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Xadrez do Hommer Simpson e do desmonte nacional

 
Nos últimos dias tive dois contatos marcantes. Um deles, com um autêntico representante da ultradireita delirante. Outro, com um representante típico do Homer Simpson.
 
Vamos por parte.
 
Fomos apresentados à direita delirante por um amigo gozador, que juntou os três casais em uma feijoada. O sujeito era oftalmologista, estudara nos Estados Unidos, em uma universidade da qual não me recordo o nome, mas, segundo ele,  muito mais afamada que Harvard, tinha sido convidado a trabalhar em um órgão do governo norte-americano, muito importante, e do qual não me recordo o nome, e cometeu outros feitos expressivos, dos quais não me recordo a relevância.
 
Ele se informa em sites de ultra-direita, não confia em nada do que sai na imprensa e acredita em tudo o que lhe dizem seus pares.
 
Quando elogiou minha origem libanesa, por ser uma raça pura, percebi que a conversa ia ser marcante. 
 
Ele é contra todas as raças impuras, diz que Donald Trump vai colocar as coisas nos eixos (sem jogo de palavras). Garantiu, sem pestanejar, que Michele Obama é transexual; que Barack Obama não é Barack Obama, mas um sujeito que se faz passar por Barack Obama. Trata os negros como macacos. E me passou a mais retumbante das revelações que, segundo ele, tem sido sonegada por toda a imprensa ocidental. Aliás, apostou comigo como não conseguiria publicar nem no meu blog a relevante informação de que não há mais peixes no Oceano Pacífico.E não adiantou argumentar que desastre desse tamanho não seria sonegado nem pelo Estadão, mesmo se fosse de responsabilidade do PSDB.
 
Pulemos para o simpático Homer Simpson, que me aborda no boteco de Poços.
 
Diz que os problemas no Brasil surgiram com o porto de Mariel, em Cuba. Levaram para lá todos nossos empregos e nossas divisas.
 
Tento explicar que a construção do porto envolve inúmeros materiais e equipamentos fabricados no Brasil, contratos com indústria mecânica, siderúrgica e muitas outras. Portanto, gerou muitos empregos no Brasil.
 
E ele: mas o dinheiro foi para fora.
 
Explico que não, que a obra será paga e os lucros reverterão para o Brasil, através da empresa construtora. 
 
E ele: não sei não. 
 
Pacientemente explico que se trata de exportação de serviço praticada por todas as nações, pela China, pelos Estados Unidos. Se não fosse bom, porque os grandes países disputariam mercado?
 
E ele, com a segurança de um procurador da Lava Jato: “Pode ser bom para a China e Estados Unidos, mas não para o Brasil”.
 
Aí desisto e, como no começo da conversa ele se apresentou como astrólogo amador, interrompo a conversa com minha saída favorita:
 
-- Eu não ouso discutir astrologia com você.
 
Ele entendeu, se despediu e foi embora. Educadamente, saliento.
 
O fenômeno da desinformação
 
Nos dois casos, a conversa – embora surreal – foi em bases relativamente educadas. No caso do direitoso, um conteúdo de uma violência extrema, mas dito socialmente em uma “conversa de brancos”. No Hommer Simpson, um senhor simpático, boa gente mesmo.
 
Mas o novo normal é a grosseria, o sujeito tratar sua opinião como um bem de raiz, dedicando a ela o mesmo cuidado obsessivo com que cuida das suas posses, seja o carro velho ou a casa a beira-mar. E reagindo agressivamente contra qualquer tentativa de tirá-lo da comodidade das suas verdades estabelecidas.
 
Na convivência social, um dos primeiros fatores de contenção é o conjunto de regras sociais  consolidadas que impõe um padrão de sociabilidade do restaurante granfino, ao boteco de família, da missa ao estatuto da gafieira.
 
Cada ambiente tem seu conjunto de regras e seus limites. O machismo e a homofobia estão restritos a ambientes machistas, onde é de mau tom defender transexuais. Mas, se saíssem fora da jaula, seriam coibidos por olhares de reprovação. Nos botecos, as mesas separavam os grupos por afinidade de opinião. Mas não havia interferência nas conversas, mesmo por parte de quem ouvisse e reprovasse.
 
Nos ambientes públicos, não era de bom tom o preconceito, a intolerância. Uma pitada de esquerda social dava até status intelectual. E havia um respeito (muitas vezes excessivo) pelo conhecimento técnico.
 
Todas essas barreiras caíram. Hoje em dia, a norma é a grosseria, a opinião fechada, intransponível como a muralha chinesa, em torno do senso comum mais primário ou da piração mais louca, como comprovaram meus dois interlocutores.
 
Quais os fatores que levaram o mundo a essa balbúrdia?
 
Os fatores de confusão
 
Há um conjunto de fatores muito similar ao que conduziu o Ocidente de fins do século 19 até a 2a Guerra:
 
Uma fase de grandes avanços científicos e tecnológicos que não resultaram em melhoria da condição de vida das populações, levando à descrença em relação ao pensamento científico, especialmente dos economistas.
 
Um financismo desvairado impedindo a consolidação das economias periféricas.
 
Dissolução de estados nacionais, guerras internas, promovendo gigantescos movimentos migratórios.
 
Os imigrantes promovendo terremotos nas estruturas sociais estratificadas das nações hospedeiras, com novos valores, novas informações, novas maneiras de encarar a vida.
 
O aparecimento de novos meios de comunicação, implodindo a ordem que repousava nos sistemas tradicionais de mídia.
 
A falência dos sistemas tradicionais arcaicos de política.
 
A crise atual decorre de uma soma similar de fatores:
 
Fator 1 – a falência do conhecimento científico
 
A crise de 2008 não apenas matou a ilusão do neoliberalismo como fator de promoção de desenvolvimento e bem estar. Levou junto a respeitabilidade do conhecimento científico junto ao público leigo, da mesma maneira que o atual estado de exceção está desmoralizando o conhecimento jurídico.
 
A expansão do neoliberalismo, da ampla desregulação financeira, foi fundada na adesão acrítica e interessada de vastos setores da academia, especialmente dos economistas – conforme atestam documentários produzidos depois da crise nos Estados Unidos. Literalmente, o mercado comprou a opinião da Academia.
 
O padrão de atuação do mercado, de braços dados com a mídia, sempre foi a de construir reputações de seus vendedores. Alçados à condição de celebridades, ajudavam na venda de produtos ou de ideias de seus empregadores.
 
Nas discussões sobre a desregulação da economia, por exemplo, economistas medíocres, repetidores de slogans, eram alçados pela mídia à condição de grandes gurus da economia. Para o universo dos Hommers Simpsons, um Mailson valia mais que um Paul Krugman.
 
Do mesmo modo, no apogeu da Nasdaq (a bolsa das empresas de tecnologia) os bancos de investimento fabricavam gurus a torto e a direito, fornecendo palpites para a manada.
 
O auge foi quando a Goldman Sachs recomendou a compra de ações da Microsoft logo após a União Europeia tê-la condenado por práticas monopolistas. O ganho do investidor não está em investir no tamanho da empresa, mas em sua expectativa de crescimento. Aquele episódio, mais a estabilização do mercado de desktops, decretava o fim do crescimento exponencial histórico da empresa, registrado em um período de amplo domínio do Windows. 
Para manter o mesmo ritmo de crescimento, teria que competir com os japoneses em games, com a Oracle em bancos de dados, com as novíssimas redes sociais que surgiam.
 
Era apenas uma jogada do banco. Ao perceber que as ações da empresa não tinham mais atração, preparou o mercado para poder desovar seus estoques de ações a um bom preço. E os gurus fabricados pela mídia norte-americana ajudaram no jogo.
 
Para tudo isso serviam os gurus. E toda  essa catedral de papelão veio abaixo com a crise de 2008. Menos em países intelectualmente subdesenvolvidos, onde um economista pode virar gênio sem publicar um trabalho acadêmico que preste..
 
Fator 2 – a implosão das regras sociais
 
No início das redes sociais, perdi uma aposta para o neurologista Danielle de Riva. Eu acreditava que a Internet e as redes sociais permitiriam a construção coletiva do conhecimento, com a informação libertando. Cético, De Riva apostava que liberaria todas as taras, com a formação de grupos de doenças sociais variadas, de pedófilos a terroristas.
 
Ganhou.
 
As redes sociais aboliram as barreiras naturais dos ambientes sociais presenciais. Agora, o sujeito pode entrar em qualquer ambiente virtual sem ser apresentado, sem os constrangimentos naturais, as regras sociais consolidadas  nos contatos presenciais, dando vazão aos seus instintos mais primários. Liberou geral.
 
Mais que isso, o espírito animalesco passou a encontrar assemelhados e a se organizar em alcateias, compartilhando as piores intenções e os piores sentimentos. Saíram do armário, nus e peludos como os homens da caverna, despidos de todo o verniz social e todos os princípios civilizatórios acumulados em séculos de civilização.
Do virtual para a contaminação do presencial foi um pulo.
 
Fator 3 – a opinião leiga
 
Essas hordas partiram para a guerra armados de slogans primários, mas de alta eficiência.
 
No trabalho seminal de 1962, em que previu todos os passos do golpe, Wanderley Guilherme dos Santos analisou o discurso da direita, na época praticado por Carlos Lacerda. Apesar do primarismo da análise, ironizada pelos acadêmicos, Wanderley anotava sua enorme eficácia junto às massas leigas. As massas – à esquerda ou à direita – são sensibilizadas por frases simples, slogans falsos como são as verdades definitivas que cabem em uma frase.
 
Lembro, com 13 anos de idade, influenciado pelo meu avô udenista, enfrentando frei Josaphat, do jornal Brasil Urgente, em um debate em Poços de Caldas:
 
-- Que governo é esse que impede a greve dos bagrinhos em Santos, em defesa da sua sindicalização?, bradei, com uma frase retirada diretamente da revista Ação Democrática.
 
E o frei, com a mesma impaciência que eu tive com o Hommer Simpsons:
 
-- Meu anjinho, você é muito novo para entender dessas questões.
 
O slogan disseminado pela revista armava de um menino de 13 anos a um adulto para participar de um debate ideológico – mesmo não tendo o menor conhecimento sobre o contexto discutido.
 
Dia desses, um conhecido, cientista social, contava o que se passou nos seus encontros familiares. De repente parentes que nunca se pronunciavam, por seu escasso conhecimento de temas políticos, passaram a entrar vigorosamente na discussão com argumentos similares ao do meu amigo Hommer Simpson. Construiu-se um verdadeiro manual da idiotia, conferindo a cada Hommer um tacape para utilizar em qualquer discussão.
 
A utilização da pós-verdade
 
Nesse ambiente intelectualmente rarefeito, o discurso político da direita passou a visar o órgão mais sensível do Hommer Simpson: o fígado.
'
É o ambiente ideal para o uso do preconceito, a disseminação da vingança, as bandeiras moralistas, o atropelo de todo o avanço jurídico, retomando os princípios da Lei de Talião e do estado de exceção – sob a aprovação dos humanistas de butique, como o Ministro Luís Roberto Barroso e o jurista Oscar Vilhena, agora convertidos em arautos do direito penal do inimigo.
 
Quando esse desastre recai sobre nações institucionalmente pobres, em que os valores civilizatórios dependem de uma mídia venal, da erudição vazia e descompromissada de juristas, de um parlamento vergonhoso, de partidos políticos não-programáticos, dá no que deu.
 
Não se imagine que o fundo do poço está à vista. A fragilidade institucional brasileira, a mediocridade de suas elites pensantes – à direita e à esquerda -, a ausência mínima de noção de soberania, de interesse nacional, de solidariedade nacional, sugerem que o desmonte nacional pode não ter fundo.
 
