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Formação Pós-doutor e doutor em História (UFF), mestre em Ciência Política (UFRJ)

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Nildo Ouriques falou sobre a “necessária Revolução Brasileira” na UERJ, por Roberto Bitencourt da Silva

Da esquerda para a direita: Aurélio Fernandes, Nildo Ouriques e Bicalho.
Foto: Roberto Bitencourt da Silva.

Nildo Ouriques falou sobre a “necessária Revolução Brasileira” na UERJ

por Roberto Bitencourt da Silva

O professor da Universidade Federal de Santa Catarina, economista e pré-candidato à Presidência da República pelo PSOL, Nildo Domingos Ouriques, esteve nesta quarta-feira no Rio de Janeiro, para atender compromissos de sua campanha à indicação partidária.

Na agenda, ocorreu evento na UERJ, que foi marcado por uma instigante conferência proferida pelo professor, assim como por um diálogo profícuo com estudantes, professores e ativistas do PSOL e de demais círculos políticos não partidários de esquerda.

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Morreu Moniz Bandeira, um grande pensador brasileiro, por Roberto Bitencourt da Silva

Foto: Arquivo Pessoal

Por Roberto Bitencourt da Silva

O Brasil acaba de perder uma das suas melhores cabeças pensantes. O historiador e cientista político Luiz Alberto Moniz Bandeira faleceu nessa sexta-feira, na Alemanha, país onde residia há anos.

Nascido em Salvador/BA, no ano de 1935, durante a juventude dos decênios de 1950 e 1960 atuou no jornalismo e foi assessor legislativo do deputado federal e presidente da célebre Frente Parlamentar Nacionalista, o trabalhista Sergio Magalhães.

Depois do golpe civil-militar de 1964, acompanhou o igualmente trabalhista Leonel Brizola no exílio uruguaio, envolvido na costura das guerrilhas de conteúdo nacionalista, anti-imperialista e socialista. Moniz Bandeira chegou a ser preso na ditadura, no início da década de 1970. 

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A “Revolução Brasileira” de Nildo Ouriques, por Roberto Bitencourt da Silva

Imagem extraída do Youtube 

A “Revolução Brasileira” de Nildo Ouriques: entrevista com o pré-candidato à Presidência pelo Psol

"Temer é um governo sem qualquer apoio popular e, por isso mesmo, decisivo para a burguesia e suas frações (bancária, industrial, comercial e latifundiária). Ele terminará seus dias na cadeia, muito provavelmente, mas realiza o trabalho que a burguesia quer lubrificado com alta corrupção".

por Roberto Bitencourt da Silva

Economista, professor da Universidade Federal de Santa Catarina, importante pensador brasileiro que tem contribuído bastante para o debate público nos últimos anos, Nildo Ouriques é pré-candidato pelo Partido Socialismo e Liberdade (Psol) à Presidência da República.

Esse catarinense nascido na cidade de Joaçaba, de 58 anos de idade, engenhoso e aguerrido intelectual norteado por ideais nacionalistas, anti-imperialistas e de esquerda, lançou a sua pré-candidatura tem poucos meses. Desde então, Nildo tem circulado pelo País, em contato com estudantes, professores, ativistas e militantes de movimentos sociais e demais organismos populares e de esquerda.

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Um necessário compromisso da oposição: revogar as medidas de Temer, por Roberto Bitencourt da Silva

Um necessário compromisso da oposição: revogar as medidas de Temer

por Roberto Bitencourt da Silva

Diferentes nomes têm sido ventilados como potenciais candidatos à presidência da República.

Deixando de lado dúvidas sobre a efetiva realização das eleições (o horizonte é nebuloso), uma iniciativa de imediato deveria ser tomada por todas as possíveis candidaturas e seus partidos, que fazem oposição ao abjeto governo golpista capitaneado por Michel Temer (PMDB): a manifestação de um posicionamento claro, franco e incisivo, em relação às medidas antipopulares e antinacionais adotadas pelo governo de turno.

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Os servidores públicos precisam acionar os organismos internacionais, por Roberto Bitencourt da Silva

Os servidores públicos precisam acionar os organismos internacionais

por Roberto Bitencourt da Silva

Nessa quinta-feira (19/10), no Rio de Janeiro, foi lançada na UERJ a Frente Nacional em Defesa das Instituições Públicas do Ensino Superior. A Frente envolve diferentes entidades representativas dos estudantes, professores e técnico-administrativos universitários, assim como algumas centrais sindicais.

Trata-se de uma iniciativa muito importante que visa articular os agentes sociais diretamente envolvidos ou simpáticos às causas do ensino superior público no País. Os enormes cortes orçamentários em investimentos e custeio, os ataques desferidos por diferentes entes da Federação às universidades, são demasiadamente preocupantes e angustiantes.

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Jango, o Dia do Professor e milhares de docentes sem salários no RJ, por Roberto Bitencourt da Silva

Por Roberto Bitencourt da Silva

O Dia do Professor, data comemorativa que visa valorizar o magistério nacional, foi reconhecido oficialmente no ano de 1963, em decreto editado pelo grande presidente João Goulart.

