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AO VIVO: Senado discute a admissibilidade de Impeachment da presidente Dilma

Jornal GGN - Comissão discute admissibilidade do impeachment. Após votação, caso aprovado, a presidente deverá ser informada e o presidente do Supremo Tribunal Federal, Ricardo Lewandowski, deverá assumir este processo. São mais de 60 senadores inscritos para falar. Os debates deverão seguir por todo o dia e também a noite com duas pausas de 1 hora: 12h e 18h. O GGN vai acompanhar os discursos. Os manifestantes serão divididos na Esplanada dos Ministérios, como ocorreu na votação da Câmara. A votação é por maioria simples, ou seja, terá que ter 40 votos mais 1.

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Quando a Justiça é feita, por Lula Marques

Quando a Justiça é feita

por Lula Marques

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Quando falamos em perseguição política em um Estado Democrático de Direito parece piegas. Faço cobertura política fotográfica em Brasília desde a volta da Democracia em 85, depois do fim da ditadura militar de 1964. Mesmo com a eleição, pelo colegio eleitoral, do presidente Tancredo Neves, que veio a falecer e, a posse de seu vice, José Sarney, foi preciso continuar a luta. Foram anos de briga pela volta definitiva da liberdade e Democracia. A arrogância e a brutalidade de certos agentes do Estado não aceitavam o fim do regime militar e tentavam intimidar a imprensa. Foi um período em que foi preciso encarar literalmente os golpistas, mesmo com a redemocratização. Veio então a Constituinte de 1988, que colocou o Brasil no rumo de um país livre.

Como fotógrafo, atuei na cobertura de vários governos, comecei no do ex-presidente Figueiredo e continuo até o golpe atual, 37 anos da minha vida foram dentro de uma redação de jornal. Primeiros 11 anos no correio Braziliense e depois 26 anos na Folha de são Paulo. Quando saí da Folha de S Paulo, em 2013, abri minha empresa, Lula Marques Imagens e, nos últimos três anos trabalhei para Agência PT. O fotojornalismo para mim sempre foi e sempre será uma das melhores formas para tornar a Democracia mais transparente. Nós fotógrafos somos chamados de “olhos do leitor”. Representamos os milhões de leitores e internautas nas cerimônias e coberturas políticas. Temos que ser éticos e sempre mostrar a verdade. Tenho 56 anos e 42 anos da minha vida sempre foi ouvindo política, fotografando política e convivendo com políticos. Fui paparicado por alguns políticos para fazer parte de grupos nada republicanos. Respeito quem não teve personalidade e aceitou ser capataz dos senhores da casa grande.

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E os bancos? Silêncio ensurdecedor, por Leandro Ferrari

Projetos de lei de parlamentares propõe regularizar cassinos no país, que podem facilitar lavagem de dinheiro 
 
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(Divulgação/Senado Notícias)
 
Por Leandro Ferrari
 
Aberta a caixinha de Pandora. Esse Congresso parece não encontrar limites para a imoralidade. Uma das propostas que está sendo tocada tão rápido quanto possível é a liberação de jogos de azar, projeto de lei que Marco Maia tentará colocar em votação em breve. 
 
Observando o Projeto de Lei do Senado nº 186 de 2014 (http://legis.senado.leg.br/sdleg-getter/documento?dm=3464753&disposition...), de autoria do Senador Ciro Nogueira (PP/PI), com última movimentação em 12/12/2017, vemos que na essência não é muito diferente de um outro, o Projeto de Lei da Câmara nº 91 de 1996 (http://legis.senado.leg.br/sdleg-getter/documento?dm=4116891&disposition...). 
 
