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Formação Psicologia - Anhembi Morumbi

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O absurdo do post do Constantino, por Matê da Luz

por Matê da Luz

Me recuso a compartilhar o link do post porque, como comunicadora que fui, entendo que compartilhamento gera page rank e este é um indicador que positiva o que foi publicado, independente do conteúdo indexado. 

Fato é que estou perplexa como em pleno 2017 alguém tem a capacidade de escrever tanta asneira em tão poucas linhas, e ainda argumentar com texto em inglês pra tentar embasar o que está falando. 

O cara escreveu, em linhas gerais e com toda minha opinião contrária pulsando nos dedos enquanto escrevo, além de algumas lágrimas na alma, que este tipo de escrita só é possível porque não é absurdo pra tanta gente este tipo de abordagem, pasmém!, que estamos vivendo numa era de pais obsoletos e que, por isso, os gays existem enquanto a gente vai achando isso normal.

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Mudança de planos: a maioridade da filha única e os impactos na vida individual, por Matê da Luz

por Matê da Luz

Estou tomada por uma emoção que não sei classificar. Vem acontecendo há uns três meses, desde quando tomei consciência sobre minha filha ter finalizado a fase escolar e estar caminhando para as escolhas adultas, maduras e individuais, estas que dão conta de que parte do meu "trabalho" como mãe estão com os dias contados, liberando espaço pra um novo papel, no meu caso, espero, pois foi o que plantei com muito amor nestes quase 18 anos, o de desfrute da presença, o compartilhamento da vida, o aproveitar que estamos juntas nesse mundo aqui. 

Digo que o trabalho está com os dias contados porque existe, sim, um período pra cada tipo de papel de mãe na vida de um filho. As escolhas individuais que cada mãe e pai faz em relação à rotineira tarefa de estar ali e educar, criar, plantar, podar, semear, enfim, todas estas escolhas florescem e, ritualisticamente, são pontuadas atualmente pelas fases escolares. É um encanto que isso aconteça com tanta transparência no modelo Waldorf de educação, mas não deixa de ser bonito quando a gente se percebe vivenciando este tipo de emoção fora dos sistemas. 

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Apenas um conto tentado de amor, por Matê da Luz

Apenas um conto tentado de amor

por Matê da Luz

Livre, eu danço sem perceber o mundo ao redor. Nada importa, só meu movimento no ritmo lento e confortável da música e, então, deve ser por isso, porque estou lá comigo mesma, inteira, você chega. Vem, encontra, dispersa e desperta em mim aquilo que coloquei pra dormir porque há tempos o amor doeu de um jeito que já não desejo mais sentir. E, agora percebo, já não sei mais escrever também: as palavras são acompanhadas de medo, bloqueio e caem num contexto de parar de fluir porque o amor não deve existir assim, simples e feliz, do tipo que sai se beijando pelas ruas e não tem pressa de voltar. Não, o amor não deve existir assim, desse jeito que anda de bicicleta e sorri, que cozinha e divide, que deita no peito um do outro e se separa pra ocupar melhor a cama e o espaço porque acariciar é uma coisa e dormir é outra, que faz corte no peito quando uma frase sai no tom errado e logo pede desculpa e dá um beijo na testa e não, não é possível que o amor seja isso que te faz chorar quando eu choro porque quero ser do meu jeito e tenho medo de você não gostar. Não é possível que só eu não tenha percebido que o amor tá aqui sim, só que ando com um medo tão grande de sentir que, ah, deixa pra lá, te deixo pra lá e só quero voltar pra minha dança. Sozinha, que é mais seguro, apesar de tão escuro. 

Te quero aqui. 

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O pior tipo de argumento é..., por Matê da Luz

por Matê da Luz

Hoje vai ser um post-desabafo, algo rápido e rasteiro, mas que olha, vou te contar: tem cansado, e não é pouco não, querer entrar em diálogo. Porque não sei se acontece o mesmo por aí mas 1- as pessoas já estão com as armas levantadas; 2- você mal começa a falar e já é colocada num escaninho (direita, esquerda, hétero, homo e por aí vai...) e/ou 3- quase sempre o povo foge do tema pra te agredir como retruco. 

Um exemplo: você escreve ou fala que gosta muito do Obama, que está emocionada com o discurso dele para a mulher e que de repente encararia um romance pra vida toda com alguém que topasse esse tipo de parceria, ai, que lindo é o amor. Daí tem um ou dois perto de você - ou muitos pra comentar, se for em rede social, porque, né?, pra que conversar se a gente pode postar? - e já começa: "mas os democratas isso, os democratas aquilo". Gente, eu não tô defendendo política. Não tô falando que o cara foi o melhor presidente do mundo, impecável ou coisa assim - tô falando que ele é um marido fofo e que, quem sabe, eu queira um marido assim, embasada somente pelo que vi publicamente naquele vídeo. 