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Comentários

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JoaoMineirim

A inteligência por trás do

A inteligência por trás do golpe ultrapassa em muito a capacidade da nossa elite econômica e  dos seus tradicionais representantes políticos . É uma inteligência superior que traçou uma estratégia perfeita para impedir que o Brasil concretizasse seu plano nacionalista de tornar-se uma potencia econômica e militar. 

O Brasil tornou-se uma séria ameaça à supremacia americana e algo precisava ser feito.

O Brasil querendo construir indústria naval, construir submarinos nucleares, construir caças e cargueiros militares, lançar satélites, cabos de fibra-ótica,etc...

O Brasil querendo criar o banco dos BRICS para se opor ao FMI...

O Brasil possuidor de riquezas naturais - petróleo, minério de ferro, nióbio, minerais radioativos, etc... 

Agora, imagine essa potência brasileira sendo governada por uma ex-militante "comunista" é um grande perigo. Ainda mais que ela foi perseguida e torturada durante o regime militar imposto pelos EUA. Deve sentir ódio aos americanos...

Agora imagina que o Brasil se aproximando dos maiores inimigos dos americanos - China e Russa .

O Brasil protagonista no MERCOSUL.

Ah... realmente o Brasiil tornou-se uma ameaça. Algo precisa ser feito, com urgência.

Mas como retirar do poder um governo com alto nível de aprovação popular, se a oposição interna é fraca de argumentos e possui um histórico vergonhoso que não lhe concede credibilidade para se opor ao bem sucedido governo ? 

Se não é possível tomar o governo via eleições, como fazê-lo sem ficar evidente a interferência externa ?

Bem, o golpe foi muito bem planejado. A estratégia foi muito bem comunicada, entendida e executada pelos opositores internos.

A imagem do governo bem avaliado foi bombardeada diuturnamente em todos os meios de comunicação até produzir um clima de incerteza nas parcelas da  população expostas aos veículos de comunicação.

A parte mais rica foi exposta, principalmente ao jornalismo tendêncioso da globo, começando pelo bom dia brasil, jornal hoje, jornal nacional e encerrando a noite com o jornal nacional ou ainda a Globonews. Teve ainda as revistas e jornais, todos alinhados na mesma narrativa que foi ensaiada à exaustão, criando mantras na mente dos afetados pela repetição extrema do vocábulo "PÊ TÊ" ligado a notícias desfavoráveis relacionadas com corrupção e problemas econômicos.

A parte mais pobre foi exposta ao que existe de pior nas mídias sociais. Boatos denegrindo  e desconstruindo imagens. Preconceitos. Alienação. Boatos de corrupção exagerada, teorias da conspiração de uma ameaça comunista na iminência de dominar o país.

Com isso conseguiram criar uma sensação de indignação nessas pessoas afetadas. O termo pós-verdade explica bem o que passou a ocorrer nos debates políticos a partir daí.

Artistas, intelectuais, juristas renomados, membros do meio acadêmico, todos eram taxados de corruptos e comunistas, comissionados ou comprados pela Lei Rouannet.

Cuba, Venezuela, China e Rússia - as "ameaças comunistas" - passaram a despertar ódio nessas pessoas, que antes de tudo são vítimas dessa exposição às técnicas de convencimento da comunicação em massa.

Sobre o protagonismo do Brasil na America do Sul, criaram a expressão "Bolivarianismo". Sempre repetida à exaustão pela oposição interna nos microfones de uma imprensa participante do golpe.

Sobre os gastos sociais, sempre falavam em "projeto para se perpetuar no poder". Criaram o convencimento de que o governo sempre venceria as eleições, comprando os eleitores mais pobres com bolsas, ás custas do endividamento do Estado.

Para cada aspecto do governo criaram um argumento simplista que nutria esses indignados nos debates políticos que se sucederam, na internet, depois nas ruas.

E finalmente, contra o devido processo legal, arrumaram o argumento de que ele só favorecia a impunidade dos políticos poderosos e deveria ser relativizado como um mal necessário para um bem maior, que seria combater a corrupção.

Enquanto a direita se aglutinou, alinhou discursos e formaram uma narrativa única, embora sem consistência, e avançaram contra o governo, a esquerda se desfragmentou, ficou sem discurso. E o pior: sem credibilidade com grande a operação midiática que gerava escandalos diários contra o governo, operação bem tramada com um nome de marketing "operação lavajato"....

E por ai vai... ou foi...

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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Xadrez do Hommer Simpson e do desmonte nacional

1.  o reacionarismo brasileiro é atávico. desde que o Brasil é Brasil. não nascemos como nação, e sim como empresa exportadora. nosso berço não é a luta de libertação nacional, e sim a escravidão. o que esperar de uma sociedade constituída sobre estas bases?

2. a web apenas amplificou a visibilidade, e portanto retroalimentou, um fascismo latente, mas sempre fortemente presente no tecido social brasileiro. jamais superamos a escravidão, os documentos foram queimados e os “senhores de escravos” receberam indenização pelo prejuízo lhes causado com a “libertação de sua peças”;

3. em nossa História jamais enfrentamos com determinação o elitismo, o autoritarismo, o racismo, o moralismo e a repressão, todos herdados de nossas raízes fundadas na escravidão. foi assim com a Lei da Anistia, e depois com a Comissão da Verdade. foi assim com a não auditoria da privataria tucana, e depois com o abafamento da operação Satiagraha. e está sendo assim agora, com a opção da maior parte da Esquerda pela não resistência ao golpe nas ruas, como se fosse possível derrotar os golpistas apenas dentro de uma lógica eleitoral pautada por eles;

4. mas o reprimido sempre volta. volta como sintoma de alguma patologia. precisa ser enfrentado e transformado. seja no plano individual ou social, sempre se trata de uma guerra. de uma guerra de libertação, seja de pessoas ou de nações. nossa recusa em enfrentar nossos mais nocivos problemas, nos torna pessoas doentes numa sociedade doente;

5. da mesma forma que na web os múltiplos nichos fechados da Direita e do fascismo se reforçam mutuamente, numa produção incessante de pós-verdade, ocorre exatamente o mesmo mecanismo nos ditos sites de “Esquerda”. são redomas virtuais e grupos sociais que obedecem ao mesmo recorrente padrão. segregam o contraditório, interditam o debate, cultivam o maniqueísmo, exercem a violência. os estreitos círculos de giz são inimigos do diálogo, da conexão e, portanto, de uma sociedade plural e libertadora;

6. no processo político recente brasileiro, primeiro PT x PSDB, depois lulismo e anti-lulismo, coxinhas e paneleiros x Dilma Bolada e Amigos do Presidente Lula, são posições políticas que se alimentam uma das outra. reforçam-se mutuamente, paralisando o Brasil em meio a uma travessia, obrigando a sociedade a girar em círculos numa falsa encruzilhada. um pensamento binário que nega uma realidade complexa. ao se desconectar da realidade, por negá-la, o que foi reprimido retorna como sintoma de um tipo de Alzheimer político;

7. mas assim como os organismos, as sociedades tendem desesperadamente a autoregeneração. nosso desejo é desejo de vida, de conexão, de liberdade. é preciso doses monumentais de repressão para que acabemos desejando nossa própria morte. e isto sempre cobra um preço muito mais alto do que podemos pagar. os indivíduos adoecem precocemente, as sociedade se auto destroem em guerras e genocídios;

8. nenhuma Nação conquista a si mesma sem uma guerra de libertação. vivemos agora no Brasil uma guerra deste tipo. não vai ser com a negação de nossos erros que nos capacitaremos para vencer esta guerra. não vai ser nos escondendo confortavelmente em grupos fechados, na web ou não, onde apenas lambemos as feridas uns dos outros, sem nunca encararmos de frente aquilo que precisamos superar. não haverá qualquer futuro para nós na auto complacência, na auto indulgência, na auto comiseração e no mútuo enaltecimento de nossos enganos e fracassos;

9. toda esta destruição e todo este sofrimento terá sido em vão? ou chegou a vez de encerrarmos nosso exasperante ciclo de duro aprendizado? haverá novos tempos. mas dessa vez, não faremos prisioneiros. só a antropofagia nos une!

10. feliz Ano Novo!

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O coletivo de Homer Simpson é

O coletivo de Homer Simpson é "opinião pública". No entanto como se explica que o mesmo povo daonde se extrai a tal opinião é donde também se extrai o eleitor que elegeu o Lula e a Dilma duas vezes seguidas?

Simples, durante a campanha eleitoral, o pig não fala sozinho. É o unico momento em que os candidatos que eles não apoiam tem espaço para colocar sua versão das coisas. E essa versão acaba convencendo porque bate mais com a realidade do povão.

Daí o golpe e a perseguição a Lula, como todos sabem. O que os progressistas precisam fazer é conseguir colocar seu discurso também fora das campanhas eleitorais.

O Nassif desistiu de dialogar com o Homer lá do boteco, mas tudo bem, ele tem esse blog que por compartilhamento acaba chegando em algum Homer desavidado. E água mole em pedra dura tanto bate até que fura.

Esse despreso suicida e negligente dos governos petistas pela disputa da narrativa política fora das eleições, foi seu maior erro. É a explicação porque o golpe foi tão fácil como tirar picolé de criança

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Juliano Santos

imagem de gaúcho
gaúcho

Uma das questões mais

Uma das questões mais estudadas no século XX foi a mecânica da direitização das sociedades, vieram mais perguntas do que respostas.

Um caso emblemático é a Alemanha que chocou o nazismo, um dos países mais evoluídos e civilizados da época com uma elite que apreciava música, artes e que possuía uma florescente produção científica e de engenharia.

Uma conclusão foi unânime: a direitização nada tem a ver com o grau de evolução cultural e intelectual, pode acontecer no país mais pobre da África como num avançado país escandinavo.

Por que os ricos brasileiros e argentinos (países muito similares e autofágicos) detestam tanto seus pobres? Por que o combate à miséria é mais fruto de iniciativas individuais de um determinado governante do que uma ação coletiva de um país?

Se eu soubesse as respostas diria. 

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Nassif, eu lembro que uma vez

Nassif, eu lembro que uma vez vc fez um comentário, quando do lançamento de seu livro "Os Cabeças de Planilha"; de que o Brasil (talvez o mundo) estava em um período que lembrava os anos 20 do século XX, uma época com desregulação financeira, financeirização, corte de direitos, etc.

Com uma crise econômica de rachar o cano, virando uma depressão econômica

Agora parece (não sou cientista político, sou um simpls engenheiro) que há o crescimento de movimentos fascistas

E esse mêle acabou em uma guerra mundial

Seus xadrezes antes me assustavam, agora me apavoram

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Certo mesmo estava Fukuyama,

Certo mesmo estava Fukuyama,

"O fim da história"

afirmando a vitória incontestável do neoliberalismo.

Governos democráticos derrubados e o mundo se cala.

Desmonte da Petrobrás e a outrora fortíssima FUP imobilizada.

A área da educação sendo sucateada e a UNE e correlatos junto com o mundo acadêmico em paralisia.

Direitos trabalhistas rasgados e trabalhadores encarcerados.

Aposentadoria roubada e população calada.

Juízes e membros do Ministério Público praticando ilegalidades e o mundo jurídico democrático inerte.

As polícias praticando vandalismo e crueldade e as populações aplaudindo.

Jornalistas e analistas que contrariem os princípios neoliberais são banidos.

Sobre os estados democráticos solapados Chris Hedges em memorável artigo de 2010 nos alertava:

"O filósofo político Sheldon Wolin usa o termo “totalitarismo invertido” no livro “Democracia Ltda.” para descrever nosso sistema político.

