newsletter

Assinar

O xadrez do pacto necessário

Os antecedentes da crise

Nos anos 1980 a 2000, a desregulação financeira permitiu que toda sorte de capitais circulasse pelo sistema financeiro internacional, de petrodólares ao tráfico internacional, dos novos bilionários da tecnologia à corrupção política.

O grande fator inicial de facilitação foram os avanços da telemática, das transações eletrônicas, permitindo transferir instantaneamente recursos de uma conta para outra. Está aí o grande acervo do Banestado para comprovar. Os Estados Unidos limitavam-se a cercar as atividades ligadas ao tráfico.

Com os atentados nas torres gêmeas, montou-se a cooperação internacional e o monitoramento de todas as transações financeiras.

Esse movimento causou terremotos sociais e políticos de monta. Na prática, acabou comprometendo todo um modelo de democracia representativa em países em desenvolvimento.

A influência dos poderes econômicos sobre a democracia é um dado histórico, financiando campanhas, pressionando através de parcerias midiáticas. Nos países centrais, muitas dessas práticas foram legalizadas, como o papel dos lobbies, a atuação dos procuradores punindo, mas resolvendo rapidamente a questão e, principalmente, zelando pela integridade das empresas - ao contrário da visão medieval dos MPs mais atrasados que julgam que, assim como os livros, empresas precisam ser queimadas para não propagar o pecado.

As jovens democracias, recém-emergindo de períodos autoritários, não conseguiram se adaptar aos novos tempos de transparência, não lograram sequer legalizar a atividade do lobby. Praticamente todos os partidos continuaram dependendo de financiamentos de campanha, caixa dois, quanto não da corrupção política explícita.

A partir daí, gerou-se uma indústria da denúncia.

Como as irregularidades eram generalizadas, bastava aos grupos que detinham poder de investigação ou de disseminação da informação – mídia, procuradores, policiais – escolher o lado e desequilibrar o jogo político.

Em muitos locais, as denúncias, inquéritos e processos tornaram-se instrumentos de disputa geopolítica ou de jogos políticos internos.

De qualquer modo, é um dos sinais mais evidentes de fim de ciclo. Não haverá mais espaço para o velho modelo de política, desmorona-se a velha ordem, com todas as instituições postas em xeque – a não apenas o Legislativo, mas os demais poderes.

A geração que chegou com as diretas, montou a Constituição, estabilizou a economia, passou a combater as desigualdades, chega ao fim. Sua derradeira contribuição será construir as pontes para os novos tempos.

Se falhar, legará para as novas gerações um país conflagrado.

Neste momento, encerra-se a fase Lava Jato e começa a fase Congresso da crise. Vamos a um apanhado dessas duas etapas.

Etapa Lava Jato

Em pouco tempo será levantada a gênese da Lava Jato. A versão de que viram um cordão solto, de nome Paulo Roberto, puxaram e explodiu a bomba A vale para séries de TV, não para o mundo real.

De concreto se tem o seguinte modus operandi:

1.    Desde a Operação Banestado, Juiz e procuradores sabiam que o doleiro Alberto Yousseff era uma espécie de clearing que operava as propinas de empreiteiras para todo o universo político.

2.    Para quem participou das investigações do Banestado – como os procuradores e o juiz – era evidente a existência de uma ampla rede de financiamento político por parte das empreiteiras, que abarcava todo o universo político brasileiro, União e estados. A rede era o todo; a Petrobrás, parte.

3.    Qualquer investigação isenta colocaria como hipótese inicial essa grande clearing. A partir do levantamento de sua atuação, se desdobrariam as investigações para cada núcleo de corrupção – da Petrobras ao Rodoanel de São Paulo ou à Cidade Administrativa de Minas.

4.    No entanto, optou-se exclusivamente por uma data de corte – 2003 –, e um foco único – a Petrobras - ignorando não apenas a corrupção passada, como a presente.

Esse foi o lance fundamental, que condicionou todas as investigações posteriores e transformou a Lava Jato, de uma operação destinada a limpar o país, em um instrumento poderoso de um jogo político montado com os grupos de mídia.

Em entrevista à Jovem Pan (http://migre.me/tmxrV), o entrevistador pergunta ao Procurador Carlos Fernando dos Santos se a Lava Jato não seria uma extensão do caso Banestado. Ele responde que a Lava Jato é a parte escondida do iceberg do “mensalão” e nem ousa mencionar Banestado em sua resposta.

Já para o procurador Deltan Dallagnol, “a investigação de fatos tão antigos não tem viabilidade prática, porque a guarda de documentos fiscais ou bancários não alcança tanto tempo. A lei exige que dados fiscais, por exemplo, sejam guardados só por cinco anos, o que libera as empresas de guardarem os documentos que embasam os lançamentos e colocaria empecilhos significativos à investigação”.

A Operação Banestado levantou dados de transações bancárias desde os anos 90. As contas do HSBC registram todas as transações desde os anos 90. O sistema bancário brasileiro, o suíço, o de Bahamas, têm armazenados todos os registros de transações efetuadas nas últimas décadas. A União tem registrado todos os contratos feitos com a administração pública, assim como Estados e municípios. A Receita Federal mantém bancos de dados de décadas.

Mas o bravo Dallagnol diz que não pode investigar porque os dados fiscais são guardados por apenas cinco anos. Dados fiscais são os comprovantes físicos que embasam as operações de uma empresa.

Como bem observou Tereza Cruvinel (http://migre.me/tmCGo) a entrada da lista da Odebrecht na parada – mostrando o funcionamento do “sistema” – liquidou com a narrativa da Lava Jato. Mas, à esta altura, o jogo migrou para o Congresso. Assim como no episódio da Mossak Fonseca, os detidos foram rapidamente libertados e o manto do sigilo encobriu as investigações. E, pela primeira vez, o PGR Rodrigo Janot procurou enquadrar os esbirros da operação.

Para registro histórico, há um conjunto de questões que serão levantadas com o tempo. Como, por exemplo, saber quem, quando, onde e por quê foi definido o escopo da Lava Jato exclusivamente em um partido e uma operação. Nessa decisão estão embutidas todas as consequências que permitiram alimentar a campanha do impeachment de um presidente eleito.

Levantando a história, sabendo-se em qual instância houve essa formatação, se terá o raio-x dos conspiradores.

Etapa Congresso

A lista da Odebrecht mudou a cena de batalha para o Congresso.

O Congresso é céu cheio de nuvens, que vão se formando de acordo com ventanias em todas as direções. As nuvens podem mudar repetinamente, da noite para o dia.

A lista Odebrecht foi o furacão que, no momento, empurrou parte expressiva da bancada para o lado do impeachment e ordenou Michel Temer condutor  do golpe.

Há duas ilusões nesse movimento.

A primeira, a de que um acordão do Congresso para tirar Dilma saciaria a fome do leão, segurando o ímpeto da Lava Jato e permitindo o acordo por cima.

A segunda, a da ilusão econômica, o canto da sereia dos economistas mágicos, prato cheio para iludir governantes vazios.

Dilma caiu nessa história com o pacote radical do Joaquim Levy. Em março passado ela garantia que o pior da crise já havia passado e, agora, era apenas esperar a recuperação. Bastariam medidas radicais em janeiro, purgando os pecados, para que surgisse a salvação.