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Meryl Streep e minhas lágrimas da semana, por Matê da Luz

por Matê da Luz

Ora pois, tenho percebido que cada um de nós vive numa bolha. Uma bolha que acaba postando a mesma coisa, lendo sobre a mesma coisa, falando sobre a mesma coisa - e isso não tem a ver somente com nossos interesses, mas especialmente com nossas limitações. Confesso: ando limitada pra me envolver com política, por diversos motivos, mas especialmente porque ainda não consegui entender/aceitar o que está acontecendo politicamente no mundo e tá tudo bem se você achar que isso é porque o mundo tem escolhido governantes que não estão de acordo com as "minhas preferências", porque de um tempinho pra cá passei a notar o quanto as "minhas preferências" são as que, sim, me parecem corretas, inclusivas, éticas e, no mais, elas são minhas, o que quer dizer que convivo com elas 24 horas por dia, enquanto você, se não concordar comigo, pode sair andando em direção aos seus próprios pronomes possessivos. 

Ufa!

Dito tudo isso, e espero provocar alguma reflexão em você, ou que você provoque de volta em mim, aqui embaixo, nos comentários, preciso falar sobre o discurso da Meryl Streep. Você viu? 

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Pão de Açúcar lança venda de produtos a granel, por Matê da Luz

por Matê da Luz

O tamanho do sorriso ao me deparar com essa notícia beira o indescritível. Acredita em sintonia e sicronicidade? Pois bem, escrevi hoje mesmo o artigo com dicas pra gerar menos lixo e, tchanan!, vi a notícia de que o Pão de Açúcar começa a vender a granel.

Ainda é só em uma loja, a da Ricardo Jafet em São Paulo mas, como bem diz a reportagem do site São Paulo São, o varejo é um enorme estimulador/semeador de novos comportamentos e, portanto, o ânimo que este tipo de iniciativa promove há de ser celebrado de verdade - isso porque uma loja do porte do Pão de Açúcar estimular que os consumidores experimentem comprar uma grande variedade de produtos a granel significa, dentre tantas outras coisas, estimular uma nova forma de pensar mais consicente sobre consumo, pra dizer o mínimo, sobre embalagens e, consequentemente, sobre a produção de lixo. 

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Como produzir menos lixo em 2017 ou "não existe lá fora", por Matê da Luz

por Matê da Luz

Você já observou o volume de lixo que produz em um dia, uma semana, um mês? Se ainda não fez, sugestão: faça. Mesmo que separando os recicláveis, o que já é um adianto e tanto para a continuidade da civilização, NÃO EXISTE "LÁ FORA" QUANDO SE TRATA DE DESCARTE, quer dizer, esse lixo todo vai pra algum lugar e, se você tem o mínimo de noção espacial, já deve ter percebido o quanto estamos espremidos nessa esfera chamada Terra que, além de tudo, tem reclamado bastante do nosso comportamento por aqui.

Há algumas formas de contribuir seriamente para a diminuição da produção de lixo, vamos lá: 

- compostagem: aproveitar o lixo orgânico como adubo é das coisas mais simples e geniais que você pode se comprometer a fazer. Funciona em pequenos espaços e exige o mínimo de habilidade para construir, veja aqui

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As cores para 2017, por Matê da Luz

por Matê da Luz

Ainda não acabou. Respira, profunda e lentamente. 2016 está sendo um ano daqueles, cada mergulho um flash. Ontem foi o George Michael, após tantos outros ícones que foram passear do lado de lá, dentre outras surpresas nada bacanas que este período complexo trouxe pra gente por aqui. 

Daí que algumas pessoas, como eu, começam a pensar e planejar o ano novinho em folha que chega por aí: agenda nova, folhas A3 riscadas mensalmente e as canetas - ou, mais tecnológicos, utilizam os planners digitais. Não importa: o que é premissa pra este momento é a alegria e a vontade de se comprometer com o que vem pela frente, animando as intenções "apesar da crise", pra usar um dos bordões mais fortes de 2016. 

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Um tanto de tudo e o tempo, como fica?, por Matê da Luz

por Matê da Luz

A correria de final de ano é daquelas coisas que a gente sabe que vai ter e que acaba sempre pegando - por que diabos, então, a gente não se programa pra não ter que correr contra o tempo esta época do ano? 

Se todo ano é assim, o que falta pra não se atropelar? 

Este tipo de reflexão tem aparecido por aqui com mais e mais força por conta da inclusão de um curso universitário com provas (esqueci como era isso de estudar pra ter que tirar nota, gente do céu!!!!), o crescimento da minha pequena empresa (em tempos de crise, quem se beneficia é o pequeno, vai por mim) e com algumas despedidas melancólicas e felizes, como a da filha que já caminha pra faculdade - ou não, porque a gente meio que acha uma baita sacanagem sair da escola e já se envolver com outra vida acadêmica, mas isso é assunto pra um outro post que vem, vem sim, tomara que sem muito atraso pra editora não brigar comigo! 

