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O aumento das cidades médias

 
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Pesquisa da UFMG aponta para aumento das cidades médias no primeiro período dos anos 2000
 
Entre 2000 e 2007, o Brasil teve um aumento significativo no número de municípios de médio porte, com uma redução de centros locais. Leia mais »
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Em 2017, 101 mil imigrantes e refugiados chegaram à Europa pelo Mediterrâneo

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Foto: Alexander Gottschalk/ Bundeswehr
 
Jornal GGN - De acordo com a Organização Internacional para as Migrações (OIM), o número de imigrantes e refugiados que chegaram à Europa através do Mar Mediterrâneo chegou a 101.210 pessoas, menos da metade do total no mesmo período do ano passado. 
 
O principal país de chegada dos imigrantes é a Itália, que recebeu mais de 85.183 pessoas nos primeiros seis meses deste ano. Depois, aparece a Grécia, que recebeu 9.290 imigrantes. No ano passado, a tendência foi inversa, com 158.527 pessoas chegando pelas ilhas gregas e outras 71.279 desembarcando na Itália. 

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Especialistas debatem drama dos refugiados no século XXI

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Refugiados na Macedônia. Foto: Dragan Tatic

Do Vermelho

 
Já se passaram mais de sete décadas desde o fim da última grande guerra mundial, mas é agora, em 2017, que atingimos a maior cifra de pessoas deslocadas da história: 70 milhões. Os deslocamentos forçados contemporâneos são resultado de guerras locais, violência generalizada e fenômenos naturais. O tema, considerado o grande drama do começo deste século, foi debatido na manhã desta quinta-feira (8) no Salão do Livro Político, em São Paulo, por especialistas e refugiados. 
 
Por Mariana Serafini

O painel Guerras Globais, Refugiados Locais contou com a participação do professor de Relações Internacionais da PUC Reginaldo Nasser, do doutor em literatura alemã Tercio Redondo, do jornalista refugiado congolês Christo Kamanda, da autora da obra Nakba, um estudo sobre a catástrofe palestina, Soraya Misleh, e do refugiado palestino Isam Ahmad Issa, que participou do filme Era o Hotel Cambridge, lançado recentemente no Brasil. 

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Refugiados enfrentam barreiras para viver e trabalhar no Brasil

Do Instituto Lula

“O Brasil não pode repetir com os refugiados o erro da escravidão”

O advogado Pitchou Luambo, de 34 anos, é um vencedor: conseguiu deixar para trás uma guerra civil sangrenta e a opressão de um governo autoritário em sua terra natal, a República Democrática do Congo, para recomeçar a vida no Brasil, onde vive desde 2010 –sorte contrária a de muitos de seus conterrâneos, que diariamente correm o risco de perder a vida ou a liberdade. É um entre milhares de refugiados que anualmente chegam ao Brasil para escapar das consequências de conflitos armados, do autoritarismo político ou das condições de vida precárias.

O que encontram aqui, no entanto, é um novo conjunto de obstáculos que alimentam uma situação também dramática. “Será que já me habituei a viver no Brasil? Não sei”, diz, pensativo. “Todos os dias, é luta, luta, luta. Nós vivemos sempre no presente, resolvendo problemas. É difícil começar a planejar o futuro ou dizer que expectativa tenho. E esse sentimento é geral entre os refugiados, de todos os países”, conta.

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Juízes argentinos são condenados à prisão perpétua por crimes contra a humanidade

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Foto: Reprodução
 
Jornal GGN - Na semana passada, a justiça da Argentina condenou quatro juízes federais à prisão perpétua por crimes contra a humanidade durante a ditadura no país. Os magistrados da província de Mendoza foram considerados culpados de garantir a impunidade em casos de sequestro, tortura e assassinatos. 
 
"Partícipes primários significa que os juízes realizaram uma contribuição essencial à realização do crime, por isso a pena é a mesma que a dos autores materiais. Os juízes tiveram o domínio da jurisdição de Mendoza durante o terrorismo de Estado", afirma Alan Iud, advogado das Avós da Praça de Maio.
 
A sentença é considerada inédita porque pune uma conduta do próprio Poder Judiciário, e não só casos pontuais. “Os juízes condenados disseram aos repressores 'sequestrem, apropriem-se de crianças que nós cobriremos suas costas sem investigar”, disse o militante Pablo Salinas.

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Na Cisjordânia, soldados invadem casas e aterrorizam moradores

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Foto: Reprodução

Da Ponte

 
por Dani Ferreira, especial para a Ponte Jornalismo
 
Objetivo de operações é intimidar os palestinos, afirma soldado israelense: “você é apenas um cara de 18 anos com um fuzil, mas se sente com poder”

Imagine ser acordado bruscamente em sua casa com o barulho de várias pessoas tentando forçar a entrada. Ou sofrer a angústia de ter dezenas de soldados cercando sua residência, enquanto você permanece por horas aguardando a invasão. Pense no que sentiria ao ver estranhos armados, gritando em outra língua ordens que você não entende. Como seria ver sua casa destruída mais uma vez e não ter a quem recorrer? Na noite do dia 26 de outubro de 2016, militares israelenses fecharam a entrada de Azzun, na região de Qalqiliya, norte da Cisjordânia, e algumas famílias palestinas sentiram tudo isso novamente.

