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Xadrez do dia seguinte da greve geral

Peça 1 – a fluidez dos movimentos políticos

O quadro politico evoluiu substancialmente nos últimos dias. De um lado, a greve geral, com a maior abrangência em décadas. De outro, os últimos movimentos em torno da Lava Jato, com o STF (Supremo Tribunal Federal) finalmente deliberando sobre a libertação de pessoas detidas com o objetivo de serem pressionadas a delatar. Finalmente, a Lava Jato entrando nas horas decisivas sem conseguir cumprir com seu objetivo maior, de levantar provas para sustentar as delações contra Lula.

Leve em conta que os movimentos políticos são fundamentalmente fluidos.

Em momentos de catarse, há um curto-circuito geral não apenas nas informações, mas no rumo dos ventos políticos.

Em relação a esses movimentos tectônicos, há duas espécies de personagens públicos: os radares e as birutas.

Radares são que se movem em torno de valores e, por isso mesmo, são as figuras referenciais que orientam o país, percebem os movimentos das ondas e permitem ao barco não perder o rumo, mesmo em meio à tempestade.

Birutas (de birutas de aeroporto) são os que seguem as ondas. Em momentos de vento brando, assumem uma determinada personalidade pública; em momentos de catarse, outra totalmente distinta, seguindo o que consideram os movimentos pontuais das marés.

Na história do país, mesmo no campo conservador estão consolidadas personalidades-radares como Sobral Pinto, Ulisses Guimarães, Paulo Brossard e o saudoso Mário Covas.

No grupo dos birutas de aeroportos, caminham para se transformar em personagens simbólicos os Ministros Luís Roberto Barroso e Luiz Edson Fachin, do Supremo Tribunal Federal (STF), e grupos de deputados e senadores.

Não se deve buscar previsibilidade em suas atuações, isto é, avaliar o que serão com base no que já foram. A análise deverá levar em conta a maneira como julgam que a situação política será, para, só aí, então, definirem o que serão.

Tudo isso torna extremamente complexo o desenho de cenários futuros.

Não é mais A + B + C = X, porque a mudança de A irá provocar alterações em B afetando o resultado em X.

Mas permite, por outro lado, conferir a devida relevância aos movimentos maiores de opinião pública, dos quais a greve geral da última sexta-feira foi um ponto de corte, atrapalhando o controle total do processo pelos donos do poder.

Antes, um pequeno diagnóstico do momento atual, à luz dos ensinamentos de Raymundo Faoro, o notável autor de “Os Donos do Poder”.

Peça 2 – o patrimonialismo, de Collor a Barroso

Desde que apresentou seu trabalho no evento da Universidade de Harvard – qualificando como ensaio uma leitura tosca de Raymundo Faoro – o Ministro Barroso tornou-se um bom exemplo de como a superficialidade analítica impede o autor de se enxergar no próprio desenho que ele está delineando em seu trabalho.

O trabalho de Barroso mencionou o “patrimonialismo”, de acordo com as definições de Raymundo Faoro.

É o mesmo Barroso que se tornou um defensor intransigente da nova ordem, da restauração que será comandada pelo Poder Judiciário, um modelo claramente englobado por Faoro no conceito de patrimonialismo.

Diz o inacreditável Barroso, o advogado das Organizações Globo, com seu peculiar entendimento do conceito de corrupção, e sua invejável capacidade de relacionar temas históricos:

Acho que estamos refundando o País. Assim como em 1808 [quando a família real portuguesa se mudou para o Rio de Janeiro] o Brasil começou, acho que estamos tentando refundar um País, ensinando as novas gerações que ser honesto é melhor do que ser desonesto. E que, se for desonesto, vai ter consequências negativas.

Barroso não tem a menor noção sobre os pontos em comum entre a vinda da família real portuguesa e o momento atual. O principal ponto em comum é a criação/fortalecimento de um estamento público que desenvolve e passa a controlar o Estado,  implantando definitivamente o predomínio da plutocracia sobre a Nação. Da mesma maneira que o Congresso definindo o desenho dos gastos públicos para os próximos 20 anos, independentemente do que decidirem as eleições.

O que diz Barroso, o patrimonialista, sobre a PEC 55, enfiada goela abaixo da sociedade por um governo provisório, empossado no bojo de um golpe parlamentar.

Desrespeitá-la significa predeterminar o futuro com déficits, inflação, juros altos, desemprego e todas as consequências negativas que dessas disfunções advêm. A democracia, a separação de Poderes e a proteção dos direitos fundamentais decorrem de escolhas orçamentárias transparentes e adequadamente justificadas, e não da realização de gastos superiores às possibilidades do Erário, que comprometem o futuro e cujos ônus recaem sobre as novas gerações

Vamos ver como Faoro analisaria o momento, baseado no trabalho “As reflexões de Raymundo Faoro sobre a transição política brasileira nos anos 1989 e 1990”, de Maria José de Rezende.

Não há definição melhor desse tipo de comportamento, do que a de Faoro sobre o início do governo Collor:

 “[...] a eternidade tem muitas encarnações, a do século passado e a de hoje” (FAORO, 1989f, p. 23). A do presente, ou seja, a da Nova República, reproduzia o estilo burocrático emoldurado na “[...] insensibilidade, dissimulada em termos técnicos, incompreensíveis [...]. O jogo não é inocente. Os interesses favorecidos [...] nada perdem e alguma coisa ganham.

Essa idéia de que podem tudo já expressa, certamente, uma mentalidade patrimonialista, para a qual não há limites políticos, éticos ou jurídicos para as suas ações. O despotismo impera. “E se a Constituição não permitir? Lixe-se a Constituição [...]

É o mesmo modelo de hoje:

Todas as ações daqueles agentes que se empenhavam em destruir o jogo democrático se mostravam completamente voltadas a esvaziar qualquer potencialidade da sociedade civil ao exaltarem medidas irracionais, magias e milagres. (...)

As mudanças políticas controladas pelos setores preponderantes, as quais se iam processando na denominada transição democrática, eram sempre de cima para baixo, reafirmando o seu caráter estamental; estavam sempre postas a serviço dos mesmos interesses.

Políticos e países subdesenvolvidos são faces de uma mesma moeda, já que se reafirmavam através de mudanças negociadas e conciliadas. A chamada Nova República (1985–1990) era o exemplo mais acabado disso.

Barroso não aprendeu uma lição magistral, que Faoro recebeu de Neemias Gueiros:

 Então, apareceu um velho advogado, um homem curtido em lutas políticas, que era o Neemias Gueiros, a quem transmiti minha insegurança. Ele me respondeu que haveria uma coisa em que eu sempre haveria de ganhar dos políticos: se eu me mantivesse sincero sempre.

Falou a Barroso a coerência para se firmar como referência. Como declarou o advogado e cientista político Victor Pimenta, “a decisão de Barroso em PEC 241 [ou 55] nos faz sentir saudades dos tempos em que ele era constitucionalista, ante a diferença abissal entre o “Barroso Professor de Direito Constitucional” e o “Barroso Ministro”.

Collor e o momento atual

O que está em andamento, hoje em dia, é um processo em tudo similar à aliança que gerou Fernando Collor. A descrição de Faoro sobre o governo Collor se aplica integralmente ao momento atual, mas passou desapercebido do nosso brasilianista de boutique.

Primeiro, a falsa visão de conferir desimportância ao Estado, ao mesmo tempo em que se apropriava dele:

Ações como as de Fernando Collor de Mello não sufocavam o patrimonialismo ao tentar agir como se o Estado não tivesse qualquer importância. O governo daquele último, num processo de rechaçamento do Estado, acabou por potencializar as ilusões de que um ente iluminado poderia tudo resolver mesmo passando por cima de qualquer compromisso com os ideais republicanos e democráticos. De fato, a exclusão social e política, a qual é a seiva que nutre a política patrimonial, continuava a correr nas veias da sociedade.

As apostas sucessivas do Poder em Marina, Dória, Bolsonaro repete, à perfeição, as apostas sucessivas em Quércia, Covas até bater em Collor, e as tentativas atuais de Aécio e Alckmin, até bater em Dória:

A transição procurou, (...) um caminho que convencesse mais em termos de centro. Abriu todas as oportunidades para Orestes Quércia, pois era ele o homem. De certa maneira, acenou também para que o nome fosse o de Mário Covas, mas não se chegou nem a um e nem a outro. Chegou-se a um que é inesperado, porém não indesejado dentro do projeto.

Assim como as semelhanças entre 1964, e o 1964 modernizado que se tenta hoje em dia:

Politicamente, 89 moderniza 64, com um instrumento tirado dentro do sistema, disciplinado pelo sistema, apoiado pelos financiadores que se fizeram dentro do sistema e apoiado pelos agentes que manipulam a opinião.

Em ambos os casos, há a necessidade da criação de um populista de direita:

E por que um sistema que se encontrava esgotado continuava ainda fazendo valer suas estratégias? O extenuamento do sistema podia ser detectado na necessidade de um candidato de direita, como Fernando Collor de Mello, apresentar-se como que ligado diretamente às massas. (...)  O sistema se renovava tanto com aquele que foi eleito diretamente em 1989 quanto com aquele que foi indiretamente eleito em 1984. O sistema se inovava, o que não significava que ele havia entrado em colapso.

Faoro tirava lições definitivas sobre as instituições brasileiras, sob a pressão dos fatos:

A lição que o momento ensina tem o mérito de desvendar o miolo das instituições brasileiras, antes e depois da Carta de 1988. Elas podem ser resumidas em duas palavras: constitucionalismo de fachada e democracia falsificada e falsificadora.

