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Acusado, marqueteiro de Temer, Elsinho Mouco, ajuda no desmonte de Janot


Foto: Reprodução
 
Jornal GGN - Elsinho Mouco, o marqueteiro de Michel Temer, antes um assumido admirador de Dilma Rousseff, que depois se sentiu traído pelo governo petista, e já tendo confessado que recebeu repasses de Joesley Batista para blindar Temer na queda de Dilma no recente ápice das delações da JBS, auxilia o mandatário contra a denúncia de corrupção passiva.
 
O publicitário que trabalha há 15 anos  para o "sr. Temer", como o gosta de chamar, bravateava nas redes sociais uma suposta relação com o então governo de Dilma, quando a ex-presidente carregava o peemedebista acomodado no posto de vice. Tratada no final de 2014 como a "dama da democracia" passou a ser chamada de "arrogante, teimosa, intransigente", em 2016.
 
Em dois anos, o suposto sentimento do marqueteiro, que reservava em primeiro lugar a admiração por Temer, revelou outros movimentos que ultrapassariam a simples indignação. Foi acusado neste ano pelo dono da JBS, Joesley Batista, de ter recebido R$ 3 milhões de propina do frigorífico na campanha de 2010 e mais R$ 300 mil em espécie no último ano, a pedido do agora presidente da República.
 
Á reportagem do Estadão, no início deste mês, Elsinho Mouco confessou que Batista o contratou com o objetivo de "derrubar" a presidente Dilma Rousseff, além de eleger o irmão mais velho, José Batista Júnior, em Goiás.
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Crise de Temer aumenta popularidade do PT

Pesquisa do Datafolha divulgada neste domingo revela aumento de popularidade da sigla atingindo 18% das preferências contra 5% de PSDB e PMDB 
 
Gleisi Hoffmann Foto: Lula Marques/Agência PT
Senadora Gleisi Hoffmann quando eleita nova presidente do PT Foto: Lula Marques/Agência PT
 
Jornal GGN - Uma pesquisa do Datafolha publicada neste domingo (25) pela Folha de S.Paulo revela que o PT atingiu sua maior popularidade desde a segunda posse da ex-presidente Dilma Rousseff, em 2015, e continua sendo o partido favorito para 18% da população, a frente de PSDB e PMDB que aparecem empatados com 5%.
 
A popularidade do Partido dos Trabalhadores impressiona em meio aos ataques de credibilidade que sofre desde o processo do Mensalão, que ocorreu entre 2005 e 2006 e, mais recentemente, a Lava Jato. Entretanto, a crise que atingiu o governo de Michel Temer pode explicar o aumento de fluxo popular em favor dos petistas – ainda segundo o Datafolha, apenas 7% dos brasileiros consideram o atual presidente ótimo ou bom, registrando o menor índice desde a gestão José Sarney, datada de setembro de 1989.
 
Por outro lado, o levantamento do Datafolha aponta que a crise política ainda prevalece com 59% dos entrevistados afirmando que não se interessam por nenhum partido. Apenas seis partidos receberam pontuações na pesquisa do instituto, além do PT, PSDB e PMDB. Foram eles: PSOL, PV e PDT, que tiveram, cada um, apenas 1% da preferência na pesquisa.
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PMDB: nascido do ventre do MDB, sempre será o velho PSD, por Maria Fernanda Arruda

Foto Guito Moreto/O Globo
 
PMDB: nascido do ventre do MDB, sempre será o velho PSD
 
por Maria Fernanda Arruda
 
Por repetição, usos e costumes, e a imprensa especializada ensina assim, o cenário político brasileiro é entendido como sendo de longa data dominado pelas disputas entre dois partidos, o PT e o PSDB, sempre mirando a Presidência da República. Mas eis que, de repente, não mais que de repente, surge o PMDB e nos impõe um presidente, nascido de um limbo, onde se arquivam os que foram feitos para uma vice-presidência sem brilho e sem graça?
 
