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O silêncio do IDP sobre possível conflito de interesse entre Gilmar e JBS

Jornal GGN - Na esteira dos escândalos envolvendo as gravações de Joesley Batista, o IDP de Gilmar Mendes explicou à Folha de S. Paulo, em reportagem veiculada na segunda (11), que decidiu romper o contrato de patrocínio com a JBS em maio passado, quando identificou na imprensa que a empresa não cumpria com as cláusulas de compliance exigidas pelo Instituto. Mas o IDP decidiu fazer vista grossa para o fato de que a rescisão do contrato veio tarde, já que o Instituto recebeu valores entre junho de 2015 e maio de 2017. A JBS passou a ser alvo de investigações da Procuradoria Geral da República no meio do contrato, em 2016.

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As polêmicas envolvendo o IDP de Gilmar Mendes


Foto: Walter Alves/IDP
 
Jornal GGN - O Instituto Brasiliense de Direito Público (IDP) de propriedade do ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF), teve mais um de seus patrocínios envolvidos em polêmicas. Além dos casos já revelados há mais de três anos pelo GGN, o Instituto recebeu R$ 2,1 milhões do grupo J&F, investigado no esquema da Operação Lava Jato, e que tem processos que podem ser analisados pelo próprio Gilmar, que insiste em não se declarar impedido. 
 
No dia 27 de maio deste ano, uma reportagem publicada pela Folha de S. Paulo já introduzia as relações do ministro com a JBS, frigorífico controlado pelo grupo e dos quais os donos, Wesley e Joesley Batista, prestam delações premiadas contra Michel Temer e o senador Aécio Neves (PSDB-MG), entre outros políticos.
 
Á época, soube-se que a família do ministro do Supremo vendia gado no Mato Grosso para a JBS. Em resposta, Gilmar disse que seu irmão é que conduzia o negócio e, por isso, não haveria motivos para ele se declarar impedido de participar de votações envolvendo o frigorífico. 
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