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Mais e mais bolsonaristas ganharão sepulturas, por Fábio de Oliveira Ribeiro

O isolamento diplomático do nosso país, causado pela destruição da floresta amazônica estimulada pela presidência, não será rompido enquanto Bolsonaro for presidente. Ele já causou a morte de 350 mil brasileiros. Se o genocídio não for freado, em breve milhões de pessoas estarão mortas.

O perigoso e vergonhoso ódio de Eduardo Bolsonaro aos árabes e seu legado, Por...

Não é a primeira vez que Eduardo Bolsonaro tenta demonizar árabes e ou muçulmanos em pleno parlamento brasileiro.

Cuidado: Bolsonaro perseguirá seu próprio Reichstag, por Marcio Valley

Os impulsos antidemocráticos do presidente, nesses dois anos de mandato, foram contidos por circunstâncias estranhas à sua vontade.

Um rega-bofe indigesto, por Aracy P. S. Balbani

O cardápio não deve incluir farofa, para reduzir o risco de engasgo, tosse e eliminação explosiva de perdigotos à mesa. Afinal, “Amor e tosse, impossível ocultá-los”, já dizia o poeta e sacerdote galês George Herbert nos idos de 1600.

A novilíngua dos “progressistas” brasileiros, por Rogério Maestri

Como vemos no Português normal e dicionarizado a palavra provocação é algo forte quase que uma intimidação para alguém reagir com força, entretanto os nossos “intelectuais” distorceram a palavra e utilizam na sua “novilíngua” dos “progressistas”

O que significa ser de esquerda?, por Vitor Fernandes

Mas o que une, o cristianismo primitivo, os comunistas, socialdemocratas, etc. a meu ver, é a preocupação com os pobres, com a miséria, material e espiritual (em sentido amplo da palavra).

Morra quem morrer… o deus dinheiro não se importa, por Fábio de Oliveira Ribeiro

Morra quem morrer… O culto do deus dinheiro não pode parar. A bíblia dele é a contabilidade financeira.

Por que a responsabilidade dessa tragédia não pode ser conferida aos “brasileiros”?, por Jean...

O governo joga o jogo do “quanto mais falarem de mim, melhor, mesmo que seja o pior”, numa versão trágica do adágio de JK.

De homens e meninos, por Ricardo Mezavila

Homens ou meninos? O ministro Gilmar Mendes, que passará a ser o decano do STF com a aposentadoria de Marco Aurélio de Mello em julho, foi entrevistado pela TV 247 e mostrou que veste calças compridas ao admitir que a história o julgará por ter negado a Lula o direito de tomar posse como Ministro da Casa Civil de Dilma.

“Fora Bolsonaro” precisa do exército dos ressentidos!, por Marcio Valley

Nesse momento, dezenas de milhares de pessoas são infectadas todos os dias pela covid; dessas, milhares morrem diariamente; centenas de milhares já morreram até agora. As previsões são absolutamente sombrias

A esquerda está distante do povo pobre, por Vitor Fernandes

Somos pouco propositivos. Nos posicionamos contra quase tudo. Fazemos notas de repúdio muito bem escritas, mas não propomos quase nada.

O Egito é aqui: a urgência da páscoa brasileira, por Albertino Ribeiro

Um governo recita de cor o versículo “conhecereis a verdade e a verdade vos libertará”, mas verdade vive a disseminar mentiras e desinformação a um povo sofrido e carente de libertação.

O general, a apresentadora de TV e o policial baiano, por Fábio de Oliveira...

Não há vácuo legal quando o Judiciário restaura os direitos de um cidadão indevidamente perseguido.

De 1964 à Pandemia do Coronavírus: a maldição das Forças Armadas no Brasil, por...

É urgente identificar semelhanças e influências do passado, considerando a profunda relação entre as Forças Armadas e o atual presidente do Brasil.

O Partido do Exército espera chegarmos a meio milhão de mortos para derrubar Bolsonaro,...

Por que o número de meio milhão de mortos como um número chave? Fácil 200, 300 e 400 mil são números assustadores, mas falar em meio milhão de mortos é algo fantástico

O golpe verde ou amarelo?, por Fernando Horta

Se é verdade que até hoje tratamos “o exército” como um ente sempre disposto a golpes e ilegalidades em nome de posturas políticas próprias é porque a própria instituição nunca fez o trabalho de exaltar seus quadros mais legalistas.

Neoliberalismo, pesadelo e Arte, por Fábio de Oliveira Ribeiro

Talvez a Arte possa ser uma pedagogia, um medicamento, um despertador... Afinal, o neoliberalismo depende da teatralização da política e, nesse momento, teatraliza o assassinato em massa.

A queda de um imprestável, por Marcelo Uchôa

O Brasil é contra o globalismo, o multilateralismo, tem chocado o mundo inteiro com visões arcaicas sobre as questões mais caras à humanidade e quer receber solidariedade? O país se fechou num casulo.

Sem essa, Bolsonaro!, por Ricardo Mezavila

Os bolsonaristas caíram em um buraco do tempo que fez um elo entre a idade média e o período da ditadura militar no Brasil. Conversam sobre tortura como se estivessem na sala de espera de um pet shop

O caso Filipe Martins: sinais de supremacismo branco no governo sempre estiveram presentes, por...

O próprio presidente já enviou um sinal dessa natureza ao realizar transmissão pública na qual ele e outros dois integrantes do governo bebericavam vistosos copos cheios de leite, símbolo reconhecido de racismo ariano

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