PMDB: nascido do ventre patriota do MDB, sempre foi, é e será o velho e sempre vivo PSD, o partido criado por Vargas, para que pudesse depor Vargas e depois convidá-lo ao suicídio, o antro das “raposas da politica brasileira”. Enquanto a UDN produzia oradores com vozes barulhentas, o PSD produziu silêncios conspiratórios, aceitando-se amigo oculto dos golpes de 1945, 1954, 1961 e 1964. De Benedito Valadares, aquele que Vargas escolheu por ser o mais improvável, e que mais adiante criou duas figuras, Juscelino Kubitschek e Tancredo Neves, até Michel Temer, o PSD produziu conspiradores.
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Xadrez do golpe que gorou

No início parecia simples, muito simples.

1.     Em momentos de mal-estar generalizado, a personificação da crise é sempre o presidente da República. E se tinha uma presidente impopular que cometeu inúmeros erros.

2.     Com a ajuda da Lava Jato, a mídia completa o trabalho de desconstrução do governo e estimula as manifestações de rua, intimidando o STF (Supremo Tribunal Federal).

3.     No Congresso, PMDB e PSDB travam as medidas econômicas de modo a impedir que a presidente acerte o passo.

4.     Derrubada a presidente, implementam-se rapidamente medidas radicais, a tal Ponte Para o Futuro, que não seriam aprovadas em período de normalidade. Caso haja movimentos de rua, aciona-se a Polícia Militar e as Forças Armadas.

5.     Com a Lava Jato, mantem-se a pira acesa e impugna-se Lula. Leia mais »

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A sepultura de Temer, o exílio de Aécio e a prisão de Moro, por Armando Coelho Neto

A sepultura de Temer, o exílio de Aécio e a prisão de Moro

por Armando Rodrigues Coelho Neto

Vaidoso, safado, conspirador e ladrão tem sido alguns adjetivos com os quais o enigmático político Ciro Gomes tem presenteado o impostor Michel Temer. Às vezes, esses mimos vêm acompanhados da gentileza com a qual torcedores costumam agraciar juízes de futebol. Tudo, entretanto, muito aquém do abominável e indescritível que possa representar esse ser repudiado por 95% dos brasileiros. Das supostas falcatruas no porto de Santos às urdiduras nos bastidores do golpe, nada serve de perfil para definir um político que mandou “bilhetinho” para Dilma Rousseff, deixou vazar discurso de posse antes do golpe e hoje empenhado em defenestrar da história um partido que ousou enfrentar a miséria do País. Leia mais »

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Divagações filosóficas a respeito das contradições da política atual, por J. Carlos de Assis

Divagações filosóficas a respeito das contradições da política atual

por J. Carlos de Assis

Imaginem que um marciano, desses que visitam a terra com frequência a convite dos teóricos dos antigos astronautas, pousem no Brasil com a incumbência de estudar a realidade política e sociológica do país. Teriam que se basear em paradigmas preliminares, presentes em todo o universo, como o silogismo elementar segundo o qual se A implica B e B implica C, A implica C!

A regra clássica seria: se o PSDB pediu a cassação da chapa Dilma-Temer, e se Temer, do PMDB, pertencia à chapa como aliado do PT, é óbvio que Temer, agora aliado do PSDB, teria efetivamente que ser cassado se a chapa encabeçada pelo PT o fosse. Haveria, obviamente, um embrulho dos diabos no que se refere à sucessão. Contudo, lei é lei. Não se diz que ela é feita para todo mundo?

Em termos práticos, o que o marciano observou foi o seguinte:  o PSDB pediu a cassação da chapa Dilma-Temer para atacar o PT, e a então possível cassação de Temer, do PMDB, agora em aliança com o PSDB, acabou batendo nos novos  interesses do PSDB. Aliaram-se assim, efetivamente, ao PT,  o que acabou numa  curiosa situação em que os três grandes partidos inimigos se viram do mesmo lado, entregues ao arbítrio do TSE.

