A Marinha e o submarino Scorpene

SUBMARINO SCORPÈNE: A POSIÇÃO DA MARINHA

Submarinos na estratégia naval brasileira

Desde a década de 1970, levando em conta a vastidão do Atlântico Sul, natural teatro de nossas operações navais, e a magnitude de nossos interesses no mar, a Marinha do Brasil (MB) constatou, desde logo, que, no que tangia a submarinos, a posse de convencionais não era bastante. Para o cumprimento de sua missão constitucional de defender a soberania, integridade territorial e interesses marítimos do País, tornava-se mister dispor, também, de submarinos nucleares em seu inventário de meios. Aqueles, em face de suas peculiaridades, para emprego preponderante em áreas litorâneas, em zonas de patrulha limitadas. Estes, graças à excepcional mobilidade, para a garantia da defesa avançada da fronteira marítima mais distante.

No presente momento, encontram-se em fase de negociações, a fabricação no Brasil de submarinos convencionais, e a do primeiro com propulsão nuclear, o que se constitui na maior prioridade do Programa de Reaparelhamento da Marinha.

Sobre esse assunto foi criada, no dia 26 de setembro, último passado, a Coordenadoria-Geral do Programa de Desenvolvimento de Submarino com Propulsão Nuclear (COGESN), dentro da estrutura organizacional da Diretoria Geral do Material da Marinha. Essa Coordenadoria tem as atribuições de gerenciar o projeto e a construção do estaleiro dedicado aos submarinos e de sua base; de gerenciar o projeto de construção do submarino com propulsão nuclear; e de gerenciar o projeto de detalhamento do submarino convencional a ser adquirido pela MB.

A COGESN foi criada pelo Comando da Marinha como forma de proporcionar uma melhor integração e sinergia entre todas as Organizações da Marinha, com foco no desenvolvimento de um submarino com propulsão nuclear. Essa criação tornou-se necessária, na medida em que, com a nova visão governamental no que tange à área nuclear e, em particular, à Defesa e à Segurança Nacionais, foram criadas condições para que a Marinha pudesse, mediante nova abordagem, levar adiante um empreendimento até aqui mantido no limiar da sobrevivência, à custa de sacrifícios orçamentários da própria Força Naval.

Desde o final da década de 1970, a MB desenvolve, nas dependências de seu Centro Tecnológico da Marinha em São Paulo, um programa de desenvolvimento de tecnologia nuclear, visando, por um lado, o domínio do ciclo do combustível nuclear, que logrou êxito em 1982, com a divulgação do enriquecimento do urânio com tecnologia desenvolvida pela MB. Por outro, o desenvolvimento de um protótipo de reator nuclear capaz de gerar energia para fazer funcionar a planta de propulsão de um submarino nuclear. Este, ainda em desenvolvimento, com operação prevista para 2013.

Paralelamente, para capacitar-se a construir submarinos, a MB, na mesma época, cuidou de adquirir, da Alemanha, a transferência de tecnologia de construção de submarinos, empregando, para tanto, o projeto do submarino IKL-209, à época, o modelo mais vendido no mundo. Foram, assim, construídos quatro submarinos no Arsenal de Marinha do Rio de Janeiro (AMRJ), colocando a MB no limitado rol dos países construtores desses engenhos.

O que falta para alcançar as metas

As principais pendências, no que tange à capacitação do País para construir um submarino nuclear, considerando já alcançada a meta do combustível nuclear, incluem:

a) – o término da construção e a operação experimental do reator nuclear e da respectiva planta de propulsão. Com o compromisso do presente governo de aportar recursos, sua operação está prevista para 2013; e

b) – não obstante ter logrado êxito na construção de submarinos no AMRJ, falta à Marinha a capacidade de desenvolver projetos de submarinos. O caminho seguido pelas potências que produzem submarinos nucleares foi o de, a partir do pleno domínio do projeto de convencionais, evoluir, por etapas, para um submarino nuclear, cujos requisitos, em termos de tecnologia e controle de qualidade, superam em muito aqueles de um convencional. Assim, o caminho natural para o Brasil seria, da mesma forma, o de desenvolver sucessivos protótipos, até que se chegasse a um projeto razoável, para abrigar uma planta nuclear. Como não se dispõe do tempo nem dos recursos necessários para tanto, a solução delineada pela MB, no intuito de – com segurança – saltar etapas, foi a de buscar parcerias estratégicas com países detentores de tais tecnologias e que estivessem dispostos a transferi-la.

Tendo em vista, por um lado, a total exclusão tecnológica imposta pelas principais potências aos países que buscam o domínio das tecnologias nucleares, barrando-lhes o caminho, e, por outro a indispensável transição a ser feita entre os projetos de submarinos convencionais e nucleares, demandando que a associação fosse buscada com quem produz a ambos, restaram poucas opções.

No momento, apenas dois países no mundo desenvolvem e produzem, simultaneamente, ambos os tipos de submarinos, o que limitou o campo de abordagem, respectivamente, à Rússia e à França. (Só foram considerados os fabricantes tradicionais. Pouco se sabe sobre o projeto chinês e os resultados obtidos. Na verdade, também eles vivem uma fase de aprendizado).

A Rússia desenvolveu sua tecnologia nuclear e possui um projeto de submarino convencional, o Amur 1650 (imagem à esquerda), mas apresenta alguns óbices: não possui qualquer cliente no mundo ocidental, nessa área; seu projeto de submarino convencional ainda não encontrou, pelo que se conhece, algum comprador; o apoio logístico enfrenta dificuldades; e, o que a desqualifica definitivamente, não está disposta a transferir tecnologia. Só se interessa por vender submarinos, o que está muito longe das pretensões brasileiras.

A França, por outro lado, também desenvolveu sua própria tecnologia, emprega métodos e processos típicos do Ocidente e de mais fácil absorção por nossos engenheiros e técnicos, além de ser um fornecedor tradicional de material de defesa para o mundo ocidental. No momento, exporta submarinos convencionais Scorpène (ver foto ao lado) para países como o Chile, a Índia e a Malásia. Acima de tudo, está disposta a – contratualmente – transferir tecnologia de projeto de submarinos, inclusive cooperando no projeto do submarino de propulsão nuclear brasileiro, excluídos o projeto e a construção do próprio reator e seus controles, que caberiam exclusivamente à MB. É exatamente o que interessa ao Brasil.

