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Formação Pós-doutor e doutor em História (UFF), mestre em Ciência Política (UFRJ)

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A criação da antiga lei do 13º salário é ainda educativa para os trabalhadores, por Roberto Bitencourt da Silva

A criação da antiga lei do 13º salário é ainda educativa para os trabalhadores

por Roberto Bitencourt da Silva

Chega o mês de dezembro, hora de os trabalhadores com vínculo empregatício formal receberem o seu 13º salário. O comércio e o fiapo de indústria ainda existente tendem a aquecer, por conta da elevação da capacidade de consumo da classe trabalhadora.

A princípio, muitos ficam felizes. Contudo, em especial, as frações do grande ao micro empresariado manifestam descontentamento em pagar o benefício aos seus empregados. Vistas curtas, sobretudo do micro ao médio capital, almejam consumidores para seus produtos e serviços, sem a contrapartida da dilatação do poder de compra na sociedade.

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A dependência brasileira e o imperialismo em números, por Roberto Bitencourt da Silva

A dependência brasileira e o imperialismo em números

por Roberto Bitencourt da Silva

Em função do golpe de Estado judicial-midiático-parlamentar, ainda em curso, desferido originalmente contra a soberania do voto popular, uma antiga categoria política voltou a circular no debate público nacional, particularmente à esquerda e entre setores progressistas: o imperialismo.

Convenhamos, trata-se de uma palavra que havia sido colocada de lado, concebida como expressão de um fenômeno anacrônico, incompatível com o mundo “globalizado” e com a “democracia” brasileira, que muitos se jactavam como estabelecida e em processo de avanço cultural e institucional. O imperialismo havia sido esquecido. Algo démodé. Mesmo entre amplas frações das esquerdas.

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Nildo Ouriques falou sobre a “necessária Revolução Brasileira” na UERJ, por Roberto Bitencourt da Silva

Da esquerda para a direita: Aurélio Fernandes, Nildo Ouriques e Bicalho.
Foto: Roberto Bitencourt da Silva.

Nildo Ouriques falou sobre a “necessária Revolução Brasileira” na UERJ

por Roberto Bitencourt da Silva

O professor da Universidade Federal de Santa Catarina, economista e pré-candidato à Presidência da República pelo PSOL, Nildo Domingos Ouriques, esteve nesta quarta-feira no Rio de Janeiro, para atender compromissos de sua campanha à indicação partidária.

Na agenda, ocorreu evento na UERJ, que foi marcado por uma instigante conferência proferida pelo professor, assim como por um diálogo profícuo com estudantes, professores e ativistas do PSOL e de demais círculos políticos não partidários de esquerda.

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Morreu Moniz Bandeira, um grande pensador brasileiro, por Roberto Bitencourt da Silva

Foto: Arquivo Pessoal

Por Roberto Bitencourt da Silva

O Brasil acaba de perder uma das suas melhores cabeças pensantes. O historiador e cientista político Luiz Alberto Moniz Bandeira faleceu nessa sexta-feira, na Alemanha, país onde residia há anos.

Nascido em Salvador/BA, no ano de 1935, durante a juventude dos decênios de 1950 e 1960 atuou no jornalismo e foi assessor legislativo do deputado federal e presidente da célebre Frente Parlamentar Nacionalista, o trabalhista Sergio Magalhães.

Depois do golpe civil-militar de 1964, acompanhou o igualmente trabalhista Leonel Brizola no exílio uruguaio, envolvido na costura das guerrilhas de conteúdo nacionalista, anti-imperialista e socialista. Moniz Bandeira chegou a ser preso na ditadura, no início da década de 1970. 

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A “Revolução Brasileira” de Nildo Ouriques, por Roberto Bitencourt da Silva

Imagem extraída do Youtube 

A “Revolução Brasileira” de Nildo Ouriques: entrevista com o pré-candidato à Presidência pelo Psol

"Temer é um governo sem qualquer apoio popular e, por isso mesmo, decisivo para a burguesia e suas frações (bancária, industrial, comercial e latifundiária). Ele terminará seus dias na cadeia, muito provavelmente, mas realiza o trabalho que a burguesia quer lubrificado com alta corrupção".

por Roberto Bitencourt da Silva

Economista, professor da Universidade Federal de Santa Catarina, importante pensador brasileiro que tem contribuído bastante para o debate público nos últimos anos, Nildo Ouriques é pré-candidato pelo Partido Socialismo e Liberdade (Psol) à Presidência da República.

Esse catarinense nascido na cidade de Joaçaba, de 58 anos de idade, engenhoso e aguerrido intelectual norteado por ideais nacionalistas, anti-imperialistas e de esquerda, lançou a sua pré-candidatura tem poucos meses. Desde então, Nildo tem circulado pelo País, em contato com estudantes, professores, ativistas e militantes de movimentos sociais e demais organismos populares e de esquerda.

