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Delcídio do Amaral

Gilmar Mendes estende prazo de investigação contra Aécio por propina em Furnas

Foto: Agência Brasil

Jornal GGN - O ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal, concedeu à Polícia Federal mais 60 dias para concluir um inquérito contra Aécio Neves (PSDB) por corrupção em Furnas. O pedido foi feito a Gilmar pela Procuradoria Geral da República, capitaneada por Rodrigo Janot. A decisão foi tomada no dia 23 de junho, mas só no último dia 6 é que foi divulgada.

Janot sustentou que a extensão do prazo era necessária "tendo em vista que algumas das diligências necessárias à elucidação dos fatos investigados não puderam ser realizadas no prazo anteriormente definido."

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Conselho de Ética arquiva denúncia contra Mercadante por suposta ajuda a Delcídio

Foto: Roberto Stuckert Filho
 
 
Jornal GGN - O ex-ministro da Educação Aloizio Mercadante foi considerado inocente da acusação de tentativa de obstrução de Justiça feita pelo senador Cássio Cunha Lima (PSDB) ao Conselho de Ética Pública da Presidência da República. A denúncia surgiu após a Lava Jato vazar um grampo telefônico em que Mercadante oferecia ajuda ao ex-senador Delcídio do Amaral.
 
As gravações de conversas de Lula, Dilma e ex-ministros fez a Lava Jato mover ações por obstrução de Justiça contra os petistas, em Brasília. A Comissão de Ética Pública decidiu, por outro lado, arquivar o processo contra o então ministro da Educação Aloizio Mercadante, por entender que não houve crime por parte do ex-ministro. 
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Aécio escolheu senadores que vão julgá-lo no Conselho de Ética

Foto: Divulgação

Jornal GGN - Aécio Neves participou das discussões para a montagem do Conselho de Ética do Senado, que vai julgar um pedido do PSOL e Rede pela cassação de seu mandato. É o que informa o Estadão desta quinta (1).

Segundo o jornal, "tucanos foram escolhidos a dedo para ajudar a barrar o requerimento. Assim como fizeram outros partidos com quem tem interlocução." O Estadão ainda informou que senadores investigados na Lava Jato "já falam em arrependimento por respaldarem a prisão de Delcídio do Amaral. Avaliam que isso deixou o STF à vontade para tentar de novo, mas que a dose não vai se repetir com Aécio."

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PGR estuda romper acordo de delação de Delcídio


Foto: Geraldo Magela /Agência Senado
 
Jornal GGN - O acordo de delação premiada do senador cassado Delcídio do Amaral corre riscos de ser invalidado. A Procuradoria-Geral da República (PGR) analisa romper a colaboração homologada em 2016, após depoimentos de ex-executivos da Odebrecht revelarem a participação de Delcídio em outros esquemas de repasses a campanhas eleitorais.
 
A sequência de depoimentos dos funcionários e ex-funcionários da empreiteira trouxe à tona a possibilidade de alguns depoimentos de delatores serem questionados. É o caso do ex-gerente de Engenharia da Petrobras, Pedro Barusco, das companhias Andrade Gutierrez e Camargo Corrêa, e do ex-senador Delcídio.
 
A primeira conclusão da Procuradoria sobre o ex-parlamentar é que nos 29 anexos de depoimentos prestados entre 11 e 14 de fevereiro do último ano, Delcídio não repassou informações dadas pela Odebrecht. 
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Processo contra Lula por suposta obstrução da Lava Jato caminha para alegações finais

Jornal GGN - A ação penal em que Lula é acusado de ter obstruído a Lava Jato, com base na delação de Delcídio do Amaral, caminha para as alegações finais. O ex-presidente foi o último a depor diante do juiz Ricardo Leite, da 10ª Vara Federal de Brasília, e negou participação no esquema em que Delcídio foi pego fornecendo dinheiro ao advogado e família de Nestor Cerveró para evitar uma delação premiada do ex-diretor da Petrobras.