Temer está sendo induzido a jogada semelhante.

Ontem conversei com uma boa fonte de um grande banco sobre a ilusão Temer. A lógica que enfiaram na cabeça de Temer é a seguinte:

1.    O impeachment será votado na Câmara entre 19 e 20 de abril, Dilma deixa o cargo em meados de maio e Temer assume.

2.    O Senado acelera o rito e procede-se a uma intensa barganha de cargos.

3.    Temer reduzirá o número de Ministérios imediatamente após assumir, nomeará equipe técnica de mercado na economia.

4.    Esses movimentos ajudarão a turbinar a euforia do mercado, haverá melhor nos preços dos ativos e ele garantirá a popularidade via mídia até 2018, quando se apresentará como candidato.

5.    A estratégia diversionista – de que o “tumor” PT foi extirpado - ajudará a segurar a Lava Jato, impedindo a continuidade da caça às bruxas.

Obviamente nessa lógica não entraram manifestações populares, Poder Judiciário, Ministério Público, Polícia Federal e cenários mais drásticos, como guerras de rua, violência, mortes.

Aliás, não existe nada mais divertido – e trágico - do que “cenários” montados por economistas para legitimar suas propostas políticas. Para fechar raciocínio, tiram todos os fatores que possam comprometer a conclusão final.

Nesse mundo idílico, só existem parlamentares ameaçados pela Justiça contando com a benevolência da rede Globo, bastando para tal saber distribuir benesses e montar um programa econômico neoliberal que imediatamente conquistará os mercados trazendo a paz e a felicidade para os nossos.

O programa Ponte para o Futuro tem um conjunto de princípios liberais, algumas recomendações de bom senso – que poderiam ser implementadas por qualquer governo racional – e um saco de maldades explicitado na edição de domingo do Estadão, em reportagem com Wellington Moreira Franco – um dos varões de Plutarco que cercam Temer (http://migre.me/tmDPJ):

·      Acabar com o uso do FGTS para Minha Casa Minha Vida

·      O combate à desigualdade será restrito aos 10% mais pobres.

·      Estender o Pro-Uni ao ensino médio. É evidente o lobby das escolas privadas aí. Um programa visando redução de gastos fiscais que cria um Pro-Uni do ensino médio. Nem procura disfarçar. De um lado, a ideia de políticas sociais só para os 10% mais pobres. Com esses recursos, turbinarão o sistema de ensino médio privado.

·      Intervenção no SUS. “O sistema é vital, mas está fora de controle”.

Demonstram ter menos conhecimento do país real do que o novo colunista de redes sociais e polemista de conversas grampeadas, Ministro Celso de Mello.

A não ser fundos abutres e fabricantes de armas, que investidor sério acreditará em um programa econômico conduzido por um governo provisório, ilegítimo, sitiado por processos de toda ordem, com medidas que produzirão um terremoto social no país e reverterão um dos grandes feitos sociais das últimas décadas, e que construirá sua base de apoio com ampla distribuição de benesses e cargos? E, além de tudo, vulnerável à imputação de crimes de responsabilidade - ao contrário de DIlma.

Em que ano vivem essas pessoas? Em 1964?

Em brevíssimo espaço de tempo, medidas econômicas, aprofundamento da recessão (que já está contratada), vazamentos de dossiês transformarão em pó qualquer veleidade de apoio interno e internacional. Será guerra campal sem generais.

Etapa Pacto

Há pouco tempo para a montagem de uma saída alternativa.

Como escrevi lá em cima, estamos no fim de um ciclo político que começou com a redemocratização e encerra-se agora, na era das redes sociais, das novas tecnologias, dos novos modelos de combate ao crime organizado.

O passo que está prestes a ser dado é uma temeridade. Poderá provocar convulsões sociais. Por vir de um governo provisório ilegítimo, não conseguirá conquistar a confiança do mercado ou dos investidores internacionais.

Pela própria natureza do pacto, provocará reações de monta na população, no Ministério Público e no Judiciário. Os olhos do mundo estarão voltados para o país, testemunhando as barganhas que terão que ser feitas para a consolidação provisória do governo.

Haverá guerras de dossiês, autofagia, cobranças explícitas das promessas prévias, acelerando ainda mais a perda de legitimidade, estimulando os confrontos de rua e a ampliação da violência. Como reagirão? Colocando as Forças Armadas na rua? Valendo-se das Polícias Militares para repressão? Jogando os adversários na clandestinidade?

Ainda dá tempo de interromper essa loucura e se pensar em um pacto amplo. A elite que nos colocou nessa encrenca deve isso ao país, de Dilma a Temer, do PT ao PSDB, de Lula ao Fernando Henrique, do presidente do STF ao Procurador Geral.

Restam poucos dias para interromper essa marcha da insensatez e mostrar que o país pode aspirar um lugar entre as modernas democracias consolidadas.

Média: 4.6 (45 votos)

Recomendamos para você

132 comentários

Comentários

Espaço Colaborativo de Comentários

Opções de exibição de comentários

Escolha o modo de exibição que você preferir e clique em "Salvar configurações".

Para bloquear o Golpe!

Ilusão achar que a elite, a grande mídia, os agentes financeiros, magistrados e os políticos envolvidos até a alma nesse sistema de sequestro do estado vão ter um surto de consciência e destrilhar o Golpe. Povo nas ruas, Congresso sitiado e que os últimos justos da magistratura se levantem.

Seu voto: Nenhum (1 voto)
imagem de Tião
Tião

Argumento Inválido

"A não ser fundos abutres e fabricantes de armas, que investidor sério acreditará em um programa econômico conduzido por um governo provisório, ilegítimo"

 

Ué, não deu certo o plano real com o Itamar? A situação era parecida naquela época e o Plano Real deu certo... Seu argumento aqui não é valido. Só porque você não acredita não quer dizer que os outros também não acreditarão.

Seu voto: Nenhum
imagem de Manubhz
Manubhz

E o cunha continua........

E o cunha continua........

Seu voto: Nenhum (2 votos)

É impressionante como você se

É impressionante como você se engana em relação às lideranças politicas.

Seu voto: Nenhum
imagem de robson muraro
robson muraro

Nassif,   até hoje os acordos

Nassif,

 

até hoje os acordos sempre foram para salvar a direita. a esquerda sempre rodou.

Seu voto: Nenhum (1 voto)
imagem de heitor pr
heitor pr

Não tem ambienta para pacto

Não tem ambienta para pacto amplo.

Existe um pacto em andamento que é PMDB e PSDB para tomar o poder e encerrar a Lava Jato contra seus aliados.

Quanto ao governo tem que continuar conversando e conseguir os votos necessários para reverter o impechement.

O lance mais imediato é oficializar o Lula como ministro para ai sim o Lula falar pelo governo. Tanto com os deputados e principalmente com a sociedade.

Tem que mostra para a sociedade que o plano de Temer além de ser ilegal só vai trazer prejuízo para o Brasil.

O clima é de eleição e esta na mão de 513 deputados sendo que 303 são acusados de crimes sérios.

Seu voto: Nenhum (5 votos)
imagem de Noctivago
Noctivago

Alto lá...

Caro Nassif, seu 'apostômetro' precisa ser calibrado. A semana passada foi Jah not. Aquele mesmo que acaba, em matéria veiculada agora à noite, por trucidar Lula em seu parecer, rasgando norma constitucional expressa. E aviltando, pelo desprestígio, a matéria penal. Só para se ter uma idéia, pela lógica empregada por ele, o Impoluto das Araucárias, Juiz singular de 1a. instância fica ( que Lei ampara este raciocínio?)autorizado a... prender Ministro de Estado. Se isto não é rasgar a Constituição, talvez a cena e balbúrdia televisiva posterior a este inimaginável e antijurídico ato ( e a desprezível tragédia das convulsões adiante decorrente ) consiga afinal convencê-lo que concurso público de mérito nunca foi, nem conseguiu ser, certidão ou medidor de caráter. Nem de cidadania ou sequer civismo.

Agora esta semana, acho que vai dar para medir a sua louvável e sensibilizada proposta de pacto em duas velocidades: uma, com a qual vai chegar ao Congresso a lei que altera o pré sal. E a outra, a segunda, na velocidade em que os ativos Marinhos chegarão e o quanto comprarão ( ou, se tornarão efusivos cotistas ) deste mercado e desta reserva estratégica. Está será a 'velocidade' do tal pacto, sob Temer...

Seu voto: Nenhum

O que parece um mérito e

Ao que parece é mérito e competência do Temer para incentivar a formação de sua liderança; uns CR$ 5 bilhões não deixa ninguém fugir ao chamado.

Dilma não deve ter dúvidas de que, na hora H, o dinheiro dos grandes grupos internacionais e bancos nacionais estariam na bandeja para comprar os deputados da oposição.

Não deu outra, o PMDB ja vendeu 80% dos seus votos; nada mal para ganhar mandato.

Os golpistas terão doenças psicossomáticas, desenvolvidas pela obsessão, agressividade, transtornos ansiosos etc.

O problema que eles não compreendem que golpe e dinheiro momentâneo são como as drogas, queimam etapas da vida.

 

Seu voto: Nenhum (3 votos)

Uma ideia ou intuição dita de modo próprio pode servir de via de acesso em direção a percepção metafísica do ser e o quanto no universo ele é capaz de constituir por si mesmo para tal transcendência existencial.

imagem de RONIRO ALVES COUTINHO
RONIRO ALVES COUTINHO

TRANSIÇÃO

O programa Bolsa Família é maravilhoso; mas é politicamente inerte pois não trabalha com grupos políticos organizados, o pobre desassistido está longe da política. O Bolsa família ajuda o PT apenas nas eleições presidenciais quando os eleitores beneficiários do Programa são lembrados de quem lhes deu o benefício e do risco grande que correm de perde-lo quando a direita voltar ao poder, risco este mais que real, realíssimo! Precisariamos ter feito a transição do Bolsa Família para algo que podemos chamar Bolsa Emprego, não no todo pois existem pessoas que não podem trabalhar por diversos motivos justos, poderemos agir de forma politicamente organizada através dos Sindicatos, reforçando novamente a posição do PT. Hoje temos mal,  mal a CUT! Temos que reorganizar a nossa base sindical, o Bolsa Emprego é o caminho.

Seu voto: Nenhum

7 x 1 - o eterno retorno...

Num eventual novo governo, a PROPAGANDA SERÁ O CORPO E A ALMA DO NEGÓCIO!

Vão ressuscitar - Amaral Neto Reporter, o faturamento da Globo, da Veja, Estadão e Folha VÃO BOMBAR por que sem alguém falando bem do governo todo dia E MAL DO PT E ESQUERDAS não se avançará nas politicas.

Vão descobrir uma mansão feita em ouro maciço do LULA!

E um dia daqui a algumas décadas, vão perceber que perdemos a importancia no mundo...

Reporteres vão buscar entender, o que aconteceu com aquele país que tinha o pré-sal e a amazônia...

Se acabar nas mãos dos militares, será como a primavera árabe do egito...

Derrubaram o ditador, foram derrubados e assumiu os militares pró americanos...

Interessante...

Seu voto: Nenhum (1 voto)

"O que fazemos na vida, ecoa na ETERNIDADE!" (Máximus - Gladiador)

"Os dois mais importantes dias em sua vida são o dia em que você nasceu e o dia em que você descobrir o porquê... - M

imagem de Ze Guimarães
Ze Guimarães

Recall Eleitoral

Por que o medo de fazer um referendo perguntando a população se querem que Dilma continue no poder ou se convoquem novas eleições imediatamente? Seria o medo da opinião do povo? Mas então a esquerda não está lutando pela democracia na verdade...

 

Seria tão simples: Dilma enviaria ( Ou o próprio congresso poderia propor) um projeto de lei sobre referendo de recall eleitoral. Seria assim, se aprovado: Tanto o Congresso, quanto o Presidente em exercício, poderiam a qualquer hora propor um referndo perguntando se a população deseja novas eleições. Caso sim, são marcadas novas eleições para presidente este ano mesmo, e após realizadas, Dilma sairia do poder, dando lugar ao novo presidente tampão eleito legitimamente. Acabaria com toda a crise econômica, com o ódio, e garanto que o Congresso aprovaria de imediato este projeto lei.

 

"Uma coisa eu aprendi no meu primeiro emprego: Quando um patrão começava a ser muito grosseiro comigo, começava a gritar comigo, eu imediatamente perguntava para ele: - O Sr. quer que eu peça demissão? Esta era a frase que acabava com todas as discórdias, todas as desarmonias, ou o patrão dizia que sim, e eu podia procurar um emprego melhor, ou, na maioria dos casos ele dizia que não, que queria que eu ficasse no emprego, aí a gente via e negociava o que estava deixando ele descontente, e que poderia ser melhorado."

Seu voto: Nenhum

Primeiro; o presidencialismo

Primeiro; o presidencialismo no Brasil pressupões mandato de 4 anos,não está previsto voto de confiança,nem troca de gabinete no meio do caminho,este é o tratado democrático em vigor no nosso país,quem respeita a democracia deveria respeitá-lo e esperar pela próxima eleição. 

Se a oposição derrotada aceitasse a derrota e não se aliasse a tipos nefastos como Cunha para sabotar e paralisar o governo para derrubá-lo na marra ,tudo seria "tão simples" também.

 

 

 

 

 

Seu voto: Nenhum (3 votos)
imagem de Ze Guimarães
Ze Guimarães

Não, primeiro o povo

"mentes engessadas"

 

Desculpe discordar, Sr. ricard, mas primeiro não é o presidencialismo, e sim primeiro o bem estar do povo.

Se para o bem estar do povo for necessário mudar a Constituição, que se mude; se for necessário mudar o presidencialismo, que se mude; garanto que se mandarmos para o Congresso um projeto de recall, eles votam com urgência e aprovam com quase unanimidade.

Um cláusula de Constiuição que desse flexibilidade ao mandato presidencialista, seria o antidoto contra crises e golpes; seria possível depor presidentes, atravé sde referendo popular, como no parlamentarismo. Além disto, isto inibiria presidentes mentirosos, como Dilma, que prometeram ser de esquerda na campanha, e governam com projeto ultra neo liberal. Isto sim foi o verdadeiro golpe.

