Eu tive e usei as três marcas, e na adolescencia na minha pequena cidade natal quem (um ou dois da burguesia da cidade) tinha um All Star cano longo legítimo era tratado como celebridade, principalmente se, de quebra, tivesse uma calça Lee…Os pobres da cidade como eu só ficavamos com as garotas sinceras, as Maria All Star desprezavam nós os kichuteiros, hehe.
È bom fugir da politica e recordar as opcões do passado para nossos pés.
Eu fazia a manunteção nas maquinas, que fabricava essas peças ai acima, na fabrica da Alpargatas em São josé dos Campos, era um vai e vem de operarios e operarias em tres turnos de trabalho, vinte e quatro horas por dia.
Hoje importamos as grandes marcas fabricadas no Paquistão, Haiti e outros pais escravos, mas quem manda são as grandes companhias dos Estados Unidos e da Alemanha.
no colégio, era obrigado a usar o kichut, pesado, super quente, soltava com facilidade, as costuras do calcanhar, nem pra jogar bola prestava, mesmo parecendo uma chuteira, pois era um perigo e metia medo numa dividida, era triste, pois sabíamos que existia outras marcas, mas acessebilidade era impossível.
Eu so tive Kichute dos 12 ate mais ou menos os 16 ou 17 anos, nunca tive os outros. So que esse da foto deve ser de muito depois dos anos 70, os que eu tive tinham bolinhas redondas embaixo.
Faltou o bamba cabeção, esse bamba aí era até bonito perto dele, tinha o olimpikus que com o tempo virou uma marca mais refinada, quando jogava bola as vezes voltava de pes descalços para casa por que o kichute quando velho soltava a sola e o maldito vinha parar no joelho, belos tempos, hoje ninguem mais joga bola na rua (até por que corre o risco de ser atropelado).
Usei conga e Kichute. A conga, de tão usada, ficava quase branca, mas o que eu admirava mesmo era o kichute que para variar um pouco, amarrávamos o cadarço passando por baixo do calçado, um horror.
Usei Conga e Kichute. Este último era um pneu em forma de sapato, capaz de resistir a virtualmente tudo. O Kichute era sapato de menino e a gente amarrava passando o cadarço por baixo do sapato, era a moda absoluta! Já o Conga era mais molinho, mais fino, daí mais preferido pelas meninas. Usei pouco, pois não durava tanto quanto o Kichute. E naqueles tempos, a renda do seu Eduardo não era das melhores e a economia era de guerra…
Usei conga no ginásio (Instituto Padre Monte – Natal) e Kichute na ETFRN (atual IFT-RN), era parte do uniforme nosso da época… calça jeans, a camisa padronizada com o emblema da escola, motivo de orgulho era quando a camiseta começava a furar… sinal que já se era um “veterano”, e o kichute que quanto mais surrado mais chique ficava… bem os dois me produziam muito chulé e me renderam muitas peladas nas quadras das escolas, desgastavam rápidos… mas era o que meus velhos podia me dar na época, sonhava com o Bamba e o All Star… mas eram sonhos de consumo muito caros pra mim.
No meu tempo, o kichute era exclusivo dos meninos, que o usavam mais pra jogar bola no campinho “Beira-Valo” (talvez um arremedo de “Beira-Rio”, do Inter de Porto Alegre).
Já o bamba era mais “social”… Pra ir nas festinhas ditas “americanas”, muito comuns na época.
A conga (prá gente era feminino) não tinha chance: havia enorme preconceito em relação a ela, que era carinhosamente chamada de “espalha-merda”. HAuHAuHAUhUAhaaha
kkkkk, me lembrei do campinho de terra improvisado num dos lados do pátio do Colégio Estadual de Alfenas, nós o chamávamos de “MARACATERRA”, rsss, bons tempos. Naquela época, década de 70, apesar de vivermos em plena ditadura, éramos crianças e inocentes em relação ao sistema.
