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Neymar diz que nunca sofreu racismo porque não é "preto"

Sugerido por gilson as
 
Medo da sua negritude. Neymar diz que não é preto.
 
 
 
O jogador de futebol Neymar, que tá quase entrando na Seleção Brasileira pra Copa, (esse rapaz da foto aí acima), deu uma declaração curiosa numa entrevista. "Já foi vítima de racismo?
 
Nunca. Nem dentro e nem fora de campo. Até porque eu não sou preto, né?" 

http://olharbeheca.blogspot.com.br/2010/04/neymar-e-o-racismo.html
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146 comentário(s)

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Lucas Dancer

Ele esta certissmo! Ele não é

Ele esta certissmo!

Ele não é preto. Ele é negro é diferente!

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Apanhar por ser negro?

Pra quem disse que negro leva tapa na cara da polícia por sua etnia: dispa-se dos SEUS preconceitos! Grande parte dos policiais são negros. Outra coisa: "ah, negros são mais presos do que brancos", dizem alguns. Não é culpa da justiça, mas um fator socioeconômico e histórico-cultural que deveria ter sido mudado pelos políticos deste país e, ouso dizer, pelos próprios afrodescendentes. Eu, como afrodescendente que sou, não me conformei com a situação e estudei para muda-la. Nós, brasileiros, temos o péssimo hábito de esperar tudo cair do céu ou colocar a culpa nos políticos.

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Pedro Moraes Trindade

Esse comentário é típico do

Esse comentário é típico do afrodescendente vítima de uma mídia que tem cumprido o seu papel de dividir para alienar ou alienar para dividir. O Neymar, por exemplo, sofre do mesmo problema.

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Relativizemos

Hoje ele certamente já mudou sua forma de pensar. 

Dizem que viajar e viver em outros lugares areja as ideias. Na Espanha eles pensam outra coisa sobre a cor de Neymar. Certamente ele já entendeu isso.

Relativizemos o que dizem nossos antropólogos jogadores de futebol, portanto.

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ele é cor de canela, jambo,

ele é cor de canela, jambo, sapoti, queimado do sol, sei lá, pode escolher.

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ele é cor de canela, jambo,

ele é cor de canela, jambo, sapoti, queimado do sol, sei lá, pode escolher.

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Digam pra ele que, passou de

Digam pra ele que, passou de branco negro é!

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hadouken

Passou de negro branco

Passou de negro branco é...kkkkkkkkkk

 

 

 

 

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Ser negro no Brasil

Ser negro no Brasil hoje

Milton Santos

Publicado el: 2003-02-12

     

Há uma frequente indagação sobre como é ser negro em outros lugares, forma de perguntar, também, se isso é diferente de ser negro no Brasil...

 

 

 


Ser negro no Brasil hoje 

Ética enviesada da sociedade branca desvia enfrentamento do problema negro 

Milton Santos

http://www.ige.unicamp.br/~lmelgaco/santos.htm

Há uma frequente indagação sobre como é ser negro em outros lugares, forma de perguntar, também, se isso é diferente de ser negro no Brasil. As peripécias da vida levaram-nos a viver em quatro continentes, Europa, Américas, África e Ásia, seja como quase transeunte, isto é, conferencista, seja como orador, na qualidade de professor e pesquisador. Desse modo, tivemos a experiência de ser negro em diversos países e de constatar algumas das manifestações dos choques culturais correspondentes. Cada uma dessas vivências foi diferente de qualquer outra, e todas elas diversas da própria experiência brasileira. As realidades não são as mesmas. Aqui, o fato de que o trabalho do negro tenha sido, desde os inícios da história econômica, essencial à manutenção do bem-estar das classes dominantes deu-lhe um papel central na gestação e perpetuação de uma ética conservadora e desigualitária. Os interesses cristalizados produziram convicções escravocratas arraigadas e mantêm estereótipos que ultrapassam os limites do simbólico e têm incidência sobre os demais aspectos das relações sociais. Por isso, talvez ironicamente, a ascensão, por menor que seja, dos negros na escala social sempre deu lugar a expressões veladas ou ostensivas de ressentimentos (paradoxalmente contra as vítimas). Ao mesmo tempo, a opinião pública foi, por cinco séculos, treinada para desdenhar e, mesmo, não tolerar manifestações de inconformidade, vistas como um injustificável complexo de inferioridade, já que o Brasil, segundo a doutrina oficial, jamais acolhera nenhuma forma de discriminação ou preconceito. 