Neste totalitarismo invertido, as sofisticadas tecnologias de controle corporativo, intimidação e manipulação de massas, que superam em muito as empregadas por estados totalitários prévio.
...
O estado corporativo não encontra a sua expressão em um líder demagogo ou carismático. É definido pelo anonimato e pela ausência de rosto de uma corporação. As corporações (...) como Wolin escreveu, “bloqueia, elimina o que quer que proponha qualificação, ambiguidade ou diálogo, qualquer coisa que enfraqueça ou complique a sua criação, a sua completa capacidade de influenciar”.
...
Críticos sociais prescientes, como Ralph Nader e Noam Chomsky, são banidos. Opiniões aceitáveis cabem, mas apenas de A a B. A cultura, sob a tutela dos cortesãos corporativos, se torna, como Huxley notou, um mundo de conformismo festivo, de otimismo sem fim e fatal.

Nós nos ocupamos comprando produtos que prometem mudar nossas vidas, tornando-nos mais bonitos, confiantes e bem sucedidos — enquanto perdemos direitos, dinheiro e influência.
...
Estamos hipnotizados, Wolin escreve, “pelo contínuo avanço tecnológico que encoraja fantasias elaboradas de poder individual, juventude eterna, beleza através de cirurgia”.

Serviços básicos, inclusive de educação pública e saúde, foram entregues a corporações para explorar em busca do lucro. As poucas vozes dissidentes, que se recusam a se engajar no papo feliz das corporações, são desprezadas como freaks.
[...]
Os maiores déficits da história humana significam que estamos presos num sistema escravocrata de dívida que será usado pelo estado corporativo para erradicar os últimos vestígios de proteção social dos cidadãos, inclusive a Previdência Social."
(...)

Leia mais em:

https://assisprocura.blogspot.com.br/p/orwell-estava-certo-huxley-tambem...

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A GLOBONEWS euforica com a

A GLOBONEWS euforica com a ação dos procuradores suiços contra a ODEBRECHT, descobiram que a empresa operava contas na Suiça e porisso e em colaboração fraterna com procuradores brasileiros vão cobrar pesadas indenizações da Odebrecht.. São tão ignorantes e sem noção que repetiram que a Odebrecht para cada um milhão de proina lucra quatro.

Como assim?  O que significa " LUCRA QUATRO"?  Como podem saber o lucro que a propina gera? Precisa ter a analise do balanço de cada obra, duvido que tenham esses dados, devem estar se referindo a FATURAMENTO 1 por 4 mas tanto faz, ninguem da GLOBONEWS entende coisa alguma disso.

Aguardemos ansiosos a mesma ação da Suiça contra empresas russas, cazaques, sauditas, paquistanesas, indianas, turcas, mexicanas, angolanas, sulafricanas, nigerianas, afinal será SÓ o Brasil que pratica corrupção usando bancos suiços? SÓ NOIS?

 

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Antonio Uchoa Neto

O Dr. Pangloss, certamente,

O Dr. Pangloss, certamente, teria uma série de reparos a fazer a esse texto do Nassif.

Já o Sr. Pococurante, provavelmente, assinaria embaixo.

Cândido, certamente um Homer Simpson do século XVIII, abriria a boca, em sinal de espanto.

Há alguns anos, escrevi um artigo, não publicado – e que, creio, terá sido perdido, numa das formatações a que já tive que submeter meu já cansado computador – comparando as primeiras reações ao fenômeno da internet ao otimismo do Dr. Pangloss, posteriormente – ao primeiro sinal de efeitos nefandos e indesejáveis -  ao ceticismo do Sr. Pococurante, e, finalmente, ao entusiasmo acrítico de Cândido.

O Nassif confessa, de início, que teve a impressão – e muitos tiveram igualmente, incluindo este modesto comentarista – de que a internet poderia ser uma espécie de contraponto à televisão e ao cinema, protagonistas absolutos dessa imensa e – até agora – bem sucedida campanha de idiotização do ser humano, de escravização ao consumo, de eliminação de qualquer capacidade de raciocínio crítico, de submissão ao pensamento homogêneo.

Era a fase Pangloss.

Depois, veio a proliferação da pornografia, da xenofobia, da homofobia, a liberação anônima de toda sorte de opinião retrógrada, fascista, parcial, a distorção pura e simples dos fatos, a manipulação – a fase Sr. Pococurante.

Enfim, a internet se encastelou na realidade cotidiana, sem avançar – em minha opinião – um único milímetro a capacidade de raciocínio e julgamento da maioria de seus usuários. Quem, eventualmente, tenha se tornado mais e melhor informado após a internet, já estava nesse processo anteriormente, apenas em ritmo menos frenético. Aqueles posicionados do outro lado da fronteira do intelecto humano, se viram repentinamente empoderados de uma forma nunca antes imaginada, e deram total vazão a seus recalques e preconceitos, exatamente como o Nassif descreveu.

E, como Cândido, todos foram cuidar de seu jardim, contenha ele tulipas, girassóis, ou plantas carnívoras e venenosas.

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Pergunta do século: quanto vai piorar antes de melhorar??



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Leonardo Leão

Regressão Impossível Ao

Regressão Impossível

Ao Povo Brasileiro

Leonardo Leão

Livre, sou:
teus olhos,
vigias,
guardam espaço
e tempo,
não me limitam a alma.
Eterno,
escovo-me na bacia
da História,
coberto de moléculas,
só para te iludir:
nunca te darei essa
liberdade.
O sangue que sugas
não suporta
perdão.

Recife, 01 de dezembro 2016

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imagem de Júnior Sertanejo
Júnior Sertanejo

Na linha do comentário de

Na linha do comentário de Nassif,quando abordava um encontro com um bostetico em sua terra Poços de Caldas,abordando também a deterioração das redes sociais, peguei carona afirmei peremptoriamente que esse blog,não como os demais,já sofria esses reflexos.Constato tristemente que nem 10% dos quê aqui aportam,alguns diuturnamente,ao que parece não teem muito o que fazer,desejaram votos de Feliz Ano Novo ao editor e sua família.Não só perderam o sentido da coletividade,mais que isso,deixaram de lado a boa educação.Cruz credo,digo eu.O bigodudo petista Olívio Dutra,um dos poucos sobreviventes dessa catarse de mau caratismo que nos assola,diz que foram as companhias que nos levaram diretamente para os quintos dos infernos.Sempre mereceu o meu respeito.

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Há um equívoco ao falar do

Há um equívoco ao falar do "aparecimento de novos meios de comunicação" como uma... diríamos... 'revolução'. A "nova mídia" surge como poderoso instrumento da velha mídia - e não como um "novo meio". Pegue-se, por exemplo, no Brasil qualquer ranking sobre visitas online e veremos que sites do Globo, Folha, Abril etc só apanham de verdade do Google. Pegue-se outro exemplo nas chamadas "redes sociais", como Facebook e Twitter. No Brasil, refletem basicamente o que acontece na velha mídia. Esta, sabendo dos novos tempos, criou uma eficiente rede de instrumentalização na web enquanto a esquerda achava que a "consciência humanitária" dos seres humanos cuidaria de, por osmose, fazer os internautas separarem o joio do trigo. Quando falo em “instrumentalização na web”, quero dizer que a velha mídia e/ou outras “fontes de poder” (“ONGs”, partidos políticos etc) pagam pessoas especialmente para fabricação de textos, vídeos, enfim, os chamados “virais” que inundavam nossas caixas de e-mail e hoje são mais visíveis no WhatsApp – que reputo como o mais eficiente instrumento de comunicação jamais inventado. Se alguém duvida, basta lembrar dos 9 mil militantes virtuais contratados por Aécio na campanha 2014. Grosso modo, poderíamos comparar o jogo da instrumentalização rasteira da web com a relação da coluna de Mainardi na revista Veja com o Grupo Abril, ou seja, contrata-se um chutador de canela para fazer o “serviço” que não convém a uma empresa “séria”.

O fenômeno da “estupidificação” daqueles nossos parentes ou amigos (até com formação universitária) que espalham aquelas coisas horrorosas via PC ou celular não é patente que eles ficaram mais burros, mas significam uma falta de cultura que pressupõe a falta de discernimento que os fazem mais permeáveis à mídia e sua turba. Pessoalmente, eu já percebia isso lá nos anos 90 quando recebia de conhecidos (que eu julgava inteligentes) “evidências” de surgimento de discos voadores, fantasmas etc. E adiantava dizer que era mentira; montagem?

A boa notícia é que ainda sobrevive nos meios acadêmicos a prevalência do pensamento humanitário; o espírito da tolerância; do bom senso; das regras sociais (como lembrou Nassif) que detectamos em determinados ambientes.

Para terminar, vou  deixar o link de um vídeo de 2013 que aconteceu na Universidade de Oxford – quando, num seminário, um incauto cometeu a besteira de falar o que aprendeu na mídia. Acabou sendo triturado pelo deputado inglês George Galloway.

https://www.youtube.com/watch?v=--QjwodEcOk

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Junior Sertanejo

Ano dificil,cruel e

Ano dificil,cruel e miseravel,onde mais uma  vez as forcas das trevas,retrogradas e do passado,fez com o Brasil voltasse a ser o pasto dos poderosos,com o proposito deliberado de entregar todas as nossas riquezas ao imperialismo ianque,na bacia das almas.A camarilha que tomou de assalto o poder,outro proposito nao tem,a nao ser de saquea-lo,macumunado com uma midia vil e canalha que recolhe as sobras ricas do desmonte do estado brasileiro.Nao ha mal que sempre dure,nem tristeza que nunca se acabe,reza a lenda.Nao passarao,na frase historica da grande combatente das causas do povo espanhol a brava Dolores Ibarruri,a La Pasionaria.Aqui contamos e contaremos sempre com esta tribuna livre,prural e democratica que e o Blog de Luis Nassif.Valente,corajoso e destemido,tornou-se o mais brilhante jornalista de sua geracao,quando em um trabalho digno de qualquer premio de jornalismo,O Caso de Veja,preticamente liquidou com a credibilidade da Editora Abril.Encerra o ano em grande estilo com o artigo do Xadrez do Hommer Simpson,com mais de 160 comenarios,e a ele reitero,para toda sua familia,em  especial a Da.Lourdes Nassif,pela destreza com que me trata,meus mais sinceros votes de um Feliz Ano Novo,com saude,paz e prosperidade.A luta continua.Au revoir.

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A Globo vai me convencer

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Além da excelente análise,

o que se nota é que Luís Nassif termina 2016 com excelentes paciência e resistência estomacal. No meu caso, a feijoada teria sido vomitada à primeira hora da conversa e, no boteco, desmaiado por excesso salineiro. Parabéns, libanês em processo de se tornar monge budista.

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Neste mar de pessimismo ...

Ocorreu o desmonte da imagem de Lula, Dilma  e do PT sim, é verdade, houve permissividade com a corrupção, até pelo menos 2012. Mas a narrativa vigente carece de fundamento para colar e penetrar fundo. Boa parte dos formadores de opinião percebe hoje após 3 anos de investigações, que o PT não é o mais corrupto dos partidos e que Lula e Dilma nunca foram chefes da corrupção. É possível, portanto, reverter esse processo.

As condições para o crescimento do fascismo estão dadas: desemprego; desmoralização das instituições; alto endividamento das famílias e das empresas. Mas  o discurso estridente que repete que todos são corruptos, todos afundaram o país nos últimos anos, não bate com a realidade. Os governos petistas até 2014 foram períodos de bonança. Esta é a realidade. Com uma mensagem renovada, que consega tocar o coração do povo, é possível reverter essa narrativa .