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Joesley “desfia mentiras em série”, diz Temer

Além de processar o delator e empresário da JBS, Temer retrucou as acusações, dizendo que Joesley Batista é “bandido notório de maior sucesso na história brasileira"

Michel Temer e Joesley Batista, em inauguração de fábrica de celulose em Mato Grosso do Sul, em 2012
Foto: Romério Cunha - Vice-Presidência

Por Mariana Tokarnia

Da Agência Brasil

O presidente Michel Temer informou, em nota divulgada hoje (17), que vai protocolar, na segunda-feira (19), ações civil e penal na Justiça contra o empresário Joesley Batista, um dos donos do grupo J&F. Em entrevista à revista Época, Joesley disse que Temer é "o chefe da quadrilha mais perigosa do Brasil".

Na nota, o presidente diz que Joesley "desfia mentiras em série" e que o empresário é o “bandido notório de maior sucesso na história brasileira".

Leia mais: "Temer é o chefe da maior e mais perigosa organização criminosa", diz Joesley

Na entrevista à revista Época, Joesley fala que a relação com o presidente Temer nunca foi de amizade. "Sempre foi uma relação institucional, de um empresário que precisava resolver problemas e via nele a condição de resolver problemas".

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Eleição direta 'é única forma da democracia ser praticada', defende Requião

Senador, que iniciou movimento no Congresso ainda em 2016, pontua que as Diretas dão o aval popular

Senador Roberto Requião (PMDB-PR). Foto: Jefferson Rudy/Agência Senado
Foto: Jefferson Rudy/Agência Senado

Jornal GGN - Crítico ao governo do seu colega de partido, Michel Temer, que considera publicamente golpista, o senador Roberto Requião se tornou um dos primeiros parlamentares a defender no Congresso a realização de eleições direitas, ainda em 2016, lembrando, em entrevista que concedeu ao Diarinho, que a ex-presidente Dilma havia firmando um acorde de convocar eleições gerais no Brasil, caso o impeachment não passasse.

"Quem tem medo de eleição direta é quem está ligado aos dominadores econômicos da sociedade. A eleição direta deixa o povo se manifestar. Pode ser uma escolha boa, pode ser uma escolha ruim. Será corrigida por outra eleição. Mas é a única forma da democracia ser praticada", pontuou ao jornal do litoral norte de Santa Catarina. Nesta entrevista, o paranaense também fez críticas aos rumos da Lava Jato, operação que até entende ser necessária, mas que estaria sendo manipulada "pelos Estados Unidos e pela mídia".

Requião chamou a operação de "maravilhosa", por estancar a corrupção no país e até elogiou o juiz que coordena as investigações, Sérgio Moro, mas completou que o problema da Lava Jato é ter sido manejada "por interesses que pretendem acabar com a soberania nacional". Acompanhe a entrevista na íntegra:
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Moro condena Sérgio Cabral a 14 anos e 2 meses por corrupção e lavagem


Fotos: Alex Ferro/Rio 2016
 
Jornal GGN - O juiz da Vara Federal de Curitiba, Sérgio Moro, condenou o ex-governador do Rio de Janeiro, Sérgio Cabral (PMDB-RJ), a 14 anos e 2 meses de prisão por corrupção e lavagem de dinheiro, na Operação Lava Jato.
 
O ex-governador foi acusado de receber, pelo menos, R$ 2,7 milhões de propina da Andrade Gutierrez, entre 2007 e 2011, sobre os contratos para as obras do Complexo Petroquímico do Rio de Janeiro (Comperj) junto à Petrobras. 
 
