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Bolsonaro perde 3 apoios internacionais: Trump, a máfia de Las Vegas e das armas

As maluquices diplomáticas dos Bolsonaro, como transferir a embaixada brasileira de Israel para Jerusalem, foram influência direta de Adelson, ele próprio financiando a mudança da embaixada americana para lá.

Aberta a temporada de discussão sobre o impeachment, por Luis Nassif

Até o final do mês a abertura ou não do processo de impeachment dependerá da vontade de Rodrigo Maia. A probabilidade maior é que não abra. Abrindo, o impeachment tem mais chances de ser bem sucedido

Aumentarão as pressões pela saída de Bolsonaro e Guedes, por Luis Nassif

Um agravamento da crise deixará claro a incapacidade de Guedes em continuar com a agenda de privatizações. Isso, mais o caos previsível, aumentará as pressões por mudanças radicais

Xadrez da entrada do país na era da ebulição, por Luis Nassif

Há dois anos os Bolsonaro vem armando suas milícias, desde as milícias propriamente ditas, aos clubes de tiro espalhados pelo país e os ruralistas. E tem se aproximado cada vez mais das bases das PMs e Forças Armadas

A (não) recuperação do setor de serviços, por Luis Nassif

Nas próximas semanas as curvas da pandemia crescerão mais ainda, devido às aglomerações de final de ano. E há perspectivas claras de distúrbios sociais pela frente.

A crise da Ford e a fantástica fábrica de ignorância institucional, por Luis Nassif

A confusão de diagnósticos e de mesmices sobre a crise do setor automobilístico é a melhor explicação para a crise do setor automobilístico. Significa que nunca houve um diagnóstico claro

As explicações inacreditáveis sobre a saída da Ford, por Luis Nassif

Seria um bom exercício de lógica, ainda mais agora que a cobertura do Covid-19 finalmente trouxe a mídia para o primado da ciência e da racionalidade. Mas na economia mantém-se a mesma irracionalidade de repetir platitudes sem a menor preocupação em definir relações de causa e efeito.

Não há sinais de recuperação para a indústria automobilística, por Luis Nassif

Essa dissintonia entre declarações e realidade explica o paradoxo refletido em muitas reportagens, segundo as quais, apesar da suposta recuperação em V do setor, ele continua reclamando ações do governo.

Balança comercial: queda drástica no fluxo de comércio brasileiro, por Luis Nassif

As exportações não serão um fator de dinamismo da economia este ano. Ainda mais considerando-se a segunda e terceira ondas afetando as grandes economias.

Bolsonaro será o Trump amanhã, por Luis Nassif

Seja qual for o resultado final, não se tenha a menor dúvida de que a estratégia em curso, pelos Bolsonaro, será levar a tentativa de golpe de Trump às últimas consequências. Há vários trunfos, que o próprio Trump não dispunha.

Crises podem trazer saídas, mas não com Bolsonaro e Guedes, por Luis Nassif

A crise abre oportunidade para grandes saídas. Mas quando se tem Ministro da Economia grande e presidente da República saudável. Quando suas declarações lembram diálogos de malucos, não tem conhecimento que salve.

A Lava Jato e o Sérgio Moro da Coreia do Sul, por Luis Nassif

Moon providenciou um aumento no salário mínimo, de 2% acima da inflação, e decidiu tributar ganhos de capital e ganhos imobiliários. Seu programa foi apresentado como modelar pela OCDE. O PIB da Coreia do Sul saltou de 12º para 9º lugar, ocupando a classificação do Brasil

Guedes perpetra mais uma crueldade contra vulneráveis, por Luis Nassif

Nos últimos anos espremeu-se a renda mínima, para ter acesso ao BCP. Passou a ser 1/4 do salário mínimo. Agora, com a Medida Provisória 1.023, só terá acesso ao BCP famílias com renda per capita inferior a um quarto de salário mínimo. Trocou-se o “até” por “inferior”.

O panorama da economia nacional visto da ponte, por Luis Nassif

houve explosão nos preços do algodão, do material plástico (inclusive reciclados) e de papelão. Para conseguir algodão, há uma caça a produtores sem condições de exportar, por razões burocráticas. Quem pode, exporta.

O duro desafio de ser otimista com o emprego, por Luis Nassif

Segundo a Folha, a taxa de desemprego subiu de 13,8% para 14,3% - a maior para o período -, mas a mediana das previsões do mercado apontava para 14,7%.