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Para onde vai a Palestina com os EUA de Trump?, por Arturo Hartmann

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Foto: U.S. Embassy Tel Aviv

Do Outras Palavras

Para onde vai a Palestina com os EUA de Trump?

A indecisão sobre a transferência da Embaixada dos EUA para Jerusalém demonstra o impasse entre ideologia e pragmatismo que o presidente americano vai enfrentar

por Arturo Hartmann

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Na Palestina, o caso das crianças presas pelo governo israelense

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Polícia israelense prende menino de 11 anos acusado de atirar pedras em Jerusalém Oriental | Foto: Majd Gaith/Human Rights Watch

Da Ponte 
 
 
por Dani Ferreira
 
Em primeira reportagem de série sobre violações aos direitos humanos na Palestina, Ponte entrevista menina de 14 anos que passou 4 meses numa prisão em Israel

 

Eu estava andando para a escola quando um carro da segurança do assentamento tentou me atropelar. Eu desmaiei. Quando acordei, havia uma faca do meu lado e eu estava cercada de pessoas perguntando porque eu tinha uma faca. Fizeram de um jeito que era para parecer que eu tinha uma faca. Eu estava algemada no chão e eles me chutavam e gritavam comigo o tempo todo. Eu falei para eles que eu não tinha uma faca.*

A menina K. tinha 14 anos quando isso aconteceu em uma manhã de dezembro de 2015. A criança foi detida e oito dias depois a corte militar israelense a condenou a 4 meses de prisão e pagamento de 5 mil shekels (cerca de R$ 4.300). Em 2015 houve um aumento no número de crianças palestinas presas após a onda de violência iniciada em outubro. Segundo a ONG Adameer, 156 menores foram presos em 2014 e outros 470 só em 2015; 2016 terminou com 400 menores palestinos presos por autoridades israelenses, meninos em sua maioria.

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Por que a Rússia decidiu retirar suas tropas da Síria?

Jornal GGN  - Após o anúncio do ministro da Defesa russo de que as tropas do país serão retiradas da Síria, analistas internacionais tentam traçar os próximos passos do conflito no país e também as razões que explique a decisão da Rússia.

Para Jonathan Marcus, da BBC, o anúncio de Putin é uma amostra de "habilidade diplomática" do presidente russo. Marcus considera que a intervenção russa atingiu os objetivos de consolidar a posição do presidente da Síria, Bashar al-Assad, facilitando que suas forças recuperassem áreas estratégicas do país.

O analista também comenta que Putin e Barack Obama conversaram nesta segunda-feira, mas que EUA e Rússia discordam sobre uma solução militar na Síria. Os americanos não acreditam na manutenção de Assad como uma solução para o conflito, e pedem uma "transição política" no país. Leia mais abaixo:

Da BBC Brasil

Por que a Rússia anunciou de surpresa a retirada de tropas da Síria?

O ministro da Defesa russo, Sergey Shoigu, deu a ordem para a retirada e aeronaves estão sendo preparadas para voos de longa distância de volta à Rússia.
 
Com cautela, autoridades ocidentais saudaram a medida, dizendo que isso poderia pressionar a Síria a se engajar em conversas diplomáticas para restabelecer a paz no país, dominado há cinco anos por uma guerra civil.
 
Uma nova rodada de negociações neste sentido entra hoje no segundo dia. Enquanto isso, uma comissão da ONU (Organização das Nações Unidas) irá apresentar mais à frente um relatório sobre crimes de guerra no país.

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Rússia e Turquia fazem acordo de cessar-fogo na Síria

 
Jornal GGN - Rússia e Turquia fecharam um acordo de cessar-fogo em todo o território da Síria, segundo a agência oficial de notícias de Ancara. Os dois países pretendem colocar a trégua em a partir da madrugada desta quinta (29).
 
O cessar-fogo vale para “todas as zonas de combate entre as forças do governo e os rebeldes”. A exceção é a manutenção dos ataques contra os “grupos terroristas”. O documento será submetido à aprovação do governo sírio e dos grupos de oposição. 
 
Representantes do Rússia, Turquia e Irã debatem desde a semana passada saídas para encerrar o conflito sírio. O acordo não inclui os ataques dos Estados Unidos e da coalização internacional. 

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China pede que Trump tenha moderação em debate sobre Coreia do Norte

Jornal GGN - Nesta terça-feira (3), o governo da China afirmou que “as partes devem evitar palavras e ações que levem a uma escalada de tensões”, após receber críticas do presidente eleito dos EUA, Donald Trump, sobre a questão nuclear da Coreia do Norte.

