Os experimentos controversos no mundo da ciência

Sugerido por Tamára Baranov

Do Discovery

Dois experimentos que mostram o lado obscuro da ciência

A ciência e seus procedimentos para descobrir curas, explorar o desconhecido e experimentar novos métodos de tratamento sempre estiveram em cheque, e alguns casos continuam gerando controvérsia.

Dos testes com animais aos alimentos geneticamente modificados e experimentos em humanos, são muitas as polêmicas envolvendo a ciência.

Confira dois casos não muito bem aceitos em nome do progresso científico.

Criações genéticas entre humanos e animais

Na Universidade Médica Militar, na China, alguns cientistas começaram a ultrapassar a linha que divide o homem dos animais com a produção de criaturas híbridas.

Em 2003, esses pesquisadores conseguiram fundir células humanas a óvulos de coelhas. Esses embriões seriam as primeiras “quimeras” satisfatórias, mas foram destruídos para a colheita de células-tronco.

Em Minnesota, pesquisadores conseguiram criar porcos com sangue humano; já na Universidade de São Francisco, na Califórnia, um experimento desenvolve ratos com cérebro humano para desenvolver um tratamento contra Parkinson, epilepsia e Alzheimer.

No entanto, criar uma nova espécie por meio da combinação genética entre humanos e animais é outra história, que provoca grandes questionamentos éticos e morais. Como esses seres seriam classificados? Que perigos poderiam representar? Que direitos teriam?

Outro exemplo é um experimento que pretende usar ratos geneticamente modificados para produzir óvulos humanos e esperma com o objetivo de gerar crianças por fertilização in vitro.

Alimentos e humanos geneticamente modificados

A clonagem da ovelha Dolly acendeu o debate sobre a modificação genética de animais e alimentos, que se estendeu às experências com seres humanos.

Quanto aos alimentos transgênicos, as regulamentações e leis dependem de cada região e país, mas os debates sobre o tema são cada vez mais constantes. Algo similar ocorre com os testes em seres humanos, mas o potencial da modificação genética é mais utópico.

A seleção genética bem-sucedida acabaria com as mortes e deformações em recém-nascidos, viveríamos mais e seríamos mais fortes e inteligentes. No entanto, as preocupações éticas em torno de pesquisas desse tipo não são menores, já que não há como prever as consequências a longo prazo.

Até onde o ser humano pode chegar na corrida para aumentar a longevidade, brincar de Deus e superar os limites da natureza? Qual é o custo da cura de doenças mentais,tão complexas que “exigem” o rompimento de algumas barreiras, e que afetam milhões de pessoas a cada ano?

Estas são algumas das perguntas e questionamentos suscitados por esses experimentos, cujo suposto objetivo é melhorar a qualidade de vida do homem.

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