A defesa do Estado de Exceção em nome do combate à corrupção, por Barroso, também foi claramente explicada por Faoro:

Estabelecia-se, no início de 1990, uma espécie de ditadura hipócrita. A hipocrisia estava no fato de ela negar a sua própria identidade, tentando mascarar um exercício obstinadamente abusivo da autoridade.

Faoro fez essa discussão em vista da prisão da família Temporal (empresários) por dívidas com o Fisco. Naquela ocasião, o governo Collor apresentava-se como aquele que jogaria duro com o empresariado. Restaurava-se, assim, a inconstitucional prisão administrativa.

Também se deu conta – ao contrário de seu débil intérprete – a sucessão de ilegalidades, que se segue à ilegalidade maior:

Desarticulou-se, de um golpe, toda a estrutura jurídica, para que medrasse, à sua ilharga, uma economia com regras próprias. A ilegalidade maior gerou, como necessariamente acontece, as ilegalidades menores, decorrentes daquela, existentes porque aquela existe.

A criação de figuras midiáticas para o jogo político é nítida no modelo Collor e no atual. Sempre se sonhou com os Collors, Dorias, Hulks e similares fabricados pela mídia:

Entre as diversas formas de precarização cotidiana da democracia e da cidadania, estava, por exemplo, o veto à “[...] Lei das Inelegibilidades que prolongou a desincompatibilização do pessoal da mídia. E por que era esse um ato que tinha um significado importante? Bastava ater-se ao fato de que o presidente Collor estava agindo para garantir que um número significativo de indivíduos chegasse ao Congresso Nacional em razão de suas imagens mediáticas. Em relação a ele próprio, a mídia havia tido um papel central na construção de uma imagem de vitorioso, de vencedor, de arrojado e de decididamente capaz de mudar o Brasil em favor dos “descamisados”, isto é, dos mais pobres.

Finalmente, aborda a importância do nascimento de uma nova direita, como condição fundamental para uma esquerda renovada:

O florescimento de uma nova direita era condição fundamental para que ocorresse, no Brasil, a constituição de uma esquerda que deveria renovar continuamente os procedimentos na vida pública brasileira. Se esta última continuasse tendo como adversária a velha direita, haveria uma tendência de petrificação de ações políticas que ficariam essencialmente no registro do modo de agir que se havia processado ao longo da história do país.

A contínua e íntima relação – através de alianças e de conciliações – da esquerda com a velha direita se constituía num fator de emperramento da democracia no Brasil. Reafirmavam-se, assim, de diversas maneiras, práticas e hábitos fundados na não transparência de atitudes e de ações. Uma vez no poder, através dessas alianças, se teria a continuidade e a manutenção do mesmo padrão de domínio baseado em privilégios estamentais.

Peça 3 – os efeitos políticos da greve

A extensão da greve joga novos fatos no jogo político. E explicita de vez o jogo entre a nova direita – um arco em que entra o MBL, a Procuradoria Geral da República, a camarilha de Temer e o PSDB – e a nova esquerda, que ainda não nasceu.

Uma greve ampla fez a reação contra Michel Temer e o Congresso transbordar dos movimentos sociais e sindicatos para outros setores, com adesão de 83 bispos da Igreja Católica, dezenas de colégios particulares de São Paulo, inúmeras igrejas evangélicas, artistas, intelectuais, praticamente toda a Justiça do Trabalho, funcionários e parte dos procuradores do Ministério Público e funcionários da Polícia Federal.

A greve expôs o racha nacional se alastrando por setores até agora à margem da disputa, e cravou na testa das reformas o estigma de antissocial. Coloca em curto-circuito todo o jogo de contrainformação da mídia. Somem-se as pesquisas de opinião divulgadas nos últimos dias, dando um placar massacrante contra as reformas, contra Michel Temer e a favor das eleições diretas, para se perceber o fracasso do golpe: a política se despiu do manto diáfano da fantasia.

No curto prazo, haverá uma ampliação das pressões sobre os políticos, judiciário e mídia, às vésperas de um ano eleitoral.

No médio prazo, a consolidação de uma frente ampla contra o modelo de país que o golpe tenta enfiar goela abaixo dos cidadãos e que agora está desnudado.

O castelo retórico criado pela mídia se esboroou, incluindo as ameaças terroristas, do suposto fim do país sem as reformas.

Peça 4 – o novo posicionamento do Supremo

Durante o processo do impeachment, o Supremo jamais foi desafiado a analisar o mérito, graças à não-estratégia jurídica do advogado José Eduardo Cardozo. Só após o impeachment resolveu representar junto ao Supremo com uma solicitação de liminar incomum, de mais de 400 páginas.

Só recentemente, após o fato novo – a entrevista de Temer à Band admitindo o jogo político de Eduardo Cunha - reiterou o pedido. O caso está com Alexandre Moraes, que deveria - mas não vai - se declarar suspeito para analisar.

Na semana passada, no entanto, a 2ª Turma do STF ordenou o fim da prisão provisória de João Carlos Genu (ex-tesoureiro do PP) e de Eike Baptista. Votaram a favor da libertação os Ministro Gilmar Mendes, Dias Toffoli e Ricardo Lewandowski; contra, Celso de Mello e Luiz Edson Fachin.

Antes disso, por razões humanitárias a 2a Turma ordenou a libertação do pecuarista José Carlos Bumlai. Votaram a favor Celso de Mello, Dias Toffoli e Gilmar Mendes. Edson Fachin e Ricardo Lewandowski votaram a favor da manutenção da prisão domiciliar –uma condição mais humana do que as prisões temporárias perenes.

Na 4a feira será o julgamento do habeas corpus de José Dirceu, preso há meses sem julgamento de 2a instância. Quase certamente será ordenada a sua libertação, embora Dirceu continue respondendo à condenação da AP 470. Nâo descarte alguma manobra de Moro, uma nova medida, para manter Dirceu enjaulado.

O que importa é que, finalmente, o STF ganhará coragem para revogar o mais absurdo instrumento de arbítrio desses tempos nebulosos: o uso da prisão preventiva como forma de pressão para obter a delação nos termos que o juiz e os procuradores querem.

De fato, há uma maioria sólida e não circunstancial na 2a Turma contra esse instrumento de arbítrio: Gilmar, por agora estar atingindo os seus; Toffolli por seguir Gilmar e Lewandowski por convicção garantista. Celso de Mello é um garantista com uma excepcionalidade: o PT. E Fachin é um neo-linha dura.

Agora, toda a pressão da Lava Jato sobre os delatores se concentrará no fator Lula.

Cena 5 – o adiamento do depoimento de Lula

Para adiar o depoimento de Lula do dia 3 para 10 de maio, o juiz Sérgio Moro alegou pedidos da Polícia Federal e da Secretaria de Segurança do Paraná. Mas o motivo central foi a falta de provas contra Lula.

Tanto assim, que a Lava Jato convocou reunião dos advogados da OAS para os dias 2 e 3 de maio, para discutir as delações da empresa. No dia 4, mais dois executivos, Roberto Moreira e Agenor Medeiros, ainda vão depor na ação que apura o tal "Tríplex do Guarujá".

Também se reuniu com advogados especializados em delação, como Antônio Figueiredo Basto, advogado de Alberto Youssef e Adriano Bretas. Os rumores são de que estaria propenso a aceitar a delação de Renato Duque, ex-diretor da Petrobras, que há mais de um ano tenta a delação. E também a de Antônio Palocci. Desde que versassem sobre Lula.

A última encenação, com o ex-presidente da OAS Léo Pinheiro, foi um tiro pela culatra. Léo entregou a encomenda pedida – a afirmação de que Lula seria o dono do tríplex, mas sem apresentar provas. A Força Tarefa reforçou com provas ridículas, comprovantes de que, durante um ano, um carro do Instituto Lula passou por duas vezes no pedágio de Guarujá. O que motivou gozações nas redes sociais: passe pelo pedágio e ganhe um apartamento.

Ocorre que o ciclo de acusações a Lula já entrou na fase correspondente à curva de Lafer na economia – conforme boa imagem da senadora Gleise Hofmann. A curva de Lafer mostra que, a partir de determinado nível de tributação, o efeito é negativo.

A Lava Jato entrou em uma enrascada onde, cada tentativa adicional de criminalizar Lula sem provas concretas, provoca um efeito inverso na sua popularidade.

Cena 6 – o imprevisível cenário futuro

Há nítidos sinais de que o monstro saiu do controle dos donos do poder.

A tentativa de fabricar um novo Collor, com João Dória, esbarra no amplo amadorismo do candidato. Na ânsia de explorar a radicalização contra Lula, vai gerando um personagem complicado, dono de uma retórica pobre, repetitiva e agressiva. É corredor de 50 metros.

Para falar para os MBLs da vida, assume uma retórica vagabunda (termo que faz parte do repertório dessa direita pedestre), incompatível com um homem de estado. A sucessão de grosserias, vai moldando – por baixo do macho alfa grosseiro – uma personalidade antipática, uma espécie de Aécio Neves com uma jovialidade de plástico – Dorian Gray? -, playboy mal-educado que choca a elite pela falta de modos e os populares, pelo excesso de arrogância.

No período Collor, o tempo político corria mais devagar e permitia uma construção lenta – e sob controle – da Globo. Nesses tempos de redes sociais, não existe mais esse controle.

Além disso, a mídia já havia sentido o desgaste de anos de jornalismo militante, de pós-verdade, de manipulação das informações. Nos últimos tempos, com dez anos de atraso, caiu a ficha que a única maneira de se diferenciar da miscelânea das redes sociais seria voltar a praticar um simulacro de jornalismo.

