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Como Marina tenta montar o reverso de Lula

Antes de entrar no tema, um pedido de desculpas. No artigo “O mito do cavaleiro solitário” atribuí a Marina Silva a condenação das pesquisas com células tronco e o ensino exclusivo do criacionismo nas escolas. Conferindo matérias da época, fica claro que em nenhum momento Marina colocou suas convicções acima da liberdade de pesquisa da ciência.

Agora, ao tema.

O episódio Malafaia é elucidativo para entender dois pontos apontados aqui no Blog, sobre o programa e a candidatura de Marina Silva.

O primeiro, a qualidade do programa original da Rede Sustentabilidade.

Quem acompanha a série que escrevo sobre o Brasil 2015 poderá conferir que a maioria absoluta dos conceitos defendidos – e das críticas que faço à condução das políticas públicas - foi contemplada no Programa do Sustentabilidade..

O segundo, a incapacidade de Marina Silva de minimamente administrar conflitos. E, de certo modo, a falta de fôlego da própria Rede para enfrentar o velho.

Dois episódios demonstram isso.

1. O caso do aprofundamento da democracia participativa, uma das grandes bandeiras atuais. Bastou uma manchete preconceituosa do Estadão para a Rede soltar uma nota informando que os conceitos criticados pelo jornal constavam de um trabalho ainda não aprovado pelos coordenadores do programa. O programa é divulgado e os conceitos continuam lá.

2. O caso LGBT, ou como essa fantástica frente modernizadora, esse centro do mais avançado pensamento das ONGs paulistas, os centuriões da modernização foram botados para correr pelo pastor Silas Malafaia.

Reverso de Lula

Não apenas isso.

No fundo, o programa da Rede Sustentabilidade é um tentativa de reengenharia no modelo lulista.

Lula compôs com o mercado financeiro para viabilizar suas políticas sociais; o programa de Marina pretende compor com os movimentos sociais para viabilizar sua política econômico-financeira.

No período Lula-Dilma, com todas as concessões, o ponto central foram as políticas sociais; no programa da Rede, pelo contrário, é o mercado financeiro (explico logo adiante).

Há agravantes nessa estratégia.

Os tempos são outros, não há crescimento nem espaço fiscal para atender a todas as demandas. O próximo governante terá que administrar a escassez. E aí o programa da Rede não passa no teste de consistência:

1. Os novos tempos exigem o aprofundamento da democracia social e do Estado de bem estar.  Aumenta o custo dos salários e exige um novo desenho econômico para preservar a capacidade da economia em gerar empregos de melhor valor.

2. O novo modelo só se sustenta com um salto na qualidade do emprego e das empresas. Exige uma nova política industrial, casada com planos de inovação, educação, visando garantir a oferta de empregos de maior valor agregado.

3. Definidos os dois passos anteriores, a macroeconomia precisa ser adaptada aos novos tempos. Ou seja, ela é a derivada.  No programa do Sustentabilidade, juros e parte fiscal são o fator dominante.

Para mostrar melhor as incongruências, compararei o programa da Rede com o que está sendo elaborado por um conjunto de especialistas - macroeconomistas, economistas sociais, urbanistas etc - ligados ao chamado novo pensamento desenvolvimentista.

Primeiro movimento: a democracia social

Nos dois casos, há grande semelhança das ideias levantadas - pelo fato de que estão rodando por aí, na cabeça de especialistas, da academia, das ONGs.

Grosso modo, podem ser divididos nos seguintes subtemas:

1. Temas ligados à qualidade de vida.,

2. Temas ligadas ao federalismo.

3. Temas ligados ao aprofundamento da democracia social.

4. Micro-reformas desburocratizantes.

Quase todas as ideias significam melhorias incrementais em relação à dinâmica das políticas sociais já existentes.

É o que explica o belíssimo capítulo do programa da Rede sobre a inclusão de crianças com deficiência na rede escolar, belíssimo nos conceitos mas ignorando uma realidade concreta, uma das mais bem sucedidas políticas públicas do país: 800 mil crianças com deficiência sendo atendidas na rede escolar, com transporte, salas especiais, planos de trabalho individualizados. Ou a proposta de ensino em período integral ignorando que já existem 4 milhões de crianças nessas condições.

Todo esse trabalho foi possível porque tanto o governo Lula como Dilma garantiu espaço no orçamento público. É aí que se dão os grandes embates políticos, com corporações, mercados e grupos sociais querendo, cada qual, seu pedaço do bolo.

Segundo movimento: a reestruturação econômica

Nesse capítulo, a lógica mercadista se apresenta em toda sua exuberância.

O trabalho dos desenvolvimentistas procura identificar novos setores dinâmicos e defender políticas de fortalecimento com uso de política de compras, conteúdo nacional, investimento em inovação, educação, financiamento etc. E o pré-sal é o ponto central dessa reestruturação.

O pré-sal some do programa da Rede. Em relação aos combustíveis fósseis, a única menção é à necessidade de reduzir sua utilização por questões ambientais.

No capítulo energia, o programa perde-se em análises recorrentes sobre o novo modelo elétrico e na defesa sonhática de formas alternativas de energia, como se a energia solar e a eólica pudessem dar conta do recado de garantir energia para as próximas décadas.

Políticas de conteúdo nacional não se limitam meramente a assegurar um percentual de produtos nas compras públicas. São o ponto de partida para programas de capacitação, envolvendo a cadeia produtiva, universidades, atração de tecnologia externa, treinamento, cursos técnicos. São peças essenciais para permitir saltos de qualidade na cadeia produtiva.

O programa da Rede limita-se a aceitar os programas de conteúdo nacional existentes, "desde que com data marcada para terminar". A ideia central continua sendo a de abrir o país para a competição externa, como se a invasão de importados e a queda da indústria decorressem da falta de competição.

Terceiro movimento: a política macroeconômica

É aí que se revela amplamente a política econômica da Rede.

Ampliação dos direitos sociais, reestruturação industrial, tudo isso depende de recursos orçamentários.

Um projeto político voltado efetivamente para o aprofundamento da democracia social e para a reestruturação econômica, não poderia conviver com dois vícios recorrentes que comprometem o orçamento público:

1.     A política de metas inflacionarias que cria o pior dos mundos para o orçamento público. Cada aumento da inflação dispara uma alta dos juros que, por sua vez, compromete parcelas cada vez maiores do orçamento público, além de destruir a política cambial.

2.     Para garantir o espaço para a apropriação do orçamento pelos juros, definem-se metas de superávit fiscal incompatíveis com períodos de estagnação econômica.

Não difere do que vem sendo praticado por sucessivos governos, e agravado nos últimos anos pelos problemas de gestão econômica de uma equipe medíocre, mantida pela teimosia de Dilma..

Um upgrade do governo Dilma exigiria uma mudança corajosa nesse modelo do tripé econômico, definindo um combate radical às heranças remanescentes da inflação inercial, substituindo as metas inflacionarias por outras formas de articulação das expectativas e, principalmente, desatrelando a dívida pública da política monetária do Banco Central.

É mais fácil essa mudança ocorrer com Dilma do que com Marina. Dilma abraça o tripé por não dispor de uma equipe com fôlego para propor políticas alternativas. Já no grupo de Marina, o tripé é sagrado.

Conclusão

O programa é relevante – seria mais não fossem os recuos inacreditáveis – por levantar temas dos novos tempos, conceitos contemporâneos, principalmente partindo de organizações sociais que promovem um arejamento no pensamento anacrônico da chamada elite empresarial.