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Um necessário compromisso da oposição: revogar as medidas de Temer, por Roberto Bitencourt da Silva

Um necessário compromisso da oposição: revogar as medidas de Temer

por Roberto Bitencourt da Silva

Diferentes nomes têm sido ventilados como potenciais candidatos à presidência da República.

Deixando de lado dúvidas sobre a efetiva realização das eleições (o horizonte é nebuloso), uma iniciativa de imediato deveria ser tomada por todas as possíveis candidaturas e seus partidos, que fazem oposição ao abjeto governo golpista capitaneado por Michel Temer (PMDB): a manifestação de um posicionamento claro, franco e incisivo, em relação às medidas antipopulares e antinacionais adotadas pelo governo de turno.

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Os servidores públicos precisam acionar os organismos internacionais, por Roberto Bitencourt da Silva

Os servidores públicos precisam acionar os organismos internacionais

por Roberto Bitencourt da Silva

Nessa quinta-feira (19/10), no Rio de Janeiro, foi lançada na UERJ a Frente Nacional em Defesa das Instituições Públicas do Ensino Superior. A Frente envolve diferentes entidades representativas dos estudantes, professores e técnico-administrativos universitários, assim como algumas centrais sindicais.

Trata-se de uma iniciativa muito importante que visa articular os agentes sociais diretamente envolvidos ou simpáticos às causas do ensino superior público no País. Os enormes cortes orçamentários em investimentos e custeio, os ataques desferidos por diferentes entes da Federação às universidades, são demasiadamente preocupantes e angustiantes.

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Jango, o Dia do Professor e milhares de docentes sem salários no RJ, por Roberto Bitencourt da Silva

Por Roberto Bitencourt da Silva

O Dia do Professor, data comemorativa que visa valorizar o magistério nacional, foi reconhecido oficialmente no ano de 1963, em decreto editado pelo grande presidente João Goulart.

Não é gratuito que precisamente no governo do presidente que mais próximo chegou de abrir os caminhos da soberania política, produtiva e tecnológica nacional, assim como o governo que mais estimulou a participação popular direta nos processos decisórios e na agenda pública, a homenagem ao professor tenha sido feita.

Por uma dessas coincidências da vida, Jango foi o presidente mais perseguido pelas forças burguesas e oligárquicas, reacionárias e entreguistas, domésticas e externas. De tão perseguido e submetido ao ódio conservador, o ex-presidente destituído pela força ilegítima não conseguiu mais pisar em suas terras. Morreu no exílio.

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O desmonte do Brasil-Nação e a sintonia neoliberal-evangélica, por Roberto Bitencourt da Silva

O desmonte do Brasil-Nação e a sintonia neoliberal-evangélica

por Roberto Bitencourt da Silva

Lendo o noticiário desse domingo, tropecei em uma curiosa matéria do Brasil 247 que trata da aproximação do czar da economia brasileira, o reacionário e entreguista ministro Henrique Meirelles, com o mundo religioso evangélico. Um fenômeno que não causa surpresa.

A relação entre neoliberalismo – uma corrente teórico-dogmática abstrata e semirreligiosa, propagada pelas escolas de economia, fóruns multilaterais e conglomerados de mídia – e seitas evangélicas é razoavelmente natural. Por outro lado, trata-se de um “casamento” que elucida, em parte, o desmonte do “Brasil-Nação” (para usar terminologia cara ao patriota e grande pensador social brasileiro Manoel Bomfim).

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Trabalhadores da Eletrobras estão mobilizados contra a privatização da empresa

Trabalhadores da Eletrobras estão mobilizados contra a privatização da empresa

por Roberto Bitencourt da Silva

Os empregados da Eletrobras estão mobilizando-se para protestar e resistir contra a privatização da empresa. Por meio do seu informativo, a Associação dos Empregados da Eletrobras (AEEL) afirma estar promovendo organização de um “grande ato em Defesa da Soberania Nacional”, no dia 3 de outubro, às 11 horas, no Centro do Rio de Janeiro.

A Associação destaca que “os países ricos” têm em vista “solapar as nossas riquezas, perspectivas de desenvolvimento e futuro das nossas crianças” e que também guardam o “interesse na venda do Sistema Eletrobras”. Ademais, considera que “o acesso à luz, energia e água dos nossos reservatórios é um direito público” e não uma “mercadoria”.

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Observações sobre a polêmica militar, por Roberto Bitencourt da Silva

Foto: Agência Brasil

Amplos segmentos das esquerdas brasileiras contemporâneas pecam, lastimavelmente, pela absoluta falta de percepção sobre a questão nacional. Nisso se diferem radicalmente das esquerdas pré-1964. Uma limitação subjetiva que inibe tanto a capacidade de proposição programática, quanto a identificação de bases sociais, parceiros, aliados, adversários, inimigos.

