22 de junho de 2026

Crise na Petrobras já atinge a indústria naval

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Jornal GGN – Os 50 estaleiros espalhados pelo Brasil, e as empresas envolvidas na cadeia de produção da indústria naval, enfrentam um momento de incerteza desde que a Petrobras, responsável por até 80% das encomendas, começou a cortar investimentos. Para piorar, os bancos estão relutantes em liberar crédito, principalmente para aquelas companhias que têm construtoras envolvidas na Lava Jato como sócias. Para não permitir um novo desmonte da indústria naval, o governo promete aportar até R$ 6,3 bilhões no Fundo Marinha Mercante, a principal fonte de financiamento do setor.

Setor naval pode paralisar sem novos contratos

Por Josette Goulart

Do Estadão

Incertezas em relação ao plano de investimentos da Petrobrás levaram bancos a restringir crédito; governo garante ter recursos

As dificuldades enfrentadas pelos cinco estaleiros que prestam serviços para a Sete Brasil, que concentram contratos de US$ 25 bilhões para construção de 28 sondas, chamam a atenção em função da inadimplência da empresa. Mas a crise não está restrita a esse grupo. Ela é geral entre os 50 estaleiros espalhados pelo Brasil e as empresas envolvidas na cadeia de produção da indústria naval.

As empresas enfrentam um momento grande de incerteza, depois que a Petrobrás, responsável por 70% a 80% das encomendas, começou a cortar investimentos. E estão com dificuldade para obter recursos. Os bancos apertaram a liberação de crédito, principalmente para aquelas que têm como sócios construtoras envolvidas na Operação Lava Jato.

Para tentar compensar a falta de crédito, o governo acenou com a liberação de mais recursos. Neste ano, informou o Ministério dos Transportes ao Estado, o orçamento prevê um volume recorde de recursos para o Fundo Marinha Mercante, principal fonte de financiamento para o setor. A previsão é chegar a R$ 6,3 bilhões, bem acima dos R$ 4 bilhões de 2014 e dos R$ 5 bilhões de 2013.

O problema é mais grave no Rio de Janeiro, que é responsável por mais da metade da produção naval nacional. O Rio abriga hoje 22 estaleiros e mais de 260 empresas na cadeia produtiva da Petrobrás.

Segundo o presidente da Federação da Indústria do Rio de Janeiro (Firjan), Eduardo Eugênio Gouvêa Vieira, os contratos de muitas empresas entraram neste ano em fase final e, sem novas encomendas, o setor tende a parar. Ele quer ajuda do governo federal e defende até uma intervenção, se for o caso, nas companhias que são suspeitas de corrupção, para que os negócios sejam mantidos.

Um dos principais estaleiros do Rio é o BrasFels, controlado pelo grupo Keppel, de Cingapura, que tem contratos para produzir seis sondas para a Sete Brasil e, desde dezembro, está sem receber o que lhe é devido por contrato. Na semana passada, com a notícia de que o empréstimo de US$ 3,2 bilhões que o BNDES daria à Sete Brasil foi suspenso, a repercussão foi imediata. O banco OCBC, de Cingapura, soltou um relatório informando que a Keppel poderia ter “encomendas canceladas”.

A dúvida em relação à demanda da Petrobrás é o que mais preocupa a indústria. O diretor do comitê de óleo e gás da Federação das Indústrias do Rio Grande do Sul, Marcus Coester, diz que apenas a especulação de que a Queiroz Galvão poderia deixar de produzir as plataformas P75 e P77 por divergência com a Petrobrás sobre o contrato, levou os trabalhadores às ruas da cidade de Rio Grande, que abriga três estaleiros, para protestar.

Os atrasos na execução dos contratos preocupam. Na sexta-feira, a empresa norueguesa Seadrill, perfuradora de poços, anunciou que retirou de sua carteira de projetos dois contratos no valor total de US$ 1,1 bilhão com a Petrobrás, por acreditar que os termos dos acordos não serão cumpridos pela estatal. Suas ações na Bolsa de Oslo caíram 9,63% após o anúncio.

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22 Comentários
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  1. Vantuil Barbosa Filho

    16 de fevereiro de 2015 11:29 am

    doa a quem doer.

