
Da Agência Lusa
O grupo extremista Estado Islâmico divulgou nessa quinta-feira (19) um vídeo em que ameaça fazer novos atentados na Casa Branca, em Roma e novamente em Paris, após os ataques da última sexta-feira (13) na capital francesa.
No vídeo de seis minutos, supostos integrantes da organização ameaçam fazer ataques suicidas na residência do presidente dos Estados Unidos, ao mesmo tempo em que se congratulam com os atentados em Paris, em que morreram 129 pessoas.
Os terroristas também ameaçam com mais atentados na capital francesa e mencionam “a conquista de Roma”, depois de a Praça de São Pedro, no Vaticano, ter sido capa da revista online do grupo.
O novo vídeo foi divulgado depois de, na quarta-feira (18), o presidente da Câmara de Nova York, Bill de Blasio, ter dito que “não existe qualquer ameaça credível e específica” contra a cidade.
“Quero encorajar todos os nova-iorquinos a manterem as suas rotinas habituais e quero que saibam que não existe qualquer ameaça credível e específica contra a cidade”, afirmou de Blasio, em entrevista na Times Square, acompanhado do chefe da polícia, William Bratton.
Segundo informações do G1, autoridades estão investigando a veracidade do vídeo.
GalileoGalilei
20 de novembro de 2015 12:14 pmJuan Arias, outra vez
É possível ocorrer um ataque terrorista nas Olimpíadas do Rio?
Juan Arias 19 NOV 2015 – 21:11 BRST
Os especialistas em segurança acreditam que a possibilidade de o terrorismo voltar os olhos para o Brasil não pode ser descartada
Antes da tragédia terrorista cometida em Paris pelos fundamentalistas do Estado Islâmico, o Brasil dormia tranquilamente diante da possibilidade de que algo parecido pudesse acontecer durante os Jogos Olímpicos do Rio, que serão realizados dentro de alguns meses.
E hoje? O cenário mudou de repente, e os maiores especialistas em segurança afirmam que a possibilidade de que o terrorismo internacional volte seus olhos ao Brasil não pode ser descartada.
O ex-secretário de Segurança Nacional, José Vicente Filho, afirmou ao jornal O Dia que a possibilidade de um ato terrorista no evento “é cada vez mais real”, já que o Brasil receberá pessoas de todo o mundo e os olhos do planeta estarão fixos no Rio.
Como se isso não fosse o suficiente, o Brasil precisará resolver sua grave crise política para enfrentar tal desafio, crise que enfraquece as instituições e deixa a sociedade insegura.
É verdade que os organizadores das Olimpíadas já planejaram um forte dispositivo antiterrorista com a colaboração de outros países e o estão intensificando depois dos atentados de Paris. Mas, como disse André Wolszyn, um dos maiores especialistas brasileiros no assunto, autor de várias publicações sobre o tema, a Humberto Trezzi, do jornal Zero Hora, “o Brasil não está de modo nenhum preparado para o antiterrorismo”.
Na verdade, hoje os fatos estão demonstrando que nenhum país, nem os mais desenvolvidos e acostumados a sofrerem violentos ataques terroristas, parecem estar preparados. Os Estados Unidos não estavam, com seus poderosos serviços secretos, quando as Torres Gêmeas de Nova York foram derrubadas; a Espanha não estava, quando sofreu a tragédia de Atocha, apesar da dura experiência com o terrorismo do ETA; e a França não estava dias atrás quando foi surpreendida, apesar de se tratar de um país acostumado ao terror, desde a guerra de Independência da Argélia.
Todo o planeta é hoje um possível alvo do terrorismo islâmico, formidavelmente armado e organizado.
Mas, pelo menos hipoteticamente, o Brasil é ainda mais vulnerável por diversos motivos, como por se tratar de um território propício, com imensas fronteiras difíceis de se controlar; por não ter aprovado ainda uma dura lei antiterrorismo; pela facilidade, em um território de dimensões continentais, de infiltração dos fundamentalistas; pelas possíveis conexões e conivências entre o terrorismo islâmico e os traficantes de drogas que contam aqui com sistemas de informação e armas até mais sofisticadas do que as próprias forças policiais, sem esquecer a possibilidade de que uma parte da polícia pode ter sido comprada pelo narcotráfico.
Se os terroristas do Estado Islâmico buscam hoje cenários de impacto para ressoar suas proezas de violência, o Rio, cidade símbolo do turismo mundial, com os Jogos Olímpicos que trarão ao país milhares de atletas, meio milhão de turistas, e que serão assistidos por 4 bilhões de pessoas pelo mundo, não poderia ser melhor palco para eles.
