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Crônica

Ditadura, ficção e memória, por Urariano Mota

Nesta semana pude ver a crítica do mestre Helder Santos Rocha a meu romance. Na sua fala, vi confirmadas, de um ponto de vista erudito, as linhas da minha intuição.

A fábula do senhor Funil, por Fábio de Oliveira Ribeiro

O senhor Funil e os seguidores dele começaram a ser soterrados por pedidos formais de autorização emitidos por pop-ups dos websites.

Nelson Rodrigues, o gênio maluco-beleza, por Cesar Oliveira

Suas peças, romances, contos, crônicas, novelas são lidas, analisadas e admiradas, pela desassombrada realidade e coragem de escrever o que passava naquela cabeça prodigiosa.

A bandeira do Brasil, por Urariano Mota

Da infância, lembro que o dia da bandeira se transformava em um desenho nos cadernos. As melhores cópias do modelo estampado nos livros ganhava nota 10.

Pensar as grades pode ser tão inútil como escrever uma crônica sobre, por Maíra...

Mas a grade pensada como metáfora é apenas uma situação relativamente cômoda, como também humana demais. Nós, os acomodados fundamentais que pensamos metáforas.

Marília, por Rui Daher

Entrarei em severa penitência. Como pude desconhecê-la? Nunca soube de sua existência e do quanto fazia pela cultura musical brasileira, fenômeno atestado por milhões de adeptos e seguidores.

Hoje acordei de um sonho, realidade ou esperança?, por Danilo Nunes

Hoje, ao despertar, me olhei no espelho e percebi que envelheci um pouco e comecei a lembrar do meu sonho.

Marília Mendonça e o ideal de beleza feminina, por Urariano Mota

Ainda não chegamos à compreensão de que valorizar um certo ideal de beleza física para as mulheres é um desprezo à sua pessoa.

Na Redação, por fim, por Rui Daher

Por outro lado, não me agradava admitir o fim do blog depois de tantos anos de brava militância ao lado da defesa de uma democracia com mais distribuição de renda e direitos cidadãos.

Uma carta de até breve à Marília Mendonça, por Danilo Nunes

Como músico e artista, sinto que perdi uma irmã, parceira e colega de profissão. Como historiador, enxergo que aquele avião levou uma pessoa de papel fundamental para a história da sociedade e das resistências contra um sistema desigual.

Marília no país do futuro, por Jean D. Soares

Tive daquelas impressões de raridade no meio da música popular. Era uma mulher tornando as mulheres algo mais do que o objeto de uma relação. Ela cantava agora também como sujeito, com voz e conceitos na canção.

Marighella, o filme, por Urariano Mota

Para este artigo, pesquisei as notícias sobre o impacto do filme. Elas oscilavam entre o elogio sem ver a produção nas telas e o mais brutal reacionarismo.

A Inocência Diante do Mistério, por Jorge Alberto Benitz

Tia! Aquele ali é Deus? Não, foi o que somente pode dizer a tia aflita pelo inusitado da pergunta. Pelo jeito foi um não que não convenceu muito Hélio, tanto que resolveu se afastar, puxando a mão da tia, daquele estranho.

Os vinte e cinco, por Maíra Vasconcelos

Talvez fossem vinte e cinco “doentes do crime”, como disse Clarice. Mineirinho foi um doente do crime que morreu com treze tiros quando um só bastava. Não estive no local, mas vinte e cinco corpos sem vida ocupam muito espaço.

Arte, artistas, sofrimento, por Paulo Nogueira Batista Jr.

Desde os meus tempos de China, tenho feito anotações esparsas, na forma de sentenças, aforismos e crônicas. Pedaços, fragmentos ou estilhaços de um futuro livro.

Uma tarde preguiçosa, por Daniel Gorte-Dalmoro

Bem que Clara havia dito à Blanca que são os vivos, não os mortos, que devemos temer. Por mais que a casa tampouco tenha tido espaço para o sobrenatural, pergunto que espíritos poderiam estar a povoá-la agora.

Doença mental sob o desgoverno Bolsonaro, por Urariano Mota

Mas há uma clara relação entre doença, desgraça e governo fascista, que se espalha até mesmo por territórios antes sagrados dos indígenas brasileiros.

Fome per capita do Brasil e Swift, por Urariano Mota

O título no alto se refere ao imortal escritor Jonathan Swift, que tem sofrido, à semelhança de outros grandes autores satíricos, um amaciamento, uma domesticação póstuma como escritor para crianças.

A Busca do Hexa e “O Tatitês”, por Nathan Caixeta

Escrever sobre futebol é, como dizia Nelson Rodrigues, falar de amor e ódio ao mesmo tempo, emoção, alegria e tristeza que figuram nos olhos dos torcedores, vibrando misticamente para o campo

Um beijo, um mundo, uma flor, por Marcelo Mattos

À medida que o tempo avança, a postura desses super-heróis se modifica, interage afora às suas identidades, a expressão de gênero e preferências sexuais.