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Odebrecht obriga devassa da Lava Jato em corrupção do PSDB e PMDB

 
Jornal GGN - As delações dos 77 executivos e ex-funcionários da Odebrecht provocaram efeitos sobre o acordo da Camargo Corrêa com a Operação Lava Jato. Agora, a empreiteira precisará refazer a colaboração, que deve incidir sobre os contratos de obras municipais e estaduais de São Paulo, inicialmente investigados na Castelo de Areia.
 
Isso porque os executivos, no teor de suas delações, mencionaram casos de corrupção envolvendo a Camargo Corrêa. Tanto o PSDB quanto o PMDB devem voltar à mira da Lava Jato, nos indícios de corrupção desde 1996, e destas cerca de 12 obras paulistas,.
 
Apenas o atual presidente Michel Temer foi citado 21 vezes em planilhas apreendidas em 2009, em busca e apreensão da Castelo de Areia na casa de um dos executivos da empreiteira. Á época, Temer era deputado pelo PMDB, entre 1996 e 1998, e teria recebido mais de 340 mil dólares. O atual presidente nega a obtenção de recursos ilícitos. 
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Temer: Não há a menor possibilidade de a Lava Jato me atingir

 
Jornal GGN - Otimista com a retomada do crescimento da economia no segundo semestre de 2017, Michel Temer mostra que o preço a se pagar serão os investimentos sociais e trabalhistas. Sobre planos para 2018, defende que seu trabalho é o de ser "preparatório para o governo que virá", mostra confiança de um sucessor partindo de sua grande base aliada, e afirma que "não há a menor possibilidade" de a Lava Jato atingir seu governo.
 
Enquanto orgulha-se de afirmar que a inflação caiu de 10,7% para 6,29% neste um ano, além de redução de juros, e de expectativa pessoal de queda do desemprego no final deste e início do próximo ano, também é contundente ao defender a Reforma da Previdência e que está fora de questão discutir a idade mínima de 65 anos.
 
As informações foram concedidas por Temer à reportagem da Reuters, nesta segunda-feira (16), no Palácio do Planalto. "Evidentemente, o caso da idade fica difícil você negociar. A idade é fundamental para esta reforma", afirmou.
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Esquema da Caixa desemboca em integrantes de governo Temer

 
Jornal GGN - Durante a investigação de um esquema milionário de corrupção na Caixa Econômica Federal, entre 2011 e 2013, mais indícios são levantados contra aliados de Michel Temer e caciques do PMDB. O esquema investigado aponta para o período em que o ex-ministro do atual governo e um dos braços direitos de Temer, Geddel Vieira Lima comandava a vice-presidência de Pessoa Jurídica da Caixa. 
 
Mensagens capturadas pela Polícia Federal mostram que Geddel e o ex-presidente da Câmara, Eduardo Cunha, buscavam a liberação de R$ 50 milhões para empresas do Grupo Constanino (da viação Gol Linhas Aéreas), a Oeste Sul Empreendimentos Imobiliários e a Comporte Participações.
 
Nessas mensagens, mais uma figura de Temer aparece: o atual vice-presidente de Governo da Caixa, Roberto Derziê de Sant’Anna, aliado do presidente Michel Temer. O executivo teria sido o responsável por intermediar o esquema que, de acordo com os investigadores, rendeu propinas ao grupo e aos políticos.
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Reeleição de Janot para PGR passaria por acordão com PMDB, diz colunista

Jornal GGN - As chances são mínimas, mas a reeleição de Rodrigo Janot na Procuradoria Geral da República passaria por um acordão com a cúpula do PMDB no Senado. Isso porque os senadores não vão facilitar a recondução de Janot ao cargo pela terceira vez sabendo que ele já desferiu golpes contra Renan Calheiros, Romero Jucá e outros caciques peemedebistas.

A imagem que Janot passaria, se fosse reeleito nesse cenário, seria de total falta de credibilidade do Ministério Público. Por isso mesmo, segundo a colunista Helena Chagas, até setembro um dos assuntos que mais agitará os corredores de Brasília será a lista tríplice com o nome do novo PGR, que terá a missão pública de seguir com a Lava Jato, a ser escolhido por Michel Temer. 