A investigação teve como base as apurações contra o ex-diretor da estatal, Paulo Roberto Costa. "Entre os crimes que compõem o objeto da referida ação penal encontra-se o pagamento de vantagem indevida no contrato de terraplanagem do COMPERJ tendo por beneficiário direto o Diretor da Petrobrás Paulo Roberto Costa", destaca.
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Senado mantém Aécio e PSDB fica no governo Temer


Foto: José Cruz/Agência Brasil
 
Jornal GGN - Após a repercussão de que Aécio Neves (PSDB-MG) figura no quadro de senadores em exercício no painel da Casa e mantém seu gabinete funcionando normalmente com a atividade de auxiliares, o ministro Marco Aurélio Mello, do Supremo Tribunal Federal (STF), cobrou que o Senado cumpra a decisão judicial de afastar o tucano do mandato. "Tempos estranhos", disse o ministro.
 
A notícia foi dada pela Folha de S. Paulo nesta segunda-feira (12), de que o Senado ainda não havia cumprido a decisão de mais de vinte dias da Suprema Corte de afastar Aécio. O nome do parlamentar ainda aparece como senador em exercício na Casa e, apesar de presencialmente não comparecer, ainda mantém seu gabinete funcionando com técnicos e auxiliares.
 
"Enquanto não alterada a decisão judicial, ela tem que ser cumprida. Mas, como parece que nessa quadra é comum deixar-se de cumprir decisão judicial, tempos estranhos, tempos estranhos", disse o relator Marco Aurélio.
 
A posição de afastamento de Aécio deveria ser tomada pelo presidente da Casa, Eunício Oliveira (PMDB-CE), que nos últimos dias apenas procurou esquivar-se dos questionamentos e pressões. Parlamentares da oposição já questionavam a falta do cumprimento da decisão do STF, mas Eunício não o fez.
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PSDB mantém dúvidas sobre desembarque do governo


Foto: Reprodução
 
Jornal GGN - O Senado ainda não cumpriu a decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) de afastar Aécio Neves (PSDB-MG) de seu mandato. Passaram-se mais de vinte dias, e o nome do parlamentar tucano ainda aparece como senador em exercício na Casa. Apesar de não comparecer, Aécio mantem seu gabinete funcionando com seus auxiliares e técnicos.
 
Enquanto Michel Temer ainda mantem um diálogo com o PSDB, tentando evitar o desembarque do principal partido aliado de seu governo, o presidente do Senado, Eunício Oliveira (PMDB-CE), é procurado por parlamentares da oposição, que questionam a falta do cumprimento da decisão do Supremo e o afastamento de Aécio. 
 
O PSDB, por outro lado, vem reunindo a executiva nacional da sigla para discutir se mantem ou deixa o governo. A legenda está rachada, com um grupo formado por ministros do PSDB e governadores, além de outros políticos, que acreditam que o desembarque pode aprofundar a crise do momento, sobretudo pelas acusações da JBS e Odebrecht na Lava Jato.
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PSDB decide nesta segunda se desembarcará do governo

FHC tenta evitar racha na decisão do diretório nacional; partido tem quatro ministros com Temer 
 
Fernando Henrique Cardoso Foto: Agência Brasil
 
Jornal GGN - O diretório nacional do PSDB irá se reunir nesta segunda-feira (12) para decidir se a sigla irá manter ou não o apoio ao governo do presidente Michel Temer. O partido tem quatro ministros que se apoiam nas defesas das reformas propostas pelo peemedebista.
 
Segundo informações da Coluna Política do Estadão, até o momento o partido segue rachado. O ex-presidente Fernando Henrique Cardoso passou o final de semana buscando apoio para uma solução comum. A pressão pelo desembarque aumentou desde que estourou as gravações feitas pelo empresário da JBS, Joesley Batista, acertando a entrega de dinheiro para Temer. O grupo dentro do PSDB que defende abandonar o governo afirma que o partido poderá manter o apoio às reformas e ainda garantir um discurso político nas eleições. 
 