Em 1998, durante sua tramitação, foi noticiado pela Folha de São Paulo que "Cassino pode ser máquina de lavar dinheiro, diz Receita", "temor do Fisco é que lei, se aprovada, não tenha regulamentação adequada" (http://www1.folha.uol.com.br/fsp/cotidian/ff09049806.htm).
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Evangélicos trabalham para eleger 150 na Câmara e 15 no Senado

Bancada estuda criar estratégia para aumentar representatividade no Congresso fortalecendo agenda conservadora  

Senador Magno Malta, representante de evangélicos na Casa Foto Waldemir Barreto da Agência Senado
 
Jornal GGN - A bancada de setores das igrejas evangélicas no Congresso está montando uma estratégia para ampliar seu quadro de representantes na Câmara e no Senado. É o que apurou uma matéria do Valor. O objetivo do grupo é aumentar em 2019 de 93 para 150 o número de deputados federais e de três para 15 o de senadores e, com isso fortalecer  agenda conservadora e, se possível, um candidato único a presidência em um eventual segundo turno. Na economia, a bancada defende as políticas adotadas no governo Michel Temer. 
 
Para conseguir isso os evangélicos vão tentar unir forças para lançar a candidatura de apenas um por Estado, no caso do Senado, evitando que a concorrência com dois ou mais pulverize os votos. Na Câmara, a estratégia será semelhante, porém como bem mais cadeiras serão disputadas, vão criar uma espécie de "distritão evangélico", dividindo as regiões por um ou alguns candidatos. 
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Coordenador do programa de Lula, Haddad não disputará eleição em 2018

Foto: Divulgação/Eduardo Suplicy
 
 
Jornal GGN - O ex-prefeito Fernando Haddad confirmou ao Estadão que não deve disputar nenhum cargo público em 2018. Ele era cotado para concorrer ao Senado, mas deu preferência ao vereador Eduardo Suplicy, que está de olho na vaga do partido em São Paulo. “Eu deixei claríssimo ao PT que não disputaria com Suplicy”, disse Haddad. “Não faz sentido que sejam lançados dois nomes. Quando aconteceu de o mesmo partido eleger dois senadores? Só em 1994, no Plano Real", comentou.
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O custo das estatais hoje e o papel para o desenvolvimento econômico

Matéria da Folha aponta repasses a empresas estatais como gastos; o GGN pondera assimetrias e entrevista economista que esclarece a função estratégica dessas empresas 

Foto: KC-390: maior avião brasileiro fabricado com recursos do PAC. Imagem da Agência Força Aérea / Sargento Batista
 
Jornal GGN - Segundo um levantamento realizado pelo IFI (Instituição Fiscal Independente), do Senado, nos últimos dois anos a União teria repassado para empresas estatais R$ 40 bilhões. A informação foi destaque na Folha de S. Paulo desta terça-feira (09) dando um tom negativo a manutenção dessas instituições pelo país. 
 
O trabalho do IFI considerou o repasse para 149 empresas, 18 que chamou de "financeiramente dependentes" da União e 131 "independentes". O custo de manutenção do primeiro grupo foi de R$ 16,8 bilhões em 2016, sendo 90% investidos pela União. Em 2017, o valor não teria mudado significativamente, segundo Josué Pellegrini, porta-voz da Instituição, entrevistado pela Folha. 
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Reforma trabalhista: impasse trava comissão da MP

Senado quer garantir pontos acordados com Planalto enquanto Câmara quer assegurar texto aprovado por deputados; tensão abre espaço para oposição reativar debate contra nova lei do trabalho 
 
Deputados contra reforma trabalhista protestam na Câmara Foto da Agência Brasil
 
Jornal GGN - A Media Provisória 808, da reforma trabalhista, pode sofrer alterações no Congresso que tem até abril para aprová-lo, caso contrário a MP perderá a validade. Parlamentares da base governista haviam garantido que o pacote não sofrerá alterações na comissão mista que precisa ser aberta para analisar a MP, antes de passar por votações nos plenários da Câmara e do Senado, mas, segundo informações do Valor, um impasse entre deputados e senadores está travando a instalação do grupo. O deputado Rogério Marinho (PSDB-RN), provável relator da MP, estaria apresentando falta de compromisso de seguir o acordo feito entre o Senado e o presidente Michel Temer.
 