    Estamos acustumados a desistir de tarefas que de início parecem ser a solução de uma grave doença, mas quando esta começa aparecer os efeitos colaterais, agente começa a arguir se o tratamento é mesmo o que queremos; é assim mesmo, as dores começam ficar mais fortes e mais fortes agente precisa focar no tratamento e não desistir, mesmo que o sofrimento seja um preço muito alto, mas que não leve a vida, pois viver é necessário para que podemos contar a outros o que fizemos para eliminar a podridão que muitos não conseguiram.

  2. Ugo

    16 de fevereiro de 2015 12:30 pm

    como dá napoleões neste judiciário

    Moro, morou?

  3. Anah

    16 de fevereiro de 2015 12:43 pm

    Com 3 equipes de campo bem

    Com 3 equipes de campo bem treinadas, é possível traçar com exatidão. as linhas de frente que geram a cadeia do problema ,podendo então desnudar tais empecilhos.

  4. Vladimir

    16 de fevereiro de 2015 12:48 pm

    Esta é só uma parte dos

    Esta é só uma parte dos objetivos. A maior,que está passndo despercebida,é que o país está única e exclusivamente se pautando pela mídia porca deste país. Questões como a democratização da mídia,financiamento público de campanha,PEC da bengala,entre outras,estão sendo discutidas nos bastidores de forma a manter o status quo dessa gente.

    Eles se esquessem que,assim como o ocorrido no Paraná,o povo pode se revoltar e aí,negociar com revoltosos é muito mais difícil.

    Ainda bem que o governo está atento para que o país não fique paralisado mas,convenhamos,a máquina de fabricar dinheiro do governo tem limites.

  5. JB Costa

    16 de fevereiro de 2015 12:59 pm

    Tempos insanos esses que

    Tempos insanos esses que vivenciamos. Nunca foi tão apropriado o chiste “jogar a criança fora junto com a bacia do banho” com relação a essa crise pela qual atravessa nossa maior empresa, Um situação bem típica na qual prevalecem as “paixões” e não a razão. As aspas para “paixões” é que essas encobrem, na realidade, interesses. E que interesses!

    Merce de avaliar não ser adequado o governo, enquanto ENTE POLÍTICO-INSTITUCIONAL, traga para dentro de si, ou seja, administre DIRETAMENTE uma crise numa corporação empresarial, em especial se esse desiderato envolve denúncias de crimes, em contrapartida jamais deveria se omitir no que tange aos aspectos eminentementes econômicos-financeiros que possam trazer prejuízos irreparáveis a uma empresa de porte, da representatividade simbólica, e com uma imensa cadeia de valor atrelada aos mais diversos setores da economia. 

    Não há, nesse sentido, nenhuma contradição nem mesmo atentato à soberania de outros poderes, a começar pelos responsáveis em denunciar, processar e julgar os mal feitos comprovados, no caso o Ministério Público e o Poder Judiciário, se o governo federal, mesmo porque o Estado é o acionista majoritário da Petrobrás, crie grupos de trabalho egressos das diversas áreas vinculadas ao problema para propor ações efetivas e imediatas que impeçam que a crise alatre por outros desvãos se não os diretamente relacionados com a necessária apuração de eventuais crimes. 

    Estamos brincando com fogo. Desmontar essa estrutura é fácil. Difícil será: 1) suportar e administrar(se é que isso seja possível) as graves consequências nas áreas econômica, social e até mesmo institucional. Por trás dessa operação desmonte, há desemprego em massa, perda de arrecadação de impostos, redução no Produto Interno difícil de prever; enfim, desespero e angústia; 2) recompô-la dado que não se remonta algo assim tão complexo e grandioso do dia para a noite. 

    Se a desvairada luta política(partidária e ideológica) já traz enormes prejuízos aos país em termos institucionais, no sentido de que obstam até mesmo melhorias ou avanços na sua práxis, quando passa desse eixo e adentra noutras dimensões aí é brincar com o dinamite. Embate político é uma coisa. Outra bem diferente é travá-lo olvidando da razoabilidade e da responsabilidade. 

    1. sergio m pinto

      16 de fevereiro de 2015 1:05 pm

      JB, ocorre que se pretende é

      JB, ocorre que se pretende é isso mesmo – paralizar o país. Na base do medo, na qual aparecem os “salvadores da pátria”.  E para isso já estão aparecendo alguns.

      Se os movimentos sociais não se manifestarem, como está fazendo a FUP, indepedente da ação do governo, que parece acuado, vai acontecer isso mesmo.

