segunda-feira, junho 24, 2019
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    Justiça para quem?, por Giselle Mathias

    A impunidade da oligarquia e o encarceramento em massa das classes sociais mais baixas sempre foram a tônica do Poder Judiciário, em toda a história do Brasil.

    TV GGN: opinião do Nassif

    Destaques do dia

    A discussão fundamental no caso Intercept e o significado do império da lei, por Gilberto Morbach

    Há algo nessa questão que é paradigmático daquilo que caminha sempre ao lado desse binarismo tribal: uma confusão conceitual que transforma conceitos políticos em meras abstrações que nada significam

    Para ministros do STF, há indícios de que Moro e Deltan manipularam tempo de entrega de casos à Corte

    Segundo informações da coluna Painel, grupo de magistrados pondera que houve manipulação do timing entre procuradores e ex-juiz da Lava Jato

    Coluna econômica

    Luis Nassif

    Guedes vai implodir o fundamentalismo de Bolsonaro, por Luis Nassif

    Aliás, o pecado fatal de Bolsonaro não é acreditar no terraplanismo, mas em Paulo Guedes.

    Últimos Conteúdos GGN

    Amanhã, Glenn Greenwald será ouvido em audiência pública na CDHM

    Segundo os deputados, as reportagens assinadas por Glenn Greenwald jogam dúvidas contundentes sobre a imparcialidade da atuação do então juiz Sérgio Moro e de outros juízes e procuradores.

    A importância da universidade no desenvolvimento do setor energético brasileiro

    Nesse contexto, de cortes orçamentários e desvalorização do trabalho acadêmico, se torna necessário evidenciar o papel clássico e universal do Estado no apoio as instituições de ensino e pesquisa básica.

    Preferência por Investimentos Financeiros: Motivo Aposentadoria, por Fernando Nogueira da Costa

    Juros, de maneira similar às demais rendas (salário, aluguel e lucro), devem ser analisados tanto como custo quanto como receita ou demanda.

    STF adiará julgamento do caso Lula, diz Mônica Bergamo

    Defesa do ex-presidente pediu anulação do julgamento e suspeição de Moro, alegando parcialidade do ex-juiz

    A ferida Moro pode ser útil para incomodar um presidente que resiste a dividir poder, por Alon Feuerwerker

    A defesa do morismo tem sido criminalizar a coisa toda para, no limite, estancar a divulgação e, quem sabe?, responsabilizar criminalmente os jornalistas. Na linha do que está acontecendo com Julian Assange.

    A garantia da imparcialidade do juiz e o crepúsculo dos heróis, por Claudia Maria Dadico

    Sabe-se quão doloroso pode ser o processo de desconstrução de heróis. Neste caso, o recurso à arte é sempre interessante.

    Os pitos e conselhos do Dr. Pessoa a nós ignorantes, por Gilberto Maringoni

    NOSSO ARTICULISTA DOMINICAL não se cansa. Começa um assunto, não argumenta muito e, como num filme de super-heróis, corta a cena e passa a outro perigo iminente

    O contraditório e a produção de acordos no processo penal, por Izabel Nuñez

    Assim, não se trata aqui de dizer como deveria ser o funcionamento do Poder Judiciário no Brasil, porque não foi a isso que a pesquisa se propôs. Tampouco de fazer denúncias sobre ele, não sendo esse o papel e o propósito da pesquisa antropológica. Trata-se, sim, de compreender como de fato o sistema funciona.

    Novos vazamentos e o silêncio ensurdecedor do STF e da PGR: ou se explicam ou reagem, por Tânia Maria de Oliveira

    Parece tranquilo supor que um parecer da PGR ao STF possa ser submetido aos membros da força-tarefa da Lava Jato para “revisão”, haja vista serem todos membros do Ministério Público? Não, não é! É uma ilegalidade!

    As arbitrariedades de um país canalha, por Assis Ribeiro

    O canalhismo não pode esconder a verdade dos fatos e o respeito aos processos legais e justos. O canalhismo parece não perceber que ao se permitir excessos das polícias as tornamos arbitrárias; ao se permitir excessos dos juízes formamos uma sociedade injusta.

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