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Ricardo Teixeira

O erro dos Marinhos com a Net, por Luis Nassif

Na grande crise da NET, no início dos anos 2.000, um dia baixa no Banco do Brasil o primogênito de Roberto Marinho, Roberto Irineu. A NET tinha sido vítima dos cabeças de planilhas. Contrataram jovens financistas de mercado, que montaram um PowerPoint com projeções de venda, apontando para um cenário de 6 milhões de assinantes em pouco tempo. Com base na planilha, colocaram bonds no exterior.

A estrutura foi montada para tanto, mas não conseguiram passar de 1,5 milhão, pois o ponto de equilíbrio foi calculado em 3,5 milhões.

A Globo contratou então o ex-presidente da Petrobras, Philippe Reichstull para tentar colocar a NET em pé.

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A prova definitiva contra a Globo

do Blog do Garotinho

A prova definitiva contra a Globo

Vejam documentos do Tribunal do Brooklyn no processo do Fifagate

Até há pouco tempo eu mesmo cheguei a duvidar se conseguiriam pegar Ricardo Teixeira, Marco Polo Del Nero, Marcelo Campos Pinto e os irmãos Marinho. Mas com o desespero que tomou conta dos advogados de José Maria Marin, após sua condenação, não há mais dúvida. Cairão um por um dos dirigentes das confederações sul-americanas, inclusive alguns ex-presidentes, entre eles o mais "notável" e esperto, Ricardo Teixeira, ex-presidente da CBF, além de atingir a própria cúpula da FIFA. A investigação chegou na seguinte situação: 

Marin para não pagar a conta sozinho começou a acusar Del Nero, que por sua vez está entregando Ricardo Teixeira, que por sua vez está entregando seus antigos companheiros de longa data dos esquemas de propina que envolveram dirigentes de vários países do mundo.  Leia mais »

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Banco em Mônaco que guardava R$ 70 mi de Teixeira protegia cartola

 
Jornal GGN - A conta secreta do ex-presidente da CBF, Ricardo Teixeira, que guardava o equivalente a mais de 70 milhões de reais em Mônaco ao cartola brasileiro recebia instruções para evitar que caísse na malha das autoridades de investigação. 
 
De acordo com o repórter Jamil Chade, do Estadão, uma das administradoras da conta bancária de Teixeira no Principado admitiu que o banco retirou qualquer menção à palavra "futebol" nos documentos envolvendo o cartola.
 
Em entrevista ao jornalista, Celine Martinelli, ex-funcionária do Banco Pasche, contou que o banco orientava a retirada de qualquer referência às funções de Teixeira, em relação à futebol, Fifa ou CBF. 
 
Em outubro deste ano, veio à tona mais um dos indícios contra o ex-presidente da CBF, cerca de US$ 22 milhões na conta do Pasche, filial do banco francês Crédit Mutuel, que é suspeito de participar do esquema de lavagem de dinheiro e foi alvo de investigação judicial no principado.
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Banco em Mônaco agendava viagens de Ricardo Teixeira durante a Copa

Foto: Agência Brasil
 
 
Jornal GGN - O jornalista Jamil Chade publicou no Estadão desta sábado (25) uma reportagem nformando que novos documentos encontrados por autoridades francesas mostram que Ricardo Teixeira teve viagens a Mônico organizadas por um banco onde ele detinha uma conta com pelo menos 22 milhões de dólares. 
 
"Documentos revelam que o cartola proliferou viagens organizadas por seu banco a Monte Carlo e chegou a ter reservas inclusive em dias de jogos do Brasil no Mundial", escreveu.
 
O Banco Havilland se incumbia de fazer as reservas para o brasileiro no luxuoso hotel Metropole. Havilland adquiriu o banco Pasche, em 2013. Em 2014, o jornal francês Mediapart revelou um áudio do então diretor do escritório em Mônaco, Jurg Schmid, dizendo que nenhuma outra instituição financeira do principado havia aceitado abrir uma conta para Teixeira.
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Deputados gravam conversa com Duran sobre Lava Jato de Curitiba e Rede Globo

Jornal GGN - Os deputados do PT Wadih Damous e Paulo Pimenta viajaram à Espanha para diligências que interessam à CPMI da JBS. Os parlamentares afirmaram ao Viomundo que conseguiram uma hora de conversa gravada com o advogado Rodrigo Tacla Duran, o delator do amigo de Sergio Moro, Carlos Zucolotto.
 