  6. Jorge Rebolla

    16 de fevereiro de 2015 1:05 pm

    Até hoje não entendi o porquê da dona presidenta…

    …não ter utilizado o seguinte em cadeia nacional de rádio e televisão:

    (O peculiar jeito de falar ficar por conta da criatividade de cada um, os argumentos (verdades/mentiras) de acordo com os interesses também)

    Prometi a todos vocês que no meu governo a corrupção seria combatida sem trégua, mas acabar com os “malfeitos” sem prejudicar a economia e provocar desemprego. Hoje um importante setor da indústria nacional vive um momento de incertezas, muitas empresas atravessam sérias dificuldades financeiras e começam a demitir pais de família.

    A indústria naval brasileira que chegou a ser a segunda maior de todo o mundo e depois foi impiedosamente destruída por interesses externos. No final do governo de Fernando Henrique Cardoso o Brasil importava todos os equipamentos náuticos. A Petrobras gerava empregos em Cingapura, na Coréia do Sul, na Noruega e em muitos outros países. Nenhum deles aqui no Brasil.

    Isso começou a mudar com a eleição do Presidente Lula. A reativação dos estaleiros gerou demandas interna e milhares de outras empresas se agregaram à cadeia produtiva do setor. Hoje construímos aqui no Brasil as plataformas, as sondas de exploração e demais navios de apoio. Do Rio Grande do Sul a Pernambuco, passando por São Paulo, pelo Rio de Janeiro, pelo Espírito Santo e Pela Bahia, X milhões de empregos, diretos e indiretos, dependem da continuidade da fabricação desses importantes equipamentos. Porém tudo está ameaçado. Se o governo não agir rápido, e como presidente (a) é o meu dever impedir que aconteça, milhões de famílias podem ser lançadas na miséria. Um retorno ao passado. Vocês que estão cuidando dos seus filhos agora lembram-se muito bem do sacrifício que os seus pais, há poucos anos, enfrentaram para evitar que a miséria e a fome entrasse em seus lares.

    Não é justo que a corrupção, duramente combatida nos últimos anos, principalmente a partir de 2011, quando começamos a extirpar da Petrobras os que dela se aproveitavam há décadas, traga novamente a pobreza as casas de cada um. Para evitar que o mal cresça o governo tomará as seguintes medidas:

    A) 

    B)

    etc…

    Claro que durante a fala alternando imagens passado x atualidade, embaladas por uma trilha sonora emotiva… coisa que o Santana é craque.

     

     

    1. Alexandre Weber - Santos -SP

      16 de fevereiro de 2015 5:59 pm

      A)

      A) Todas as emissões de cartões para pagamento em dinheiro eletrônico serão exclusivas do governo brasileiro e gratuitas.

      Já que é para cutucar a onça com vara curta, chuta o balde logo de cara KKKK!!!!!!

       

  7. Sérgio Lamarca

    16 de fevereiro de 2015 1:07 pm

    Reprise de filme.

    Será que vamos voltar no tempo? Odeio ver filme reprise. Para os mais novos, aqueles que não sentiram na pele o que uma galera da construção naval viveu os anos 90 e parte do início do século 21, se preparem.

    Armou – se um circo político para desmoralizar o governo, quando era o objetivo caçar uma dezena de corruptos e corruptores e tirá – los do cenário. O espetáculo até agora não julgou ninguém. Só desmoralizaram as companhias diante da opinião pública e atingiram a Petrobras. Mas a saga de destruição não pára. As consequências serão catastróficas e o governo, emparedado, finge que nem é com ele. Está paralisado diante dessa “guerra” e acuado. A presidenta é chegada ao “voluntarismo ” daquele estilo de pegar a bola para bater o penalti, não terceiriza responsabildades e quando a faz, coloca um cabeça de bagre cumpridor de ordem para fazer. Criatividade zero. Lembro que Lula no meio da crise financeira de 2008 e do tal mensalão saiu puxando o “bloco do otimismo”, que naquele momento foi importante para enxotar a maré de baixo astral.

     A ex-presidenta da Petrobras foi uma das maiores incentivadoras do programa dos “drillships”, ela e sua diretoria corporativa, em sua maioria de funcionários já aposentados ou com tempo para isso, dias antes da assinatura de importante contrato pediram demissão e sumiram do mapa, se negando a permanecer cumprindo “aviso prévio”. Foram garantir polpudas aposentadorias e dana – se a responsabilidade do que produziu. Esse cenário não pode ficar ao sabor de desmandos corporativistas e sendo necessário o governo tomar uma ação imediata.