Nesse sentido, uma proposta apenas neodesenvolvimentista, ou nacionalista, é insuficiente.

O esquema Odebrecht revelou mais uma vez que a afirmação no mercado globalizado se assenta na utilização de expedientes deploráveis: esquemas de propina; fraude (Volkswagen); superexploração da mão de obra; precarização das relações de trabalho.

O caminho da Coréia do Sul que alavancou suas empresas mediante empenho do Estado, forçando o desenvolvimento tecnológico e a inovação, parece estar ultrapassado na realidade atual.

O modelo petista de avançar nas relações sul-sul é plausível, mas demanda esforço diplomático para além das ações de mercado.

Mas qual seria afinal o projeto de país capaz de conquistar corações e mentes? Penso que o neo desenvolvimentismo (alavancagem de empresas “vencedoras” no cenário internacional) pode ser proposta subsidiária, mas insuficiente. Porque a expansão internacional de empresas não garante melhor distribuição de renda, aumento de salários, reversão da relação predatória com a natureza. Ao contrário, todos esses aspectos são acentuados, o que confere vulnerabilidade ao modelo.

A sociedade anseia por uma revolução dos “comuns”. Um choque ético. Compromisso por parte de mandatários, tanto do legislativo como do executivo, com a probidade; a contenção de gastos pessoais; a saída dos palácios (transformem o Alvorada em um museu). E um choque de humanismo. O compromisso com os valores da solidariedade; da compaixão; da paz.

No centro de um renovado projeto político constaria um convincente programa de redução da criminalidade, algo como UPPs em escala nacional, com a renovação das policias; levando o Estado para as regiões mais violentas; com o envolvimento de empresários e da sociedade civil.

Uma revolução dos comuns pressupõe foco no pequeno. Viabilizar o pequeno agricultor com um pesado programa de assistência técnica, apoio logístico e na comercialização, e abrindo opções de fontes de renda não agrícolas – a geração de energia solar ou eólica por exemplo. Ou produção de alcool por microdestilarias e venda direta para postos. Viabilizar o pequeno empresário cortando os juros bancários e de uso do cartão. Muito já foi feito com a criação do simples.Qualificar os prestadores de serviços; incentivar as cooperativas de prestadores. Retomar os programas de qualificação e inserção dos jovens trabalhadores no mercado . Eliminar o sistema S (deixando o Sebrae), que consome muito dinheiro do sistema produtivo e subsídios estatais com pouquíssima contrapartida. A lista é longa ...

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Júnior Sertanejo

Dou toda razão ao

Dou toda razão ao comentarista Clever quando quer me levar à categoria de Cruzeiro do Sul.Vejam essa.Nosso querido Paulinho Moreira Leite nos informa que FHC sabia de tudo e não nos contou não.ATé você Paulinho.O príncipe dos sociólogos não sabia que o filho não era dele,e também não nos contou nada.Dizem as más línguas que o cretino não conta nada a ninguém para não gastar a saliva.

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Júnior Sertanejo

Elevar,quis dizer.

Elevar,quis dizer.

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A forma agressiva como os EUA

A forma agressiva como os EUA tem lidado com suposta interferencia da Russia para derrotar Hillary prova que os americanos defendem com unhas e dentes seus próprios interesses....,..enquanto isso o Brasil guia-se por Moros, Dalanhóis, Leitões, Lo Prettes et caterva

"
"Essas ações se seguem a repetidos avisos públicos e privados que nós demos ao governo da Rússia e são uma resposta necessária e apropriada aos esforços para prejudicar os interesses dos EUA", disse Obama por meio de uma nota.

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...spin

 

 

HommerBr: EspionagemEUA->LJparcial->rendição do Br aos EUA

Para os Hommers Simpsons brasileiros o Brasil está sendo passado à limpo por uma Operação Lava-Jato(LJ) imparcial e implacável que precisa extrapolar os limites da legalidade criada pelos corruptos para que a justiça os alcance. Daí ser totalmente aceitável que juízes infrinjam as leis e a Constituição em nome de furar as barreiras legais com que os corruptos se protegem.


Eles não conseguem entender que as infrações as leis podem estar servindo pra proteger alguns grupos politicos e exterminar outros conforme certos interesses particulares(corporações americanas, rentistas especuladores brasileiros, politicos aportunistas) muito distantes do interesse público e do efetivo combate à corrupção.


Os Hommers continuam iludidos mesmo com fartas evidências recentes de que quem está ganhando com a bagunça político-juridico-midiática do Brasil são:

I.As industrias petrolíferas americanas que poderão explorar o pré-sal diretamente já que conseguiram com os herdeiros do butim do Golpe do Impeachment(O PSDB de Serra) o cumprimeto da promessa de favorecer os americanos(Vide provas por Wikileaks):

 Wikileaks: Cartas diplomáticas americanas revelam que desde 2009 o PSDB prometia aos americanos rever lei do pré-sal para beneficiá-los.

As explicações das cartas diplomáticas acima fazem parte de artigo de Natália Viana disponível em: https://cartacapitalwikileaks.wordpress.com/2010/12/13/nos-bastidores-o-...

II. As empreiteiras americanas que estavam perdendo espaço no mundo pras gigantes brasileiras e agora eliminaram estas concorrentes Odebrecht, OAS, etc;

III. Os grandes bancos e fundos de investimentos americanos que direcionarão os recursos da previdência brasileira para seus cofres simplesmente forçando que os políticos brasileiros aprovem a REFORMA DA PREVIDÊNCIA que inviabilizará ao trabalhador assinar carteira pra contribuir aos cofres públicos o que certamente nunca lhe será devolvido(aposentar-se no limite de sua expectativa de vida) empurrando-o à contratos diretos em PJ com os patrões e aplicando nos fundos americanos de previdência privada;

iV. Com a PEC55 do teto dos gastos sociais aprovada foi garantida que mesmo a arrecadação crescendo devido o almento da população brasileira os gastos sociais serão proporcionalmente menores para uma população maior enquanto será cada ves maior a fatia dos impostos destinados ao pagamento de juros de dívidas públicas para rentistas nacionais e internacionais(GANHAM OS JOGADORES DO SISTEMA FINANCEIRO E PERDE O POVO BRASILEIRO).


Como foi possível isto?

Penso que o seguinte Xadrez ajuda a explicar:

A passividade brasileira ante o ataque americano à Petrobras, à previdência, às empreiteiras, etc... se deve aos seguintes fatores:

Nenhum político brasileiro que tenha/teve significativo poder ousará contrariar os EUA simplesmente porque sabem que a NSA grapeou todo mundo e como na democracia representativa chega-se ao poder somente atraves de toma-lá-dá-cá todo mundo tá refém das chantagens americanas;

As agências de investigação americanas não precisam infiltrar agentes no Brasil e muito menos perder tempo quebrando senhas de nenhuma rede de dados ou disco rígido de qualquer compurador(mesmo tendo tecnologia pra isto) pois as nossas porteiras para a vigilância global americana já estão todas escancaradas pois geralmente usamos sempre equipamentos e softwares americanos(Windows, Oracle Java, iPhone, Android, WhatsApp, Facebook, Google, etc...) e os mesmos são mantidos sempre com brechas de segurança atualizadas para o livre acesso e indexação das infomações por parte da NSA/CIA/FBI(lembram daquelas mensagens diárias de atualizações de segurança do Java e do Windows? Poize! Ali tanto se atualizam as brechas de segurança quanto se podem enviar pacotes de dados criptografados informando à NSA sobre conteúdos relevantes à espiar: basta um caractere diferente numa mensagem pra sinalizar que existem informações de certo tipo de interesse ali na máquina Windows ou Apple ( E certamente até do Linux Ubuntu já que tá infestado de pedaços obscuros de programas) de um funcionário da Petrobras ou da presidência da república.

Assim fica muito fácio para os americanos escolherem que politicos ou autoridades ou empresários brasileiros querem derrubar, à pretexto de combate à corrupção, pra favorecer seus próprios negócios.

Se corruptocracia é a regra da democracia representativa e está tudo grampeado então é só usar parte dos grampos que dê pra derrubar apenas os políticos que atrapalham os negócios americanos!

Você pode entender melhor isto observando 4 peças fundamentais no atual jogo mundial do poder:

Peça 1: A Espionagem Global: quem tem na mão a espionagem universal(indexação de dados de qualquer computador/celular e comunicações) sabe onde mover as milhares(até bilhões) de peças/variáveis no tabuleiro mundial de xadrez do poder,

Peça 2: A Corruptocracia: A Regra básica da "democracia" representativa: Quem fizer mais Toma-lá-dá-cá terá como pagar mais publicidade ou "expontâneo" apoio midiático e quem for mais bem visto será mais eleito.

Peça 3: As fogueiras das vaidades humanas: aqueles atores(Juizes, promotores, jornalistas, etc...) menos cientes da peça 1 e que não forem seduzidos por vantagens transnacionais podem ser recrutados pela sedução de terem informações poderosas nas mãos para se passarem como sapientes justiceiros do combate à corrupção. Se os interesses políticos forem convergentes então o fator vaidade será irrelevante. Da mesma forma se estes atores forem, em último caso, subornados.

Peça 4: Efeito HommerBr: a preguiça de pensar das massas e consequente tendência a decidir mais pelas emoções(ódio) que pela razão. Alvos fáceis dos algoritimos de Zukemberg já testados com sucesso em Operações psicologicas em grandes populações simplesmente permitindo ou restringindo mais ou menos compartilhamentos de emoções, de ódio ou de serenidade e razão.

As peças 1 e 2 permitem que o Poder Global(Peça 1), ciente de que quem estiver no poder eletivo certamente o conquistou por meios corruptos(Peça 2), então simplesmente escolhe, conforme lucre mais, sobre quais políticos deverá revelar as corrupções às autoridades persecutórias locais(Peça 3) e quais politicos deverá poupar com informações obtidas ilegalmente pela espionagem global. Conjuntamente atuam sobre veículos de imprensa e sobre regras de disseminação de postagens em redes sociais e alimentam as emoções preguiçosas das massas(Peça 4) que fazem o resto do trabalho de tornar legítima a estratégia de derrubada de governo que favoreça as massas e fazer chegar no poder os politicos que privilegiem as grandes jogadas financeiras.

RESUMINDO: Corruptocracia + espionagem = derrubar só os políticos que não interessam aos EUA e ajoelhar os demais!


Corruptocracia é todo um xadrez à parte e fiz um esboço do mesmo neste pequeno artigo:

http://denismouradelima.jusbrasil.com.br/artigos/156797790/corruptocracia

Assim conclui-se que nenhum político brasileiro que esteve ou esteja no poder ousará contrariar os EUA simplesmente porque sabem que a NSA grapeou todo mundo e como na democracia representativa chega-se ao poder somente atraves de toma-lá-dá-cá todo mundo tá refém com medo de alguma prova ilícita virar "pé na porta" lícito e metê-los em cana. Logicamente que sob estas chantagens os políticos brasileiros(maioria corruptocrata) aceitarão prontamente aprovar leis que favorecem os americanos se não quiserem que provas de seus ilicitos oriundos de espionagem caiam nas mãos de algum juiz brasileiro que as esquente e os ferrem de vez.

 

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Hydra

Somos todos Hommer, eles são todos Burns...

Ao ler o texto do Nassif tem-se a impressão de que em alguma época houve um certo Iluminismo, onde o conhecimento hierarquizado fosse disseminado em camadas, onde pessoas "comuns", sem ferramentas de argumentação ou protagonismo e capital cultural, reconhecessem e legitimassem as "verdades científicas" como um processo semireligioso.

