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O argumento ontológico abdutivo de Dallagnol, por Gilberto Miranda Junior

da Revista Krinos

O argumento ontológico abdutivo de Dallagnol

Ou da falácia do uso da conclusão como premissa

por Gilberto Miranda Junior


O termo “ontológico” atribuído ao argumento sobre a existência de Deus foi cunhado por Kant, que entendia ontologia como uma filosofia transcendental à priori, ou seja, aquela que dispensa a experiência sensível ou empírica para definir o próprio saber. Anselmo de Canterbury (santo católico que viveu entre 1033 a 1109) possui o argumento ontológico mais famoso, estudado e comentado ao longo dos tempos. Anselmo parte da premissa (mesmo que não fique tão evidente em seu texto original apresentado nos capítulos II e III de seu “Proslogium”, escrito em 1078) de que a existência é superior a inexistência. Desse ponto, segundo sua definição de Deus (como o SER mais perfeito e superior do universo), conclui que Ele tem, necessariamente (uma necessidade lógica), de existir. Uma lógica impecável, obviamente: se seres existentes são superiores a seres inexistentes, e se Deus é o ser superior a todos, logo ele necessariamente tem de existir. Não aceitar essa conclusão é incorrer em contradição.

Todo o problema desse tipo de argumento centra-se no fato de se usar aquilo que se quer concluir como premissa. Para que Deus seja visto como superior a todos os seres, é preciso já admitir sua existência, para depois afirma-la como conclusão. Esse tipo de argumento funciona como um jogo de cartas marcadas, onde se manipula com uma marca a carta que precisa ser encontrada no final para se ganhar o jogo. No limite, é um raciocínio capcioso, uma empulhação, uma desonestidade intelectual. Isso não significa que Deus não exista. Significa apenas que as razões dadas para sua existência, nesse caso, não são suficientes.

Nota-se que em geral, todo raciocínio de cunho religioso carrega essa distinção argumentativa. Primeiro dispensa-se a necessidade de qualquer demonstração empírica do que se quer demonstrar. Em seguida, munidos de uma premissa que já pressupõe a conclusão a que se quer chegar, declara-se a conclusão como se o fato dela não ter sido diretamente mencionada nas premissas, fosse algo novo e necessariamente lógico. Podemos, ao ouvir, ficar com uma sensação incômoda de que fomos enganados, mas se caso a conclusão for ao encontro do que já cremos, essa sensação é logo abafada e passamos a reproduzir a forma de pensar sem maiores problemas.

Pensadores como Descartes, Spinoza e Leibniz fizeram variações do argumento ontológico, porém a estrutura do raciocínio sempre foi a mesma. Descartes em suas Meditações Metafísicas dedicou-se a esse tema e tentou provar a necessidade da existência de Deus para que faça sentido a própria existência do mundo externo ao nosso pensamento. Em resumo: se é possível imaginar um ser perfeito em todos os sentidos e que, na perfeição, a existência é um atributo lógico, então Deus, que é perfeito em todos os sentidos, necessariamente, existe.

Talvez não pelo fato de ser membro da Igreja Batista (embora esse fato possa ter influenciado), o promotor Deltan Dallagnol usa do mesmo tipo de raciocínio para desenvolver a acusação contra Lula. No entanto, olhando seuCurrículo Lattes, constatamos que o mesmo se especializou na Harvard Law School em um curso chamado “The Best Explanation of Circumstantial Evidence”. Ou seja, sua especialidade parece ser a de determinar a melhor explicação possível para evidências circunstanciais. Ao lermos a peça acusatória fica claro que, se usada sua expertise acadêmica naquilo que apresentou na denúncia, podemos concluir que, para o promotor, a melhor explicação para um conjunto de evidências circunstanciais será amealhar aquelas que possam confirmar uma crença anterior na culpa de alguém. Isso é problemático demais e equivale a usar um argumento ontológico para a existência da culpa.

No ano em que cursou Harvard, Dallagnol apresentou um projeto de pesquisa sobre “Melhor explicação da prova indiciária”, com ênfase em provas indiretas e diretas através das “lógicas que guiam o raciocínio probatório”. No curso que fez e no projeto de pesquisa que apresentou há estudos sobre dedução, indução, analogia e inferência para a melhor explicação (chamada IME, mas conhecida também por abdução). No projeto ele conclui que “a prova, inclusive a circunstancial, é melhor compreendida a partir de óculos abdutivos, isto é, via argumentos guiados pela inferência para a melhor explicação”. Mas a questão que se abre é até que ponto a compreensão de uma prova circunstancial lhe daria materialidade para uma condenação?