    As empresas, muitas viram a construção naval como uma oportunidade de ocasião, já que para esse tipo de indústria o DNA de empreiteira não serve. Estaleiro não é canteiro de obras, precisa de ter tecnologica aplicada, análise de resultados e reinvestimento. Não é acabou a obra, desmobiliza – se o canteiro e leiloa os equipamentos já que o custo de transportá – los e muito alto e talvez não se apliquem na próxima hora. Passada essa primeira fase o oba oba político em cima da construção naval, inúmeras empresas estrangeiras adquiriram parte do capital dessas ditas “empreiteiras” e começam a tocar o negócio com a seriedade pedida. Outras foram atraídas e investiram seus nomes e capital nesse empreendimento. Achincalhar as empresas, desmoralizar investidores é tudo que a concorrência quer. Tirar do cadastro essas empresas não é a solução, é obrigação social do governo impor a elas um código de ética e de transparência para continuarem servindo a Petrobras.

    Os trabalhadores novamente serão as vítimas desse descaso e falta responsabilidade, cabe a eles se mobilizarem a nível nacional e pressionar esse governo a manter seu programa de reerguimento da construção naval. Uma indústria estratégica que precisa de anos para se tornar produtiva e competitiva. Morreu aquela do passado, enterrada pelos governos Collor e FHC e essa a menos de 10 anos está de volta, vivendo sua infância. Precisa de proteção e ganhar musculatura para se desenvolver. Um cluster de construção naval só atinge sua maturidade com 30 anos. Foi assim com o Japão, Alemanha, Finlândia, Noruega, Coreia do Sul e agora na China.

    Aos corruptos e corruptores a cadeia, sem pirotecnia, certamente julgados dentro dos parâmetros das leis e que essa operação lava – jato deixe de ser a “espada de Dámocles” de um juiz chegado a espetáculo para se auto – promover. Juiz é igual a padre sem batina. Faça seu serviço com a descrição que é pedida para o cargo pois é muito bem pago para isso por nós.

  8. emerson57

    16 de fevereiro de 2015 2:26 pm

    R$ 6,3 bilhões

    R$ 6,3 bilhões, Já dá para algemar o obscuro juiz do Paraná?

    O BNDES emprestou mais do que isso para a alienígena VIVO.

    E também para a OI.

    1. Almeid

      16 de fevereiro de 2015 5:02 pm

      “constam estarem ambas no

      “constam estarem ambas no mesmo prédio”

      Leiam, também, as biografias dos outros executivos archers 

  9. Alexandre Weber - Santos -SP

    16 de fevereiro de 2015 5:34 pm

    Por favor não aumentem as taxas de juros (lideres do G20)

    O blog não tem tratado do Dollar e seus percalços, apesar da reunião do G2, mas irei insistir pois a crise da industria brasileira não escapa da falta confiança nas finanças internacionais.

    Estamos  a pouco mais de 6 mêses da data  de inflexão, 1 de outubro, 2015.75.

    O artigo do Martin explica a dinâmica.

    G20 Leaders Plead with Fed Not to Raise Rates

    Posted on February 15, 2015 by 

    FederalReserve-1

     

    The degree of crisis that we are now moving into is just off the charts. The G20 finance ministers have urged the Federal Reserve to “minimize negative spillovers” from potential interest-rate increases. With the collapse of the Swiss/Euro Peg, they have been stunned into the realization of cross-currency borrowing. For decades, bankers have been marketing loans in different currencies as a means to reduce interest rate costs. However, once the bankers sell these deals, they just walk away.

    The collapse in the Swiss/Euro Peg has exposed the amount of mortgages and loans in Swiss being found in Britain to Greece. This is a drop in the bucket. For the amount of debt issued in dollars has grown by 50% since 2007 and has now reached some $9 trillion. This the total amount owed in dollars by non-bank borrowers outside the USA. If the Fed raises interest rates as anticipated this year for the first time since 2006, higher borrowing costs for companies and governments, along with a stronger greenback, will create the greatest economic collapse in modern times.

    The dollar debt is just one example of how the Fed’s tightening would ripple through the world economy. From the housing markets in Canada and Hong Kong to capital flows into and out of China and Turkey right down throughout South America and lets not forget the Middle East and Australia.