A recaída com a greve, porém, mostra que a síndrome do escorpião é invencível.

Entram em uma cilada complicada.

Se continuam a apostar no jogo da desinformação, aprofundarão o buraco em que se meteram. Se vacilam, há o fator Lula. E foi tão forte a radicalização política da mídia na última década, que a bandeira central da campanha de Lula certamente será o da regulação da mídia e do combate implacável à rede Globo.

Manter o jogo atual, portanto, é questão de sobrevivência para a Globo. O que significa que apostará todas suas fichas em Dória, ou em um pacto de ditadura com Bolsonaro ou abolindo as diretas. De qualquer modo, jogará todas suas fichas na condenação de Lula e sua inabilitação para 2018.

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Comentários

Espaço Colaborativo de Comentários

Doido não rasga dinheiro!

"...o jogo entre a nova direita... e a nova esquerda, que ainda não nasceu"

Você não crê que a nova esquerda deverá nascer mais forte?
E Lula é personagem principal neste renascimento. Como candidato em 2018, inabilitado ou até mesmo na cadeia, exercendo forte influência no futuro político desta nação.

Até porque, por seus discursos atuais, Lula me parece uma pessoa menos ingênua em relação à direita e aos opositores entreguistas do que quando governante.
E a greve me mostrou que não existe o tal "midiota".

Doido não rasga dinheiro.
Esse cidadão, que meses atrás parecia desvairado nas redes sociais (e ainda existem vários em minhas relações nas redes), compartilhando ódio e mentiras, dando suporte aos corruptos para retirarem uma presidente democraticamente eleita e sem crime cometido, é o mesmo que apoiou a greve quando viu que seus direitos estavam sendo extirpados sequencialmente num curtíssimo prazo.
Isto mostra que ele "se fez" de cego e entrou no discurso da globo quando viu que os bons tempos da era Lula estavam se desfazendo.
Agora que ele foi "apresentado" ao outro lado da moeda, rapidinho está dando passos para trás para corrigir seu rumo.
Esse camarada que aparece nos dados recentes das pesquisas reprovando o atual governo e as mudanças em seus direitos, é a alavanca para esse salto da nova esquerda.

O esqueleto da direita não tem musculatura suficiente para se manter forte para 2018.
Apenas gordura que se queimará no terrível esforço de enganação. 
 

 

 

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Não existe, hoje, a possibilidade uma Direita Política no Brasil

Para entendermos o caos Político de hoje. Opinião minha.

A grande marca do Brasil de hoje é não ter espaço para a formação de uma Direita Política.

O Sistema organizou a estrutura seguinte:

Rede Globo & velha mídia oligopólica, Lava-Jato e Procurador Geral da República + Supremo e outras partes do Judiciário comandam os políticos que terão vez e voz no lado político da Direita e Extrema-Direita.

Nos tempos atuais esse Sistema está articulado numa verticalidade em 4 esferas: a Global, a Nacional, a Estadual e a Municipal e é um Sistema comandado pela Ideologia Neoliberal Radical.

Toda a Política aceita precisa se enquadrar neste Neoliberalismo Radical para ser um instrumento com apoio midiático e econômico. O Político de extrema-direita sem nenhum compromisso social, sem nenhum pudor Ético, sem valores humanistas tem a primazia de participar desta estrutura, porque ela defende um Estado Mínimo, a individualização social extrema e a liberalização plena da Economia: o livre mercado.

Quando o Político de Direita não é ouvido e não tem voz, a sociedade brasileira, quase todo País em desenvolvimento e periférico no Capitalismo está se mostrando, assim, passa a ter duas possibilidades de País, apenas, ou o ideário de centro-esquerda e esquerda (+ ou - radical) e o ideário da extrema-direita, este apoiado massivamente pela estrutura organizada pelo Sistema. Já o Centro e a centro-direita ficam escanteados.

No Brasil com a Lava-Jato se intensificou a divisão do País, entre centro-esquerda, esquerda X extrema-direita e a Direita Política desapareceu.

Pensemos no mundo real.

Um Empresário, Político, Intelectual de Direita que considere inoportuna a Reforma Trabalhista, que tenha uma visão mais humana em relação ao trabalhador, que defenda o interesse nacional, o desenvolvimento social do Brasil nos moldes de um Capitalismo Industrial anda praticamente sem vez e voz no Brasil, certo? Não há espaço para se construir a partir de suas ideias um conjunto de deputados e senadores e governadores + prefeitos alinhados às suas ideias/a sua Ideologia. Onde irão externar suas opiniões, onde irão buscar seus votos no eleitorado brasileiro das classes média e médio-alta, se estas classes se baseiam o seu voto, a partir da velha mídia, de extrema-direita intransigente?

Este déficit de representatividade da Direita Política é por demais prejudicial para o Brasil.

Se não estiver à centro-esquerda no Poder convivemos só com atitudes governamentais de um neoliberalismo radical, afinado com as teses do Mercado e do Estado Mínimo.

Hoje, não há do lado Direito do espectro político meio termo possível, então, o caos existe, e não há nenhuma preocupação com o limite do caos, afinal não há comprometimento algum de Temer & o Sistema (Rede Globo & velha mídia oligopólica, Lava-Jato e Procurador Geral da República + Supremo e outras partes do Judiciário) de limitar o Poder do Neoliberalismo Radical.

Nós caminhamos num pêndulo: de reconstrução do Estado e de sua função social e desenvolvimentista ao fim neoliberalismo em seu tempo (anos 90) para a nova destruição do Estado e sua função social e desenvolvimentista, só que agora, com uma radicalidade ainda maior que nos anos 90, porque Temer é apenas um títere nas mãos do Sistema e sequer capaz de observar um limite ou de ouvir a sociedade organizada.

Num tempo de Brexit e de Trump, onde, Globalização e neoliberalismo são questionados, estão refluindo, lá nos países centrais do Capitalismo, ao Brasil se deu a função de retorno ao que está sendo deixado de lado?

2017 tem esta marca: a de se passar de uma sociedade em desenvolvimento e conciliadora com o PT fazendo o intercâmbio (a ponte) entre a elite e o povo, para o Governo Temer, exclusivamente da Plutocracia, do Mercado Financeiro e do Neoliberalismo Radical.

Então, a disputa Ideológica dos votos e das mentes não se dá por concepções de Governo e Estado mais à esquerda, centristas ou mais à direita, somente sobrou a bipolaridade Estado X Estado Mínimo (Estado Mínimo alinhado aos interesses geopolíticos do Imperialismo norte-americano e interesses econômicos das potências capitalistas do Ocidente).

Daí decorre que somente Bolsonaro, Dória, a Marina (da plataforma Itaú) possam ser aceitos como candidatos do Sistema e as escolhas palpáveis que eles aceitam e testam em pesquisas contra Lula.

Nenhuma personalidade mais centrada, menos radical à extrema-direita, capaz de fazer uma concessão social, de ouvir e dialogar com o outro lado e a população se aventa para a disputa eleitoral.

Temos apenas o candidato anti-Lula e dentro de suas funções ele é anti Estado, anti Esquerda, anti Sociedade Organizada, anti coletividade, anti programas sociais de inclusão, anti tudo o que não for a chancela absoluta do individualismo e do Mercado, do Neoliberalismo e do Estado Mínimo. Da prevalência absoluta da iniciativa privada sobre qualquer ação de desenvolvimento que parta do Estado.

Vivenciamos o tempo, onde o Sistema produz o Títere Político feito para implementar o Neoliberalismo Radical sem limites e, tendo como contrapartida a chance de enriquecer, sendo que ganhar dinheiro é diretamente ligado a defender e governar para o 0,1% da população mundial e ajudar na organização de um estrutura capaz de impedir das esquerdas, dos defensores dos interesses nacionais e dos progressistas terem alguma chance de vencer eleições.

O tempo deste Político é o tempo da descoberta de que ele não era o “Santo” lutando contra a corrupção, pois, a partir desse momento se pode virar o disco e colocar outro no lugar, claro, que sem precisar de uma punição para o Político deixado de lado, ele, apenas, fica esquecido.

Bem sabemos, o mote da “corrupção” será a bandeira plus 2.0 deste Sistema no Brasil, depois do fiasco do Golpe e da incompetência de Governar de quem organizou e realizou o Golpe contra Dilma. E, por isto, o afastamento dos políticos aliados vindos da velha Política e a busca desesperada pelo NOVO.

Imaginemos, nestes tempos de mudanças diárias e de Internet, a velocidade que a informação chega dos erros destes políticos todos e a necessidade de virar o disco rapidamente.

Dória até outro dia era o queridinho do Sistema, hoje, parece que já está sendo descartado, seria Moro o substituto? Afinal, Dória não tem se dado conta de que é preciso jogar o jogo, mas, não escancarar o jogo e, assim, queima o seu cartucho a cada dia mais.

As eleições próximas, se existirem, antecipadas ou em 2018, vão acirrar a disputa entre a centro-esquerda X a extrema-direita. Posição mais moderada para o campo Direito do espectro político, ao centro e à centro-direita não vai ser possível e viável, infelizmente.

Enfim, se a Direita Política, incrível pensar nisto, quiser um lugar ao Sol, somente se estiver junto da candidatura de centro-esquerda e levando seu eleitorado para apoiá-la.

Torna-se preciso reforçar que a Direita Política não tem o voto da centro-esquerda e nem apoio do Sistema, que só dá espaço para a extrema-direita, como analisei. 