A opção pelo Submarino Classe Scorpène

O processo de escolha do Submarino Classe Scorpène foi longo, exaustivo e criterioso, e envolveu reuniões, visitas a países possuidores de submarinos nucleares e de submarinos dessa Classe, além de análises de diversos relatórios e intensas negociações.

Assim, para se chegar à conclusão sobre o melhor projeto de um submarino convencional que atendesse a Marinha, executou-se uma extensiva pesquisa nos diversos modelos de submarinos disponíveis, junto aos países que os detém, para se conhecer as qualidades e limitações de cada um deles.

Como qualquer projeto dessa complexidade, é natural que existam vantagens e desvantagens em cada uma das opções examinadas, avaliações que foram consideradas nos citados relatórios e que serviram de base para a escolha.

Algumas características do projeto do Submarino Scorpène merecem especial destaque. Diferentemente do usual, apesar de tratar-se de um submarino convencional, seu projeto não constitui evolução de uma classe convencional anterior; pelo contrário, seu casco hidrodinâmico é derivado do submarino nuclear “Rubis/Amethyste”, mas mais compacto.
Essa classe de submarinos, denominada classe Rubis (foto à direita), tem seis unidades em operação na Marinha Francesa. Além disso, emprega tecnologias usadas nos submarinos nucleares franceses, como o sistema de combate SUBTICS.

Em decorrência, dentre as vantagens que apresenta, seu projeto destaca-se por facilitar uma rápida transição para o nuclear, haja vista sua forma de casco clássica daquele tipo de submarinos, com hidrodinâmica apropriada para elevados desempenhos em velocidade e manobra

À esquerda, pode-se observar a diferença entre um casco tipicamente de nuclear – como o do Scorpène (figura ao lado, acima) – comparado com o de um convencional clássico, um IKL-209 (figura ao lado, abaixo).

Além das peculiaridades de projeto, o Scorpène tem a vantagem de empregar os mesmos sistemas (sensores, sistema de combate, armamento, sistema de controle da plataforma etc) existentes nos submarinos nucleares franceses. Ajustes de software compatibilizam as diferentes necessidades de desempenho. Do ponto de vista logístico e de atualização tecnológica constitui diferencial respeitável.

Assim, considerando a necessidade brasileira de abreviar processos, – na verdade, queimar etapas, sem jamais comprometer a segurança –, a escolha do projeto do Scorpène, para servir de base ao desenvolvimento do projeto do nosso submarino de propulsão nuclear, resulta de aprofundados estudos e amadurecido processo de tomada de decisão. No entender da Marinha, essa escolha constitui a opção de menor risco para o êxito da empreitada, de resto, um acalentado sonho da Força Naval há, já, trinta anos.

Os submarinos serão construídos no Brasil. Nesse caso, o modelo do submarino Classe Scorpène será adaptado por nossos Engenheiros Navais. O índice de nacionalização será bastante elevado, havendo em cada um mais de 36.000 itens, produzidos por mais de 30 empresas brasileiras.

O acordo com a França, país que possui grande experiência no assunto e tecnologia bastante moderna, visa abreviar as etapas da parte não nuclear do submarino de propulsão nuclear, com a transferência de tecnologias de projeto e construção. Existe também um grande interesse da Marinha em conseguir que empresas francesas transfiram a indústrias nacionais a capacidade de fabricação de importantes equipamentos, que possuem requisitos de desempenho bastante rigorosos, exigidos para a operação em condições extremamente severas, como é o caso de submarinos.

Esse convênio está em fase final de discussão, mas, ressalta-se que, nos moldes pretendidos pela Marinha, ele prevê a transferência de tecnologia para a construção de submarinos convencionais e para a parte não nuclear do submarino com propulsão nuclear. Como exemplos, podemos mencionar a estrutura do casco resistente, as condições de desempenho hidrodinâmico, os periscópios, sistemas de combate e de comunicações, o teste dos hélices em laboratórios especializados, entre outras áreas.

Considerando a garantia dada pelo Governo Francês da transferência da tecnologia e as experiências positivas observadas sobre o Submarino da Classe Scorpène, a Marinha não teve dúvida em optar por essa obtenção.

Você pode fazer o Jornal GGN ser cada vez melhor.

Assine e faça parte desta caminhada para que ele se torne um veículo cada vez mais respeitado e forte.

Assine agora

60 comentários

  1. Me engana q eu gosto:

    20
    Me engana q eu gosto:

    20 anos pro lançamento do primeiro submarino nuclear Brasileiro. Isto, se não atrasar claro… Ou será apenas mais uma “secada de olho” do PIG?…Pq se Russos, Americanos, Chineses, Indianos fossem esperar isso, depender dos outros ( formal e consentidamente )…

    Definitivamente…

  2. Nada como uma boa motivação
    Nada como uma boa motivação para botar para funcionar a máquina de fazer dinheiro: o pré-sal.
    Nada mais justo: os venezuelanos mantêm a ilusão de defender suas reservas com material bélico de segunda da Rússia.
    Nós, manteremos a nossa ilusão com material de segunda da França…
    Convenhamos: acreditar que os yankees se sentirão intimidados é piada, hein?

  3. Prezado Nassif,

    Parabenizo-o
    Prezado Nassif,

    Parabenizo-o pela reportagem. Assunto interessante, relevante e com abordagem adequada. Ficaram, contudo, algumas dúvidas que acho serem relevantes serem levantadas.
    1) Quais as “contrapartidas” oferecidas pelo Brasil á França ?
    È notório o pragmatismo francês.
    Como você mesmo apresentou, muito bem, trata-se de uma área muito “sensível” que envolveu décadas e bilhões de dólares (ou francos ou euros) para que se chegasse ao domínio da tecnologia (materiais, design, armas e, claro, formação de pessoal adequados) pelos franceses. Eles simplesmente não farão a tranferência desta tecnologia por afinidade com seus “vizinhos” e parceiros tupiniquins sem vislumbrar a nossa contrapartida. È um negócio cujo investimento terá que retornar.
    Já foi comentado o “acordo” sobre os helicópteros, mas esta é apenas uma pequena parte deste acordo / negócio. È um acordo com grandes benefícios para a MB, mas cujos custos necessitam ficar claros.