Neste domingo completam 24 dias que a irmã e o primo de Aécio Neves - Andrea Neves e Frederico Pacheco - foram presos acusados de receber propina do dono da JBS. O senador e presidente afastado do sigla não deverá comparecer na reunião. 
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Admar Gonzaga: segundo voto em favor de Temer também traz polêmicas


Foto: Ascom/TSE
 
Jornal GGN - O segundo voto favorável a absolvição de Michel Temer da cassação pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) é de Admar Gonzaga. O ministro já advogou para a campanha de Fernando Henrique Cardoso em 1998, atuou na assessoria de partidos como o PPR, o PP e o DEM, e foi consultor da campanha de Dilma Rousseff, em 2010 - motivo pelo qual foi pedido o seu impedimento de votar pela Procuradoria-Geral Eleitoral, nesta sexta-feira (09).
 
O tema gerou um tumulto na sessão de hoje, quando o vice-procurador Eleitoral, Nicolao Dino, pediu que o ministro se julgasse impedido de atuar e votar no processo de cassação da chapa formada entre Michel Temer e Dilma Rousseff, em 2014.
 
Logo após a retomada de uma das pausas do julgamento, após o almoço, Dino afirmou que um dos argumentos para a cassação da chapa defendida pelo relator Herman Benjamin foi o "estoque" de recursos ilícitos feito pelos partidos, anos antes, para financiar a campanha de 2014. Ocorre que Gonzaga atuou como advogado da chapa em 2010, quando os recursos já estariam contaminados, segundo o relator.
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Com derrota, Benjamin defende que crimes foram comprovados sem Odebrecht


Foto: José Cruz/Agência Brasil
 
Jornal GGN - O voto do ministro Herman Benjamin tem 550 páginas e ainda não foi concluído, o que deve ocorrer nesta sexta-feira (09). Mas o resultado já é claro: após três dias de julgamento, o relator pede a cassação da chapa presidencial de 2014, formada por Michel Temer e Dilma Rousseff. 
 
O ministro aplicou uma estratégia para concluir que houve crimes antes mesmo do uso de informações prestadas por executivos da Odebrecht nas delações premiadas e que foram testemunhas do Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Benjamin chegou à conclusão com declarações dos ex-executivos da Petrobras, como Pedro Barusco e Paulo Roberto Costa, que explicaram o caminho da propina, e com provas levantadas pela Operação Lava Jato e requeridas pelo próprio partido autor da ação, o PSDB.
 
Acompanhe ao vivo:
Apenas nesta sexta que o relator começou a mencionar as provas dos marqueiteiros e da Odebrecht
 
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Quatro ações questionam no STF 'fraude' que mantém foro privilegiado de Moreira Franco

MP atraiu "desconfiança" por alçar Moreira Franco ao posto de ministro após ser citado em delação premiada (Foto Agência Brasil)

da Rede Brasil Atual

Quatro ações questionam no STF 'fraude' que mantém foro privilegiado de Moreira Franco

Ministra Rosa Weber já deu prazo para presidentes da República, da Câmara e do Senado se manifestarem sobre MP 782 e determinou julgamento pelo plenário da Corte. PT entrou com quarta ação

por Eduardo Maretti, da RBA

São Paulo – Vence entre esta sexta-feira (9) e o início da semana que vem o prazo para pedidos de informações enviados pela ministra Rosa Weber, do Supremo Tribunal Federal, aos presidentes da República, Michel Temer; da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ), e ao presidente do Senado, Eunício Oliveira (PMDB-CE), sobre três ações diretas de inconstitucionalidade contra a Medida Provisória 782, de 31 de maio, ajuizadas pelo procurador-geral da República, Rodrigo Janot, pela Rede e pelo Psol.

Independentemente das argumentações de cada ação, o alvo final é o foro privilegiado do ministro Moreira Franco. A ministra Rosa Weber já determinou que as ações sejam julgadas pelo plenário do Supremo.

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