O Sr tem tanto medo assim de eleições? Se elas fossem antecipadas teria medo da opinião do povo?

Deixe a Dilma mais três anos no poder fazendo asneiras republicanistas, e o desemprego vai ultrapassar os records de FHC; é isto que o Sr. deseja, para manter uma formalidade inútil, e talvez correr riscos de lançar o país numa guerra civil. Deixa a Lava Jato quebrar nossas empresas por mais três anos, e Dilma apenas observando, é isto que a esquerda sem noção deseja, não é? Desemprego no dos outros é refresco para os dilmistas...

Este é o impasse, os Dilmistas lutam pela "democracia", e os que querem que ela saia lutam pelo bem do povo, pelo fim da crise, fim do desemprego explosivo. Pois enquanto Dilma permanecer no poder, a crise se manterá, seja éla limitada capacidade dela de reagir a Lava Jato, seja pelas asneiras que ela mesma faz na política.

 

"Se o Sr. discorda do que eu disse, discuta isto com os nove milhões de desempregados que Dilma ajudou a criar, e durma em paz com a sua consciencia depois disto."

Seu voto: Nenhum (1 voto)
imagem de Ruben Bauer Naveira
Ruben Bauer Naveira

Nassif, Janot não leu o seu artigo...

Ou então leu e gargalhou da sua boa fé.

Agora há pouco, ao manifestar-se perante o STF, Janot valeu-se do grampo ilegal sobre a Presidente da República (!) para considerar que a nomeação de Lula para ministro seria um subterfúgio.

Agora, considerar, diante das abundantes evidências, que o juiz Moro age com parcialidade e com índole persecutória em relação a Lula, isso Janot preferiu fazer de conta que não sabe.

Por que? Porque Janot e Moro são cúmplices da mesma conspiração.

Caem as últimas máscaras.

Seu voto: Nenhum (3 votos)
imagem de JSFMarcelo
JSFMarcelo

Esqueça Nassif, já disse que

Esqueça Nassif, já disse que esse povo prefere reduzir o país a frangalhos, não terá acordo. Realidade é essa, melhor se preparar para o pior.

Seu voto: Nenhum (1 voto)
imagem de JoaoMineirim
JoaoMineirim

A teoria da comunicação em

A teoria da comunicação em massa e a ciência política vão ganhar um belo capítulo teórico depois deste momento brasileiro. A novidade ficará por conta do uso da internet e a forma de deposição do governo, pois o resto é tudo mais do mesmo que foi em 1964: financiamento de oposição e propaganda política contínua e ininterrupta contra o governo.

Quanto às maldades que a defendida reforma fiscal, talvez sejam necessárias, ao servir de forma didática e prática para politizar de vez o brasileiro. Os jovens que perderem FIES, PROUNI, os trabalhadores que perderem a CLT, os pobres que ficarem sem casa, todos aprenderão que devem participar mais ativamente da política. Se todos esses que serão prejudicados, tivessem saído às ruas, para defender seus direitos, com certeza estes seriam respeitados e preservados. Quem não chora não mama, e quem não se manifesta em contrário concorda.

Quem sabe depois do sofrimento, não aprendem e nunca mais se deixem guiar pelo som do berrante.

 

 

Seu voto: Nenhum (1 voto)
imagem de R R
R R

Basta seguir um velho conselho

Na série do xadrez, um dos melhores posts do Nassif.
A origem da Lava-Jato não pode ser desvinculada da formação da bancada atual do congresso. Cunha continua porque formou uma bancada própria, financiada, seguindo uma pauta política alinhada com a ação do judiciário, procuradoria e mídia.

São afinal de contas ao menos R$ 400 milhões movimentados por ele, proveniente em parte de propinas na área de petróleo e gás e com a participação de laranja também da mesma área. Só para se ter uma idéia, isso representa mais da metade do desvio apurado pela Lava-Jato até o momento (R$ 750 milhões).

É aí que entra um velho ditado: basta seguir o dinheiro para se descobrir a origem e os interesses que estão por trás (e sabemos que parte dos financiadores se transformou em vítima do próprio esquema).

Seu voto: Nenhum (1 voto)
imagem de R R
R R

Basta seguir um velho conselho

Na série do xadrez, um dos melhores posts do Nassif.
A origem da Lava-Jato não pode ser desvinculada da formação da bancada atual do congresso. Cunha continua porque formou uma bancada própria, financiada, seguindo uma pauta política alinhada com a ação do judiciário, procuradoria e mídia.

São afinal de contas ao menos R$ 400 milhões movimentados por ele, proveniente em parte de propinas na área de petróleo e gás e com a participação de laranja também da mesma área. Só para se ter uma idéia, isso representa mais da metade do desvio apurado pela Lava-Jato até o momento (R$ 750 milhões).

É aí que entra um velho ditado: basta seguir o dinheiro para se descobrir a origem e os interesses que estão por trás (e sabemos que parte dos financiadores se transformou em vítima do próprio esquema).

Seu voto: Nenhum
imagem de sergior
sergior

Proposta de Reforma Fiscal tramita em regime de urgência

Esta é a resposta de Dilma aos que a apoiam: Projeto de Lei Complementar (PLD) 257/16, que tramita em regime de urgência constirucional na Câmara dos Deputados. 

Proposta de Reforma Fiscal tramita em regime de urgência na Câmara dos Deputados

Projeto de Lei Complementar (PLP) 257/16 prevê congelamento salarial e plano de demissões voluntárias no serviço público

A Câmara dos Deputados recebeu, na noite da última terça-feira (22), a proposta de Reforma Fiscal do governo federal que irá limitar o gasto público federal e estadual por meio de, entre outras ações, congelamento salarial, suspensão de benefícios e, em última instância, criação de um plano de demissões voluntárias no serviço público. O Projeto de Lei Complementar (PLP) 257/16, que tramitará em regime de urgência constitucional, contém o plano anunciado na última semana pelos ministros da Fazenda, Nelson Barbosa, e do Planejamento, Valdir Simão. O plenário da Casa analisa a matéria nesta segunda-feira (28), às 18h.

A reforma faz parte do pacote de ajuste fiscal iniciado pelo governo, no final de 2014, e tem como objetivo manter o pagamento de juros e amortizações da dívida ao sistema financeiro e aumentar a arrecadação da União, atingindo diretamente o serviço público e programas sociais.

Além de estabelecer um novo limite para o crescimento do gasto público, o PLP 257/16  cria um Plano de Auxílio aos Estados e ao Distrito Federal com propostas de “alívio financeiro”, com o alongamento do contrato da dívida com o Tesouro Nacional por 20 anos e a consequente diluição das parcelas, a possibilidade de refinanciamento das dívidas com o Banco Nacional do Desenvolvimento (BNDES) e o desconto de 40% nas prestações da dívida pelo prazo de dois anos.

Em troca, os estados são obrigados a aderir ao programa oferecido pela União, de curto e médio prazo, para reduzir o gasto com pessoal, que prevê, entre outras medidas, a proibição de reajustes, exceto os já previstos em lei, a redução do gasto com cargos comissionados em 10% e a instituição de regime de previdência complementar de contribuição definida.

