Empresas não contratam com aval de reforma trabalhista, por Fernando Brito

Sugerido por Webster Franklin

Por Fernando Brito

Empresas não contratam, de olho na reforma trabalhista

Do Tijolaço

Os economistas ouvidos pelo jornal Valor previam 26 mil empregos a mais em novembro.

Já era um quase nada.

O resultado, porém, foi pior: mais de 12 mil vagas fechadas.

A contratações de “trabalhadores intermitentes”, aquela vergonha que leva pessoas a terem remuneração mensal de menos de R$ 200 foi um fiasco: apenas três mil contratações, em todo o país.

Das duas, uma, ou ambas: ou as empresas esperam antes de correrem os riscos de uma legislação que está mais do que questionada judicialmente ou a tal “retomada da economia” é uma marolinha, apesar do foguetório da mídia com as vendas de Natal.

Propaganda não faz progresso econômico.

Escravidão também não.

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