Aurora, (Sunrise, A song for two Humans), considerado um dos melhores filmes de todos os tempos. Foi o primeiro filme do genial diretor alemão F.W.Murnau feito nos EUA.
Ele que já era uma lenda viva na Alemanha, estreou espetacularmente em Hollywood. Foi a maior superprodução da Fox Films até aquela época (1927).
A revista Cahiers du Cinéma escolheu Aurora como “a maior obra-prima da história do cinema”.
De fato ele é uma aula de cinema. Tudo o que foi feito depois em Hollywood e no mundo se deve muito à genialidade de Murnau e toda a sua equipe técnica. Roteiro, iluminação, fotografia, efeitos, elenco. Tudo. O expressionismo alemão chegava ao cinema americano em grande estilo.
Já assisti esse filme umas “trezentas milhões de vezes” e não me canso.
A título de curiosidade, a atriz Janet Gaynor, (que faz a esposa no filme), comprou uma fazenda e veio morar no Brasil, junto c/ o marido, em Goiás entre 1950 a 1960.
Natal na 1ª Guerra Mundial Cartões de Natal da Primeira Guerra Mundial em fotos (5 imagens) 1 – Soldados iluminados por uma luz muito real ao cruzar uma ‘terra de ninguém’, em um cartão de Natal feito pela 46ª (North Midland) Divisão em 1917. 2 – Um cartão de Natal produzido como uma lembrança da ocupação de Jerusalém por forças britânicas em 09 de dezembro de 1917. 3 – O Natal era a única ocasião em que mensagens pessoais poderiam ser escritas em cartões postais de serviço de campo, do tipo mostrado aqui. O remetente em geral tinha apenas permissão para excluir o texto que não se aplicava à sua situação, assinar e datar o cartão – caso contrário, ele seria destruído. 4 – Um cartão de Natal produzido pela Divisão Naval Real em 1916 e colorida à mão pelo remetente, mostrando as condições da trincheira no (rio) Somme naquele inverno. 5 – Certificados eram fornecidos pelo Overseas Club às crianças do Império que enviavam um ‘pacote’ (parcel) de Natal para um soldado ou marinheiro servindo na guerra. Compilada por Alan Wakefield e Anthony Richards, esta coleção de mensagens sazonais foi uma cortesia do Imperial War Museum britânico para o The Telegraph . Explore também “Natal em Guerra“, 4ª parte da série Por Dentro da Primeira Guerra Mundial , em 12 partes.
Lamentável mesmo é essa magnífica arquitetura ter sido demolida. Nos EUA não existem(ou existiam na época, leis sobre tombamentos?)o prédio dos correios de NY em 1900.
‘Quando for enterrado, quero que Waldemiro toque o bumbo’. Esta foi a manifestação do desejo de Angenor de Oliveira, mais conhecido como Cartola, a sua família uma semana antes de sua morte em 30 de novembro de 1980. Atendendo a seu pedido, no dia 1º de dezembro, data de seu funeral, Waldemiro, ritmista da Mangueira, que havia aprendido com ele a encourar seu instrumento, marcou o ritmo para o coro de ‘As Rosas Não Falam’, cantada por uma pequena multidão de sambistas, amigos, políticos e intelectuais, presentes em sua despedida. Em seu caixão a bandeira do time do seu coração, o Fluminense. Três dias antes Cartola recebeu de Carlos Drummond de Andrade sua última homenagem em vida. O poeta lhe dedicou uma comovente crônica, publicada pelo Jornal do Brasil. (Fonte: Wikipédia)
Somente em 1974, aos 66 anos, Cartola gravou o primeiro de seus quatro discos-solo com arranjos do grande violonista Dino 7 Cordas e as canções fizeram-se eternas, com letras que tocam a alma como o samba-choro ‘Disfarça e Chora’. Em 1976 lançou o segundo LP tendo ‘As Rosas não Falam’ e ‘O Mundo É um Moinho’, gravação acompanhada pelo violão do jovem Guinga, consideradas obras-primas da música popular. ‘Verde que te quero rosa’ foi lançado em 1977 do qual faz parte o samba-canção ‘Autonomia’ com arranjo e acompanhamento ao piano de Radamés Gnatalli e ‘Nós Dois’ canção composta especialmente para o casamento com Dona Zica, em 1964.
Em 2007, foi lançado o documentário ‘Cartola – Música para os Olhos’, com direção de Lírio Ferreira e Hilton Lacerda que contam a vida de Cartola através de testemunhos de pessoas que conviveram com o compositor, de representantes da música popular brasileira, críticos e historiadores.
Fiódor Andrade
1 de dezembro de 2013 3:32 amA versão dos Perrella
[video:http://www.youtube.com/watch?v=va-eEScWuuY align:center]
Marco St.
1 de dezembro de 2013 3:44 amAurora
Aurora, (Sunrise, A song for two Humans), considerado um dos melhores filmes de todos os tempos. Foi o primeiro filme do genial diretor alemão F.W.Murnau feito nos EUA.
Ele que já era uma lenda viva na Alemanha, estreou espetacularmente em Hollywood. Foi a maior superprodução da Fox Films até aquela época (1927).
A revista Cahiers du Cinéma escolheu Aurora como “a maior obra-prima da história do cinema”.
De fato ele é uma aula de cinema. Tudo o que foi feito depois em Hollywood e no mundo se deve muito à genialidade de Murnau e toda a sua equipe técnica. Roteiro, iluminação, fotografia, efeitos, elenco. Tudo. O expressionismo alemão chegava ao cinema americano em grande estilo.
Já assisti esse filme umas “trezentas milhões de vezes” e não me canso.