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Gustavo Gitti, um cara que eu acho que você precisa ler, por Matê da Luz

por Matê da Luz

Fiz uma seleção forçada no conteúdo que venho absorvendo ao longo do ano e, choque positivo!, minha vida melhorou e não foi pouco não. Isso porque tenho uma cabeça que funciona à pleno vapor e me envolvo com os temas, sim, eu sei, selecionar o que absorvo é também meta pro ano que chega. 

Enquanto isso de não ser tão esponja não acontece, resolvi peneirar o conteúdo com que tenho relação rotineira e estou/sempre fui encantada com o Gustavo Gitti. 

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A Revista Poder deste mês, por Matê da Luz



Por Matê da Luz

Não sei onde li que não é pra começar a retrospectiva ainda, porque 2016 está sendo "cada dia um flash".

Estudei em escolas particulares caras, tive oportunidade atrás de oportunidade na vida (e ainda tenho, axé!), já fiz muito rolo com dinheiro por conta de ambição e vazio existencial e, enfim, me recordo de momentos quase que absolutamente egoístas na minha trajetória. Tenho o que comer (bem), onde dormir (confortavelmente) e uma família que garante bases excelentes para meu desenvolvimento. Viajei para alguns países, falo inglês, tenho assinatura de Netflix e Spotify, plano de saúde com boa cobertura, além de garantir basicamente os mesmos benefícios para minha filha.

Definitivamente não sou partidária de esquerda porque tive uma vida sofrida.

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Sobre a humildade de ser grande, por Matê da Luz

por Matê da Luz

Estou com estas palavras ecoando na cabeça há dias, mas só agora consegui sentar e escrever sobre elas. 

"Me desculpe, me desculpe, eu errei. Podemos começar de novo? Estou muito nervosa, emocionada."

Foram ditas por Patti Smith durante a cerimônia do Nobel, onde representou Bob Dylan, premiado neste ano e que não pode comparecer por conta de compromissos já agendados. Vale assistir o vídeo:

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Estado de pausa mental, por Matê da Luz

por Matê da Luz

Não sei se você já passou por isso mas de repente você olha pra vida e ela parece um filme em slow motion mas ao mesmo tempo abarrotada de atividades que parecem não ter fim - por mais que você insista em editar as listas de afazeres do dia por ordem de prioridade, parece que tudo é pra ontem e nada parece ir pra frente de fato, de tanta pendência que você tem. Ufa! Acho que este é o pior tipo de consumidor de energia, um carburizador mesmo, porque além de todas as coisas e sensações do que você simplesmente tem que fazer, fica a falta de realização que só o comprometimento com o passado é capaz de trazer à tona. 

Por acaso você já se comprometeu com algo que está no seu sonho? Alguma coisa que você mal consegue enxergar mas que move seu dia a dia, move suas vontades e escolhas rotineiras e, então, por mais coisas e tarefas que você tenha, por mais degraus que precise galgar, por mais energia e tempo que isso te tome - parece que a energia se multiplica, vem não sei de onde, aparece, é trocada nos encontros e reencontros que a vida nos dá. 

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Um choro pelo Brasil todo, por Matê da Luz

por Matê da Luz

Estes dias estava conversando com uma amiga sobre auto-estima: falamos sobre conceitos, sobre práticas, sobre espelhamento e também sobre o contexto nacional, externo, que também impacta sobre nós. 

Um dos pontos onde demoramos mais na prosa foi a questão ancestral, aquela que se mantém enraizada na gente quer queira, quer não e, porfim, acaba impactando algumas de nossaa ações rotineiras mesmo que a gente não perceba. A raiz ancestral do Brasil é uma raiz tão sacana e cruel, de abuso de poder, de escravatura, de colonização e de feitos gloriosos embasados por mortes que, olha, não é anormal que a gente sinta um peso que não sabe de onde vem. 

Neste mesmo ponto, dentro deste contexto, a gente dialogou sobre a resistência, sobre a luta, sobre as saídas que os negros, especialmente os negros, encontraram pra sobreviver a tamanha atrocidade rotineira: a música, a culinária, o culto, tudo isso que, mesmo trazido do continente do lado de lá, teceu as teias da libertação das almas, pelo menos de alguma forma, em solo nacional. 

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Maria Bethânia e Iansã, por Matê da Luz

por Matê da Luz

De todas as intérpretes nacionais, Maria Bethânia é a que mais exalta Iansã, a rainha dos raios, ventos e tempestades. Foi, inclusive, homenageada pela escola de samba carioca Mangueira no carnaval de 2016 com o samba enredo "A Filha de Oyá".

Hoje, 04 de Dezembro, dia do Orixá - que também abençoa minha cabeça - deixo um compilado de vídeos com canções que, na deliciosa voz de Bethânia, encantam e aproximam das energias vibracionais desta linda mãe. 

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