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Brasilianas: Arbix faz balanço e riscos da produção de ciência no Brasil

 

Entenda a importância da ciência, tecnologia e inovação para o desenvolvimento do país e por que nova trajetória preocupa cientistas

Balanço de políticas de inovação no Brasil, por Glauco Arbix

Do Brasilianas

Existe uma tensão política no Brasil quando o assunto permeia investimentos em Ciência, Tecnologia e Inovação no Brasil (CT&I). Para uns se trata de desperdício e trabalho que deveria ficar para as nações mais desenvolvidas. Para outros, o Brasil tem capacidade de renovar sua trajetória de desenvolvimento até mesmo ultrapassando em algumas áreas países que tem tradição em fazer pesquisa, ciência e tecnologia. E é nesse último grupo que se encaixa o professor e coordenador do Observatório da Inovação da USP, Glauco Arbix.

Em entrevista para Luis Nassif no programa Brasilianas, uma parceria GGN e TV-PUC, Arbix, que também foi presidente da Finep, faz um balanço com elogios e críticas às políticas implementadas por FHC, Lula, Dilma alertando para retrocessos que estão sendo promovidos pela gestão Temer.

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Portugal, um lugar no século XXI!, por Leonardo Guerra

Portugal, um lugar no século XXI!

por Leonardo Guerra

É difícil descrever o que se passa em Portugal hoje. O país está bombando, Lisboa está na moda. No geral, não me atrevo a ir além disto, mas, na última semana, participei lá de evento único, o Web Summit.

Mais de 60 mil pessoas, de todo o mundo, estavam em Lisboa para discutir, fazer negócios e trocar experiências inovadoras. Respirei a inovação de uma maneira distinta e pude perceber alguns elementos do sucesso de uma estratégia local que, sem sombra de dúvidas, trouxe ao país indiscutíveis vantagens comparativas e expressivos resultados econômicos, sociais e políticos. Nesta sequência!

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Kassab está destruindo o sistema de inovação e metrologia do país, por Luis Nassif

Duas das mais relevantes instituições brasileiras, na área de tecnologia, estão sendo destruídas pela organização criminosa alçada ao poder: a CEITEC e o Inmetro. E esse crime contra o futuro está sendo aceito passivamente pelas duas organizações que garantiram a ascensão desse grupo ao poder: mídia e Ministério Público.

CEITEC

A CEITEC começou suas operações em 2011, sendo incumbida de fabricar semicondutores brasileiros. A fábrica foi instalada no Rio Grande do Sul e é encarada como empresa estratégica.

Durante os Governos Dilma Rousseff a empresa foi protegida de nomeações eminentemente políticas, apesar de tentativas de várias correntes partidárias de indicarem correligionários para lá, inclusive do PMDB (leia-se Eliseu Padilha).

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Negócios nas redes crescem mesmo com crise no Brasil


Foto: Reprodução

Por Pedro Zambarda de Araujo

Do offline para online, negócios brasileiros cresceram em diferentes setores mesmo com a crise

Do Diário do Centro do Mundo

O Uber recentemente se envolveu num escândalo com a escritora Clara Averbuck, que denunciou estupro de um de seus motoristas no final de agosto. A polêmica reacendeu o debate sobre a falta de regularização do aplicativo, que não fornece o treinamento ideal de seus funcionários e não fiscaliza os seus serviços.

No entanto, independentemente das críticas que recebeu, o app mudou para sempre o custo do transporte particular nas grandes metrópoles, cortando mais da metade do preço das corridas. E a mudança não aconteceu apenas com o Uber e ela está modificando diversos outros setores dentro do nosso país.

Lancei no dia 13 de setembro o meu livro “Internet Heroes Brasil: As empresas nacionais que constroem um novo mercado trilionário” (Geração Editorial/Jardim dos Livros, 196 páginas). No material fiz 11 perfis de empresas O2O, que são os negócios “online to offline”, ou seja, companhias que fornecem serviços digitais baseados em práticas fora dos computadores e da internet.

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Balanço da indústria da defesa (TV Brasil) 01.02.216

O desenvolvimento da indústria da defesa está diretamente atrelado à tecnologia e inovação que, muitas vezes, acabam contribuindo para a criação de produtos de uso não militar. O computador e do micro-ondas são exemplos de produtos inventados para fins militares e que hoje fazem parte do dia a dia de bilhões de pessoas no mundo.

