes em sua história. Dados do panorama sobre a indústria da defesa e segurança no Brasil, divulgado em 2013 pelo BNDES, sobre o período de 2003 até 2012, apontam que os investimentos neste nicho aumentaram 568% em território nacional, passando de R$ 1,5 bilhão para R$ 10,1 bilhões. Esse montante traz reflexos sobre o desempenho tecnológico da indústria local e sobre a relação entre o Brasil e as nações parceiras. Para analisar esse tema e a Estratégia Nacional de Defesa, instituída por decreto em 2008, a Agência Dinheiro Vivo realizará dia 27 de maio, em São Paulo, o 59º Fórum Brasilianas.org. Acompanhe a programação à seguir e participe!
 
O debate contará com a presença do diretor-substituto do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE), Oswaldo Duarte Miranda, do presidente da da Comissão Coordenadora do Programa Aeronave de Combate (COPAC), Brigadeiro-do-Ar Paulo Roberto de Barros Chã, do presidente da Odebrecht Defesa e Tecnologia, Andre Amaro, entre outros nomes. 
 
Consulte a programação abaixo e inscreva-se, ligando para 0800 169966 (ramal 23 e 24) ou mandando um e-mail para [email protected]
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A política nacional de defesa e o desenvolvimento

De autoria de Ronaldo Carmona, do Departamento de Geografia da USP (Universidade de São Paulo), o trabalho "Estratégia de Defesa e Estratégia de Industrialização" traz um bom foco sobre a importância da indústria de defesa na próxima etapa da industrialização brasileira.

Começa realçando as iniciativas dos diversos países em voltar a promover a industrialização, a União Europeia com uma meta de 20% de participação da indústria no PIB até 2020; os Estados Unidos com um plano de revitalização da manufatura pilotado por um escritório diretamente vinculado à presidência da República.

Constata que desde 1985 o Brasil perdeu o rush da industrialização. Naquele ano a indústria representou 25% do PIB. Atualmente, está em níveis similares ao período anterior ao Plano de Metas de Juscelino Kubistcheck.

***

A nova etapa da industrialização precisará ser efetiva em desenvolvimento tecnológico. Por aí se insere a indústria da defesa e seus múltiplos avanços na integração de sistemas, sensores, optronicos, sistemas de navegação, de comando e controle, processos relacionados a biotecnologia e química avançada, novos materiais e materiais especiais, de inteligência artificial, nanotecnologia, robótica e a área cibernética.

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Fórum em São Paulo discute a indústria da defesa no Brasil

Evento contará com a participação do piloto que testou as três aeronaves que participaram do programa FX-2
 
 
Na próxima quinta-feira, 11 de setembro, a Agência Dinheiro Vivo reunirá empresários, representantes das forças militares e acadêmicos no 50º Fórum de Debates Brasilianas.org – A indústria da defesa e o caso Gripen. 
 
Para se inscrever no evento, entre em contato através do 0800 16 99 66 ramal 24 [email protected]
 
O Brasil nunca investiu tanto no setor militar como tem feito na atualidade. Segundo dados do Panorama sobre a indústria da defesa e segurança no Brasil, divulgado em 2013 pelo BNDES, de 2003 até 2012 as despesas com investimentos neste nicho aumentaram 568% em território nacional, passando de R$ 1,5 bilhão para R$ 10,1 bilhões.  
 
O poder público justifica a preocupação com a área tendo em vista as condições atuais do Brasil: a sexta maior economia do mundo, com quase 17 mil km de fronteiras entre dez países na América do Sul, uma linha costeira contínua de 8 mil km de extensão, uma das maiores do mundo, além de possuir grandes quantidades de riquezas minerais e biológicas.
 
A Estratégia Nacional de Defesa, instituída por decreto em 2008, está baseada na Constituição Federal, no sentido de, sempre que possível, buscar soluções pacíficas e o fortalecimento da paz e segurança internacionais. Em uma recente entrevista dada para um canal de TV, o Ministro das Relações Exteriores, Luiz Alberto Figueiredo, lembrou que o Brasil é um país que vive há 140 anos em paz com seus vizinhos, sendo um dentre 11 países do mundo que tem relações diplomáticas com todos os membros das Nações Unidas. 
 