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Geddel Vieira Lima, o boca de jacaré, por Bernardo Mello Franco

 
Jornal GGN - Em sua coluna de hoje na Folha de S. Paulo, Bernardo Mello Franco analisa o esquema investigado pela Polícia Federal na Operação Cui Bono?. Segundo a PF, Geddel está envolvido em fraudes na liberação de empréstimos do FI-FGTS, em investigação que teve início em provas colhidas no celular do ex-presidente da Câmara Eduardo Cunha (PMDB-RJ).
 
Bernardo ressalta que Cunha, Geddel e Eliseu Padilha são antigos aliados de Temer, e que há indícios de ligações do presidente com o esquema na Caixa. Com a perda do foro privilegiado, Geddel fica mais perta da fila das delações. “Quem conhece o jacaré sabe o estrago que sua boca pode causar”, diz o colunista.

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Cerco para que Cunha faça delação segue forte

Foto: Pedro Ladeira/Folhapress

Jornal GGN – A Operação Cui Bono?, que significa A quem beneficia?, foi deflagrada a partir de mensagens resgatadas em um celular antigo de Eduardo Cunha, do PMDB. Com a operação, a pressão para que Cunha se solte em delação premiada aumenta e assim possa ter suas contas com a Justiça minimizada. A informação consta em matéria da Folha de hoje.

Segundo o teor das conversas, amplia-se para fora do mundo das empreiteiras os braços da Lava Jato. A partir daí a suposição é de que os setores frigorífico, concessionárias de rodovias e imobiliário entrem na zona de tiro da Lava Jato. Se comparado o desmonte realizado pela operação com foco somente nas empreiteiras e Petrobras, o futuro pode não ser muito agradável.

Segundo o jornal, Cunha não deve ter deixado sem querer as conversas em um celular desativado. Como estrategista que é, deixou para no futuro se servir do arquivo, deixando “pistas” para alimentar seu relacionamento com a Lava Jato.

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UERJ pode se tornar primeira grande universidade fechada pelo PMDB, por Jean Wyllys

 
 
Por Jean Wyllys, via Facebook
 
 
A Universidade do Estado do Rio de Janeiro, uma das maiores e mais conceituadas do país, corre sério risco de não reabrir as portas nesse ano. É isso que diz a carta aberta do Conselho Universitário, divulgada esta semana, endereçada ao governador Luiz Fernando Pezão. Segundo a universidade, faltam condições básicas de manutenção das atividades e os salários de novembro, dezembro e o décimo terceiro dos funcionários não foram pagos.

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Ex-secretário que apoiou massacre em presídio usava cargo para perseguir a UNE

Jornal GGN - O ex-secretário nacional da Juventude que foi exonerado após dizer que é um "coxinha" que acha que quanto mais massacre em presídio, melhor, usou o cargo para perseguir pessoas ligadas à União Nacional dos Estudantes (UNE).

Segundo informações do jornalista Ilimar Franco (O Globo), desta terça (10), Bruno Júlio chegou a entregar à Casa Civil do governo Michel Temer uma lista com 70 nomes do movimento estudantil que sobraram da gestão Dilma Rousseff.

Júlio deverá ser substituído por Felipe Piló, da juventude do PMDB de Minas Gerais.

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Secretário de Temer que pediu mais chacinas deixa governo

Bruno Júlio (PMDB) e Michel Temer
 
Jornal GGN - Após defender uma chacina em presídios brasileiros por semana, o secretário nacional da Juventude, Bruno Júlio (PMDB), pediu demissão na noite desta sexta-feira (07). Segundo nota do Planalto, o secretário pediu a saída, que "já foi aceita" por Michel Temer.
 
Em entrevista ao blog de Ilimar Franco, de O Globo, Bruno Júlio comentou o massacre no Complexo Penitenciário Anísio Jobim (Compaj), na capital do Amazonas: "Eu sou meio coxinha sobre isso. Sou filho de polícia, né? Tinha era que matar mais. Tinha que fazer uma chacina por semana", afirmou.
 
Nomeado por Temer em junho, o secretário é filho do ex-deputado federal Cabo Júlio (PMDB-MG). O ex-secretário, que agora é mais uma queda na composição do Planalto, disse que a população tem pena dos "santinhos" presos que "estupraram e mataram", o que para ele é um "politicamente correto" no Brasil que "está ficando muito chato".
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Xadrez da teoria que sustenta o golpe

Peça 1 – as ideias e a conspiração

Nessa geleia geral em que se transformou o golpe, uma boa análise estratégica exige a tipificação mais detalhada do papel de cada personagem.