Eu nao deixava mamae comprar outra coisa. Pra mim era so Kichute mesmo -antes dele eu vivia com o dedao do pe estourado de correr e bater em coisas.
Gozado eh que nao ta muito longe de mim ate hoje: eu uso ha uns 10 anos somente o sneaker com velcro em vez de cadarso. Quando comecei, custava 10 dolares na PayLess, muito bom preco. Depois foi encarecendo, encarecendo, encarecendo, e o ultimo que eu comprei ha uns 2 anos custou 25 dolares. Acontece que fizeram uma sacanagem: tiraram o unico sneaker com velcro do mercado pra encarecer o preco. Finalmente voltaram com ele. Preco agora na mesma loja: 30 dolares. E agora a borracha ta muito ruim tambem. Surpreendentemente, aqui esta ele -decorado com uma MARCA- a 60 dolares:
Faziam parte do “uniforme” do militante de esquerda da época…
É engraçado lembrar, mas havia uma espécie de uniforme dos rapazes da esquerda: calça jeans, chuteira e camisa de marinheiro, comprada nos off-stores da época (nao sei como chamavam, também havia um nome). As moças se permitiam um pouco de cor, geralmente batinha de tipo marroquino, mas já sob a influência dos hippies, já sobretudo depois de 1969.
Antes de aparecer a “sandália japonesa”, em 1962, a opção popular era pelo tamanco português. As sandálias de borracha destronaram até a extinção, aquele calçado de material biodegradável, com potencial uso como lenha, bem mais ecológico, portanto.
Encontrava-se em quitandas e armazéns dos subúrbios, pilhas de pares atados por barbante. Quando o futebol português depontou no cenário mundial com o time do Benfica, e logo na seleção portuguesa baseada nesse time, enxertado de jogadores de suas colônias africanas, Angola e Moçambique, surgiu a anedota explicativa:
– Ué, desde quando portugueses jogam futebol? Eles nem usam chuteiras, só usam tamancos.
– É que eles resolveram cortar o barbantinho.
Mas o uso mais difundido do tamanco, entre todas classes sociais, acontecia no carnaval. Era ideal para os cordões e blocos de sujo, servia para marcar o ritmo nos pés e nas mãos. Quando o tempo fechava, estavam todos calçados na mão, um tabefe bem acertado, uma tamancada, era certeza de cacos de dentes voando para todo lado. Nas imagens abaixo a arma, quer dizer, o calçado lusitano, e a seguir um samba para recordar:
Usei todos três, mais o Kichute. Servia para usar na quadra de cimento e até em campos de grama. Também para uso cotidiano, como para ir à Escola ou festas. Até menina usava para ir à aula.
Se alguma por aí se lembrar do Colégio Estadual Central, em Belo Horizonte, que apareça!
Outro dia, tentei comprar um Kichute, pesquizando pela internet. Encontrei alguns, ofertados por colecionadores.
Um calçado popular, barato e durável. Não serve ao capitalismo.
Lembrei dos bons tempos de Lembrei dos bons tempos de criança onde agente jogava futrbol com o velho e bom companheito kuchute no campo de terra do lado da escola estadual antonio muniz de souza em poço verde bons tempos que nao voltam mais
Walker Liberal
7 de abril de 2014 11:26 amEu tive e usei as três
Eu tive e usei as três marcas, e na adolescencia na minha pequena cidade natal quem (um ou dois da burguesia da cidade) tinha um All Star cano longo legítimo era tratado como celebridade, principalmente se, de quebra, tivesse uma calça Lee…Os pobres da cidade como eu só ficavamos com as garotas sinceras, as Maria All Star desprezavam nós os kichuteiros, hehe.
Jose Luiz gonçalves
7 de abril de 2014 11:37 amBamba;Kichute e Conga
È bom fugir da politica e recordar as opcões do passado para nossos pés.