Segundo Paulo Rizzo, presidente do ANDES-SN, o PLP terá um efeito devastador sobre os servidores públicos das três esferas de governo e para o serviço público como um todo. “Este projeto é mais um golpe ao setor público por retirar direitos dos servidores, congelar a folha de pagamento e permitir aos estados renegociarem suas dívidas com a União em troca de medidas de controle da folha de pagamento para além do que a Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF) já exige. Essa proposta é repudiada por todos os fóruns dos servidores públicos, de todos os segmentos, e estamos seguindo na luta para barrar a aprovação deste projeto”, afirma.

Urgência constitucional

Como o projeto tramitará em regime de urgência constitucional, quando o Executivo solicita celeridade para os projetos de sua autoria, os deputados federais têm até o dia 6 de maio para apreciar a proposta em plenário e um prazo de cinco sessões para apresentar emendas ao projeto. A primeira sessão ocorre nesta segunda-feira (28) a partir das 18 horas. Após votação em plenário, o projeto seguirá para análise do Senado Federal, os senadores também terão 45 dias para concluir a votação. Caso contrário, o projeto passará a trancar a pauta da Casa e nenhuma proposta legislativa poderá ser votada.

Paulo Rizzo ressalta a importância da mobilização dos servidores neste momento. “Teremos uma reunião do Fórum dos Servidores Públicos Federais (SPF) nesta quarta-feira (30) e iremos deliberar sobre as próximas mobilizações para barrar esse projeto. Temos também os atos nos estados no dia 1° de abril, convocado pela CSP-Conlutas e Espaço de Unidade de Ação, que tem como objetivo publicizar mais uma das mentiras do Governo e do Congresso Nacional que tentam jogar mais uma vez, e o mais rápido possível, o peso da crise econômica nas costas dos trabalhadores”, disse. Rizzo lembrou ainda a importância de mobilização dos docentes para participação no ato nacional dos Servidores Públicos Federais que acontecerá no próximo dia 14, em Brasília (DF), convocado pelo Fórum das Entidades Nacionais dos SPF.

Seu voto: Nenhum

Resposta

dada agora a um seguidor babador de ovos da emérita professora da FEA/USP e FGV, articulista do Valor, irradiadora da cultura estrangeira, sobretudo a europeia erudita, escritora, que declarou voto em Aécio Neves no 2º turno, árdua defensora do ajuste fiscal de Joaquim e, futuramente, das sapatilhas golf(p)istas de Armínio Graga, o banqueiro, sim, falo de Eliana Cardoso, cujo acólito mão entendeu minha cegueira diante do que foi feito com o Brasil, pelo PT. A resposta:

" Prezado, temos opiniões divergentes quanto ao modelo econômico mais adequado ao Brasil. O neoliberal, como quer Armínio, consolidou um dos períodos mais trágicos de nossa economia. Sigamos em frente, pois. Nossa miséria é paciente. Pode esperar a volta do emprego quase pleno, o aumento de renda, maior inserção. É só manter os juros altos para controlar uma inflação, que não é de demanda e já em queda, pois causada pela correção dos preços administrados, e arcar com o sacrifício de satisfazer os anseios de ampliar o superávit primário. Pra nós nada mudará, e a história nos mostra que a pobreza pode esperar mais 50 anos.

Nunca deixei de em meus artigos criticar aspectos a politica econômica de Dilma, com os quais não concordava. Mas, pergunto: se má condução da economia justificasse impeachment teríamos mudança anual de presidente nos pelo menos, os últimos 50 anos, não? Ou este é um país que vem dando certo?

Seu ideário neoliberal não justifica negar 52 milhões de votos nem a honestidade de uma mulher honrada que, há poucos meses, a PROFESSORA insistia em aludir. Negar isso, neste momento, não seria oportunismo diante de uma oposição que, há 13 se mostra pífia, sem que consiga apresentar um plano de governo razoável nas campanhas eleitorais?

Façamos o seguinte: sigamos indo tarde pelos nossos caminhos antagônicos e cegos".

Seu voto: Nenhum
imagem de Waldemir de Araújo Filho
Waldemir de Araújo Filho

A luta continua hoje e sempre!

Caríssimo Nassif, tenho profundo respeito por suas análises, mas me pergunto: como fazer pacto com sujeitos e agremiações de todos os tipos (mídia; partidos; entidades empresarias; setores do Estado brasileiro) que desde a proclamação do resultado das eleições de 2014 não têm feito outra coisa se não investir na desestabilização; conspiração e construção da derrubada do governo eleito? Não vejo como, sinceramente! Penso que, se for o caso, melhor perder na luta contra o golpe e com a cabeça altiva. O famoso: a luta continua e ninguém pode tirar dos cidadãos democratas e progressistas esse direito (deixando claro: o de continuar na luta por um país inclusivo, portanto, socialmente mais justo, e que assegure plenamente as liberdades e direitos individuais e coletivos).

Seu voto: Nenhum (1 voto)

você está falando sério sobre esse pacto com a elite?

a elite brasileira realmente não está preocupada com absolutamente nada que não seja a garantia de sua reprodução como elite. a ruptura já aconteceu. não tem volta. no mais sua análise sobre uma posse de Temer é perfeita

 

Seu voto: Nenhum (2 votos)

À elite só interessam os privilégios, sem o ódio que os acompanh

Como todo privilégio é odioso, vão ter que se emendar, de um jeito ou de outro.

Seu voto: Nenhum

Follow the money, follow the power.

O jogo está jogado, xadrez de três

São três as partes protagonistas:

O governo legalista;

As forças da oposição político-institucional;

Os batedores de carteira (O comando central - secreto e oculto).

O povo foi usado até agora como massa de manobra e alguns despertos dentro deste povo-massa denunciam as manobras contra si e a Nação.

Se eu pudesse escolher lado, ficaria do lado dos batedores de carteira, afinal estes não vão perder nada, nem estão arriscando suas vidas ou de seus entes queridos, mas esta opção não está disponivel nem para mim, nem para ninguém que não seja do círculo interno, aqui do Brasil, talvez só os que patrocinam diretamente os interesses deles é que levam alguma vantagem, apesar de estarem expostos a ira da turba, a Globo já começa a sentir sua batata assando hehehe...

Como não tenho opção de escolha, eu e o resto do povo brasileiro só nos resta lutar contra as forças político-istitucionais que foram pegas no contrá-pé, com suas maracutais e jogadinhas de poder expostas à opinião pública e lutam agora desesperadamente para manter os insustentáveis odiosos privilégios que se achavam merecedores.

O Exército penso irá se juntar ao povo e contra estes odiosos privilégios, que patrocinam pessoas despresíveis e descartáveis nos três poderes da República.

Como o comando central têm o controle do dinheiro e das finanças irá usar uma arma econômica para apertar o torniquete na sociedade em busca de realizar seus interesses, talvez uma solução heterodoxa, tipo aliança com os Brics, dê uma saída diferente da crise para o Brasil, o Obama visitando Cuba e Argentina me pareceu uma ação no sentido de barrar este tipo de movimento geopolítico, veio fortalecer e conquistar novos aliados para o seu lado nas nossas paragens.

A Dilma e o Lula vão ter de serem arrojados, pioneiros  e criativos se quiserem sair por cima deste enrosco fenomenal em que meteram o Brasil, como disse acima, boto mais fé nos batedores de carteira, que apesar de estarem enrolados pelo planeta inteiro, são mais profissonais que os políticos daqui. Ressalvo que se um Raio cair no Planalto e a Dilma acordar finalmente com o barulho, ai existe possibilidade dela virar o jogo. 