A indústria da defesa exige, portanto, maior aplicação de mão de obra especializada, não à toa ela é considerada hoje um dos principais geradores de tecnologia para um país. Leia mais »

Farmacêuticas nacionais correm risco com mudanças propostas por governo

Ministério da Saúde propõe mudanças que podem levar abaixo programa para desenvolver cadeia nacional de fármacos e que abastece SUS 

Ministério da Saúde propõe mudanças no que podem levar abaixo programa para desenvolver cadeia nacional de fármacos e que bastece SUS (Foto: Léo Ramos/Pesquisa FAPESP)
(Foto: Léo Ramos/Pesquisa FAPESP)
 
Jornal GGN - A indústria farmacêutica está entre os setores mais resistentes ao impacto de crises econômicas, em se tratando de um dos últimos componentes que as famílias sacrificam em tempos de vacas magras, pela sua óbvia prioridade. Não por acaso o setor é considerado um dos termômetros para saber quando crise econômica avança em níveis absurdamente negativos. E é isso que está acontecendo no Brasil, segundo o vice-presidente da Abifina (Associação Brasileira das Indústrias de Química Fina, Biotecnologia e suas Especialidades), Reinaldo Guimarães.
 
Em entrevista para Luis Nassif, o executivo destacou que as vendas de medicamentos, como um todo, se matem em curva ascendente, ainda mais em tempos de desemprego, quando, por exemplo, a procura de medicamentos para contrapor o desgaste da saúde mental aumenta. Por outro lado, o setor vem registrando queda na venda de fármacos menos relevantes e redução do crescimento para novos investimentos em pesquisa e inovação. 
 
Outra questão que preocupa os produtores brasileiros é entrada em vigor da Proposta de Emenda Constitucional 55, a PEC que congela por 20 anos os gastos primários governo federal. 
 
"Mesmo que na área de saúde não tenha entrado plenamente em vigor, os contingenciamentos fazem com que falte dinheiro para tudo no Ministério da Saúde. Evidentemente que se estiver faltando dinheiro no Programa de Saúde da Família, que é básico e fundamental, e faltando dinheiro no Programa Nacional de Imunizações, o gestor público vai dar preferência para este último setor", explica. E sem investimento na atenção básica a incidência de doenças deve aumentar, sobrecarregando ainda mais o sistema de saúde pública, exigindo o aumento de recursos do governo que, por sua vez, limitou os gastos primários.
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Querem distribuição de renda? É preciso Estado, indústria e inovação, por Luiz Roque Miranda Cardia

do Portal Disparada

Querem distribuição de renda? É preciso Estado, indústria e inovação.

Luiz Roque Miranda Cardia

A esquerda tem uma obsessão: a distribuição de renda. É uma obsessão justa, afinal de contas expressa o valor fundante do conceito de esquerda ainda na Revolução Francesa: a justiça social. Como se sabe, o real lema revolucionário burguês deveria ser Liberdade, Igualdade e Propriedade. A fraternidade servia apenas como retórica para unificar os pobres aos burgueses, que lutavam efetivamente pela liberdade de empresa, igualdade jurídica e defesa da propriedade. Dessa forma, a Assembleia Nacional Francesa se dividiu, ficando à esquerda do púlpito do orador os jacobinos que lutavam ferrenhamente pela justiça social. À direita ficavam os girondinos, defensores do direito dos ricos de ficarem mais ricos. No centro ficava o pântano, como era conhecido à época, o setor oportunista que apoiava o governo de plantão (é o que hoje conhecemos como PMDB, ou mais recentemente “centrão”). Ora, compreendo que a expressão “ser de esquerda” não se restringe à concepção iluminista originada na Revolução Francesa e que pode assumir significados muito diversos, no entanto considero relativamente seguro dizer que essa é origem histórica do termo e que continua sendo o seu uso corrente mais comum.

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Crise afetou investimentos em ciência, tecnologia e inovação, aponta relatório

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Supercomputador da UFRJ. Foto: Tomaz Silva/Agência Brasil

Do IEDI

A Carta IEDI de hoje apresenta as tendências recentes das estratégias nacionais de ciência e inovação – em particular, das políticas de estímulos à inovação empresarial – dos países da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), bem como nas principais economias emergentes, como África do Sul, Brasil, China, Índia, Indonésia e Rússia.

A análise baseia-se no relatório Science, Technology and Innovation Outlook, divulgado no final do ano passado pela OCDE. Este mesmo relatório já foi objeto de síntese da Carta IEDI n. 775, mas naquela ocasião foi dada ênfase nas projeções para os desenvolvimentos em Ciência, Tecnologia e Inovação (CT&I) nos próximos 10-15 anos. 

De acordo com a OCDE, os investimentos empresariais, incluindo atividades de inovação, são essenciais para a reativação da dinâmica empresarial e para o crescimento da produtividade. 

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Na China, Nicolelis recebe prêmio por seu trabalho em neurociência

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Jornal GGN - Na manhã desta sexta-feira (26), o cientista Miguel Nicolelis recebeu o prêmio Daniel E. Noble For Emerging Technologies, concedido pela IEEE (Institute of Electrical and Electronics Engineers), em Shangai, na China. Leia mais »

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Workshop reúne estudantes de desenvolvimento de foguetes

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No workshop prático, estudantes fazem cálculos e registro de medidas, previamente ao teste estático de motor de um foguete. Foto: Arquivo de João Canalle.