Para analisar esse posicionamento, a abertura do Fórum Brasilianas.org, contará com a participação do professor especialista em segurança internacional das Faculdades Integradas Rio Branco, Gunther Rudzit, do diretor do Departamento da Indústria da Defesa da Fiesp, Jairo Cândido e do técnico do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), Bruno César Araujo, um dos autores do estudo Determinantes da acumulação de conhecimento para inovação tecnológica nos setores industriais no Brasil - Base Industrial de Defesa (BID).  
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Brasilianas.org, na TV Brasil, fala da indústria da defesa

Programa contará com a participação do Ministro Celso Amorim
 
Em nova edição do programa Brasilianas.org, o apresentador Luis Nassif recebe o Ministro da Defesa Celso Amorim e o diretor do Departamento da Indústria da Defesa da Federação das Indústrias de São Paulo (Comdefesa-Fiesp) Jairo Cândido. A proposta do debate é discutir a política tecnológica a partir da compra dos caças Gripen, além de fazer um balanço da estratégia nacional de defesa e do papel dos institutos militares.
 
Além do acordo com a SAAB-Scania para a compra e troca de tecnologia dos caças suecos Gripen, nos últimos anos o governo estabeleceu novas políticas para consolidar o setor, como o Inova Defesa, para o financiamento de pesquisas. 
 
O aumento da importância relativa do Brasil diante do mundo, na última década, conduziram o país a uma posição mais protagonista regionalmente com consequências sobre o papel da Defesa Nacional. Mas esse tipo de industria funciona a partir de uma lógica diferente de outros setores, que respondem ao sistema de oferta e demanda. Um panorama sobre a indústria da defesa, divulgado pelo BNDES em 2013, destaca que as indústrias de defesa e segurança, "ainda que incluam empresas com produtos exclusivos, é assim caracterizado pelo fato de os principais clientes serem as Forças Armadas e de Segurança". Em outras palavras, são as encomendas públicas que impulsionam o setor.  
 
Não perca esse debate, na próxima segunda-feira (25/08), em novo horário, das 19h30 às 20h30, na TV Brasil!
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Em inauguração de hangar, Dilma fala sobre a importância da produção de tecnologia

Da Agência Brasil

 
A presidente participou da inauguração do hangar onde será concluída a montagem do avião KC-390
 
Na inauguração do hangar onde será montada a última parte do avião KC-390, a presidenta Dilma Rousseff defendeu a indústria nacional de defesa, e destacou a importância da produção de tecnologia e conhecimento no país. Segundo ela, as  instalações demonstram a capacidade dos brasileiros de produzir bens de alta tecnologia, e são um “legítimo exemplo do Brasil inovador”.
 
O avião KC-390 será usado no transporte tático militar e no reabastecimento de outros aviões em voo. A aeronave é desenvolvida pela Embraer, em parceria com a Força Aérea Brasileira (FAB). O primeiro voo de dois protótipos deve ocorrer agora em 2014, cinco anos após o início do projeto em 2009.

A presidenta destacou que este será o primeiro avião cargueiro produzido no Brasil, e considerou a importância da formação de mão de obra especializada. “O país precisa que, cada vez mais, a inovação, a tecnologia e o conhecimento resultem em um país onde o uso de empregos cada vez mais qualificados significará que nós, de fato, entramos no caminho de um outro tipo de desenvolvimento”, disse Dilma.

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Chile: forte ofensiva russa no mercado sul-americano de tecnologia militar e logística

Frederico Füllgraf
Santiago do Chile
 
Acaba der terminar no Chile a FIDAE 2014, feira bienal internacional de tecnologia aeroespacial, de berço pinochetista, desde 1980 patrocinada pela força aérea chilena. Como uma das cinco maiores feiras mundiais do gênero, a FIDAE conta atualmente com a participação de mais de trinta países, entre produtores e compradores de tecnologia de aplicações predominantemente militares. 
 
