Após reivindicar benefício, trabalhadores do Carrefour são demitidos

Por Juliana Gonçalves

Trabalhadores reivindicam benefício e são demitidos do Carrefour

Do The Intercept Brasil

FUNCIONÁRIOS DA REDE Carrefour que trabalharam durante os feriados de novembro tiveram uma desagradável surpresa quando viram o contracheque referente ao mês: receberam apenas R$30 por dia trabalhado – menos da metade do que recebiam antes. Um empregado que recebe R$1.290 por mês – ou R$43 por dia – deveria receber R$86 por feriado, já que a diária era dobrada nesses dias.

Em reuniões realizadas nas lojas, gerentes informaram que a rede está se adequando ao decreto que torna os supermercados uma atividade essencial, assinado em agosto deste ano por Michel Temer. Agora, os supermercados não são mais obrigados a pagar 100% sobre as horas trabalhadas em feriados e domingos e ficam livres para acordar diretamente com os sindicatos.

Assim, quem esperava R$258 pelos três feriados de novembro acabou recebendo apenas R$90. No fim das contas, a remuneração do feriado trabalhado acabou sendo menor que a de um dia normal. Com isso, os trabalhadores, assim como os colegas dos Supermercados Mundialdecretaram estado de greve. De acordo com os funcionários, 25 demissões aconteceram após o início da mobilização.

“Eles disseram que a empresa está se adaptando ao decreto do Temer. Que isso fazia parte da nova lei do governo. Muitos fizeram compromisso contando com os 100% do feriado e a gente não foi comunicado sobre o que iria acontecer”, explicou um funcionário.

O movimento conta com funcionários das quatro lojas da rede no município do Rio de Janeiro e de Belford Roxo, na Baixada Fluminense. O Carrefour está presente em 150 cidades do Brasil. Na cidade do Rio de Janeiro são cerca de 1500 funcionários. A rede obteve um lucro 125% maior no terceiro trimestre de 2017.

Em outubro, os empregadores e o Sindicato dos Comerciários do Rio de Janeiro – que representa os funcionários de supermercados – assinaram uma Convenção Coletiva de Trabalho em que o adicional dos feriados foi substituído por ajuda de custo fixa de R$30 em espécie ou vale-compras. O sindicato, que assumiu as negociações entre grevistas e o Carrefour, alega ter assinado o acordo sob pressão para garantir que outros direitos não fossem cortados.

Os trabalhadores também denunciam assédio moral por parte de gerentes em relação aos envolvidos no movimento.

Os funcionários desligados da empresa após mobilização receberam a justificativa de que as demissões são parte de um corte de gastos. Os trabalhadores garantem, porém, que os demitidos eram nomes engajados no movimento grevista. “Na verdade a empresa nunca teve cortes às vésperas do Natal e Ano Novo. Em 12 anos de casa, nunca vi isso acontecer. Como sempre bati minhas metas, portanto, gerava lucros, fica explícito o motivo de retaliação a fim de desestabilizar o movimento, sim”, conta um ex-funcionário.

Além do corte do feriado e das demissões, os trabalhadores também denunciam assédio moral por parte de gerentes em relação aos envolvidos no movimento. Em assembleia realizada na segunda-feira (18), outros itens foram adicionados à pauta de reivindicações como o fim do desvio de função, pagamento de 100% das horas trabalhadas nos domingos (atualmente elas integram o banco de horas e não são pagas em dinheiro), garantia de folgas adicionais pelos feriados trabalhados e 15 minutos de lanche para que os trabalhadores não fiquem mais de 6h sem alimentação.

“Cumprimento integral da legislação”

Em nota encaminhada por e-mail, a rede diz que está aberta ao diálogo:

“A rede informa que cumpre integralmente a Convenção Coletiva assinada entre o Sindicato dos Empregados e dos Empregadores, motivo pelo qual não prevê nenhum tipo de paralisação. A empresa reforça ainda seu compromisso com os colaboradores e com o cumprimento integral da legislação, permanecendo sempre à disposição para dialogar com as entidades representativas respeitando os limites da lei e da convenção estabelecida entre as partes.”