    2) O momento econômico atual e o acordo
    È sabido (e notório) o esforço da MB em manter e desenvolver o seu programa de capacitação nuclear. Através dos anos, este foi um programa arduamente mantido com grandes sacrifícios pela MB. Contudo, o nível de investimento no mesmo terá que alcançar uma escala várias vezes maior que o atual para que os resultados sejam satisfatórios (como citado por você, a abrangencia deste programa é muito maior e envolve desenvolvimento da tecnologia de materiais, design, armas e muitos outros pontos. Está o Brasil (não só a MB) preparado para este tipo de investimento ?

    Um abraço,

    AA

  4. Matéria expecional!! Mostra a
    Matéria expecional!! Mostra a preocupação no emprego da tecnologia, bem como o interesse da soberania nacional no que tange a pesquisa nuclear.

  5. Poucos dias atrás, ao visitar
    Poucos dias atrás, ao visitar o prefeito de Belo Horizonte Fernando Pimentel, o ministro da Marinha disse que a construção do submarino nuclear começaria, sem mais delongas, em 2010. Não sei se o cronograma está mantido — ou, se será acelerado. O fato é que a Marinha não pode mais ter o orçamento postergado. Com a frota naval americana rondando nosso mar territorial — sem dúvidas isso tem a ver com o petróleo do pré-sal –, tudo é possível. Pra vc ver como as coisas são: 30 anos atrás eu jamais pensaria em apoiar os milicos nesta pretensão.

  6. Está tudo caminhando para um
    Está tudo caminhando para um MAD MAX da vida, (quem assistiu, sabe) Hoje muitos paíse são amigos, quero ver quando os recursos acabarem se a amizade vai continuar: a água está acabando, a camada de ozônio está furada, é tsunami prá lá e prá cá, é bom o Brasil ir mesmo se preparando para em um futuro breve defender seu território !

  7. Somos um pais rico em
    Somos um pais rico em recursos naturais, dentre eles o petróleo e a água, é miopia de muitos achar que não seremos ameaçados num momento ou outro, termos capacidade de defender nossos recursos é primordial.
    Termos esses recursos de defesa custam caro, cabe a sociedade brasileira compreender esta demanda e não ficar contando centavos quando se trata da defesa da soberania nacional.
    As Forças Armadas têm sim que serem aprimoradas, qualificadas ao nível das nossas necessidades e potencialidades estratégicas.

  8. Nassif, a uns 2 anos + ou -,
    Nassif, a uns 2 anos + ou -, vi uma reportagem na tv cultura com o comandante responsável pelo projeto do submarino nuclear brasileiro, onde ele explicava que a tecnologia de enriquecimento do uranio é totalmente nacional e mais barata que as existentes no mundo hoje, sendo mais eficaz, e que só não tinha terminado o projeto por falta de verbas. Ele disse que tivesse a verba necessaria para término do projeto desse submarino nuclear brasileiro, o colocaria em opração para tstes em 2009.
    Isso conclui que talento e capacidade ´nossa marinha tem, o que falta realmetne é o apoio financeiro dos responsáveis, sejam eles quem forem.
    Abraços !!!!

  9. O submarino foi inventado por
    O submarino foi inventado por um espanhol no entato americanos, russos, franceses, japoneses é que dominam a tecnologia eu fico com raiva quando penso que o primeiro avião foi inventado por um brasileiro……mas diante da situação e dos imprevistos eu considero a iniciativa brasileira inteligente…..queimar etapas e comprar tecnologias funciona bem, a vantagem é que muito lixo (equipamentos ineficientes) deixarão de ser produzido…. o etanol será que continuará sendo brasileiro já ouvi dizer que os americanos possuem coisas muito interessante relacionado ao etanol….embora antipáticos admiro o modo como os franceses fazem a política internacional.
    Sarkozy é um político muito hábil, na minha opinião existe um interesses geo-político e estratégico muito grande da UE nesta região do globo, principalmente a amazônia.Nada acontece por acaso, o vácuo econômico deixado pelos americanos na américa do sul é outra razão desta aproximação, outro motivo eu acredito que seja o mercado consumo brasileiro que está ficando muito atraente e não podemos esquecer da camada pré-sal,

  10. Bem Nassif você como sempre
    Bem Nassif você como sempre faz um excelente trabalho trazendo a tona as elucidações dos temas em questão,mas,venhamos e convenhamos que: A MB tem um enorme interesse nesse assunto e com toda razão,por envolver a soberania oceanica nacional…O problema são os corruptos de Brasília que irão de tempos-em-tempos fazendo desta questão ou uma forma de desvio de verba ou concepção de alguma vantagem pessoal de acordo com os enteresses do partido que estiver no poder,sendo assim mais uma vez pré-rotulado essa empreitada um projeto sem-fim,e que não cumprirá prazos e nem gastos orçados no mesmo.

  11. Com Hugo Chaves Presidente da
    Com Hugo Chaves Presidente da Venezuela, cínico em seus momentos com Lula, sorriso falso a la maquiavel na cara bochechuda, arregimentando Evo Morales – Bolívia, Rafael Correia – Equador, Fernando Lugo – Paraguai, isso visível na chocante antipatia já demonstrada por esses presidentes em atos e pronunciamentos públicos, é realmente importante e justicável que o Brasil se habilite aos esforços de reparelhamento da área militar. Tempos bicudos estão por vir e alguns exemplos já nos serve de alerta. Prefiro Sarkozy de cara fechada que um sorridente Hugo Chaves, como disse, com seus ares de Maquiavel.