O pensamento abdutivo que foi clarificado por Charles Peirce se constitui a essência de seu pragmatismo. Hoje, compõe um dos três tipos de raciocínio lógico para o estabelecimento de hipóteses científicas junto com o raciocínio dedutivo e o indutivo. No entanto seu uso tem elementos característicos. Enquanto o pensamento dedutivo infere casos particulares a partir de um todo conhecido e o pensamento indutivo infere um todo a partir da generalização de casos particulares conhecidos, Peirce considera a abdução como um juízo intuitivo que serve como primeiro estágio de toda investigação científica. Ou seja, a abdução vai reunir elementos novos que podem, hipoteticamente, ser a explicação para um fenômeno, de forma que essa ligação possa ser submetida à indução ou dedução como forma de especificação causal do fenômeno. Cientificamente, no entanto, todo esse aparato racional só será validado a partir da corroboração empírica das hipóteses. O circunstancial deixa margem para dúvidas e, no caso de dúvidas, a vantagem sempre é do réu, conforme reza os princípios do direito.

Ao se dispensar a necessidade de corroboração material ou empírica e transformar a hipótese abdutiva como a essência do fenômeno, Dallagnol propõe que aceitemos algo como um argumento ontológico abdutivo, por mais que isso encerre uma clara contradição entre termos. Ele quer nos fazer crer que todo o esquema de corrupção na Petrobrás, necessariamente, precisaria ter um chefe maior, e se Lula era o presidente à época e pode ser visto como um elemento comum entre os envolvidos com o esquema (por favor, esqueça aquele Power Point), logo Lula, necessariamente, é o chefe maior do Petrolão.

Curiosamente, porém, Lula não é acusado por esse suposto crime, embora tenha sido demonstrado por argumento ontológico que o crime não existiria sem Lula. Porém, com base nele, o nosso ilustre promotor chega à conclusão que o tríplex no Guarujá, sendo da OAS e despertando em 2014 o interesse de compra de Lula, então se trata de um bem doado ilicitamente fruto da corrupção. Não importa que não haja prova material dessa afirmação. Importa é que ela é logicamente necessária para se confirmar a metafísica que dá condições para que a realidade atenda os desejos do procurador. O fato de não haver como provar a propriedade do bem atribuída ao acusado, para o promotor, se constitui em prova de que houve a intenção de escondê-la. Carl Sagan estaria se revirando ao túmulo por ver deturpada sua famosa frase: “ausência de evidências não significa evidência da ausência”.

Se o envolvimento de Lula no Petrolão só é atribuível a partir de um argumento ontológico que insere a conclusão nas premissas, e se a ligação de Lula com o tríplex, a partir desse argumento base, é fruto de um raciocínio abdutivo, ainda estamos diante de uma hipótese a ser corroborada materialmente. Jamais seria considerado fato em qualquer pesquisa científica ou pensamento epistemológico, mas no direito brasileiro é. Nossa análise, obviamente, centra-se na argumentação do promotor e não na pertinência jurídica da peça.

O grande problema de tudo o que foi apresentado é que no âmbito jurídico é o Juiz quem decidirá qual tipo de instrumento probatório é mais conveniente para ele, de acordo com suas convicções. Não há, na Lei brasileira, hierarquia de provas. Distinto do direito em outros países, a materialidade da prova não é, necessariamente, superior a uma abdução, pois é o juiz quem decide que prova acatar. Mesmo com a obrigatoriedade de justificar sua escolha, a ausência de provas materiais sobre um fato não tira a capacidade probatória de uma abdução, mesmo que ela seja baseada em um argumento ontológico, como nesse caso.

Embora os promotores não tenham dito na mesma sentença a frase que tem sido fruto de diversos memes na internet (“Não tenho provas, mas tenho convicção”), ela reflete mesmo o que está em jogo. A confissão de ausência de prova cabal e a convicção inabalável na versão construída dos fatos foram ditas ao longo do discurso da promotoria. A questão a ser respondida é se essa convicção foi construída a partir do raciocínio abdutivo (inferência da melhor explicação — IME) ou se o raciocínio abdutivo foi construído a partir de uma convicção já existente. A resposta está no flagrante uso da falácia embutida no argumento ontológico, onde, necessariamente, a conclusão faz parte das premissas, gerando uma tautologia disfarçada.