De certa forma, houve tais períodos, mas eles não eram menos nefastos que os tempos de hoje.

O que precisa ser compreendido é que o pensamento tem duas categorias primárias originais: hegemônico e contra-hegemônico.

E mais: toda produção de conhecimento e ideologia obedecem aos esquemas resultantes dos conflitos de classe (nisso Marx é insuperável), e necessariamente, o pensamente advindo da superposição de determinada classe sobre as outras (seja na Rússia pós 17 ou na China de Mao, ou enfim, a Cuba de Fidel) não inaugura tempos absolutamente progressistas e virtuosos, onde o conhecimento científico substitui a pobreza do senso comum.

Aliás, a própria adjetivação do pensamento ordinário é em si uma elitização, só que tenta se justificar na "legitimidade" dos pressupostos que defende (de esquerda), desmerecendo os demais (da direita).

Eu não estou aqui a tentar uma relativização absoluta ou a pregar a tolerância com a imbecilidade, ao contrário.

No entanto, há no livro Freakonomics um dado engraçado: pegaram um saco de plástico transparente e encheram de confeitos coloridos. Perguntaram a um grupo de especialistas (matematicose outros) e a um grupo de pessoas "comuns" quantos confeitos havia nos sacos e quem mais se aproximava da quantia certa eram os "comuns".

Mas em linhas gerais, é preciso entender que a aparente idiotia do senso comum é o que mais se aproxima da explicação da realidade ao longo da História.

Guerras, violência sexista, étnica, religiosa, massacres, concentração de renda em curva exponencial, exército de reserva, "destruição criativa", dinheiro que sobra para juros e falta para salários, etc, etc etc, "nada disso faz sentido", porém são uma longa lista de conceitos "comuns", que também se justificam em alguma produção científica, e que determinam o contorno da realidade.

O que o autor do blog se queixa é o barulho estridente da polifonia das vozes, mergulhadas em um oceano de informação fragmentada, que está ao alcance de cada vez mais gente por facilitação tecnológica.

Mas nem isso é novidade. Foi assim quando Gutemberg inventou a (im)prensa e a Igreja Católica foi cindida e com ela boa parte da estrutura de poder monárquico vincuado a ela, dando insurgente burguesia o campo político para insurreição e instalação do sistema capitalista.

Junto veio a ligação do mundo pelas cartas enviadas pelas caravelas, depois pelo vapor dos trens, o telégrafo e cada era teve sua "revolução tecnológica" a possibilitar a divulgação de meias-verdades, meias-mentiras, verdades absolutas ou relativas,e  todas as categorias necessárias a justificar alguma posição no novo arranjo das lutas de classes que se sucediam.

Mais ou menos "etiqueta" no trato das diferenças estão relacionadas aos momentos de maior ou menor tensão, e nesse caso, uma olhada nos processos históricos revelará que épocas de transição ou rearrumação dos eixos de poderes tendem a um aumento do ruído e da polifonia.

O que temos agora é ao mesmo tempo uma ameaça e uma oportunidade (falando a linguagem tecnocrata dos planejamentos estratégicos).

Rupturas nascem da captura e na transformação desse senso comum em indignação. É só isso, mas não e simples como parece.

Porém, os "idiotas" estão (e estarão) sempre lá, e são eles que permitem que convivamos com coisas que, olhadas assim de fora, pareçam estarrecedoras, como a escravidão, as ditaduras, os expurgos, ou as repúblicas judiciárias.

 

Por outro lado, se olharamos o discurso das "vanguardas", teremos um  elitismo de sinal trocado, que se justifica pelos bons modos ou pela "justiça social", mas expressam a mesma intolerância que procuram denunciar.

 

Não, Nassif, a vida não piorou: a expectativa de vida melhorou, os bens e serviços produzidos alcançam escalas jamais vistas, a comida produzida dá para alimentar todos os habitantes da Terra, e etc.

Taras e psicopatas existiram e existirão sempre, talvez a diferença seja a visibilidade que hoje temos deles pelos processos tecnológicos de informação.

O problema não é o excesso de informação, ou a disseminação polifônica de informação fragmentada e anti-científica, mas a não compreensão de que, seja em tempos de telégrafo ou das redes sociais, há um conjunto de valores que serve a perpetuação da dominação de certa camada de gente sobre outras camadas, e que o surgimento ou o empoderamento de uma nova classe nem sempre dotará essa nova classe dirigente de valores humanistas.

É só ver o que resultou nossa nova classe média, ou a nova classe dirigente soviética.

Precisamos saber que todo o avanço do "pensamento" humano é contra-hegemônico, se tivermos consenso sobre isso já é um passo enorme.

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Como já evidenciei em

Como já evidenciei em comentário anterior,o mais letal dos problemas de Don Altobello,o desemprego vai explodir no primeiro semestre de 2017,podendo chegar até a 1.000.000 de desempregados.Seria tão devastador que superaria o paiol de pólvora da reforma da previdência.Lembro-me de Papai a me dizer:governo algum resiste a isso.Espero que meu mais novo amigo no Blog Eduardo,que prometeu-me esclarecer se é um ou outro,tenha entendido.Aliás meu nobre,você é novo por essas plagas,por não saber que o meu sucesso no Blog está diretamente ligado ao fato de nem cadastrado sou.Esse negócio de estrelas,quem entende mesmo não são os ingênuos cadastrados daqui,se dirija ao General Sérgio E.,Comandante em Chefe do Núcleo de Extermínio do Governo de Don Altobello.Ai você gostou.

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Eduardo Outro

"Eu não sou eu nem sou o

"Eu não sou eu nem sou o outro,

 Sou qualquer coisa de intermédio:

 Pilar da ponte do tédio

 Que vai de mim para o Outro"

Também não sou cadastrado. Mas, como já dito, sou invejoso; e invejando, vou não me cadastrando, esperando que com isso, também tenha do Outro o sucesso. E termino com o clichê intenacional, que ninguém acredita: "Feliz Ano Novo" a todos. Eu também não acredito, nem o Outro, mas o desejo é real. E agora termino de verdade fazendo um pedido/sugestão, prezado Junior:  E se o desentendimento com o Nassif fosse resolvido num duelo, não de bandoleiros, mas...de bandolins ? Ninguém morre e, vença quem vença, é só aplausos.

 

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Respondo em treplica ao já

Respondo em treplica ao já amigo Eduardo,que não é ele,muito menos o outro,30/12/2016- às 10:45.Eu sei quê você é invejoso,mas não de mim,e sim de Don Altobello.Suas poesias e as dele duelariam duro para se verificar quais são as piores. Se eu colocasse ao crivo de Papai se vivo fosse(professor,advogado e poeta),ele daria nota zero aos dois.Envie as suas para o Moreno,não o de Poços de Caldas,que nada tem a ver com o do Rio ,quem sabe não lhe ajuda a junto a Don Altobello.O Moreno do Rio adora as poesias dele,e coisas outras nada republicanas.Se você não entendeu o que escrevi,vou acreditar que você é irmão gêmeo de Alan Santos ou Souza,o português.Feliz Ano Novo

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Sou poeta não, Junior, nem

Sou poeta não, Junior, nem larápio de poesia, olhe lá, está entre aspas. Fora isso, entendi tudo.

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Meu caro Eduardo,que insiste

Meu caro Eduardo,que insiste em ser um,sem ser o outro,para nao parecer um mal estar,esclareco.Na biblioteca de Papai,acho que era o  patrimonio que ele mais prezava e preservava,predominava o poeta Neftali Ricardo Reyes Basoalto,outros vinham por osmose.Ele considerava esse nome pouco comum,o maior ser humano da terra.Fui criado debaixo das estantes de livros de Papai.Um fato pitoresco passo a lhe contar.Fui a Santiago do Chile passar uns dias com minha esposa.Por obvio,passei um dia na Isla Negra.Minha esposa adepta mais do que deve de frutos do mar,contraiu uma infeccao intestinal desgracada,que nao tive outra alternativa senao em interns-la na Clinica Santa Maria,coincidentemente,no mesmo andar onde assaniram o gigante que a pouco citei o nome.Esses casos da minha lavra estao quase todos rigistrados no Blog,que serao publicados em livro,prefaciados por Luis Nassif,o maior jornalista da sua geracao.Voce e um cabra de sorte,ganhou um amigo e escapou da mira do fuzil do Sniper Americano,coisa que ate entao,nao tinha  escapado uma viva alma para contar a historia.Renovo meus votos de um Feliz Ano Novo.

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É preciso Democracia.

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Ignorancia & Oportunidade

   Podem me crucificar, xingar, ter ataques histéricos, mas esta atual safra de ignorantes, de pessoas que apesar de certa formação superior, deliram e cometem as maiores imbecilidades, acreditam em qualquer abobrinha que reflita o que elas e seus grupos acham, tambem tem outro lado bastante interessante, resumindo : Dá dinheiro para outros.

    Postagens ignorantes, sem o menor sentido, mesmo absurdas, podem na outra "ponta" render rapido, como por exemplo, a crença deste médico sobre "não ter mais peixe no Pacifico", deu dinheiro antes de virar piada, ela foi gerada por uma constatação real - um fungo que atacou fazendas de salmão no Chile, que abalou a industria pesqueira chilena, mexeu no preço do produto e nas ações das empresas da cadeia produtiva  -  concomitante ao fato, alguns, sabe-se lá comquais intenções ou motivações, estenderam e multiplicaram esta "praga" para todo o pacifico, e graças a algusn desesperados deu para adquirir ações chilenas em baixa e vender depois, rapidamente, assim como mexer nos preços de salmão futuro por alguns dias.

     Tambem já percebi, faz tempo, que não adianta em nada procurar explicar alguma coisa ou fato para alguem, pois as pessoas, independente do nivel de formação e mesmo com amplo acesso a informações de variadas fontes, quando bota uma idéia na cachola, ela cronifica, e quanto mais simples mais cronificada fica, e tambem temos que considerar que certas ooperações, a maioria delas, nestes tempos de globalização, são complicadas de explicar , o exemplo da ZEE Mariel retrata bem estas dificuldades, tipo : " O Porto de Mariel é cubano " - afirmação que não retrata a realidade, pois ele faz parte de uma ZEE, e após entregue ao governo cubano ( só o Porto ), foi privatizado para a maior empresa de operações portuarias do Mundo, de Singapura ( o capital é "shadow", chinês ), e a divida securitizada com este operador , porra explicar para alguem "securitização" não é mole, imagina o resto.

       Não perco mais meu tempo discutindo, até um amigo meu de 40 anos, fez colégio comigo, é engenheiro, excelente profissional, sabedor que me interesso e já trabalhei no ramo de aeronaves/defesa, há uns 3 anos veio me falar que a empresa brasileira associada a SAAB, era do Lula, pois um supervisor ferramenteiro desta empresa contou para ele, que tinha sabido disto por um amigo do sindicato, e o gerente confirmado que Lula era mesmo o novo dono.

        De nada adiantou  falar que conheço a empresa e o dono dela há anos, tanto na empresa como em outros locais como a FIESP, e que ele antes de algum petista entrar na empresa dele, ele tacaria fogo nela, que o capital para expansão da empresa veio direto da Suécia ( todo mercado, até a Boeing sabia da operação ), sem BNDES, mas ele falou que não, o ferramenteiro disse a ele que foi BNDES e que o Lula autorizou.

         Onde alguns veem ignorancia, cabeças duras, reacionarismo extremo, tambem pode se ver oportunidades.

          Semana passada, ceia de Natal, meu cunhado conversando comigo disse que não estava entendendo o porque o Grupo JBS anuncia tanto na Globo, afinal a Globo não para de bater no Lula, que é o dono da JBS, e ele não é astrologo, é geologo, aposentado da Petrobrás.