  12. Porque tecnologia da França .
    Porque tecnologia da França . Resposta : – Pelo histórico de amizade e confiança que existem entre ambos os países. Desde a influência pela indenpendencia do Brasil , os inconfidentes Tomás Antonio Gonzaga , Tiradentes e outros inconfidentes se espelharam nas liberdades já alcançadas pela França . Não por acaso , e sim pela verosemelhança entre as ditas “revoluções” brasileira e francesa , o simbolo máximo do Estado de Minas tem na sua bandeira o lema , ” liberdade ainda que tardia”.
    E caminhando pela história de amizade das duas nações, foi o Conde D’Eu , marido da Princesa Isabel, francês de nascimento quem logrou exito na campanha militar contra os invasores paraguaios. Ganhou a guerra do Paraguay. Não também por acaso, Inglaterra , EUA e Alemanha , levaram o jovem Ditador Paraguaio Solano Lopes a aventuras contra o Brasil , Argentina e UruguaY. Foi a triplice aliança para venda de armas (EUA , Inglaterra e Alemanha) que queriam era ver o Paraguay destituido do progresso e da venda de produtos concorrentes deste paí. Igualzinho o que aconteceu no Iraque com Sadan Hussein. Para os que entendem de estratégicas de guerra e semear conflitos para obter ganhos , estas “palavras” bastam. Mas, os louros da vitória arrebatada pelo francês Conde D’Eu , foram para Duque de Caxias, brasileiro de nascimento. Depois veio a segunda guerra mundial e novamente França e Brasil estavam lutando do mesmo lado.

  13. 20 anos para o Subimarino
    20 anos para o Subimarino Nuclear!!! mais 10 de atraso!!!! isso tinha que ser pra ontem!!!!

  14. Bom, em se tratando de Brasil
    Bom, em se tratando de Brasil eu torco p/ que esse projeto va adiante mas se analisarmos a nossa cultura sabemos que nao temos persistencia pois esse presidente ja esta no final do mandato e nos votantes iremos provavelmente colocar um outro com as mesmas ladainhas de sempre e com ideias diferentes e ira arquivar mais um projeto pois ele tera que inventar um outro para ganhar suas “comissoes”, e nosso dinheiro uma vez mais indo fisicamente por agua abaixo; e claro que em um futuro nao muito distante iremos comecar a sofrer ataques p/ tentarem tirarem nossas riquezas, mas o q fazer se nossa cultura so pensa em praia, mulheres, futebol, drogas, corrupcao, etc…. teremos que investir em educacao mais e mais, e fazer realmente as coisas acontecerem e temos que parar de colocar administradores “governos” que nao tem interesse em dar continuidades nos projeto de visao futura, pois se nao uma vez mais iremos pagar precos muito alto, alias nossos filhos e netos e ai ja nao teremos forca p/ fazer nada.

  15. O Brasil sempre dependente,
    O Brasil sempre dependente, caso tentasse fazer o seu proprio
    sbmarino com certeza ele acabaria explodindo e levando consigo
    os nossos pobres engenheiros, vejam o que aconteceu na Base de
    Lançamento de Natal . Da para explicar?????

  16. Será que alguém acredita que
    Será que alguém acredita que vão matar a “galinha que bota ovos de ouro” ? Só faltava, em caso dela não botar dois ovos por dia….

  17. O que mais acho maravilhoso
    O que mais acho maravilhoso no seu post Nassif é que começo a perceber no brasileiro em geral, o fim da raiva contra o Estado. Por conta do regime militar, tinhamos raiva do Estado e nada a ele pertinente nos interessava. A sociedade e os empresários parecem começar a entender que nenhuma empresa (ou Estado) vai para diante se não tiver um vigia noturno, bem armado, bem treinado, motivado e bem pago. Quanto mais a empresa cresce, mais precisa de segurança. Graças aos deuses e ao suor do nosso povo, a firma cresce, devagar, mas sempre. Acho o atual projeto de segurança muito interessante em vários aspectos, particularmente naquele que propõe serviço alternativo ao militar. Há décadas sonho com a possibilidade de jovens brasileiros servirem como guardas-florestais ou atuando junto aos grotões do país. É preciso tornar o brasileiro, brasileiro; fora com os regionalismos histéricos! O tipo do submarino é quase irrelevante se conseguirmos formar uma geração que volte a acreditar que tudo no país lhes diz respeito, porquê é de sua casa que se está falando. Não sou militar, nem mesmo servi ao exército, mas fiquei triste de não ter vivido a satisfação de fazer parte íntima desse projeto que é o Brasil. Esse tipo de debate é altamente produtivo e ele só é possível, por poder acontecer (sem milico pra dizer que “não pode”), por nos interessarmos nesse assunto (coisa que não havia), por acreditarmos que ele nos diz respeito (que é a sinteze da cidadania) e, principalmente, por causa da democracia. Será que algum dia poderemos pôr num submarino o nome de “Marighella”? Eu sei que é dificil, mas seria… bom deixa pra lá, deixemos para o tempo.

  18. Qualquer projeto na àrea
    Qualquer projeto na àrea militar precisa imperativamente ter a garantia da transferência de 100% da tecnologia. Com cuidado para que não seja apenas um aceno e a transferência não venha.

    Achei importante o Presidente Sarkozy declarar publicamente que a Amazônia é Brasileira. Assumir isso publicamente é Vital e o Brasil deve cobrar isso e deixar claro sua soberania.

    Inclusive revendo essa questão da IMENSA RESERVA que tira o Direito dos brasileiros de Ir e IR em grande parte de Roraima, o que é Inconstitucional.

    Mas, a principio, vejo com bons olhos essas conversações com a França. POis a Inglaterra e os EUA trocam cartas marcadas, a França não participa desse jogo, não por que seja boazinha para o Brasil, mas por que suas divergencias são históricas com a Inglaterra. Então, para a França, que fica meio na berlinda entre a Inglaterra e os EUA…É bom transferir tecnologia para o Brasil e contar com uma nação forte que tenha poder disuasor.