 

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24 comentários

  1. O golpe foi pra isso: ferrar
    O golpe foi pra isso: ferrar quem vende sua força de trabalho para sobreviver: o escravismo estå no DNA deste pais, foram 300 anos de cativeiro e o partido regressista da Era Colonial, o mesmo que deu o golpe em 2016, nunca aceitou a Lei Aurea: triste ė saber que, por falta de conhecimento os trabalhadores foram presas faceis do discurso da Globo

  2. Prevalência do negociado sobre o legislado

    Diz-se que com esta reforma trabalhista, passaria a prevalecer o negociado sobre o legislado.

    Os empregados foram ingênuos e acreditaram nisto: tentaram negociar e tiveram resposta imediata!

    • Pura ingenuidade

      Pior que tinha empregado achando boa a Reforma Trabalhista que estava para ser votada.

      Agora é que se acordaram. Se é que a maioria dos empregados já se acordou.

       

  3. Não quero julgar mas já

    Não quero julgar mas já julgando.será q destes demitidos a maioria não foi a favor do impeachment ? Desculpem culpar a vitíma pelo estupro só pq deu uma piscadinha !!!

  4. Cuidados

    Sr. comprador em supermercado, CONFIRA a sua nota fiscal. É praxe, principalmente em grandes redes, o roubo por parte da casa. Produtos oferecidos com desconto que passam preço cheio no caixa, produtos com preço diferente dos anunciados nos cartazes, produtos que, na loja, NÃO acompanham os preços dos folhetos de propaganda, enfim, pegadinhas mil. Digo que é praxe por que a divergência NUNCA é à favor do consumidor. Tenho constatado erros em cinco de dez compras! E não vejo ninguém reclamando! Compra casada: prática frequente oferecer um preço menor se você tem o cartão de crédito da loja. Detalhe, não basta ter o cartão, tem que comprar na função “crédito”. Foi nessa que o cara da esquina dançou, está devendo o que não tem, nunca mais se levanta. Cuidado com a praga dos locutores de supermercado: -Menor preço do Brasil , pegue a senha, apenas algumas peças … Lorota mentirosa!

    Sujestão para os demitidos: Pegue o valor da rescisão e viaje para Porto Alegre dia 24 de janeiro. Defenda o Lula com vontade contra o golpe, mouro, TRF4, polícia e exército. Na próxima eleição vote em candidato que represente a sua classe. Chega de “o pai era bom vou votar no filho” ou vou votar nesse, o mesmo … pelo menas!  ele tem experiência (em te ferrar e…. e enricar!) .

    Pare de assistir a Globo, pohaaaa! A globo mentirosa é o pai e a mãe do golpe que roubou os seus direitos!

    • Emerson

      Essa pratica de variante de preços entre o que é anunciado e o que passa no Caixa é praxe na França. E acontece tanto, em todas as redes, que agora quando passa minha compra paro e olho todo o ticket de caixa verificando os preços, principalmente das anunciadas reduções ou promoções e é batata! Sempre tem pelo menos um que não reduziram o prometido ou então é propaganda enganosa porque não explicitada de que a redução é so para a proxima compra do tal produto. Os supermercados franceses são campeões nessa pratica. 

      Quanto ao cartão de crédito do supermercado, isso não funcionou bem na França. Pelo menos nas grandes e médias cidades, a população rejeitou mais essa forma de “escroquerie”.

      • foto

        Depois de perceber algumas estratégias para roubar o cliente, chego ao cúmulo de fotografar preços e condições anunciadas no mercado. Cachorro mordido de cobra por diversas vezes aprendi aonde tem truque. Quando chega a patinadora para resolver a pendência, eu: está aqui a foto, não é necessário verificar na prateleira! Passei a fazer isso depois de ver retirado o anúncio após a reclamação! O problema é estatístico: quantos percebem e reclamam?

