De vez em quando é bom levantar alguns posts para desenvolver causos. Com tantos pepinos na migração, acabei deixando meio de lado nossos papos de boteco.
Ultimamente ando metido em um torneio de distrações com a Eugênia, que tem se revelado à altura. Desafio @s senhor@s a superar meus feitos.
Café da manhã de negócios. Horário marcado: 9 horas. Chego 5 para as 9, olho dentro do café e me sento do lado de for a. 09:30 e nada. Telefono e a pessoa estava desde 10 para as 9 no espaço do fundo do bar.
No mesmo café, fecho o carro, com motor ligado e entrego para o manobrista. Esqueci que, com motor ligado e chave no contato, as portgas travam automaticamente. Meia hora com o carro ligado, no meio da rua, enquanto aguardava a chave reserva. Ainda bem que os guardas de transito foram compreensivos.
Fecho o porta-mala do carro com a chave dentro. Meia hora tentando abrir o porta-mola. Tento pelo banco de trás, não deu. Tento dando o tranco, nem pensar. Ligo de novo para as menininhas trazerem a chave reserva. Aí a Eugênia lembra um pormenor: se o carro está aberto, basta usar a tranca interna para abrir o porta-mala. Ligo para as menininhas suspendendo o pedido.
Início da telefonia celular, a Luizinha quase mocinha vai para um shopping. Combino pegá-la às 6 da tarde. Para não parar no estacionamento, peço que ela espere na porta principal. Entro, passo pela porta, e nada. Meia hora depois, ela me liga do fixo do shopping, leva uma bronca e combinamos encontrar am frente o portão do supermercado. Outra volta, e nada. Meia hora de demora para outra ligação, outra bronca e mando ela esperar em rente o McDonalds. Estaciono o carro, subo no segundo andar, na loja do McDonalds. E nada. Meia hora depois nova ligação. Antes de levar a bronca, Luizinha formula a pergunta definitiva: “Pai, em qual shopping você está”. Era no Morumbi,. E ela estava no Iguatemi. Do outro lado da linha, a voz conformada da Luizinha: “Pai, estamos pior que a dupla Debi e Loide”.
Outra da Luizinha, com 5 anos. Levo até a TV Gazeta, que transmitia o Dinheiro Vivo e era perto de casa. Volto para casa. Chegando, senti que faltava alguma coisa. Era a Luizinha. Voltei correndo para a Gazeta e, para minha sorte, a Vilma, da maquiagem, estava fazendo um rastafari no seu cabelo, para distraí-la. Uns dez anos depois, de volta à Gazeta, sou recepcionado por um corredor polonês dos técnicos e maquiadores, rindo do episódio.
IV Avatar do Rio OOOOOOooo
14 de setembro de 2013 7:43 pmCuidado
Cuidado para não entrar no carro errado, quando eu tinha uma bicicleta a deixei estacionada na calçada e na hora de vir embora sem ver vim noutra quando percebi já era no dia seguinte e o medo de ser preso por furto mas mesmo assim voltei lá deixei a bicicleta que não era minha e a minha ainda estava lá mas essa sua história me fez lembrar a movimentação de O Gordo e O Magro..rs
José Carlos Tiaporanga
14 de setembro de 2013 8:13 pmRSS do Blog Luis Nassif Online Concurso de distração
Eu poderia falar de alguma distração minha, mas a modéstia me impede…
Falo de um professor em Santos-SP.
Ele dava aulas em cursinhos de São Paulo e na terra do poeta Vicente de Carvalho.
(Pausa para lembrar que o Poeta do MAr foi um dos responsáveis pela conservação da orla, mas sua estátua foi posta de costas para o Atlântico. Inclua, por favor, essa distração municipal na lista.)
Na maioria das vezes, um valente Fusca transportava nosso professor, no sobe-e-desce através da Serra.
Certa noite, após maratona de aulas em Santos, toma ali mesmo na orla o ônibus para a terra da garoa.
Durante a viagem, a sensação de que esquecera algo o atormentava. Vasculhou os escaninhos da mente.
As chaves do apartamento, ok.
A carteira, volumosa no bolso.
Aquele livro, sim, está acomodado na poltrona desocupada ao lado.
Somente ao desembarcar em São Paulo e comprar o bilhete de metrô é que conseguiu ouvir os ganidos desesperados de seu fiel amigo.