    Dollar Vortex

    I have explained the QE1-3 would not be inflationary and all those who simply try to equate inflation to money supply have been dead wrong. The dollar is now THEworld currency. Not merely is world trade taking place in dollars, we have world debt as well. The increase in money supply has been easily absorbed globally and that has rendered the old theory constructed on a simplistic idea that inflation is solely driven by an increase in money supply are in adequate in today’s global economy.

    Liquidity conditions globally will start to tighten as this idea of negative interest rates unwinding the entire leverage of the economy as well. Emerging markets will not be the only area that will be affected. We have a domestic US economy now being fueled by collapsing energy prices and mortgage rates falling through the floor to historic lows. Anyone who can now take a mortgage or refinance at these lower rates on a FIXEDbasis should get off the couch and run before it is too late.

    $CHINA-M 2-15-2015

    The broad trade-weighted dollar has strengthened 12.3% since June, and we expect the dollar outright will advance further as the Fed is forced to tighten while the European Central Bank continues to monetize with negative interest rates buying in failed sovereign debt. Of course, Japan extends its record stimulus as well leaving the USA the only game in town. The pegs of China will have to go as the dollar rises China will have to let go of the balloon or be dragged even higher into the sky without a footing. The pegs in the Middle East and Denmark will also have to go as more and more cappital concentrates into the USA.

    ECM-Wave-2011-2020

    The stronger greenback will become the wilder the market will become as liquidity declines and volatility rises. We are most likely going to see that Phase Transition in US equities unfold with a 2017 high. Just as the 1987 high took place on the half cycle leading into the peak of the ECM in 1989, this time we are likely to perhaps see the US share market peak on the half cycle after 2015.75.

     

    1. Alexandre Weber - Santos -SP

      16 de fevereiro de 2015 5:45 pm

      A moeda mundial busca o big bang do nascimento

      Particularmente não vejo problema em uma moeda mundial, desde que os interesses do Brasil se façam valer.

      O que é negociado não é caro.

      Agora  se for para criar duas classes de cidadões no planeta, então que garantam o meu ingresso na melhor KKKKK!!!!!

      Setting the Stage for the One World Currency

      Posted on February 15, 2015 by 

      one-world-currency

      We can start to see how the one-world currency comes into play with BIG BANG. The more these governments try to manipulate the outcome of the free markets, the worse everything becomes. I met with members of the board in charge of the Swiss/Euro Peg just before the Berlin Conference. I explained that no peg has ever lasted and Bretton Woods stands as witness to that in recent memory no less the Pound/DMark Peg that made George Soros famous. Pegs only suppress the free market, they cannot prevent the eventual outcome.

      IBEUSF-W 2-15-2015

       

      Instead of an orderly market, the Swiss got overloaded with buying Euros. Had they continued to keep buying, they would have simply bankrupted the entire country if they did not abandon the peg. But what happens is rather simple to comprehend. The volatility increases and its released all in one shot. We can see here that the collapse was still orderly. The market fell to test the Downtrend Line from 2011. It would have reached that target in a normal fashion. The peg simply postponed the inevitable increasing the price shock the longer it was extended. The more you postponed, the steeper the shock for the market will still test that Downtrend line no matter what or when.

      The G20 Finance ministers are now pleading with the Fed not to raise rates since they have seen the impact of a rising Swiss franc on everyone who had Swiss loans outside the country demonstrates the crisis we have in currency developing. They have yet to understand why Greece and Southern Europe got screwed. Their debts were transferred to Euros which then DOUBLED. They had to pay back twice as much and that stripped mined their economies.

      The G20 wants the Fed to surrender its domestic policy objective to serve external policy objectives. The Fed cannot and will not take that action. For when the stock market rises on an influx of foreign capital, they will see no other choice but raise rates. Everyone domestically will blame the Fed for low rates creating the bubble. They will set off a major debt crisis outside the USA by raising rates, but if they don’t they will be blamed for the Phase Transition into stocks from outside the country precisely as the bubble was created in Japan with the rising yen going into 1989.95.

      Interventionists

      This is all part of the crisis we have in the total lack of understanding the global economy. This is what I am warning about that politicians cannot stand up and even promise change when the influences are external. ONLY those of us who have actually dealt internationally can see what is unfolding. The rest are confined by their traditional interventionist views that a local government can manipulate its economy irrespective of the world as Marx and the Keynes argued. Sorry – we are all connected.