Essa brecha para meras convicções em nossas Leis nos deixa à mercê de elementos ideológicos e políticos nos julgamentos, ou seja, à mercê da subjetividade de alguém cujas motivações estão ocultas, embora no caso de Sérgio Moro, estejam mais do que reveladas. A crescente politização do pensamento religioso não está apenas em projetos como o Escola Sem Partido, mas está presente maciçamente no Congresso e em nosso Judiciário. Laico, nosso estado apenas é no papel. O próprio sistema que molda e sequestra nossas instituições a seu favor tem como elemento substancial a ética protestante, como nos denunciou Max Weber já há mais de 150 anos.

Portanto, podem esperar, apesar do Power Point tosco e da mera convicção dos procuradores, que não só a acusação contra Lula seja aceita, como sua condenação após rápido julgamento. As cartas estão marcadas desde há muito, independente de sua culpa, o que jamais deixará de ser uma possibilidade concreta.



Gilberto Miranda Junior participa do Círculo de Polinização do RAIZ Movimento Cidadanista, é editor do Zine Filosofando na Penumbra e Revista Krinos. Escreve para as revistas MaquiavelTrendR e Portal Literativo.

Gilberto Miranda Junior

Licenciado em Filosofia, estudou Ciências Econômicas e participa como pesquisador do CEFIL (Centro de Estudos em Filosofia), registrado no CNPQ e ligado à UFVJM

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44 comentários

Comentários

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Triste papel de Temer na ONU

Triste papel de Temer na ONU

> https://gustavohorta.wordpress.com/2016/09/20/triste-papel-de-temer-na-onu/


"...Por isso, não importa o discurso oficial. A mensagem real de Temer será: “apesar de todas as resoluções que o Brasil já assinou sobre equidade de gênero e orientação sexual, raça e etnia, saúde e educação, liberdade de expressão, transparência, meio-ambiente, economia… os tempos são outros”. Nas entrelinhas, a realidade brasileira será lida sem dificuldades, pois os temas antes ferozmente disputados no âmbito do governo estão agora, publicamente, superados: nosso corpo ministerial é só de homens brancos; educação e saúde serão sucateadas no prazo de vinte anos, manifestações públicas serão reprimidas, direitos trabalhistas, previdenciários e ambientais serão flexibilizados. As propostas atuais sobre a mesa já indicam quem “ficará para trás” sem nenhum remorso por parte daqueles que hoje assinam os cheques e definem as políticas nacionais. ..."

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O argumento do procurador tá

O argumento do procurador tá mais para tológico.

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Salvador Menezes

O problema ontológico do

O problema ontológico do nosso abdutor tupiniquim é onanismo mental. O que releva o fato de um juiz de primeira instância more bem acima, e arrogantemente,  da nossa passiva Corte Suprema...

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gnsouto

"No projeto ele conclui que

"No projeto ele conclui que “a prova, inclusive a circunstancial, é melhor compreendida a partir de óculos abdutivos, isto é, via argumentos guiados pela inferência para a melhor explicação”.

Está mais que claro que tudo se trata de uma grande empulhação, mas depois de Quizim, com aquele espantalho jurídico do domínio do fato, querermos o quê?...

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Maurício Aquino

Nestes procuradores a

Nestes procuradores a INDECÊNCIA sucede a EXISTÊNCIA...

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Tadeu Fícel

A antalógica, oops, antológica ontologia dos Procuradeiros

Mas não se iludam:

Prenderam Genoino por uma assinatura burocráticade empréstimo tomado e pago, Dirceu sem provas pelo domínio de fato, tiraram a Dilma sem crime. Prenderam gente por ter desviado dinheiro "público" de empresas claramente privadas, esconderam inqueritos até entre eles no Supremo. Cometem ilegalidades cristalinas como divulgar grampos de investigações sobre pessoas com foro, sem foro e de advogados. 

Será que vão prender um mundialmente respeitado ex-presidente da república por "convicções ortológicas"?

Estou apostando 10 x 1 que sim.

Só não aposto sobre as eventuais consequências de curto médio e longo prazo.

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truque é mandar para ser julgado já condenado...

como Lula já foi julgado e condenado por antecipação, não apenas denunciado, julgamento seguinte, legal, dá-se como um recurso

é por isso que não se preocupam com a falta de provas, pois não são necessárias para o que combinam

provas não há; e mesmo que houvesse não caberia reexame nem formação de nova convicção

convicção de Moro é sempre a mesma deles, repetidamente de culpa

há uma parte do cérebro dos fascistas que funciona na base do truque do impossível......................funcionou em Hitler

[[[quanto mais vezes se tentar o impossível, mais se mostrará possível e aceito]]]

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Que texto maravilhoso,

Que texto maravilhoso, sereno. Na mosca. 