Tinha deixado o Fusca em Santos, cada vez mais solitário na fria madrugada, estacionado na Av. Bernardino de Campos.
droubi
14 de setembro de 2013 8:29 pmSó vc Nassif
Nassif, isto fora os outros casos que vc já relatou aqui no seu blog… Lembro de uma das piores: ter entrado no avião errado, não lembro em qual aeroporto.
E a de quando vc esqueceu o iphone no taxi e encontrou com o aplicativo da apple.
Tb sou completamente distraído, mas vc bate o recorde.
Abraços,
Droubi
Aline C Pavia
14 de setembro de 2013 9:11 pmUno Mille
Ganhei meu primeiro carro um Uno Mille verdinho metálico em 1998, ano 1997, fazia 17 quilômetros por litro. Uma delícia, meu primeiro carro, depois de tanto ter andado em fuscas, voyages e chevettes emprestados.
Fui no shopping de carro! Ah que ótimo poder comprar à vontade. Um porta-malas!! Delícia, época de compras de Natal.
Terminando as compras fui até o ponto de ônibus, subi no 3.02 e fui pra casa cheia de sacolas.
Qd cheguei em casa meu pai me perguntou, “Ué, cadê seu carro?”
Tinha esquecido O CARRO no shopping!
Mardone
14 de setembro de 2013 10:09 pmEu sempre ia a pé para o
Eu sempre ia a pé para o trabalho.
Um belo dia cheguei em casa e não vi meu carro. Tomei um susto danado, achando que haviam roubado o carro de dentro da garagem. Aí me lembrei que naquela manhã estava chovendo muito e eu havia, excepcionalmente, ido trabalhar de carro. Tive que voltar à pé novamente para o trabalho buscar o carro.
Fábio Lúcio
14 de setembro de 2013 11:24 pmA casa errada
Um amigo que trabalhou comigo na saudosa Gazeta Mercantil, que não dou o nome porque não sei se ele gostaria, relatou num jantar que certa vez chegou em casa, estacionou o carro na garagem, foi à porta e… a chave não servia. Achou muito estranho e levou alguns minutos até perceber que estava na sua ex-casa (atual casa da ex-esposa). E estava sóbrio.
Plínio J. V. Lins
15 de setembro de 2013 12:40 amEduardo Bomfim, ex-deputado e
Eduardo Bomfim, ex-deputado e líder comunista histórico em Alagoas, é um dos sujeitos mais distraídos do Ocidente.
Beroaldo Maia Gomes, falecido em 2012, professor da Ufal e engenheiro, foi um dos homens mais admirados – e distraídos – que esta terra caeté criou.
Eram amigos. Um encontro dos dois era um duelo de titãs da distração, um clássico.
Uma dessas vezes foi num início de tarde na Rua do Comércio, em frente ao antigo Cine São Luiz, no centro de Maceió.
Os dois se cumprimentaram e começaram a conversar. Em meia hora passaram em revista os problemas de Maceió, do Brasil e do mundo.
Na despedida, Beroaldo, ainda segurando a mão do amigo, se deu conta de um detalhe:
– Bomfim, quando nos encontramos eu vinha de lá (apontando para o comércio) ou de lá? (apontando a direção oposta, da Assembleia Legislativa).
Bomfim teve que se esforçar, mas afinal lembrou:
– Beroaldo, você vinha de lá – e apontou para o comércio.
– Ah, bom. Então eu já almocei.
luisnassif
15 de setembro de 2013 2:37 amDo Facebook
Opções Luis Nassif há 7 horas · Quem conseguir ser mais distraído, que se apresente. Concurso de distração jornalggn.com.br De vez em quando é bom levantar alguns posts para desenvolver causos. Com tantos pepinos na migração, acabei deixando meio de lado nossos papos de boteco. Ultimamente ando metido em um t 1Curtir · · Seguir (desfazer) publicação · Compartilhar · Promover Daniel Taubkin, Gilda Azevedo, Osmani Falchi e outras 8 pessoas curtiram isso.