      We will be moving toward a one-world currency as everyone starts to comprehend that allowing one nation’s currency to serve as the world reserve currency, imposes obligations upon that nation that will be in conflict with its domestic policy objectives.

       

      1. Alexandre Weber - Santos -SP

        16 de fevereiro de 2015 5:52 pm

        Fixar as taxas de conversão nunca funciona, video de 2012

        [video:https://www.youtube.com/watch?v=DyQ3ECcJrKw&feature=youtu.be%5D

  10. peregrino

    16 de fevereiro de 2015 5:51 pm

    quando a mídia começa a falar de desemprego…

    sem que os indicadores oficiais confirmem

    podem ter certeza de que já tem tucano trabalhando para quebrar e empresa que mais emprega

    esqueçam inflação e juros, pois a única coisa capaz de derrubar um governo trabalhista é o desemprego em massa

    1. Alexandre Weber - Santos -SP

      16 de fevereiro de 2015 6:19 pm

      O que cria o desemprego?

      Quando um robo industrial porcaria e que têm baixa usabilidade custa R$300.000,00 sua capacidade de induzir o desemprego é baixa, mas quando ele custa menos de R$100.000,00 e têm extrema eficiência, flexibilidade e usabilidade, ai os prognósticos de que 25% dos empregos nas indústrias irão desaparece é uma subavaliação bondosa.

       

      Robots gaining on humans at faster rate

      WASHINGTON — Cheaper, better robots will replace human workers in the world’s factories at a faster pace during the next decade, cutting manufacturing labor costs 16 percent, a new report says.

      The Boston Consulting Group predicts that investment in industrial robots will grow 10 percent a year in the world’s 25-biggest export nations through 2025, up from 2 to 3 percent a year now. The investment will pay off in lower costs and increased efficiency.

      Robots will cut labor costs by 33 percent in South Korea,

      25 percent in Japan, 24 percent in Canada and 22 percent in the United States and Taiwan.

      Only 10 percent of jobs that can be automated have already been taken by robots. By 2025, the machines will have more than 23 percent, Boston Consulting forecasts.

      Robots are getting cheaper. The cost of owning and operating a robotic spot welder, for instance, has tumbled from $182,000 in 2005 to $133,000 last year, and it will drop to $103,000 by 2025, Boston Consulting says.

      And the new machines can do more things. Old robots could only operate in predictable environments. The newer ones use improved sensors to react to the unexpected.

      In a separate report, RBC Global Asset Management notes that robots can be reprogrammed far faster and more efficiently than humans can be retrained when products are updated or replaced — a crucial advantage at a time when smartphones and other products quickly fade into obsolescence.

      “As labor costs rise around the world, it is becoming increasingly critical that manufacturers rapidly take steps to improve their output per worker to stay competitive,” said Harold Sirkin, a senior partner at Boston Consulting and co-author of the report. “Companies are finding that advances in robotics and other manufacturing technologies offer some of the best opportunities to sharply improve productivity.”

      Boston Consulting studied 21 industries in 25 countries last year, interviewing experts and clients and consulting government and industry reports.

      The rise of robots won’t be limited to developed countries with their aging, high-cost workforces. Even low-wage China will use robots to slash labor costs by 18 percent, Boston Consulting predicts.

      Increasing automation is likely to change the way companies evaluate where to open and expand factories. Boston Consulting expects that manufacturers will “no longer simply chase cheap labor.” Factories will employ fewer people, and those that remain are more likely to be highly skilled. That could lure more manufacturers back to the United States from lower-wage emerging market countries.

      1. peregrino

        16 de fevereiro de 2015 7:49 pm

        boa tarde, Alexandre…

        mas visão sugere que não há grandes motivos para preocupação

        mas, reconheço, baseado apenas no crescer 10% ao ano para atender apenas 10% das tarefas realizadas atualmente

        mas também não acredito que este limite de automatização de tarefas vá crescer muito

        visão sugere equilíbrio favorável ao trabalhador de montagem e manutenção, ou seja, visão sugere o mesmo ciclo normal de humanos para as máquinas……………………….viver, morrer e reviver

        mas repare também que para máquinas é bem mais lento

        1. peregrino

          16 de fevereiro de 2015 7:59 pm

          futura será de pouco capital…………..de movimento

          se poucos já estão guardando em bi, imagine quando chegarem a tri

          e neste então, como agora, fabricar um ser humano vai custar bem menos

          vamos voltar para o Egito antigo, meu amigo

  11. Ze Guimarães

    17 de fevereiro de 2015 11:24 am

    Guerra economic

    Nós chegamos a era das guerras economica. Nenhum tro é dado, nenhum golpe militar, apenas manobras economicas.