Mas é evidente que o resultado final não é a ruptura com dogmas que seguram a transição para os novos tempos. Pelo contrário: reforçam a submissão do país a um modelo econômico que se esgotou globalmente.

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148 comentários

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Tiago Bevilaqua

Debate no SBT

No debate, hoje, no SBT, a primeira pergunta foi de Dilma para Marina, que termina assim: “Todas essas suas promessas dão R$ 140 bilhões. De onde a senhora vai arranjar o dinheiro para cobri-las?” Essa é uma pergunta decisiva. Resposta: “Em primeiro lugar não são promessas, são compromissos. E esses compromissos serão assumidos a partir dos esforços que iremos fazer, em primeiro lugar para que o nosso país volte a ter eficiência no gasto público.” Começou bem esperta, não são promessas, mas compromissos. E depois? Fala em recuperar o aumento da eficiência dos gastos públicos, portanto, uma critica ao governo Dilma. E depois? Só bla-bla-blá. Um bom tempo nada acrescentando. Então quer dizer que com o suposto aumento da eficiência ela vai conseguir R$ 140 bi? Atenção: não são milhões, mas bilhões.

Ela assume compromisso com quem? Segundo a forma dela se exprimir acredito que seja com o povo brasileiro. Para que serve isso? Recursos não surgem de um compromisso de campanha (essa é a nova política?). Estando em um partido médio e afirmando que é da Rede, partido inexistente, mas que diz que a ele “voltará” (que ela infelizmente não teve competência de criar). Quem irá apoiá-la para conseguir estes recursos? Com os homens de bem e capazes? Com os homens de bem do PMDB? Diria que a conclusão, é que por ser messiânica, e política acima do bem e do mal, ela conseguirá tais recursos pelo seu (lindo e que ela tenta tornar moda) coque. Só que não existe condição de conseguir os tais R$ 140 bilhões.

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Tales

ESTRATEGIA CAPITALISTA MARINA

Estratégia dos capitalistas:Os interesses dos EUA  através de suas ONGs pensam em desestabilizar o Brasil com Marina Silva  para ceifar o completo desenvolvimento do Brasil como nação. Para eles seremos fontes de recursos ambientais que serão consumidos quando a hora for necessária e que Marina irá zelar. Pensam nos manter como ambientalistas para cuidar dos recursos que ambicionam, tanto floresta, água, minérios e petróleo/gás. E nesse ato as sobras e pedaços do Brasil serão consumidos pelos agentes de mercado, especuladores , grandes fundos de famílias, banqueiros(Neca,..), magnatas, fazendeiros para que nenhum suspiro de Estado na economia possa-se retornar para regular em prol dos brasileiros.  Quero não crer neste triste fim de um povo que se idealizava se tornar numa sociedade moderna, mais justa e de oportunidades e que por culpa do grande oligopólio dono das escolas de 1º ,2º e 3º grau , jornais , rádios, programas de tv , portais, desinformaram e apequenaram o sonho brasileiro escondendo a dimensão do país e de seus desafios.Os que buscaram as informações conseguem discernir e reconhecer a movimentação orquestrada no Brasil.  A tática gringa de confundir os poderes democráticos e de gerar o caos, nos lançará manchetes no mundo em 2015.Seremos a desgraça que reerguerá as economias "desenvolvidas". Do futuro me arrisco a adiantar que os próprios jovens que colocarão Marina no poder irão se assustar de seus atos e de suas contradições. Não podendo atender a todos, a governante irá perder os parceiros ao decorrer do tempo e seu simbolismo se dissolverá e deixará um vice , mas sem ambiente de estabilidade política , econômica e social.       Caro cidadão,  teus planos de médio a longo prazo serão afetados..

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Bruno Conde

Luiz, já é a segunda vez que

Luiz, já é a segunda vez que vejo o Sr. defendendo a política de Dilma no pré-sal. Gostaria de saber o seguinte:

Você concorda em leiloar o petróleo do pré-sal e colocá-lo nas mãos da exploração de multinacionais?

Vejo também certa desonestidade na omissão de um texto no programa de Marina que diz  "o petróleo e seus derivados continuarão a ser fonte importante na matriz energética brasileira, dado que não há tecnologia para sua substituição no curto prazo".

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diz a Presidenta:

Em pronunciamento no Palácio da Alvorada, a presidente Dilma Rousseff demonstrou "preocupação" com o programa de governo da adversária Marina Silva; ela disse que leu "durante o fim de semana" as propostas da socialista e ficou "muito preocupada" sobre a criação de empregos, principalmente na área da indústria; "Estou me referindo basicamente sobre conteúdo nacional. A política de conteúdo local tem uma base: produzir no Brasil o que pode ser produzido no Brasil. Fico muito preocupada e queria dizer que não fui eleita para desempregar ou reduzir importância da indústria"

31 DE AGOSTO DE 2014 ÀS 20:11

 

247 - Em rápida conversa com jornalistas no Palácio da Alvorada nesta tarde, a presidente Dilma Rousseff demonstrou "preocupação" com o programa de governo da adversária Marina Silva, do PSB. Dilma afirmou que leu "durante o fim de semana" as propostas da socialista e disse que ficou "muito preocupada" sobre a criação de empregos, principalmente nas áreas das indústrias naval e automobilística.

"Estou me referindo basicamente sobre conteúdo nacional. A política de conteúdo local tem uma base: produzir no Brasil o que pode ser produzido no Brasil. Fico muito preocupada e queria dizer que não fui eleita para desempregar ou reduzir importância da indústria".

A presidente convocou coletiva, mas fez breve pronunciamento. Ela justificou que não podia responder a questionamento dos jornalistas porque tinha "pouquinho" tempo para se despedir do neto Gabriel, que foi visitá-la.

Dilma também destacou avanços na indústria no seu governo. Leia abaixo matéria da Agência Brasil sobre pronunciamento de Dilma Rousseff, que tenta se reeleger.

Dilma defende geração de empregos nas indústrias naval e automobilística

Andreia Verdélio - Repórter da Agência Brasil

"A indústria naval foi, nos anos 80, a segunda maior do mundo, nos anos 90 estava reduzida a pó e agora está entre a quarta e a quinta do mundo. Com isso, criamos empregos de qualidade, com salários de qualidade, e passamos de uma situação de 2.500 empregos, no início dos anos 2000, para 81 mil empregos agora em julho e 100 mil no ano que vem", acrescentou.

Segundo a candidata à reeleição, a política nacional nos dois setores tem como base manter preços, prazos e a qualidade do que é produzido no Brasil.

Para Dilma, a indústria automobilística não deve somente fabricar os carros no país. "Eles podem ser produzidos aqui mas, sobretudo, receber no Brasil as inovações que são fundamentais ao setor, criar aqui laboratórios de pesquisa. E, para isso, fizemos uma política que atraiu 12 indústrias automobilísticas", informou.

"Tanto em um caso quanto no outro, o que vimos é a possibilidade de mudar essa realidade, em vez de criar empregos lá fora, porque se importava de forma excessiva ou não se trazia para o Brasil as condições de inovação, observou.

 

 

http://www.brasil247.com/images/cache/1000x357/crop_0_40_1280_497/images%7Ccms-image-000390621.jpg

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Calvin

Não se esgotou globalmente

Nem se esgotará. A prova é a Europa dando passos "para trás", ou seja, reconhecendo a realidade, porque não existe almoço grátis.