O Rio, além disso, tem duas realidades que contrastam com a cultura de morte e de fanatismo religioso que odeia outras crenças e os prazeres da vida.
O Rio tem o Cristo Redentor como símbolo, emblema laico e cristão ao mesmo tempo, e a cidade é considerada como um dos lugares mais divertidos e desinibidos, amiga da festa e dos prazeres da vida, acolhedora como poucas do movimento gay internacional.
Tudo o que, justamente, os terroristas tentaram castigar com os ataques a Paris, cidade cristã por excelência e berço da diversão juvenil, algo que contrasta com a cultura da morte e do anti-prazer do credo do fanatismo islâmico.
Por último – e talvez no caso do Brasil, o mais importante – o melhor antídoto contra um possível ataque do terrorismo internacional são um Governo e um Estado fortes, unidos, capazes de enfrentar a nova violência demoníaca dos extremistas islâmicos. Um Estado sem medo e que gere segurança.
O Brasil se encontra, nas vésperas das Olimpíadas, em seu melhor momento de esplendor político e institucional, forte e com credibilidade entre seus governantes para enfrentar uma tragédia semelhante a que colocou a França de joelhos?
Talvez não, já que o país vive um dos ciclos de sua história republicana de maior crise política e econômica, com o governo fragilizado e desafiado no Congresso, com ameaças de impeachment contra a Presidenta da República, Dilma Rousseff, que goza de baixíssima popularidade, com políticos e empresários de peso na cadeia, acusados de corrupção, e com o PT, o partido do Governo, no momento mais baixo de credibilidade junto à população.
Por isso a urgência, segundo os especialistas, de que o Brasil chegue aos Jogos Olímpicos do Rio com pelo menos a crise política já resolvida. É triste e perigoso que um acontecimento dessa envergadura mundial seja realizado com forças políticas ainda desorientadas e em conflito, com uma sociedade dividida e com uma Presidenta da República que pode ser vaiada e contestada durante as Olimpíadas, como ocorreu na Copa do Mundo, ao invés de ser aplaudida e respaldada por todos os brasileiros.
Os lobos do terror sabem muito bem que nenhum país é tão vulnerável como o dividido, com um Estado fraco e em crise de credibilidade. E o Brasil sofre hoje um pouco de tudo isso.
É um país que muitos invejam por suas riquezas naturais e seu peso no jogo de xadrez mundial, mas que as crises política e econômica, as catástrofes naturais mal resolvidas como o desastre de Mariana, assim como a cada vez mais grave violência da população, não parecem oferecer, nesse momento, a melhor imagem de tranquilidade aos seus moradores.
http://brasil.elpais.com/brasil/2015/11/18/opinion/1447868929_483828.html
GalileoGalilei
20 de novembro de 2015 1:06 pmArtigo criminoso
Juan Arias, sabendo que o centro das atenções, hoje, dos ataques de cunho terrorista são os EUA e os países europeus, em particular a sua Espanha, procura desviar o alvo: “por que voces não vão atacar o Brasil?”
“Se os terroristas do Estado Islâmico buscam hoje cenários de impacto para ressoar suas proezas de violência, o Rio, cidade símbolo do turismo mundial, com os Jogos Olímpicos que trarão ao país milhares de atletas, meio milhão de turistas, e que serão assistidos por 4 bilhões de pessoas pelo mundo, não poderia ser melhor palco para eles.
O Rio, além disso, tem duas realidades que contrastam com a cultura de morte e de fanatismo religioso que odeia outras crenças e os prazeres da vida.
O Rio tem o Cristo Redentor como símbolo, emblema laico e cristão ao mesmo tempo, e a cidade é considerada como um dos lugares mais divertidos e desinibidos, amiga da festa e dos prazeres da vida, acolhedora como poucas do movimento gay internacional.
Tudo o que, justamente, os terroristas tentaram castigar com os ataques a Paris, cidade cristã por excelência e berço da diversão juvenil, algo que contrasta com a cultura da morte e do anti-prazer do credo do fanatismo islâmico.”
Arias finge desconhecer as motivações dos ataques. Finge considerar (ou acha) que o terrorismo é um fim em si e não um meio, e que portanto, atacando o Brasil durante as olimpíadas, um impacto muito maior do que o ataque de Paris seria alcançado “pelos terroristas”.
Segundo Arias, terroristas de cunho religioso, ou de cunho político, de esquerda ou de direita, são todos unidos pelo terrorismo.