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JoaoMineirim

A inteligência por trás do

A inteligência por trás do golpe ultrapassa em muito a capacidade da nossa elite econômica e  dos seus tradicionais representantes políticos . É uma inteligência superior que traçou uma estratégia perfeita para impedir que o Brasil concretizasse seu plano nacionalista de tornar-se uma potencia econômica e militar. 

O Brasil tornou-se uma séria ameaça à supremacia americana e algo precisava ser feito.

O Brasil querendo construir indústria naval, construir submarinos nucleares, construir caças e cargueiros militares, lançar satélites, cabos de fibra-ótica,etc...

O Brasil querendo criar o banco dos BRICS para se opor ao FMI...

O Brasil possuidor de riquezas naturais - petróleo, minério de ferro, nióbio, minerais radioativos, etc... 

Agora, imagine essa potência brasileira sendo governada por uma ex-militante "comunista" é um grande perigo. Ainda mais que ela foi perseguida e torturada durante o regime militar imposto pelos EUA. Deve sentir ódio aos americanos...

Agora imagina que o Brasil se aproximando dos maiores inimigos dos americanos - China e Russa .

O Brasil protagonista no MERCOSUL.

Ah... realmente o Brasiil tornou-se uma ameaça. Algo precisa ser feito, com urgência.

Mas como retirar do poder um governo com alto nível de aprovação popular, se a oposição interna é fraca de argumentos e possui um histórico vergonhoso que não lhe concede credibilidade para se opor ao bem sucedido governo ? 

Se não é possível tomar o governo via eleições, como fazê-lo sem ficar evidente a interferência externa ?

Bem, o golpe foi muito bem planejado. A estratégia foi muito bem comunicada, entendida e executada pelos opositores internos.

A imagem do governo bem avaliado foi bombardeada diuturnamente em todos os meios de comunicação até produzir um clima de incerteza nas parcelas da  população expostas aos veículos de comunicação.

A parte mais rica foi exposta, principalmente ao jornalismo tendêncioso da globo, começando pelo bom dia brasil, jornal hoje, jornal nacional e encerrando a noite com o jornal nacional ou ainda a Globonews. Teve ainda as revistas e jornais, todos alinhados na mesma narrativa que foi ensaiada à exaustão, criando mantras na mente dos afetados pela repetição extrema do vocábulo "PÊ TÊ" ligado a notícias desfavoráveis relacionadas com corrupção e problemas econômicos.

A parte mais pobre foi exposta ao que existe de pior nas mídias sociais. Boatos denegrindo  e desconstruindo imagens. Preconceitos. Alienação. Boatos de corrupção exagerada, teorias da conspiração de uma ameaça comunista na iminência de dominar o país.

Com isso conseguiram criar uma sensação de indignação nessas pessoas afetadas. O termo pós-verdade explica bem o que passou a ocorrer nos debates políticos a partir daí.

Artistas, intelectuais, juristas renomados, membros do meio acadêmico, todos eram taxados de corruptos e comunistas, comissionados ou comprados pela Lei Rouannet.

Cuba, Venezuela, China e Rússia - as "ameaças comunistas" - passaram a despertar ódio nessas pessoas, que antes de tudo são vítimas dessa exposição às técnicas de convencimento da comunicação em massa.

Sobre o protagonismo do Brasil na America do Sul, criaram a expressão "Bolivarianismo". Sempre repetida à exaustão pela oposição interna nos microfones de uma imprensa participante do golpe.

Sobre os gastos sociais, sempre falavam em "projeto para se perpetuar no poder". Criaram o convencimento de que o governo sempre venceria as eleições, comprando os eleitores mais pobres com bolsas, ás custas do endividamento do Estado.

Para cada aspecto do governo criaram um argumento simplista que nutria esses indignados nos debates políticos que se sucederam, na internet, depois nas ruas.

E finalmente, contra o devido processo legal, arrumaram o argumento de que ele só favorecia a impunidade dos políticos poderosos e deveria ser relativizado como um mal necessário para um bem maior, que seria combater a corrupção.

Enquanto a direita se aglutinou, alinhou discursos e formaram uma narrativa única, embora sem consistência, e avançaram contra o governo, a esquerda se desfragmentou, ficou sem discurso. E o pior: sem credibilidade com grande a operação midiática que gerava escandalos diários contra o governo, operação bem tramada com um nome de marketing "operação lavajato"....

E por ai vai... ou foi...

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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wagnão

Bela análise! Muito boa a

Bela análise! Muito boa a sequência de raciocínio. E vou aproveitar para entrar numa seara que pouco vejo nos comentários. Não consigo entender onde estão as pessoas que diariamente recebiam o clipping de notícias relevantes dos fatos políticos ocorridos na América Central e América Latina. Não é aceitável que todas as notícias sobre os golpes praticados na Venezuela, Honduras e Paraguai não tenham acendido a luz de emergência para que analistas políticos próximos ao governo Lula e Dilma não tomassem medidas de salvaguarda. E não é possível que não existam soluções já debatidas nesses mesmos países, após o golpe. 

Ao mesmo tempo pouco foi feito no sentido de se estreitarem laços com a contraespionagem do Governo Russo e Chinês, para se tomar conhecimento dos movimentos de retaliação que fatalmente seriam produzidos pelos EUA. Tampouco vejo notícias da articulação de juizes progressistas que igualmente poderiam promover ações dentro da lei que engessassem outros atores do golpe, como os já citados ministros do governo Temer ou sobre os atores da mídia.   

Acredito que por maior que seja toda a cadeia de traidores da pátria, ainda há maneiras de se expor as artimanhas do golpe que seguem seu roteiro milimetricamente, para enfraquecer a candidatura Lula e em algum momento mais adiante, emplacar a volta de FHC ou equivalente ao poder.

E acredito que há falhas na estratégia golpista que não são aproveitadas. Não adianta o PT esperar republicanismo da parte de deputados, senadores e do STF. Nesse momento fatos apontados pela ODEBRECHT podem trazer a ruína do sistema político brasileiro e essas provas valem ouro. Há jornalistas dentro e fora do país que podem repercutir informações que podem desestabilizar a narrativa do golpe. Sabemos que o poder judiciário e a mídia também estão implicados, mas isso nunca chegará à tona se não houver iniciativas de contraofensiva. 

A impressão que tenho é que o PT espera que o próprio Governo Temer caia por incompetência e que mesmo após a traição de toda a mídia acabe apoiando um pacto onde serão mantidos os privilégios dos golpistas, desde que estes aceitem a eleição de Lula. Só que eu não seria tão ingênuo em acreditar duas vezes no mesmo conto da carochinha. 

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Sugestã

Aos editores do blog: Subir o texto do Mineirim para a página principal.

Aos leitores: Copiar e divulgar nos feicibuques e zapps.

Porque: Mais bem explicado que isso, nem desenhando. 

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Aos editores do blog: Subir o texto do Mineirim para a página principal.

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Tente outra vez Golpista.

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Edna Baker

Fechou 2016 com chave de

Fechou 2016 com chave de ouro. Mil Parabéns! 

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Junior Sertanejo

Como sempre em primeira

Como sempre em primeira mão,trago uma noticia não muito alvisareira para a camarilha,principalmente para Don Altobello.Tomo conhecimento que o carro em que se deslocava o Presidentre Mauricio Macri da Argentina,foi apedrejado.Se a moda pega,o Padrinho não virá a Salvador nem sob vara.O que tem de pedra portuguesa soltas,pelas ruas de Salvador,não está em nenhum gibi.

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Eduardo Outro

Junior, tem comentário seu

Junior, tem comentário seu que eu boio total. Fico sem saber se é bom ou ruim. Olho para aquelas estrelinhas no final e aí continuo sem entender nada daquilo que já não tinha entendido, porque não sei quem coloca essas estrelas e o que realmente elas significam. Sei que estou "viajando" mas é que nesse comentário não paro de rir com o Don Altobello. Estou morrendo de inveja de não ter sido eu a dar em primeira mão esse nome ao Chefão. Será que ele vai tomar Haagen-Dazs envenenado ?

PS: Não se preocupe com minha inveja, é uma inveja boa, tipo  tucana doação legal, nao petista propina.

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Júnior Sertanejo

Meu caro,esqueci uma coisa se

Meu caro,esqueci uma coisa se se não lhe informasse a não estaria sendo honesto comigo.Esses comentários que você "voa",são mal entendidos com Nassif,nem você nem ninguém entenderia,mesmo tu sendo o outro.Grande abraço.

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Júnior Sertanejo

Respondo a

Respondo a Eduardo,29/12/2016-18:29.Numa boa,não tenho como lhe responder,haja vista,não sei se você é um ou outro,ademais você tem pinta de Lulista.A única estrela que ainda olho com simpatia,apesar dos pesares,é a do PT,as que me agraciam por aqui são paraguaias.Agora,meu caro,seja sincero,o bicho não é a cara de Don Altobello?Você não fez feio.De parabéns,deve continuar nas redes sociais,e quando ler um comentário meu e não entender,releia.

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Clever Mendes de Oliveira

“Que sentido tem o que dizes, quando não estão contigo?”

 

Júnior Sertanejo (quinta-feira, 29/12/2016 às 22:10),

Este post de Luis Nassif com comentários tão brilhantes, ou talvez eu devesse dizer supimpas, vai ficar antológico. O seu Don Altobello e agora sua alcunha para as tão saborosas estrelas do blog de Luis Nassif de “estrelas paraguaias” é o melhor retrato delas que foi dado aqui.

E lá atrás, quando eu via você, que me parecia novato aqui no blog, lutando com elas em luta semelhante a de Carlos Drummond de Andrade no poema "O Lutador": “lutar com palavras é luta mais vã, entanto lutamos mal rompe a manhã”, eu pensei em lhe dar uma explicação para que você não se entretivesse muito com elas, pois ao contrário das estrelas da Via Láctea essas não o levariam a lugar nenhum. Eu me enganei e elas o levaram, pois afinal você deu o nome perfeito a elas.

Clever Mendes de Oliveira

BH, 30/12/2016

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Junior Sertanejo

Respondo a Clever Mendes de

Respondo a Clever Mendes de Oliveira,30/12/12 as 12:13.A estrela do blog nao sou eu,apesar da insistecia de voces em tornar-me uma,vamos por assim dizer,Cruzeiro do Sul.A estrela do blog e Luis Nassif,o maior e mais brilhante jornalista da sua geracao.No mais,por mais respeito que tenho pela poesia de Drummond,minha preferencia recai pelas as de Pablo Neruda.Feliz Ano Novo.

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Júnior Sertanejo

Insistência,quis dizer.

Insistência,quis dizer.

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Serjão

O Pulha

Maldade com o Don Altobello.

O inseto vai precisar de muito Häagen Dazs e Nutella.

Tadinho

  

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  http://port.pravda.ru/busin

 

http://port.pravda.ru/busines/29-12-2016/42398-lava_jato-0/
 A Lava Jato é uma traição nacional

A operação Lava Jato se desnuda. Não é a corrupção seu objetivo, fosse-o e estariam atrás das grades os FHCs e filhos, seus apartamentos e fazendas, os Aécios e sócios, com helicópteros do tráfico, aeroportos e desvios de dinheiro de estatais, as cúpulas dos partidos no governo, ávidas das gorjetas e farelos que lhes deixam os donos do mundo. A Lava Jato é um caso de traição, o antro dos Joaquins Silvérios dos Reis do século XXI.