Eu fazia a manunteção nas maquinas, que fabricava essas peças ai acima, na fabrica da Alpargatas em São josé dos Campos, era um vai e vem de operarios e operarias em tres turnos de trabalho, vinte e quatro horas por dia.
Hoje importamos as grandes marcas fabricadas no Paquistão, Haiti e outros pais escravos, mas quem manda são as grandes companhias dos Estados Unidos e da Alemanha.
Bom relembrar o passado.
José Luiz – São José dos Campos.
AMIGO DO POVO
7 de abril de 2014 11:38 amTambém usei os três, só que o
Também usei os três, só que o Kichute dava um chulé muito forte! kkk
Iara G
7 de abril de 2014 11:43 amO conga tinha um solado tão
O conga tinha um solado tão fino que diziam que, quando se pisava numa moeda, você sabia se era cara ou coroa.
Vantuil Barbosa Filho
7 de abril de 2014 12:01 pmnossa, eu odiava
no colégio, era obrigado a usar o kichut, pesado, super quente, soltava com facilidade, as costuras do calcanhar, nem pra jogar bola prestava, mesmo parecendo uma chuteira, pois era um perigo e metia medo numa dividida, era triste, pois sabíamos que existia outras marcas, mas acessebilidade era impossível.
jbonifacio
7 de abril de 2014 10:40 pmE o chulé… ninguém
E o chulé… ninguém aguentava…
Ivan de Union
7 de abril de 2014 12:03 pmEu so tive Kichute dos 12 ate
Eu so tive Kichute dos 12 ate mais ou menos os 16 ou 17 anos, nunca tive os outros. So que esse da foto deve ser de muito depois dos anos 70, os que eu tive tinham bolinhas redondas embaixo.
Ainda existe?
Paulo F.
7 de abril de 2014 12:11 pmOs tres!
Os tres! Na Usp o congão era campeão de venda entre o pessoal da Fefeleti.
SERGIO MEDEIROS
7 de abril de 2014 12:15 pmTentei achar a propaganda do
Tentei achar a propaganda do Kichute com o “menino bionico” mas não achei…
Mas tem essa daqui com o Zico:
https://www.youtube.com/watch?v=67g-qKzCYrY
Hilário!
NALDO
7 de abril de 2014 1:05 pmFaltou o bamba cabeção, esse
Faltou o bamba cabeção, esse bamba aí era até bonito perto dele, tinha o olimpikus que com o tempo virou uma marca mais refinada, quando jogava bola as vezes voltava de pes descalços para casa por que o kichute quando velho soltava a sola e o maldito vinha parar no joelho, belos tempos, hoje ninguem mais joga bola na rua (até por que corre o risco de ser atropelado).
Anísio
7 de abril de 2014 2:10 pmUsei conga e Kichute. A
Usei conga e Kichute. A conga, de tão usada, ficava quase branca, mas o que eu admirava mesmo era o kichute que para variar um pouco, amarrávamos o cadarço passando por baixo do calçado, um horror.
Alan Souza
7 de abril de 2014 3:43 pmKichute: um pneu em forma de sapato
Usei Conga e Kichute. Este último era um pneu em forma de sapato, capaz de resistir a virtualmente tudo. O Kichute era sapato de menino e a gente amarrava passando o cadarço por baixo do sapato, era a moda absoluta! Já o Conga era mais molinho, mais fino, daí mais preferido pelas meninas. Usei pouco, pois não durava tanto quanto o Kichute. E naqueles tempos, a renda do seu Eduardo não era das melhores e a economia era de guerra…
Gilson AS
7 de abril de 2014 3:59 pmNa boa.
Pelo comentário até agora, só tem nêgo velho.
