
Jornal GGN – “Não tem nenhum projeto do pré-sal que eu conheço que não resista a 72 dólares… ou que não resista a 60 dólares”, disse a diretora-geral da ANP, Magda Chambriard. E a Petrobras ainda pode lucrar se os preços caírem mais.
Sugerido por Pedro Penido dos Anjos
Da Reuters
Projetos do pré-sal resistem a quedas maiores de preços do petróleo, diz ANP
RIO DE JANEIRO – Os projetos do pré-sal do Brasil, que em geral demandam grandes investimentos para extrair o petróleo de áreas bastante profundas, resistem a preços mais baixos que os atuais sem serem inviabilizados, afirmou nesta sexta-feira a diretora-geral da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP).
“Não tem nenhum projeto do pré-sal que eu conheço que não resista a 72 dólares… ou que não resista a 60 dólares. Pode cair, ainda tem um bom espaço para cair”, afirmou Magda Chambriard em entrevista a jornalistas, após evento no Rio de Janeiro.
O petróleo tipo Brent, referência no plano de investimento da Petrobras, fechou nesta sexta-feira a 70,15 dólares o barril, com queda de 3,35 por cento.
Já o petróleo WTI, negociado nos Estados Unidos, fechou 66,15 dólares o barril, com queda de 10,23 por cento, ainda repercutindo a decisão da Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep) de não cortar produção na véspera..
A Petrobras, que domina a produção no pré-sal, ainda pode lucrar se os preços caírem mais.
No ano passado, a estatal afirmou que poderia ganhar dinheiro com seus campos em águas ultra-profundas do pré-sal mesmo se Brent caísse para 40 dólares a 45 dólares por barril.
Já houve precedentes de tais colapsos. O petróleo Brent caiu para cerca de 36 dólares por barril no final de 2008, durante a crise financeira global.
SHELL DO BRASIL PREPARADA
A diretora-geral também defendeu a resistência de projetos fora do pré-sal.
“Ainda temos projetos muito robustos, porque o ganho de escala é imenso”, afirmou. “Ainda temos um pulmão bem grande.”
Uma das maiores produtoras privadas de petróleo no Brasil, a angloholandesa Shell, também está preparada para enfrentar diferentes cenários no Brasil, segundo explicou o presidente no país, André Araújo.
“A Shell normalmente é bem conservadora na hora de fazer a avaliação de seus projetos, e a gente coloca o custo de barril de uma forma conservadora… nós estamos tranquilos”, afirmou Araújo.
De acordo com o executivo, a angloholandesa sempre trabalha com a perspectiva de que o preço do petróleo é volátil e que os projetos têm vida muito longa e precisa resistir.
Araújo evitou fazer previsões sobre como a empresa espera que os preços se comportem.
“Eu acho que o mundo hoje é mais volátil, acho que viver hoje dentro de volatilidade é uma questão de sobrevivência e acho que é muito difícil falar hoje sobre tendência. Eu não tenho ainda o que falar, está todo mundo tentando entender em que direção vai”, afirmou o presidente da Shell.
(Por Marta Nogueira)
CELSO ORRICO
30 de novembro de 2014 1:02 pmAndré Araújo?
sera o mesmo daqui do blog que comenta como Motta Araújo? se for dá pra entender a sua defesa encarniçada do grande capital..
Frederico69
30 de novembro de 2014 1:51 pmNA MOSCA
é o próprio!!!
CELSO ORRICO
30 de novembro de 2014 2:06 pmah bom..
agora dá para entender seus argumentos em favor do Capital..é bom que eles esteja aqui, faz um contraponto de nível qualificado e conta umas histórias interessantes sobre a “aristocracia” na maioira das vezes decadente.
XZ
30 de novembro de 2014 4:48 pmNão entendi… nenhum outro
Não entendi… nenhum outro André Araújo pode defender o capital? Só se for presidente da Shell? Tá parecendo aqueles do interior que, quando visitam outra cidade e vêem um carro igua ao que tem na sua, logo dizem: “olha, é o carro do fulano”. Mas confesso que também fiquei curioso.