Nada mais arcaico que o desenvolvimentismo em tempos de nova economia de baixo carbono. A fase do "crescimentismo" já passou, infelizmente não soubemos aproveitar, e vai morrer com Conceição Tavares e Ciro Furtado.

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Lima N

CUCO-CANORO

A Marina, em relação ao PSB, lembra muito a ave parasita "cuco-canoro". Essa ave coloca seus ovos nos ninhos de outras aves. Quando o cuco bebê nasce, ele destrói os ovos ou filhotes do ninho emprestado, eliminando qualquer concorrência e crescendo rapidamente até um tamanho imenso em relação aos seus pais adotivos, por fim expulsando também os pais do ninho.

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O fenômeno eleitoral Marina,

O fenômeno eleitoral Marina, em resumo, é a confirmação daquela tenebrosa e recorrente associação na história entre espertalhões e otários: os primeiros a manipularem, já sabendo onde, como e quando meterão a mão, e os segundos a sonharem, de cabeças e pés no espaço, servindo de massa de manobra aos primeiros, até que a casa seja completamente assaltada e tenham que cair na real.

P. S. Descontos para as exceções de praxe, por favor.

 

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Vale (quase) tudo

Jingle perfeito para a campanha da Marina

Sugerido por Douglas Otaviani Tôrres do Blog da Cidadania

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Tem o certo. Tem o errado. E tem todo o resto. (Cazuza)

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Tiago Bevilaqua

IMPRESCINDÍVEL: votar no plebiscito constituinte

IMPRESCINDÍVEL: votar no plebiscito constituinte que ocorrerá de amanhã (1 de setembro) até domingo proximo. No site http://www.plebiscitoconstituinte.org.br/ você saberá onde tem urna. Isso sim é lutar por uma nova política.

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SIM

Já fui lá e votei, Tiago.

Valeu pela dica.

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Tem o certo. Tem o errado. E tem todo o resto. (Cazuza)

E nem parece capaz, de cuidar do que possui...

(cinco considerações domingueiras sobre perdas e ganhos nessa eleição)

1. Nas últimas cinco eleições presidenciais brasileiras ocorreu um fenômeno curioso. Desde 1989 a "direita tradicional" (tomando como critério dessa definição os grupos que apoiaram abertamente a ditadura de 1964-85) não consegue emplacar um candidato próprio competitivo nos pleitos. Nesse período a disputa real se deu sempre entre candidatos que construíram toda a sua carreira política na oposição ao regime militar (a exceção seria Ciro Gomes, que começou a carreira no PDS e teve 12% dos votos no 1º turno em 2002).

Isso não quer dizer que a direita não estivesse articulada com alguma das candidaturas (sempre esteve). Mas apenas que não deram mais a própria cara para bater. E não é diferente nessa eleição de 2014: Dilma, Aécio, o falecido Eduardo e Marina são todos crias dos diversos movimentos oposição à ditadura.

O que me leva a crer que essa "direita clássica" já se convenceu da relativa desimportância de ter candidato próprio no presidencialismo de coalizão da política brasileira. É melhor aliar-se a um candidato de conveniência e concentrar seus esforços na manutenção do poder onde realmente importa: as maiorias conservadoras nas duas casas do parlamento e o controle sobre os meios de comunicação de massa. Não por acaso, após quase três décadas de democracia os grandes oligopólios nacionais de comunicação permanecem sob o domínio de grupos e famílias que, quase invariavelmente, apoiaram o regime de 1964.

E nenhum dos candidatos competitivos à presidência ousa sequer discutir esse assunto.

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2. No último meio século, a direita brasileira já teve a cara da UDN golpista, já teve a cara do Jânio Quadros, já teve a cara dos militares que patrocinaram tortura e assassinatos, já teve a cara do Maluf, já teve a cara do "centrão" de Sarney, ACM, Bornhausen e companhia – e já teve a cara supostamente moderna do Fernando Collor.

A partir de 1995, a direita migrou paulatinamente para o PSDB, que deixou para trás sua origem social-democrata para se transformar na vertente nacional de um thatcherismo tardio. Os tucanos tiveram, na ocasião, a grande oportunidade de construir uma nova cara política para o pensamento de direita no Brasil. Como não tinham rabo preso ou qualquer compromisso com esse passado de golpes, torturas e bandidagens da velha UDN e dos militares, podiam ter tomado para si o discurso econômico liberal e o voto conservador, com o cuidado de deixar muito claro que não tinham nada a ver com trajetória de crimes e falcatruas da "velha direita" golpista.

Jogaram fora essa oportunidade histórica, quando a maior parte das lideranças tucanas assumiu o discurso raivoso das viúvas da ditadura militar. Quando trairam o Programa Nacional de Direitos Humanos, que o próprio PSDB havia iniciado. Quando o partido abandonou o discurso acadêmico da sua velha intelectualidade orgânica para abraçar a crítica primitiva e rasteira de meia dúzia de articulistas da Veja, da Globo e do Instituto Millenium. Quando, a partir da eleição de Lula, embarcaram num negacionismo tosco e inútil dos avanços sociais e econômicos obtidos pelos governos petistas.

Agora em 2014, o PSDB dá sinais de que pode ficar fora da disputa principal. O petismo (e boa parte da esquerda) já anunciam que a candidatura de Marina Silva e seu projeto de governo (que, pelas últimas notícias, encontra-se em processo contínuo de revisão tipográfica) seriam a nova cara da direita neo-liberal nessa eleição. Há, certamente, muitos que não concordam com essas afirmações.

Mas especulando que seja isso mesmo, essa migração do pensamento conservador para a candidatura de Marina Silva configuraria um enorme fracasso para o PSDB e para toda a direita golpista, obtusa e moralmente conservadora que encontra-se encastelada no oligopólio midiático nacional. Não deve ser à toa que boa parte dos pitbuls da imprensa estejam latindo e rosnando raivosos diante da pretensão dessa nova estrela em ocupar o seu pedaço.

Se Marina Silva, Beto Albuquerque, Maurício Rands, Luiza Erundina, Neca Setúbal e Eduardo Gianetti fossem mesmo os capitães da "nova direita brasileira", convenhamos que a política nacional teria passado por um enorme ganho civilizatório. Mas eu temo que essa visão seja apenas parte do desenho de nuvens que dá formas a essa melíflua candidatura de Marina: cada um ouve e enxerga nela o que bem deseja.

O que explica em parte sua força eleitoral, mas é também sua maior fragilidade.

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3. Para mim, a novidade que parece estar clara é que ao menos uma parte do que poderíamos chamar de "direita liberal urbana" reinventou-se, pegando carona num novo projeto político e apresentando-se ao público com cara renovada nessa eleição presidencial. Diante disso é evidente que o discurso e as estratégias das forças de esquerda também precisam ser repensados rapidamente para fazer frente ao jogo inovador do adversário. O fato é que não faltaram nos últimos anos sinais e advertências de que a tradicional política petista sofria de envelhecimento e de severo desgaste de material após 12 anos de governo.

Descobrem-se agora os riscos da arrogância auto-suficiente de um governismo que se acomodou na zona de conforto dos índices de redução da miséria e do relativo sucesso dos programas de transferência de renda e de ação afirmativa. Evidencia-se o efeito nefasto da irritante tendência em considerar qualquer tipo de crítica interna como "traição ao projeto do PT", empurrando as dissidências para a oposição ou transformando a grande imprensa em palco para luta interna entre grupos partidários. Do Mensalão a Pasadena, o que não faltou foi "fogo amigo" sobre as costas do próprio governo.

Ao mesmo tempo, fica clara a incapacidade petista em construir alternativas de comunicação de massa que fizessem um contraponto democrático à agenda política pautada pelos oligopólios da mídia. E vemos que o descuido no trato com os movimentos sociais reivindicatórios – e com amplos setores da sociedade civil que historicamente foram aliados ou simpatizantes da causa petista – ameaça cobrar um preço alto nessa eleição. Como na letra da canção pop, "você me tem fácil demais, que nem parece capaz de cuidar do que possui".

Após doze anos de desgaste junto a boa parte das suas bases tradicionais em função das seguidas concessões ao conservadorismo religioso neo-pentecostal, à lucratividade do capital financeiro e aos interesses da bancada ruralista, não deixa de ser irônico o fato de que o PT esteja sendo ameaçado nas urnas por uma candidata de assumida fé evangélica, tida até ontem como inimiga figadal dos ruralistas e cuja candidatura está sendo turbinada pelo decisivo apoio de um grande banco privado, que colecionou uma série sucessiva de lucros recordes nos doze anos de governo petista.

Os deuses da política têm maneiras muito criativas de mostrar o seu senso de humor.

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4. Na hipótese de que seja mesmo consolidada a "cristianização" de Aécio Neves – e caso o PT não queira tomar um "drible da vaca" nessa eleição – a primeira questão a ser resolvida com urgência é se Dilma Roussef vai tentar bloquear as pretensões de Marina Silva posicionando-se politicamente à esquerda ou à direita da candidata do PSB. Essa postura vacilante atual – onde num dia os petistas divulgam um vídeo do Roberto Setúbal derramando-se em elogios à gestão de Lula num evento, e no outro baixam o sarrafo na Marina por conta do apoio da Neca – me parece bem pouco eficiente junto ao eleitorado.

Como já disse o Bruno Torturra, é uma tolice achar que a campanha da Marina pode ser torpedeada somente expondo à luz do dia o que ela tem de semelhante com a coligação situacionista do PT: "governa com bancos", "acha que dá pra compor com a direita e a esquerda", "faz o jogo dos ruralistas", "apóia transgênicos", "fecha com os evangélicos". Eu agrego a essa lista do Bruno mais três semelhanças: "usa caixa dois na campanha", "está rodeada por suspeitas de corrupção" e "há muita luta interna dentro da coligação".

Nessa altura do campeonato, é urgente que o PT e aliados apresentem tudo que as duas candidaturas têm de diferente. E que passem imediatamente à dura tarefa de tentar convencer os eleitores de que aquilo que a Dilma propõe de diferente é o melhor para o País.

Acabaram os tempos fáceis em que bastava aos marqueteiros de campanha apontar a frágil candidatura de Aécio Neves como uma ameaça às conquistas sociais dos últimos 12 anos e um retorno aos tempos tenebrosos da dupla FHC-Armínio Fraga. A disputa para derrotar Marina Silva vai exigir mais política e menos marketing, o que no fim das contas pode ser bom.

Enganou-se somente quem achou que ia ser fácil, e que Dilma podia ganhar no primeiro turno – façanha que nem no auge da popularidade do governo Lula ela conseguiu.

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5. Por fim: qualquer partido ou grupo político que se entenda como uma proposta de longo prazo para a construção de um projeto democrático de Nação não pode confundir "vontade de ganhar eleição" com "medo de perder eleição". Vença quem vencer, o Brasil não vai acabar em 2015, e não há hoje nada que indique que não continuaremos a ter eleições livres de dois em dois anos.

Por isso, quem perde hoje pode ganhar amanhã caso o adversário não se mostre melhor governante. E a nossa jovem (e historicamente instável) democracia precisa se acostumar à idéia de que projetos políticos bem construídos e alicerçados de forma consistente na sociedade sobrevivem sem grandes traumas às alternâncias no poder.

O Partido dos Trabalhadores foi, por décadas, vítima de um discurso de amedrontamento eleitoral, ao ponto de ter conduzido a histórica campanha de 1989 com o lema "Sem medo de ser feliz". Por isso fica especialmente indecoroso apelar agora para essa mesma tática de recorrer ao "medo do desconhecido" contra Marina. A disputa do PT é com uma ex-militante histórica, que deixou o governo e se tornou dissidente por vários e bem conhecidos motivos. Me parece mais coerente combater a candidatura Marina pelo que ela efetivamente é, e pelo que ela hoje assumidamente significa  – e não pelo fantasma do que ela pode vir a se tornar.  

Tampouco acho muito digno desenterrar das catacumbas da história velhas acusações conspiratórias internacionais que, no final dos anos 70 e início dos anos 80, os partidos comunistas brasileiros destilaram sem grande sucesso contra um atrevido metalúrgico do ABC que não rezava pela suas cartilhas.

O pavor de perder uma eleição e de sair do governo após 12 anos pode surgir pelos mais diferentes motivos. Alguns muito nobres e justificáveis, outros nem tanto. Mas o medo é sempre mau conselheiro no calor de uma batalha. Na política, como no futebol, quem se amedronta diante do adversário costuma perder, além do jogo, a dignidade.

Como dizia o Riobaldo, o que a vida quer da gente é coragem.

 

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André Borges Lopes www.bytestypes.com.br

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aliancaliberal

Tem que conceituar o que é

Tem que conceituar o que é direita para você.

Ate onde eu sei a ditadura acabou com a "direita" no país.

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Errado, Aliança!

A ditadura era a direita que tentou acabar com a esquerda, mas não conseguiu.

Mesmo assim deixou seus representantes que tentam exterminar o PT, mas de eleição em eleição vão diminuindo suas bancadas, enquanto o Partido dos Trabalhadores cresce ininterruptamente.

 

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Tem o certo. Tem o errado. E tem todo o resto. (Cazuza)

uma contrapropaganda de CC:

diante de alguns comentários: este artigo e um de cartamaior são os melhores que li.  Me dão mais tesão na já decisão pr Dilma. Só pra registro, pelo menos no que me deu a primeira impressão (que pra muitos é a que fica) Carta Capital mostra uma capa que lembra (pelo avesso) uma de Dilma só faltando tridente, chifres e soltando fogo pelas narinas numa edição daquela outra cujo nome dá até náusea. Mino Carta ou quem teve a idéia de uma capa que se volta contra a própria postura da revista pró-Dilma! Reparem a fotografia, no semblante, nos olhos, pra quem tem voto indeciso ou vota em Marina isso só afastou (ainda mais) outros potenciais leitores e até assiantes de CC. Também a reportagem no interior da revista foi fraco.

 

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"A fidelidade muitas vezes não passa de falta de imaginação " - Oscar Wilde

Quer garantir Voto

Marina é uma mentira política, vai ealterar o programas quanto for necessario para ser eleita, basta ser cobrada e muda o rascunho de programa com muitos contraditorio, será um desastre caso eleita.

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Marina Silva, o Lula de saia, sem jogo de cintura

Caros, Nassif e geonautas,

Nada se entende fora da história”, eu “mato a cobra e mostro o pau” sobre a polêmica frase no Blog do Fernando Rodrigues, que ele atribui a Zé Dirceu (clique aqui), e também a negativa em vários blogs, como o Blog do Marat Calado (clique aqui), o Top News (clique aqui).