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Convite

Embora o clima esteja sufocante, com sombrias tormentas agitando os ares e nuvens escuras ocultando o horizonte, conforme previsão do Datafolha. Devemos fazer um evento retrô em homenagem ao atual governo. Nenhum outro governante brasileiro desde Washington Luiz demonstrou tamanha sensibilidade social como Michel Temer.

Aproveitando o xadrez do dia seguinte, imagino um convescote no ibirapuera forrando o gramado com uma toalha xadrez. Uma boa cesta de vime é essencial. 

Supremo temperado de frango ao sal marinho será o prato principal do evento. Devido as suas raízes, digno de ser servido em qualquer baile na Ilha Fiscal. Embora, no momento, muitos chefes façam adaptações. Monsieur Gimau com suas variações à Dantas ou com toque árabe à Abdelmassih, e frau Weber, utilizando a permissão que a culinária faculta, substituindo o frango por baiacú, no supremo de frango à moro em Curitiba, produziram pratos com aromas sui generis. Porém, uma exceção deve ser aberta à São Paulo contemporânea, o acompanhamento deve ser com molho doriana, exótico sim, mas agrada ao paladar de muitos, e alface americana. Uma salada JK Iguatemi. Por ser um prato de forte sabor, talvez um Bolsonaro, safra 1964, seja o ideal para os convivas com coração de ouro: duro e frio.

O único inconveniente será a necessidade de alugarmos banheiros químicos especiais, tendo em vista que o cozimento do supremo temperado de frango ao sal marinho não elimina o protozoário collusionis foederatis, que provoca enfermidade em quem entrar em contanto com os restos digestivos dos comensais. Exigência com os dias contados, afinal, em breve o Estado terá como únicas funções a manutenção da lei e da ordem, com a força de capitães do mato, e a distribuição do bolsa rentista.

Nestes novos tempos de meritocracia aias e pajéns servirão os convidados. Pede-se aos chauffeurs que permaneçam no interior dos automóveis.

 

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imagem de Serjão
Serjão

Depois do Carnaval Fora Temer

A Greve Geral do:

EI globo, VÁ TOMAR NO CU !!!

A ficha caindo cada vez mais e mais. Em quantidade e qualidade.

É só assoprar mais a brasa que o fogo acende pra valer.

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imagem de dja
dja

cena 6 - Dória e a insatisfação de Alckmin

O maior desafio de Dória não é convencer a velha mídia e os tucanos em ser a bola da vez nas eleições de 2018.

E sim, segurar a insatisfação de Alckmin, este nunca perdou os professores quando em uma manifestação de greve nos anos 2000 atacaram a pauladas, o então governador de SP, Mario Covas, e por que não dizer da eterna ojeriza que o governador tem dos movimentos sociais.

Contudo, eu não apostaria em Dória como o indicado para candidatura direitista em 2018. Decerto, Alckmin prefere a esquerda no poder a traição, mesmo com o prefeito paulistano almejando o palácio da álvorada em um novo partido.

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peça 2

Bom, resisti para ler até o final. Mas da peça 2 não entendi nada.

Como ainda acho que não sou totalmente estúpido, sugiro ao autor esquecer o tal Barroso. A pintura que já nos fez do poeta e ex-presidente do STF (já esqueci o nome) Ayres Brito é mais clara. Falta também o senhor Barbosa. Quem ele iria apoiar. Será que tem clareza sobre o que fez?

 

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Caros Nassif e camaradas do

Caros Nassif e camaradas do blog

Faço um comentário:

Mário Covas pode ter sido de centro-esquerda e uma figura referencial antes de ser eleito governador do estado de SP. Depois disso, criou todas as armadilhas (não se se por imposição de Brasília e das pestes neo-liberais que infestavam o desgoverno fHc) que destruíram o Estado de São Paulo:

1 - A Política educacional de progressão automática (não sei se foi implantada nas coxas por Rose Neubauer ou se era essa droga mesmo), que criou hordas de criaturas que não pensam, mas assistem à grobo)

2 - Inventou as OS´s (as "Organizações Sacanas") que empesteiam a adminsitração pública: Vc não sabe quanto de dinheiro é jogado nessas coisas, nem a contrapartida de serviços. Começou na Saúde (como não tinha saco no meio das pernas para privatizar um hospital público, vendia os pedaços: onde trabalho, o PS, SADT, SND, Lavanderia, Manutenção, UTI; estão nas mãos de OS´s. E vc não pode nem ir dentro do SADT - parte do hospital! - porque é DELES), agora está em tudo

3 - Começou uma política de desvalorização do serviço público (servidores e prédios públicos), sem aumento de salários, sem verba de custeio, sem concursos públicos para reposição dos quadros. Uma política deliberada de sucateamento

4 - Vendeu o que pôde, e tentou vender o resto

5 - Criou Geraldo Alckmin, sua maior obra

 

O que este cara foi no passado, destruiu como governador

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Xadrez do dia seguinte da greve geral

“A modernização, quer se chame industrialização, revolução passiva, via prussiana, revolução do alto – ela é uma só, com um vulto histórico, com muitas máscaras, tantas quantas as das diferentes situações históricas.

A história que daí resulta será uma crônica de déspotas, de elites, de castas, nunca a história que realiza, aperfeiçoa e desenvolve. A história, assim fossilizada, é um cemitério de projetos, de ilusões e de espectros. O povo, por esse meio, não participa da mudança: ele a padece.”

”A questão nacional: a modernização”, Raymundo Faoro

-> sobre a transição política brasileira nos anos 1989 e 1990

-> Politicamente, 89 moderniza 64, com um instrumento tirado dentro do sistema, disciplinado pelo sistema,

estamos num movimento acelerado das espirais da História. na era do hiper texto a fluidez dos movimentos políticos se condensa e viraliza suas múltiplas e instantâneas conexões.

como “a maneira como percebemos passado, presente e futuro é condicionado pela nossa própria gramática, sintaxe e semântica”, mesmo sem ainda o perceber de todo nos tornamos protagonistas de uma espécie de “thriller semiótico-linguístico”: a luta contra o golpe de 2016.

1964 e 2016. 1968 e 2018. 1917 e 2017. 1989 e 1990 e agora. o karma instantâneo faz com que tudo retorne para um imediato acerto de contas histórico. a hora é agora. um loop temporal que faz “o futuro acontecer através da função performativa da linguagem” – a linguagem da luta concreta na ruas e de uma outra mídia na web.

-> As apostas sucessivas do Poder em Marina, Dória, Bolsonaro repete, à perfeição, as apostas sucessivas em Quércia, Covas até bater em Collor, e as tentativas atuais de Aécio e Alckmin, até bater em Dória

exposta em sua face nua e horrenda, a plutocracia predatória já não tem como esconder jamais ter tido qualquer competência para um projeto de país.

se nunca teve programa, a não ser a pilhagem extrativista de recursos naturais e humanos, a lumpenburguesia brasileira já não tem sequer um candidato, apenas grotescas caricaturas de si mesma.

como nenhum deles se viabilizará, lhe resta apenas a Ditadura aberta. ou a guilhotina.

->A contínua e íntima relação – através de alianças e de conciliações – da esquerda com a velha direita se constituía num fator de emperramento da democracia no Brasil.

esgotamento de um ciclo. para um novo Brasil é imprescindível a nova Esquerda que agora nasce da luta contra o golpe.forjada nas ruas e nas ocupações, resgatando seus fundamentos e arquitetando seu futuro.

não haverá retorno. o Lulismo está morto. o que não implica em que o político Lula ainda possa em muito contribuir para avançar o movimento político.

->Coloca em curto-circuito todo o jogo de contrainformação da mídia.

->a política se despiu do manto diáfano da fantasia.

->O castelo retórico criado pela mídia se esboroou,

a mídia somos nós. uma rede de conexão espalhada por toda parte. a mídia somos nós, a resistência ao golpe em contato on line, 24x7. a Rede Global foi derrotada. a contra narrativa venceu. foi rompido o cerco a Stalingrado.

->o novo posicionamento do Supremo

“que Judiciário é esse? um Judiciário que defende o Temer!”. são muitas as Marias Antonietas nos salões do Baile da Ilha Fiscal. ainda não se deram conta de que seu Titanic já colidiu com o iceberg da resistência popular.

->A Lava Jato entrou em uma enrascada onde, cada tentativa adicional de criminalizar Lula sem provas concretas, provoca um efeito inverso na sua popularidade.

como em todo o período Lulista, o anti-Lulismo apenas alimenta o mito Lula. a prova definitiva da mediocridade da plutocracia incompetente deste país.

e onde estão os grande empresários? ou atrás das grades, ou batendo palmas para as reformas regressivas. jamais terão qualquer proposta para crise, pois são eles nossa crônica crise.

->Há nítidos sinais de que o monstro saiu do controle dos donos do poder.

-> O povo, por esse meio, não participa da mudança: ele a padece.”

criaram uma situação inédita no Brasil. a única forma de superar a crise é a aplicação das “medidas populares”. ou seja, fazer com que o grande capital pague a conta do golpe.

como nunca antes na História deste país, o Povo sem Medo nas ruas tornou-se hoje o principal agente social e político.

p.s.: Temer decretou seu fim ao atacar os índios. lembrai-vos de Sérgio Cabral e a Aldeia Maracanã.

vídeo: Greve Geral: 28/04/2017 - Ato regional em S. Lourenço (MG)

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franciscopereira neto

arkx

Quando li isso aqui, "o Lulismo está morto", discordei de você.

E não é que mais adiante você se desdiz!