Sergio Mauad · Amigo de Emilio Haddad e outras 6 pessoas Luiz , certa vez eu entrava numa cerimonia repleta de gente, andando e segurando minha mulher pela cintura. Alguém me chamou, larguei dela, cumprimentei a pessoa e voltei a segura- lá atravessando a sala por uns 6 metros, mas achei algo estranho, ela andava se esquivando. Quando percebi eu havia segurado outra mulher, uma grávida de 7 meses, que educadamente há 6 horas · Curtir · 2
Luis Nassif Ganhou, há 6 horas · Curtir · 3
Sergio Mauad · Amigo de Emilio Haddad e outras 6 pessoas me disse: acho que voce se distraiu. há 6 horas · Curtir · 1
Angela Duffles kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk, vcs são otimos! Fiz uma higiene mental, recreio; há 5 horas · Curtir · 1
Daniel Taubkin Sensacional! rsrsrs. Me identifiquei completamente. há 4 horas · Curtir
Consuelo Francis · Amigo(a) de Cândido Vaccarezza Acho que….sobre o que a gente tava falando? há 4 horas · Curtir
Luis Nassif Para completar. A Eugenia veio para casa de carro. Na hora de ir embora pediu que eu a levasse. Nem ela nem eu lembramos que ela viera de carro. Na manhã seguinte ela acordou, fui até a garagem e não encontrou o carro. Achou que tinha sido roubada. há 3 horas · Curtir · 2
Sergio Mauad · Amigo de Emilio Haddad e outras 6 pessoas A convite fomos visitar um casal de amigos e lá chegando havia mais três casais. Batemos um bom e divertido papo. Lá pelas tantas a dona da casa, conhecida por ser meio desligada vira-se para o marido e diz: benhê, vamos embora? Estou cansada…… há 2 horas · Curtir · 1
Luis Nassif Entro no onibus de Poços, com destino a Sao João da Boa VIsta onde estudava. No banco ao lado um sujeito me olha com ar de que me conhece. Eu o olho com ar de quem o conheço. E toca jogar isca para saber quem é. E a família, como vai? Está morando onde? Legal….. Perto de Água da Prata ele se vira para mim: “Acho que não te conheço”. E eu: “Ufa! Eu também não”. há 2 horas · Curtir ·
1 Sergio Mauad · Amigo de Emilio Haddad e outras 6 pessoas Fizemos um jantarzinho de familia em meu apartamento e aguardávamos um cunhado atrasado. Quando chega, muito sem graça, rosto avermelhado, conta que saiu do elevador distraidamente num andar errado. Porta aberta ele entrou e viu muita gente desconhecid…Ver mais há 2 horas · Curtir
Luis Nassif Esta aqui é campeã. Anos 70, o pessoal da Editora Globo dá uma festa na casa de um dos diretores. Um dos funcionários ficou apertado, perguntou onde era o banheiro. Mandaram subir uma escada e entrar em determinada porta. Ele entrou, apertadissimo, não…Ver mais há 2 horas · Curtir · 4
Luciana Carvalho A Maira Mesquita sabe do caso. ..eu na minha lua de mel. ..andando em um mercado- cidadezinha da Provence. …distraí. …soltei meu braço e resolvi puchar meu marido pela mão. …agarrei, sem olhar pra trás, o “pilinsguin” de outro homem. …Kkkkkklk há 2 horas via celular · Curtir (desfazer) · 1
Maria Celia Ferrarez Bouzada · 19 amigos em comum E recebi um convite para uma cerimônia em homenagem a um amigo na Câmara de Vereadores em BH. Acordei, caprichei no visual, fui para o trabalho de onde sairia, mais tarde para a festa. Pois bem. Passei o dia agitadíssima. Às 18 hs, saí correndo, peguei…Ver mais há ± um minuto · Curtir
Raí
15 de setembro de 2013 2:08 pmDistração.
Duvido que alguem tenha cometido uma gafe maior que a minha, há alguns anos atrás(ainda bem que foi em casa).
Estava tão envolvido numa missão comercial, para a empresa, que esquecí-me que aos domingos, o núcleo de negócios não funciona, e como que habitualmente faço, acordei cêrca de 7,00 hs, barbeei-me, estava pondo a roupa, para ir ao trabalho, quando a Soninha viu aquela agonia, num domingo, quando costumeiramente acordamos mais tarde, e perguntou-me aonde eu estava indo, tão cêdo, e sem leva-la. Quando respondí que iria trabalhar, ela perguntou de novo: Que dia é hoje ? eu respondí: não sei, só sei que não posso faltar, nem deixar os fornecedores esperando, e hj tenho uma agenda cheia. Como faço habitualmente, saí voando, e nem percebí que neste dia, não tinha trânsito pesado, e somente ao chegar na empresa, é que batendo a cara na porta(fechada) descobrí que era domingo, e que tinha confundido tambem a esposa, ou ele teria deixado que eu quebrasse a cara.
jns
15 de setembro de 2013 2:51 amLivrai-nos do ‘mar’,
Livrai-nos do ‘mar’, amém!