500 anos de culpa 

Agora, chega o ano 2000 e a necessidade de celebrar conjuntamente a construção unitária da nação. Então é ao menos preciso renovar o discurso nacional racialista. Moral da história: 500 anos de culpa, 1 ano de desculpa. Mas as desculpas vêm apenas de um ator histórico do jogo do poder, a Igreja Católica! O próprio presidente da República considera-se quitado porque nomeou um bravo general negro para a sua Casa Militar e uma notável mulher negra para a sua Casa Cultural. Ele se esqueceu de que falta nomear todos os negros para a grande Casa Brasileira. Por enquanto, para o ministro da Educação, basta que continuem a frequentar as piores escolas e, para o ministro da Justiça, é suficiente manter reservas negras como se criam reservas indígenas. A questão não é tratada eticamente. Faltam muitas coisas para ultrapassar o palavrório retórico e os gestos cerimoniais e alcançar uma ação política consequente. Ou os negros deverão esperar mais outro século para obter o direito a uma participação plena na vida nacional? Que outras reflexões podem ser feitas, quando se aproxima o aniversário da Abolição da Escravatura, uma dessas datas nas quais os negros brasileiros são autorizados a fazer, de forma pública, mas quase solitária, sua catarse anual? 

Hipocrisia permanente 

No caso do Brasil, a marca predominante é a ambivalência com que a sociedade branca dominante reage, quando o tema é a existência, no país, de um problema negro. Essa equivocação é, também, duplicidade e pode ser resumida no pensamento de autores como Florestan Fernandes e Octavio Ianni, para quem, entre nós, feio não é ter preconceito de cor, mas manifestá-lo. Desse modo, toda discussão ou enfrentamento do problema torna-se uma situação escorregadia, sobretudo quando o problema social e moral é substituído por referências ao dicionário. Veja-se o tempo politicamente jogado fora nas discussões semânticas sobre o que é preconceito, discriminação, racismo e quejandos, com os inevitáveis apelos à comparação com os norte-americanos e europeus. Às vezes, até parece que o essencial é fugir à questão verdadeira: ser negro no Brasil o que é? Talvez seja esse um dos traços marcantes dessa problemática: a hipocrisia permanente, resultado de uma ordem racial cuja definição é, desde a base, viciada. Ser negro no Brasil é frequentemente ser objeto de um olhar vesgo e ambíguo. Essa ambiguidade marca a convivência cotidiana, influi sobre o debate acadêmico e o discurso individualmente repetido é, também, utilizado por governos, partidos e instituições. Tais refrões cansativos tornam-se irritantes, sobretudo para os que nele se encontram como parte ativa, não apenas como testemunha. Há, sempre, o risco de cair na armadilha da emoção desbragada e não tratar do assunto de maneira adequada e sistêmica. 

Marcas visíveis 

Que fazer? Cremos que a discussão desse problema poderia partir de três dados de base: a corporeidade, a individualidade e a cidadania. A corporeidade implica dados objetivos, ainda que sua interpretação possa ser subjetiva; a individualidade inclui dados subjetivos, ainda que possa ser discutida objetivamente. Com a verdadeira cidadania, cada qual é o igual de todos os outros e a força do indivíduo, seja ele quem for, iguala-se à força do Estado ou de outra qualquer forma de poder: a cidadania define-se teoricamente por franquias políticas, de que se pode efetivamente dispor, acima e além da corporeidade e da individualidade, mas, na prática brasileira, ela se exerce em função da posição relativa de cada um na esfera social. 
Costuma-se dizer que uma diferença entre os Estados Unidos e o Brasil é que lá existe uma linha de cor e aqui não. Em si mesma, essa distinção é pouco mais do que alegórica, pois não podemos aqui inventar essa famosa linha de cor. Mas a verdade é que, no caso brasileiro, o corpo da pessoa também se impõe como uma marca visível e é frequente privilegiar a aparência como condição primeira de objetivação e de julgamento, criando uma linha demarcatória, que identifica e separa, a despeito das pretensões de individualidade e de cidadania do outro. Então, a própria subjetividade e a dos demais esbarram no dado ostensivo da corporeidade cuja avaliação, no entanto, é preconceituosa.
A individualidade é uma conquista demorada e sofrida, formada de heranças e aquisições culturais, de atitudes aprendidas e inventadas e de formas de agir e de reagir, uma construção que, ao mesmo tempo, é social, emocional e intelectual, mas constitui um patrimônio privado, cujo valor intrínseco não muda a avaliação extrínseca, nem a valoração objetiva da pessoa, diante de outro olhar. No Brasil, onde a cidadania é, geralmente, mutilada, o caso dos negros é emblemático. Os interesses cristalizados, que produziram convicções escravocratas arraigadas, mantêm os estereótipos, que não ficam no limite do simbólico, incidindo sobre os demais aspectos das relações sociais. Na esfera pública, o corpo acaba por ter um peso maior do que o espírito na formação da socialidade e da sociabilidade. 
Peço desculpas pela deriva autobiográfica. Mas quantas vezes tive, sobretudo neste ano de comemorações, de vigorosamente recusar a participação em atos públicos e programas de mídia ao sentir que o objetivo do produtor de eventos era a utilização do meu corpo como negro -imagem fácil- e não as minhas aquisições intelectuais, após uma vida longa e produtiva. Sem dúvida, o homem é o seu corpo, a sua consciência, a sua socialidade, o que inclui sua cidadania. Mas a conquista, por cada um, da consciência não suprime a realidade social de seu corpo nem lhe amplia a efetividade da cidadania. Talvez seja essa uma das razões pelas quais, no Brasil, o debate sobre os negros é prisioneiro de uma ética enviesada. E esta seria mais uma manifestação da ambiguidade a que já nos referimos, cuja primeira consequência é esvaziar o debate de sua gravidade e de seu conteúdo nacional. 

Olhar enviesado 

Enfrentar a questão seria, então, em primeiro lugar, criar a possibilidade de reequacioná-la diante da opinião, e aqui entra o papel da escola e, também, certamente, muito mais, o papel frequentemente negativo da mídia, conduzida a tudo transformar em "faits-divers", em lugar de aprofundar as análises. A coisa fica pior com a preferência atual pelos chamados temas de comportamento, o que limita, ainda mais, o enfrentamento do tema no seu âmago. E há, também, a displicência deliberada dos governos e partidos, no geral desinteressados do problema, tratado muito mais em termos eleitorais que propriamente em termos políticos. Desse modo, o assunto é empurrado para um amanhã que nunca chega. 
Ser negro no Brasil é, pois, com frequência, ser objeto de um olhar enviesado. A chamada boa sociedade parece considerar que há um lugar predeterminado, lá em baixo, para os negros e assim tranquilamente se comporta. Logo, tanto é incômodo haver permanecido na base da pirâmide social quanto haver "subido na vida". 
Pode-se dizer, como fazem os que se deliciam com jogos de palavras, que aqui não há racismo (à moda sul-africana ou americana) ou preconceito ou discriminação, mas não se pode esconder que há diferenças sociais e econômicas estruturais e seculares, para as quais não se buscam remédios. A naturalidade com que os responsáveis encaram tais situações é indecente, mas raramente é adjetivada dessa maneira. Trata-se, na realidade, de uma forma do apartheid à brasileira, contra a qual é urgente reagir se realmente desejamos integrar a sociedade brasileira de modo que, num futuro próximo, ser negro no Brasil seja, também, ser plenamente brasileiro no Brasil. 



Artigo escrito por Milton Santos, geógrafo, professor emérito da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da USP 
Fonte: Folha de S.Paulo - Mais - brasil 501 d.c. - 07 de maio de 2000 http://antroposmoderno.com/antro-articulo.php?id_articulo=527

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Como diz Arnaldo

Como diz Arnaldo Antunes: “aqui somos mestiços mulatoscafuzos pardos mamelucos sararáscrilouros guaranisseis e judárabes”

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O Ronaldo fenômeno também deu

O Ronaldo fenômeno também deu uma dessa e levou uma porrada do próprio pai.

A grande maioria dos brasileiros é miscigenada. Aqui há loiros de olhos azuis com anemia falciforme e muitos brancos com gota, doenças típicas de negros ou descendentes deles, que se incomodam de se assumir como afrodescendentes, e sem essa de dizer que somos todos africanos, pois a terminologia é explicita.

Tenho amiga negra, que se casou com italiano e a filha é morena clara, de olhos amendoadas, parecendo mestiça de japonês. Isto deve-se aos vários cruzamentos interraciais. Não é que ela diz que a menina não tem porque se declarar afrodescendente porque é filha de italiano? Minha resposta foi que ela é afrodescendente porque a mãe é negra.

Aliás, a maioria dos mulatos, pardos, sempre que se fala em ancestrais lembra dos avós italianos e jamais dos negros. Assumiram a ideologia branca e introjetaram que ser negro, ou pelo menos descendente desses, é ser inferior.

Onde que o Neymar não é negro? Então vamos criar uma palavra específica para designar os brasileiros já que a grande maioria é miscigenada, mestiça.

Tenho sobrinhos, irmãos de pai e mãe e alguns são brancos (fenótipo), outros mulatos escuros e outros negrões. E daí? Tenho amigas gêmeas onde uma é loira (puxou pra mãe) e outra mulata escura (pai).

Todos os meus sobrinhos e parentes, independentemente da cor que ostentam sabem que são mulatos, mestiços e quando tentam fazer graça levam porrada, mesmo assim é um sacrifício para que eles não discriminem os negros, mulatos, seus iguais, porque acham mais fácil de serem aceitos na sociedade racista.

Já contei aqui e repito. Na questão das cotas raciais para universidades, dois sobrinhos, irmãos do mesmo pai e mesma mãe se autodeclararam afrodescendentes. Prestaram o vestibular e pasmem, aquela que fenotipicamente é branca, cabelos, traços, cor clara, que puxou ao pai, seria contemplada, quando seu irmão, mulato, cabelo mais ondulado, não. Só que ambos abriram mão das cotas. Ou seja, o racismo no Brasil é tamanho que até na questão das cotas, dependendo do /da atendente, contempla-se o de tez mais clara.

 

"A branquitude é um lugar de fala. É um espaço social ocupado por pessoas que cumprem certos requisitos de aparência, mas isso não é muito exclusivo no Brasil. A questão de ser branco é uma função social que dá uma expectativa de autoridade para a pessoa branca e isso se reforça na sociedade." 

Liv Sovik, professora da Escola de Comunicação (ECO) da UFRJ

 

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jayme

mas pros padroes brasileiros

mas pros padroes brasileiros ele nao é negro ..

 

alias, existe negro no brasil ???

conheco muitos morenos e pardos.. 

negros.. nunca ouvi falar.. 

 

chama aquele moreno escuro la.. 

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leandro santos de jesus

eu sou negão, e não gosto de

eu sou negão, e não gosto de ser chamado de mareno ou sei lá o que , sou nego e pronto....................

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Rogério Kanza

42

Eu não acredito nessa história nem um pouco. Toda minha negada é mais clarinho que ele e são todos BLK MNDS (Tipo Chris Brown, Drake, Tyga, entre outros) vocês sabem que isso é mentira e ele não disse nada disso. Na europa quando o racismo quer te pegar, eles não se importam se você é mulato tipo "Chris Brown"ou preto tipo "Akon" eles vêm isso "Coloridos X Brancos". Dica: Assistam "Movie 42". 

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Iris R

     Seria muito bom se todos

     Seria muito bom se todos se ligassem que na verdade somos todos africanos. Todos se ligasem mesmo, principalmente a polícia, o governo e babacas que jogam banana. Mas vai demora, então não me venham com essa "caixa de lapis de cor" (v6 sabem a origem da palavra mulato?), e negócio de democracia racial, que essa mentira é velha.

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mucio

Vc sabe a origem da palavra

Vc sabe a origem da palavra negro? Ela vem de NEKROS que significa que significa sem, cadáver, morte, necrofilia, o que não tem luz própria. Criada pelos racistas no século XVIII, no edito do índio de 1755 o Marques de Pombal dizia que ela deveria ser empregada para referir-se aos PRETOS da costa da África por ser uma palavra infamante e não mais com relação aos índios já que o edito proibia sua escravização e como tal não deveriam ser mais chamados pela INFAMANTE palavra de NEGROS da terra, que era então usada para referir-se a índios escravizados.

Negro palavra que era usada para definir ESCRAVOS em geral de qualquer etnia.

Neymar está corretíssimo, para o brasileiro preto é sinônimo de negro.

Vc não vai querer me dizer que Neymar é de cor preta vai?

 

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Se fosse um estudante de

Se fosse um estudante de etimologia vc estaria reprovado. Cometeu o erro mais comum de quem tenta inferir a origem histórica de uma palavra. Apostou tudo na semelhanço grafico-fonética. Negro vem do latim nigrum, niger, que signica... escuro, a cor negra ou quem tem a pele escura.

A palavra nekrós tem origem grega mas só é utilizada em nossa língua como antepositivo em palavras compostas como necromancia (nekromanteía), necromante (nekrómantis), necrópole (nekrópolis) e necrose (nékrósis) e em cultismo como necrólatra, necrolatria, necrolátrico, necrologia, necrológico, necrológio, necrologista, necrólogo, necromântico, necropatia, necropse, necropsia, necrópsico. 

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alexandre vieira indi

Neymar proferiu uma declracao

Neymar proferiu uma declracao muito infantil nao como um profissional de futebol, ate ao ponto de recuzar que nao e negro, bm nao lembrou da historia do comercio triangular que ligava tres continente!!!??? ou pode ser que ele nao conheceu bm a historia, de onde vem escravos que passavam pelo Brasil i muitos ficavam ali comecaram a gerar filhos, por isso hoje em dia tem uma vasta diversidade de cores de pessoas em Brasil,,, nos da Africa temos uma historia muito semelhante com os povos Brasileiros , vcs sao nossos irmaos como disse Dilma , Neymar nao sabe dos grandes Estrelas Brasileiros que passavam este discriminacao em Espanha!!!????? quer no Real Madrid e Barcelona, mas estas polemicas e mais frequente em Barcelona. tem que solidarizar-se mais com o teu colega da equipa e ser muito atencioso nas entrevistas para nao repetirem actos como essa... opeco um Bom compriensao a todos queridos irmaos Brasileiros se por ventura alguem sentir-se ofendido de forma que tento corrigir erros do Neymar.

 

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Raquel Carneiro

Ele sofre com o racismo dele

Ele sofre com o racismo dele mesmo!

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Tibério César

Mistura de raça

Se um Pit Bull Cruzar com um poodle. Qual a raça do Cão que Nascerá? Depois Esse mesmo cão que nasceu cruzar com Um Aquita(ou outro Qualquer) e gerar um Filhote? Esse Filhote Será Um Pit Bull, um poodle, um aquita ou o que?

Até onde eu sei, ele será mestiço!

 

(Detalhe: Os Brancos, também são descendentes de negros.) 

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Jade Amorim

Exato! Será que não é racismo

Exato! Será que não é racismo também classificar as pessoas mestiças de negras somente porque não têm a pele branca da cor de leite? Afinal, elas têm tanto uma como outra origem e características. Neymar de fato não é preto. Ele é moreno. A mãe dele se aproximaria mais de uma branca e o próprio pai é mulato (branco+negro). Então, por que Neymar é negro? Porque tem alguma origem ou alguns traços negróides (sendo que também tem características caucasianas)? Então podemos chama-lo da mesma forma de branco, não? Se não, por que não? Pra ser branco tem que ser puro, pra ser negro, basta não ser totalmente branco? É claro que Neymar errou ao negar que pudesse ser vítima do racismo, pois os racistas pensam justamente dessa forma: separam e discriminam as pessoas em raças de acordo com um purismo de aparência, uma burrice seletiva que escolhe apenas o superficial para etiquetar as pessoas e as coisas. Por fim, Neymar não é preto, nem branco. Ele é mestiço. Ele é brasileiro. Ponto.

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Alana

O negro brasileiro não aceita

O negro brasileiro não aceita ser negro, aliás tem vergonha de ser negro, o Neymar é negro sim, ele é branco por um acaso??Para a menina q postou q a família do pai é negra e da mãe é branca, vc é negra sim querida, ou parda, não adianta negarmos nossas origens.

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hadouken

Contra fatos não há argumentos.

A pessoa que nasce da miscigenação, será mescigenada, voce querendo ou não. Ele não é branco e nem é negro, não adianta ter inveja do cara.

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Luis Almeida

Neymar é miscigenado. Ele é

Neymar é miscigenado. Ele é parte branco também, mas basta ter uma gota de sangue negro que as pessoas já colocam tudo no mesmo saco. Como se o negro sujasse o branco, mas o contrario não é verdadeiro.

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César Rosado

Ele tem razão.

Tem razão. Ele não é negro, é ESTÚPIDO! 

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malu madrugada

nao existe cor morena nem pardo

Pessoas que se auto declaram pardas morenas ou piro mulatas q quer dizer mula estao simplesmente negando suas origens isso so demostra o quanto provavelmente elas sofrem toda vez q alguem as lembram vc é negra e negam a todo custo essas pessoas na minha opiniao precisam de terapia e esse jogador e um exemplo disso. o fato de vc nao ser branco te faz sim decendente de negro queira vc ou nao.

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O fato de vc nao ser branco

O fato de vc nao ser branco te faz sim decendente de negro queira vc ou nao.

Uma pequena ressalva: uma pessoa filha de chineses não é branca e nem por isso é negra.

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Lurya

Se a família da minha mãe é

Se a família da minha mãe é de brancos (pai, mãe, vó, bisavó, vô, bisavô) e a do meu pai é de negros, então eu sou negra? não sou parda por ser uma "mistura dos dois"?. Se eu disser que sou negra, não vou estar negando também a raça que herdei da minha mãe?

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Alana

Vc é negra sim, ou parda como

Vc é negra sim, ou parda como queira, mas branca vc não é, assim como eu tb não sou  branca, o pior preconceito vem de nós mesmos, o negro brasileiro quando tem uma condição social melhor nunca casa com uma negra ou vice-versa, tem vergonha da própria raça, estou errada??

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Lurya

Eu também acho que o pior

Eu também acho que o pior preconceito vem de nós mesmo, apenas estou tentando entender pq se sou metade de um, metade de outro, eu sou apenas um e nao mistura dos dois, como disse a moça.

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Julia Silva

O simples fato de ser

O simples fato de ser brasileiro te faz descendente de negros(na predominancia).

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Julia, você é a primeira a

Julia, você é a primeira a colocar um parêntese fazendo uma ressalva.

Li vários comentários dizendo, se você não é branco é negro.

Na China tem 1 bilhão de pessoas, eles não são negros e também não são brancos.

Os chineses, koreanos e japoneses que vivem no brasil não são brancos, mas nem por isso se  tornam negros automaticamente.

 

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Valmir Junior

Neymar diz que nunca sofreu racismo porque não é "preto"

Não Neymar vc e branquinho dos olhos azuis! Vai virat homem e honra suas origens meleque rica !

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saco isso

Que saco isso já, eu não acho o Neymar negro mesmo, mas tbém não acho o Daniel Alves negro, tbém não são brancos, e sim existem outras "cores" de pessoas, os índios, são escuros, e por acaso são considerados negros???? os japoneses tem cor brancaaaa e de acordo com a "classificação das raças" eles são amarelos... afff que nojo disso , pele e pele e fim de papo, e se td mundo fosse cego, ao toque teriam preconceito? fariam diferenciação de cor? no fim das contas somos todos negros, pois os brasileiros descendem sim do sangue dos negros, agora vão crucificar o cara (neymar) pq ele disse que não é preto? então se eu disser a alguém que não sou negra (e não sou pois sou branquela e preferia com certeza ser uma bela mulata) estou praticando racismo, lógico que não, tenho sangue de negro com certeza, e minha pele é branca, somos todos iguais!!!!!!!!!!!! todos com sangue vermelho certo???

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Felipeeee

Caixa de lápis de cor...

haha só no Brasil existe esse culto da caixa de lápis de cor...  dai la vai as paletas:  Número 1 Branco, 2 Moreno; 3 Moreno escuro, 4 Jambo. 5 Pardo; 6 Mulato; 7 Escurinho; 8 Queimadinho do sol; 9 ... HIPOCRISIA.. Neymar só é o reflexo de um povo alienado e ignorante de si mesmo.  Parabens Neymar pela sua ancestralidade morena, pela luta de todos seus antepassados morenos, e por toda elementaridade e riqueza cultural do povo moreno ¬¬¬¬¬¬  Ps: Sou Branco e nessa de me declarar negro, tenho certeza que JAMAIS levaria tapa na cara de policial, ou seria perseguido dentro de shoppings... mas mesmo assim me declaro negro... HIPOCRISIAAAAAAAAAAAAAAAA.