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Lula não sentou no banco dos réus. Lula desabafou

"Eu tenho muita coisa na garganta para falar. Eu estou cansado de ouvir procurador dizer que não precisa de provas, que ele tem convicção. Ouvir juiz dizer que não precisa de provas, que vai decidir com fé. Eu quero provas", disse Lula

Jornal GGN - Os relatos de veículos da grande mídia sobre o primeiro depoimento de Lula como réu na Lava Jato não fazem jus ao que, de fato, foi a audiência. Folha retratou Lula como um vitimista, agarrada a sua fala sobre ser alvo de um "massacre" midiático. Veja pintou uma faceta arrogante porque, apesar da "perseguição", Lula garantiu que aparecerá à frente em todas as pesquisas de opinião sobre 2018. No Estadão, uma tentativa de humilhá-lo: "Veja Lula no banco dos réus" era o call-to-action ligado ao vídeo da audiência que o portal exibia com exclusividade, mesmo sem permissão judicial. 

Só que Lula não simplesmente sentou no banco dos réus da Lava Jato. Lula desabofou. Fez uma defesa enérgica contra a acusação de ter mandado comprar o silêncio de Nestor Cerveró, diante de um juiz que considera o oposto de Sergio Moro - Ricardo Leite, da 10ª Vara Federal de Brasília, a quem chamou de "imparcial" e agradeceu por ter lhe dado "liberdade" para falar. "O momento é do senhor, é sua defesa, o senhor tem todo direito de falar", respondeu o magistrado.

"Todos aqui têm dimensão do que é um cidadão que foi presidente da República, que foi considerado o mais importante presidente da história, que saiu com 87% de boa avaliação, que fez o Brasil ser respeitado no mundo inteiro, de repente ser pego de surpresa por manchetes de jornais e na televisão - todo dia, todo santo dia, no café da manhã, no almoço, na janta - com alguém insinuando vai apresentar a delação que vai pegar o Lula. (...) Eu cansei. Eu esperei pacientemente. Por isso, estou muito orgulhoso de estar aqui para poder, diante de um juiz imparcial, contar as minhas versões dos fatos", disse Lula logo nos primeiros minutos.

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PF vê indícios contra Dilma, Lula e Mercadante, mas não os indicia

 
Jornal GGN - Em relatório de 47 páginas, a Polícia Federal do grupo de investigação da Lava Jato no Supremo Tribunal Federal (STF) afirmou que acredita em indícios contra os ex-presidentes Luiz Inácio Lula da Silva e Dilma Rousseff e o ex-ministro Aloizio Mercadante por obstrução à Justiça, com base na delação do senador cassado Delcídio do Amaral.
 
O documento não é um indiciamento, mas um pedido de denúncia contra Dilma, Lula e Mercadante, pelo delegado Marlon Oliveira Cajado dos Santos, do grupo da Lava Jato no STF. Como nenhum deles detêm foro privilegiado, o delegado pede que o caso seja remetido à Justiça Federal de Brasília. 
 
O caso é o desdobramento da Lava Jato por suposta obstrução e colocava como investigados Lula, Dilma, Mercadante, o próprio ex-senador Delcídio do Amaral, o ex-ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, e ainda os ministros do Superior Tribunal de Justiça, Marcelo Navarro e Francisco Falcão.
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Assessor de Delcídio inocenta Lula e acusa ex-senador

 
Jornal GGN - A tentativa de obstrução à Justiça pelo ex-senador Delcídio do Amaral ocorreu por intermédio de seu assessor, Diogo Ferreira. Em depoimento prestado à Justiça Federal de Brasília, nesta sexta-feira (17), afirmou que jamais ouviu qualquer menção de Delcídio sobre atuação de Luiz Inácio Lula da Silva no episódio.
 
