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As suspeitas sobre eleições sem o voto impresso

Do blog Democracia Direta

Todos os brasileiros podem estar sendo roubados

Comentário à publicação "Urna eletrônica: vulnerabilidades no software e necessidade de impressão do voto"

Sem o voto impresso, eles podem fraudar a eleição do jeito que quiserem, e a gente nem fica sabendo. Porque o TSE não revela o código fonte do programa, para que nossos programadores possam acessá-lo. Ou seja, a eleição é feita sem nenhuma auditoria.

O voto impresso cai na urna (saco de pano) sem contato manual, após o eleitor conferi-lo. Depois, a urna é lacrada, e assinada pelos ficais dos partidos. Quando sair o resultado da apuração eletrônica, 2% das urnas (saco de pano) são sorteadas, para que seja feita a auditoria, e verificado se o resultado bateu com o eletrônico.

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Cristiane Brasil é flagrada coagindo servidores por votos


Foto: PTB Brasil
 
Jornal GGN - A indicada pelo presidente Michel Temer para comandar o Ministério do Trabalho, Cristiane Brasil, entrou na mira de novas polêmicas, desta vez, flagrada em áudio ameaçando servidores públicos para conseguir votos.
 
O áudio foi transmitido pelo programa Fantástico, da rede Globo, neste domingo. A fala da deputada federal fluminense ocorreu em uma reunião, convocada por ela, em 2014, quando estava licenciada da Câmada dos Vereadores, atuando como Secretária Especial do Envelhecimento Saudável e da Qualidade de Vida, na prefeitura do Rio de Janeiro.
 
Cristiane tentava se eleger deputada federal pelo PTB e convocou cerca de 50 servidores públicos e prestadores de serviço da pasta que comandava para a reunião. A indicada de Temer cobrava o empenho dos funcionários para conseguir votos, em tons de ameaças.
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2018 na soleira da porta, então pé na porta em 2018

do Psicanalistas pela Democracia

2018 na soleira da porta, então pé na porta em 2018

Vá ao encontro da diferença, da diversidade, das cores, dos estranhos, dos desiguais. Com agulhas para desativar bombas, como propõe Edson Sousa, perfure os monolitos grandiloquentes assim denominados DROGADOS, REFUGIADOS, ILEGAIS, VÂNDALOS, POBRES. Olhe o suficiente até enxergar sua própria face e, em sua pele, sua história.

Reconheça-se no olhar de outrem e nele encontre sua própria estrangeiridade e ignorância sobre si. Invente formas de ultrapassamento dos modos coloniais de pensar e fazer que herdamos de modo profundo, fascinado e alienado. Repense os padrões europeus, por nós, inconscientemente adotados; critique o padrão norte americano, por nós, deliberadamente assumido. Supere seu eventual elitismo travestido de vanguardismo e respire os ar atlântico de nossas matas e florestas.

Macunaime-se.

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Falsos dissidentes para a mídia, governistas para as reformas

De olho em eleições 2018, bancadas que apresentaram "traições" na votação da denúncia são os maiores interessados nas propostas econômicas do governo Temer
 
 

Foto: Agência Brasil
 
Jornal GGN - O resultado dos 251 votos que barraram a segunda denúncia contra Michel Temer na Câmara dos Deputados contra a quase paridade de 233 que preferiram que o mandatário fosse processado pelo Supremo Tribunal Federal (STF) mostra a vertente da base aliada: os parlamentares correm por sua imagem a tempo de 2018.
 
Ao contrário do que divulgou a maioria dos jornais na manhã desta quinta-feira (26), dia seguinte ao arquivamento de mais um processo contra o presidente da República, os deputados da bancada governista que não votaram por salvar Temer não contrariam de todo o governo. São partidos que se interessam pela aprovação das medidas econômicas e da Reforma da Previdência. 
 