Meu parça, ‘Roger Reaalmente’, no início da década de 80, curtindo as merecidas férias do trabalho, foi conhecer o mar após comprar o primeiro carango.
Encheu o bornal de matutagem e, empolgadão, se mandou pro litoral, acompanhado pela mulher e a filharada renitente.
Após queimar a gasosa durante dez horas de viagem, a troupe chegou ao sonhado destino.
Antes de buscar uma acomodação para o revigorante descanso, o ansioso Roger deu um rolê para o reconhecimento do terreno e ver o marão misterioso.
Rodou, rodou, mas não encontrou o caminho da roça de Klink e outros desembestados exploradores do mar sem fim.
Cansada pela busca infrutífera, sua esposa, impacientíssima, esbravejou:
– Fiquei mais cansada depois desse monte de voltinha que você tá dando…
E arrematou:
– Cadê o mar amor?
Sem resposta, o querido professor de filosofia resolveu perguntar a um transeunte onde ficava a praia.
O atencioso nativo retrucou ‘na lata’:
– Mas aqui não tem mar…
O velho Roger nem esperou que a resposta fosse concluída e decretou:
– Como é que não tem? Tem sim, uai!
O solícito morador, intrigado, respondeu com outra pergunta:
– Pra onde o senhor tá indo?
Roger, calmíssimo, informou:
– Prá Vitória…
Sacando a inacreditável mancada do marinheiro de primeira viagem, o conquistense encerrou aquele confuso ‘papo de aranha’:
– Meu Rei, na capital do Espírito Santo tem mar, mas o senhor está em Vitória da Conquista, no sertão da Bahia.
Ao nosso herói restou voltar pra sua terrinha, após ter percorrido mais de 600 km, sem ver tubarão ou baleia, para encerrar, o mais rápido possível, aquela viagem insólita.
E, cúmulo da sacanagem, sem avistar nenhuma sereia e sem provar o tradicional camarãozinho capixaba, só prá variar.
Salvando o comentário, antes que desapareça nas fossas abissais do mar de GGN.
Fechando o pano, rápido!
Gunter Zibell - SP
15 de setembro de 2013 3:49 am“Fecho o porta-mala do carro
“Fecho o porta-mala do carro com a chave dentro. … se o carro está aberto, basta usar a tranca interna para abrir o porta-mala.
Isso já me aconteceu, mas numa época em que os carros não tinham essa tranca que abre o porta-malas. E o carro fechado, de qualquer modo.
Mas tinham quebra-ventos e foi fácil com um garfo abrir o quebra-ventos, depois a porta, depois baixar o banco de trás pra alcançar o porta-malas.
Gunter Zibell - SP
15 de setembro de 2013 4:22 am“Desafio @s senhor@s a
“Desafio @s senhor@s a superar meus feitos.”
Não é tão distraído assim…
Está usando @ em textos coloquiais para sinalizar indiferença a gênero, isso é prestar atenção no momento!
‘x’ também é muito usado.
IV Avatar do Rio OOOOOOooo
15 de setembro de 2013 7:12 amChorou o morto errado
Parece que temos um sistema de proteção que faz com que nos esqueçamos destes apuros provocados por distrações e esquecimentos tpo não lembrar do próprio nome, nem de quanto é 2 + 2 ou tipo tascar ‘meus parabéns” no lugar de “meus pêsames” ao cumprimentar a viúva inconsolável na sala de velório, e o que dizer dessa coisa de chorar o defunto errado:
Família vela morto errado e rapaz aparece antes do enterro
Surpresa: corpo, que era de outro rapaz, seria sepultado quando suposto morto ressurgiu
17/08/2013 – 16h05 | Renê Moreira
[email protected]
Foto: Cedoc/RAC
Velório onde família velou por 14h o morto errado em Mirassol 
Poderia ser uma cena de cinema, mas foi real e assustador o que passaram familiares e amigos de um jovem de 23 anos que era velado em Mirassol. Após 14 horas de tristeza e lembranças em volta do caixão, faltando apenas 10 minutos do enterro, não é que o rapaz apareceu na sala do velório quase desmaiando alguns e custando a fazer sua mãe acreditar no que ocorria.