Isso restringe a interpretação sobre a realidade do País. Uma realidade subdesenvolvida, econômica e tecnologicamente dependente do exterior. Realidade que se encontra em franco e tenebroso processo de reconfiguração aprofundada da subalternidade econômica, cultural e política frente às potências capitalistas; o sentido decisivo do golpe de Estado de 2016.

O capital, enquanto sistema regulador do mundo, opera basicamente com três importantes dimensões espoliadoras: as assimetrias entre povos e Estados nacionais (centro e periferia); as relações de exploração de classe, entre proprietários de meios de produção e circulação e assalariados, empregados, desempregados, subempregados, inempregáveis; exploração e uso de divisões de gênero, étnico-raciais, não raro em articulação às demais dimensões.

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Os dilemas da Venezuela retratam importantes desafios da América Latina, por Roberto Bitencourt da Silva

Foto Agência EFE/Miguel Gutiérrez

Os dilemas da Venezuela retratam importantes desafios da América Latina

por Roberto Bitencourt da Silva

Hoje, uma vez mais, o povo venezuelano expressará e colocará em prática a sua soberania. Desde o advento do tenente-coronel Hugo Chávez na Presidência, em 1999, e, sobretudo, após o acolhimento, na Constituição do país, de princípios políticos convergentes com a interação entre mecanismos de representação e de participação política popular direta, no mesmo ano, seguidas têm sido as consultas à população, acerca das decisões e dos destinos nacionais.

Trata-se de um fenômeno político estranho no cenário prevalecente da América Latina – como em demais regiões do mundo –, pois a abundância institucional de participação, de processos eleitorais e de consultas (recall, referendos etc.), contrasta abertamente com os imperativos do chamado mercado. Este, por meio de seus porta-vozes, como despudoramente se vê em nosso Brasil, sequer os rituais eleitorais convencionais têm admitido e respeitado.   

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O cotidiano e as bases: dois focos necessários para as esquerdas, por Roberto Bitencourt da Silva

O cotidiano e as bases: dois focos necessários para as esquerdas

por Roberto Bitencourt da Silva

Em meio ao caos, à violação da Constituição de 1988 e do primado do voto popular, ao desmonte absoluto de direitos sociais e de instrumentos de soberania nacional, realmente, causa profundo desalento um traço saliente do comportamento das esquerdas: conferir atenção exclusiva à eleição de 2018. Algo totalmente fora de propósito.

Um fenômeno que não guarda a menor sintonia com a realidade brasileira, caracterizando, no momento, a diretriz de atuação e dos esforços de amplas faixas das diferentes correntes políticas e dos organismos partidários de esquerda.

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O neocolonialismo e a possibilidade de desintegração territorial brasileira, por Roberto Bitencourt da Silva

O neocolonialismo e a possibilidade de desintegração territorial brasileira

por Roberto Bitencourt da Silva

O sentido do golpe

A sociedade brasileira está submetida a uma condição abjeta: imoralidade desavergonhada de oligarquias políticas; um golpismo vende pátria despudorado que, ofendendo a consciência democrática e nacional do Povo Brasileiro, rasga a Constituição, despreza a soberania do voto popular e aliena o patrimônio público.

Sem qualquer respeito à chamada “opinião pública”, seja ela traduzida por voto, seja por sondagens de conjuntura ou por mobilizações populares de rua ou em rede. O entreguista deputado Rodrigo Maia (DEM) há meses esclareceu a coisa: “Não podemos aceitar que a Câmara se transforme em cartório carimbador de opiniões de partes da sociedade”. Absoluto enclausuramento institucional e político. Findo o fiapo de democracia.

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O “fora Temer” da Globo e a questão da legitimidade do poder, por Roberto Bitencourt da Silva

O “fora Temer” da Globo e a questão da legitimidade do poder

por Roberto Bitencourt da Silva

Instigante artigo escrito por Bia Barbosa e Camila Nóbrega, publicado em Carta Capital, descreve as divisões existentes entre os conglomerados de comunicação, a respeito do golpista Michel Temer (PMDB). Mapeia as diferenças entre as linhas editoriais das Organizações Globo em face da Band e do Estadão. Ademais, suscita uma importante indagação: o que a Globo quer?

A Globo, há algum tempo, tem se notabilizado pela veiculação de notícias desfavoráveis a Temer e pela retirada de potencial apoio ao nefasto e ilegítimo presidente. Uma circunstância realmente interessante e que merece reflexão, pois revela percepções distintas no seio do bloco de poder no Brasil.

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