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Crônica

Aos mestres, no seu dia, por Urariano Mota

Mas não podemos perder a oportunidade do gancho do calendário, que nos pendura à excelência esquecida. Então do meu canto de aprendiz envio para os mestres.

O desconcertante ar de normalidade: é possível ser ‘flâneur’ em meio aos escombros?, por...

É triste perceber o individualismo flagrante de uma parcela da sociedade reivindicando a SUA #saúdemental. Como se ter saúde mental fosse um ato meramente individual.

José Carlos Ruy, um clássico, por Urariano Mota

Muitos talvez não acreditem nesta realidade: como podem pessoas, que nunca se viram antes, terem um encontro fraterno, rico, só possível entre velhos amigos? É que os comunistas têm isso, e quem não é, não sabe o que está perdendo.

Sob Pressão, por Rui Daher

Desde a estreia, autoria, texto, roteiro e direção foram compartilhados por profissionais competentes escalados pelos produtores. A boa escolha se estendeu ao bom elenco.

Um tsunami no Recife, por Urariano Mota

Ela se enganou, é certo, pois não fugi para o Alto. Mas a sua preocupação era real, alimentada pelas manchetes da imprensa on-line do Recife. Procurando pelo tsunami que viria, pude ver no Diário de Pernambuco

Democracia.com.br (atualizado), por Izaías Almada

A difusão de fatos e acontecimentos que se espalham em minutos, segundos, por todo o mundo, muitos deles inventados, criados mesmo para confundir e que fazem parte da contemporânea guerra de ideias, está criando uma paranóia coletiva

O ponto onde estou, por Daniel Gorte-Dalmoro

Ao pensar nas minhas aspirações de infância e adolescência, noto que havia uma ingênua crença numa liberdade classe média: de que meu futuro quem faz sou eu

Dois mais dois são cinco?, por Izaías Almada

De repente, não mais que de repente, em 2016, a rataiada abandonou o porão do navio e invadiu os jardins dos três poderes republicanos, misturando-se a gregos e troianos e começou a roer as bases da frágil democracia brasileira.

Paulo Freire, educador do mundo, por Urariano Mota

Perdoem por favor o tom de discurso à beira do túmulo. Desculpem a exaltação, que até parece exagero. Mas é que Paulo Freire sofre um segundo exílio post-mortem neste governo Bolsonaro.

Soy loco por ti America: A memória de um tempo que o tempo não...

No mês de setembro, torna-se impossível apagar de nossa memória o sangrento golpe militar no Chile, patrocinado pelos Estados Unidos que nomeou como seu representante o cruel general Augusto Pinochet

“Quem tem medo do lobolso mau?” A anti-fábula de um mandato presidencial, por Jean...

Sua empáfia até lembra Collor, mas como farsa, não como tragédia.

Torcer ou Não Torcer pela seleção brasileira, por Urariano Mota

Assim como no tempo da ditadura Médici, estamos perdendo o distanciamento entre futebol e política. E perdendo a distância também daquele tempo. Então volta para mim a Copa do Mundo de 1970, jogo Brasil x Itália no Bar Savoy, no Recife.

Irmão Sol, irmã Lua – Final, por Izaías Almada

Não muito longe dali, os profetas de Aleijadinho sorriam, na mudez da sua natureza, o sorriso cúmplice dos alcoviteiros.

Os “Sete Setembros” – Vida e Liberdade, segundo Bolsonaro, por Nathan Caixeta

Eleito em 2018, Bolsonaro mirou um a um de seus aliados, tornando-os adversários. O time de colete verde-oliva de um lado, o time de bandeira verde-amarela de outro, enquanto os “bobos” de vermelho esperavam no banco de reservas.

Irmão Sol, irmã Lua – II, por Izaías Almada

Eu, na confortável condição de observador e, por que não dizer beneficiário final desse puro e santo ato de amor, procurei para mim o melhor lugar do espetáculo, para com isso poder melhor descrevê-lo...

O Mata-borrão, por Jorge Alberto Benitz

Um dos contos do meu livro Conversas de Livraria&Avulsas, Editora Palmarinca, publicado em 2017.

Irmão Sol, irmã Lua – I (*), por Izaías Almada

Se a escolha que Júlia e Frederico fizeram, em relação à sua vida afetiva, foi uma escolha voluntária, ou se foi apenas uma provocação a terceiros, isso não me diz respeito.

A crônica e O Escafandro e a Borboleta, por Maíra Vasconcelos

Uso da ficção para dar voz a um fato familiar. E “O Escafandro” é, ante tudo, o desejo de falar, de se expressar, de contar sobre uma vida.

Pátria ou autoterrorismo?, por Izaías Almada

Trama-se um golpe ou, se quiserem, um autogolpe, pois os aloprados ameaçam o Superior Tribunal Federal e o próprio Congresso para defenderem o presidente que já fez arruaças parecidas quando na ativa do Exercito e foi, inclusive, punido por isso.

Memória emotiva (Final), por Izaías Almada

Dizei agora, vós que me ledes, mas dizei com sinceridade, sem o intolerável sentimento dos piedosos ou a dissimulação das almas domingueiras e caridosas: quem mais, naquele fim de mundo, poderia amar uma princesa de muletas?