        Eis os “carcamano” modernos! (O termo carcamano tem origem no italiano “calca mano”[2] [3],tal associação deriva do fato que feirantes e pequenos comerciantes discretamente forçavam (calcavam) as suas mãos nas balanças, para que estas registrassem um peso maior, e assim as mercadorias seriam vendidas por um valor maior que o peso real.)

    • Quando a rede Walmart assumiu a rede Nacional está prática…..

      Quando a rede Walmart assumiu a rede Nacional está prática ficou corrente num supermercado que comprava próximo a minha casa, mas não era um caso eventual, eu geralmente não olhava os preços, um dia, por uma das coisas que ninguém sabe porque acontece, notei que um preço destoava do preço na etiqueta. Daí por diante comecei a controlar e verifiquei que era sistemático e atingindo um número significativo de produtos.

      Após confirmar a constatação e dar algumas broncas imensas com a gerência passei para outro local e regional, alguns preços são mais altos, mas conferem sempre com os preços no balcão.

  5. O Golpe foi para isso

    O Golpe foi para isso e muito mais. Estes demitidos, ou apoiaram o Golpe, ou foram omissos. Agora, pagam o preço de uma dessas condutas? Será que aprenderam alguma coisa? Quanto ao boicote, é sempre válido. Mas como os supermercados vão competir com essa multinacional, que corta custos dessa maneira? Não compro simplesmente porque é empresa estrangeira, mas o supermercado e faculdade, que não fizerem como esse ou aquela faculdade, não suportam a concorrência. Por isso que o capitalismo é um sistema interligado. Algum candidato a presidente, senador, deputado federal se compromete publicamente em rever essas reformas satânicas do atual “governo”? E os eleitores, cobrarão isso deles?

  6. Enquanto isso o patrãozinho…

    O Abílio Diniz ( um dos principais apoiadores do golpe que empoÇOu o pilantra Temer em 2016) também se adequa ao aperto financeiro atual .

    Será obrigado a diminuir o gasto anual de R$30.000.000,00 com a segurança pessoal (quarda-costas, provadores, carros bilndados) .

     

    Segurança de Abílio Diniz

     Nem durante as férias esfria o clima no Grupo Pão de Açúcar (GPA), entre o controlador Casino e Abilio Diniz, o presidente do conselho de administração GPA. O novo capítulo diz respeito à segurança pessoal, por conta de política adotada em dezembro e que opõe Abilio e a administração de GPA.

    Ficou decidido em assembleia que cada beneficiário não deveria gastar mais do R$ 1,3 milhão ao ano com segurança. E desde 1º de janeiro, Abilio tem pago o valor excedente do próprio bolso. Como tem gastos anuais da ordem de R$ 30 milhões com segurança, paga a diferença.

    A discussão diz respeito à infra-estrutura de controle que Abilio tem, aliada ao acesso de sua equipe às dependências da empresa. Há décadas, a estrutura de segurança dele e de sua família está dentro da companhia.

    Na quarta-feira, 23, Vitor Fagá, diretor financeiro e de relações com investidores da varejista, enviou a Abilio, após aprovação do presidente da GPA, Enéas Pestana, uma notificação de que a equipe administrativa envolvida na segurança não teria mais acesso às dependências da empresa a partir de quinta-feira, dia 24.

    Abilio respondeu na sexta-feira, 25. Disse estar surpreso, diante do que havia sido combinado anteriormente e exigiu saber de quem partira a decisão. Alegou ser parte da conduta do controlador prejudicar sua atuação e pediu a anulação dessa medida. Caso suas solicitações não sejam atendidas, afirma em carta que “serão tomadas as medidas necessárias à proteção de [seus] direitos, sendo certo que, inclusive, Enéas [Pestana], Vitor [Fagá] e os demais administradores, eventualmente envolvidos na tomada da decisão ora em questão, são pessoalmente responsáveis, civil e criminalmente, por todas as consequências que possam advir de seu ato”. O documento foi encaminhado a todos os membros do conselho de administração.