Trump afirmou que os chineses estariam agindo de maneira passiva com o programa nuclear norte-coreano. “ "A China vem tomando enormes quantidades de dinheiro e riqueza dos EUA em um comércio totalmente unilateral, mas não ajudará com a Coreia do Norte. Que lindo!", afirmou o republicano.

O porta-voz das Relações Exteriores da China respondeu ressaltando que os esforços do país foram reconhecidos pela comunidade internacional. “"A cooperação econômica entre China e EUA é mutuamente benéfica e, se surgirem problemas nela, estes devem ser tratados apropriadamente, através de diálogo e consultas", afirmou.

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Intervenção russa na Síria assusta o Ocidente

Por junior50

Intervenções russas, ou..... Ocidente assustou.
 
Pela primeira vez na História, incluindo os períodos imperiais, soviéticos e atuais, unidades militares russas deslocaram-se, de "bandeira aberta", além de suas fronteiras imediatas, conduzindo ações diretas, na Síria.
 
Ao contrário dos Estados Unidos e das ulteriores potencias européias, que sempre, desde os tempos coloniais, procuraram "projetar poder", bem além de suas fronteiras, a Rússia nunca o fez diretamente, nem mesmo em suas doutrinas navais - incluindo as imperiais antes de 1917 - tiveram este escopo, ou se fundamentaram em equipamentos para tal projeção. É fato corrente a pergunta, meio bocó : " Os soviéticos, como atualmente a Rússia, não possui Porta-Aviões pesados, como os americanos" - Claro que não, nunca foram necessários.

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Momento atual não é o ideal para reforma política profunda, afirma Jairo Nicolau

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Foto: José Cruz/Agência Brasil
 
Jornal GGN - Cientista político, professor da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e autor do livro "Representantes de Quem? Os (Des)caminhos do seu Voto da Urna à Câmara dos Deputados", Jairo Nicolau crê que o momento atual não é o ideal para realizar uma profunda reforma política. 
 
“O fundamental é preparar, nesse momento, a eleição de 2018. Nem seria uma reforma política, mas pequenas alterações. Criar regras para reduzir a fragmentação partidária, que provavelmente vai aumentar se nada for feito", afirma Nicolau, que acredita que, em 2019, o Congresso terá novas forças políticas e mais representatividade.

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A regulação da mídia nos EUA, Argentina e outros países

Jornal GGN - Ao contrário do Brasil, a regulação da mídia ocorre em diversos países do mundo, mas com diferenças em seus marcos regulatórios. Nos Estados Unidos e na Argentina, as normas regulam temas econômicos, enquanto no Reino Unido um conjunto de regras foi estabelecido após um escândalo de escutas ilegais realizadas por tabloides.

No caso dos EUA, a regulação das telecomunicações fica a cargo da Federal Communications Commision, o FCC, agência independente do governo. O órgão é responsável por outorgar concessões e fiscalizar propriedades cruzadas de meios de comunicação, que é proibida. Em casos excepcionais, o FCC também regula o conteúdo transmitido.

Da BBC Brasil

 
Luiza Bandeira, Alessandra Corrêa, Marcia Carmo e Claudia Jardim
 
1/12/2014
 
O PT aprovou, neste final de semana, uma resolução política que pede a criação de um novo marco regulatório para a mídia. O presidente do partido, Rui Falcão, afirmou que a presidente Dilma Rousseff se comprometeu a fazer uma consulta pública sobre a questão no segundo semestre.

Tema polêmico no Brasil, a regulação da mídia ocorre de formas distintas pelo mundo.

Nos Estados Unidos e na Argentina, as normas regulam principalmente temas econômicos – é este tipo de regulação que a presidente Dilma diz querer discutir no próximo mandato.

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Thaisa Bergmann, a brasileira premiada por pesquisa com buracos negros

Enviado por Cafezá

Do Hype Science

Astrofísica brasileira ganha prêmio internacional por pesquisa sobre buracos negros

A astrofísica brasileira Thaisa Bergmann, professora da Universidade do Rio Grande do Sul, ganhou recentemente o prêmio “Para Mulheres Na Ciência” (“For Women In Science”), da Fundação L’Oréal em parceria com a UNESCO, por conta de sua pesquisa sobre buracos negros.

Atualmente na 17ª edição, essa premiação internacional é destinada a reconhecer e apoiar a contribuição científica de cinco laureadas, uma de cada canto do globo, anualmente. Thaisa representa a América Latina, e é a sexta brasileira a se juntar ao time de vencedoras.

“A visibilidade que o prêmio dá é incrível. É muito gratificante saber que todo meu esforço é valorizado”, diz Thaisa.

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Os violões finalistas da Semana Assad

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Áudio

25º Fórum Brasilianas.org - Palestras Jéthero e João Paulo


69:52 minutos (63.97 MB)

Áudio das palestras de Jéthero Miranda e João Paulo Rodrigues Matta no 25º Fórum de Debates Brasilianas.org, sobre Indústrias Criativas