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Furnas

Vaza depoimento que Aécio deu à Polícia Federal, sem alarde na grande mídia

Foto: Agência Senado

Jornal GGN - Sem espetáculo midiático, o senador Aécio Neves prestou depoimento à Polícia Federal, no início de maio de 2017, no inquérito em que é suspeito de receber propina de esquemas em Furnas. Mas toda a discrição não evitou que o conteúdo do interrogatório fosse vazado ao público nesta segunda (10), por meio um jornal da grande mídia.

Na reportagem em que informa que Gilmar Mendes concedeu mais 60 dias para a PF concluir o inquérito contra Aécio, o Estadão divulgou um arquivo onde consta o relatório do delegado Alex Rezende sobre o depoimento do tucano.

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Gilmar Mendes estende prazo de investigação contra Aécio por propina em Furnas

Foto: Agência Brasil

Jornal GGN - O ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal, concedeu à Polícia Federal mais 60 dias para concluir um inquérito contra Aécio Neves (PSDB) por corrupção em Furnas. O pedido foi feito a Gilmar pela Procuradoria Geral da República, capitaneada por Rodrigo Janot. A decisão foi tomada no dia 23 de junho, mas só no último dia 6 é que foi divulgada.

Janot sustentou que a extensão do prazo era necessária "tendo em vista que algumas das diligências necessárias à elucidação dos fatos investigados não puderam ser realizadas no prazo anteriormente definido."

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Geddel, o caso de impunidade mais assombroso de nosso tempo, por Janio de Freitas

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Foto: Beto Barata
 
Jornal GGN - Preso nesta semana, Geddel Vieira Lima, um dos aliados mais próximos do presidente Michel Temer, é um dos casos mais assombrosos de impunidade e de imunidade na política nos últimos tempos.
 
A opinião é do jornalista Janio de Freitas, que lembra que Geddel fez parte do escandâlo dos Anões do Orçamento, onde sete deputados caíram em uma CPI, em 1993, com exceção do ex-ministro de Temer. 
 
Para o jornalista, a imunidade conseguida por Geddel na época revela claramente o “compadrio inescrupuloso que rege grande parte das relações e das decisões parlamentares”. 

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Operação em Furnas atinge Dimas Toledo e aumenta pressão sobre Aécio

 
Jornal GGN - A Polícia Civil do Rio de Janeiro deflagrou nesta quinta (8) uma megaoperação envolvendo Furnas que pode aumentar ainda mais a tensão sobre o senador Aécio Neves, afastado de suas funções desde que foi pego em grampo da JBS, na Lava Jato.
 
Segundo informações de O Globo, um dos mandatos de condução coercitiva atinge o o ex-diretor Dimas Fernando Toledo, pessoa apontada pelo delator Delcídio do Amaral como responsável por operar o esquema em Furnas em benefício de Aécio e do PSDB.
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Sem alarde nem vazamentos, Aécio depôs na PF por 1 hora hoje

Foto: Agência Senado

Jornal GGN - Recordista em número de inquéritos, o senador Aécio Neves (PSDB) depôs, nesta terça (2), na Polícia Federal sobre um suposto esquema de corrupção em Furnas, sem alarde da grande mídia e sem que nenhuma linha do que foi dito pelo tucano tenha vazado pelas mãos de agentes da Lava Jato. 

O Estadão, ao divulgar que Aécio depôs por uma hora aos federais, sequer dimensionou o tamanho do esquema na estatal mineira: ao menos R$ 4 milhões, segundo delação de Delcídio do Amaral. Aécio já havia sido delatado por desvios em Furnas pelo doleiro Alberto Youssef, mas o procurador-geral Rodrigo Janot não quis levar o inquérito adiante. O caso só foi reaberto com a colaboração de Delcídio.

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Gilmar Mendes atende pedido de Aécio e suspende depoimento na Polícia Federal

Foto: STF

Jornal GGN - O ministro do Supremo Tribunal Federal Gilmar Mendes atendeu a um pedido da defesa de Aécio Neves e suspendeu o depoimento do tucano na Polícia Federal, no processo em que ele é investigado por corrupção em Furnas. Segundo a Revista Fórum, os advogados reclamaram que não tiveram acesso a uma série de provas em posse dos investigadores e isso afronta o direito de defesa de Aécio.