O depoimento foi concedido no âmbito do processo que apura a suposta compra de silêncio do ex-diretor da Petrobras, Nestor Cerveró, por Delcídio, pelo ex-presidente Lula e outros seis investigados.
 
Mas a tese de arrolar Lula no esquema preparado por Delcídio fracassou. Assim como ocorreu em seu próprio depoimento aos investigadores e juízo na 10ª Vara Federal de Brasília, nesta quarta-feira (15), foi a vez de seu assessor desmentir a teoria.
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Sem querer, Delcídio inocenta Lula e confirma responsabilidade

 
Jornal GGN - No curso da ação penal contra o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e outras seis pessoas por suposta compra de silêncio de Nestor Cerveró, ex-diretor da Petrobras, o senador cassado Delcídio do Amaral reiterou a tese contra Lula, sem provas materiais e sem assumir o compromisso com a verdade.
 
Delcídio prestou depoimento nesta quarta-feira (15), na 10ª Vara Federal de Brasília, onde tramita o processo. Por cerca de três horas, o ex-parlamentar mostrou uma aparente "confissão", afirmando ter sido uma "sandice" procurar a família do pecuarista José Carlos Bumlai, supostamente a pedido de Lula, para obstruir a Justiça.
 
A investigação com base apenas na delação premiada de Delcídio, prestada à Procuradoria-Geral da República no último ano, sustenta que o ex-presidente atuou para comprar o silêncio de Cerveró, antes de que fechasse um acordo de delação com os procuradores da República.
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Lula é intimado a depor sobre delação de Delcídio na Lava Jato

Atualização: A informação de Mônica Bergamo, de que Lula foi intimado a prestar depoimento, não indicava quando a defesa e o ex-presidente foram informados. Segundo o blog do Rovai, que apurou junto aos advogados de Lula, a data de intimação já estava marcada há algum tempo, mas só veio à tona agora.
 
 
Jornal GGN - O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva foi intimado a depor em Brasília, no dia 17 de fevereiro, sobre a investigação de suposta obstrução da Justiça, por tentativa de comprar o silêncio do ex-diretor da Petrobras, Nestor Cerveró.
 
O processo é parte da delação do ex-senador Delcídio do Amaral, que sequer foi confirmada pelo próprio executivo, Cerveró. Lula é réu na investigação e irá conceder informações aos investigadores da Operação lava Jato. 
 
A delação de Delcídio foi vazada em março do último ano. Além de acusar o ex-presidente, o ex-parlamentar alvo da Lava Jato delatou que Dilma Rousseff também teria tentado interferir nas investigações, com a ajuda do então ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, quando nomeou Marcelo Navarro para o Superior Tribunal de Justiça (STJ).
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Lava Jato precisará condenar Palocci para condenar Lula

 
Jornal GGN - Delcídio do Amaral depõe na tarde desta sexta (03), em Curitiba, ao juiz federal Sérgio Moro sobre o ex-ministro Antônio Palocci, o empresário Marcelo Odebrecht e outras 13 pessoas. O processo é peça importante para os investigadores e o magistrado do Paraná testarem o alcance da viabilidade de teoria que desemboca na condenação de Lula. 
 
Denunciados por corrupção e lavagem de dinheiro, Delcídio irá narrar a suposta atuação do ex-ministro no esquema de corrupção da Operação Lava Jato. Em outubro do ano passado, Delcídio apontou Palocci como o centro e uma das principais figuras do esquema, com o objetivo final de levar à condenação principal: a do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
 
A exemplo do que ocorreu nas acusações da equipe da Lava Jato contra Lula, a denúncia de Palocci é envolta em fragilidades, poucos materiais corroborativos e delações premiadas. Nesta última ferramente, Delcídio tem sido o maior aliado da força-tarefa.
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Mineirinho da Odebrecht depõe na PF e a imprensa abafa, por Helena Sthephanowitz

Por Helena Sthephanowitz

Na RBA

Aécio Neves, o Mineirinho da Odebrecht, depõe na PF e a imprensa abafa

A imprensa não estava na porta da Polícia Federal para transmitir ao vivo. Helicópteros não cobriram o trajeto do carro que levava o depoente. Não havia um batalhão de fotógrafos na entrada e na saída do suspeito. Não teve imagens do oficial de Justiça entregando a intimação e nem condução coercitiva com bonitão da PF escoltando.

