TV GGN: Bolsonaro, as vaquejadas e as milícias, por Luis Nassif

Ao liberar as vaquejadas, Bolsonaro estimulou um dos mercados preferenciais das milícias para lavagem de dinheiro

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2 comentários

  1. Por falar em milícias, o Adrano Nóbrega participava de circuitos de vaquejada no Nordeste.

    O $érgio Moro defendeu-se da acusação de capanga de milicianos em virtude de não ter incluído o nome do miliciano Adriano na lista dos criminosos mais procurados do Brasil. De acordo com o referido Ministro,

    “Essa questão da lista é uma questão falsa. Uma lista dos mais procurados não é a de todos os procurados”.

    Claro. Para ser incluído na lista dos mais procurados tem que atender a pelos menos um dos 11 critérios estabelecidos pelo Ministério da Justiça.

    “A análise seguiu 11 critérios, entre os quais estão a atuação interestadual e transnacional; rede de relacionamento; posição de liderança em organização criminosa violenta; capacidade financeira, entre outros”.

    O Adriano não atendia a nenhum desses critérios. Ele liderava a organização criminosa mas pacifica, não tinha rede de relacionamento senão com a Familicia Bolsonária nem tinhs capacidade financeira, apesar de comprar terras e ter haras na Bahia. Além do que viu-se que não era necessária a inclusão do seu nome na lista, já que ele foi ASSASSINADO, digo, MORTO poucos dias depois da divulgação da lista do Moro

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