    Em 20 de dezembro, Abilio e a administração concordaram em trabalhar na minuta de um termo de compromisso sobre como se daria a transição de sua estrutura de segurança. Abilio alugaria um imóvel para abrigar toda a equipe e a sala de controle das informações, inclusive uma torre de radiofrequência. Abilio redigiu uma minuta em que pedia a transição em duas fases. Uma até 28 de fevereiro, para que tivesse tempo de preparar toda a mudança e outra até maio. Entretanto, essa versão nunca foi assinada e o assunto ficou dormente até o dia 21 deste mês, quando voltou a ser alvo de debate entre Fagá e a advogada de Abilio.

    Junto com o pedido de retirada da equipe, a carta de Fagá a Abilio continha uma outra versão do termo de compromisso, diferente daquela encaminhada pelo empresário anteriormente.

    Neste sábado, Pestana respondeu à notificação de Abilio, alegando que a empresa procurou representantes e não teve retorno, o que teria originado a necessidade da carta de Fagá. E pede ao empresário que escolha três datas ainda em janeiro para “discutir todas as questões de forma definitiva”. Fim das férias.

    Procurado, o empresário informou, por meio de sua assessoria, que “lamenta o vazamento de documentos da companhia”. Na resposta, reforça que vem arcando com os custos extras da política desde o início do mês e que a discussão atual diz respeito apenas ao procedimento de transição da estrutura.

    Pão de Açúcar dá prazo para Abilio definir segurança pessoal – 28 de Janeiro de 2013 – Valor Econômico – Graziella Valenti | De São Paulo

     

    • O sufoco do patrãozinho…

      O fraternal supermercadista Abílio Diniz (um dos entusiastas do golpe que emPOÇOu o salafrário Temer) comprou um casebre no morro de Aspen por R$50.000.000,00 .

      A comunidade onde encontra-se este muquifo ?

       

  7. se liga, irmão..

    .. arrisco dizer que 95% desses trabalhadores são evangélicos.. espero que despertem para a vida.. percebam como foram enganados por seus pastores.. o bandido que derrubou a Dilma é um evangélico.. a base que sustenta temer é de evangélicos.. ora, ora ora.. a religião é o ópio do povo, já dizia “o cara”.. e não é? Um povo hipnotizado que lutou contra si mesmo.. destruiu suas próprias conquistas.. é muito doido.. mas ainda dá prá reverter.. dia 24 de janeiro próximo é uma data muito importante.. se vc não tem emprego, não tem assistência médica, não tem segurança alimentar, não tem educação, segurança, pense bem aí: no seu caso, pode ser uma luta de vida ou morte..

  8. Cadê os neoliberais do blog?

    Por que será que nenhum dos trolls neoliberais que infestam tantos posts deste blog não comentam nada neste aqui?

    Será falta de argumentos ou de hombridade?

    Ambos.

     

      • Apareceu um dos

        Apareceu um dos “inteligentes” que apoiaram a reforma trabalhista para economizar R$ 30,00 por ano na contribuição sindical. Espero que tenha valido a pena…

      • As asneiras dos puxa-saco de exploradores

        Sabia que depois da minha provocação algum babaca puxa-saco de exploradores, aspirante fracassado a capitão do mato, iria aparecer para defender a asneira de que perder direitos é bom para os trabalhadores. Afinal de contras podemos contar sempre com duas coisas, a trollagem e a espupidez humana, sendo este um quase pleonasmo já que aquela é fruto direto desta.

        Sindicatos servem para os trabalhadores se unirem para defenderem seus direitos.

