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música

Celia e Celma ensinam ritmos folclóricos regionais que começam com "C"

 
Jornal GGN - O Sesc Pinheiros, na zona oeste de São Paulo, está com programação especial dedicada ao trabalho social, arte e expressão com idosos e, dentro dos cursos oferecidos, ritmos tradicionais populares serão apresentados em seis aulas com as artistas Célia Mazzei e Celma Mazze.
 
A dupla, conhecida como Celia e Celma, investigou os ritmos de tradição folclórica e regional, sobretudo aqueles que se iniciam com a letra "C" - como Congo, Cavalo Marinho, Calango, Congada, Chula, Ciranda, Coco. A curiosa pesquisa motivou o nome do curso, "Prosa com Cê".
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Osias Canuto - Hellen - Official Music Video

Osias Canuto – Vocal e Guitarra

Bruno Wambier – Teclados e Piano

Marcelo Sá - Guitarra

Macarra – Baixo

Daniel Oliveira – Bateria

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Canções inesquecíveis de Olímpio Cruz e o universo que as rodeava


'Mistério do Planeta', de Os Novos Baianos é uma das canções do livro: 'O arranjo é de Moraes e Pepeu, que executa um dos mais memoráveis solos de guitarra de todos os tempos'
 

Por Xandra Stefanel

Livro passeia por 'playlist sentimental' do jornalista Olímpio Cruz Neto

Da RBA

"Playlist – Crônicas Sentimentais de Canções Inesquecíveis" conta histórias e mostra os contextos culturais e sociais do momento em que 27 canções marcaram a vida do autor

Uma leitura para apaixonados pela música pop. Assim pode ser definido Playlist – Crônicas Sentimentais de Canções Inesquecíveis, o primeiro livro do jornalista brasiliense Olímpio Cruz Neto. Mas, na verdade, é mais que isso, já que é uma obra escrita com o coração de um apaixonado pela música e pelo Brasil. O autor comenta 27 canções que foram marcantes em sua vida e permeia as histórias com bem mais do que o contexto musical nos quais essas músicas se enquadravam. Ele apresenta ao leitor informações históricas dos momentos culturais, sociais e políticos da época das músicas.

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Luis Leite: um violão soberbo, por Aquiles Rique Reis

Luis Leite: um violão soberbo

por Aquiles Rique Reis

Ao terminar uma das audições de Vento Sul (Funalfa / Juiz de Fora, MG), CD inteiramente autoral do violonista, compositor e arranjador Luis Leite, garrei a matutar como seria revelar com palavras os segredos ali contidos. Sim, porque há mil e uma interpretações a dar: as do próprio Luis e as que se abrigam na alma do ouvinte.

Vamos lá: melodias e harmonias inspiradas, distribuídas entre compassos que antecedem os demais, tão ou mais bonitos do que os anteriores. Um violão a refletir a sabedoria do violonista. Um violão a atear sentimentos. Um violão generoso, a ofertar momentos de máximo delírio a quem o escuta. Um violão ativo, cuja perenidade salta aos ouvidos. Um violão soberbo... Ora! Justo agora, quando mais preciso delas para contar da beleza do violão de Luis Leite – faltam-me palavras.

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Trivial do banjo

Jornal GGN - Da família do alaúde, o banjo é uma mescla de vários instrumentos africanos. Foi desenvolvido no México, por escravos, e adotado por grupos ambulantes de músicos brancos no século XIX.
 
O instrumento é muito usado na música folk norte-americana e por grupos de bluegrass. No Brasil, o banjo foi incorporado às rodas de samba, na década de 1970, quando Almir Guineto resolveu seguir a ideia de Mussum, seu parceiro musical, de adaptar o corpo do instrumento ao braço do cavaquinho.
 

Explosão da Galera, por Dayse do Banjo e Almir Guineto - Sr. Brasil - 06/10/2013

Dueling Banjos - Deliverance OST

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Sem votos

A caboverdiana Mayra Andrade

Enviado por Jura

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Pérolas no youtube...

Enviado por Antonio Carlos Silva

Back To The Dirty Tonw - The Blues Mystery (banda suiça)

Setting Sun - BLucas (guitarrista norte-americano)

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Iara Rennó e Elza Soares no Sesc Pompéia

Nesta quinta-feira, 30 de novembro, Iara Rénno sobe ao palco pela primeira vez na companhia de Elza Soares, que dará a benção para o encerramento da turnê de Arco Flecha

Fotos de Elza Soares: Daryan Dornelles  •  Fotos de Iara Rennó: Chris von Almen

 

Jornal GGN - A cantora Iara Rennó sobe ao palco da Comedoria do Sesc Pompeia, em São Paulo, para o encerramento da sua turnê “Arco & Flecha”. O álbum do projeto é uma homenagem a artista carioca Elza Soares, e no show desta quinta-feira, 30 de novembro, a homenageada faz parte da apresentação, ao lado de Iara.  

“Arco & Flecha”, é um projeto duplo, que conta dois cds, em um álbum homônimo. Arco é tocado só por mulheres e representa o  “feminino-yang”, já “Flecha” apresenta uma mescla de  gêneros e representa o “masculino-yin”. Em cada cd há uma música feita para Elza Soares, elas são: “O que me arde” (parceria com Alzira E), em Arco, e “Invento”, em Flecha.