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zegomes

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Ivan de Union

Perguntas, perguntas...

Gostaria muitissimo de saber porque ele tem "curriculum lattes" e tem pagina no CONSELHO NACIONAL DE PESQUISA (cientifica!!!) e no entanto a pagina nao funciona.  Tambem gostaria MUITISSIMO de saber porque ele nao tem o trabalho em ingles (o da universidade americana) publicado na internet...  pois eu nao levaria 10 minutos pra achar multiplos erros em qualquer trabalho de alguem que faz powerpoints de meninos de 10 anos de idade  -porem mijados.

Quanto aos erros filosoficos...  nao vou nem discutir, claro.  Eu nao discuto violao classico com esse cara.

Nao eh, Nassif?

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joaquimm

Dallagnol e o sofrimento de Deus

Dallagnol e o sofrimento de Deus, coitado de Deus. Slavoj Zizek e Boris Gunjevic, na obra O Sofrimento de Deus: inversões do Apocalipse,Boitempo, 2016, afirma que o crente-padrão nutre dúvidas íntimas sobre sua crença e se envolve em fantasias transgressoras, expressão das proibições inconsciente reprimido pelos não-desejos ou prazeres. O sofrimento de alguns é o terceiro excluido.

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bem por aí mesmo...

acredito que é daí que vem o entendimento de que há culpa em todos e por tudo

dê o poder de julgar a qualquer um desses doidos e ele condenará até Deus...............................

vira um terrorista de si mesmo

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Estudo

Em minha opinião, muita gente, por mais que estude, faça mestrado, doutorado, etc, aprende pouco ou o pior de cada curso. Assistindo aos últimos acontecimento, passei a ter absoluta convicção de que minha opinião é verdadeira.                         Apesar de até haver provas.

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Ivan de Union

"muita gente, por mais que

"muita gente, por mais que estude, faça mestrado, doutorado, etc, aprende pouco ou o pior de cada curso":

Pra sua informacao, Modess foi prohibido aa epoca que Dallagnol estava estudando pois ninguem gosta de procurador tapado.

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Dallagnol, tem provas  da

Dallagnol, tem provas  da existência de Deus ou apenas convicção ?  Como pregador messiânico,part-time, deve  oferecer aos  seus seguidores convincentes  argumentos.Talvez ,nem tanto,afinal, a fé  é irracional. Contudo  o mesmo  não se pode permitir com processos legais,  que nada tem de canônicos,pelo contrário, são bem substantivos ou deveriam ser.

 

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snaporaz

Teorema de L'Acochambre

Nos meus tempos de estudante isso se chamava o Teorema de L'Acochambre. Sempre que você tinha que chegar num resultado conhecido e os dados não permitiam, o jeito era aplicar o teorema...

http://quasefisico.blogspot.com.br/2012/12/metodo-de-lacochambre-fisica.html

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Paulo F.

Neste caso

Conjuminado com a lei de Le Chatelier de fuga ante as forças, a força em questão seria a força da Verdade!

Como dizia o Tio Zezinho; "Vai mal a Marinha!"

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Nosde

Em Design de Produto, isto se

Em Design de Produto, isto se dá com um multi dirigivel Brainstorming . . . . o produto vem vindo numa determinada direção, vindo, só que não vem vindo para onde se gostaria . . . aí é a hora, taca-se um Braimstorming e joga-se o desenvolvimento para a direção que se queira, tudo dentro da metodologia claro . . . k k k k . . . . é assim mesmo.

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Repito o comentário

... que fiz no post do Rogério Maestri.

A aparente contradição entre convicções e evidências se explica pelo fato da Lava Jato ter obtido previamente, por meios ilícitos, provas que supostamente criminalizariam Lula.

Pepe Escobar afirma que a NSA supriu a Força Tarefa com um volume absurdo de dados sigilosos, fruto de espionagem na Petrobras.

A FT já tinha em mãos evidências e dados, antes de iniciar a Lava Jato, prescindindo da materialidade de provas a serem coletadas por mio de investigações. Daí assentar toda sua estratégia em delações, em que o suspeito deve obrigatoriamente confirmar o que os julgadores já sabem.

Aliás, promotores que julgam é a jabuticaba do Mal que a FT plantou no solo do Direito brasileiro.

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chris

Atenção

O que difere as convicções dos membros do MP das convicções, boas intenções, correção e senso de dever dos que queimavam bruxas a séculos atrás?