    A elite e a midia sedentos de ascender ao poder, irão usar e abusar destas manobras. Naturalmente, como em qualquer guerra, inocentes serão atingidos. Se a economia parar de crescer, e o desemprego aumentar, gente que nada tinha a ver com os interesses midiaticos golpistas, irá ser afetada.

    Para combater este tipo de manobra seria necessário um estrategista de primeira categoria no primeiro escalão de Governo, e Dilma, diga-se de passagem, não é nem de longe isto.

    Aqui algumas medidas que se tomadas levarão à vitória nesta guerra economica. Vale lembrar que se Dilma não tomar estas medidas, provavelmente dará a chance de aquele que a suceder no poder tomar e vencer a guerra, seja governo ou oposição:

     

    Combate ao republicanismo. O republicanismo é o mal do século, e a raiz de todos as denúncias que envolvem o Governo. Ao nomear ministros do Supremo que jogam para o outro lado fica muito difícil vencer qualquer guerra. Não é a toa que a Constituição de 88 permite nomeação, se fosse para ser republicanista, os ministros do Supremo prestariam concurso ao invés de serm nomeados. É cargo de confiança do presidente da república em exercício. Mas alguém esqueceu de contar isto para o PT e agora a PEC da bengala vai dar o golpe de misericórdia.

     

    Abaixar os Juros Selic. Esta pelo jeito nem Dilma nem a oposição querem. Ficaria muito mais fácil gerar empregos com a economia aquecida, do que com uma economia asfixiada por juros. Só os gênios como Lula chegaram a entender este fato obvio.

     

    Regular ou dominar a midia. a oposição não precisa regular a midia porque manda na midia. Mas o PT precisa.  Se não puder ser uma regulagem direta, tem de ser uma indireta.

     

    Uma reforma política urgente. Se o sistema político não for simplificado para uma meia dúzia de partidos, fica difícil para qualquer governo negociar com um congresso de mais de 30 partidos, e os Cunhas se eternizarão no poder, enfraquecendo a governabilidade.

     

    “A vitória não é fruto da sorte apenas. A vitória só ocorre quando damos as condições para ela acontecer.”

     

  12. Rogerounielo Rounielo de França

    17 de fevereiro de 2015 11:57 am

    Negócios – Critério de Decisão
    1. Se o mercado de petróleo, no mundo, está em crise, juntamente com o transporte marítimo e os demais estaleiros, do mundo, parece que a industria naval brasileira e vítima da ausência de planejamento estratégico de longo prazo, que se tivesse sido elaborado, no passado, apontaria as condições, presentes, de mercado, adversas e negativas, e impróprias para manter toda a cadeia de negócios, no Brasil, sem experiência de mercado internacional, profunda, pois se tivéssemos experiência não teríamos realizado esses investimentos visando, apenas, o atendimento da Petrobras, mas teríamos avaliado se esses investimentos seriam sustentáveis sob o ponto de vista do mercado internacional. 2. Além disso, se a desaceleração, sincronizada, da economia do mundo persistir, por décadas, mantendo a demanda por petróleo, transporte marítimo e por construções de novos navios e plataformas nos patamares atuais ou em patamares ainda menores que os atuais, de nada adiantará injetar BILHÕES e BILHÕES de reais em um negócio com essas perspectivas sombrias, já que no fim o negócio corre sério risco de quebrar de qualquer forma, com grandes desperdícios de dinheiro público, escasso e caro. 3. Estes são momentos de tomada de decisões difíceis e com consequências imprevisíveis, mas com certeza não ajudá em nada o pais decidir com base em critérios políticos, pensando, apenas, na manutenção artificial de empregos e das empresas, com base em recursos públicos, pois foi exatamente esse tipo de padrão de pensamento decisório que meteu a Petrobras e o Brasil nessa enrascada e a continuidade desse tipo de “pensamento torto” como critério de decisão pode empurrar o Brasil para mais fundo, ainda, no fundo do poço, direção para a qual já nos encontramos a uma velocidade espantosa.

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