Além de falar sobre o lado obscuro da indústria da delação premiada em Curitiba, Duran também ofereceu informações que atingem Ricardo Teixeira e a Rede Globo, afirmou o deputado Paulo Pimenta.
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Teixeira é alvo da Justiça francesa, espanhola, suíça e FBI e segue solto

 
Jornal GGN - Com pedidos de prisão protocolados pelas autoridades da Espanha e dos Estados Unidos e mais de dois anos desde que o maior caso de corrupção do futebol foi deflagrado na Suiça, o ex-presidente da CBF, Ricardo Teixeira, que mantem-se em liberdade no Brasil, passa a ser alvo da Justiça francesa.
 
Na Espanha, Teixeira foi acusado de lavar dinheiro de comissões ilícitas na venda de amistosos da seleção brasileira e de organização criminosa junto com o ex-presidente do Barcelona, Sandro Rosell, que foi preso este ano. Em julho, o país solicitou a prisão do dirigente brasileiro. 
 
Nos Estados Unidos, foi acusado no caso Fifa de fraude, lavagem de dinheiro e de obter milhões de dólares em propinas em troca de beneficiar empresas de marketing esportivo. Desde 2015, as autoridades norte-americanas solicitam a sua prisão, o que é impossibilitado por decisões judiciais aqui no Brasil, onde Teixeira permanece desde 2015.
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MP espanhol quer garantias de que MP brasileiro vai investigar a CBF, por Luis Nassif

Para transferir para o Ministério Público brasileiro o inquérito de Ricardo Teixeira, o Ministério Público espanhol exige garantias reais de que as investigações não serão abandonadas.

A informação é de Jamil Chade, correspondente do Estadão em Genebra, e primeiro jornalista a levantar o tema, em entrevista ao Jornal GGN Não se sabe de que maneira o MPF brasileiro poderá dar essa garantia. E ela é fundamental porque, depois de transferido o inquérito, o MP espanhol não poderá requere-lo de volta.

Ricardo Teixeira foi denunciado juntamente com o presidente do Barcelona Sandro Rossel, por esquema criminosa envolvendo a Seleção Brasileira de futebol e a venda de direitos da Copa Brasil.

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Decisão judicial determina que MST deixe fazenda de Ricardo Teixeira

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Foto: Mídia Ninja
 
Jornal GGN - Um pedido de liminar dos advogados do ex-presidente da Confederação Brasileira de Futebol, (CBF), Ricardo Teixeira, foi acolhida pela Justiça e pede a reintegração de posse da Fazenda Santa Rosa, ocupada por militantes do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST).
 
A ocupação da propriedade de Teixeira foi realizada na manhã de ontem (25) e faz parte da jornada de mobilizações do MST, que também ocupou fazendas ligadas a Blairo Maggi, Michel Temer, Henrique Eduardo Alves e Eike Batista.
 
A decisão judicial determina o prazo de três horas, a partir da notificação, para a saída dos manifestantes, e autoriza o uso de força policial caso a ordem seja descumprida.

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Sem Terra ocupam fazendas de Maggi, Ricardo Teixeira e amigo de Temer

 
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Foto: Mídia Ninja
 
Atualizada às 15h
 
Jornal GGN - Nesta terça-feira (25), no Dia do Trabalhador Rural, o Movimento dos Trabalhadores Sem Terra ocuparam a fazenda do ministro da Agricultura, Blairo Maggi, de Ricardo Teixeira, ex-presidente da Confederação Brasileira de Futebol (CBF), e de João Batista Lima Filho, o Coronel Lima, assessor e amigo do presidente Michel Temer. 
 
Estas ocupações ocorreram, respectivamente, no Mato Grosso, em Piraí (RJ) e em Duartina (SP). O MST também faz mobilizações no Sul e no Nordeste do país.
 
As ações fazem parte da Jornada Nacional de Lutas, que tem como objetivo exigir que as fazendas ligadas a processos de corrupção sejam destinadas para o assentamento das famílias de sem terra. O MST também pede a saída de Michel Temer e a convocação de eleições diretas.

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Teixeira criou organização criminosa, diz pedido de prisão enviado ao Brasil

 
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Foto: José Cruz/Agência Brasil
 
Jornal GGN - Enviada pela Espanha, o ponto principal da ordem de prisão de Ricardo Teixeira, ex-presidente da CBF é a acusação de que ele formou uma organização criminosa para desviar milhões de euros da seleção brasileira de futebol e da CBF. 
 
De acordo com o correspondente Jamil Chade, do Estadão, as autoridades brasileiras vão solicitar mais detalhes sobre o processo e propor que ele seja transferido totalmente para o Brasil, para que o cartola seja julgado pela Justiça brasileira. 
 
A acusação em Madri afirma que Teixeira teria sido a pessoa mais importante na formação da organização criminosa e também seu principal beneficiário. Com isso, o ex-presidente da CBF pode ser acusado formalmente por lavagem de dinheiro pelos procuradores brasileiros. 

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O cartola, por Vladimir Aras

do blog do Vlad

O cartola

por Vladimir Aras


Ricardo Teixeira é oficialmente procurado pela Justiça espanhola pra responder por crimes que teria praticado no exterior.

Havendo ou não tratados, brasileiros natos não podem ser extraditados, por expressa proibição constitucional.

Países que se recusam a extraditar seus cidadãos devem cumprir a regra "aut dedere aut iudicare", isto é, extradite ou julgue.

Teixeira será mais um brasileiro acusado de crime no exterior a enfrentar uma investigação ou processo penal na jurisdição brasileira.

Já que a via da extradição está interditada, o Ministério Público Federal negociará com as autoridades judiciais e do Ministério Público da Espanha a transferência do procedimento penal ao Brasil, com base no tratado de assistência penal entre os dois países e no princípio da reciprocidade.

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O cartola, por Vladimir Aras

Foto: Fotos Públicas

Por Vladimir Aras

Do Blog do Vlad

Ricardo Teixeira é oficialmente procurado pela Justiça espanhola pra responder por crimes que teria praticado no exterior.

Havendo ou não tratados, brasileiros natos não podem ser extraditados, por expressa proibição constitucional.

Países que se recusam a extraditar seus cidadãos devem cumprir a regra "aut dedere aut iudicare", isto é, extradite ou julgue.

Teixeira será mais um brasileiro acusado de crime no exterior a enfrentar uma investigação ou processo penal na jurisdição brasileira. Leia mais »

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PGR recebe comunicação oficial do pedido de prisão de Ricardo Teixeira

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Foto: José Cruz/Agência Brasil
 
Jornal GGN - Nesta quarta-feira (19), a Procuradoria-Geral da República recebeu um comunicado oficial das autoridades da Espanha a respeito do pedido de prisão do ex-presidente da CBF (Confederação Brasileira de Futebol), Ricardo Teixeira. O cartola também teve ordem de prisão emitida nos EUA em 2015. 
 
No país europeu, Teixeira é acusado de lavar dinheiro de comissões ilícitas obtidas com a venda de amistosos de seleção brasileira de futebol. As autoridades espanholas afirmam que ele montou uma organização criminosa com Sandro Rossel, ex-presidente do Barcelona que está preso há quase dois meses. 
 
Já nos Estados Unidos, o ex-presidente da CBF é acusado de fraude, lavagem de dinheiro e de recebimento de propina para beneficiar empresas de marketing esportivo, dentro do ‘caso Fifa’.

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Justiça espanhola emite ordem de prisão contra Ricardo Teixeira

Foto: Agência Brasil
 
 
 
Segundo o site espanhol Cronica Global, a justiça da Espanha emitiu ordem internacional de busca e captura contra o ex-presidente da CBF, Ricardo Teixeira.
 
O motivo seria a participação do cartola brasileiro no esquema montado por Sandro Rosell, ex-presidente do Barcelona, para desviar milhões de dólares em jogos amistosos da seleção. A ordem teria partido da juíza Carmen Lamela, da Audiência Nacional.
 
“(Ricardo) Teixeira obteve, de forma indireta, mediante a um emaranhado societário que se nutria da renda do acordo da ISE para a Uptrend, grande parte dos 8,3 milhões de euros que a ISE transferiu para a Uptrend pela suposta intermediação desta última”, afirmou Lamela.
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Ricardo Teixeira nega recebimento de propina e diz que não há lugar mais seguro que o Brasil

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Foto: José Cruz/Agência Brasil
 
Jornal GGN - Ricardo Teixeira, ex-presidente da Confederação Brasileira de Futebol (CBF), réu nos Estados Unidos e investigado na Espanha, afirmou que não há lugar mais seguro do que o Brasil.
 
“Vou fugir de quê, se aqui não sou acusado de nada? Você sabe que tudo que me acusam no exterior não é crime no Brasil. Não estou dizendo se fiz ou não”, afirmou o cartola, em entrevista para a Folha de S. Paulo.
 
O Relatório Garcia, divulgada nesta semana pela Fifa, levanta a suspeita de que Teixeira recebeu propina para ajudar o Qatar a ser escolhido como sede da Copa do Mundo de 2022. 
 
O FBI e as autoridades espanholas também acusam o ex-presidente da CBF de receber propina, neste caso na venda de direitos da seleção brasileira e de torneios no Brasil e em outros países. 

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