Eu sou da geração Addidas, eh,eh,eh
João Maria Fernandes de Sousa
7 de abril de 2014 4:31 pmUsei conga no ginásio
Usei conga no ginásio (Instituto Padre Monte – Natal) e Kichute na ETFRN (atual IFT-RN), era parte do uniforme nosso da época… calça jeans, a camisa padronizada com o emblema da escola, motivo de orgulho era quando a camiseta começava a furar… sinal que já se era um “veterano”, e o kichute que quanto mais surrado mais chique ficava… bem os dois me produziam muito chulé e me renderam muitas peladas nas quadras das escolas, desgastavam rápidos… mas era o que meus velhos podia me dar na época, sonhava com o Bamba e o All Star… mas eram sonhos de consumo muito caros pra mim.
Abração em todos.
morallis
7 de abril de 2014 4:43 pmUsei todos!
Meu preferido era
Usei todos!
Meu preferido era o radicalíssimo “kichute-lama”já que depois de duas horas de uso
voce parecia caminhar num pântano”.. e não era de bom gosto tira-lo em qualquer
lugar .Usei o “bamba-cabeção” posteriormente e tive um “verlon e um “iris” que eram
tênis para usar em passeios mais elegantes (sic!).Mas….que nostalgia..me lembrei
até do “chulé, chulé este que não poupava nem as as mocinhas faceiras dos anos 70.
JamesFA
7 de abril de 2014 5:07 pm“Beira-Valo”
No meu tempo, o kichute era exclusivo dos meninos, que o usavam mais pra jogar bola no campinho “Beira-Valo” (talvez um arremedo de “Beira-Rio”, do Inter de Porto Alegre).
Já o bamba era mais “social”… Pra ir nas festinhas ditas “americanas”, muito comuns na época.
A conga (prá gente era feminino) não tinha chance: havia enorme preconceito em relação a ela, que era carinhosamente chamada de “espalha-merda”. HAuHAuHAUhUAhaaha
morallis
7 de abril de 2014 6:31 pmCresci jogando futebol num
Cresci jogando futebol num terrão entre barrancos ou o respeitavel ” beira-ranco” para os íntimos.
RACS
8 de abril de 2014 12:00 amkkkkk, me lembrei do campinho
kkkkk, me lembrei do campinho de terra improvisado num dos lados do pátio do Colégio Estadual de Alfenas, nós o chamávamos de “MARACATERRA”, rsss, bons tempos. Naquela época, década de 70, apesar de vivermos em plena ditadura, éramos crianças e inocentes em relação ao sistema.
tiao
7 de abril de 2014 5:08 pmUsei muito,e gostava muito
Usei muito,e gostava muito também!
Ivan de Union
7 de abril de 2014 7:41 pmEu nao deixava mamae comprar
Eu nao deixava mamae comprar outra coisa. Pra mim era so Kichute mesmo -antes dele eu vivia com o dedao do pe estourado de correr e bater em coisas.
Gozado eh que nao ta muito longe de mim ate hoje: eu uso ha uns 10 anos somente o sneaker com velcro em vez de cadarso. Quando comecei, custava 10 dolares na PayLess, muito bom preco. Depois foi encarecendo, encarecendo, encarecendo, e o ultimo que eu comprei ha uns 2 anos custou 25 dolares. Acontece que fizeram uma sacanagem: tiraram o unico sneaker com velcro do mercado pra encarecer o preco. Finalmente voltaram com ele. Preco agora na mesma loja: 30 dolares. E agora a borracha ta muito ruim tambem. Surpreendentemente, aqui esta ele -decorado com uma MARCA- a 60 dolares:
https://www.google.com/shopping/product/15503860025433761817?q=velcro+sneaker+black+payless&client=firefox-a&hs=12G&rls=org.mozilla:en-US:official&channel=sb&psj=1&prds=paur:ClkAsKraX5X47jGeEfjmgvSPQ09Jp-RgN2-9HLlVCBBdfgBuUgh-RP-ILh-1MRX1_afhNAef5qZblIaptCnYd5DsE5mX0ye6cGujLNHxZLiCnNKRRj-NDdDvHhIZAFPVH70UzDDu1vyFOCoXXwHXfM7iKjZKHA&sa=X&ei=ev5CU-qOK4ipsASh8YGQCA&ved=0CDwQwBMwAA
Almeida
7 de abril de 2014 6:06 pmLembranças mais antigas para a garotada.