Pedro Augusto Pinho*

Com um mínimo de reflexão, talvez passássemos a entender a ação dos impérios, as farsa das propagandas nos veículos de comunicação de massa e a atuação deletéria de vários homens públicos, reduzindo nosso Brasil a uma eterna colônia de escravos. Não é em seu bolso que metem a mão, é em seu cérebro, pobre brasileiro que ainda acredita no perigo comunista e no surgimento de um salvador.

Em 1973, os comandos militares acolhiam, pelo que se dizia na época,  a indicação do General Emilio Médici e escolhiam o General Ernesto Geisel para Presidente do Brasil, de 1974 a 1979. Os grandes problemas que enfrentaria Geisel seriam decorrentes do rompimento unilateral dos Estados Unidos da América (EUA) com o "Acordo de Bretton Woods", encerrando o padrão dólar-ouro, em 1971, e as consequências cambiais e nas taxas de juro daquela decisão, e a dependência brasileira pelo petróleo.

Tratarei, inicialmente da questão do petróleo. A Petrobrás formou ao longo de sua existência, e Geisel presidente da empresa muito contribuiu para isso, equipe técnica de excelência, reconhecida pelas congêneres estrangeiras e nos simpósios, congressos e seminários internacionais que seus empregados  participavam. A realidade geológica já havia sido percebida pelo ex-geólogo-chefe da Standard Oil, que veio estruturar a exploração de petróleo no Brasil: Walter Link. As bacias terrestres não tinham petróleo suficiente. A ida para a plataforma continental exigiu esforço tecnológico, participação da engenharia brasileira e muita pesquisa. Mas começou, ainda com Geisel, a mostrar resultados animadores. No entanto a questão fora muito anterior, quando, na vassalagem colonial, o Brasil optou pelo transporte terrestre e nele investiu, quando o transporte marítimo e fluvial e o transporte ferroviário eram muito mais adequados aos recursos e à geografia brasileira. Esta errônea opção deixava o País refém do produto que não tinha nem dominava, política ou militarmente, as fontes. Em suplemento sobre a economia nas Américas, The New York Times (28/01/1973), sob o título "Brasil, o Novo Japão", elogiava a ditadura militar, a indústria automobilística e, ironicamente, o aumento da dívida "pública e particular".

Mera coincidência, junta o Governo Geisel à luta dos capitais industriais com os financeiros, com a vitória dos últimos, onde as "crises" do petróleo desempenham papel preponderante. O Brasil sofreria muito e ocorreria o terceiro golpe dentro do golpe de 1964, levando João Figueiredo à Presidência. O Projeto Geisel era do Brasil Potência, um país soberano, não justo, mas com o controle das principais tecnologias do século: nuclear, informática e aeroespacial. Do mesmo modo que o sucesso da tecnologia petroleira incomoda até hoje as mentes entreguistas e os capitais estrangeiros, a nuclear também é combatida desde o momento que se transformou em objetivo nacional. A prisão do Almirante Othon Luiz Pinheiro da Silva nada tem com a corrupção, nem deveria estar sob a Lava Jato, mas ali domina um representante do império para eliminar a engenharia e a tecnologia brasileiras.

A espionagem dos EUA na Petrobrás começa nos anos 1980, já afastado o General Geisel e necessitando a área de geofísica da empresa um computador mais potente, para os processamentos sísmicos, cada vez mais importantes nos trabalhos de exploração de petróleo. Para que a Petrobras pudesse contratar este computador, assinou uma série de salvaguardas, inclusive do controle estrangeiro à sala onde seria instalado o equipamento. Seria humilhante, não estivesse o País já sob o controle da banca (sistema financeiro internacional), exaltando o neoliberalismo e combatendo o "estatismo".

Depois vieram os mordomos, os capitães do mato, e a Petrobrás franqueou seus sistemas, eliminou seus controles, destruiu a hierarquia estrutural que a colocara no píncaro da indústria petroleira. Daí a gravação das conversas destes gestores, onde não faltam a vaidade, o machismo, a inexistente intimidade com os poderes e os poderosos que os transformariam vítimas do sistema, planejado e com os elementos treinados nos EUA, para a destruição da maior empresa genuinamente brasileira, detentora única de tecnologia de exploração e produção em águas ultraprofundas, e das empresas de engenharia também brasileiras que deslocavam, pela capacidade técnica e empresarial, as congêneres do Hemisfério Norte. Como pode a colônia superar o Império?

A operação Lava Jato se desnuda. Não é a corrupção seu objetivo, fosse-o e estariam atrás das grades os FHCs e filhos, seus apartamentos e fazendas, os Aécios e sócios, com helicópteros do tráfico, aeroportos e desvios de dinheiro de estatais, as cúpulas dos partidos no governo, ávidas das gorjetas e farelos que lhes deixam os donos do mundo. A Lava Jato é um caso de traição, o antro dos Joaquins Silvérios dos Reis do século XXI.

O jornalista Paulo Henrique Amorim pergunta onde está o Marechal Lott para garantir a constituição, hoje; nem vou tão longe em nossa história, pergunto se ainda há um General Geisel, para defender o interesse nacional em nossas Forças Armadas?

*Pedro Augusto Pinho, avô, administrador aposentado, foi do Corpo Permanente da Escola Superior de Guerra

 

 

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Delano Williams

É só a esquerda progressista

É só a esquerda progressista usar o mesmo modo operandi da direita e fazer suas frases simples. É o Shitstorm, como bem disse o Eugênio Aragão, que deveria ter sido o escolhido no lugar desse agente antinacional o Janot.

Outra coisa que percebo é que o lixo expelido em sites tipo 4chan, os chans brasileiros; estão sendo trazidos dessa fossa na internet, para hábitos normais, nas relações,nas redes sociais Whatsapps e afins.

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Um oftalmologista cego que

Um oftalmologista cego que acha que vê tudo.

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de mattos guerra civil

há muitas décadas

Há umas 3 décadas Celso Amorin já nos afazeres da diplomacia brasielira, proferiu na Unicamp uma palestra na qual preconizava a balcanização do Brasil...Não estamos longe disso.

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Fabio !

É o inferno

Andy Warhol , McLuhan , George Orwell , Aldous Huxley . Todos profetas de primeira linha sobre a situação que vivenciamos hoje nesse aspecto da imbecilização das massas . 

O FACEBOOK  e o YOUTUBE tornam possível a proliferação de mini e flash-celebridades . 

A inundação de informação instantânea por todos os lados impede que se separe o que é crucial , fundamental daquilo que é episódico e irrelevante , apesar do sensacionalismo . Ao mesmo tempo , como na previsão de Aldous Huxley , a inundação de informação faz com que as pessoas fiquem paralisadas  - não há como processar e entender tudo isso , e nem há estrutura intelectual para tanto . 

E como na previsão de Orwell , mas em formato diverso , o Grande Irmão não é um sistema opressivo de vigilância , mas um ambiente cool onde as pessoas disponibilizam com prazer e ostentação suas informações privadas , tornando-se uma massa facilmente analisável pelos serviços de inteligência e seus estrategistas .

Quantas vezes , apenas por curiosidade , eu mesmo não consegui levantar a vida inteira de pessoas das quais havia perdido o contato há anos , e através da internet - e do meu FAKEBOOK - vi todo o histórico de vida dessa pessoa , seus últimos empregos , suas viagens , sua família .  Coisa que há 40 anos ,  na Alemanha Oriental , a STASI precisava levantar uma rede de milhares de agentes para vigiar  e registrar a vida dos cidadãos . 

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R R

Violencia

Toda sociedade cindida em estratos - como classes ou castas - tende a apresentar a violência como elemento constitutivo de sua estrutura. Ela varia conforme a forma econômica.
No Brasil, onde um capitalismo atávico uniu-se a uma formação colonial particular, gerou-se formas de violência típicas e extremamente disseminadas. Somos sere humanos violentos. Para citar somente um indicador, batemos no último ano o recorde mundial no número de homícidios. Mas nesse saco cabe ainda violência doméstica, violência no trânsito, violência contra o consumidor etc...
É por isso, Nassif, que a ruptura econômica que a instabilidade política pode causar é tão preocupante.

E outras instabilidades irão se apresentar, cada vez mais acentuadamente, à medida que o século avança em direção a 2030. 

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Rui Ribeiro

A + sensata opção é pela democracia, não pelo facismo

Veja como Hitler e Duce terminaram

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ricardoaraxa

Perfeito! Sem tirar nem por!

Perfeito! Sem tirar nem por! Alias tenho um cunhado,mora em são paulo logico,que é identico a  esse ultra-direitista.Pra mim esta completamente louco! Ja perdi a paciencia com ele.Não o tolero mais.

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dja

O fim das rede sociais

O maior desafio da transparência de uma  informação veiculada é a decodificação correta de forma rápida da notícia regionalizada, essa se faz, apenas com eficácia na velocidade,  através das redes sociais, estas transformaram a sociedade em zoombis, diferentemente da velha mídia que faziam-na de escrava. Veja: Brasil da mídia provinciana: O Supremo Tribunal Federal (STF) barrou, recentemente, a lei estadual da vaquejada (um tipo de prática a qual o Peão derruba o boi pegando-o pelo rabo dentro de uma arena. Existe opiniões a favor que dizem: o boi é bem nutrido, seria pior estar no sertão seco passando fome. Outros são contrários alegando que o boi é aterrorizado e sofre dores mesmo com proteção corporal. Quem come açem, contra filé, fraldinha ... é melhor nem tomar partido, no entanto, o objeto dessa reflexão é por que a mídia conservadora publicou o processo de legalidade da vaquejada de forma contrária à decisão do STF? Seria advogar em causa própria por ser indiretamente beneficiada pelo "negócio do boi" ou quer que a população guarde em seu subconsciente, que os ativistas "anti-sistema" são contrários a prática da vaquejada, por conseguinte são inimigos dos sertanejos? Enfim, a velha mídia se preocupa em informar na medida em que seus patrocinadores não se prejudiquem para aquela perder propagandas lucrativas, nem que para isso abarrotem sua programação de conteúdos da classe C. Brasil das redes sociais: A vitória de Trump foi o marco concreto da mudança na comunicação mundial, pois o sistema dominante de mídia antiga perdeu, e não se sabe se haverá a curto prazo a volta da hegemonia de instituições voltadas a manipular e dosar os conteúdos informativos. É aí aonde o Brasil fica a deriva por não ter um plano B ao da engenharia do consentimento, por sempre desacreditar no que está há mais de 5 metros de sua visão, exemplo disso, a epopéia das manifestações dos R$ 0,20 de 2013 até a queda de Dilma neste ano, sendo assim,  não há dúvida de que a internet é gestora dos implantes cerebrais de manipulação das massas. A velha mídia não é responsável pela putrefação do intelecto social, ademais, como culpar a globo se esta sempre evitou conteúdos pornográfico sem limites ou o que acontece nas novelas é o mesmo dos sites pornô? Portanto havia sim uma restrição para que as coisas continuassem minimamente suportável. Já politicamente e economicamente no Brasil a situação é tanto quanto preocupante, seja qual for o governo federal, pois ninguém imaginava que a primavera árabe iria perdurar, nem que, quem a gerou, foram as próprias redes sociais, porquanto no Brasil a joça institucional é bem menos complexa. Nesse contexto não há como prevê um comando lógico em uma rede mundial de TI em que cada movimento de insatisfação social (ou pessoal) seja minimamente contido em pró de uma estabilidade dos valores éticos do ser-humano. Por tudo, a instituição casamento corre o maior risco de dissolução em massa do qualquer outra coisa que afete o equilíbrio comum, tamanha a capacidade de resolução de problemas e oferta de oportunidades que advieram da internet. Solução: Fim das redes sociais. [Acho que estou enxergando bem menos de 5 metros]  

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Junior Sertanejo

Respondo a dja,29/12/2016 -

Respondo a dja,29/12/2016 - às 13:16.Dos quase 50 caracteres que você teve um trabalho desgraçado de escrever,onde misturou alhos com bugalhos,poderia ser resumido em 6 palavrinhas:"Transformaram o Brasil em um puteiro".Não seria bem mais simples.