Do Clube de Engenharia

 
studantes de cinco universidades, membros de diferentes grupos de foguetes, em uma conversa franca com o presidente Pedro Celestino apresentaram suas ideias, dúvidas e ambições: com dificuldades tanto nas atividades teóricas quanto práticas, falta de acesso à tecnologia e até mesmo à informação, precisavam de espaço para se reunir e desenvolver projetos. Participaram, ainda, das muitas conversas agendadas, o coordenador da Secretaria de Apoio ao Estudante de Engenharia (SAE), José Stelberto Soares; o secretário executivo Luiz Fernando Taranto; e o conselheiro Luiz Bevilacqua. O resultado foi imediato. Em pouco mais de um mês, a entrada na SAE de coletivos que desenvolvem projetos de foguetes já rendeu frutos. Em 8 e 9 de abril aconteceu, no Clube de Engenharia, o Workshop de Propulsão e Operação com a participação de 53 estudantes. Leia mais »
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Desenvolvido no Brasil, polímero orgânico absorve óleo vegetal ou mineral da água

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Jornal GGN - Totalmente desenvolvido no Brasil, um polímero é capaz de absorver óleos vegetais e minerais presentes na água, auxiliando na solução de problemas ambientais.

Chamado de Fohm.Life, a substância pode ser reutilizada e também pode ser usada como adubo orgânico e aplicado tanto em pequena quanto em larga escala, como na retirada de manchas de óleo no oceano.

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Finep receberá US$ 1,5 bilhão do BID para financiar pesquisas

 
Jornal GGN - Segundo nota do Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações, a Financiadora de Estudos e Projeto (Finep) receberá US$ 1,5 bilhão do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) para o financiamento de pesquisas pelos próximos cinco anos.
 
Deste total, US$ 310 milhões serão executados neste ano. Entre os projetos que receberão recursos do BID, o Padiq (Plano de Desenvolvimento e Inovação da Indústria Química) e o Inova Mineral (voltado para o setor da mineração). 

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Política industrial e de inovação: o avanço fugaz dos últimos anos, por Paula Quental

Nos anos Lula e Dilma, o Brasil desenvolveu políticas de inovação com potencial para começar a reduzir a distância que separa a nossa economia da de países mais avançados, como mostra estudo de Glauco Arbix. Uma promessa que se esvai com as atuais medidas de austeridade

do Brasil Debate

Política industrial e de inovação: o avanço fugaz dos últimos anos

por Paula Quental

A grave crise em que o Brasil está submerso, para a qual o atual governo só oferece como solução cortes de gastos e mais austeridade, pode enterrar a jovem política industrial com foco em inovação que começou a avançar no país a partir de 2003. Tal política, ou conjunto de políticas, tinha como objetivo reduzir a distância que separa a economia brasileira dos países desenvolvidos e das práticas industriais mais avançadas.

E é justamente em tempos de crise que investimentos em tecnologia e inovação não devem cessar, por serem ativos estratégicos que podem impulsionar e sustentar o crescimento, defende Glauco Arbix, professor Titular do Departamento de Sociologia da Universidade de São Paulo e pesquisador do Observatório da Inovação do Instituto de Estudos Avançados – USP.

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Temer decreta o fim da Ciência no Brasil, por Janio de Freitas

Jornal GGN – O tema desta quinta-feira do colunista da Folha, Janio de Freitas, é sobre o desmonte da Ciência logo depois do desmonte da Educação por decreto. Depois de muita luta para organizar o Ministério da Ciência e Tecnologia, o governo em questão soterra o trabalho criando um ministério que junta Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações, uma salada de funções que vai impedir qualquer trabalho sério.

Na segunda parte do artigo, Janio de Freitas aborda a eleição dos neopentecostais. Crivella já tem levantado a crista para a criminalização do aborto e das drogas, além da pauta LGBTT. O não avançar vai sendo substituído pelo retroceder e isso por um candidato que ganhou do Psol mas perdeu para os votos brancos e nulos.

Além disso fala da vitória do PSDB, que se não levou votos viu a ascensão de partidos coligados, que o fortalecem no discurso e nas pautas.

Leia o artigo a seguir.

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Brasileiros desenvolvem equipamento que barateia exame da retina

Jornal GGN - Desenvolvido por três pesquisadores brasileiros, ex-alunos da USP, o Smart Retinal Camera pode diminuir o custo dos exames de retina em até dez vezes, ampliando o acesso às avaliações oftalmológicas preventivas.

Com o retinógrafo portátil, os pesquisadores venceram o primeiro lugar na seleção brasileira e irão para Berlim na final do The Falling Walls Lab, evento que reúne as melhores ideias de inovação científica.

De acordo com os desenvolvedores, o Smart Retinal Camera ainda terá de passar por exames clínicos, e eles esperam que o produto possa ser comercializado até 2018.

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