Daniel A. Cavalcanti
7 de abril de 2014 7:11 pmCoincidência, mas era tempos
Coincidência, mas era tempos de ditadura, rsrsrsrs.
Sem superpalmilhas, molas ou amortecedores. Rainha era sinônimo de que já tínhamos chegado à adolescência e que trabalhavamos.
Anarquista Lúcida
7 de abril de 2014 7:56 pmFaziam parte do “uniforme” do militante de esquerda da época…
É engraçado lembrar, mas havia uma espécie de uniforme dos rapazes da esquerda: calça jeans, chuteira e camisa de marinheiro, comprada nos off-stores da época (nao sei como chamavam, também havia um nome). As moças se permitiam um pouco de cor, geralmente batinha de tipo marroquino, mas já sob a influência dos hippies, já sobretudo depois de 1969.
Almeida
7 de abril de 2014 10:39 pmO carnaval era no tamanco português.
Antes de aparecer a “sandália japonesa”, em 1962, a opção popular era pelo tamanco português. As sandálias de borracha destronaram até a extinção, aquele calçado de material biodegradável, com potencial uso como lenha, bem mais ecológico, portanto.
Encontrava-se em quitandas e armazéns dos subúrbios, pilhas de pares atados por barbante. Quando o futebol português depontou no cenário mundial com o time do Benfica, e logo na seleção portuguesa baseada nesse time, enxertado de jogadores de suas colônias africanas, Angola e Moçambique, surgiu a anedota explicativa:
– Ué, desde quando portugueses jogam futebol? Eles nem usam chuteiras, só usam tamancos.
– É que eles resolveram cortar o barbantinho.
Mas o uso mais difundido do tamanco, entre todas classes sociais, acontecia no carnaval. Era ideal para os cordões e blocos de sujo, servia para marcar o ritmo nos pés e nas mãos. Quando o tempo fechava, estavam todos calçados na mão, um tabefe bem acertado, uma tamancada, era certeza de cacos de dentes voando para todo lado. Nas imagens abaixo a arma, quer dizer, o calçado lusitano, e a seguir um samba para recordar:
[video:http://www.youtube.com/watch?v=21zXIhystDo%5D
taturanous
7 de abril de 2014 11:00 pmVerlon
Usei por um a semana Sapato Verlon de plastico comprado na feira
chule era pouco,aquilo apodrecia os pes ( eita pobreza danada )
piquei na faca.
Pisquila
7 de abril de 2014 11:33 pmQuando eu queria furar a fila
Quando eu queria furar a fila do banho era só tirar o kichute! Era um chulé campeão! kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk……..
alirio
8 de abril de 2014 2:13 amUsei todos três, mais o
Usei todos três, mais o Kichute. Servia para usar na quadra de cimento e até em campos de grama. Também para uso cotidiano, como para ir à Escola ou festas. Até menina usava para ir à aula.
Se alguma por aí se lembrar do Colégio Estadual Central, em Belo Horizonte, que apareça!
Outro dia, tentei comprar um Kichute, pesquizando pela internet. Encontrei alguns, ofertados por colecionadores.
Um calçado popular, barato e durável. Não serve ao capitalismo.
rosivaldo jose garcia
13 de agosto de 2014 12:14 amantiguarias
depois veio o chineizinho, alstar, lecheval estc.
robson rosa silva
10 de fevereiro de 2015 1:01 amLembrei dos bons tempos de
Lembrei dos bons tempos de criança onde agente jogava futrbol com o velho e bom companheito kuchute no campo de terra do lado da escola estadual antonio muniz de souza em poço verde bons tempos que nao voltam mais