O que buscam, contudo, é tentar salvar o que resta de suas imagens, sabendo que Temer angaria os resultados de impopularidade mais altos da história da Presidência no Brasil. Não à toa, pesquisa divulgada hoje mostra que a rejeição do peemedebista supera não apenas a nível nacional: mas é também o presidente mais impopular do mundo.
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Temer gasta tempo e dinheiro para garantir governabilidade, não mais o posto

Foto: Lula Marques/ AGPT
 
Jornal GGN - Às vésperas da tramitação da denúncia de Michel Temer na Câmara dos Deputados, o mandatário Michel Temer atua para reaproximar partidos da base aliada e dissidentes que foram se formando ao longo dos últimos meses. Apesar de a grande possibilidade de conquistar o engavetamento, o governo enxerga dificuldade de garantir alguns dos apoios.
 
Conforme divulgou o GGN, Temer já iniciou a liberação de cargos e milhões para emendas parlamentares em troca do engavetamento da segunda peça. Também atuou para conseguir apoio dentro do PSDB, partido que, aos poucos, vai se distanciando da antiga formação da cúpula do governo peemedebista.
 
Para este último, sinalizou com a liberação de R$ 200 milhões em emendas orçamentárias para senadores para atingir o mínimo de 41 votos de senadores a favor de Aécio. Mas o grande esforço não trouxe tantos resultados: dentro da CCJ da Câmara, apenas 3 tucanos apoiaram o relatório alternativo que engaveta a denúncia. Os três são da bancada mineira, mas outros cinco tucanos foram favoráveis a que Temer seja processado pelo STF.
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Para poupar Aécio, STF tomou a decisão mais "antidemocrática e intolerável" desde a ditadura

Foto: Reprodução
 
Jornal GGN - O jornalista Janio de Freitas usou sua coluna na Folha, neste domingo (15), para classificar a decisão do Supremo Tribunal Federal em favor da revogação de medidas cautelares contra congressistas pelo próprio Legislativo como "a mais antidemocrática e intolerável de suas deliberações desde o fim da ditadura."
 
"Tanto por seus múltiplos sentidos, como pela maneira de construí-los até os consagrar por um voto. A rigor, não um voto, mas uma confusão de sub-ideias e palavras titubeadas pela própria presidente do tribunal, no papel de política", acrescentou Jânio.
 
"Assim foi, no dizer de muitos, porque a causa interessava ao afastado Aécio Neves. Ou seria por uma pretendida conciliação com o Congresso, negociada com senadores, mas à custa do Supremo. Não faz muita diferença", disse.
 
Para ele, o pior dos argumentos foi o da ministra e presidenta da Corte, Cármen Lúcia.
 
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No microfone da Câmara, os porquês de salvar Temer


Fotos públicas
 
Jornal GGN - Nas justificativas para livrar Michel Temer de ser julgado pelo Supremo Tribunal Federal (STF), os deputados falaram ao microfone no Plenário da Câmara, na sessão de ontem (02), que a medida era pelo bem do mercado. O "crescimento econômico", "desenvolvimento do país", "geração de empregos" foram as falácias para "não fazer feio junto ao eleitorado", anotou Leonardo Sakamoto.
 
Enquanto isso, recebiam o aval para a aprovação de emendas junto a seus redutos, além apoios diversos - incluindo o de que um Temer julgado na Lava Jato é insegurança para todos os correligionários, parlamentares e bancadas que se sustentaram com os mesmos moldes de financiamento. Com as medidas legislativas liberadas graças ao dinheiro das emendas, terão o que falar ao seu eleitorado.
 
''Esse voto não foi a favor da corrupção, pois defendo que Michel Temer seja julgado quando deixar a Presidência da República em janeiro de 2019'', foi outra motivação explicada. Isso porque o arquivamento da Câmara não absolve, de vez, Michel Temer. Impõe apenas que, enquanto mandatário, a investigação é suspensa, podendo ser retomada direto pelo STF quando acabar o mandato. Isso se o Supremo não arquivar.
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Venezuela: o balanço dos dois extremos da Constituinte

Se os números indicam dois polos que não constroem o retrato da realidade, fotografias e discursos de extremos tampouco favoreceram o cenário do que foi este 30 de julho na Venezuela
 

Montagem com fotografias da Reuters e EPA
 
Jornal GGN - O governo de Nicolas Maduro fala em mais de oito milhões de venezuelanos, que representam quase a metade dos eleitores (41,5%), que votaram nos 545 membros da Assembleia Constituinte da Venezuela. Do outro lado, a oposição contesta os números e estima uma participação de 12% dos venezuelanos em cenário de riscos, ameaças e conflitos com a polícia, que ocasionaram a morte de 10 pessoas neste domingo (30).
 
