TV GGN 20h: A guerra mundial entre o TSE e Bolsonaro

Luis Nassif e Marcelo Auler conversam com o ministro aposentado do STF e ex-procurador-geral da República, José Paulo Sepúlveda Pertence

Jornal GGN – As reações do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sobre as ameaças de Jair Bolsonaro (sem partido) contra o sistema eleitoral, estão no centro da TV GGN 20h, desta terça-feira, 3 de agosto. No boletim, exibido pelo Youtube, os jornalistas Luis Nassif e Marcelo Auler conversam com o ministro aposentado do Supremo Tribunal Federal (STF) e ex-procurador-geral da República, José Paulo Sepúlveda Pertence, sobre a situação atual do país. Confira os detalhes da entrevista no fio abaixo:

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1 comentário

  1. A única coisa que Bolsonaro diz de certo é que a urna eletrônica não é permite auditoria.
    Das centenas de mentiras que Bolsonaro falou em todo o seu governo, na realidade há uma que é verdade, a urna eletrônica brasileira não permite auditoria.
    Por muito tempo a esquerda brasileira desconfiou da urna eletrônica, porém depois de ter ganho quatro eleições sucessivas a presidência da república a desconfiança desse equipamento dissipou-se e tornou um falso consenso que essa urna é indevassável.
    Durante todo o período da existência dessa urna, houve algumas experiências em que se permitiu a um ataque limitadíssimo aos softwares da urna, sendo em que todas as vezes a equipe de TI do TSE fez tudo possível para que os grupos que se propunham ao teste, universidades públicas brasileiras, equipes da polícia federal e mais outras equipes testaram a inviolabilidade da urna. Em todos esses ensaios verificou-se que haviam sérios problemas nas urnas, no artigo de ARANHA, D. F et al
    “Execução de código arbitrário na urna eletrônica brasileira”
    (https://www.researchgate.net/publication/326261911_Execucao_de_codigo_arbitrario_na_urna_eletronica_brasileira)
    e na resposta da equipe de TI do TSE em “Respostas às vulnerabilidades e sugestões de melhorias encontradas no Teste Público de Segurança 2017”
    (https://www.justicaeleitoral.jus.br/arquivos/relatorio-tecnico-tps-2017-1527192798117/rybena_pdf?file=https://www.justicaeleitoral.jus.br/arquivos/relatorio-tecnico-tps-2017-1527192798117/at_download/file)
    Fica claro que no teste de 2017 as urnas eletrônicas mostravam uma fragilidade imensa, coisa que vinha sendo corrigida desde 2009 e mesmo assim duas equipes uma de uma universidade pública e outra de uma equipe de TI dos técnicos da polícia federal, mostraram que apesar de não contarem com auxílio interno (ou seja, nenhuma informação de um técnico em TI do TSE) e o ambiente de trabalho foi dificultado ao máximo pelo próprio TSE as duas equipes provaram que chegariam com mais tempo e ambiente menos restritivo chegar a modificar o código fonte da urna.
    É importante destacar que segundo a Folha de São Paulo em artigo de 9.jun.2021 (Só Brasil, Bangladesh e Butão usam urna eletrônica sem comprovante do voto impresso) seguem o tipo de urna sem voto impresso, sendo que todos os outros países como Albânia, Argentina, Bulgária, Bélgica, Estados Unidos, França, Índia, Irã, México, Panamá, Paraguai, Perú, República do Congo, Rússia e Venezuela, adotam urna eletrônica com registro em papel.
    Mas o pior de tudo, se houver em toda a equipe de TI do TSE um só membro dessa equipe que atue internamente todo o processo pode ser fraudado com o mínimo trabalho, ou seja, uma só pessoa venal em todos os funcionários do TSE é suficiente para fraudar milhões de votos, provavelmente não será para Bolsonaro, mas para a Terceira Via.

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