Mas que pergunta bizarra, não? Na atual conjuntura, não sei. Sei do perigo de por de lado a letra fria da lei. Sei que quem controla e deveria fazer valer o real papel das instituições só faz defesa corporativa ou ideológica. Sei que após o extermínio do PT e de Lula, nada impedirá o avanço desta tese em cima dos "inimigos" daqueles que detém o poder de valer suas "convicções". Sim, não é pra qualquer um fazer valer suas convicções. Quem decide, quem controla uma terra sem lei?

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Quem entende de abdução é Fox

Quem entende de abdução é Fox Mulder

Este sujeito que passou num concurso tem cara de ter sido abduzido, mas por americanos, que enfiaram um chip subcutâneo por onde o controlam

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Vão ter que explicar como o

Vão ter que explicar como o que eles chamam de verdade trouxe DESEMPREGO, MISÉRIA, DOR, QUEDA MORAL DE VÁRIAS FAMÍLIAS!

O desemprego gera prostituição, força humana para o tráfico, violência, sabe-se de uma familia que morreu em função do desemprego!

Os que votaram no aécio é quem vão segurar a pujança do Brasil?

Voces ferraram o Brasil com 200 milhões pessoas dentro!

Justiça só admite uma coisa: JUSTIÇA!

2 pesos e 2 medidas DESEQUILIBRAM A SOCIEDADE!

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"O que fazemos na vida, ecoa na ETERNIDADE!" (Máximus - Gladiador)

"Os dois mais importantes dias em sua vida são o dia em que você nasceu e o dia em que você descobrir o porquê... - M

Brilhante. Acrescento que a

Brilhante. Acrescento que a convicção do procurador é a de que Lula está de antemão condenado (em inglês, conviction significa condenação, prova de culpa); e que a presente ação visa abduzir o líder do PT: retirá-lo da cena política. Antes de servir ao pensamento lógico, o termo abdução já significava etimologicamente "condução através de", inclusive, pela força. 

Em suma, a convicção do procurador e seu argumento abdutivo servem à condenação e abdução de Lula, seu sequestro da cena política. Eis o sentido do protagonismo político do MP, ao criminalizar a política, apenas no caso do PT e de quem possa prejudicá-lo.

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Filosofia ah a Filosofia

A filosofia pode iluminar alguns e pode cegar outros, principalmente os que nela procuram uma reafirmação do que pensam. Dallagnol sem dúvida é do segundo time.  Nestes casos usam a filosofia e seus argumentos apenas como verniz. De baixa qualidade pois superficial. A ciência e a filosofia seriam nada se não prestassem seu tributo a realidade do mundo. Nem mesmo o mais cartesiano dos Idealistas negaria o papel das evidência. No fundo o resumo de Dallagnol, é que para ele o mundo é o que ele  quer. Este senhor abduziu o mundo e até levou Deus com ele. Mas o mais dramático é que em certos momentos da história, figuras com Dallagnol, ao invés de estarem sendo devidamente tratados, estão por aí soltos e querendo de qualquer forma transformar  o mundo em sua propria imagem

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A conclusão já existia ANTES

A conclusão já existia ANTES DAS INVSTIGAÇÕES!

Janot que o diga...

http://mais.uol.com.br/view/e0qbgxid79uv/quem-tiver-de-pagar-vai-pagar-d...

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"O que fazemos na vida, ecoa na ETERNIDADE!" (Máximus - Gladiador)

"Os dois mais importantes dias em sua vida são o dia em que você nasceu e o dia em que você descobrir o porquê... - M

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ernesto lemos

E dai?

E dai? Devo concluir que Harvard é uma merda e vem entregando ao mundo imbecis de tal monta? E que estamos rasgando muito dinheiro com um Judiciário de boçais incapazes de fazer justiça. Da primeira começo a desconfiar (com boa vontade temos até provas). Da segunda abundam provas e convicção.

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Waldomiro Pereira da Silva

Há apenas uma obscuridae

Há apenas uma obscuridae neste pensamento. 

LULA tendo os direitos cassados e sendo inabilitado para as proximas eleições nos traz um questionamento:

QUEM ELE INDICARÁ E APOIARÁ?

Não haverá tempo da Rede Globo destruir a imagem do que virá.

Lula apia e elege outro "POSTE", que saberá como agir no novo contexto.