    Agora, anunciem 20 anos…Mas espero que já tenham transferido a tecnologia. Deve ter um discurso para o público e uma realidade mais prudente, célere e segura.

    Atenciosamente

    O andarilho

  19. OS DIRIGENTES BRASILEIROS
    OS DIRIGENTES BRASILEIROS DEVEM APROVEITAR TODAS AS OPORTUNIDADES QUE VIRÃO PARA TRANSFERENCIA DE CONHECIMENTOS ANTES NEGADO PELOS NOSSOS “AMIGOS” QUE PREOCUPADOS COM A INTROMISSÃO DOS SOVIÉTICOS NA AMERICA LATINA VÃO LIBERAR SEMPRE QUE SOLICITADOS.
    DEVERIAMOS FAZER UMA LIMPEZA INTERNA PARA QUE SOBRASSE MAIS VERBAS PARA NOSSO DESENVOLVIMENTO.
    TIPO EXTINGUIR 50% DOS CARGOS POLÍTICOS; SENADORES, DEPUTADOS, VEREADORES.

  20. E quanto à Aeronáutica, já
    E quanto à Aeronáutica, já existe alguma definição? Parece que estavam propensos a adquirir aviões da França também.

  21. Já fomos a segunda armada
    Já fomos a segunda armada do mundo! Final do XIX,inicio do XX. Mais ou menos, quando João Cândido era grumete. Pode ser praga. Depois do massacre dos marinheiros,pela oficialidade da armada, a marinha,”encalhou”.

  22. Muito interessante o texto.
    Muito interessante o texto.

    Pena que é tão difícil manter-se informado a respeito disso.

    A propósito, há algum site onde podemos acompanhar e entender essas questões Nassif?

    Ou algum livro que trate de estratégias militares para defesa da soberania?

    Muito obrigado.

  23. Na reportagem original, que
    Na reportagem original, que apresenta desenhos e fotos tem alguns detalhes que para quem conheçe um pouco chamam a atenção:

    Não afirma que haverá transferencia da tecnologia do submarino nuclear Barracuda, mas sim cooperação no desenvolvimento do nosso SSN, isso os alemães ja fazem a tempos com a transferencia de tecnologia dos IKL-209, transferencia é algo totalmente subjetivo, mas no caso dos alemães seria uma oportunidade para eles tambem, já que devido a restrições politicas não podem projetar submarinos nucleares, mas tem certamente condições tecnicas para isso e exercitariam suas técnicas com nosso projeto.

    Depois comparam um desenho de Scorpene com um dos primeiros IKL-209, dificil que isso tenha sido acidente, por que não com o desenho do IKL-214? será porque o desenho do 214 é mais hidrodinamico?

    Afirmam tambem que o Scorpene não deriva de nenhum projeto ja existente, referencia ao IKL-214 que deriva do 209, mas esquecem alguns detalhes como por exemplo a maior capacidade de mergulho do IKL-214, o que pode significar um casco mais resistente, alem da vantagem de que o 214 é a evolução do 209 que ja fabricamos.

    A marinha ignora tambem os problemas entre os parceiros do proejto que originou o Scorpene, tambem ignora o custo consideravelmente maior da proposta para o Brasil quando comparada a proposta apresentada ao Chile.

  24. A primeira guerra mundial
    A primeira guerra mundial teve como principal causa a disputa, entre as potências européias, pelo domínio colonial da África e da Ásia. Após a guerra, as potências perdedoras – destaca-se a Alemanhã- do conflito foram obrigadas a pagar os custos da guerra o que agravou ainda mais a situação de suas economias abaladas pela guerra. Em 1929 desencadeou-se a grande depressão, que muitos jornalistas comparam com a atual crise global. A crise de 1929 foi perfeita para ajudar a levar ao poder Malucos como Adolf Hitler, Benedito Mussolini, etc. que levaram o mundo ao maior conflito armado da história da civilização humana. Hoje vivemos uma época em que os recursos naturiais estão cada vez mais escassos o que faz surgir inúmeras guerras no mundo pelo petróleo, pela água, pelos minerais, etc. A teoria neo-liberal prega a ausência do estado o que levou ao descalabro financeiro que por sua vez nos conduziu a atual crise que é tão grave ou até mais grave que a crise de 1929. Agora onde entra o Brasil com suas imensos recursos naturais, como as recentes descobertas de petróleo? Como o Brasil vai se defender? A reativação da quarta frota dos EUA não é um prenúncio dos dias que virão para o nosso país? O Brasil encontra-se totalmente indefeso, sem escudos (porta aviões e submarinos nucleares) e nossas forças armadas, sucateadas como estão, mesmo com os esforços heróicos da vários comandantes leais ao nosso país (não me refiro aos pulhas que se venderam aos americanos no golpe de 64), não estão em condições de impedir uma invasão de uma potência estrangeira.

  25. Amigos não se enganem com a
    Amigos não se enganem com a Venezuela, os caças do Chapolin são os melhores do mundo, só igualados agora pelos F-22.
    Quanto aos Subs., se não havia outra opção para que tanta embromação?
    É uma decisão que pode ser tomada em uma reunião, pra que todo este show? Depois de darem um final humlhante ao MInas Gerais (rebocado até o outro lado do mundo e encalhado para virar sucata de desmanche), quando:
    A- ele poderia ser uma base de helicópteros na Amazonia, mesmo que rebocado
    B- ele poderia ter sido afundado com honras e se tornar um recife artificial.

    Além desta presepada, o São Paulo, comprado da França, veio p/cá sem nenhum equipamento e cheio de problemas.
    Os aviões comprados para utilização no SP, estão no chão, ou seja, só uns dois estão voando.Os outros já pararam para não cair, e olha que mal começaram…

    ALGUÉM SE HABILITA A EXPLICAR ESTES FATOS?

    Aqui na França o Brasil é Lindo…
    hOh HoH hOh…feliz natal.

  26. Submarino?

    No Brasil?
    Submarino?

    No Brasil?

    pra que?

    pra enxergar a curta distância os irmão Castros?

    Sinceramente:

    qual é o objetivo de um submarino no Brasil?