O 30 de julho não era celebrado nem por parte dos setores da esquerda, como a UST, nem pela oposição de extrema direita, que evidentemente não reconhece os resultados e já convoca protestos nesta semana que devem tornar sobretudo a zona leste de Caracas, berço da oposição, palco de mais violência e caos. Enquanto as ruas seguem em muros de insatisfações e conflitos, entre hoje e esta quarta-feira (02), o governo empossará a Assembleia Constituinte.
 
"Temos Assembleia Constituinte! Oito milhões de votos no meio de ameaças. Foi a maior votação que teve a revolução bolivariana em 18 anos. O povo deu uma lição de coragem, de valentia. O que vimos foi admirável", foram as palavras de Maduro, na Praça Bolívar, em Caracas, no discurso para centenas de apoiadores que se concentraram no local.
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Cassação Temer: Benjamin confronta Gilmar com sua própria decisão de 2015

Relator leu diversos trechos de decisão de Gilmar, quando Dilma era presidente, que hoje servem como jurisprudência contra o próprio movimento que está prestes a tomar em favor de Temer
 

Foto: José Cruz/Agência Brasil
 
Jornal GGN - Durante a retomada do julgamento contra a chapa Dilma e Temer pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE), em tom quase pacífico e sabendo que a posição do ministro Gilmar Mendes seria pela absolvição do presidente com o argumento de que novos indícios e provas não podem ser acrescentados após o início da ação, o relator Herman Benjamin usou declarações do próprio Gilmar. Os dois ministros trocaram farpas e ironias.
 
O contexto da situação de agora é que em 2015 foi Gilmar Mendes relator do processo de impugnação das contas da campanha da então presidente Dilma Rousseff, com o seu vice Michel Temer. Foi ele, Gilmar, que impediu o arquivamento da ação apresentada pelo PSDB, e que hoje ameaça o próprio mandatário peemedebista.
 
Nessa linha, Herman Benjamin fez uma leitura oral diante de todos os ministros do TSE de um agravo de Gilmar apresentado há dois anos, no mesmo processo. Enquanto relator da prestação de contas da chapa, o ministro votou favorável ao prosseguimento da investigação quando a então ministra Maria Thereza de Assis Moura, antiga relatora, havia arquivado o caso.
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Temer aposta que vai se livrar de cassação no TSE por, pelo menos, 4 votos a 3

Foto: Lula Marques/PT
 
 
Jornal GGN - Reportagem de Tales Faria no Poder 360, nesta sexta (2), informa que o governo Michel Temer espera vencer a ação de cassação de mandato que será julgada pelo Tribunal Superior Eleitoral na próxima terça (6), por pelo menos 4 votos a 3. O prognóstico foi informado aos tucanos Fernando Henrique Cardoso e Tasso Jereissatti pelo ministro Moreira Franco no último dia 29.
 
De acordo com o colunista, Temer espera obter os votos favoráveis à sua manutenção no poder dos ministros Gilmar Mendes, Napoleão Nunes, Admar Gonzaga e Tarcísio Vieira Neto. Os dois últimos foram nomeados recentemente para o TSE. 
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Temer admite que Cunha só começou o impeachment de Dilma por vingança pessoal

Jornal GGN - Em cadeia nacional, Michel Temer admitiu que o impeachment de Dilma Rousseff começou por retaliação de Eduardo Cunha ao PT, quando o então deputado descobriu, através da imprensa, que não teria votos suficientes do partido para frear sua cassação na Comissão de Ética da Câmara.