        É impressionante como alguém poderia ser imbecil a ponto de achar que os trabalhadores desunidos ficariam melhor ou teriam mais vantagem que unidos. Mesmo achando os puxa-saco de exploradores uns idotas, nem assim concebo que falem essas asneiras de que os sindicatos não serviriam para nada acreditando na própria asneira. Falam de má-fé e canalhas que são mesmo. Pois até os empresários, a quem os puxa-saco fingem idolatrar para na esperança de sorar alguma migalha para eles, se reunem em sindicatos patronais como FIESP, FIERJ, Federaão da inúdtria, etc.

        Claro que um puxa-saco como este a quem respondo não vai criticar os sindicatos patronais, pois é deles que tem a vã esperança de receber alguma migalha em troca do serviço sujo de espalhar suas mentiras.

        Se um sindicato é tomado por pelegos (escrotidão da mesma laia dos puxa-saco) ou não tem força para negociar com peso (o que dá força a um sindicato é a participação da categoria nas reivindicações trabalhistas), isso de forma alguma indicaria que “os sindicatos” em geral não servem para nada.

        Só uma besta [des]humana falaria uma asneira dessas.

        E este é o caso presente.

  9. O golpísta satanista implantou esta reforma trabalhista para que

    este fraterno empreendedor patriota (e outros) não diminuísse o patrimônio de R$7.000.000.000,00 .

    Que dó, né ?

    O empresário Abílio Diniz só completará 80 anos no final de dezembro, mas o presentão que comprou para si já voa por aí. Trata-se de um jato executivo Gulfstream G 650, avaliado em mais de R$ 300 milhões.

  10. NÃO VAI TARDAR PARA O PAPA

    NÃO VAI TARDAR PARA O PAPA FRANCISCO INCORPORAR O TEXTO ABAIXO, NA SUA PRÓXIMA HOMILIA DOMINICAL.

    A força do opressor se manifesta e subsiste, cavalgando na ignorância do oprimido. Dai a importância de enfiar na cabeça dos noviços, a ferramenta mais eficaz para a domesticação dos bípedes pensantes, tornando-os bons para o trabalho produtivo. A religião e a crença amestradora, são de grande eficácia e valia para a ordem, a bem aventurança e a produtividade. Pois, ao contrário do chicote e do porrete que amedronta e aterroriza, mas, arrisca inutilizar a peça. A fé aterroriza e, nada é mais eficaz que o medo, mas, a fé apascenta, acalma o bruto ao tempo em que, promete o paraiso após a vida, mas, cuida prescrevendo lenitivo adequado e valioso. A esperança. E, com essa ferramenta, você pode esperar enquanto expia, paga, purga, resgata.

    Que maravilha! Lembrem-se de que ainda vale a citação bíblica: é mais fácil um dromendário passar pelo buraco de uma agulha, que um rico adentrar no Reino do Céu. Amém.

    Logo, que surgiram reclamações de alguns céticos quanto a essas lorotas. Surgem os pastores pregoeiros do sussesso financeiro e do empreendedorismo.Você dá o dízimo e, …o pastor fica rico. Vosmecê cura a dor nos quartos e no lombo, ganhando em troca, a promessa de enricar no futuro e, ao entrar em óbito dar com os costados no céu.

    E, com isso encerramos a Liturgia, enquanto revira-se no buraco da terra, os santos ossos do grande protestante  Martinho Lutero.

    Orlando

  11. Sugiro ações selvagens.

    Contra tal arbítrio, que desrespeitam os contratos, deve-se punir os responsáveis, logo usem a imaginação, porém sem roubo ou outras formas que os coloquem contra a lei.

  12. Diziam em 2013: O povo

    Diziam em 2013: O povo acordou! Só que não, o povo entrou num coma profundo. Quando acordar, se é que vai acordar, as sequelas serão muito profundas e talvez nada mais poderá ser feito. Será que ainda continuam com aquele discurso de que PT e psdb é tudo a mesma coisa?

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