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Marcelo Odebrecht disponibilizou R$ 50 milhões para Cunha enfrentar Dilma

Jornal GGN - O ex-presidente da Odebrecht Energia Henrique Valladares disse à Lava Jato que Marcelo Odebrecht, presidente do grupo, colocou R$ 50 milhões em propina à disposição de Eduardo Cunha, para que o então deputado evitasse que Dilma Rousseff interferisse em negócios de Furnas.

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Ciro denuncia esquema de Temer no Porto de Santos

Ex-governador conta também que, desde governo Collor, já alertava para as manobras ilegais de Eduardo Cunha no Congresso

 
Jornal GGN - Nesta segunda parte da entrevista que Ciro Gomes (PDT-CE) concedeu para o GGN, no programa Na sala de visitas com Luis Nassif, o ex-governador conta que já alertava para as manobras ilegais de Eduardo Cunha no Congresso, desde o governo Collor, e chama de "quadrilha" o grupo político composto por Cunha, Eliseu Padilha e outros nomes próximos a Michel Temer e, ainda, anuncia o envolvimento de Temer no esquema de corrupção do Porto de Santos e os embates políticos que evitou maior desgaste do governo Lula no Mensalão. 
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Ao aumentar prazo do mensalão tucano, Gilmar ressalva que "não há elementos"

 
Jornal GGN - Após incontáveis encontros ao longo dos últimos meses com o senador Aécio Neves (PSDB-MG), a bancada governista e o próprio presidente Michel Temer, o ministro Gilmar Mendes não apenas não se apresentou impedido de julgar casos relacionados aos políticos no Supremo Tribunal Federal (STF), como também adotou medidas que colocam essas relações sob polêmica.
 
Agora, Gilmar autorizou a prorrogação por mais 60 dias dos prazos para a conclusão das investigações da Polícia Federal em inquéritos contra Aécio. O que foi analisado desta vez pelo ministro é o caso referente ao chamado mensalão tucano, no qual o senador é suspeito de maquiar dados da CPMI dos Correios, em 2006, para esconder irregularidades entre o Banco Rural e o esquema de corrupção.
 
Ainda, nas páginas que autorizou estender o prazo, Gilmar não fez uma única referência a Aécio, mas a Eduardo Paes, também investigado no mesmo inquérito. A relação de ambos é de que na época da Comissão Parlamentar, Aécio era governador de Minas Gerais e Paes era secretário-geral do PSDB.

Arquivo

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Justiça do Rio aceita denúncia de Furnas e não inclui Dimas Toledo

 
Jornal GGN - A Justiça estadual do Rio de Janeiro aceitou a denúncia contra o ex-deputado pelo PTB, Roberto Jefferson, e outras seis pessoas no caso do esquema de corrupção da Furnas Centrais Elétricas S.A. Dimas Roledo, ex-diretor de Engenharia e apontado pelo Ministério Público como o responsável pelo esquema e como o intermediário de propinas ao senador Aécio Neves (PSDB), foi excluído do banco de réus.
 
A juíza da 35ª Vara Criminal, Daniella Alvarez Prado, decidiu excluir os denunciados Dimas Toledo, e os lobistas José Pedro Terra e Reinaldo Conrad, por terem mais de 70 anos.
 
"Verifico que já alcançaram a idade de 70 anos, o que faz com que a pretensão punitiva em relação aos crimes de Corrupção e Lavagem de Dinheiro (Art. 1º, V, §1º, II da Lei 9.613/98, Art. 317 §1º, Art. 327 §2º e Art. 333, ambos do CP) já tenham prescrito com base na pena em abstrato, pelo que rejeito a denúncia por falta de condições da ação e determino o arquivamento em relação aos mesmos", decidiu.
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TSE e Lava Jato desviam delações que acusam Aécio Neves

 
Jornal GGN - Mais um depoimento contra Aécio Neves (PSDB-MG) em esquemas de corrupção foi barrado pela Justiça. Após uma das procuradoras da República da força-tarefa da Lava Jato do Paraná cortar a delação do lobista Fernando Moura, quando estava narrando o esquema de Furnas e propinas ao senador tucano, agora foi a vez do ministro Herman Benjamin, do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), interromper depoimento da Odebrecht.
 
Trata-se da delação do ex-presidente de Infraestrutura da empreiteira, Benedito Júnior, conhecido como BJ, que nesta quinta-feira (02) respondeu a questionamentos do TSE sobre irregularidades em campanhas, no processo de cassação da chapa Dilma Rousseff e Michel Temer.
 