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Creio que dúvidas só restam

Creio que dúvidas só restam nas cabeças dos empedernidos anti-lulistas acerca da fragilidade desse espetáculo de mau gosto estrelado pelo pastor, digo, Procurador com nome de remédio para dor de barriga - Dallagnol. Ao contrário da maioria, a tragédia maior não estava no powerpoint(também sou burro nessa arte), mas na própria argumentação do ínclito agente do Ministério Público. Nem precisaria a remissão a Kant ou Anselmo para se apreender aquele troço(o termo adequado é esse) como uma imensa enrolação para encontrar motivos para denunciar o ex-presidente.

Comungo com o autor do texto sobre a possibilidade de Moro aceitar a denúncia. Afinal, ele Não Mora na Filosofia prá quê rimar amor e dor. 

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Vai ser tautológico assim na MP(QP)F

Dallagnol, fanático religioso que imagina ser a voz de Deus, a voz da Verdade, é (como diria Engels, Hegel, ou nenhum destes?, que dúvida!) campeão da tautologia.

Dallagnol, com todo mérito, é um dos vencedores do prêmio "Mal Intencionado Estúpido do Ano"!

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chris

Acordem

O que difere as convicções dos membros do MP das convicções, boas intenções, correção e senso de dever dos que queimavam bruxas a séculos atrás?

Mas que pergunta bizarra, não? Na atual conjuntura, não sei. Sei do perigo de por de lado a letra fria da lei. Sei que quem controla e deveria fazer valer o real papel das instituições só faz defesa corporativa ou ideológica. Sei que após o extermínio do PT e de Lula, nada impedirá o avanço desta tese em cima dos "inimigos" daqueles que detém o poder de valer suas "convicções". Sim, não é pra qualquer um fazer valer suas convicções. Quem decide, quem controla uma terra sem lei?

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Dallagnol e o engodo

Alguns comentaristas e até articulistas acham que a denuncia totalmente inépta da força-tarefa da Lava Jato, por tal, não sera aceita. Alguns ainda argumentam que tal qual Claudia Cruz, dona Marisa sera poupada. Desde que vi o espetaculo do Dallagnol que pensei com meu dedinho, que Sérgio Moro esta com a caneta nas mãos para assinar a aceitação e com as condenações de Lula E dona Marisa redigidas.

Sérgio Moro deu ordem de prisão à irmã de Vaccari, depois à mulher de Vaccari, à mulher de João Santana e despejou de sua casa, a mãe de José Dirceu, senhora com mais de 90 anos de idade. Não acho que ele "poupara" dona Marisa. Lula e dona Marisa serão o exemplo perfeito para eles de que o PT não presta, de que até a mulher de Lula era "ladra", membro da quadrilha etc. E isso funciona muito bem com a multidão la fora. Muita gente com o cérebro abduzido pela Globo.

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Sem dúvida.

Querida Maria Luisa

  Sem dúvida um juiz que mesmo sem provas, expropriou a casa de uma Senhora de quase 90 anos, o mesmo Senhor que manteve em prisão preventiva uma Senhora em cadeira de rodas e em convalescença, para tentar imputar ao filho de Lula algum crime. Um senhor  que negou a Dirceu não apenas a presunção da inocência, com também criou empecilhos para cuidar da saúde. Um senhor que prende, investiga, analisa provas, viola privacidade de cidadãos ameaça, retira direitos de quem não se submete. Um senhor que na prática com suas liberais sentenças com criminosos confessos ( isto é delatores ), que a ele se submetem, mostra que sobretudo  não perdoará jamais a quem a ele não se submeter. Sem dúvida destruiram a vida publica dos filhos de Lula e sem dúvida não terá problemas em encontrar o endereço de Dona Marisa. Enquanto as masmorras Curitiba continua com seus presos políticos, ele vai mais uma vez aos Estados Unidos, provavelmente  receber ordens.

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Caro Frederico

Cansados de tanto assistir injustiças, perdemos as ilusões, não é mesmo. Agora se como diz Lewandowski de que este é o século do judiciario, vamos lutar para que esse Poder se transmude. Sem um judiciario mais transparente, o sistema politico continuara tal qual ele é.

Dallagnol é uma pobre marionete nas mãos de todo o sistema por cima dele. Deve acreditar que esta fazendo um grande trabalho. Me da pena tanta crendice e obsessão. Mas também não deve ser o mais bobo e inocente util dessa corte, afinal ele abusou na arte da tautologia em sua apresentação desta semana. 

Saudações.

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Vanderli

Deus é a perfeição. Sigo seus

Deus é a perfeição.

Sigo seus passos e ensinamento.

Logo, o que eu faço é perfeito e deve ser aprovado por todos.

 

rsrsrsrsr

 

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gardenal

A GLOBO lamenta o GOLPE(êpa)

A GLOBO lamenta o GOLPE(êpa) que o destino lhe impôs e informa que será obrigada a promover algumas alterações em seu folhetim. Vai escalar um dos atores de seu "cast" exclisivo, um tal de Dallganol, e a trama passará a ser chamada de "NOVO MICO".

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Em suma, vive-se sob o

Em suma, vive-se sob o império do poder discricionário da plutocracia.

Tem-se uma engrenagem perfeita que só engana os ingênuos. Aqueles que creem na imparcialidade decisória do Aparelho Judiciário do Estado. Algo que só ocorre quando essas decisões não afetam a estrutura socioeconômica vigente (e olhe lá), pois, quando há risco de afetar o "modus operandi" da plutocracia, a parcialidade impera. Vide operação Satiagraha, Castelo de Areia, "Carf".

Compare essas operações com a Lava Jato.

Por que uma "prende grandes empreiteiros" e é louvada e as outras que também atuaram sobre "grandes empresários criminosos" foram abafadas? Uma "combate a corrupção" e é criticada e abafada. A outra, "combate a corrupção" e é louvada. Tem lógica? Claro que sim.

Isso não é coincidência, isso tem coordenação, direção. Não como uma espécie de "planejamento estratégico", mas como uma espécie de "efeito manada" das estruturas plutocratas, que partem em bando para defender seus interesses. Numa ação articulada entre Estado (e seu Aparelho Judiciário) e a classe empresarial (1%), tendo as grandes empresas de mídia como farol a orientar o caminho. São elas que fazem a pauta. Essa operação deve ser abafada, aquela potencializada. Essa é a coerência lógica por trás das aparentes ocorrências casuais (para iludir os ingênuos).

E aí alguns perguntarão: e os (grandes) empresários que foram presos (e alguns ainda estão, por que será)?

Ora, não se faz omelete sem quebrar os ovos. É o preço a pagar. Além do mais eles entendem, sempre foram apoiadores do PSDB, a maioria eleitor do Aécio, Alckimin, FHC, Serra. Irão entender que estão sendo presos por uma boa causa. Ou seja, para eliminar a chance de se construir um país menos desigual e soberano. (ah, além disso, esses grandes empresários tbm são fã dos EUA, não irão se importar de terem um prejuízo para ajudar o uncle Sam a nos colocar nos trilhos do desenvolvimento - algo que eles que sabem fazer muito bem*). É assim desde Getúlio, JK, Jango, Brizola, Lula, e qualquer outro que ousar ameçar o establishment.

*Reparem, que quando se fala do comportamento dos empresários não se trata de uma ironia, mas uma constatação - é essencialmente assim que eles agem como classe político-empresarial. A principal disputa político-econômica para eles não é global, mas nacional (contra os pobres e a classe trabalhadora).

 

Por fim, só há um meio de romper essa estrutura plutocrata. Primeiro, a massa pobre não aceitar o jugo. Segundo, a revolta não ser dispersa como se expressa hoje numa violência urbana difusa.

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Vanderli

Ai é que mora o perigo. Na

Ai é que mora o perigo. Na visão do Dallagnol, Deus existe, eu sou fiel e dedicado a ele, logo tudo que eu fizer estará sendo aprovado por este ser magnifico superior a tudo. Portanto, concluo por convicção, que Lula é chefe da quadrilha, pois Deus não deixaria eu errar.

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José X.

estão dando importância

estão dando importância demais ao espetáculo circense-eleitoral do dallagnol...minha impressão é que ele cumpriu ordens do janot, que por sua vez...ah, deixa prá lá

ps. desconfio que o moro está providenciamente nos eua para ser preservado dessa palhada, e tomar uma decisao "imparcial" quando voltar

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No programa PAINEL de ontem

No programa PAINEL de ontem uma aflitissima Renata Lo Prete queria a todo custo que os participantes Brasilia Sallum, Aldo Fornazieri e Roberto Romano falassem mal de Lula mas eles insistiam em falar mal de Dallagnol e de sua estapafurdia sessão-denuncia, Lo Prete no segundo bloco perdeu a paciencia e explodiu contra Aldo Fornazieri que falava mal da denuncia e não de Lula, veio com a cantilena de que os tribunais superiores referendam quse 100% das decisões da Lava Jato, ao que Aldo disse que todo o Judiciario está na mesma cruzada da qual Moro é o chefe e portanto não tinham porque modificar suas decisões, a Alloprete perdeu o eixo com a reação fora do que ela queria, até o politicamente corretissimo professor Roberto Romano disse o obvio, que o Ministerio Publico é hoje um ator politico muito alem de suas funções. O uncio que ficou no trilho da Lo Prete foi o professor Salum, os outros dois tão cedo não voltam ao PAINEL.