Começaria por um pacto que desse Rumo, Norte e Estrela para o Brasil e depois faria a reforma ministerial com 14 pastas e 72 secretarias executivas, isto colocaria os que estão auxiiando o governo por dentro, remando para o mesmo lado e como um passe de mágica anularia a ação do comando central oculto do golpe.

Dilma, acorda!

Seu voto: Nenhum

Follow the money, follow the power.

Do lado de cá,o povo manda dizer:Não negociamos com TERRORISTAS,

CANALHAS E GOLPISTAS.Não vai ter golpe,Dilma fica eté 2018,respeitem a constituição o acordo é esse,ou a GUERRA!Resultado de imagem para pmdb tucanoResultado de imagem para pmdb tucanoResultado de imagem para pmdb tucanoResultado de imagem para pmdb tucanoResultado de imagem para pmdb tucanoResultado de imagem para pmdb tucanoResultado de imagem para pmdb tucano

Seu voto: Nenhum (1 voto)

chico da dilma

imagem de Renato Ferreira Lima
Renato Ferreira Lima

Legitimidade de um governo

Essa opinião é do excelente Carlos Ayres Britto: a legitimidade de um governo se dá pelas urnas e pelo respeito às Leis. A urna não oferece salvo conduto para o atropelo das regras, sejam as constitucionais, sejam as de boas práticas de governança.

E, fica a pergunta: tivesse o governo agido com transparência, antes das eleições e divulgado os dados corretos da economia, teria Dilma conseguido a legitimidade das urnas? A fraude contábil perpetrada pela equipe econômica indica que não - havia um temor de, assumido o desastre antes do 2o turno, Dilma perderia. 

Hoje, não há mais legitimidade do governo Dilma. Teremos sim, um difícil período pós impeachment. No entanto, é necessário que a Lava Jato avance sobre todos os partidos, todos os políticos, todas as esferas que adotaram o crime como forma de trabalho. Quem foi às ruas no dia 13 quer punição. Não adotamos criminosos como "pets" e nem achamos que Justiça e Economia andam em direções opostas - isso só acontece em organizações criminosas.

Seu voto: Nenhum

Proporções de legitimidade do discurso eleitoral

Esta sua seletividade para a legitimidade do discurso eleitoral é que faz a sua mensagem não ser correta.

Hora, se temos um discurso falacioso da situação, não é melhor a postura da oposição, e falar que um tem mais veracidade do que o outro não lhe socorre. Ou um fala a verdade e o outro fala mentira ou os dois estão mentindo, que é o caso, pois a situação econômica do Brasil dentro do planeta é tão periclitante quanto a dos demais países do mundo.

Situação mais confortável para o povo e a Nação, somente se tivessemos tido paz e equilíbrio internamente para que medidas de minimizações de prejuízos e de danos pudessem ter sido tomadas, mas estas são francamente contra os interesses dos especuladores do mercado, que ganham na alta e ganham na baixa, ou seja querem instabilidade interna que gere volatilidade, sem esta, não rapelam os sardinhas.

Querer justificar o Golpe com o discurso ruim dos vencedores, diga-se de passagem, denunciado ao extremo durante a campanha, ou seja, não dá para alegar ignorância do povo que elegeu a Dilma, como se o discurso dos conspiradores de hoje fosse de melhor qualidade é rir da nossa cara, achando que todo mundo é otário.

Acorda, meu.

Seu voto: Nenhum

Follow the money, follow the power.

imagem de era republicana
era republicana

esse pacto sem as forçãs

esse pacto sem as forçãs populares não poderia se chamar de pacto...

seria apenas mais um golpé contra a maioria....

Seu voto: Nenhum (3 votos)

Há um risco enorme, sim, que

Há um risco enorme, sim, que essa "batalha" do impeachment seja perdida pelo governo. Os golpistas(o termo é apropriado porque inexistem razões legais para o processo) estão se articulando minuto a minuto na ambiência certa: a política; mais especificamente nos partidos e no Congresso Nacional. Eles apostam no useiro e vezeiro temperamento conciliador do brasileiro, sempre avesso a gestos dramáticos como nossos irmãos de sangue espanhol. 

Isso não quer dizer que dessa vez, dadas algumas condições singulares, a história se repita. Os sinais de que há uma conspiração em marcha para solapar de forma ilegítima a ordem institucional são não só evidentes, mas afrontosos à consciência democrática. 

O problema é que além da institucionalidade em si, o processo de impeachment também se referencia e se consubstancia na disputa política. É por isso que ninguém espere qualquer tipo de recato cívico de congressistas(classe política) na hora de se decidir. 

Sim, há a pressão das "ruas". Só que no caso ela não é unidirecional tal qual foi ocorreu na "queda" de Collor. Pior: a opinião pública com maior poder de expressão e pressão, devidamente atiçada e apoiada por uma maciça mídia oposicionista, aparentemente em maior número, está contra a presidente. Ou seja, esse locus não vai ser o fundamental.

Apesar de válido qualquer esforço no sentido de enfraquecer e barrar o processo, o "estado maior" dos contra-golpistas tem que focar mais onde efetivamente é a instância decisiva para o desfecho dessa "guerra". 


 

 

Seu voto: Nenhum
imagem de fabian
fabian

Oi Nassif, voce consegue ser

Oi Nassif, voce consegue ser mais especifico e explicitar que medidas e açoes voce propoe neste e para este  "pacto amplo" ?

Seu voto: Nenhum (5 votos)

As crises acontecem porque as

As crises acontecem porque as pessoas não conseguem reconstruir o passado, e, como objetos, não participam do processo de recriação no mundo.                                                                                                                                                                                                                                                                                                       O objetivo do Brasil é ser nação, Estado que domina o território e, os brasileiros -  a quem interessa a arte de transformá-lo sociedade civil - ser do mesmo parecer de torná-los herança da terra nos dias das novas gerações, sem ter que lhes repassar as mesmas conversões, as quais, ainda sem forma e vazia, precisamos nos redimir.                                                                                                                                        

As ideias seguem e chegam ao fim, sempre repetindo o mesmo resultado da conversão: os sistemas do mundo nos constrói ou nos destrói. 

Desta vez, o sistema perverso dado ao mundo exterior quer nos destruir!    

                                                                                                                                               Há, porém, um novo mundo de atividades a ser descoberto dentro de todos que desejam ser livres de alguns segredos da perversidade; e almejam se nutrir nos fundamentais que se movem por sobre a terra e a dominam, porque - a milênios - os fenômenos exteriores enriquecem os perversos, reconstruindo as relações sociais alheias.    

                                                                                                                                  Não escrevo para formação de pensadores, nem para pessoas que acreditam em políticos e economistas que não trabalham na medida da verdade; mas para promover a esperança em Deus, e dos fatos aos dias (o tempo na memória), em que o valor do trabalho, como fruto das obras e ações, semeia o dinheiro ou o futuro.