Não vou dizer que o Fernando está com meia verdade, muitos podem ter dito, mas eu disse essa expressão num artigo de 19 de janeiro de 2013, na qual o Nassif colocou como post no Blog, e obteve 66 comentários, que continuam lá:

Uma aposta na ruptura da polarização entre PT e PSDB

(SAB, 19/01/2013 - 13:46  / ATUALIZADO EM 20/02/2013 - 11:54 )

http://jornalggn.com.br/blog/luisnassif/uma-aposta-na-ruptura-da-polarizacao-entre-pt-e-psdb

 (..) “A trajetória de Marina Silva, guardadas as devidas proporções, pode ser considerada como o Lula da Silva "de saia", ......”.

E também gostaria de adicionar hoje que, a Marina Silva, claramente ainda não tem o jogo de cintura e a maturidade política de Lula, é uma turrona, teimosa, não confia e não sabe ouvir seus interlocutores. Essa faceta ficou clara ano passado após o não registro da REDE SUSTENTABILIDADE e a crítica de Alfredo Sirkis, relatado na mídia em geral, como a reportagem do Jornal O Globo:

Sirkis diz que Rede 'deu mole' e faz duras críticas a Marina

Portanto reafirmo o que disse em 19 de janeiro de 2013, acrescido da visão de hoje: Marina Silva é o Lula de saia sem jogo de cintura.

O quanto ela mudou e amadureceu, após todos os revezes do ano passado e agora o efeito Eduardo Campos, o tempo dirá.

Quem viver verá!

http://jornalggn.com.br/blog/oswaldo-conti-bosso/marina-silva-o-lula-de-saia-sem-jogo-de-cintura

https://engenhonetwork.wordpress.com/wp-admin/post.php?post=688&action=e...

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Menino de Engenho - engenharia de idéias e laços sociais. “A leitura do mundo antecede a leitura da palavra”. Quem sou e de onde vim?: http://www.advivo.com.br/blog/oswaldo-conti-bosso/quem-sou-e-de-onde-vim

Pelo visto o texto do Nassif não pegou bem

na turma da Marina, ai enviaram uns trolls de nicks estranhos com discursos messiânicos, em alguns casos pregando o fechamento do Congresso e outras coisas lindas.

De fato a cada vez que um partidário da Marina explica suas ideias, eu acha ela ainda pior.

O melhor de todos ainda é o nosso querido Professor Hariovaldo Almeida Prado.

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MacCain

Ouçam a verdade sobre a

Ouçam a verdade sobre a Marina....https://m.soundcloud.com/mudamais/novo-jingle-nao-deixe-a-mudanca-parar

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Valter Melo

Mercado financeiro/Dilma/Marina

Da candidatura de Marina podemos tirar as seguintes conclusões:

1)Concordo com um articulista - que acho que é o Nassif - que disse que no Brasil e quem sabe no Mundo capitalista primazia do mercado financeiro estaria sendo superada, em função de outros setores econômicos. Depois da megacrise de 2008 e dos seus desdobramentos é natural que os banqueiros e os especuladores percam privilégios.

2)De fato, há muito tempo verifico que o mercado financeiro vive às turras com o governo do PT. O PT acabou com a política de juros elevados e hoje uma prime de 13% a.m. é café pequeno com os 45% do governo FHC. 

3)No modelo PT a economia não dá solavancos, como na era de Sarney/FHC. Nos solavancos há setores que ganham e outros perdem. Ganha sempre o mercado financeiro. A economia do PT dá ares de "uma economia madura, estável, onde as regras são estáveis". No tempo de Sarney e FHC era a estabilidade da Europa que causava tanta inveja ao Brasil. Os jornais viviam criticando o Brasil, onde as regras mudam demais, enquanto na Europaas regras eram estáveis. Hoje, a imprensa está engolindo a corda.

4)Na era Sarney/FHC havia uma rotatividade muito alta no Ministério da Fazenda e no Banco Central. No governo do PT essa rotatividade é quase nula. Nos úiltimos 12 anos só existiram dois ministros da Fazenda e dois presidentes do Banco Central. Hoje, ninguém sabe quem é o presidente do Banco do Brasil e o presidente da Caixa. No passado, as substituições naqaueles cargos sempre causava ou era raiz de uma crise. 

5)A era Sarney/FHC as finanças do Estado/Nação eram tão ruins que o governo não desenvolvia políticas sociais nem dipunha de dinheiro para construir sequer uma ponte. No governo Lula/Dilma há grandes obras em todo o país, inclusive hidrelétricas (sem endividamento externo). O governo ainda financia pequenas obras nos Municípios - Minhas Casa Minha Vida, UPA, UBS, quadras de esportes, rua asfaltada com calçadas. Enquanto isso, os governos dos Estados e Municípios - naturalmente governados pelo PSDB e outros partidos - vivem em crise permanente. Não é que falta dinheiro: é incompetência e corrupção que empobrecem os Municípios. Anápolis era governada por outros partidos. Vivia em crise permanente. Depois que o PT assumiu o governo a cidade progrediu de foram exponencial e não sofre de crise financeira. 

6)Na economia do PT o ministro da fazenda e o presidente do Banco Central não vivem "rodando a bolsinha" em Londres ou Nova Iorque, em companhia da TV Globo. São ministros domésticos. Quase não viajam.

Deu para entender?

 

 

 

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AlvaroTadeu

Pra não dizer que não falei de flores.

Valter Melo, você foi simples e brilhante. Só faltou acrescentar que no governo do PT não houve pacotes econômicos nem Plano Lula, Plano Dilma ou qualquer outra boçalidade semelhante.Vivemos na estabilidade econômica há 12 anos, mas na maior instabilidade midiática de todos os tempos. Na Revista do Esgoto e na Rede Globo há um departamento de invenção de crises. E como trabalham os meninos e as moçoilas desses departamentos!

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MARINA SILVA consolida a esperada terceira via.

O desejo de Eduardo Campos se consolida com MARINA SILVA, o povo brasileiro, insatisfeito com os resultados da política econômica do governo Dilma, muito diferente da experimentada com a estabilidade trazida pelo governo FHC e pela criatividade do governo LULA, tem se mostrado anacrônica, ineficaz, sem rumo e o pior, sem credibilidade.

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Stanislaw Fabiano

MENSALEIRO...POLÍTICO CORRUPTO... FALSO PROFETA... SAI, SATANÁS!

Como apontou o colunista, vários pontos positivos de um governo são continuados no outro.

Numa verdadeira democracia o correto é a continuidade dos acertos, e eliminação ou paralização dos desacertos, pois ambos acontecem em qualquer governo.

O que muitas vezes vemos são obras inacabadas, que um governo que assume não conclui, por terem  sido iniciadas por um adversário pollítico, mesmo tais obras sendo importantes.

Curto e grosso poderíamos resumir tudo num ponto: o político profissional é o câncer da democracia!

São poucos os casos de políticos com vários mandatos no mesmo cargo serem reconhecidos como verdadeiros "representantes" do povo, porém perderíamos a conta se fôssemos enumerar a quantidade de  bandidos travestidos de "representantes" do povo, passando a vida roubando os cofres públicos, corrompendo e se deixando corromper.