O segredo para ser um participante constante do PAINEL é falar o que a Globonews quer que ele fale.

 

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miope

Chama-se de debate sem

Chama-se de debate sem contraditório quando não há ideias em jogo.

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Exatamente. Até mesmo Romano,

Exatamente. Até mesmo Romano, que sempre faz questão de criticar Lula e é figurinha carimbada dos programas da GloboNews, pode ir pro Index, depois dessa...

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errei

Quando aquela poderosa bolinha de papel atingiu a cabeça do mentecapto irresponsável e também ladrão na campanha de 2010, imaginei que ali estava o limite possível do ridículo, errei.

Nesta fase de completa indigência mental por parte daqueles que exercem o Poder, aparece este concurseiro travestido de promotor, que sempre tem o cuidado de conversar com deus antes de tomar qualquer decisão mais séria, a ficar dando show prá lá e prá cá sem que ninguém do MPF seja capaz de "chamar às falas" o pobre coitado bem remunerado.

Ao mesmo tempo, as barangas do Jô e ele próprio não querem ficar atrás na corrida pelo troféu de mais ridículo, e lá vem o espetáculo circense via TV a tentar avacalhar com Lula, ou seja, comparar as fulanecas e o gordo bobo a uma anta torna-se uma ofensa irreparável ao animal.

Agora leio que este boçal que se faz de ministro da Educação dizer que o ensino não mais terá a presença do Estado. Faz sentido, uma vez que o pernambucano sempre inconsequente  foi instalado na cadeira que ocupa hoje pelo maior proprietário de escolas particulares do nordeste.

Em poucos meses todo um rol de programas diretamente vinculados à educação foi literalmente implodido, só não sei o motivo de tão poucos protestos por parte dos sempre aguerridos sindicatos de professores deste país contra esta bandalheira que está sendo levada adiante pelo Ministério do grande frota.

 

 

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Antônio - Minas Gerais

Perigoso

Comenta-se que esse plagiador é convidado vip de uma balada contra a corrupção organizada por setores da classe média paulistana. Isso mesmo, balada contra a corrupção, não é piada. Turma, esse funcionário público plagiador, messiânico, tucano acredita em que fala. Hitler também acreditava, era ridicularizado e ignorado. Bem, o resto tudo mundo está cansado de saber

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Bem lembrado: "Ao lermos a

Bem lembrado: "Ao lermos a peça acusatória fica claro que, se usada sua expertise acadêmica naquilo que apresentou na denúncia, podemos concluir que, para o promotor, a melhor explicação para um conjunto de evidências circunstanciais será amealhar aquelas que possam confirmar uma crença anterior na culpa de alguém.". É por isso que o pastor-procurador disse: 'Provas são pedaços da realidade que geram convicção sobre um quadro". Ora, ora, então, no começo era o Verbo, isto é, a convicção. E daí seleciono os pedaços da realidade que caibam na convicção. Isso não é expertise acadêmica. É gambiarra de camelô. Fraude. Mais ainda: em qual jardim ele colhe o pedaço da realidade? Da árvore envenenada? Parece que sim, porque uma fonte forte de suas 'provas' é uma delação que foi rejeitada pelo proprio MP, a de Leo Pinheiro. Por que foi rejeitada? Aparentemente, porque implicava todo o alto tucanato. Assim, até a colheita é seletiva. Ela é "boa" quando me serve. Vamos ao ponto: a operação do sr. Dalagnol e de seu capo, Moro, não tem nada a ver com prova e julgamento, processo e lógica. Tem a ver com persuasão, midia e modelagem da opinião pública para dar base 'sentimental' a uma escalada política. O público dele não é um juri, um tribunal. É o plim-plim.

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A Fundação Getulio Vargas tem o IBRE. E o IBRE tem uma revista, antiga e conhecida, Conjuntura Economica. Em novembro de 2014, a revista publicou matéria sobre o FIES: O FIES não é um fiasco. Tem até coisas interesssantes, embora o reporter só escute g

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CarlosSousa

Parabens pelo comentário. O

Parabens pelo comentário. O objetivo do espetaculo não é o de apresentar provas, ou lógica. O objetivo é criar show, pura e simplesmente. 

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