Em um dos trechos do depoimento, narrou que a Odebrecht doou R$ 9 milhões em caixa dois para as campanhas eleitorais do PSDB, e que o pedido partiu diretamente de Aécio Neves, em 2014, à época presidente do PSDB e concorrendo à Presidência da República.
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Lava Jato não quis saber sobre acusação de lobista contra Aécio e Furnas

Moro nem sequer perguntou ao lobista sobre Furnas e investigadora da Lava Jato chegou a cortar o depoimento que acusava o senador tucano
 
 
Jornal GGN - O juiz Sérgio Moro tinha um foco claro no depoimento do lobista Fernando Moura: saber o envolvimento do ex-ministro José Dirceu no esquema de corrupção da Petrobras. Sem querer e de forma meramente exemplificada, o delator citou como ocorria a divisão de propina na hidrelétrica de Furnas, em Minas Gerais, com a indicação por Aécio Neves (PSDB-MG) de Dimas Toledo para comandar a estatal mineira.
 
Dessa forma, o caso de corrupção envolvendo a hidrelétrica foi retomado após quase 12 anos, desde as primeiras acusações. Na Lava Jato, a investigação estava paralisada na delação do ex-senador Delcídio do Amaral e, posteriormente, confirmada pelo ex-diretor da Transpetro, Sérgio Machado. 
 
Agora, com visível desinteresse do juiz Sergio Moro, que em mais de 30 minutos de depoimento não questionou uma única vez sobre o esquema de corrupção que repassava propina ao PSDB, Fernando Moura retoma o episódio. Também ao acaso, quando uma procuradora da República, questiona ao lobista sobre o envolvimento de Dirceu e, de forma exemplificada, o delator cita Aécio. 
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Janot age como chefe do abuso e da arbitrariedade, por Jeferson Miola

Ilustração - Aroeira

Janot age como chefe do abuso e da arbitrariedade

por Jeferson Miola

Na nota oficial de solidariedade a Deltan Dallagnol, aquele pastor fanático do ministério público que se auto-atribui poderes bíblicos, Rodrigo Janot demonstrou que mais se assemelha a um chefete do arbítrio do que a um procurador-geral da República.

Na manifestação, Janot não defendeu uma instituição do Estado brasileiro, mas uma corporação que se organiza a partir não da proteção e da defesa dos direitos fundamentais e dos interesses difusos da sociedade e do conjunto da cidadania, mas de uma estratégia de construção do poder corporativo próprio.

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Prisão de Cunha deve travar avanço de inquérito contra Aécio Neves

 
Jornal GGN - A prisão de Eduardo Cunha, nesta quarta-feira (19), por Sérgio Moro no âmbito da Operação Lava Jato deverá favorecer o senador Aécio Neves (PSDB-MG), ao travar o avanço das investigações do inquérito de Furnas na Justiça do Rio de Janeiro e no Supremo Tribunal Federal (STF).
 
Apesar de aparentemente desconexos, os inquéritos guardam relação de dependência porque partiram de uma mesma origem a retomada do caso de Furnas e a atual mira da Lava Jato em Cunha – com as suspeitas de que recebeu, pelo menos, US$ 5 milhões de desvios em contrato de navios-sonda da Petrobras pela Samsung; mais US$ 1,5 milhão de outro contrato da estatal para exploração de petróleo na África; e as contas secretas no exterior para lavagem de dinheiro.
 
Isso porque Eduardo Cunha acumula seis frentes de investigações relacionadas ao esquema de corrupção cometido na Petrobras e/ou desmembramentos dessas apurações. 
 
Nessa fase, dois importantes acontecimentos impactaram o rumo desses processos. Um deles foi a decisão do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Teori Zavascki, de estabelecer quais investigações pertenciam à Lava Jato, restringindo apenas aqueles com efeitos sobre a Petrobras, e quais não. 

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Apagão atinge três regiões do país, mas é ignorado pela imprensa

Jornal GGN - No último domingo (16), uma falha em um equipamento da subestação de Ibiúna (SP), ligada ao sistema de Furnas, provocou um apagão que afetou estados na região Sul, Sudeste e Centro-Oeste e também parte do Paraguai.

O problema foi registrado às 19h50 e o abastecimento foi normalizado às 20h24. De acordo com Itaipu, o sistema de alívio de carga precisou ser ativado por razões de segurança. O Operador Nacional do Sistema (ONS) afirma que o apagão durou mais de dez minutos no Brasil, mas não precisou quantas cidades foram afetadas.

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