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Eli Santos

Negritude

Eu não sei dizer quem é mais ignorante, se é Neymar ou as pessoas que estão criticando ele ,por não se achar que é negro! O que se deveria esperar de um rapaz sem o mínimo de cultura,que foi pobre  e provavelmente, seus pais nãoo educaram para isso.

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Juliana Berto

Ele é mulato

Neymar é um mulato ...mas se for pra satisfazer a midia e os preconceituosos diz que é negro Neymar e pronto.

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Rosivalda dos Santos Barreto

Sobre morenice ou negritude de Neymar.

Prezados(as), boa tarde!

Neymar é branco, por isso quando retornou do jogo entre Barça X Granada, a torcida do Barça fez onomatopeia de macaco. Penso que ele deva todos os dias se olhar no espelho e ver que alisa cabelo e as características de seu nariz é de branco. Na Europa todos sabem o que é ser negro e branco. Só aqui que existe, concordo, uma caixa de lápis de cor. Caixa essa que não funciona com apolícia brasieira, ela sabe quem é negro e branco. Sinto pena do povo brasileiro que não se econhece e fica sonhando com uma realidade que não existe!

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sofia

Neymar diz que não é preto

Realmente no Brasil preto com dinheiro fica branco.Quem já viu um preto rico brasileiro casar com uma mulher preta?

 

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Se não me engano Jorge Ben é

Se não me engano Jorge Ben é casado com uma mulher negra, há muitos anos.

Lázaro Ramos, o ator,  é casado com uma mulher negra.

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Alana

Vc disse a mais pura

Vc disse a mais pura realidade, o negro brasileiro quando tem dinheiro não se considera mais negro, conheço várias colegas q fazem luzes e não querem mais ser negras, acha q as luzes vão branqueá-las e não namoram negro, e os homens a mesma coisa querem ser brancos quando tem dinheiro e só casam com brancas, uma coisa muito feia sinceramente.

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Dudu Nobre

Dudu nobre era casado com a

Dudu nobre era casado com a Bom bom que é negra, e se nao me engano a sua atual também é negra.

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E o Dudu nobre é mulato pois

E o Dudu nobre é mulato pois é filho de branco e negra, logo, poderia dizer, se fosse somente pela miscigenação, que é branco ou negro e não assumir seu fenótipo.

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Aline Bento

Igor Rickli é casado com uma

Igor Rickli é casado com uma negra. 

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Cendi

Mas ele não é negro mesmo.

Mas ele não é negro mesmo. Qual é o problema ele ser ou não ser. Ele se achar negro ou não....

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Luciane Dom

O problema dele não se achar

O problema dele não se achar negro é que pelo seu fenótipo, ele se situa na classificação negro. Um alemão branco (ou qualquer brasileiro), ao olhar pro Neymar o classificará como negro. O que precisamos problematizar é que existe um certo receio em ser chamado de negro, como se fosse ofensa. Sugiro a você a leitura do artigo do artigo do sociólogo Oracy Nogueira. Este é o link:

http://www.scielo.br/pdf/ts/v19n1/a15v19n1.pdf

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JULIETA

E ESSE CABELO DE BOLINHA,

E ESSE CABELO DE BOLINHA, NEYMAR É O QUE?

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Bia_Ortiz

Classificação??? E dai???

Eu me classifico como morena, descendente de índios, negros e brancos. E dai??? Um alemão me classificaria como negra? E dai??? Morei por 5 anos em Angola e lá diziam que eu era branca. E dai??? Classificar as pessoas não é tão ruim quanto querer que elas aceitem nossa classificação!

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Jonathan José Alves Ribeiro

Negro

Exatamente como mencionaram, negros nos Estados Unidos assumem as suas origens negras, sobre a one drope rule, isso está tão enraizado culturalmente lá, que até os ditos mestiços se assumem negros numa boa, basta ver o caso da Alicia Keys, ela se sente uma mulher negra. Lá os afrodescentes tem orgulho de serem negros, não ficam ,com esse papo de meio branco e meio preto, até porque pra neonazista todo mulato é preto.

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sem nome

Os americanos do norte se

Os americanos do norte se aceitam tanto que não existem mais cantoras negras, são todas loiríssimas! Eta gente que adora citar os Estados Unidos como exemplo para tudo.

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