"O acordo que existe é de o presidente [Temer] mandar a MP, mas não em manter o texto da MP. Além disso, não foi negociado nada com a Câmara. O presidente cumpriu a palavra dele, mas não há compromisso [nosso] com o texto", teria dito, segundo o jornal. 
 
A posição do psdbista reforça, assim, a tensão entre o Senado e a Câmara. O presidente da primeira casa e do Congresso, Eunício Oliveira (MDB-CE) chegou a comentar que seu desejo é que o Senado lidere a discussão na comissão mista para garantir que as modificações combinadas com o Planalto sejam mantidas. Por outro lado, o presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ), que articulou a indicação de Marinho como relator, quer garantir que não ocorram mudanças no texto aprovado pelos deputados. 
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Nordeste deve agradecer por obras a "Deus e Lula", diz presidente do Senado

Foto: Agência Brasil

Jornal GGN - Eunício Oliveira (MDC-CE), presidente do Senado, participou de um evento de entrega de unidades habitacionais do Minha Casa, Minha Vida promovido pelo governo de Michel Temer, mas não citou o presidente nenhuma vez em seu discurso. Ao contrário disse, Eunício lembrou dos projetos de Lula para o Nordeste e o colocou ao lado de Deus.

Segundo relatos do Painel desta sexta (22), o senador afirmou que “muitas vezes as pessoas não compreendem o que é política”, mas “se não fosse um pernambucano sofrido, se não fosse esse nordestino chamado Luiz Inácio Lula da Silva, não teríamos a transposição das águas do rio São Francisco”.

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PEC do semipresidencialismo de Gilmar era "sugestão", diz Senado

 
Jornal GGN - A Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que determinava a instituição do semipresidencialismo no Brasil, de autoria do "cidadão Gilmar Mendes", foi um equívoco do Senado. O documento era "apenas uma sugestão" do ministro, que conta com o apoio do próprio presidente Michel Temer e do senador José Serra (PSDB-SP).
 
A informação foi dada pelo presidente do Senado, Eunício Oliveira (PMDB), após a repercussão de que o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) havia concretizado a articulação junto a figuras tucanas e do governo para aumentar o poder dos parlamentares no Brasil.
 
Leia aqui as ideias de Gilmar para o semipresidencialismo
 
Mas, por um erro do chefe do gabinete, o ofício que era uma introdução da expectativa conversada entre Temer e Gilmar, junto a Serra e outros interesses, de se começar a debater e até mesmo tornar proposta no Congresso, virou uma PEC.
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Temer quer assegurar reforma da Previdência com mais intimidação


Foto: Alan Santos/PR
 
Jornal GGN - Se publicamente o "ótimo" de atrasar a reforma da Previdência para 2018 foi emitido pelo presidente Michel Temer, nos bastidores como mais uma de suas formas de pressionar por interesses, o mandatário decidiu paralisar o chamado "pacote de bondades" no Congresso, uma vez que a reforma, uma de suas principais pautas, ainda não foi liberada pelos parlamentares.
 
A medida tem dobro viés: pressionar parlamentares alvos de lobbies e de interesses de grandes grupos empresariais e, ao mesmo tempo, ter uma justificativa ao mercado, um dos principais favorecidos com o pacote.
 
A primeira vez que o "pacote de bondades" foi anunciado por Temer ocorreu durante a votação do impeachment contra o mandatário, em julho deste ano. Entre as medidas que estimulariam os parlamentares e diminuiriam as insatisfações, na clara troca de favores, estavam um montante para emendas parlamentares, distribuição de cargos, apoio a projetos na Câmara e Senado que fossem de interesse dos congressitas, como a securitização da dívida e o Refis.
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Aécio pode concorrer ao governo de MG ou tentar reeleição no Senado

Foto: Agência Brasil
 
Jornal GGN - Aécio Neves disse em entrevista à rádio Itatiaia de Belo Horizonte que não existe a hipótese de ele se candidatar ao posto de deputado federal em 2018, em decorrência de um compromisso que assumiu aliados. Por isso, ele sinalizou que deve tentar o governo de Minas Gerais ou a reeleição no Senado.
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Previdência: a Argentina também resiste

Foto: Julieta Sou
 
Do blog Outras Palavras
 
 
Em resposta ao repúdio popular massivo, mais de mil oficiais das forças policiais argentinas foram colocados nas ruas de Buenos Aires
 
Os próprios oficialistas foram obrigados a suspender a votação da Contrarreforma Previdenciária argentina na Câmara de Deputados na tarde de hoje, após episódios de violência que deixaram dois parlamentares da oposição e vários manifestantes feridos.
 
Os protestos desta quinta-feira (14), começaram às 9h da manhã (horário de Brasília) e reuniram até às 15h, horário previsto para a votação, milhares de trabalhadores contrários à reforma que pretende economizar 100 bilhões de pesos argentinos (aproximadamente 20 bilhões de reais) para o Estado às custas de 17 milhões de aposentados, pensionistas e beneficiários de programas sociais.
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Toma lá da cá: Meirelles contraria Jucá e defende votação da Previdência


Foto: Adriano Machado/Reuters
 
Jornal GGN - A manifestação do líder do governo no Senado, Romero Jucá (PMDB-RR), de que o governo já jogou a toalha sobre a votação da Reforma da Previdência este ano foi contrariada pelo ministro da Fazenda, Henrique Meirelles.
 
Em rápida entrevista após encontro com o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), Jucá havia afirmado que decidiu em conversa com Maia e com o presidente do Senado, Eunício Oliveira, pelo adiamento da proposta para fevereiro de 2018.
 
A meta dos líderes do governo Temer no Congresso era submeter a reforma à análise da Câmara antes de fevereiro do próximo ano, para que tanto a Câmara quanto o Senado votem a proposta de forma "casada", ou seja, uma seguida da outra, diminuindo o tempo de desgaste sobre a matéria impopular, em ano de pleito eleitoral. 
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Senado aprova renúncia fiscal do petróleo, mas medida volta à Câmara


Foto: EBC
 
Jornal GGN - O Plenário do Senado aprovou por 27 votos contra 20 a Medida Provisória 795/2017, que institui um novo regime tributário para petrolíferas, favorecendo-as em forma de renúncia fiscal que poderá gerar uma perda de mais de R$ 1 trilhão ao Brasil em 25 anos.
 
A proposta, contudo, teve uma pequena modificação no prazo de isenções fiscais e, pelas alterações, voltará à Câmara dos Deputados para ser novamente votada. Os senadores retiraram do texto a previsão de vigência dos benefícios fiscais até 2040.
 
A mudança foi uma pressão da oposição, que lembrou que a tentativa de estender os benefícios por mais 23 anos fere os dispositivos da Lei de Diretrizes Orçamentárias. Com a pressão, o relator da MP, senador Romero Jucá (PMDB-RR), modificou apenas o limite.
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PT gaúcho anuncia Miguel Rossetto como pré-candidato ao governo do Estado

Rossetto e Paim são anunciados para disputar governo do Estado e Senado, respectivamente. Foto: PTRS Facebook

do Sul21

PT gaúcho anuncia Miguel Rossetto como pré-candidato ao governo do Estado

Da Redação

O PT do Rio Grande do Sul anunciou neste sábado (09), por aclamação, os nomes de Miguel Rossetto, como pré-candidato ao governo do Estado, e Paulo Paim, para disputar a reeleição ao Senado. A oficialização ocorreu em reunião ampliada do diretório do partido, no Hotel Embaixador, em Porto Alegre. Já o nome de Lula foi ovacionado, em sinal de aprovação à candidatura para a presidência.

Em seu discurso, o pré-candidato ao governo do Estado teceu uma série de críticas à gestão de José Ivo Sartori (PMDB) em áreas como saúde, segurança e educação. “Não existe Estado sem uma escola pública de qualidade. É um Estado que não tem lugar no futuro”, afirmou Rossetto.

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