                                                                                                                                    O universo é Deus que expande o seu espaço. Chegou o tempo de publicar a promessa do mandamento da multiplicação e - no calor dos problemas do cotidiano quando os investimentos externos evaporaram com os direitos civis - compartilho a criação existencial da árvore da vida, para produzirem a justiça do tesouro dos céus que o homem se faz, segundo a imagem do espírito, pelo homem, para dominar a terra. Gn 1: 26.

Mateus 3: 10 - "Já está posto o machado à raiz das árvores; toda árvore, pois que não produz bom fruto é cortada e lançada ao fogo.                                                                                                                                                                                                                                      Quem está pervertendo o valor do mundo com dinheiro criado do nada? e por que ainda estão encarcerando as matrizes de todos os territórios como se o homem não existisse?  

                                                                                                                                             Jó 8 2 a 9 - " Até quando falarás tais coisas?  E até quando as palavras da tua boca serão qual vento impetuoso? Perverteria Deus o direito ou perverteria o Todo Poderoso a justiça? -

Se teus filhos pecaram contra ele; ele também os lançou no poder da sua transgressão. Mas, se tu buscares a Deus e ao Todo Poderoso pedires misericórdia, se fores puro e reto, ele, sem demora, despertará em teu favor e restaurará a justiça da tua morada.

O teu primeiro estado, na verdade, terá sido pequeno, mas o teu último crescerá sobremaneira. Pois, eu te peço, pergunta agora a gerações passadas e atenta para a experiência de seus pais; porque nós somos de ontem e nada sabemos; porquanto nossos dias sobre a terra são como a sombra."

                                                                                                                                  Temos a verdadeira chance de mudar a história daqueles dias, foi porque Jesus nos preparou para seu novo caminho.  

                                                                                                                                        Mateus 3: 1-2 -" Naqueles dias, apareceu João Batista pregando no deserto da Judeia e dizia; Arrependei-vos, porque está próximo o reino de Céus.  .

  .

 

Seu voto: Nenhum

Uma ideia ou intuição dita de modo próprio pode servir de via de acesso em direção a percepção metafísica do ser e o quanto no universo ele é capaz de constituir por si mesmo para tal transcendência existencial.

Então vamos de Será, do Legião Urbana

(Dilma)
Tire suas mãos de mim
Eu não pertenço a você
Não é me dominando assim
Que você vai me entender
Eu posso estar sozinho
Mas eu sei muito bem aonde estou
Você pode até duvidar
Acho que isso não é amor

(Temer)
Nos perderemos entre monstros
Da nossa própria criação?
Serão noites inteiras
Talvez por medo da escuridão
Ficaremos acordados
Imaginando alguma solução
Pra que esse nosso egoísmo
Não destrua nosso coração

Será só imaginação?
Será que nada vai acontecer?
Será que é tudo isso em vão?
Será que vamos conseguir vencer?
Ô ô ô ô ô ô ô ô ô ...

(Nassif)
Brigar pra quê
Se é sem querer
Quem é que vai nos proteger?
Será que vamos ter
Que responder
Pelos erros a mais
Eu e você?

Seu voto: Nenhum (3 votos)

Só vai ter impeachment...

Se o povo se acovardar nas suas casas...

O congresso é volúvel.

A piada do ano será o Temer temer...

Seu voto: Nenhum (1 voto)

D + 1

No D + 1 ao impeachment:

- PEC para estabelecer a inimputabilidade constitucional dos presidentes das duas casas

- PEC extinguindo o CNJ e o CNPR

- PEC para proibição de investigação de esquemas envovendo eleitos dos poderes executivo e legislativo

- PEC para destituição de PGR a mando dos presidentes das casas

- PEC para destituição de PGR a mando de vice-presidentes empossados após golpes

- PEC para destituição de ministro do subemo se votar tecnicamente e se se ativer aos autos.

- PEC para promoção automatica a desembargador de descendentes de ministros do subemo

- PEC determinando que o sub-solo da União é patrimônio mundial

- PEC devolvendo o mar às 12 milhas e a plataforma continental à ONU.

- PEC determinando a descaraterização de empresa nacional.

- PEC proibindo reaparelhamento das forças armadas

- PEC determinando juros minimos do Estado ao setor bancario privado.

etc... etc...

Seu voto: Nenhum (2 votos)

Resumindo

O acordo entre os batedores de carteira e o PMDB estelionatário eleitoral entrega o povo e a Nação para os abutres e os políticos do PMDB liderados pela dupla dinâmica Cunha/Temer ficam com os 27 governos de novo, a acessoria deve ter sido do Sarney.

Para o planeta, que eu quero descer.

Seu voto: Nenhum (3 votos)

Follow the money, follow the power.

imagem de Ronaldo Braga
Ronaldo Braga

Esclarecimento

"Ainda dá tempo de interromper essa loucura e se pensar em um pacto amplo. A elite que nos colocou nessa encrenca deve isso ao país, de Dilma a Temer, do PT ao PSDB, de Lula ao Fernando Henrique, do presidente do STF ao Procurador Geral."

 

Nassif, no seu texto, mais precisamente no parágrafo acima, você iguala Dilma a Temer, PT ao PSDB, Lula a FHC. "A elite que nos colocou nessa encrenca".

 

Por favor, me explique que tipo de pacto pode ser feito entre esses entes.

Quais destes entes desrespeitaram os princípios constitucionais?

Quais destes entes têm chantageado os outros?

Por favor, me explique que tipo de pacto pode ser feito entre estes entes.

Seu voto: Nenhum (7 votos)
imagem de Leda Beck
Leda Beck

posso traduzir?

Nassif, preciso de sua autorização para traduzir isso para o inglês e para o francês e remeter para grupos de brasileiros no exterior que estão indignados com o corta-e-cola que os correspondentes estrangeiros têm feito da grande imprensa brasileira. Na França, um grupo de estudantes em Paris criou o Movimento Democrático 18 de Março e está criando textos que informam, por exemplo, quem são os personagens envolvidos na conspiração. Podemos traduzir?

Seu voto: Nenhum (2 votos)
imagem de Gerson C T
Gerson C T

Disponibilize

Assim que ficar pronta a tradução, por favor. 

Grato. 

Seu voto: Nenhum

Claro, Leda. Conteúdo aberto.

Claro, Leda. Conteúdo aberto.

Seu voto: Nenhum (4 votos)
imagem de Ronaldo Braga
Ronaldo Braga

Respeitar o resultado das urnas!

Respeitar o resultado das urnas não é acordo.

Respeitar o resultado das urnas é respeitar a democracia.

Respeitar o resultado das urnas e respeitar a democracia são coisas que a oposição faz questão de não fazer desde que o resultado da eleição foi proclamado.

Respeitar o resultado das urnas e respeitar a democracia só pode ser "sacrifício" para a oposição golpista e corrupta. E duvido que façam esse "sacrifício".

O acordo serve apenas aqueles que, derrotados na eleição, possam amealhar alguma vantagem pessoal aproveitando o clima de insurreição às regras democráticas, clima criado e fomentado por eles mesmos.

Não vai ter acordão!

Não vai ter golpe!

Seu voto: Nenhum (4 votos)
imagem de Henrique O
Henrique O

Pacto: trabalhador entra c/ pescoço e a burguesia c/ guilhotina

Acham que somos todos patos.
Mil vezes uma derrota do que pacto com esta burguesia escravocrata e violenta e de baixo nível cultural.
São Paulo aliado com as multinacionais não vai derrotar o Brazil.