O fim da reeleição no mesmo cargo é fator importante para que bandidos travestidos de "representantes" do povo não se perpetuem no poder, pois terão apenas um mandato para roubar. 

E, provavelmente, terá muita dificuldade para se candidatar a outro cargo e se eleger, pois o mérito no cargo anterior será fator preponderante para ser eleito em novo cargo eletivo.

Nada será mais positivo para a nação do que o fim do político profissional, aquele que a cada mandato exercido mais amarra o rabo por  conchavos mil, acertos de toda espécie, pagamentos de favores com empregos e dinheiro público etc.

Finalizando: Malafaia é um falso profeta, oportunista, adepto da doutrina da prosperidade que prospera "arrancando", em nome de Deus,  dinheiro dos incautos;

Quanto à política não podemos dizer que nada de bom foi feito nesse período de 30 anos de PMDB/PSDB/PT, porém a um custo muito alto de corrupção, roubalheiras, descrédito das instituições principais da democracia: executivo, legislativo e judiciário.

Não poderia ser melhor a hora da renovação, e Marina Silva é o que temos de melhor para renovação das esperanças, tão abaladas em todos os sentidos!

 

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Marcos Antonio Rodrigues da Silva

Programa da Marina Silva e PSB

É fácil elaborar um programa, pois é tudo em tese, tanto é que todos os partidos apresentam no papel a solução teórica dos problemas. Promessas são faceis de fazer. Quero ver quando enfrentar a realidade, um Congresso corporativista e corrupto, sem o qual não se faz nada nesse país. 

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Gelson Otavio da Silva

Como Marina tenta montar o reverso de Lula.

Gostei muito do testo, e preciso ousadia e coragem para governar o nosso PAÍS, até 2003 não se falava em mesalão, nem havia interesse, tudo estava bem estruturado, no casarão só alegria, as Empreitadas Brasil á fora era só festa. Más a partir de 2003, auguem mencionou estamos no páreo, eles são minoria, mas adiante surge o MENSALÃO. 

Fosse eu, fecharia o Congresso Nacional, Radical de más né? Como consertar esse vicio na nossa politica, como pagar o

dinheiro que o cara pegou para fazer sua campanha? O povo tem de estar de olho, atento e exigir mudanças no nosso sistema partidário.  Mudar somente pessoas, não funciona.

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Não basta ter um programa de

Não basta ter um programa de governo ótimo!

O caráter conta e MUITO!

No auge da Crise do Mensalão, LULA vai a TV e diz que "NÃO CEDERIA E MANTERIA ESTÁVEL A ECONOMIA, APESAR DAS PRESSÕES PARA INTERVIR", usar do populismo estava a uma canetada...

Agora num momento, sem a pressão do cargo, ela cede e altera fatos, o que ela não fará a pressões maiores?
Sinto muito!

Depois desta, que ela se teste, sendo Prefeita, Governadora e nos mostre a FIRMEZA DE CARÁTER IMPRESCÍNDÍVEL A UM ESTADISTA!

Pois não dá para brincar com pré-sal!

 

 

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"O que fazemos na vida, ecoa na ETERNIDADE!" (Máximus - Gladiador)

"Os dois mais importantes dias em sua vida são o dia em que você nasceu e o dia em que você descobrir o porquê... - M

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Gostei

Só a quantidade  aqui de

Só a quantidade  aqui de posts  em Marina e nenhum da Dilma,  já mostra o quanto Marina inundará as urnas de votos;

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Maria Silva

Tolinho...

O senhor não sabe ler, por que a esmagadora maioria aqui é, no minimo, desconfiada ou contra Marina. Leia até o fim e voce verá. Tolinho ...

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Antonio Claudio

Eleição 2014

Sensacional o comentário: o melhor lido até agora. Sem passionalismo e tendencionismo. Como ocorreu em outras épocas, um líder popular sem base ideológica e política perde-se no caminho e é dominado pela elite econômica. A política tem de possuir uma objetividade para demonstrar claro qual é o caminho a ser trilhado. Nassif sempre li os seus escritos, mas este superou a todos por demonstrar claramente (como ocorre comigo) que muitas propostas da Rede merecem aplausos: mas sem a objetividade necessário se perdem e são dominadas pelo conservadorismo.

Continue.

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Nassif Faltou na sua

Nassif

Faltou na sua conclusão a seguinte indagação:

Como governar sem o congresso?

Na sua entrevista ela já pediu apoio do Lula e FHC..... 

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Mário Mendonça

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Maria Silva

Com as  analises de Nassif

Com as  analises de Nassif (esse é o terceiro post sobre programa de governo) sem partidarismo, sem  acusações descabidas, reconhecendo os pontos positivos e os negativos, as coisas estão ficando mais claras, e aquilo que vinha se afirmando às cegas, por intuição, agora se confirmam.  É um retrocesso. É um retorno às politicas de 20 anos atrás,  é adesão a um modelo economico que fracassou globalmente. Alguns idiotas entregam a alma ao diabo pra se livrar do PT, mas quem vai  pagar a conta é a sociedade brasileira. Os jovens que defendem o marinismo não viveram a era FHC. Infelizmente vão ter que passar por essa experiencia dolorosa, para saber dar valor às conquistas obtidas a duras penas, nos ultimos 10 anos.

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Exercício premonitório sobre a vitória de Marinablablá :

TRÊS ENCONTROS QUE MARCARÃO AS DIRETRIZES DO GOVERNO DE BLABLARINA :

1º Encontro) Dois dias após o ministrim Marco Aurélio Mello, sorridente, anunciar exultante, a vitória de Marinablábla, aterrisará no aeroporto Tom Jobim o secretário de estado norte-americano John Kerry, ele presidirá um encontro de altíssimo nível com os irmãos marinhos, a presidente de direito, Marina Silva, representantes da alta cúpula do judiciário e de  oficiais das forças armadas, tendo em frente um enorme auditório de um luxuoso hotel da zona sul do RJ superlotado de rola-bostas da porca mídia batendo palmas para cada palavra exelida pelo norte americano John Kerry ou dos irmãos Marinhos .

Assuntos em pautas :

a)  Destruição do Petismo, se possível criminalizando suas principais lideranças (Lula e Dilma) .

b) Mudança radical na política externa, com o esvaziamento do Mercosul, Unasul e BRICS, a criação da ALCA, a liberação da Base de Alcântara para o Pentágono e o alinhamento completo das forças armadas com a politica norte-amerinasionista .

 

2º  Encontro) Num luxuoso hotel da capital de São Paulo, o magnata George Soros, a presidente de fato, Neca Setubal, e dirigentes de grandes bancos e petrolíferas .

Assuntos em pautas :

a) Entrega do Banco Central aos financistas sediados aqui no Brasil .

b) Flexibilização das leis trabalhistas e diminuição radical com gastos públicos (saúde, educação, ações sociais...)

c) Privatização do Banco do Brasil e Caixa Econômica

d) Abertura total para as petrolíferas estrangeiras abocanharem grandes áreas do Pré-Sal .

 

3º Encontro) Realizado num hotel em Brasil com o novo conselho político formado pela base de apoio para o governo Marina .

Na mesa principal, estarão presentes, FHC, Silas Malafaia, Jair Bolsonaro, José Sarney, Aécio Neves, Heráclito Fortes e Jorge Bornhausen .

Assunto em pauta :

Aprovar ( passando o trator) todos os projetos de interesse do grande capital, da porca mídia e do governo norte americano .

