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Crônica

O maestro daquela insurreição, por Paulo Fernandes Silveira

Pois bem, num passeio de fim de ano nos levaram para uma festa numa casa com um bom quintal, mas não podíamos correr, brincar, cantar, não podia nada, só comer o lanche que nos foi oferecido e voltar para a Febem.

Cibernética e pandemia, por Izaías Almada

Alguém já disse no passado que “nem tudo que é novo é revolucionário”. Eu até arriscaria dizer que o novo pode muito bem servir a causas conservadoras e, porque não dizer, reacionárias.

Vassourinhas, por Homero Fonseca

Vale a pena re-viver: hino do Carnaval de Pernambuco é um espetáculo multissensorial ímpar

Paulo Coelho merece um Nobel, por Urariano Mota

Viva! A questão, a felicidade que dá na gente o seu gesto, não é só da grana, dos 145 mil reais transferidos. Pelo que se sabe de Paulo Coelho, ele seria capaz de oferecer até mais.

Felicidade, por Izaías Almada

Iria fazer seis anos de idade dali a duas semanas. Por que será que o papai não brincava mais com ela na volta da escola? E a mamãe, por que tinha ido embora com aquele outro tio?

A aula que um garçom cubano me deu, por Álvaro Nascimento

O diálogo foi mais ou menos este, que jamais esqueci, e demonstra bem o porquê da continuidade daquele processo social durante tanto tempo, apesar do bloqueio estadunidense, do fim da URSS e da avalanche conservadora que toma conta do mundo.

As manifestações em Cuba na opinião de quem conhece a Ilha, por Urariano Mota

Cuba ainda atravessa o período especial que começou nos anos 90: o fim da União Soviética, o fim da parceria de Cuba com a União Soviética, que a deixou sem a proteção contra o isolamento econômico imposto pelos Estados Unidos

Comme d’habitude, My way, por Homero Fonseca

Como a canção popular pode ser reveladora do ethos dos povos

Salão de Baile II, por Izaías Almada

“Tô só de passage. Manhã cedo eu vô pra Curvelo. Tô ino visitá minha mãe.”

Identidade pernambucana e revolução, por Urariano Mota

E vem mais esta descoberta que se apoia em fatos vivos: a história é tão entranhada em nós, que acontecimentos mais recentes manifestam instantes de mais de cem anos.

Salão de Baile I, por Izaías Almada

“Óia. Cum essa aí eu conheço quem já tento e num consigiu. A boniteza dela chama os nêgo pra perdição. Se ocê pensa qui é diferente dos otro!...”

Belô II, por Izaías Almada

Quando inauguraram Brasília, seus orgulhosos construtores chamaram-na de Novacap. Os emigrantes mineiros, abundantes nas duas cidades, ironizaram o fato chamando Belo Horizonte de Merdacap.

Belô I, por Izaías Almada

Interior ou capital somos todos mineiros.

GGN – De volta ao blog – tantas cenas, por Rui Daher

Ao cabo, para gáudio dos gabinetes paralelos e do ódio, mais de 530 mil óbitos. Certo, Dra. Mitiko Clorokinaka?

Flatos de fala, por Sr. Semana

Ao falar coisas como “caguei para a CPI”, não é somente sobre os membros da comissão que “caga”.

O Encontro com nossa Identidade Cultural através do canto de Mônica Salmaso, por Danilo...

O Brasil nos deu Mônica Salmaso e Mônica nos deu o Brasil com seu canto.

Sonhos, por Paulo Nogueira Batista Jr.

Sonhos podem ser perigosos. Certo tipo de sonho, justamente os plausíveis que desejava Bomfim. O sonho possível carrega em si a possibilidade da decepção e do sofrimento.

Neorrefugiados, por Daniel Gorte-Dalmoro

De que terra saíram os brasileiros que hoje habitam essa praça? Que ameaças sofreram para ir morar na rua? Que segurança há ali, em barracas sob o relento, o frio, o intenso trânsito de carros? Quem os persegue?

Mentiras em nota militar sobre a declaração do senador Omar Aziz, por Urariano Mota

É comovente, ou melhor, é espantoso que os fascistas no poder acreditem que a retórica possua o poder de transformar a realidade.

Léthê, a padroeira do Brasil, por Fábio de Oliveira Ribeiro

Não é possível escrever um livro contendo as biografias de cada uma das vítimas da violência policial no Brasil desde 1988. Se fosse escrito, nenhuma editora o publicaria.

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