Seu voto: Nenhum (3 votos)

Pareque que o Nassif já está

Pareque que o Nassif já está dando como certo que o impeachment vai passar nas duas casas.

Não vai !

Seu voto: Nenhum (8 votos)

Consagre os seus sonhos e projetos ao Senhor, e eles serão bem sucedidos, creia.

gAS

imagem de Fernando L.
Fernando L.

Pacto? Acordão?

Quem pensa nessas possibilidades realmente desconhece a história do Brasil. Vamos lá... Releiam seus livros de história e verão claramente como os "pactos" sempre servem para atrasar qualquer avanço social e econômico e manter as elites de sempre no poder.

Pedro II determinou o fim da escravidão (não diretamente é claro deixou isso para sua filha princesa Isabel)? Não tem problema vamos instaurar a república e repor as "perdas financeiras" da elite de São Paulo e Vale do Paraíba (MG e RJ). Mas e aquelas pessoas progressistas que defendiam a república? Prende-se ou matam-se todas, sem problema.

Getúlio Vargas fez a "revolução de 30" ( para defender os ofendidos mineiros traídos pelos paulistas) ? Não tem problema inventa-se uma "revolução de 32" e cria-se um pacto para restituir novamente as "perdas" dos milinários paulistas.

Jango virou comunista? não tem problema... Cria-se um pacto entre a mídia, os militares e a mesma elite paulista de sempre (agora apoiada pela elite mineira sem pre subserviente) e pronto. Temos uma "revolução democrátia" em 64.

Os militares perderam toda legitimidade? Não tem problema. Cria-se um pacto e se elege em um conchavo um presidente já morto, com um vice super ligado aos militares e a mídia PIG para ssumir logo de imediato. E é claro para beneficiar novamente as elites paulistas.

Dilma vai cair? Não tem problema ... Cria-se um pacto para restituir as "perdas" da elite paulista e tudo se resolve.

E assim de pacto em pacto o povo sempre paga o pato (sem C) e as elites paulistas tem sempre sua riqueza aumentada através das restituições a suas "perdas".

Deixem de se iludir! São Paulo não é rico por causa do espírito empreendedor do seu povo! Não érico porque sua população trabalha mais. E nem por causa de sua elevada "produtividade". São Paulo é rico porque sempre teve suas "perdas" restituídas através de pactos!

 

Seu voto: Nenhum (1 voto)
imagem de nina pereira
nina pereira

Concordaria com tudo o que vc

Concordaria com tudo o que vc falou, desde que não cometesse a miopia de reduzir a elite político-econômica a São Paulo... tem bastante oligarca com residência oficial distante do trópico de capricórnio...........

Seu voto: Nenhum

Vamos arrastar essa guerra

Vamos arrastar essa guerra até 2018 e aí vamos pra eleições sem financiamento privado e c/ as redes sociais. Quero ver essa canalha toda que está no congresso conseguie se eleger.  Esperando ardentemente que, desde ONTEM o governo não coloque mais um centavo do nosso dinheiro nas empresas de comunicação golpistas. 

Seu voto: Nenhum (14 votos)

Saída à francesa

Diante da crescente resistência popular, uma saída à francesa dos golpistas também é possível e talvez apenas não compareçam à votação do impeachment na Câmara e recebam como contrapartida o quinhão de ração referente às eleições municipais. Depois...Bem...Depois, continuam na sanha golpista até 2018 sempre na esperança de desgastar o único líder político capaz de tirar o país desse imbróglio.

Seu voto: Nenhum (2 votos)
imagem de Flavio Mago
Flavio Mago

Curioso

Concordo em parte com o Nassif e acho que a melhor saida realmente seria um pacto, mas tenho uma enorme curiosidade (pricipalmente em relação aos cometários dos leitores do blog) se pudéssemos fazer um inversão. Imaginemos se o governo Tucano fosse o protagonista e tudo isso estivesse acontecendo com outros personagens, o que alías seria perfeitamente possível. Conversas gravadas com o FHC pressionando o judiciário, uma casa em Paris não declarada, troca de apoio político por cargos, a oposição chamando um processo constitucional de golpe (nem foi julgado ainda...) etc, etc.
Pergunta: Este texto pedindo pacto existiria? Os Comentários dos leitores seriam os mesmos?

Um dos maiores conceitos republicanos é a simplicidade da não utilização de dois pesos e duas medidas.

Com um pouco de empatia e imaginação dá para montar este cenário invertido em nossas cabeças de maneira honesta.

Se nossas respostas e avaliação não forem as mesmas, se o texto do Nassif e as respostas e comentários dos leitores passam a não caber ou perdem o sentido, tem alguma coisa errada. 

Vale a reflexão, sem contradição.

Seu voto: Nenhum (1 voto)
imagem de Jorge L. Pinto
Jorge L. Pinto

Apesar de seu questionamento

Apesar de seu questionamento ser pertinente, vamos às diferenças:

1- O jogo político comporta todo tipo de pressão, desde que respeitadas as leis da nossa Constituição. Serve para um lado e para outro, claro. Mas quando esta pressão "inclui" poderes que, por lei, devem ser apartidários (justiça, MP, PGR, PF etc.) a coisa muda radicalmente, concorda?

2- A pressão do "quarto poder" não pode ser descartada, visto que aqui em Pindorama ele é cartelizado e monopolizado, e defende claramente interesses alheios à nossa soberania. Ou pode???

3- No  caso do governo neoliberal de fhc, apareceram PROVAS, áudios e testemunhas das irresponsabilidades e compras de emendas de reeleição, etc. Alguém foi punido? Apurou-se algo? E no caso atual, quais as provas? Não vale ilação, certo?

Seu voto: Nenhum (2 votos)
imagem de Severino Januário
Severino Januário

Não adianta tentar descobrir

Não adianta tentar descobrir pelo em ovo. Não há a menor possibilidade de que uma possível ruptura democrática com a derrubada de uma presidente totalmente acima de qualquer suspeita, levada a cabo por um grupo extremamente suspeito de parlamentares, dos quais o próprio chefe e presidente da Câmara é um réu do qual a todo dia se descobrem sobre ele toda sorte de patifaria e indícios de crime, não seja golpe, e golpe muito sujo. Glope de ficha suja! É golpe, simpesmente golpe, e o trabalho de tentativa de limpeza da palavra golpe, patrocinado febrilmente e tardiamente pelos jornalões e seu exército de penas apátridas de aluguel, não vai pegar, não vai ser engolido nem por grandes e nem por pequenos juristas e muito menos pelo povão.

Seu voto: Nenhum (2 votos)

Ah dá sim basta vc colocar qq

Ah dá sim basta vc colocar qq partido no lugar do PT desde 2003. Especialmente no tratamento dispensado pelo Midiciário. Vc tem achado adequada a aplicação do conceito republicano  de não utilização de dois pesos e duas medidas em relação ao partido dos trabalhadores, principalmente, pelo Judiciário?  Com um pouquinho de empatia e imaginação vc consegue montar o cenário de maneira honesta em sua cabeça.

Seu voto: Nenhum (4 votos)

Comentar

O conteúdo deste campo é privado e não será exibido ao público.