21 de junho de 2026

Os acordos na área financeira e no setor elétrico entre Brasil e China

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Jornal GGN – Na quinta-feira, dia 17, o BNDES firmou parcerias com instituições chinesas que vão além da VI Cúpula dos Brics. O presidente do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), Luciano Coutinho, assinou memorandos de entendimento com os presidentes do Banco de Desenvolvimento da China (CDB), Hu Huaibang, e do Eximbank chinês, Li Ruogi. A cerimônia aconteceu durante o encontro entre a presidente Dilma Rousseff e o presidente da China, Xi Jinping, que veio ao país para participar da Cúpula dos Brics.

Esses memorandos estabelecem cooperação mútua para promoção de programas e desenvolvimento de projetos de interesse comum nas áreas de infraestrutura, transporte, geração de energia, telecomunicações, pesquisa e desenvolvimento e agricultura.

Os acordos também facultam aos bancos envolvidos a concessão de financiamentos, co-financiamentos ou criação de consórcios para apoiar projetos de investimento no Brasil ou em outros países “que atendam aos intereses e políticas operacionais de ambas as instituições e às políticas de ambos os países”.

Conforme comunicado do BNDES, a cooperação entre o Banco e o CDB inclui a possibilidade de concessão de linha de crédito da entidade chinesa ao BNDES para apoio a projetos de interesse comum, conforme o molde já definido e executado com outros bancos de desenvolvimento multilaterais e agências governamentais. Este memorando terá prazo de vigência de três anos.

No caso do BNDES e Eximbank chinês, o prazo é menor, de dois anos, e o foco é a cooperação em projetos de diversas áreas, como energia, infraestrutura e aeronáutica; projetos de investimento e comércio de produtos e serviços de alto valor agregado.

No setor de aviação, o BNDES poderá conceder empréstimos diretos ou estruturar operações em cooperação com o Eximbank para alavancar financiamento às exportações de aeronaves brasileiras para a China ou outros mercados.

Segundo o BNDES, os memorandos visam a diversificação de suas fontes de recursos, contribuindo para a atração de investimentos para o Brasil, apoiando, desta forma, as empresas brasileiras “por meio do incremento ao financiamento às exportações ou do apoio aos seus investimentos diretos externos”.

Com informações do BNDES e por sugestão de alfeu

Lourdes Nassif

Redatora-chefe no GGN

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7 Comentários
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  1. alfredo machado

    19 de julho de 2014 12:30 pm

    Brasil e China

    alfeu,

    Estes memorandos de entendimento podem, em tese, ampliar consideravelmente a capacidade de financiamento de um BNDES que já está com $$$ prá xuxu.

    As seis áreas de interesse citadas no texto são vastas em oportunidades, que poderão permitiir um avanço significativo do peso $$ da economia nacional.

  2. alexis

    19 de julho de 2014 12:50 pm

    Primeiras viagens do Lula

    Muitos criticavam o Lula por viajar para China. Que horror!

  3. Ataíde Coutinho

    19 de julho de 2014 4:06 pm

    uau !

    E o candidato da oposição chama de sul do mundo esse parceiro comercial !

  4. Orlando Soares Varêda

    19 de julho de 2014 5:18 pm

     
    Um bom termômetro para se

     

    Um bom termômetro para se avaliar a importância da Cúpula dos Brics e de seus desdobramentos positivos para o Brasil, é observar o notável empenho da “grande imprensa” em torná-lo insignificante, ou mesmo, “invisível.” 

    Sobretudo, a emissora terceirizada dos marinhos, especializada em ocultação, manobras e manipulações diversas Rede Bobo de TV.

    Arapuca montada pelo grupo do mafioso, digo, jornalista(?) Dr. roberto marinho, sob auspícios da ditadura empresarial / militar de 64. E, com os dólares do Grupo de comunicações Time&Life, norte-americano. Patranha totalmente fora-da-lei, e, voltada a servir aos interesses geopolíticos dos irmãos do norte e de seus quinta-culuna que nasceram aqui no país.

     

    Orlando

     

  5. Motta Araujo

    19 de julho de 2014 8:32 pm

    FESTIVAL BRIC DE OBAS OBAS –

    FESTIVAL BRIC DE OBAS OBAS – Memorandos de Entendimento (M.O.U.) não significam coisa alguma, apenas uma declaração de intenções.

    1.A China tem expressiva presença no setor eletrico brasileiro através da State Grid, que detem grande numro de linas de teansmissões compradas em PRIVATIZAÇÕES, que a esquerdolandia ataca dia e noite, mas fica contente quando o comprador é chinês,  ai a esquerda acha otima a privatização.

    2.O China Development Bank financia o setor eltrico brasileiro sem qualquer problmea, nem precisa de Menorando de Entendimento , se a concessanria for chinesa (como a State Grid), se o projeto, a engenharia, a construção e os equipamentos forem chineses, SE NÃO, pode pedir dinheiro chinês que vai ter no maximo um pastel de carbe de cachorro.

    3.Se o financiamento for do Banco Mundial não vai ter exigencia alguma sobre a origem do projeto ou equipmaneto, é licitação internacional. Todo o parque hidroeletrico brasileiro teve financiamento do Banco Mundial e tem equipamento de todo lugar, até brasileiro, não há condicionalidades, já a China financia só projeto chinês, turbina chinesa, cabo chinês.

    Mas a esquerda acha OTIMO o financiamento chinês, porque será? É porque a China lembra Mao, embora a China de hoje

    tenho enterrado Mao embaixo da Grande Muralha, mas a nostalgia é muito forte.

    4.Nos projetos eolicos brasileiros 80% das maquinas são GE americanas ou Siemens. Maquinas chinesas custam UM TERÇO do preço e tem financiamento de prazo mais longo, mas os empresarios preferem GE, porque será?

    1. alexis

      20 de julho de 2014 10:01 am

      Pergunta aos tucanos do metrô de SP

      “Nos projetos eolicos brasileiros 80% das maquinas são GE americanas ou Siemens. Maquinas chinesas custam UM TERÇO do preço e tem financiamento de prazo mais longo, mas os empresarios preferem GE, porque será?”

       

       

  6. Boa

    20 de julho de 2014 12:38 am

    Com certeaza nossas empresas

    Com certeaza nossas empresas têm grandes projetos para desenvolver na China com financiamento do BNDES.

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