Não é gratuito que precisamente no governo do presidente que mais próximo chegou de abrir os caminhos da soberania política, produtiva e tecnológica nacional, assim como o governo que mais estimulou a participação popular direta nos processos decisórios e na agenda pública, a homenagem ao professor tenha sido feita.

Por uma dessas coincidências da vida, Jango foi o presidente mais perseguido pelas forças burguesas e oligárquicas, reacionárias e entreguistas, domésticas e externas. De tão perseguido e submetido ao ódio conservador, o ex-presidente destituído pela força ilegítima não conseguiu mais pisar em suas terras. Morreu no exílio.

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O desmonte do Brasil-Nação e a sintonia neoliberal-evangélica, por Roberto Bitencourt da Silva

O desmonte do Brasil-Nação e a sintonia neoliberal-evangélica

por Roberto Bitencourt da Silva

Lendo o noticiário desse domingo, tropecei em uma curiosa matéria do Brasil 247 que trata da aproximação do czar da economia brasileira, o reacionário e entreguista ministro Henrique Meirelles, com o mundo religioso evangélico. Um fenômeno que não causa surpresa.

A relação entre neoliberalismo – uma corrente teórico-dogmática abstrata e semirreligiosa, propagada pelas escolas de economia, fóruns multilaterais e conglomerados de mídia – e seitas evangélicas é razoavelmente natural. Por outro lado, trata-se de um “casamento” que elucida, em parte, o desmonte do “Brasil-Nação” (para usar terminologia cara ao patriota e grande pensador social brasileiro Manoel Bomfim).

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Trabalhadores da Eletrobras estão mobilizados contra a privatização da empresa

Trabalhadores da Eletrobras estão mobilizados contra a privatização da empresa

por Roberto Bitencourt da Silva

Os empregados da Eletrobras estão mobilizando-se para protestar e resistir contra a privatização da empresa. Por meio do seu informativo, a Associação dos Empregados da Eletrobras (AEEL) afirma estar promovendo organização de um “grande ato em Defesa da Soberania Nacional”, no dia 3 de outubro, às 11 horas, no Centro do Rio de Janeiro.

A Associação destaca que “os países ricos” têm em vista “solapar as nossas riquezas, perspectivas de desenvolvimento e futuro das nossas crianças” e que também guardam o “interesse na venda do Sistema Eletrobras”. Ademais, considera que “o acesso à luz, energia e água dos nossos reservatórios é um direito público” e não uma “mercadoria”.

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Observações sobre a polêmica militar, por Roberto Bitencourt da Silva

Foto: Agência Brasil

Amplos segmentos das esquerdas brasileiras contemporâneas pecam, lastimavelmente, pela absoluta falta de percepção sobre a questão nacional. Nisso se diferem radicalmente das esquerdas pré-1964. Uma limitação subjetiva que inibe tanto a capacidade de proposição programática, quanto a identificação de bases sociais, parceiros, aliados, adversários, inimigos.

Isso restringe a interpretação sobre a realidade do País. Uma realidade subdesenvolvida, econômica e tecnologicamente dependente do exterior. Realidade que se encontra em franco e tenebroso processo de reconfiguração aprofundada da subalternidade econômica, cultural e política frente às potências capitalistas; o sentido decisivo do golpe de Estado de 2016.

O capital, enquanto sistema regulador do mundo, opera basicamente com três importantes dimensões espoliadoras: as assimetrias entre povos e Estados nacionais (centro e periferia); as relações de exploração de classe, entre proprietários de meios de produção e circulação e assalariados, empregados, desempregados, subempregados, inempregáveis; exploração e uso de divisões de gênero, étnico-raciais, não raro em articulação às demais dimensões.

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Os dilemas da Venezuela retratam importantes desafios da América Latina, por Roberto Bitencourt da Silva

Foto Agência EFE/Miguel Gutiérrez

Os dilemas da Venezuela retratam importantes desafios da América Latina

por Roberto Bitencourt da Silva

Hoje, uma vez mais, o povo venezuelano expressará e colocará em prática a sua soberania. Desde o advento do tenente-coronel Hugo Chávez na Presidência, em 1999, e, sobretudo, após o acolhimento, na Constituição do país, de princípios políticos convergentes com a interação entre mecanismos de representação e de participação política popular direta, no mesmo ano, seguidas têm sido as consultas à população, acerca das decisões e dos destinos nacionais.

Trata-se de um fenômeno político estranho no cenário prevalecente da América Latina – como em demais regiões do mundo –, pois a abundância institucional de participação, de processos eleitorais e de consultas (recall, referendos etc.), contrasta abertamente com os imperativos do chamado mercado. Este, por meio de seus porta-vozes, como despudoramente se vê em nosso Brasil, sequer os rituais eleitorais convencionais têm admitido e respeitado.   