 

(* Surpreendentemente, surgirão sorridentes nestes encontros, algumas figuras de destaque nos governos Lula e Dilma, tais como, Helena Chagas, Miro Teixeira, Moreira Franco, Thomas Trauman, Eduardo Cardozo e o plimplim Paulo Bernardo)

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" A injustiça que se faz a um, é uma ameaça que se faz a todos." - Barão de Montesquieu

 

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nilo

As mazelas econômicas do

As mazelas econômicas do Governo Lula/Dilma são consequência das medidas de combate à "inflação inercial" atacada pelo Plano Real como a citada pelo Nassif, a meta de inflação e a de juros decorrente.

Lula/Dilma fizeram concessões ao mercado financeiro para implementar as políticas sociais alcançadas.

Não obstante, solidificadas essas políticas sociais, era e é hora - impostergável - do Governo Dilma se livrar dessas heranças e amarras malzãs do Plano Real.

Não se esqueça, outrossim, que o fim da inflação foi um movimento planetário provocado pelo excesso de recursos internacionais e mudanças de atendimento do FMI. Por exemplo:

- em 1994 éramos o país com maior inflação (916,460%), seguidos pela Turquia (120,311%) e Rússia (214,768%) entre 37 países mais importantes do mundo econômico (EUA, Europa e Ásia);

- em 2003, com 9,301% só havíamos ultrapassado a Rússia (11,978%) e a Turquia (12,710);

- em 2004, mantivemos a vantagem (7,599% contra 9,355 da Turquia e 11,719 da Rússia. Todos os outros países continuaram a ter uma inflação menor que a do Brasil;

- em 2013, com uma inflação de 5,911% ficamos ainda com menos inflação que a Rússia (11,719%) e a Turquia (9,355%) e ultrapassamos também a Indonésia (8,377%) e a Índia (9,113).

- melhoramos, assim, nesse período de 1994 a 2012, um pouquinho no quadro dos países mais inflacionários entre os 37 países mais importante do mundo econômico (EUA, Europa e Ásia).

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A pergunta é: dá para confiar

A pergunta é: dá para confiar em uma candidata que não resiste a 24 horas de pressão?

E quando outros apoiadores começarem a pressionar também, não agora, mas quando ela estiver na presidência, como ficarão essas propostas?

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NADA Pega

[  A pergunta é: dá para

[  A pergunta é: dá para confiar em uma candidata que não resiste a 24 horas de pressão?]   Isso mostra que Marina não  é a radical e intransigente  que vivem dizendo por aqui. Pelo contrário, é ponderável , sensata  e consilianadora.  Só não pode é fazer como o petismo quer, que essa faça de tudo para se mostrar irresponsável e até esculambe o povo para garantir que o petismo ganhe antes de abrir as urnas.

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NADA disso...

Que que é isso Nada ?

Discernimento deve ser uma palavra da qual nem o significado você conhece, não?

Isso NÃO mostra que ela é "não é radical nem intransigente". Nem que ela é "ponderada, sensata e conciliadora"

Isso mostra que ela é OBEDIENTE ao seu pastor Malafaia. Ele praticamente a humilhou em público, exigiu uma retratação, um arrego, e ela submissa como uma boa ovelha voltou atrás.

Mostrou FRAQUEZA, TIBIEZA, PRESSA, ...e individualismo dentro do partido...ora nem é o partido dela mesmo né?

Creia-me, o nível da pressão (interesses econômicos, poíticos, etc) no exercício do cargo, será tão mais maior, que essa pressãozinha do pastor não é nada.

 

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"Penso, logo existo"

Marina do PSBrax lança programa: #NaoVaiTer_PreSal

Marina do PSBrax lança programa: #NaoVaiTer_PreSal

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Francisco de Assis

# onda, tsunami, fenômeno psicossocial; messianismo; oportunismo

Dizem que ela é o novo messias. Que vem salvar e libertar o povo do Brasil dos demoníacos Lula e Dilma, Sarney, Renan e Aécio.

Dizem que vem salvar o Brasil da crise econômica e social. Crise, que crise ?

Pleno emprego, distribuição de renda, renda real do trabalhador crescente, reservas internacionais robustas, inflação sob controle e decrescente, produção do pré-sal batendo recordes, premiados, pela ONU, e densos programas sociais, atendendo diversas camadas da população em vários setores. 

Será por isto que não vejo nenhum manifesto de Centrais Sindicais, de Federações Sindicais, de Sindicatos, de Movimentos Sociais lhe oferecendo apoio ? Nem o Sindicato dos Seringueiros do Acre ? E o Movimento Passe Livre, que desencadeou as manifestações de junho do ano passado, por que não vem a público oferecer-lhe apoio ? Ela não é a catalisadora daqueles que são "contra tudo que esta aí" ?

Ela se apresenta como professora. Não tem nenhum sindicato de professores apoiando a pedagoga Marina Silva ? Apenas um ? 

E a CNBB, mesmo que subrepticiamente, a está apoiando ?

E a CNI, a CNA, a FIESP, a FIRJAN, nada de apoio ? E o Sindicato dos Bancos ? Bom, aí, já podemos relacionar o Sindicato dos Usineiros e o Banco Itaú.

E os intelectuais, artistas, cineastas, operadores culturais, onde estão eles ? Bom, tem o Caetano.

A coligação de partidos que a apóia é composta por 5 nanicos e um partido médio, o PSB, cujo líder já se foi, misteriosamente, para o além, devido à Providência Divina, para promovê-la à salvadora da Pátria, conforme a propaganda eleitoral da candidata.

Ela é a escolhida por Deus, ela é ungida pelo destino, ela é o novo Cristo.

Bom, é o que dizem as pesquisas eleitorais: 50% dos eleitores vão eleger Marina Silva, Presidente da República do Brasil, a sétima economia do mundo, um país continental com 202 milhões de habitantes, com uma das maiores reservas de petróleo do mundo, com 1 trilhão de dólares, oriundos do pré-sal, para aplicar nas áreas da educação e da saúde, líder da América Latina, responsável por operar no sistema internacional uma das mais complexas diplomacias do mundo, etc, etc,

Eu pergunto: O POVO BRASILEIRO ENLOUQUECEU !

CARAMBA ! MALAFAIA VAI SER O MINISTRO CHEFE DA CASA CIVIL E MARCOS FELICIANO O MINISTRO CHEFE DA SECRETARIA DE DIREITOS HUMANOS (SE NÃO FOR EXTINTA).

POR FAVOR, AMIGOS, ME ACORDEM DESSE PESADELO.

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Jorge Vieira

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FCR

O PT tem culpa no cartório

O PT tem culpa no cartório por ter dado munição á oposição (mensalão, PIB baixo etc). Go vernar não é pra amadores. Marina prega o que não pode ser colocado em prática, tanto que não explica como vai realizar suas promessas. Quem defende a Marina pode explicar em detalhes como resolver o preço de combustíveis desfavorável pra usineiros e Petrobras sem provocar aumento de preços? De onde virá dinheiro pra aumento de salários? Como governar brigando com este Congresso que está aí ? Como dar o salto no desenvolvimento com energia eólica? Estou aguardando resposta a estas e outras perguntas de algum eleitor de Marina.

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AntonioC

Marina

O problema da Marina é vaidade.O Lula preferiu a Dilma em vez da Marina para sair como presidente pelo PT e agora ela quer se vingar.Ela quer tirar o governo das mãos do PT e fazer tudo o contrario que o governo fez , vai entregar o pais as ratazanas e detonar a petrobras.