"A Lava Jato entrou em uma enrascada onde, cada tentativa adicional de criminalizar Lula sem provas concretas, provoca um efeito inverso na sua popularidade".

Já estou vendo e percebendo que aqueles que entraram na onda de demonizar o Lula e o PT, estão refluindo.

Veja que os caciques tucanos estão todos recolhidos, escondidos na moita, porque acabou a sua "isenção" patrocinada pela Globo pelo MPF e pelo STF.

No caso do STF, sob os domínios do sempre onipresente Gilmar, a título de salvar as cabeças do psdb, está entregando os dedos.

Vejo defesas patéticas dos tucanos citados na lista do Fachin. Somado ao desastre das útimas pesquisas. Alguém já disse que o psdb virou nanico.

E a tendência é o Lula crescer mais.

Há movimentos de governadores para se aliarem a Lula depois do seu depoimento a Moro.

Renan Calheiros, como puta véia que é, já se rebelou antes do barco dos golpistas virar de vez.

Eu acho que se Moro condenar Lula, o imponderável pode acontecer.

Nassif já disse que o STF resgatou o seu protagonismo, depois que todos os partido cairam na vala comum. Faltavam os caciques tucanos. E veio.

Veja que o estrago já se fazia sentir, mesmo antes da lista do Fachin. Lula sempre esteve na frente nas pesquisas, e a tendência, no meu ponto de vista é o Lula disparar.

Você mesmo disse que os golpistas perderam o controle e não sabem mais o que fazer.

Podem continuarem a criminalizar a política, mas Lula, mesmo preso, continuará a ser Lula. Isso não é Lulismo?

Eu insisto que Ciro Gomes se comporta como um analfabeto político, não se "misturando" com os políticos conspurcados. As vezes exagera nas críticas ao Lula e a Dilma como se isso fosse lhe render votos. As pesquisas mostram que não.

Defendo uma chapa Lula/Ciro, não necessariamente nesta ordem, a depender do que vier adiante. E mesmo no melhor cenário para Lula, sendo candidato e vencendo, Ciro só tem a ganhar; Lula está com 71 anos, tudo pode acontecer com a sua saúde Ciro assumir. Torço para que nada aconteça a Lula e Ciro terá o próximo mandato para se eleger. Mas tem que parar de ser burro.

Enquanto isso "outsiders" como Dória tenta penetrar nessa brecha aberta pelos enlameados. Só pretensão, porque é um burro mimado pela elite mais sórdida de São Paulo.

Como sempre disse PHA: Alckmin não passa de Resende.

O monstrinho criado por ele também. Talvez nem chegue a Pindamonhangaba.

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franciscopereira neto

Bingo

A Globo e os banqueiros medraram.

Ameaça de Palocci de delatar bancos e empresas de comunicação pode ter sido “recado” chave para soltura de José Dirceu

http://www.viomundo.com.br/politica/ameaca-de-palocci-de-delatar-bancos-...

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Xadrez do dia seguinte da greve geral

é preciso total clareza para distinguir 3 pontos: o político Lula, o mito do Lulismo e o que Lula simboliza no processo de construção nacional.

o político deve ser defendido, o que Lula simboliza deve ser fortalecido, mas o mito do Lulismo deve ser destruído.

o Lulismo é esta falida concepção de se tentar atender algumas poucas necessidades da maioria às custas de se render a quase todas as exigências de uma minoria. como se fosse possível através da conciliação permanente com uma plutocracia predatória, viabilizar um projeto de sucessivas mudanças pequenas e graduais, mas ainda assim sustentáveis no longo prazo. o golpe do impeachment enterra definitivamente esta vã e amarga ilusão.

já quanto a Palocci, assim como Marcelo Odebrecht e todos os demais, a única delação a ser feita é perante ao Povo brasileiro. bastaria que apenas um deles tivesse registrado um pormenorizado depoimento para ser colocado na web, acessível a todos, para derrubar o tribunal de exceção de Curitiba.

nem mesmo o Almte. Othon teve a grandeza de assim agir. todos se curvaram à Lava Jato & Associados, em nome de uma Pacto à la Brasil.

se Palocci tem algo a revelar, por que já não o fez? seu único compromisso deveria ser com a restauração da Democracia.

abraços

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Marcelo33

Arkx, estou no aguardo do seu

Arkx, estou no aguardo do seu balanço da greve-geral.

"Temer decretou seu fim ao atacar os índios. lembrai-vos de Sérgio Cabral e a Aldeia Maracanã."

Alguma maldição indígena, fúia de Tupã, etc ??? Será que agora vai ???

Bem que os índios podiam fazer algo do tipo para a namoradinha do Brasil, que conseguiu finalmente, casar com um sinhozinho Malta de verdade, e apoia o extermínio dos nossos índios,  e para o GM.

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Xadrez do dia seguinte da greve geral

-> Alguma maldição indígena, fúia de Tupã, etc ??? Será que agora vai ???

tá mais prá Ira de Filipe Camarão. ah, vai! que vai, vai. só não posso garantir prá onde... abraços.

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Li de Brusque

O dia seguinte da grve

O dia seguinte da grve geral.

Bolsas em forte alta, 1,88%, juros futuros em baixa, e Ibovespa futuro em alta.

Ações de redes varejistas em forte alta, com destaque no Pao de Açucar, Lojas Americanas, Hering, refletindo assim os bons balanços do 1º trimestre que mostram uma retomada no varejo.

Isso vai de encontro com a sensação geral de que a economia começa a se mover. E olha que não é para baixo,mas para cima.

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Álvaro Noites

Só se for a sensação geral da

Só se for a sensação geral da tua res.

O que vejo é uma legião de engenheiros desempregados, muitos ex-colegas meus.

Cada vez que eu abro o Linkedin vejo um novo colega com bolinha antes do nome ou que se descreve ora como "In carreer transition" ora como "disponível no mercado de trabalho".

Semana passada mesmo estive conversando com um representante comercial de uma empresa multinacional de alta tecnologia, e durante a conversa sobre o que mencionei acima e sobre o desmonte da Engenharia nacional e a fuga de Centros de Desenvolvimentos de Multinacionais, o mesmo comentou que "a mídia diz que a economia está melhorando, mas qualquer um sabe que não está melhorando é NADA". Pra mim, foi uma fala reveladora de como existem desiludidos com o golpe, uma vez que na área de Engenharia a coxinhice impera.

Outra dicas:

- vá a algum Shopiing Center ou mesmo em centros comerciais de sua cidade e veja a quantidade de lojas fechadas.

- converse com um gerente de supermercado e veja quais as mudanças de consumo ocorreram até agora e tente entender aquela manchete de Páscoa do tipo "o preço do bacalhau caiu".

- tente encontrar famílias que não estão devendo horrores aos bancos que, coitados, necessitaram de perdão de dívida bilionária, ou que tiveram seus créditos podres comprados pelo BB.

- passe perto de um galpão de leilões de veículos usados

- Tente vender um imóvel

- Tente abrir um negócio próprio hoje

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Ciro Medeiros

O nosso Berlusconi seria um pastor midiático

A questão central da correlação de forças é pra que lado vão as igrejas evangélicas. 

 

Se elas ficarem rachadas, com uma boa parte indo a esquerda, a Globo vai ficar entre 1) por o rabo entres as pernas, ranger os dentes e ir pra eleição em 2018, ou 2) uma tentativa desesperada de gerar insurreições sociais para inviabilizar as eleições. Desesperada porque, no caso dos evangélicos racharem ou irem majoritariamente para a esquerda, essas insurreições sociais seriam muito provavelmente um gatilho para uma revolução que teria a própria Globo como principal alvo da maior parte da população (jovem e disposta a lutar). 

Se as igrejas evangélicas virarem a direita - como eu e, certamente, a Globo esperava - atacar a estabilidade do sistema para provocar insurreições sociais seria um bom negócio para a direita, uma vez que essas insurreições poderiam ter seu rumo guiado por pastores midiáticos e gente como o Dallagnol. 

 

O que a greve geral parece ter sinaiizado é que os evangélicos vão em peso para a esquerda e, nesse contexto, a negação da Globo em noticiar a greve não é simplesmente uma tática bem pensada, mas também uma reação emocional típica de um narke que se deparou com uma realidade com a qual ele não consegue lidar, permitindo-se, então, mergulhar no conforto do próprio entorpecimento.   

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Doido não rasga dinheiro!

"...o jogo entre a nova direita... e a nova esquerda, que ainda não nasceu"

Você não crê que a nova esquerda deverá nascer mais forte?
E Lula é personagem principal neste renascimento. Como candidato em 2018, inabilitado ou até mesmo na cadeia, exercendo forte influência no futuro político desta nação.

Até porque, por seus discursos atuais, Lula me parece uma pessoa menos ingênua em relação à direita e aos opositores entreguistas do que quando governante.
E a greve me mostrou que não existe o tal "midiota".

Doido não rasga dinheiro.
Esse cidadão, que meses atrás parecia desvairado nas redes sociais (e ainda existem vários em minhas relações nas redes), compartilhando ódio e mentiras, dando suporte aos corruptos para retirarem uma presidente democraticamente eleita e sem crime cometido, é o mesmo que apoiou a greve quando viu que seus direitos estavam sendo extirpados sequencialmente num curtíssimo prazo.
Isto mostra que ele "se fez" de cego e entrou no discurso da globo quando viu que os bons tempos da era Lula estavam se desfazendo.
Agora que ele foi "apresentado" ao outro lado da moeda, rapidinho está dando passos para trás para corrigir seu rumo.
Esse camarada que aparece nos dados recentes das pesquisas reprovando o atual governo e as mudanças em seus direitos, é a alavanca para esse salto da nova esquerda.

O esqueleto da direita não tem musculatura suficiente para se manter forte para 2018.
Apenas gordura que se queimará no terrível esforço de enganação. 
 

 

 

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Álvaro Noites

Quando vejo peão de fábrica

Quando vejo peão de fábrica do trampo pregando o fim do décimo terceiro e férias porque "nos EUA é assim", eu fico com vontade de ir pra GRU sem rumo.

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João de Paiva

Comentário colaborativo

Prezados,

Como sempre, as análises de Luís Nassif se mostram esclarecedoras e nos fazem refletir.

A crônica de hoje está muito boa, mas precisa ser revisada em alguns pontos.

No 6º parágrafo da Peça 2 está escrito:

"O que diz Barroso, o patrimonialista, sobre a PEC 35, enfiada goela abaixo da sociedade por um governo provisório, empossado no bojo de um golpe parlamentar."

Na verdade a chamada 'PEC da Morte' recebeu na Câmara o nº 241/2016 e no Senado 55/2016. Depois de aprovada, ela passou a constituir a EC-95/2016 e não EC-35/2016.

No 5º parágrafo da Peça 4 está escrito:

"Na 4a feira será o julgamento do habeas corpus de José Dirceu, preso há meses sem julgamento de 2a instância. Quase certamente será ordenada a sua libertação, embora Dirceu continue respondendo à condenação da AP 470. Nâo descarte alguma manobra de Moro, uma nova medida, para manter Dirceu enjaulado."

Vale dizer que a pena de José Dirceu na AP-470 foi extinta, já que o próprio STF acatou pedido de induto da Presidência da República (com Dilma, obviamente), que na prática foi a admissão de que JD foi condenado injustamente e SEM PROVAS; aliás, é por isso que os torquemadas e savonarolas tupiniquins - cheios de ódio nazifascista e sangue nos olhos - se empenharam em fazer novas denúncias e obter novas condenações de José Dirceu. É por esas duas outras condenações (no juízo de piso da 13ª VJF da república curitibana) que José Dirceu encontra-se, desde 2015, novamente encarcerado.

Como observado no texto da crônica, não faltarão invencionices e interpretações criativas, para manter José Dirceu preso, mesmo que a jurisprudência do STF (em que pese essa côrte, frrontalmente em desacordo com a CF/1988 tenha decidido que uma pessoa possa ser presa sem trânsito em julgado de sentença condenatória; basta que um tribunal de exceção, como TRF4, decida pela prisão de uma pessoa que ela será privada de liberdade, o que é frontalmente oposto ao expresso no Art. 5º da Carta Magna) seja clara e expresse o contrário. O STF de hoje é ator principal do golpe de Estado - seja por omissão, cumplicidade, conivência ou participação direta de seus ministros na trama golpista - e não deve decepcionar as maltas e matilhas que o açulam e pressionam.

Se for preciso torcer, retorcer, distorcer e manipular criminosamente a CF - como tem sido a tônica do STF desde o farsesco e midiático julgamento da AP-470 - é certo que os 'doutos ministros' do STF o farão sem  menor cerimônia ou escrúpulo, os quais parecem não mais possuir.

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Junior 5 Estrelas

Vou me permitir fazer aquilo

Vou me permitir fazer aquilo que não gosto,mas farei dado ao inusitado do tema.Trata-se do dialogo do editor com o comentarista alexis,02/05/2017,às 06;25.Aduz o comentarista alexis que Nassif "prometeu" nunca mais falar sobre o Ministro Barroso,o que já seria algo mais que pertinente,para que não se configure fixação.À condição de comparação,conexão ou liga entre Raymundo Faoro X Luiz Roberto Barroso,não guarda qualquer verossimilhança entre a obra do primeiro para o segundo,tal a discrepância entre uma e outra.Não lembro outro momento da obra de Faoro ter sido levada a patamares tão chinfrim.Quanto ao Xadrez em tela,mesmo concordadando com as colocações de Nassif em tudo que foi por ele colocado,faltou-lhe uma observação fundamental.Após a Greve Geral e seus desdobramentos,não foi dada nem a condição de indicio,que o Governo Temer pode estar com os dias contados.
 

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Barroso é o porta-voz do

Barroso é o porta-voz do neo-patrimonialismo.

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CB

O que não falta em Sampa é

O que não falta em Sampa é pobre de direita, o que se ouve é a repetição daquilo que a mídia (sobretudo a rede Plim-Plim) martela o tempo inteiro.  Mas esta manhã já ouvi coisas diferentes no ônibus: uma mulher bem simples dizia que "no ano que vem Lula vai ganhar a eleição porque este homem aí (o temer) é um ladrão"; o motorista do ônibus perguntou ao passageiro "você viu a cara de nojo que o Dória fez quando jogou as flores no chão?"; outro dia um motorista disse, em tom de gozação, que eles, os motiristas e cobradores, iriam "aplicar um corretivo no Dória". Era de uma raridade enorme ouvir algo contra a maré da mídia nos ônibus indo e vindo da periferia. A ficha está começando a cair.

Em relação aos "movimentos sísmicos", os sismógrafos dos "donos do brasil" já sentiram e denunciaram o abalo possível, mas, desta vez, a direita golpista não tem estrategistas como naqueles últimos anos da ditadura de 1964. Além disso, eles não tem um Tancredo e nem um Caçador de Marajás para enfiar goela abaixo do povo. Moro, Dória, Huck não chegam aos pés dos dois que citei e os "estrategistas", hoje, são brucutus como os donos da globo, aquele homem que está trajado como editor de jornais e comanda a folha de são paulo, etc. Esta gente não serve nem pra engraxar so sapatos de um Roberto Marinho, um Golbery e outros que bolaram aquela coisa genial que foi a transição do regime militar para civil sem que nada mudasse de verdade, mas levou o povaréu a fazer festa e celebrar a Nova República.

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Marcelo33

Se a Maré virar, a punição

Se a Maré virar, a punição tem que ser pesada !!!

Lula é cvapaz disso ??? De querer parecer um ditador aos olhos do estrangeiro ???

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jossimar

"Se continuam a apostar no

"Se continuam a apostar no jogo da desinformação, aprofundarão o buraco em que se meteram. Se vacilam, há o fator Lula. E foi tão forte a radicalização política da mídia na última década, que a bandeira central da campanha de Lula certamente será o da regulação da mídia e do combate implacável à rede Globo."

Se o Lula acabar com a globo passará da condição de MITO para a de DEUS.

Há anos digo e reafirmo: Ou o Brasil acaba com a globo(e todos os marinhos) ou a globo acaba com o Brasil(e todos os brasileiros).

Este empresa é um câncer de pancreas no Brasil. Tem de ser cauterizado.

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jossimar

"A tentativa de fabricar um

"A tentativa de fabricar um novo Collor, com João Dória, esbarra no amplo amadorismo do candidato. Na ânsia de explorar a radicalização contra Lula, vai gerando um personagem complicado, dono de uma retórica pobre, repetitiva e agressiva. É corredor de 50 metros."

Para mim não passa do mais completo imbecil e idiota, daqueles que SOMENTE o estado de são paulo poderia gerar.

Aposto que até o final deste ano nem os imbecis paulistas o suportarão.

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Marcelo33

fracasso do golpe

fracasso do golpe ???

Neoliberalismo está escrito a fogo na constituição por 20 anos...

E o prés-sal já era !!! Lula não é homem suficiente para rasgar eses contratos. Lula adora tapinhas nas costas. Se ele rasgar os contratos lesa-pátria do pré-sal, vai virar um novo Bashar Al-Assad. E duvido que ele queira isso.

Lula é um alternativa Ruim em meio a várias alternativas péssimas.

Nem precisam aprovar mais nada, ou melhor, vai chegar uma hora que essas reformas draconianas serão necessárias para manter a PEC do Teto de pé ou desmanchar o país.

 

 

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jossimar

"O que diz Barroso, o

"O que diz Barroso, o patrimonialista, sobre a PEC 35, enfiada goela abaixo da sociedade por um governo provisório, empossado no bojo de um golpe parlamentar.

Desrespeitá-la significa predeterminar o futuro com déficits, inflação, juros altos, desemprego e todas as consequências negativas que dessas disfunções advêm. A democracia, a separação de Poderes e a proteção dos direitos fundamentais decorrem de escolhas orçamentárias transparentes e adequadamente justificadas, e não da realização de gastos superiores às possibilidades do Erário, que comprometem o futuro e cujos ônus recaem sobre as novas gerações"

Barroso, eu tenho uma sugestão que poderá ajudar o país a cumprir os objetivos da PEC da morte; é este:

Sugiro que o orçamento do judiciário para os p´roximos 500 anos seja de 0,35% do PIB brasileiro do ano de 1980, corrigido pelo menor indice de inflação a partir de 2020. Sem acumulação. Para correção do valor será utlizado somente o menor índice de inflação de 2019.

Suspensão imediata da construção de templos marajânicos para qualquer órgão do judiciário.

Proibição de criação de qualquer benefício ou penduricalho que aumente o salário do judiciário pelos próximos 500 anos.

Etc, etc, etc...

UM FDP que não será afetado pelos efeitos assassinos da PEC defendendo a pena de morte dos outros. FDPFDPFDPFDPFDPFDP

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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PauloBR

Façam suas apostas!

"Na 4a feira será o julgamento do habeas corpus de José Dirceu, preso há meses sem julgamento de 2a instância. Quase certamente será ordenada a sua libertação, embora Dirceu continue respondendo à condenação da AP 470."

 

No Brasil as coincidências são plantadas na véspera. ´Como no caso da juíza de SP que inocentou Leo Pinheiro no processo da Bancoop um dia antes de o sujeito depor ao Moro sobre o triplex. A litispendência, magicamente, deixou de existir...

Se não hoje, amanhã ou depois irão denunciar novamente Dirceu. Pode ser até por ter roubado o vinho da missa quando era coroinha, tanto faz - o importante é que junto virá um pedido de prisão. Aí o STF (amanhã ou após novo adiamento) irá soltar Dirceu, mas Dirceu continuará preso.

Claro, não sou adivinho. Pode ser qua amanhã ou depois ocorra apenas outra coincidência. Coincidências existem, algumas até como coincidência.

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ADIVINHOU !!! Foi

ADIVINHOU !!!

Foi hoje.

 

http://www.brasil247.com/pt/247/brasil/293315/Defesa-de-Dirceu-aponta-ab...

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Rui Ribeiro

Não se deve lançar pérolas aos porcos, mas farelo

A Ciclista deveria ter oferecido farelo ao suinocrático João Dória, não flores.

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Xadrez ainda com tabuleiro cheio

Na medida em que o jogo de xadrez avança, algumas peças normalmente vão caindo e saindo do tabuleiro, ou, no mínimo, perdendo importância frente a outras. Isso é bom para todo o mundo, principalmente os expectadores, que acabam enxergando o objetivo final do jogo em disputa.

O presente xadrez do Nassif, embora não seja tarefa fácil, mantém ainda a confusão do primeiro, sem identificação clara e definitiva das peças mais importantes, e muitas vezes ressuscitando peças abatidas em tabuleiros anteriores, como o José Eduardo Cardoso, que Nassif não perde de cutucar e, mais ainda, do Juiz Barroso, que o Nassif tinha prometido não falar mais dele e que hoje ocupa a metade deste xadrez. Também, aparecem novos personagens meio desnecessários, como os “radares” e os “birutas”.

Acredito que o maior papel deste xadrez do Nassif esteja no afunilamento do jogo, na melhor identificação das peças principais e a menor dispersão sobre fatos auxiliares. Seria uma grande contribuição para nós, menos inteligentes e informados que o autor deste interessante seriado.

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Alexis, quem ocupa metade do

Alexis, quem ocupa metade do artigo é Raymundo Faoro, em escritos clássicos dos anos 90. Barroso serve apenas de liga,

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Grato

Grato Nassif. 

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Prezado Alexis Bom dia  O

Prezado Alexis

Bom dia 

O mouro "é responvel pelo que cativas" !!!

Abração

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Mário Mendonça

Muitas outras categorias,

Muitas outras categorias, em várias cidades do Brasil, participaram da Greve Geral, inclusive os metalúrgicos do ABC: houve paralisação quase total da produção de automóveis em SP por causa disso. Os Correios ainda estão em greve. Todas as universidades e institutos federais de educação fecharam, bem como praticamente todas as escolas públicas do Brasil e boa parte das privadas. O comércio fechou em centenas de cidades. E grande parte do transporte público parou em muitas cidades grandes, único aspecto explorado pela grande mídia, além dos "fechamentos de vias". Não vi nenhuma matéria jornalística sobre os dados dessa greve, que foi um marco. E abriu caminho para o que virá por aí: mais paralisações, mais greves.

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jossimar

Desta vez ocorreu m fato

Desta vez ocorreu m fato inédito e inacreditável: Até na minha cidade(interior do ES) repleta de conservadores italianos houve greve.

O Temer é realmente um presidente milagroso.

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Mário Augusto Gomes

Quer saber, à direita

Quer saber, à direita fascista errou na dose, não vai dar para o PSDB, vai dar Bolsonaro.

Dai, quando o surreal virar realidade, à esquerda se reaglutina.

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Xará Bom dia  O "maluco

Xará

Bom dia 

O "maluco fascita" será retirado do tabuleiro na hora certa, e ainda vão culpar uma comuna-petista!

Abração

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Mário Mendonça

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Hildermes José Medeiros

É um texto de se agradecer ao

É um texto de se agradecer ao jornalista pelo esforço de análise: muito bom, e aderente ao entendimento de muitos que acompanham o desenrolar do golpe. Sei que não é elogio que move a ação do jornalista, mas a necessidade de trocar em miúdos, com argumentos consistentes, os fatos políticos do momento, claro que num ativismo  mais do que positivo. Chama-me a atenção entretanto um fato intrigante: por que todas as análises deixam de fora o estamento militar, braço armado do Estado, que qualquer golpe de estado só pode florescer e vencer encontrando apoio neste setor. O golpe de 2016 certamente não foge dessa premissa.: apoio militar. Só que esse apoio não é explicitado por ninguém, inclusive a mídia. Pode-se depreender da posição destes quanto ao golpe, bastando ler a profusão de opiniões de militares nas páginas que frequentam na internet, principalmente os Clubes Militares, ou ter um parente ou amigo fardado, ou mesmo militar aposentado. Ou nada dizem, mas quando falam ou escrevem é mais do que claro o apoio ao golpe e seus desdobramentos. Também, saltam aos olhos o apoio, bastando ver as comendas que os Comandantes andam distribuindo nos últimos tempos, a última agraciou entre outros o juiz Sérgio Moro, além da fala marota de comandante citando o artigo da Constituição que seguem na orientação das ações dos militares. Um artigo de entendimento meio controverso, que os militares entendem como querem. É possível que o entendimento de modernização de 1989 em 2016, a ação desse estamento que está entre os altamente privilegiados (sempre salários atualizados, aposentadoria especial) esteja exigindo a não participação dos militares nas atividades diretas de repressão, ficando papel sujo a cargo da polícia. Apoiar na sombra pode. Aparecer só em último caso. Não é mesmo?

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Prezado Hildermes Bom

Prezado Hildermes

Bom dia 

Dilma tinha legitimidade para convoca-los e frear o golpe, usando o artigo 142 da CF, porém "omitiu-se" !

Sabemos que no Brasil, o poder publico é escravo privado, isto posto, porquê expor-se ?

Abração

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Mário Mendonça

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João de Paiva

O buraco é mais embaixo

Prezado,

Se você costuma ler meus comentários, há de ter notado que há três anos (e até mais) eu tenho chamado a atenção para um fato grave: as FFAA jamais apoiaram ou foram leais à Presidenta Dilma Rousseff. Nos comentários que fiz entre 2013 e início de 2016, antes da consumação do golpe de Estado, fiz várias provocações, na expectativa de que a Presidenta legítima convocasse o comando das FFAA e evitasse a consumação do golpe.

Se as FFAA fossem leais à Presidenta Dilma Rousseff, por que ela não as teria convocado? Essa papo de que as FFAA atualmente estão seguindo rìgidamente a CF/1988 e restringindo sua atuação ao que determina a Constituição é a desculpa mais esfarrapada que já vi. Basta ouvir o edificante diálogo entre Romero Jucá e Sérgio Machado (quando o senador diz: "Olha, andei conversando com os generais... eles estão garantindo, com o Supremo, com tudo...") ou verificar a arapongagem, bisbilhotagem e infiltração de P2 em movimentos sociais (como a daquele capitão Wilklian Pina Botelho num grupo de jovens que por meio de rede social planejavam participar de uma manifestação contra o governo golpista), para se constatar de que lado sempre estiveram e estão as FFAA. 

Se os exemplos acima não forem suficientes, analise a relação entre os golpistas corruptos (as quadrilhas de Temer, PMDB e PSDB hoje no poder) e o general sérgio etchegoyen, nomeado por 'MT' para o recriado SNI, tucanamente rebatizado de GSI. Observe a violência e matança no campo, como a deste semana, em que índios e sem-terra tiveram mãos, braços e pernas cortados a golpes de facão por jagunços a serviço de fazendeiros e políticos oligarcas, om o apoio e complacência da PM. A matança de mais de 100 presos no início do ano em RR e AM já foi esquecida e nenhuma autoridade foi punida, ao contrário; alexandre de moraes, que foi omisso, negligente, mentiroso e conivente com a matança de presos foi promovido a ministro do stf.

Será que é correto acusar a Presidenta Dilam de ter sido omissa? 

Por que nenhum jornalista perguntou à Presidenta Dilma se ela tinha apoio e lealdade das FFAA? 

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A crítica da interpretação do Brasil

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Leo Salvador

Risco de uma guerra civil

Impeachment sem crime de responsabilidade rasgando o voto de 54 milhoes de cidadãos e colocando o Brasil num golpe parlamentar, abusos do judiciario como uma gravação não autorizada de uma presidente da República por um juiz de primeiro grau e o STF se contenta com um mero pedido de desculpa, aprovação da PEC dos gastos e aprovação da ampliação da terceirização, venda irresponsáve ldo patrimônio da nação como o pre-sal e envios das reformas previdenciária e trabalhista retirando direitos básicos da população e não envio da taxação de lucros e dividendos. Tudo isso foi feito sem levar a um levante popular, sem mergulhar o país numa guerra civil. Mas fico a perguntar ate quando o povo suportará tudo isso? Um governo ilegitimo e impopular sustentatao por uma narrativa cínica da mídia hegemonica? Acho que o limite pode ser a prisão arbitraria do Lula, ou seja, o segundo golpe (agora um golpe de Estado). O povo suportará pacificamente  mais isso? 

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Prezado Leo Bom dia  Os

Prezado Leo

Bom dia 

Os golpistas vão utilizar o artigo 142 da CF, para "manter a paz", coisa que Dilma deveria ter feito,  inclusive mandando prender todos os traidores, porém,  "omitiu-se" !