A título de curiosidade, a atriz Janet Gaynor, (que faz a esposa no filme), comprou uma fazenda e veio morar no Brasil, junto c/ o marido, em Goiás entre 1950 a 1960.
[video:http://www.youtube.com/watch?v=g0dpeNflW5M%5D
Fiódor Andrade
1 de dezembro de 2013 4:04 amGenoíno: Judiciário, política e democracia
[video:http://www.youtube.com/watch?v=gaKXKd-ObEc&list=WLEA60F9B85703E54A align:center]
[video:http://www.youtube.com/watch?v=PYYXmsVRPwc&list=WLEA60F9B85703E54A align:center]
Vânia
1 de dezembro de 2013 4:45 amQuem roubou meu samba?
[video:http://www.youtube.com/watch?v=vH_5_PZZLAI%5D
Almeida
1 de dezembro de 2013 5:51 amSerenata de Schubert, por Cauby Peixoto.
[video:http://www.youtube.com/watch?v=GVKKV3K4kMU%5D
Gão
1 de dezembro de 2013 9:35 am(Sem título)
[video:http://www.youtube.com/watch?v=qLqSkhDyFUg%5D
ROSE
1 de dezembro de 2013 9:36 amNatal na 1ª Guerra Mundial
1 – Soldados iluminados por uma luz muito real ao cruzar uma ‘terra de ninguém’, em um cartão de Natal feito pela 46ª (North Midland) Divisão em 1917.
2 – Um cartão de Natal produzido como uma lembrança da ocupação de Jerusalém por forças britânicas em 09 de dezembro de 1917.
3 – O Natal era a única ocasião em que mensagens pessoais poderiam ser escritas em cartões postais de serviço de campo, do tipo mostrado aqui. O remetente em geral tinha apenas permissão para excluir o texto que não se aplicava à sua situação, assinar e datar o cartão – caso contrário, ele seria destruído.
4 – Um cartão de Natal produzido pela Divisão Naval Real em 1916 e colorida à mão pelo remetente, mostrando as condições da trincheira no (rio) Somme naquele inverno.
5 – Certificados eram fornecidos pelo Overseas Club às crianças do Império que enviavam um ‘pacote’ (parcel) de Natal para um soldado ou marinheiro servindo na guerra. Compilada por Alan Wakefield e Anthony Richards, esta coleção de mensagens sazonais foi uma cortesia do Imperial War Museum britânico para o The Telegraph . Explore também “Natal em Guerra“, 4ª parte da série Por Dentro da Primeira Guerra Mundial , em 12 partes.
Cartões de Natal da Primeira Guerra Mundial em fotos (5 imagens)
Mahabatara
1 de dezembro de 2013 9:54 amO beicinho da indignação do
O beicinho da indignação do alto tucanato paulista.
Tuca
Mahabatara
1 de dezembro de 2013 10:08 amLamentável mesmo é essa
Lamentável mesmo é essa magnífica arquitetura ter sido demolida. Nos EUA não existem(ou existiam na época, leis sobre tombamentos?)o prédio dos correios de NY em 1900.
pedro cavalcante
1 de dezembro de 2013 12:03 pmQuando Serrinha era grande e Padre Miguel pequena
Lindo, lindo, lindo, lindo, lindo, lindo…..
[video:http://www.youtube.com/watch?v=FChqN01_IRc%5D
Marisa Gata Mansa – “Festa do Divino” – Mocidade 74 (TV Cultura, 1973)
Tamára Baranov
1 de dezembro de 2013 1:37 pmCartola, o mestre verde e rosa
‘Quando for enterrado, quero que Waldemiro toque o bumbo’. Esta foi a manifestação do desejo de Angenor de Oliveira, mais conhecido como Cartola, a sua família uma semana antes de sua morte em 30 de novembro de 1980. Atendendo a seu pedido, no dia 1º de dezembro, data de seu funeral, Waldemiro, ritmista da Mangueira, que havia aprendido com ele a encourar seu instrumento, marcou o ritmo para o coro de ‘As Rosas Não Falam’, cantada por uma pequena multidão de sambistas, amigos, políticos e intelectuais, presentes em sua despedida. Em seu caixão a bandeira do time do seu coração, o Fluminense. Três dias antes Cartola recebeu de Carlos Drummond de Andrade sua última homenagem em vida. O poeta lhe dedicou uma comovente crônica, publicada pelo Jornal do Brasil. (Fonte: Wikipédia)
Somente em 1974, aos 66 anos, Cartola gravou o primeiro de seus quatro discos-solo com arranjos do grande violonista Dino 7 Cordas e as canções fizeram-se eternas, com letras que tocam a alma como o samba-choro ‘Disfarça e Chora’. Em 1976 lançou o segundo LP tendo ‘As Rosas não Falam’ e ‘O Mundo É um Moinho’, gravação acompanhada pelo violão do jovem Guinga, consideradas obras-primas da música popular. ‘Verde que te quero rosa’ foi lançado em 1977 do qual faz parte o samba-canção ‘Autonomia’ com arranjo e acompanhamento ao piano de Radamés Gnatalli e ‘Nós Dois’ canção composta especialmente para o casamento com Dona Zica, em 1964.
[video:http://www.youtube.com/watch?v=sLgKU0pxK6Q align:center]
[video:http://www.youtube.com/watch?v=7FY4b149W5s align:center]
[video:http://www.youtube.com/watch?v=t5AdKbhw1GQ align:center]
Em 2007, foi lançado o documentário ‘Cartola – Música para os Olhos’, com direção de Lírio Ferreira e Hilton Lacerda que contam a vida de Cartola através de testemunhos de pessoas que conviveram com o compositor, de representantes da música popular brasileira, críticos e historiadores.
[video:http://www.youtube.com/watch?v=mU7chVtSRwo align:center]