    É pra se juntar com os 300 mil rifles do ChaVEZ?

    Eatenção pra o detzlhe:

    UM SUBMARINO.

    UAU!!!

    Isso sim que faz a diferença…

    UM SUBMARINO…

    TÔ ARREPIADO DE EMOÇÃO.

    Agora sim, estamos seguros.

    Alõ zé simão:

    NÓS TEMOS UM SUBMARINO.

  27. Conheço dois engeheiros
    Conheço dois engeheiros navais que pediram pra sair da MB por causa de salário. Devem ser excelentes fiscais do INSS

  28. Nassif,adorei sua
    Nassif,adorei sua reportagens,como sempre você aborda a matéria de uma forma impecável e legível.
    Na minha opinião o governo brasileiro deveria se preocupar em gastar com projetos sociais,saúde,segurança,educação;devesa nacional comprando tecnologia Francesa nada adianta se o povo brasileiro passa fome!

  29. Submarino a propulsão
    Submarino a propulsão nuclear, sim. Agora, essa história de transferência de tecnologia é conversa pra boi dormir. Exemplo: no tempo da reserva do mercado de microinformática, gastamos muita grana comprando pseudo-tecnologia francesa de porra nenhuma da (falida) Logabax. Eu estive lá. A única coisa que fizemos de certo, fizemos por nossa conta, na Cobra.

  30. Qualquer início, com certeza,
    Qualquer início, com certeza, é melhor que a inanição e a maneira de dar saltos em tecnologia é comprando e aperfeiçoando o que outros já fizeram, após exaustivos esperimentos. Há de ter um preço a ser pago, mas nada impede mudanças por caminhos melhores. E isso o mundo todo elogia a criatividade do brasileiro. Avante Brasil!

  31. A boa intenção da França na
    A boa intenção da França na parceria de projetos de defesa com o Brasil, pode ser medida pela compra do porta-aviões São Paulo pela marinha. O mesmo pouco pode ser usado, um grave acidente ocorreu o navio encontra-se a anos no Arsenal de Marinha do Rio de Janeiro sofrendo modificações.

  32. Primeiro seria bom privatizar
    Primeiro seria bom privatizar o Centro Tecnológico de Iperó.Enquanto continuar aquele cabidão de empregos vai ser difícil enriquecer urânio.Os “caras”já estão de “recesso”.Parece o Congresso Nacional.Faça uma visita lá,mas não avise antes.

  33. Apenas falta d foco?

    Defesa
    Apenas falta d foco?

    Defesa é um negócio como outro qq em qq parte do Mundo, porém como descobriram Ingleses, Americanos e Russos entre o final d 1942 e o final d 1944 sobre nosso respeito…

    Pergunta: Pq 20 anos ( se não atrasar ) pra se ter 1 submarino nuclear feito em parceria declarada e não 10 ( anos ) pra se ter 5, utilizando-se como fizeram outros Países no passado d parceiros declarados, não declarados e espionagem C/ corrupção ativa entre outros métodos ?

    Resposta: Pelo mesmos motivos q aqui se se puder alargar uma rua ao invés d construir metrô, alarga-se a rua e embolsa-se a diferença;
    q se uma ponte d X milhões pode ser feita em 5 anos embolsando-se 10% pra q se fazer 2 pontes d X/5 milhões em 1 ano e não embolsar nda?

    Tradição Brasileira nos Negócios & Política… Coisa nossa, coisa muuuito nossa q outros tb aproveitam bem!

  34. Qém me ensina a fabricar uma
    Qém me ensina a fabricar uma bomba atômica, qém me ensina a fabricar um foguete para me jogar no espaço no lugar que eu queira. Logo, estamos diante de uma grande negociata. Qém quiser fabricar alguma coisa considerada segredo, terá que faze-lo com seus próprios meios.

  35. E mais: esse texto, por
    E mais: esse texto, por certas características que apresenta, é de autoria de algum órgão da Marinha. O Nassif apenas o “colou” aqui, a pedido da Marinha. Propaganda pura.

    Mas claro que é da Marinha. Você queria que eu colasse textos de quem, para discutir os submarinos: da Liga das Senhoras Católicas?

  36. Esclarecendo uma duvida de um
    Esclarecendo uma duvida de um colega sobre a operação dos jatos no porta-aviões São Paulo.

    _ Aviões de caça exigem revisões periódicas obrigatórias de diversos componentes, notadamente os motores. Não existe no Brasil manutenção para os motores dos jatos A-4 Skyhawk, houve uma concorrencia internacional e uma empresa argentina ganhou, quando recebeu os primeiros motores para revisão quiz renegociar os custos das revisões, isso apesar de terem examinado os motores antes de ganhar o contrato, a marinha não aceitou os novos termos e teve de anular todo o processo, o que levou muito tempo e prejudicou todo planejamento de uso dos caças, agora foi escolhida uma empresa israelense para o mesmo serviço. Pode não ser a unica explicação, mas é um bom motivo.

    Os franceses tem tradição em cooperações ocultas onde fornecem a tecnologia nuclear supersensivel, vide Israel, Africa do Sul e Paquistão, mas ao mesmo tempo tem notoriedade pelas dificuldades em suporte pós-venda de seus produtos, vide a operação dos helicopteros Puma no Brasil e os custos exorbitantes das revisões dos motores dos Mirage IIIE que utilizamos até a pouco, resumindo eles gostam de ganhar no pós-venda.

    Usar um porta-aviões como navio de apoio para helicopteros é algo bastante mais caro do que usar um navio projetado para tal, então vender o Minas Gerais foi uma decisão acertada.

    As pessoas tambem confundem as coisas quando se trata do projeto nuclear, o projeto do reator e do enriquecimento do urânio foi bem sucedido, a tecnologia obtida tem várias aplicações, inclusive geração de energia, parte desse projeto apenas vai para a construção do reator compacto do submarino nuclear.

  37. Se milhares bandidos armados
    Se milhares bandidos armados causam pânico ao povo carioca e brasileiro em geral, o que dizer da frota americana? O Brasil é o único país com língua portuguesa a Casa Real da América do Sul. Por isso o despeito e o ciúme de nossos vizinhos. Invadir um país no ínício parece ser fácil, mas o tempo provou através da história que a coisa é mais complexa e sempre acaba em derrota, não há como evitar. Como dominar quase 200 milhões de brasileiros, com ameaças armadas, com frotas, com bombas nucleares? A coisa não é assim, é mais fácil ser amigo e aliado do que enfiar os pés pelas mãos e despertar no mínimo 80 milhões de terroristas, e que fique claro, somos um país bagunçado, fanfarão, esculhanbado mesmo, cheio de espertalhões e verdadeiros traidores da nação, por ganância, por inconsequência, por mau caratismo, por falta de amor ao povo. Mas que ninguém se iluda, se tivermos que honrar as nossas calças e a nossa bandeira, serão milhões e empunhar de enchadas, pexeiras, pistolas, fuzis, até atiradeiras, e muitos muitos darão as suas vidas sem pestanejar, por amor aos nossos filhos, netos e a nossa família, e principalmente, pelo orgulho de ser brasileiro, coisa que só nós somos.

  38. Noticia estranha, o custo dos
    Noticia estranha, o custo dos misseis esta alto demais:

    Extrato de Dispensa de Licitação Nº 2/2008.
    Contratado: Consórcio Sepetiba (DCNS e ODEBRETCH)
    CONTRATANTE: Diretoria-Geral do Material da Marinha
    ESPÉCIE : Dispensa de Licitação 02/2008
    OBJETO : Trasferência de Tecnologia e Prestação de Serviços Técnicos Especializados para Capacitação da Marinha do Brasil em Projeto e Construção de Submarinos.
    FUNDAMENTO LEGAL : aRT. 24, inciso IX da Lae 8.666/93 C/C: Decreto 4553/2002.
    DATA DE ASSINATURA : 19/12/2008.
    Fonte : DOU – Edição 248 – Pag.47- 22/12/2008.

    ATENÇÃO: Nesta mesma página do DOU, cita o Extrato de Inegibilidade de Licitação Nº 16/2008 da Diretoria de Sistema de Armas da Marinha do Brasil.
    Trata-se da COMPRA de OITO (08) mísseis ar-superfície AGM-119B PENGUIM MK-2 Mod. 7 , mais containeres, etc, para uso nos SeaHawk S-70B , por EUR$ 15.732.494,00.

  39. A capacidade operativa de uma
    A capacidade operativa de uma belonave depende, sobretudo, dos homens que a operam. Não importa que país X ou Y detém essa ou aquela arma. Uma tripulação bem treinada e com imaginação faz a diferença. Por isso, é necessário que tenhamos o mais rápido possível esses submarinos.

  40. Salvo engano,no distante ano
    Salvo engano,no distante ano de 1988, assisti a um episódio do programa globo ciência que versava sobre este mesmo assunto, sendo mostrada,inclusive, uma maquete do tal submarino nuclear brasileiro, que estaria pronto em menos de 10 anos e agora vamos “nacionalizar” um francês?

  41. Brasil Fenix e Soberano-Após
    Brasil Fenix e Soberano-Após anos de subserviências e amoralidades na política e se ignorando os valores morais e cívico da maioria do povo brasileiro, com seu território sendo espoliado e dividido por grupos e minorias, o gigante ressurge das cinzas.
    Terra de privilégios-Cota racial é forma de discriminação imposta pela lei http://conjur.estadao.com.br/stati c/text/64579,1 por Ives Gandra da Silva Martins* Artigo originalmente publicado na Gazeta Mercantil, na edição de 6 de fevereiro de 2008. Reza o inciso IV do artigo 3º da Constituição Federal que:Art. 3º Constituem objetivos fundamentais da República Federativa do Brasil:IV — promover o bem de todos, sem preconceitos de origem, raça, sexo, cor, idade e quaisquer outras formas de discriminaçã

  42. Parabéns para a MB pela
    Parabéns para a MB pela persistência, e nunca ter desistido apezar dos palhaço dos EUA ficarem fazendo o que sabe de melhor atrapalhar.

  43. Heliton Silva Amaral

    Pois
    Heliton Silva Amaral

    Pois é…
    como aliás já relatava há mais d 60 anos em seu diário d Guerra o médico Massaki Udihara; no Brasil qdo o assunto é Defesa – Fala-se Muito e ( “boniiiito”, utilizando-se d 1 discurso eivado d termos e justificativas técnicas porém ) Realiza-se pouco ou nda…

  44. O Brasil precissa investir em
    O Brasil precissa investir em caças de longo alcanse equipados com misseis antinavio, além de armas nucleares para frustar qualquer ataque dos EUA, ao nosso territorio, o problema maior e que uma parte da imprensa, já esta na mão dos EUA, veja, globo, folha de são paulo, etc. E eles simplesmente podem alegar que a invasão do territorio Brasileiro, nada mais seria que uma ajuda para nos defender-mos dos terroristas, há quais, qualquer um servirá, não se preucupe que eles inventaram um.

  45. muinto boa a materia sobre a
    muinto boa a materia sobre a aquisicao do submarino scorpene mas quato ao progeto que vem se arrastando a anos para se conseguir formalizar e prospectar um tipo de submarino para a marinha brasileira,quero dizer a voce que e realmente uma vergonha enquanto sucecivos politicos tanto nos estados brasileiros quanto os politicos de brasilia que se elegem para fazer nada pelo brasil e sim para nos robarem nas maiores caras de pau e o mais ridiculo que tudo acaba em pizza.
    mas amigos tudo isto ja eram e sempre vai ser a principal ameaca nacional os verdadeiros bandidos de brasilia e dos estados brasileiros com poucas execoes, venho dizer a voces que estamos vulneraveis a qualquer amecas tanto interna com externas pois os nossos sistemas de defesas e um dos piores do mundo comecando pelos salarios dos militares equipamentos e aeronaves sucatiadas e reformadas tantas veze isto e uma vergonha …
    sabemos que o brasil em um futuro proximo pode sofre grandes ameacas externas e inclusive para quem nao saiba o Brasil esta sendo observado e estudado para um futuro proximo a uma eventual Guerra e se isto ocorrer hoje teremos que nos render pois nem rifres sucatiados como a venezuela e aeronaves teremos assim como alguns citaram acima
    resumindo estamos despreparados e com as tres forcas sucatiadas e com vastos quilometros de fronteiras sem se quer ter a presenca do exercito ou de uma patrulha de rotina das tres forcas isto facilitado que quem quer entra e sai nas fronteiras quando querem e tambem com a chamada amazonia azul sendo ocupada somente por frotas de navios comerciais, porque temos uma frota da marinha totalmente sucatiada e sem recursos para fazerem o que sao preparados para fazer, e portando agora se fala na concorrencia final que vai decidir o melhor e mais eficiente aviao de combate para as forcas armadas neles desses tres finalistas estao o Rafaele Frances o Saab sueco o F18 northon americado sendo ambos tem as configuracoes parecidas e ambos com sistemas de softwres israelenses de navegacao e raios de combates ou seja o que e o cerebro da aeronave sendo que tudo isto poderia ser jenuinamente brasileiro estes projetos e que com a aquisicao de um dos ambos citados acima vai sair muinto mais caros e podendo ter a barreira paralela de transferencia de tecnologia nos privando de nao ter um sistema totalmente certo para uma eventual guerra combate repreencao etc
    a escolha do submarino convencional frances e tambem um processo que vai sair muinto mais caro porque deveriamos ter ja esta tecnologia 100%nacional mas por motivos de uma gama de politicos que penssaram pequeno e nao investiu no progeto agora teremos que pagarmos um preco alto e demorado sendo que isto seria para ontem e nao para daqui mais alguns anos isso se algum incopetente destes politicos de Brasilia nao boicotarem os orcamentos previstos para esta tal magnitude, agora vamos esperarmos e torcermos para que depois de 30 anos agora e concretamente saia do papel tais progetos que ja fazem parte da Estrategia Nacional de Defesa.
    Cesar Sp

  46. muinto boa a materia sobre a
    muinto boa a materia sobre a aquisicao do submarino scorpene mas quato ao progeto que vem se arrastando a anos para se conseguir formalizar e prospectar um tipo de submarino para a marinha brasileira,quero dizer a voce que e realmente uma vergonha enquanto sucecivos politicos tanto nos estados brasileiros quanto os politicos de brasilia que se elegem para fazer nada pelo brasil e sim para nos robarem nas maiores caras de pau e o mais ridiculo que tudo acaba em pizza.
    mas amigos tudo isto ja eram e sempre vai ser a principal ameaca nacional os verdadeiros bandidos de brasilia e dos estados brasileiros com poucas execoes, venho dizer a voces que estamos vulneraveis a qualquer amecas tanto interna com externas pois os nossos sistemas de defesas e um dos piores do mundo comecando pelos salarios dos militares equipamentos e aeronaves sucatiadas e reformadas tantas veze isto e uma vergonha …
    sabemos que o brasil em um futuro proximo pode sofre grandes ameacas externas e inclusive para quem nao saiba o Brasil esta sendo observado e estudado para um futuro proximo a uma eventual Guerra e se isto ocorrer hoje teremos que nos render pois nem rifres sucatiados como a venezuela e aeronaves teremos assim como alguns citaram acima
    resumindo estamos despreparados e com as tres forcas sucatiadas e com vastos quilometros de fronteiras sem se quer ter a presenca do exercito ou de uma patrulha de rotina das tres forcas isto facilitado que quem quer entra e sai nas fronteiras quando querem e tambem com a chamada amazonia azul sendo ocupada somente por frotas de navios comerciais, porque temos uma frota da marinha totalmente sucatiada e sem recursos para fazerem o que sao preparados para fazer, e portando agora se fala na concorrencia final que vai decidir o melhor e mais eficiente aviao de combate para as forcas armadas neles desses tres finalistas estao o Rafaele Frances o Saab sueco o F18 northon americado sendo ambos tem as configuracoes parecidas e ambos com sistemas de softwres israelenses de navegacao e raios de combates ou seja o que e o cerebro da aeronave sendo que tudo isto poderia ser jenuinamente brasileiro estes projetos e que com a aquisicao de um dos ambos citados acima vai sair muinto mais caros e podendo ter a barreira paralela de transferencia de tecnologia nos privando de nao ter um sistema totalmente certo para uma eventual guerra combate repreencao etc
    a escolha do submarino convencional frances e tambem um processo que vai sair muinto mais caro porque deveriamos ter ja esta tecnologia 100%nacional mas por motivos de uma gama de politicos que penssaram pequeno e nao investiu no progeto agora teremos que pagarmos um preco alto e demorado sendo que isto seria para ontem e nao para daqui mais alguns anos isso se algum incopetente destes politicos de Brasilia nao boicotarem os orcamentos previstos para esta tal magnitude, agora vamos esperarmos e torcermos para que depois de 30 anos agora e concretamente saia do papel tais progetos que ja fazem parte da Estrategia Nacional de Defesa.
    Cesar Sp…

  47. MANUTENÇÃO E REPARO
    Uma coisa
    MANUTENÇÃO E REPARO
    Uma coisa é comprar, a outra é manter. Para manter precisamos de sobressalentes, equipamentos, pessoal e conhecimentos. Sobressalentes e equipamentos podemos comprar, é só fazer a dispensa de licitação. Agora PESSOAL QUALIFICADO é que pega, Os Engenheiros de Tecnologia Militrar (civis do Ministério da Defesa) possuem o menor salário do governo. Por falta de atratividade a varreira não é valorizada. Quem está dentro fica contando os dias da aposentadoria, fazendo concursos para a Receitra ou Polícia Federal, ou buscando “bicos” após o expediente para sua sobrevivência. Para construir e manter precisaremos dos melhores profissionais. Devidamente valorizados.

  48. + comentários

Deixe uma mensagem

Por favor digite seu comentário
Por favor digite seu nome