Em entrevista à Band, Temer contou que Cunha, um dia, o procurou para dizer que enterraria os pedidos de impeachment contra Dilma e, depois, mudou de ideia quando descobriu a reação do PT sobre a condição: ter votos em seu favor na Comissão de Ética.

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Começa recontagem de votos das eleições nos Estados Unidos

 
Jornal GGN - O presidente eleito dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou que se não fosse eleito por "milhões de votos ilegais" na disputa presidencial norte-americana, ainda assim teria ganho pelo voto popular, não apenas pelo colégio eleitoral. 
 
A declaração que já gerou polêmica por todo o mundo ocorre diante do pedido de recontagem feito pela candidata do Partido Verde, Jill Stein, sob a justificativa de que pode ter havido uma manipulação na contagem de votos no estado de Wisconsin. A recontagem começou nesta segunda (28).
 
A solicitação foi seguida pelos pedidos da candidata derrotada pelo Partido Democrata, Hillary Clinton também nos estados de Michigan e Pensilvânia.
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Governo agiliza votação da PEC do Teto no Senado

 
Jornal GGN - Buscando cumprir a agenda de votações de Michel Temer o quanto antes no Congresso, o relator no Senado da PEC do Teto dos Gastos Públicos, Eunício Oliveira (PMDB-CE), já leu o parecer favorável na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ).
 
A medida de agilidade ocorre um dia após a reivindicação de acadêmicos, professores, reitores, advogados, economistas e representantes da sociedade civil para participar do debate da PEC 55, que tramitou como 241 na Câmara dos Deputados. O pedido foi oficializado na Comissão de Direitos Humanos e Participação Legislativa do Senado, nesta segunda (31), e contou com a participação também de estudantes das ocupações de escolas no Brasil.
 
A Proposta de Emenda à Constituição congela os gastos públicos por um período de 20 anos, submetido apenas à inflação oficial, o que impactará objetivamente em investimentos na saúde e educação. É uma das prioridades do governo Temer no Congresso este ano.
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Temer prepara benesses do apoio ao impeachment

 
Jornal GGN - Enquanto a última arma de Dilma Rousseff era o seu próprio discurso histórico e as respostas incisivas, firmes e recheadas de notório conhecimento jurídico e econômico, durante o inquérito que a colocou na cadeira de ré do impeachment, o interino Michel Temer recorria às já conhecidas táticas de governabilidade adotadas nestes mais de 100 dias: oferecimento de cargos, intervenções diretas e jogos de apoios, para agora garantir seus 54 votos.
 
O resultado é quase irreversível: de acordo com balanços de O Globo e da Folha, 53 senadores já anunciaram que votarão pela saída definitiva de Dilma, prevista para ocorrer nesta quarta-feira (31). Dos 8 que ainda não opinaram, ao menos um já é certo pela felicidade de Temer: quatro são do PMDB, entre Renan Calheiros, Edison Lobão, Jader Barbalho e João Alberto Souza. Os outros quatro são de partidos nanicos que também contam com as trocas de favores do interino.
 
Apesar disso, as falas de Dilma alcançaram o voto favorável à sua absolvição de dois dos senadores: Telmário Motta (PDT-RR) e Otto Alencar (PSD-BA). Com isso, já são 20 senadores que se declararam contra o impeachment. Tendo este cenário em vista, para não mostrar que a guerra foi dura e difícil, Temer não descansa com a simples maioria de vitória no jogo. Ainda nesta segunda-feira, o interino provou que quer a diferença com uma margem.
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"Lado Barrichello" de Dilma explica, em parte, derrota no impeachment

Jornal GGN - Após o Senado tornar, por 59 votos a 21, a presidente Dilma Rousseff ré no processo de impeachment, aliados reagiram abalados, analisando que a petista teve um claro problema de "timing" para reagir e oferecer uma alternativa ao seu afastamento definitivo.

Há semanas em discussão, a carta aos brasileiros, por exemplo, não chegou aos senadores a tempo de evitar que Michel Temer saísse vitorioso nessa que foi a penúltima votação do impeachment. Na carta, Dilma deve propor que seu retorno esteja vinculado à proposta de um plebiscito por novas eleições.

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