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Dilma Rousseff

Fim da desoneração da folha passa a valer no dia 1º de julho


Dyogo Oliveira e Henrique Meirelles - Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil
 
Jornal GGN - A Medida Provisória que acabou com a desoneração da folha de pagamento para grande parte dos setores da economia começa a valer a partir do próximo dia 1º de julho. Considerada uma das principais políticas do governo de Dilma Rousseff para estimular a economia, a desoneração voltará para diversas empresas.
 
Setores de tecnologia da informação, teleatendimento, hoteleiro, comércio varejista e alguns segmentos industriais, como automóveis e vestuário, terão que contribuir com a alíquota de 20% a partir do próximo mês.
 
A desoneração instituída pelo governo Dilma substituía a contribuição sobre a folha de pagamento por uma contribuição sobre a receita bruta, destinada ao financiamento da Seguridade Social. Mas o governo de Michel Temer acabou com a política e buscou recuperar parte do déficit primário de R$ 139 bilhões do país com a retomada da arrecadação.
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“Fomos ingênuos em relação aos meios de comunicação", afirma Dilma Rousseff

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Foto: Roberto Parizotti/CUT

Do Página 13

Entrevista exclusiva: Dilma Rousseff sem censura, ou quase

“A pauta política dominante é machista, fundamentalista e tende à regressão”

“Não percebi a aversão das classes enriquecidas a pagar qualquer parte da crise”
 
“Fomos ingênuos em relação aos meios de comunicação. São antidemocráticos!”

A financeirização da economia envolve a tal ponto o capitalismo brasileiro, na atualidade, que a queda da taxa de juros deixou de ser interessante até mesmo para o setor produtivo da burguesia nativa. “Todas as grandes empresas brasileiras têm uma variante bancária chamada tesouraria, na qual a parte financeira é, progressivamente, mais significativa que a parte produtiva. A financeirização faz isso em qualquer país. Mas no Brasil, além disso, tem um ganho maior, que é derivado de serem sócios da rolagem da dívida pública”. A avaliação é da presidenta Dilma Rousseff, em entrevista exclusiva concedida a Esquerda Petista em 13 de fevereiro último, no seu modesto apartamento em Porto Alegre.

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Defesa de Dilma diz que resultado no TSE reconheceu soberania do voto

Foto Roberto Stuckert Fº

da Agência Brasil

Defesa de Dilma diz que resultado no TSE reconheceu soberania do voto

Ivan Richard Esposito - Repórter da Agência Brasil

A defesa da ex-presidenta Dilma Rousseff considerou que a decisão do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) de absolver a chapa Dilma-Temer das acusações de abuso do poder político e econômico foi um reconhecimento da soberania popular. “O TSE reconhece que os 54,5 milhões de votos dados a Dilma Rousseff, em 2014, são válidos, que o diploma eletivo continua preservado e que os direitos políticos continuam preservados. Entendo que o direito foi respeitado e a Justiça foi feita”, disse o advogado Flávio Caetano.

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"Chegou a hora: diretas, já!", diz Dilma Rousseff


Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil
 
Jornal GGN - A ex-presidente Dilma Rousseff defendeu, em comunicado emitido nesta sexta-feira (19), que "a única saída para a crise são eleições diretas, já!". A manifestação ocorreu após a sequência de acusações que vem atingindo o atual presidente Michel Temer e sua cúpula, com aliados como o senador Aécio Neves (PSDB-MG).
 
Para Dilma, a crise que hoje é evidenciada nos noticiários sobre a delação de Joesley Batista, dono da JBS, e demais executivos da companhia J&F, foi desencadeada desde novembro de 2014, quando o impeachment começou a ser julgado pelo Congresso.
 
"A crise política, iniciada em novembro de 2014 com a recusa dos golpistas em aceitar o resultado das urnas, foi agravada pelo  impeachment fraudulento. O Brasil continua sangrando com os retrocessos impostos pelo governo golpista. Agora está sem rumo, diante das graves acusações lançadas nos últimos dias", publicou em nota.
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Matutando sobre o serviço completo do golpe, por Maria Luiza Quaresma Tonelli

Matutando sobre o serviço completo do golpe

por Maria Luiza Quaresma Tonelli

via Facebook

Quando Dilma sofreu o impeachment (o golpe) fiquei sem entender por que não foi aplicada a ela a pena completa, ou seja, a interrupção do seu mandato e a cassação de seus direitos políticos por 8 anos.