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RafaelL

Nível de instrução, ideologia e conhecimento científico

O comportamento do primeiro sujeito, o tal oftalmologista, condiz com o resultado deste estudo científico, publicado no períódico Advances in Political Psychology: https://papers.ssrn.com/sol3/papers.cfm?abstract_id=2459057

O arquivo PDF é disponível na página acima, mas o artigo é em inglês.  Resumindo, trata-se de um estudo feito numa amostra de  2000 pessoas adultas, representativa da estratificação socio-eonômica e étnica da sociedade americana.  O objetivo era medir a capacidade de uma pessoa inferir repostas sientificamente corretas em função do seu grau de conhecimento/instrução em Ciencias. Para questões “simples” como “o elétron é menor que o átomo” (resposta correta: SIM) ou questões menos simples como “qual é o gaz mais presente na atmosfera?” (resposta correta: AZOTO ou N2), quanto mais instrução tinha o pariticpante, maior era a probabilidade que ele/ela daria a resposta correta.

A capacidade de dar uma resposta correta, no caso das perguntas ideologicamente “neutras”, como estas acima, parece depender somente do nível de instrução do indivíduo. Entretanto, este não é o caso de perguntas do tipo “Seres humanos atuais se desenvolveram a partir de outras espécies anteriores?” (resposta correta: SIM) ou “Há sólidas evidências de que o aquecimento global recente é predominantement causado por atividades humanas como a queima de combustível fóssil” (resposta correta: SIM). Na população global, existe um aumento da resposta certa certa com o grau de instrução. Por exemplo, para a pergunta sobre a evolução das espécies, 35% dos menos instruídos responderão corretamente, enquanto 75% dos mais instruídos encontrarão a resposta certa (ver Figura 1 do artigo).

Entretanto, quando se separa a população em eleitores democratas vs. eleitores republicanos ou na metade mais religiosa e na metade menos religiosa, acontece um efeito interessante para as duas perguntas com implicações “ideológicas”: as curvas se invertem! (Ver Figuras 2 e 6 do artigo.) Para o  grupo de pessoas mais religiosas ou que votam no partido Republicano, quanto mais intruídas elas forem, mais elas darão repostas erradas à estas duas questões, o contrário acontecendo no grupo Democrata e menos religioso.

Em suma, para uma pessoa de direita ou fundamentalista cristã, quanto mais cultura científica ela adquirir, maiores serão as chances que ela se torne criacionista ou climatocética!

 

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Luiz Conceição

Xadrez do Hommer Simpson e do desmonte nacional

 

Nassif, a Globonews é o jornal Globo da ápoca do seu fundador,  Irineu Marinho. Portanto, quem puxa aos seus não degenera, não é mesmo? Não fosse o trabalho do cientista Oswaldo Cruz e o Brasil não teria vencido a febre amarela.

Para quem não sabe: "No início  do século 20, na calada da noite, os agentes federais entravam nas casas à procura de um invasor sorrateiro e muitas vezes imperceptível. Reviravam tudo e, se o encontrassem, matavam-no sem dó nem piedade", diz,  candidatamente, um texto do site Bem Estar hospedado no G1...

Quem morria sem dó e nem piedade era o mosquito Aedes aegyti. Esse que atualmente ataca a população do País. Naturalmente, omite o fato de o avô dos padrões  Globo ter feito campanha contra...

Tudo o que for avanço, as organizações trabalharão contra.

 

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Fábio Lúcio Sanchez

Crise simbólica da esquerda.

Nassif, ótima sua análise  Mas falta a peça da incapacidade simbólica da esquerda. Basta ver a iconografia do impeachment de Dilma. Compare: 

Manifestações contra Dilma: 

Pixuleco
Panelas
Batman e Ju Isen, a “musa do impeachment”
Roupas de militares
Camisa verde e amarela
A grande bandeira na Paulista
O pato da Fiesp
Jurista maluca girando a bandeira no discurso na São Francisco
Selfies com PMs
Máscaras de carnaval (japonês da Federal, JB e Moro)
Camisetas (“A culpa não é minha. Eu votei no Aécio” etc)
A coxinha, a cashmere (símbolos que a esquerda soube aplicar aos outros, enquanto não sabia aplicar qualquer um a ela mesma)
 

Manifestações pró-Dilma: 

?????
Talvez Lula?

Vejamos outros movimentos, todos mais ricos:

Fora Collor

Carapintadas
Camisa preta X camise verde-amerela
Os dois eles em tudo

Diretas Já

Pomba
Cédula “Eu quero votar pra presidente”
Osmar Santos e Fafá de Belém
X no quadrado
Camisa amarela

Ou seja, a esquerda vive uma crise simbólica evidente, uma incapacidade de criar uma comunicação com a alma das pessoas. 

 

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Brnca

Hoje como antes

Faltou discutir a verdadeira questão: por que passados mais de 70 anos estamos no mesmo patamar que gerou a segunda guerra mundial? A direitização e fascistização da vida na Europa bem instruída utilizando os mesmos Simpsons da época para enganar e constranger a todos à obediência ao poder medíocre de fascistas e nazistas, a perseguição e ódio desnorteado a algumas etnias e partidos políticos, a divulgação por diferentes canais da ideologia dominante e sufocante que não deixava espaço para o contraditório não são os mesmos? Se hoje são as igrejinhas dos pastores autoritários que dominam por aqui as mentes dos crentes, naquela época foram padres e pastores de grandes igrejas que abraçaram a ideologia fascista e nazista e pregavam a submissão. A economia-política nacional sem analisar o lado político-social internacional não responde tudo: o poder econômico, político, militar, social, cultural dos USA no mundo sim. As técnicas de domínio não são muito diferentes, apenas mais soifisticadas.

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Esse dois personagem do

Esse dois personagem do Nassif são fruto direto das Organizações Globo, de Rádio, Jornalismo e Televisão.

Sem essa Organização esses personagem não existiriam. Ou se existissem, não seriam tão idiotas assim.

A Globo sim, é uma verdadeira ORCRIM.

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Estou de saco cheio por tudo que vem acontecendo no país, e nós democratas, não fazemos nada.

Eu inclusive. Parece que estamos todos anestesiados, que fomos dopados. Mas essa lombra vai passar e vamos acordar.

Eu creio !!!

gAS

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Mogisenio

BIT

Meus caros debatedores, Nassif, e equipe, bom dia. 

 

Acredito que muitos aqui , senão todos, já passaram por situações   parecidas tais como  as narradas pelo r. jornalista.

Trata-se daquela história:

Você está ali, tentando debater com outrem algum tema que envolve questões nacionais de âmbito político-econômico-jurídico-social e se vê numa TOTAL IMPOSSIBILIDADE de chegar a um consenso qualquer.

Portanto, para resumir é isso: plena, geral, total,  irrestrita e rasa impossibilidade de chegar a um consenso. O debate é IMPOSSÍVEL. 

Mudando o que precisa ser mudado, foi o mesmo que ocorreu no processo de afastamento da ex-presidenta.

Ali, NADA, absolutamente, NADA mudaria a tese dos caçadores de mandato. A sentença já estava pronta, feita e acabada e  fim de papo! Apenas seguiram os "ritos formais" para dar aquela "ar" democrático FAJUTO!!!

Em suma, foi um debate do tipo: não quero saber e tenho raiva de quem sabe e não se fala mais nisso e vai à merda. Achou ruim? Vamos lá pra fora! ( teve senador que chegou, mais ou menos, a esse ponto!)

Portanto, voltando ao texto do Nassif, caso insista permanecer  no debate impossível, de duas uma:

Ou parte para a porrada argumentativa do tipo "sim e não"  ou parte para a porrada!

E porrada no sentido lato podendo chegar às vias de fato!

Nessas horas a gente percebe quão importante é papel do voto nas "relações sociais" desde que se preserve os direitos da minoria.

E é nesse último aspecto, em itálico logo acima,  que pretendo  sugerir , com fundamento, uma conduta  para os caros debatedores ao se deparem com debatedores  impossíveis,cujas opiniões são absolutamente inconciliáveis. Vale até argumentação "ad hominem"  e tudo mais.

Vejamos,

As verdades absolutas são falsas. Logo, direita e esquerda, absolutamente,  se enquadram no pleonasmo precitado, isto é, são falsas. E de onde eu tirei isso? Ora, da minha cabeça, logo, isso que acabei de dizer-lhes também pode ser falso, pois não esgotei todas as possibilidades para chegar a uma conclusão "absolutamente verdadeira". Em suma, não descobri a origem do universo, tampouco provei a existencia de deus, o motor do mundo, o criador, o início, quem veio primeiro, a galinha ou ovo, etc.

As relações sociais não podem ser tratadas como bit, in/on, sim e não, binariamente, maniqueistamente,  portanto.

Todavia,  suponho que  todos saibam, parece que estamos vivendo nesse mundo binário.  

Afinal, estamos aqui, no TCP/IP, tentando debater alguma coisa. (risos) Digressões à parte.

Prossigamos.

Sabemos do maniqueísmo atual, não é mesmo?


É Lula, é PT, Dilma? Ora é bandido e fim de papo. Nesse sentido, basta tirar a Dilma para ver  melhorar as condições "sociais" do país.

Negociado sobre Legislado e pronto! Melhorou. 

Despesas < Receitas,  pronto! Você é um "gestor RESPONSÁVEL!.  "Demorô"!

Todavia, a meu juizo, penso que essa PEC-55, que já é emenda, no fundo, não passa  de uma nova recolonização "portuguesa". A vigança da padaria com sua conta!

Prosseguindo.

Paralelamente, é "acabar" com a corrupção para encontrarmos o "além do horizonte deve ter, algum lugar bonito pra viver em paz".

Em suma,  IN - ON.

Francamente senhores, entrar num debate do tipo binário parece-me, realmente, perda de tempo. 

Como bem  exemplificou o r. jornalista Nassif, não há debate. Logo, melhor não discutir "astrologia".

Mas, como prometi, segue o meu fundamento para um debate saudável que envolve questões, econômicas, jurídicas, sociais, políticas, enfim, questões ligadas ao INTERESSSE humano, qual seja:

É preciso ter um ponto de partida, sob pena de prosseguirmos em busca da explicação da origem do universo, de deus, cinco vias, motor do mundo, ovo ou galinha,  etc  e concluir que não saimos do mesmo lugar.

Esse ponto de partida, na minha opinião, resgatando Rousseau  entre outros, seria o próprio Contrato Social.

Atualmente, em nosso caso, positivado, seria a CR/88.

E lá, está escrito, literalmente:

Constituem objetivos fundamentais da República Federativa do Brasil:

 - construir uma sociedade livre, justa e solidária;

 - garantir o desenvolvimento nacional;

 - erradicar a pobreza e a marginalização e reduzir as desigualdades sociais e regionais;

 - promover o bem de todos, sem preconceitos de origem, raça, sexo, cor, idade e quaisquer outras formas de discriminação.

 

 

Notem que é objetivo, logo, nossas "relações sociais" ainda NÃO SÃO justas e solidárias,  não promovem o bem de todos, etc.

Por aí, eu acho que o debate pode ser construtivo, mesmo diante de um BIT.

Quem sabe não chegaríamos  a um BYTE pelo menos?

 

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