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Isso é coisa de negro...

Enviado por Antonio Carlos Silva

Isso é coisa de negro...

Raça - Milton Nascimento

Ain't Got No / I've Got Life - Nina Simone

Preciso Me Encontrar - Cartola

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Do Samba ao Hip Hop, espaço em SP traz cultura independente aos domingos

Foto: DivulgaçãoMundo Pensante

Jornal GGN – A Casa das Caldeiras convida a população para uma série de atividades artísticas, que invade sua sede aos domingos. A programação confirmada do TODODOMINGO Musical em São Paulo acontece a partir do dia 5 deste mês e se estende até o dia 17 de dezembro. As ações contam com produtores de diferentes linguagens e têm como foco a produção cultural independente.

Neste domingo, 5 de novembro, quem abre a agenda é o evento Samba Rock Plural, produzido pelo Samba Rock Na Veia, com destaque para o show do cantor Walmir Borges. Os visitantes também poderão participar de oficinas de Samba Rock, curtir pistas de dança sob o comando de vários DJs, apresentação de dança, intervenções, graffiti, exposições, além de conferir estandes de produtos, comedoria e bar.

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A presença inconsciente de um gênio, Glauber Rocha

Enviado por Cristiane N. Vieira

Comentário à publicação "Criminalista desmascara "estatísticas falsas" de Sergio Moro na GloboNews"

Ouçamos de novo e sempre o Glauber Rocha, da encantada Bahia de todos os Santos e Artistas, que é um dos muitos úteros da cultura brasileira.

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Cartografia do Yauretê Milton Nascimento, por Sílvio Reis


Foto: Divulgação
 
Por Sílvio Reis
 
A atual (e sexta) extinção mundial de animais, registrada no livro da jornalista Elizabeth Kolbert, também se reflete na música popular brasileira a partir dos anos 2000. Houve uma redução zoomusical em comparação com quatro décadas anteriores (1960-1990). A cartografia de Milton Nascimento, o Bituca, evidencia essa questão.
 
Em média, das 350 músicas gravadas e compostas por Milton Nascimento, 10% fazem referência a animais. A zoomúsica do cantor também está implícita em canções sobre a natureza e a vida indígena. O álbum Txai, de 1990, é todo ambiental e divulgou o Brasil na Eco92: O último álbum do Bituca,Tamarear, de 2015, comemorou os 35 anos de atividade do Projeto Tamar, de proteção às tartarugas marinhas. Nenhuma música sobre bichos, mas é um registro zoomusical.
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A arte como remédio à intolerância, por Julio Menezes Silva

A arte como remédio à intolerância

por Julio Menezes Silva

Quando um corpo nu faz tanto barulho, gera discussões acaloradas e análises de toda ordem, o alerta está dado: a intolerância está no ar. A histeria do falso moralismo à direita a favor da “família brasileira” é produto de um tipo de pensamento que não aceita a diferença - seja ela qual for. Quando isso acontece perdemos todos.

O remédio para esta situação está na própria arte e suas infinitas possibilidade de reinvenção, fazendo chacota daqueles que insistem em definir padrões e ditar regras. Esteban Eitler, uma das personalidades mais importantes da música clássica e contemporânea na primeira metade do século XX, soube reverter a intolerância do nazi-facismo em criação artística, e sua vida foi um exemplo de como a arte - em especial a música - pode se reinventar cada vez mais e para melhor.

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Laudir, presente! Por Washington Luiz Araújo

Por Washington Luiz Araújo
 

Laudir de Oliveira fez a passagem, encantou-se

Do Bem Blogado

Laudir, presente!
 

Guimarães Rosa dizia que as pessoas não morriam,  encantavam-se. Laudir de Oliveira, grande músico, grande amigo, dono de uma paz das maiores, se encantou em 17 de setembro. Amigo meu como poucos, Laudir estava preparando comigo o livro que contava a sua história de mais de 60 anos na música.

laudir a

Laudir foi percussionista do maestro Moacir Santos, Sérgio Mendes e depois do Chicago, banda americana que imperou na música mundial nos anos 60 e 70. Neste grupo, Laudir tocou durante nove anos. E tocou também com Joe Cocker, Michael Jackson, Chick Corea, Wainer Shorter Carlos Santana entre muitos outros. No Brasil, o grande percussionista foi fundador do som Imaginário, de Milton Nascimento, ao lado e Wagner Tiso, Robertinho Silva e Zé Rodrix.  O músico tocou muito tempo com Paulo Moura, pessoa a quem devotava imenso carinho.

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Trivial

Tema

Trivial
Um apanhado, um tanto bom de algum lugar, alguém ou alguma coisa

Trivial, no dicionário, é algo que é conhecido por todos, comum, banalidade. Trivial é mais. Quando associado a outra palavra pode vir com o sentido de leve. Um post trivial é um post leve, um passeio, um teste de memória. Que criar não é trivial, e lembrar não é banalidade.

Eis a série Trivial de volta, arrebanhando memórias, ritmos, histórias.

Bom proveito!