Depois de um processo que foi kafkquiano do início ao fim, para mim não fazia sentido que ela permanecesse elegível.

Aliás, não ter sido considerada inelegível depois de tudo aquilo também pode ter algo de kafkiano, uma vez que não vi bondade alguma por parte dos que a condenaram à perda do mandato resolvendo, ao final, aplicar-lhe meia pena.

Enfim, comecei a matutar sobre o que teria realmente por trás de tal decisão e como sou pessoa dada a ver pelo em ovo, deduzi que não estariam tirando Dilma do cargo para colocar o vice decorativo em seu lugar para, num futuro próximo, ser cassado pelo TSE. 

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Documento Word, como o usado contra Dilma, é manipulável por programa gratuito

Em poucos minutos, um arquivo Word criado na tarde de 15 de fevereiro de 2017 pode ser alterado para parecer que foi escrito em 19 de fevereiro de 2016

Jornal GGN - A ata do registro em cartório de uma conta de Gmail que é atribuída à Dilma Rousseff pela delatora Mônica Moura, esposa do marqueteiro João Santana, circula nas redes sociais nos últimos dias com inúmeros questionamentos sobre sua veracidade. Mas não é a única prova que, a princípio, é considerada frágil e está anexada à delação.

Mônica disse à Lava Jato que só salvou uma única mensagem que teria sido escrita por Dilma, mas em formato Word, após deletar o rascunho do Gmail. Na papelada da delação, consta que esse arquivo foi criado em 19/02/2016, às 19h40.

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João Santana disse que "não sabe por quê" Dilma não confiava em Vaccari

Em resposta, a ex-presidente apontou as delações "descabidas", "fantasiosas", sem "a menor plausibilidade". Acompanhe todos os vídeos das delações de João Santana e Monica Moura
 

Foto: Gabriela Bilo/Futura Press
 
Jornal GGN - Na continuidade das delações premiadas do casal de publicitários Monica Moura e João Santana na Lava Jato, que explodiram um dia após o depoimento de Luiz Inácio Lula da Silva ao juiz Sérgio Moro, o marqueteiro responsável pelas campanhas presidenciais de Dilma Rousseff em 2010 e 2014 indicou que Dilma não confiava em João Vaccari Neto, ex-tesoureiro do PT, já condenado pelo magistrado do Paraná. Mas incriminou o ex-ministro da Fazenda, Guido Mantega.
 
Segundo João Santana, sem ter conhecimento do motivo, Dilma "não tinha uma relação de confiança" com Vaccari. Após os episódios de dívidas deixadas na campanha de 2010 junto ao casal de marqueteiros, a ex-presidente teria informado a Santana que isso não se repetiria em 2014 e que ela iria tirar a responsabilidade e o comando do ex-tesoureiro, João Vaccari Neto.
 
"[Dilma] já sabendo da nossa angústia em relação à dívida que permanecia da campanha de 2010 me disse que não me preocupasse em relação ao que aconteceria em 2014 porque ela não ia deixar se repetir os mesmos erros, que ela iria tirar a administração desses pagamentos de Vaccari, que aliás é uma pessoa que eu não sei o motivo, mas a presidente Dilma não tinha uma relação amistosa, nem de confiança, e queria colocar uma pessoa de sua confiança, que se revelou que era o ministro Guido Mantega", disse João Santana.
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“Canalhas, calhordas e corruptos”: ex-assessor de Dilma lançará livro sobre o impeachment

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Pronunciamento de Dilma no dia 12 de maio de 2016, após seu afastamento. Foto: Roberto Stuckert Filho
 
Jornal GGN - Secretário de imprensa de Dilma Rousseff durante o segundo mandato da presidente, Olímpio Cruz Neto fazia o meio-de-campo entre Dilma e os repórteres, além de acompanhar a chefe de Estado em viagens nacionais e internacionais. 
 
Atualmente assessor de Jorge Vianna, senador pelo PT do Acre, Cruz Neto prepara um livro sobre os últimos dias da rotina presidencial, que deverá ser o nono a tratar do processo de impeachment e menos de um ano. 
 
No trecho abaixo, Olímpio faz o relato de um ano atrás, do dia 12 de maio, quando Dilma foi afastada do cargo, detalhando hábitos da presidente, estratégias de comunicação e também a reação ao ministério montado pelo então interino Michel Temer. 

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Fim de sigilo de marqueteiros veio tarde e prejudicou defesa, diz Dilma

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Foto: Roberto Stuckert Filho
 
Jornal GGN - Na tarde de hoje (11), o ministro Edson Fachin, relator da Lava Jato no Supremo Tribunal Federal (STF), tirou o sigilo das delações premiadas de João Santa e Mônica Moura, responsáveis pelas campanhas eleitorais de Dilma Rousseff à Presidência em 2010 e 2014
 
Por meio de nota de sua assessoria de imprensa, Dilma afirmou que a decisão de Fachin veio tarde, ressaltando que sua defesa já havia pedido o fim do sigilo ao Tribunal Superior Eleitoral há semanas. 
 
Com isso, os advogados afirmam que sua estratégia para defender a ex-presidente no TSE foi prejudicada, mesmo que eles tenham conseguido apontar contradições do casal de publicitários graças à “velha estratégia do vazamento seletivo dos depoimentos”.

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Mônica e João Santana foram induzidos a delatar fatos inexistentes, diz Dilma

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Foto: Roberto Stuckert Filho
 
Jornal GGN - Por meio de nota de sua assessoria de imprensa, a ex-presidente Dilma Rousseff afirma que o marqueteiro João Santana e sua esposa, Mônica Moura, “faltaram com a verdade” em depoimento ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE).
 
Santana e Moura disseram ao ministro Herman Benjamin que Dilma tinha conhecimento da existência de caixa dois em sua campanha de reeleição, em 2014. Mônica disse que a petista questionou sobre uma conta no exterior que receberia os valores fora da campanha. 

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A “delação combinada” entre empreiteiros, marqueteiros e justiceiros, por Jeferson Miola

A “delação combinada” entre empreiteiros, marqueteiros e justiceiros

por Jeferson Miola

Abrindo nova semana de bombardeio a Lula e ao PT, o Jornal Nacional da segunda-feira 24/4 proferiu uma sentença de condenação da Presidente Dilma: “o casal de marqueteiros João Santana e Mônica Moura confirmou ao TSE que Dilma tinha conhecimento do caixa dois ...”.

Note-se que a Globo não praticou jornalismo; menos ainda o que seria considerado uma prática jornalística honesta. Ao invés de jornalismo, a Globo simplesmente conjugou o verbo confirmar – “o casal confirmou”, sentenciou o apresentador William Bonner.

Segundo o dicionário Houaiss da Língua Portuguesa, o verbo confirmar significa “afirmar a verdade ou a exatidão de ato, crença ou fato precedente”, “ratificar um ato ou fato antecedente”, “provar[-se] verdadeiro; comprovar[-se]”.

A Globo e a Lava Jato assumem ser dispensável, no regime de exceção, “afirmar a verdade ou a exatidão de ato”, tampouco “provar verdadeiro; comprovar”. Para a ditadura jurídico-midiática, não é necessário produzir provas; bastam suas próprias convicções condenatórias e os preconceitos e ódios nutridos contra os inimigos ideológicos.

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País golpeado: retrocessos marcam um ano de aceitação do impeachment

Multidão foi ao Vale do Anhangabaú, no centro de São Paulo, acompanhar votação na Câmara e prestar apoio à então presidenta Dilma (Foto DANILO RAMOS/RBA)

Impeachment

da Rede Brasil Atual

País golpeado: retrocessos marcam um ano de aceitação do impeachment

Para movimentos sociais e analistas, processo de impedimento iniciado na Câmara pretendia levar ao poder um governo que pudesse promover medidas que jamais seriam aprovadas nas urnas

por Sarah Fernandes e Gabriel Valery

São Paulo – O dia 17 de abril de 2016 entrará para a história como uma data controversa. Foi naquele domingo que a Câmara dos Deputados votou pelo prosseguimento do processo de impeachment da presidenta Dilma Rousseff (PT), eleita em 2014 com 54,5 milhões de votos. Encorajado por uma série de manifestações populares fomentadas pela mídia tradicional, o plenário aprovou “por Deus, pela pátria e pela família”, o encaminhamento do processo para o Senado, após nove horas e 47 minutos de sessão. O motivo principal, mais que o suposto crime de responsabilidade do qual Dilma foi acusada, era levar ao poder um governo que aplicasse um pacote de retrocessos que jamais seria aprovado nas urnas, como defendem movimentos sociais e analistas.

Pelas acusações, Dilma teria cometido crime de responsabilidade por ter assinado decretos de créditos suplementares e cometido as chamadas "pedaladas fiscais". O debate foi árduo, visto que as práticas foram utilizadas por governos anteriores, bem como por diferentes estados. Argumentos à parte, naquele 17 de abril os tais "crimes" foram pouco citados durante a sessão.

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Temer sinalizou que teria Dilma no seu colo, com ajuda de Cunha e Alves

Fala ocorreu em acerto de uma das maiores porcentagens de propinas já pagas pela Odebrecht a partidos e políticos, que resultou em US$ 40 milhões para as campanhas do PMDB em 2010
 

Foto: Agência Brasil
 
Jornal GGN - Quando Michel Temer, então candidato a vice de Dilma Rousseff pela primeira vez, em 2010, pediu 40 milhões de dólares de propina para campanhas do PMDB, em uma das maiores porcentagens já pagas pela Odebrecht a políticos por contratos da Petrobras (5%), o peemedebista sinalizou que teria a petista em seu colo, com a ajuda dos então deputados Eduardo Cunha e Henrique Eduardo Alves, em caso de dificuldades para atender a interesses do PMDB.
 
A descrição de impacto ocorre aos 17 minutos da delação em detalhes do ex-presidente da Odebrecht Engenharia Industrial, Márcio Faria, à Procuradoria Geral da República, liberada à público nesta semana. O delator trouxe aos procuradores a descrição acurada de episódios em que o PMDB, por meio da Diretoria Internacional da Petrobras, obteve altas porcentagens de propinas em contratos fechados pela Odebrecht.
 
O primeiro relatado naquela audiência foi de outubro de 2010, quando a Odebrecht assinou um contrato de 825 milhões de dólares para o projeto do PAC SMS, que abarcava nove países. "Este contrato, desde o início, foi dirigido para nós [Odebrecht], a verdade foi essa. Meses antes disso, o Rogério [Santos de Araújo, um de seus funcionários] foi procurado por um gerente da Internacional da Petrobras, de nome Aluísio Telles, que procurou, perguntou o nosso interesse, que estava disposto a ajudar, evidentemente em troca de propina". 
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Em Nova York, Dilma fará palestra sobre crise e democracia no Brasil

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Foto: Roberto Stuckert Filho
 
Jornal GGN - Nesta quarta-feira, Dilma Rousseff irá realizar uma palestra na The New School, em Nova York, onde falará sobre a democracia brasileira e a crise econômica. O evento ocorre às 17 horas, no horário de Brasília, e poderá ser acompanhada na página de Dilma no Facebook.
 
A palestra também contará com a presença de Nancy Fraser, filósofa e ativista americana. Ontem, Dilma participou de um evento na Universidade de Columbia, no qual defendeu as eleições diretas como solução para a crise política no Brasil. 

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Tempo e Razão, por AurelioJunior50

Tempo e Razão

por AurelioJunior50

Comentário ao post Xadrez da lista de Janot, o senhor do Tempo

O condominio PGR - MPF/LJ - STF  podem até ser os "Senhores do Tempo", mas não da razão ou sequer da racionalidade, uma vez que esta enxurrada de inquéritos, lançados ao bel prazer para variadas interpretações, podem reduzir a todo o sistema politico nacional, a uma anarquia continuada, a um real caos institucional, e o pior : de longo prazo, pois "selecionar" réus estará na prerrogativa - até mesmo constitucional - do "condominio", o qual associado a midia de massa poderá aniquilar qualquer um, bastará que alguns "Judas", desta extensa lista, sejam "escolhidos" para o cadafalso.

A "seleção": Pelos nomes constantes na "lista" observa-se que varios "Cardeais" - da direita a esquerda - nela estão expostos, todos praticamente são membros do " Alto Clero" congressual ou deles associados, portanto para o "Condominio" todas as opções estão em aberto, para "salvar o Brasil" (de acordo com a visão deles) dos corruptos contumazes, ao "condominio" bastará escolher - um "dedazo", com apoio da midia será suficiente, ainda mais se algum dos futuros réus resolver "abrir a boca", a razzia será perpetuada, o sistema politico da CF/88 acabou hoje, o qual bem ou mal, com todos seus problemas, ainda é o que se tem, MAS o que pode vir depois?

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