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O cotidiano e as bases: dois focos necessários para as esquerdas, por Roberto Bitencourt da Silva

O cotidiano e as bases: dois focos necessários para as esquerdas

por Roberto Bitencourt da Silva

Em meio ao caos, à violação da Constituição de 1988 e do primado do voto popular, ao desmonte absoluto de direitos sociais e de instrumentos de soberania nacional, realmente, causa profundo desalento um traço saliente do comportamento das esquerdas: conferir atenção exclusiva à eleição de 2018. Algo totalmente fora de propósito.

Um fenômeno que não guarda a menor sintonia com a realidade brasileira, caracterizando, no momento, a diretriz de atuação e dos esforços de amplas faixas das diferentes correntes políticas e dos organismos partidários de esquerda.

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O neocolonialismo e a possibilidade de desintegração territorial brasileira, por Roberto Bitencourt da Silva

O neocolonialismo e a possibilidade de desintegração territorial brasileira

por Roberto Bitencourt da Silva

O sentido do golpe

A sociedade brasileira está submetida a uma condição abjeta: imoralidade desavergonhada de oligarquias políticas; um golpismo vende pátria despudorado que, ofendendo a consciência democrática e nacional do Povo Brasileiro, rasga a Constituição, despreza a soberania do voto popular e aliena o patrimônio público.

Sem qualquer respeito à chamada “opinião pública”, seja ela traduzida por voto, seja por sondagens de conjuntura ou por mobilizações populares de rua ou em rede. O entreguista deputado Rodrigo Maia (DEM) há meses esclareceu a coisa: “Não podemos aceitar que a Câmara se transforme em cartório carimbador de opiniões de partes da sociedade”. Absoluto enclausuramento institucional e político. Findo o fiapo de democracia.

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O “fora Temer” da Globo e a questão da legitimidade do poder, por Roberto Bitencourt da Silva

O “fora Temer” da Globo e a questão da legitimidade do poder

por Roberto Bitencourt da Silva

Instigante artigo escrito por Bia Barbosa e Camila Nóbrega, publicado em Carta Capital, descreve as divisões existentes entre os conglomerados de comunicação, a respeito do golpista Michel Temer (PMDB). Mapeia as diferenças entre as linhas editoriais das Organizações Globo em face da Band e do Estadão. Ademais, suscita uma importante indagação: o que a Globo quer?

A Globo, há algum tempo, tem se notabilizado pela veiculação de notícias desfavoráveis a Temer e pela retirada de potencial apoio ao nefasto e ilegítimo presidente. Uma circunstância realmente interessante e que merece reflexão, pois revela percepções distintas no seio do bloco de poder no Brasil.

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Rio de Janeiro como principal laboratório neoliberal da América Latina, por Marcos Pedlowski

Sugestão de Roberto Bitencourt da Silva

do Blog do Pedlowski

Rio de Janeiro como principal laboratório neoliberal da América Latina

por Marcos Pedlowski


O imbróglio envolvendo o chamado “plano de recuperação fiscal” imposto pelo governo “de facto” de Michel Temer sobre o cambaleante (des) governo Pezão seria patético se não fosse trágico. Após exigir e conseguir enormes concessões por parte da Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj), Michel Temer e seu ainda ministro/banqueiro Henrique Meirelles não conseguem (ou não querem conseguir) dar andamento ao que foi obtido. De sua parte, o (des) governador Pezão é a expressão máxima da incapacidade ao demonstrar completa inépcia para dar conta de questões básicas quanto mais de resolver os graves problemas que afogam o Rio de Janeiro numa grave crise neste momento.

Mas esqueçamos por um momento dos personagens toscos que povoam os cargos diretivos para nos concentrar no que efetivamente está sendo feito no Rio de Janeiro. É que somando tudo o que ocorreu após a chegada de Sérgio Cabral et caterva no Palácio Guanabara, o que temos de fato é a transformação do estado num laboratório avançado das piores expressões das políticas de recorte neoliberal em toda a América Latina.

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Observações sobre fascismo e entreguismo no Brasil, por Roberto Bitencourt da Silva

Observações sobre fascismo e entreguismo no Brasil

por Roberto Bitencourt da Silva

Volta e meia tropeçamos com esses tipos de denúncias: “vejam o que estão fazendo esses fascistas!”; “os fascistas estão prestes a assumir o poder no Brasil!”; “isso é uma perseguição fascista!”; “esse projeto é fascista!”.

São frases atemorizantes que circulam folgadamente de uns anos para cá, no webjornalismo alternativo, entre círculos partidários e não partidários progressistas, no seio de movimentos sociais, já alcançando certa força retórica elástica em demais círculos da sociedade.

Basicamente, as preocupações que dão suporte às denúncias giram em torno da observação de comportamentos marcados por ódio às classes populares, social e economicamente mais humildes e marginalizadas, por práticas de intolerância criminosa e agressividade contra as diferenças (sejam elas quais forem) e por um desrespeito, em geral, ao primado dos direitos humanos.

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