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terça-feira, junho 2, 2020
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    Xadrez da cassação de Bolsonaro e a incógnita militar, por Luis Nassif

    O relevante é que parece ter caído a ficha geral do risco da prorrogação do governo Bolsonaro. Não há acordo possível. E não há empate. O STF e o Tribunal Superior Eleitoral têm que pagar para ver.

    SP não está pronto para fim do isolamento, por Luis Nassif

    Mas a análise dos novos casos mostra ainda uma curva em ascensão.

    O Plano São Paulo e o fim gradual do isolamento, por Luis Nassif

    Mesmo assim, não aposte em volta rápida ao trabalho. Os últimos indicadores da pandemia, divulgados na noite de ontem, mostram a doença em evolução.

    A insistência em um ajuste fiscal impossível, por Luis Nassif

    Para um Presidente primário, como Bolsonaro, basta sentar e aguardar o milagre que ocorrerá quando das nuvens descerem investidores externos sequiosos em investir no Brasil por causa da Lei do Teto.    

    Como resolver a crise dos estados, por Luis Nassif

    Tem-se, então, com a economia em crise, com as finanças estaduais em pandareco, o setor mais dinâmico e mais rentável – depois dos bancos – não contribuindo em nada para o esforço fiscal.

    Porque a renda básica vai ajudar na recuperação do PIB, por Luis Nassif

    Pelos cálculos, três meses de renda básica promoveriam um desvio de 0,45 no PIB do trimestre. Ou seja, se o PIB cair 1 ponto, haverá a mitigação de 0,45 por efeito da renda básica.

    Como organizar a ajuda internacional às economias emergentes, por Luis Nassif

    Rogoff estima as consequências de um corte de uma taxa negativa de -3%. Se a operação for feita de maneira correta, as taxas negativas teriam o mesmo efeito da política monetária normal, aumentando a demanda agregada e estimulando o emprego.

    Xadrez dos capítulos a serem acompanhados nos próximos dias, por Luis Nassif

    Não há mais dúvidas de que, dependendo de sua vontade, os militares do Palácio não vão largar o osso. Provaram o gosto do cargo civil, a abertura de mercado para a família - como é o caso da filha do general Villas Boas, em cargo comissionado no Ministério da Família.

    A deterioração do emprego, especialmente para mulheres, pretos e pardos, por Luis Nassif

    Em 2015 havia 12,7 milhões de pessoas desocupadas ou em subocupações. Agora, este número subiu para 18,4 milhões. A subutilização do trabalho saltou de 16,5 milhões para 24,4 milhões. E os Desalentados, fora da Força de Trabalho, passaram de 2,6 milhões para 7,1 milhões

    Xadrez da incógnita Hamilton Mourão, por Luis Nassif

    Nas próximas semanas aumentarão as caravanas em direção ao gabinete de Hamilton Mourão e começarão a pulular as análises sobre o que seria um futuro governo com ele na presidência.

    Raio X das exportações: o bom desempenho dos primários graças à China

    Mesmo com essa queda generalizada das cotações, o aumento no valor total das exportações de commodities foi garantido pelo algodão bruto (+ US$ 456 milhões), soja (+ US$ 2,5 bilhões) e minério de ferro e seus derivados (+ US$ 400,5 milhões). E aí se observa um papel massacrante da China, como compradora se soja.

    Raio X da balança comercial: China ajuda a segurar o saldo comercial

    Com os impactos sobre o comércio mundial, cada vez mais a China torna-se um parceiro essencial para o país. E mais nítida fica a irresponsabilidade de Jair Bolsonaro e do Ministro das Relações Exteriores, fustigando a China por motivos conspiratórios.

    A dura aposta em cenários econômicos, por Luis Nassif

    Depois do terremoto inicial do coronavirus, há um enorme curto circuito de informações e sinais contraditórios na economia. E, como consequência, cenários dos mais variados.

    A ata do Copom e o mundo irreal do Banco Central brasileiro, por Luis Nassif

    Atualmente, os pontos centrais de análise de risco do grande capital são as crises políticas e sociais (decorrência da recessão), o crise na balança comercial (com a redução do comércio internacional), o fracasso em deter a pandemia e os estragos que a crise produzirá na economia real.

    Estudos da UFRJ estimam uma queda de até 11% no PIB, por Luis Nassif

    A variável emprego é uma das mais afetadas. Nos três cenários - otimista, referência e pessimista - as projeções são respectivamente de redução de 4,7 milhões, 8,3 milhões e 14,7 milhões de empregos.