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altamiro souza

excelente post... tem gente

excelente post...

tem gente comprando marina com lula, mas é ledo engano, porque são formações e aprendizagens  diferentes da praxis política,lula  no caldeirão do abc, berço político do pt, 

gostei da conclusão do artigo porque está aí a essencia da questão, que é economica no sentido mais amplo que inclui o social e um montão de inovações  implicado nisso.

retomar um modelo comprovadamente esgotado com exemlos quase trágicos da europa - grecia, é o exmplo mais cruciante - me parece um regeressão insustentável,  um termo que marina gosta de se referir em sua teoria da sustentabilidade.

 

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Carlos Marinho

A imprensa da direita furiosa

A imprensa da direita furiosa e o mercado financeiro  introduziram na politica o ´´odio irracional´´ que tanto mal já produziu pelo mundo, como vimos na Alemanha nazista e Italia fascista, o ódio racial e agora o policito partidário. Os politicos deveriam saber que aqueles que pensam diferente são simples adversários e não inimigos. O que a imprensa promoveu,criando  na opinião pública a aversão ao PT,  é algo somente comparável  ao ódio fanatico do nacional socialismo de Hirtler contra os judeus.É preciso, Nassif, promover o racionalismo  social nas relações entre as pessoas e para isto teremos que estimular o contraditório civilizado através de uma imprensa imparcial e não como atualmente com os meios de comunicação submetidos pela propaganda e publicidade empresarias, apresentando apenas o lado do interesse daqueles que as pagam. É indispensável a reforma politica, mas também a reforma das relações entre empresários e os meios de comunicação, erradicando de vez a dependência destes de forma a torna-los realmente livres da influencia intencional de quem quer que seja. No mais gostei de sua análise pela imparcialidade que deve ser o apanágio de todo jornalista que honre sua profissão, tão perseguida e injustiçada. Parabens

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Repik

Isso é o que mais me

Isso é o que mais me impressiona, odeiam o PT viceralmente e não se dão conta que são apenas marionetes na mão da mídia que cultivou esse ódio nas cabecinhas fracas, e ainda se acham diferenciados e cultos, o nítido esteriótipo do eleitorado paulista. Tenho dito, o maior problema do Brasil não é a corrupção, saúde, educação, ou mesmo os políticos, atualmente nosso mais grave cancer é a mídia, que distorce tudo e não permite que tenhamos um foco mais próximo da realidade, dissimulando assim nossas energias muitas vezes de forma incontornável.

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Digita aí: "Inflação inercial"

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Giusepe

Nassif, parabéns! texto nota

Nassif, parabéns! texto nota 10!

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Conclusão: no popular

Nassif, mais fácil galinha criar dente que Dilma não ser reeleita.

A direita - bancos, empresarial, política e midiatica - faz barulho, tem força, mas vão ter de aguentar mais um bom tempo de governos populares.

http://blogdobriguilino.blogspot.com.br/2014/08/porque-dilma-sera-reelei...

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marcio de moraes

Malafaia = Marinafaia

Sorte que nosso Nassif nao caiu no conto da Sereia   ate me asustou e so olhar a sra Marina vive de politica a 30 anos e agora que ta uma sra da politica  que ser a nova politica rsrsrs  quem era ministra de LULA sair do governo deixar uma causa um sonho  por ambiçao propria,  e se nosso Lider maximo LULA escolheu Dilma quem sou eu pra mudar.

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J Ferreira

Programa de Marina

O programa de governo de Marina é total-flex. Sem pé nem cabeça. Dança de acordo com a música. Esta mulher não tem personalidade política. Uma hora é desenvolvimentista e noutra ambientalista. Não existe um ser com dupla personalidade mais apurada do que Marina. Dupla é até pouco, ela é a candidata camaleão pois quando quer muda de cor. Já foi PT, PV, REDE e agora amarelou para PSB. Deus nos livre desta camaleoa recheada de hipocrisia. 

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Antonio A. B. Neto

Será o governo dos

Será o governo dos banqueiros, dos neoliberais, dos nanicos oportunistas, sem apoio no Congresso e sem lideranças para construir pontes na socidade.

Neca Setúbal é a expressão mais acabada da face anti-povo do eventual governo MS, anda dando entrevistas pelos cotovelos e sempre querendo dar lições, como se fosse o novo farol da república, esta senhora é a inspiradora da indepedência do BC, quer avançar os tentáculos de seu bancão sobre o sistema financeiro brasileiro, será uma legítima representante desse sistema espoliador do tesouro nacional, sempre querendo juros estratosféricos para garantir seus lucros absurdos.

Giannetti da Fonseca é um liberal do estado mínimo do mínimo, se pudesse privatizaria até a justiça, faz uma dupla constragedora com esta NS, estaremos bem servidos com esse pessoal se MS ganhar as eleições... quanto ao povo, bem eles não estão nem ai para ele, desde que,  no seu conforto intelectual, prestem bons serviços a seus financiadores.

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Jacqueline

As mudanças MIRABOLANTES que Marina quer fazer

Gostaria muitissimo como esta Senhora Marina de Deus a Milagreira pretende CONSEGUIR o dinheiro para:

1 - oferecer Passe livre - será o único país que as pessoas não pagam para usar onibus;

2- construir casa para TODOS os Brasileiros.

3- Ser uma "PERFEITA FILHA DE JESUS" cheia de poderes como todos os Evangélicos pensam que TEM;

SE VER QUE SÓ UMA EVANGELICA FICCIONADA PENSA QUE  - TEM O PODER DE MUDAR O MUNDO

5 - Que ela me ensine como viver bem com o salário de uma aposentada que trabalhou 12 horas durante toda a minha vida;

6 -  Não quer usar o Pré Sal - de onde ela tirará este dinheiro - ( já sei da sacola da Igreja) vem me dizer que ELA tem o poder de fazer MILAGRES MIRABOLANTES NA SUA VIDA como  dois pastores famosos, que tem e gastam BILHÕES, TIRANDO DINHEIRO de quem está em DESESPERO - prometendo MILAGRES MIRABOLANTES - NO BRASIL EXISTEM DOIS QUE SÃO BILIONÁRIOS - enquanto constroem Igrejas milionárias, NÃO OFERECEM UM PÃO A UM IDOSO ABANDONADO.

7 - ESTA SENHORA - MARINA DE DEUS - É MESMO UMA MILAGREIRA  - A SALVADORA DO BRASIL, ???????????

8 - Evangèlicos pensm que podem TUDO - exigir de Deus - TODOS OS TIPOS DE MILAGRES - este pessoal merece cadeia para não MAIS ENGANAR QUEM ESTÁ DESESPERADO.....ME AJUDA AI...

9 - Prometer milagre a alguém em troca de DIZÍMO - NÃO É CRIME - ????? NO BRAZIL NÃO,  não é cri,e é só fazer um CURSO DE COMO PERSUADIR UMA MENTE DESESPERADA - fica rico e pronto. QUE É ISTO?????

ME AJUDEM PELO AMOR DE MARIA SANTÍSSIMA., Amém

 

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Elivaldo Caldeira

Saudações! Obrigado pelo seu

Saudações! Obrigado pelo seu desabafo. Suas palavras tocam o coração e aguçam a mente. Abs!

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