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Crônica

Rio de Janeiro toldado em suas maravilhas, a segunda lágrima, por Rui Daher

Muitas vezes estive no balneário, como trata o Rio de Janeiro fraterno amigo escritor, pouco simpático à Cidade Maravilhosa, e ponto de discórdia imediatamente superado em galhofas, à trabalho.

Um amor vermelho como antes, por Urariano Mota

Dedicado a Christiane Brito (1959-2020), que partiu, e a José Carlos Ruy, que muito a amou.

Rio de Janeiro toldado em suas maravilhas, lágrima 1, por Rui Daher

Diante de tantas tristezas reportadas em folhas e telas cotidianas, vejo uma pessoa em quem, apesar de nunca ter alimentado ódio por alguém, não me importaria liberar Harmônica para uma bala fatal na testa.

Ah Leila, se você estivesse aqui, por Danilo Nunes

Leila, você está aqui! Está em cada mulher e em cada obra de arte que combate o fascismo. Você está em cada pessoa desse país que acredita e luta por liberdade.

Para o centenário de Antônio Maria, por Urariano Mota

Antônio Maria não é autor só de frevos. Ele compôs sucessos mundiais da música popular brasileira. Vocês já ouviram “Ninguém me ama”? Pois é, Nat King Cole gravou a música e virou sucesso em todo o mundo.

Ignorância, ingenuidade e mentiras…, por Izaías Almada

Qualquer dos três substantivos do título acima demonstra com irrefutável clareza a personalidade tacanha e covarde de um povo que, raríssimas vezes na sua história foi capaz de lutar contra os donos do poder.

O outro homem que amava os cachorros, por Armando Coelho Neto

Existem muita formas de se contar a história de militantes da fraternidade. Uma delas é falando só de cães... E a Comissão de Justiça e Paz de São Paulo ficou mais pobre.

Futuro pós-pandemia, por Rui Daher

Em poucos dias, o Brasil contará 300 mil óbitos pela Covid-19. Pergunta o presidente, coonestado pelo pior de nossa raça: “Quando irão parar de choramingar?”

A justiça que permite a celebração do golpe de 1964, por Urariano Mota

Em primeiro lugar, os jornais erram nos títulos. Confundem o Tribunal Regional Federal da 5ª Região com a Justiça. Ainda que fosse o Supremo Tribunal Federal, deveriam sempre, com mais propriedade, nomear o tribunal de onde veio a decisão

Digam o gosto pra mim, por Ana Laura Prates

Elis era jovem velha, giganta meninona. Transviada e luxuosa. Falava com marcianos, avisando que pra variar estávamos em guerra. Cantava a separação melancólica de nossos pais, no tapete, atrás da porta, murmurando baixinho.

O “Gordo” e a “Portuguesa”, por Rui Daher

Muito mais do que os cargos no governo e na política, o professor Delfim deve ser reconhecido como economista e intelectual.

Para o aniversário do Recife, por Urariano Mota

São tantos e tantas faces, tantos bairros, tantas calçadas, tantos encontros, como poderia expressar uma síntese da diversidade mais contraditória do Recife?

Estórias de cobra, por Walnice Nogueira Galvão

Mas há tempos não ouvíamos a estória de uma cobra chegar tão perto. E há debate a respeito de sua identidade: uns dizem que era uma jararacuçu, outros que era uma limpa-campo.

Lula, o Encantado. Por Luis Mendes

No palanque transforma-se num Uirapuru, todos fazem silêncio para ouvi-lo! Feito as flechas de Oxóssi, suas palavras são certeiras e fere a hipocrisia por isso é odiado.

Medo da vacina? Sai dessa lama jacaré!, por Albertino Ribeiro

A primeira pessoa a ser vacinado foi uma criança de 8 anos; veja o que aconteceu: virou jacaré? Não! Foi curada. Até aquele momento, a varíola era muito temida, pois matara muitas pessoas

FHC atual, por Rui Daher

Bem, afinal, FHC, hoje em dia, confirma o Barão de Itararé, jornalista, escritor gaúcho e galhofeiro, Aparício Fernando Brinkerhoff Torelly (1895-1971): “De onde menos se espera, daí é que não sai nada”

Boneco de ventríloquo, por Janderson Lacerda

E quando ele diz “e daí?” ou “não sou coveiro”, ao referir-se à pandemia, é possível ouvir, ao fundo, as vozes de “Skafs” e “Lemanns” e de outros ventríloquos do capital.

Cansaço, por Rui Daher

Assim ganhamos um fake presidente, e mais uma vez estamos servindo ao Acordo Secular de Elites, sempre ancorado em juízes e juízas pilantras (nove dedos, é loira calhorda?), Tribunais e Supremo submissos e acovardados, Congresso fisiologista.

Esquerda, Direita, Marcha e Contramarcha, por Jean Pierre Chauvin

Então, me pergunto: “Haverá algum gesto desses sujeitos que não seja extremado, violento, brutal, genocida, não preconceituoso, anti-intelectual, anticultural, contra-educativo?”.

Uma das mulheres bravas do Brasil, por Urariano Mota

Eu me refiro a Mirtes Semeraro de Alcântara Nogueira, que na altura dos seus 70 anos pode ser vista no documentário Memórias reveladas, da jornalista Marilena Lima.

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