Lionel Rupaud
30 de novembro de 2014 2:21 pmNão é não!
homónimo!
drigoeira
30 de novembro de 2014 2:56 pmQuando a Petrobrás vai falir…
NUNCA!!!
altamiro souza
30 de novembro de 2014 3:10 pmresistir é preciso.
viver não
resistir é preciso.
viver não é preciso
(exato).
herético heteronomo de fernando pessoa analisando
os investimentos no setor.
ou: investir vale a pena se alma não é pequena.
ou pessoa se revira no túmulo e me manda catar coquinhos….
altamiro souza
1 de dezembro de 2014 1:57 amquis dizer heteronimos…
quis dizer heteronimos…
De Bonis Cruz
30 de novembro de 2014 3:10 pmForçar ao limite
Quando tenho MUITO dinheiro e quero o que o outro possui o que faço? Se há resistências, sobrevivencia a pressões, o que faço? Desvalorizo o produto ao máximo, mesmo tendo algum prejuízo, levando ao limite a resistência, até a derrota. Os atuais “donos do mundo” sabem que a energia é poder. Todos necessitam do petróleo para sobreviver. Ele está em tudo no mundo atual, em todas as coisas. O Pré-sal é invejado e desejado pelos “civilizados” do norte. EUA, Europa, Japão, fomentam guerras de conquista, ditaduras, golpes, para conquistar reservas petrolíferas. O Brasil possui um imenso campo de petróleo. Até agora apenas arranhado. Há inveja e vontade de conquista. É apenas isso. Li que o custo da Petrobras é 14 dolares o barril extraido no pré-sal. A OPEP e seus impostores levariam o barril lá produzido a esse patamar? Duvido. Quebrariam, suas ditaduras desmoronariam.
Motta Araujo
30 de novembro de 2014 5:43 pm1. O petroleo é abundante no
1. O petroleo é abundante no mundo, a oferta subiu e o preço caiu de 142 para 70 dolares o barril. NÃO HÁ ESCASSEZ DE PETROLOE, AO CONTRARIO HÁ EXCESSO DE OFERTA, os EUA precisam cada vez menos de petroleo importado.
2.O pre-sal é uma campo MEDIO, 15 bilhões de barris é MEDIO, não é uma grande reserva. Não adianta vir com fantasias de que tem 40 ou 90 bilhões, 15 bilhões é o NUMERO OFICIAL que está no site da Petrobrás e está em todos os rankings
internacionalmente aceitos, da Agencia Internacional de Energia e Energy Information Aency do Departamento de Energia dos EUA.
3.A produção do pre-sal, 500 mil barris/dia é pequena, não tem peso na geopolitica do petroleo. O custo de produção é altissimo, o investimento é gigantesco, o modelo da Petrobras, mudado por pressão ideologica, é PESSIMO,o modelo de partilha joga todo risco na Petrobras, só para dizer, “”é nosso, olha nois aqui””.
Então, MENOS, MENOS, recalibre a fantasia.
Cleber_rei
30 de novembro de 2014 11:11 pmNão é bem assim
500.000 não é nada?
A OPEP ia votar a redução na produção de 1.000.000 pra fazer o preço subir.
500 mil não é pouca coisa.
Pense nos imóveis… os caras negociam nem 10% do que existe em imóveis, e o preço de ‘todos” eles muda.
Ou então na bolsa, 1% das ações determinam o preço (ainda que momentâneo e não real) dos outros 99%.
rdmaestri
1 de dezembro de 2014 2:47 amDa onde tiraste isto?
Seu Motta, de novo achômetro!
O petróleo convencional está no limite da produção, a Arábia Saudita está se metendo de pato a ganso simplesmente para apoiar a pressão contra o Irã, Rússia e Venezuela, que tem petróleo o gás mas precisam de caixa.
Este aperto que estão dando nos países acima vai levar a indústria do “shale oil” a começar a não perfurar mais poços, fazendo cair a produção norte-americana e falindo as médias e pequenas empresas de petróleo em detrimento das grandes.
O que o pessoal está dizendo que é abundante é o petróleo não convencional, mas sua capacidade de produção depende de um petróleo acima de US$75 o barril.
nosde
30 de novembro de 2014 11:34 pmDos Araujo, ainda fico com o
Dos Araujo, ainda fico com o da Tabajara, o Severino . . . . .
Wendel
30 de novembro de 2014 11:37 pmAos impostores !!!!!!!!!!!!!!!!!
Aos impostores para fazerem o contraponto, se puderem !!!!!!!!!!!
Enquanto alguns países aumentam suas descobertas e sua produção, outros ……………
Os 15 países com as maiores reservas de petróleo do mundo
Levando em conta as estimativas conservadoras, que apontam que o pré-sal da bacia de Santos possui reservas da ordem de 60 bilhões de barris de petróleo, o Brasil tem chances de entrar para a lista das dez potências petrólíferas até 2030.
Atualmente, as reservas brasileiras de petróleo ocupam a décima quarta colocação no ranking, de acordo com o relatório estatístico anual da energia mundial, preparado pela companhia de gás e petróleo BP.
Veja abaixo o ranking dos 15 países com as maiores reservas de petróleo: