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Crônica

Bolsonaro, um personagem escrachado, ou perdão, Shakespeare, por Urariano Mota

Enfim, “meu reino por um cavalo” falava Ricardo III na peça de Shakespeare. “Meu rei por um cavalo”, fala Bolsonaro em jogada que é o próprio cheque-mate. O centrão contente aceita.

Alípio Viana Freire, por Izaías Almada

Conheci-o em 1969 quando éramos “hóspedes” do Hotel Tiradentes, como às vezes costumávamos chamar o Presídio de mesmo nome

Companheiro Alípio Freire, presente!, por Urariano Mota

Ele estava internado na UTI em São Paulo, padecendo uma intubação, e desta vez não pôde resistir como tantas vezes resistiu à tortura na ditadura, à infâmia e ao terror de Estado.

Um dia a casa cai, por Izaías Almada

A verdade pura e simples é que caminhamos para o final do mês de abril e também para 400 mil mortos pela Covid-19.

A terceira via parte 2, por Rui Daher

Aos eruditos de planilhas, lembro que Lula estava presidente do Brasil nos anos de 2007/8, quando da pior crise econômica mundial, desde 1929. Saímos dela, né? Com artifícios anticíclicos.

O tudo bem que nos sufoca, por Daniel Gorte-Dalmoro

O tudo bem, se se analisar mais detalhadamente, direciona a resposta. Não é uma pergunta aberta, que convida a uma resposta pessoal, não se pergunta como a pessoa está: ela é um protocolo

A terceira via, parte 1, por Rui Daher

Comum os babacas das planilhas nos pedirem números. Risos. Como se eles não os tivessem e, mentirosamente, os escamoteassem.

Quando Iberê e Portinari sorriram um para o outro, por Maíra Vasconcelos

O encontro entre Iberê e Portinari foi agradável. Iberê não gostou de sua pintura e lhe disse muito francamente, não gosto. Iberê conta que Portinari nem sequer se importou com suas palavras

O dia em que o Brasil parou (II), por Izaías Almada

Começou em 1500 quando os portugueses e a armada de Cabral resolveram distribuir bugigangas aos nativos encontrados ao sul do Equador...

O dia em que o Brasil parou (I), por Izaías Almada

Sempre de olho na casa do vizinho, enquanto a sujeira vai se acumulando nos cantinhos da nossa própria casa.

Ver Emergir o Monstro da Piscina, por Jorge Alexandre Neves

Todavia, verão após verão, toda vez que fazia aquela travessia rumo ao aconchego do amor de sua família, aquele monstro emergia à flor da água da piscina de forma cada vez mais visível.

Os pobres não são dignos de livros, segundo o desgoverno do Brasil, por Urariano...

Para a canalha no poder, consumir é o mesmo que comprar. Os animais não sabem – nem querem saber – que os pobres leem livros que não podem comprar, a saber, consomem livros das bibliotecas, nas bibliotecas, ou emprestados.

Ainda sob a tempestade, por Sr. Semana

O livro faz parte da série Mutações, organizada por Novaes, que já contava com outros onze volumes, dois dos quais ganhadores do Prêmio Jabuti.

“A terceira viagem”, por Rui Daher

Deixei passar o 1º de abril para dar espaço a Messias e Braga Netto, mentiras de 57 anos atrás, anos de chumbo, inocente elemento químico da tabela periódica, menos letal do que o governo (?) atual.

Primeiro de abril, por Urariano Mota

O golpe se deu em primeiro de abril de 1964. Mas como essa é a data universal da mentira, a propaganda abusiva das forças armadas deslocou o 1º. de abril para a véspera.

Sinto muito, não existe manual de sobrevivência para tempos bicudos, por Eduardo Ramos

Lutamos estoicamente para "seguir em frente" aparentando uma normalidade QUE SERIA ANORMAL EM TEMPOS TÃO ESTRANHOS!

Sérgio Moro e a Teoria do Medalhão de Machado de Assis, por José Almeida...

No meio jurídico, é comum encontrar medalhões machadianos, com formação baseada em leitura superficial de manuais de Direito, fazendo citações de autores não lidos ou não compreendidos.

Nota de Repúdio da Nota de Repúdio, por Janderson Lacerda

Também não irei aceitar a minha instrumentalização para justificar o autoritarismo e o pensamento retrógrado, doentio daqueles que se apropriam de mim.

Uma luz no fim do túnel, por Rui Daher

Em cinco de abril receberei a segunda dose. Estarei nas ruas a qualquer dia que nós, véios e véias, formarem massa consciente contra o genocida.

Vale tudo/Revisitado, por Izaías Almada

É isso aí, caro leitor, quando a classe média pensa que é elite, a coisa fica feia...

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