Notável plataforma comercial, com suas edições mais recentes, a FIDAE abriu-se à aviação civil e comercial, à manutenção de aeronaves e equipamento aeroportuário, além de ampla mostra estática de aviões em pista e shows de acrobacias aéreas, com a finalidade de atrair o público difuso, mas ávido por uma aventura, assim dissimulando o  estigma da feira, já notória como bazar multinacional de armamento de guerra.
 
Pragmatismo russo
 
A FIDAE 2014 foi inaugurada enquanto Barack Obama mobilizava aliados e súditos para a votação na ONU da resolução contra o plebiscito de adesão da Crimeia à Rússia.
 
Apesar do Chile (e além dele Colombia, Perú, México, Panamá, Costa Rica, Guatemala, Honduras e República Dominicana) ter(em) somado seu voto à denúncia norte-americana da suposta “ilegalidade do referendo na Crimeia”, a Rússia foi um dos expositores de maior expressão na FIDAE, e não se fez de rogada, aproximando-se com otimismo e tentadoras ofertas do recém-empossado governo de Michelle Bachelet, que em sua trajetória política coleciona um mandato de ministra da defesa.
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No Gripen, FAB poderá adaptar até partes mais sensíveis, diz fabricante

do Estadão

Brasil terá controle total da tecnologia do caça sueco, diz fabricante

Haverá liberdade para adaptações inclusive de partes sensíveis, como o sistema eletrônico de combate, informa representante da Saab

 
 
Wladimir D'Andrade - Agência Estado

São Paulo - O governo brasileiro terá o total controle da tecnologia usada no caça sueco Gripen NG e poderá realizar quaisquer modificações que atendam às necessidades da Força Aérea Brasileira (FAB), disse ao Broadcast o chefe da comunicação da Saab, Lennart Sindahl. De acordo com ele, haverá liberdade para a FAB adaptar até as partes mais sensíveis das 36 aeronaves que serão adquiridas pelo País, como o sistema eletrônico de combate. "Não há restrições, o Brasil terá acesso total", afirmou.

Os jatos Gripen NG serão montados no Brasil  - Divulgação
Divulgação
Os jatos Gripen NG serão montados no Brasil
 
A transferência de tecnologia é o ponto mais importante da compra dos caças do programa FX-2, que vai renovar a frota da FAB. A indústria brasileira vai construir, em conjunto com a Saab, partes e softwares do Gripen NG, um caça totalmente novo - existe um protótipo com 300 horas de voo. Os jatos serão montados no Brasil. "Haverá a transferência de conhecimentos importantes, que vão preparar o País para futuras necessidades em caças aéreos", disse Sindahl.

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Alguns dados para ajudar na discussão sobre os caças Gripen

Comentários ao post Os caças Gripen representam um salto na indústria de defesa

Por junior50

Algumas explicações, sem comprometer

 1. " os americanos vão embaçar com os motores" ou melhor dizendo: "não vão querer vender e depois integrar e fornecer manutenção ao conjunto propulsor "

  Resposta: Papo furadissimo, o fornecimento dos GE F414  ao governo brasileiro, já foi autorizado desde 2008, pelo congresso dos Estados Unidos ( é item não sensivel, fomos liberados junto com a India ), alem do que, há mais de dois anos, escrevi neste espaço, que o Centro de Pesquisas e Ddesenvolvimento da GE, Ilha do Fundão -RJ, já se encontra preparado para mantenir estes motores e as mais de 200 turbinas GE utilizadas no Brasil pela Petrobrás.

 2. " O Gripen é um projeto/protótipo " e " não foi testado em combate "

   Resposta: Verdades parciais e vantajosas, pois sendo um "não congelado" ou "prateleira", nossa participação no desenvolvimento será maior - e foi testado em combate durante a intervenção NATO na Libia, onde apresentou 100% de disponibilidade operacional - o Rafale chegou á 80% - e o JAS 39 C/D conseguiu somente aparecer nas telas dos AWACS da Nato, quando ligava seu Link 12/16.

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