Como bem escreveu o Mouro, essa greve foi um divisor de aguas, pois, as grandes cadeias produtivas não querem ver seus negocios afundarem, como comandam nossa "politicalha", podem impedir a conflagração !!!

Abração 

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Mário Mendonça

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Paradoxo

O golpe subiu no telhado.

Enquando Dilma estava no poder era fácil para a mídia e demais golpistas jogar todas as mazelas do país na conta dela. Mas para derrubá-la e incriminá-la, fizeram a Lava-Jato. Desde então o país só piora. Conforme a poeira vai assentando, o país começa a se perguntar: Esse governo golpista agrada a quem? Aos trabalhadores, tirando direitos e a aposentadoria? Aos empresários, promovendo recessão e criminalizando empreiteiras, fechando estaleiros e difamando o agronegĺocio com essa bobagem da operação Carne Fraca? Ao PMDB que depois de ser usado pelo PSDB e Globo para promover o golpe teve vários de integrantes presos? Os únicos a estarem satisfeitos com o governo Temer são banqueiros, empresas de mídia e telefonia e executivos das petrolíferas estadunidenses. A mim me parece uma base insuficiente para se manter no poder. Talvez não dure nem um ano.

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Marcelo33

Essa turma pode eleger

Essa turma pode eleger tranquilamente 8 ou 9 senadores em 2018, para se somar aos 24 que ela tem até 2022, para segurar a PEC do Teto até lá...

E isso é mais do que suficiente. Não precisa de Temer na presidência, pode ser até o Lênin, que não fará diferença.

O povo devia ter se mobilizado contra A PEC, mas o governo passou ela antes do povo acordar. Foi um passeio.

Essa turma pode não ser suficiente para segurar o executivo, mas amarraram a economia do Brasil até no mínimo 2022. om menos sorte, até 2028. 

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O "macro": liberais, soberanistas e o meio do caminho



http://www.romulusbr.com/2017/04/eleicao-na-franca-midia-ainda-no-sec-xx.html

*

A eleição deste ano na França tem vários pontos de contado com o confuso momento político brasileiro, como tenho feito questão de ressaltar na cobertura que faço dela.

Não podia ser diferente: o pano de fundo é o divórcio entre os mecanismos da democracia representativa clássica e a sociedade, por esses mecanismos terem sido, até o momento, incapazes de dar uma resposta às consequências conjunturais da crise econômica mundial e estruturais do modelo neoliberal globalizante.

No macro, as disputas políticas a partir daí estão mais para “roupagens” episódicas, país a país, de três vertentes maiores de “respostas” à crise:

(1) Aqueles que apregoam que o problema foi “pouco” liberalismo, defendendo ainda mais “reformismo”: liberalização selvagem do mercado de trabalho, do comércio (hoje mais pela via de acordos bilaterais que na OMC) e austeridade. Ou seja: aumento da competitividade internacional via dumping social.

(2) Os “soberanistas”, em geral advindos dos extremos do espectro político (extrema-esquerda e extrema-direita), que advogam o término e até mesmo o desfazimento da liberalização implementada pelos representantes do grupo (1); e

(3) Os que ficam no meio do caminho. Sejam céticos, pragmáticos, moderados, centristas...

*

Na França, a população levou em empate técnico – até a boca da urna – 4 candidatos que se encaixam nesse figurino: um de direita, equivalente a (1), um de extrema-esquerda e outra de extrema-direita, equivalentes a (2), e um que se coloca como “centrista”, “(3)” portanto, mas que está muito mais para (1) “envergonhado”.

Esse último, Emmanuel Macron, é quem deve sair eleito no domingo.

*

Muitos me perguntam quem seria o “Macron” no Brasil...

Olhando no macro, ou seja abstraindo a “pessoa física”, estaria mais para Marina: alguém que saiu da esquerda, assumiu um programa de direita e se vende como “o novo”, porque não é “nem de esquerda, nem de direita”, mas “de esquerda ~e~ de direita”, porque “vai combinar o melhor dos dois mundos”.

Parece vago?

Pois é para ser mesmo...

Um pacote de vento, embalado por uma bolha midiática, para esconder no recheio um neoliberalismo “que não ousa dizer o próprio nome”.

Já outros veem Macron como um modelo válido para... Doria.

De novo, abstraindo as “pessoas físicas” (cuja distância seria medida numa escala cósmica!), haveria a (auto) alegada – e (auto) propalada – “meritocracia” do agente, seu “notório saber ~técnico~” a respalda-lo e a (auto) alegada distância dos “velhos” partidos e da “velha” política, por virem “de fora do sistema”.

Macron viu que havia um vácua no “centro”, o item (3) lá de cima, pela falta de candidaturas competitivas nesse campo. Vendeu-se como um desses...

Mas, como disse, está mais para um (1) “envergonhado”, a ser descoberto no dia seguinte à posse.

Já Dória parece jogar na antiga polarização, querendo se marcar mais pela negação, o “anti-Lula”, do que propriamente pela afirmação de qualquer coisa.

Assim como havia um vácuo no centro para Macron, há um vácuo à direita para Dória, pela implosão dos velhos tucanos.

Assim, a sua caracterização como o “anti-Lula” faria sentido político.

O problema é que, dado o fracasso da resposta liberal à crise (1), imposta pelo golpe no Brasil, é difícil que Dória possa cavalgar o mesmo “vazio programático” e a mesma bolha midiática que leva Macron ao poder.

Isso porque (a) seu programa não está “vazio” (é o “programa do PT multiplicado por (-1)”) e (b) a mídia, por absoluto abuso dos seus meios por um período longo demais, perdeu o controle da narrativa (o que se reflete nas pesquisas de intenção de voto com Lula na cabeça, p.e.).

Isso também deve ocorrer na França...

Mas provavelmente só em 2022.

Já no Brasil, diria que não há ainda o “Macron” de 2018: um pacote “neutro” (de preferência vazio) pronto para ser embrulhado e vendido pela mídia.

Poderia ser Marina, mas ela é incapaz de aguentar o tranco, a pobre...

Ainda deve estar para surgir...

*

Outro artigo, mais elaborado, sobre como o establishment - via mídia e Judiciário - conduziu a eleição na França:


http://www.romulusbr.com/2017/04/alerta-na-franca-e-brasil-quando-midia_19.html

*

Artigo de hoje sobre o tema "Macron vs. Doria" que saiu na Folha

(um pouco condescendente com o "fenômeno" Macron)

 

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Bobo

Antes da regulação dos

Antes da regulação dos monopólios midiáticos de fabricação de noticias, o Lula vai ter que inventar outra estrategia de comunicação já que as tentativas de Dilma, de tratar essa mídia como se fosse um agente imparcial e democrático na republica, e de Haddad, de usar um pouco de espaço cedido nessa mídia para fazer um contraponto que nem seria necessário se tal meio fosse democrático, falharam retumbantemente. E se adotar as mesmas estrategias possivelmente Lula só tem a perder.

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Conspiração americana negada por muitos mas obvia como sempre

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...spin

 

 

Barroso falando de economia e

Barroso falando de economia e déficit público é de chorar. E ele pontifica sobre o assunto com se tivesse pós graduação orientada por lord Keynes.

Ninguem contou pra ele que o maior deficit publico do mundo, gigantesco, é o da maior democracia formal do mundo, que para ele é um país modelo, os Estados Unidos? Pela métrica dele o imperio teria desmoronando há décadas.

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franciscopereira neto

Eu gostaria

Gostaria eu de ter escrito esse parágrafo da Nassif:

"Para falar para os MBLs da vida, assume uma retórica vagabunda (termo que faz parte do repertório dessa direita pedestre), incompatível com um homem de estado. A sucessão de grosserias, vai moldando – por baixo do macho alfa grosseiro – uma personalidade antipática, uma espécie de Aécio Neves com uma jovialidade de plástico – Dorian Gray? -, playboy mal-educado que choca a elite pela falta de modos e os populares, pelo excesso de arrogância".

Entre as várias citações de Faoro, Nassif cita Neemia Gueiros.

O artigo todo do Nassif vem de encontro com um artigo escrito por Nehemias Gueiros Jr., provavelmente filho daquele.

Fiquei impressionado com a crueza da realidade nele colocada.

O que Nassif escreve neste seu xadrez, vai encontrar todas as respostas no artigo do Nehemias Gueiros Jr.

É só conferir.

http://alfredo-braga.pro.br/discussoes/fraudegananciaeusura.html

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franciscopereira neto

Eu gostaria

Gostaria eu de ter escrito esse parágrafo da Nassif:

"Para falar para os MBLs da vida, assume uma retórica vagabunda (termo que faz parte do repertório dessa direita pedestre), incompatível com um homem de estado. A sucessão de grosserias, vai moldando – por baixo do macho alfa grosseiro – uma personalidade antipática, uma espécie de Aécio Neves com uma jovialidade de plástico – Dorian Gray? -, playboy mal-educado que choca a elite pela falta de modos e os populares, pelo excesso de arrogância".

Entre as várias citações de Faoro, Nassif cita Neemia Gueiros.

O artigo todo do Nassif vem de encontro com um artigo escrito por Nehemias Gueiros Jr., provavelmente filho daquele.

Fiquei impressionado com a crueza da realidade nele colocada.

O que Nassif escreve neste seu xadrez, vai encontrar todas as respostas no artigo do Nehemias Gueiros Jr.

É só conferir.

http://alfredo-braga.pro.br/discussoes/fraudegananciaeusura.html

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