No mais absoluto sigilo, o senador Aécio Neves (PSDB-MG)  compareceu à sede da Polícia Federal em Brasília na quinta-feira passada para prestar depoimento no inquérito que tramita no Supremo Tribunal Federal (STF), em que o tucano é acusado pelo ex-senador Delcídio do Amaral de atrasar o envio de dados do Banco Rural à CPI para poder “apagar dados bancários comprometedores” e evitar que a apuração sobre fraudes na instituição levasse a nomes de outros políticos do PSDB. O inquérito está nas mãos do ministro Gilmar Mendes no STF. O conteúdo do depoimento, contrariando o que passou a ser prática na nossa grande imprensa, também não vazou.

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Propina na gestão FHC põe em xeque delação de Delcídio, principal detrator de Lula

Diante do juiz Sergio Moro, Delcídio negou que sabia de corrupção na Petrobras na gestão FHC. Porém, depoimento de Nestor Cerveró mostra que Delcídio não só sabia como teria recebido propina sob contratos para construção de termelétricas

Jornal GGN - O senador cassado Delcídio do Amaral fez, diante do juiz federal Sergio Moro, afirmações sobre os esquemas que envolveram propina na Petrobras durante o governo FHC que conflitam diretamente com declarações prestadas por Nestor Cerveró à força-tarefa. Se consideradas perjuriosas, essas falas podem levar ao cancelamento do acordo de colaboração do principal detrator de Lula. É Delcídio quem acusa Lula de ter conhecimento detalhado da corrupção investigada pela Lava Jato.

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Delcídio agiu em interesse próprio e acusou Lula depois, aponta novo depoimento

Jornal GGN - O novo depoimento de Nestor Cerveró, ex-diretor da área Internacional da Petrobras, na ação que corre no Distrito Federal contra Lula e outros réus por suposta tentativa de obstrução da Lava Jato, reforça o que o GGN publicou em setembro passado: que há a desconfiança de que o ex-senador Delcídio do Amaral agiu por interesse próprio tentando comprar o silêncio de Cerveró e, após ser pego em flagrante pela força-tarefa, aceitou fazer um acordo de delação premiada em que jogou toda a culpa em Lula. Com isso, se livrou do regime fechado, entre outros benefícios. (Leia mais aqui)

Cerveró já havia admitido que nunca soube da suposta participação direta de Lula na tentativa de evitar que ele fizesse uma delação citando Delcídio, em vídeo publicado pelo Estadão há dois meses. Na gravação, feita diante de um membro da força-tarefa da Lava Jato, Cerveró dá elementos suficientes para levantar a hipótese de que o ex-senador estava pagando seu advogado para evitar o acordo de cooperação.

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Lula apresenta defesa contra acusação de tentar obstruir a Lava Jato

Jornal GGN - A defesa do ex-presidente Lula apresentou na segunda-feira (5) os argumentos contrários à acusação do Ministério Público Federal contra o ex-presidente, no âmbito da Operação Lava Jato, por suposta obstrução de Justiça com base na delação premiada de Delcídio do Amaral. O ex-senador afirmou à força-tarefa, em troca de benefícios, que Lula era o chefe de um esquema para comprar o silêncio de Nestor Cerveró, um dos principais delatores da Lava Jato.

A peça, com 159 paginas, "fulmina qualquer participação de Lula naquilo que o MPF defendeu como compra do silêncio", diz a defesa de Lula. Ela também afirma, em nota, ter demonstrado as nulidades processuais.

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