TV GGN 20h: 70 anos de TV brasileira. Valeu a pena?

Confira o comentário de Luis Nassif sobre as últimas notícias políticas e econômicas desta sexta-feira, 18 de setembro

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2 comentários

  1. Nassif. decididamente você precisa se mancar (aí).Não é porque você seja este brilhante jornalista que o Brasil todo reverencia há décadas, não é porque sua visão do mundo contemporâneo, e particularmente do Brasil(aí), seja tão aprofundada e lúcida. não é porque sua experiência e bagagem dentro do verdadeiro Jornalismo seja tão volumosa, que você esteja autorizado a se portar de forma tão displicente e relaxada nos seus videos diários. Um pouquinho de consideração e respeito pelos seus leitores e espectadores são sempre indispensáveis. Primeiro que você insiste neste clima de boteco (aí), que você imagina que seja “naturalidade”, “informalidade”, “coloquialismo”, em que você frequentemente inicia uma frase e não termina (porra. que diabo de jornalismo é esse? Você escreveria, na redação do Estadão ou da Folha, “Eu estou achando que…do jeito que a coisa vai (aí)…o Guedes não vai ter outra saída que…vamos imaginar assim…o Bolsonaro tem um projeto eminentemente populista…só que as coisas na prática são bem diferentes…eu andei pesquisando (aí) e estou achando…? Francamente, até a gente entender o que você essencialmente quer dizer. a gente tem que ter uma memória de elefante para fazer um “copydesk” de mais de 10 ou 12 fragmentos de frase! Cacete, não custa nada voltar aos seus tempos de “foca” (devo estar falando de algum ano da década de 50, na velha Poços de Caldas ) e, antes de falar qualquer coisa, ter uma completa noção (aí) dos substantivos, adjetivos e verbos que você vai empregar. Se não o dr. Mesquita não vai lhe dar aquela oportunidade, não. Além disso, você definitivamente não tem o mais remoto jeito para manipular esta parafernália informático-eletrônica (aí).Tenho sérias dúvidas se você saberia ligar um ferro de engomar na parede… Videos que entram sem som, que entram (aí) já começados, fora do ponto, que se interrompem a qualquer momento e muitas vezes quando a pessoa está dando um depoimento importante, aí você gentilmente remete o incauto espectador “para o GGN”, se ele quiser mesmo saber como é que a frase termina. E esta maneira desleixada de ficar falando “aí,,,aí,,,aí”, que não quer dizer absolutamente nada, simples “muleta” de oratória. Isso é de um primarismo palmar. Isso não informalidade, não, Nassif. Se for coloquialismo e informalidade, é de um tipo que você deveria se limitar aos seus íntimos em algum, não digo “boteco”, mas, digamos, algum American Bar da Faria Lima. Agora, a gota d’água foi hoje neste bom retrospecto que você fez da TV brasileira (por sinal, eu devo ser um dos últimos sobreviventes da platéia que assistiu à estréia da TV Tupi carioca, em 20 de janeiro de 1951). Cacete! Luis Nassif, ninguém menos que Luis Nassif, confundir Chou-En-Lai com Chiang-Kai-Shek! Inacreditável! E depois aceitar, com rápida e fria retificação, a correção que algum espectador encaminhou. Eu até, ingenuamente, por se tratar de ser você quem estava falando, fiquei curiosíssimo quando você aludiu ao “corrupto” Chou En-Lai – pensei, que será que Chou En-Lai fez de corrupção que eu não estou sabendo…até que veio a retificação. Francamente, Luisão, com esta eu não contava – agora tudo pode acontecer nas suas futuras falas: a qualquer momento, você substitui Dom Helder Câmara por Augusto Pinochet, Madre Teresa de Calcutá por Sylvia Kristel, e Noel Rosa por Chubby Checker. Nada disto, porém, impede que minha admiração por você seja considerável. Desde os tempos do Jornal da Tarde, quando eu morava em São Paulo (1974-79).

  2. Flávia de Oliveira na Globonews, essa semana, disse que era de geração que viveu vários programas contra fome. Citou Betinho e outros mas não conseguiu lembrar do Fome Zero!

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