Na verdade o jovem, Everton dos Santos, continuava vivo, estando no caixão o corpo de outro rapaz, Lucas Guilherme de Casemiro, de 18 anos, que teria morrido vítima de mal súbito. Ele se parecia com o vivo e mesmo sendo velado em caixão aberto, ninguém desconfiou de nada.
Também pesou para criar a confusão o fato de que era de outra cidade, estando a passeio e sem documentos. E como o outro jovem é usuário de drogas e havia saído de casa há dias sem dar sinal, seu pai tinha ido ao necrotério, se confundiu e fez o reconhecimento, afirmando ser aquele corpo o de seu filho.
Algumas pessoas já haviam dito que acreditavam ter visto o rapaz vivo na rua, mas ninguém acreditou. Por isso, ao chegar ao velório, na quinta-feira (15), ele causou histeria principalmente na sua mãe que gritou muito e custou a acreditar que aquele fosse mesmo o seu filho.
Foram minutos de muita confusão até que tudo fosse explicado e resolvido. A identidade do morto acabou então descoberta e sua família, localizada na cidade de Getulina, foi avisada para que tivesse início um novo velório, nesta sexta (16), dessa vez com o morto estando morto mesmo de verdade.
http://correio.rac.com.br/_conteudo/2013/08/capa/nacional/91719-familia-vela-morto-errado-e-rapaz-aparece-antes-do-enterro.html
Bruno Cabral
15 de setembro de 2013 10:11 amMeu pai é muito distraido. E
Meu pai é muito distraido. E gastador. Uma vez ele estava numa pindaiba e vendeu o carro e comprou um uno (do que hoje é chamado “mille”), branco. E chegou em casa e colocou o carro na caragem.
Estava eu, garoto ainda, brincando com os amigos da rua e um deles disse que o carro do pai tinha sido roubado, e que era o carro na minha garagem. Foi chamar o pai. Nesse meio tempo, meu pai saiu e voltou com o carro pro trabalho dele.
E voltou a noite e estacionou o carro, o uno branco, novamente.
Eu soube depois que ele tinha pego o carro errado, outro uno branco, que estava estacionado ao lado do dele, e que a chave tinha servido. Quando voltou e estacionou no mesmo local, ao ir embora, dessa vez pegou o carro certo. E o outro carro era realmente do pai do garoto!!!
Outra dele. Voltou pra casa a pé, numa sexta-feira, achando que o carro tinha sido roubado. Deixou para ir prestar queixa na segunda-feira. Na segunda de manhã, liga o gerente do Banespa “O sr não vem buscar seu carro? Está aqui no estacionamento do banco desde sexta-feira!” kkk
Frederico69
15 de setembro de 2013 11:26 ameeuipamentos
um dia desses um colega separou um equipamento para levar em viagem.
depois de responder a umas dez pessoas que questionavam o que o equipamento fazia fora do armário e eu sempre solicito respondia, “o bernardo separou para levar em viagem”. lá pro meio da tarde alguém me questionou, por essas horas ele já deve estar chegando no destino, e o analisador está aqui. ligamos pro cara pra perguntar se ele não havia esquecido o equipamento em meio as garglhadas (para nós o equipamento esquecido é justamente o mais utilizado.
dflopes
15 de setembro de 2013 11:55 amEsqueci a esposa no supermercado…
Recém-casado, fomos fazer compras no supermercado e sem querer, esqueci o cartão de crédito em casa…
sai correndo sem avisar a esposa, deixei-a esperando no supermercado e fui pegar o cartão.
Ela lembra até hoje!!!
Lucinei
15 de setembro de 2013 12:13 pmTá na cara
Muito boas.
Mas ficar entre dez a quinze minutos procurando os óculos revirando tudo – cadê, cadê… – COM OS ÓCULOS NA CARA, também é, não?
Mário César Dantas
15 de setembro de 2013 6:49 pmNum dia daqueles de temporal
Num dia daqueles de temporal brabo, seguia no ônibus, chegando ao meu ponto, saltei debaixo daquela chuvarada toda, chegando em casa que nem pinto molhado. O gurda-chuva que havia levado preventivamente foi deixado por esquecimento na marinete.
Athos
17 de setembro de 2013 3:55 pmAdorei o tópico.
Poderia ser
Adorei o tópico.
Poderia ser feito de tempos em tempos heim.