Segundo Arias, o Brasil se torna vulnerável por não ter aprovada uma “dura lei antiterrorismo”. Se tivéssemos uma legislação antiterrorista o homem-bomba desistiria antes de vir se explodir no Brasil? Querem exportar para o Brasil um problema que nós não temos. Usando o mesmo racicínio, poderíamos perguntar: será que a Espanha do senhor Arias se encontra preparada para enfrentar arrastões e ataques com armas brancas, tipo facas e tesouras? Não seria um bom lugar para os adeptos dos arrastões o praticarem diante da ausência de legislação recentemente adotada aqui?
Arias mistura terroristas e traficantes, como se os últimos “ganhassem pontos” ante um ataque de impacto durante as olimpíadas. O que traficantes ganhariam com o impacto internacional de um ataque como o de Paris?
Não nos esqueçamos que, enquanto surgiam manifestações dos indignados na Espanha, Arias perguntava por que elas não ocorriam aqui. Como se as motivações, lá e cá, fossem as mesmas. De tanto insistirem, e talvez com alguma ajuda financeira extra, conseguiram animar uns black blocs em 2013 e toda uma miríade de grupelhos de extrema direita deles derivados.
Artigo capcioso e criminoso do senhor Juan Arias. E não foi o primeiro.
maria rodriguesm
20 de novembro de 2015 12:52 pmÉ apavorante a situação de
É apavorante a situação de todos que podem a qualquer momento serem vítimas desses terroristas, porque chega-se à conlusão de estarem todos diante de uma circunsstância absolutamente nova, difícil de ser enfrentada. Os que estão cooptados para a destruição e o terror podem ser patrícios, morarem ao lado, ou ali na esquina da rua. Como saber onde eles estão? Que inteligência será capaz de produzir efeito contra essa violência?
Fala-se na riqueza já acumulada por esse bando de doidos, enquanto Xexeú disse hoje uma verdade: eles mostraram a foto de uma bomba feita com uma lata de refrigerante e outras besteiras. Ou seja, pra derrubarem um avião se valeram de uma arma que não lhes custou nada. Assim foi com aqueles dois terroristas que usaram panelas de pressão. Isto mostra que realmente ão é preciso ter muito dinheiro para provocar o caos. O que os islamitas terrorstas carecem é apenas de gente de qualquer lugar do mundo que possa lhes servir. Já arrebanharam mitos, hoje espalhados por sabe-se lá quantos territórios, e, ao que parece, vem conseguindo mais e mais adeptos.
sobrinhonetto
20 de novembro de 2015 2:00 pmMelhor ficar calado
Com tanta asneira ventilada. É melhor ficar calado, senão daqui a pouco os EEUU, França, Alemanha, Itália e Inglaterra passarão a ver chifres em cabeça de cavalo e vão ocupar a tríplice fronteira (Brasil, Paraguai e Argentina) em nome do combate ao terrorismo (esqueçamos que lá não tem petróleo).
Nandex
20 de novembro de 2015 5:59 pmA notícia deveria ser: Um
A notícia deveria ser: Um suposto estado formado por pessoas pertencetes a religão islâmica, pretender atacar grupo de países influenciados pro grupos de empresários do ramo petrolífero que têm a intenção de arrancar petróleo da região a qual se situam, estes países cujos governos foram indiretamente ameaçados por estes grupos terroristas pretendem com isso intesificar ataques a região transbordante de petróleo para que no final possam possibilitar aos grupos empresariais que comamdam o seu país a tão sonhada independência petrolífica e o aumento da riqueza derivada do ouro negro. Deus salve a América sequestrada pelas multinacionais e bancos, juntamente as nações sequestradas da Italia e França, a cidade luz; que têm a sua população sitiadas por políticos corruptos. Este é mais um oferecimento d empresariado ganancioso e inescrupuloso do planeta. Globo e você, nada a haver!
Nandex
28 de novembro de 2015 3:49 pmQuer ver a Rússia acabar com
Quer ver a Rússia acabar com os principais grupos terroristas engravatados pelo mundo? Fazer uma lista sobre todos os grupos que forneceram dinheiro e armamentos, direta e indiretamente, para os grupos terroristas na Síria e levar para as principais cortes e organismos de combate a corrupção e violência do planeta. Processar todos os grupos e países que forneceram dinheiro e armamentos, direta e indiretamente, para os grupos terroristas na Síria e que recebem dinheiro destes grupos terroristas. Vamos ver se o mundo fechará os olhos para tudo isso! Embora tenha poucos e influentes corruptos engravatados pelo mundo, há muitos altruístas e que também podem ser influentes pelo mundo todo.