O poder de fato está em uma entidade chamada mercado.

É o mercado quem forneceu o fio agregador do golpe, o objetivo final, o componente ideológico capaz de criar uma agenda econômica alternativa, em torno dos quais se agruparam a mídia, o PSDB e se induziu à politização de instituições, como o STF (Supremo Tribunal Federal) e o MPF (Ministério Público Federal), montando o círculo inicial que passou a dar as cartas no governo Temer e, possivelmente, no pós-Temer.

É a parte mais eficiente do golpe, seguindo um roteiro fartamente descrito em obras como “A Teoria do Choque” de Naomi Klein. Confira, a propósito, o “Xadrez da Teoria do Choque e do Capitalismo de Desastre” ( https://goo.gl/vZYVzy). Leia mais »

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Cai teoria de que gráficas da chapa Dilma e Temer eram de fachada

 
Jornal GGN - O que motivou as buscas e apreensões realizadas, nesta terça-feira (27), nas gráficas que prestaram serviços à campanha da chapa Dilma e Temer, foi a suspeita de que as empresas eram de fachada. A tese foi defendida por laudos da Polícia Federal e relatórios de peritos do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), além de documentos dos investigadores contrariando a defesa de Dilma Rousseff. Leia mais »
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Paulista, Temer diz que quer ser o maior presidente nordestino do Brasil

 
Jornal GGN - Michel Temer nasceu no interior de São Paulo, na cidade de Tietê, em 1940. Mas em discurso no município de Maceió, nesta terça-feira (27), disse que gostaria de ser lembrado como "o maior presidente nordestino que passou pelo Brasil". 
 
A declaração do presidente ocorreu durante o anúncio de R$ 755 milhões em investimentos para a construção de 133 mil cisternas, microaçudes e programas de acesso à água em estados que sofrem com a seca, uma continuidade dos investimentos e projetos de governos de Luiz Inácio Lula da Silva e Dilma Rousseff.
 
Ignorando que os programas partiram dos governos anteriores com os quais Temer rompeu a aliança do PMDB, ainda tentou adotar discurso de empatia com os nordestinos. "Vocês já ouviram aqui um grande relato de tudo que o governo federal está fazendo no Nordeste. Naturalmente tudo isso passa pela minha mesa", disse.
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MPE foi contra diligências da chapa Dilma e Temer: confira

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Jornal GGN - Após as polêmicas dos vazamentos da investigação sigilosa sobre as contas de campanha da chapa Dilma e Temer à imprensa e outros questionamentos sobre o caminho adotado pelos investigadores da Justiça Eleitoral, um relatório dos peritos do Tribunal Superior Eleitoral revela que não houve consenso: o Ministério Público Eleitoral (MPE) foi contra as diligências hoje realizadas, considerando que elas "ultrapassam o escopo da ação judicial eleitoral".
 
A investigação hoje em curso está sob a relatoria do corregedor-geral do TSE, Herman Benjamin. Em outubro, o GGN revelou como ocorreu uma mudança de posicionamentos dos ministros da Corte, incluindo do corregedor, para favorecer Michel Temer de uma possível cassação.
 
A atual equipe de investigação é formada por representantes do Departamento de Polícia Federal, Secretaria da Receita Federal do Brasil e do Conselho de Controle de Atividades Financeiras, mas tem o comando de peritos nomeados por Benjamin e por seu juiz auxiliar.
 
Apontados pela defesa de Dilma como parciais e responsáveis pelo vazamento à imprensa de trechos do relatório antes mesmo da liberação à Justiça, Eron Junior Pessoa, José Carlos Pinto, Alexandre Araújo e Thiago Queiroz contestaram as mais de 8 mil páginas entregues pela defesa da ex-presidente Dilma Rousseff, em setembro deste ano.
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Vaccarezza quer novo partido para apoiar Michel Temer

 
Jornal GGN - Após sair do PT para declarar apoio a Celso Russomanno, na prefeitura de São Paulo no pleito eleitoral deste ano, e ser acusado na Lava Jato de receber R$ 500 mil de propina pelo partido, o ex-deputado Cândido Vaccarezza tenta um novo partido para apoiar Michel Temer.
 
Na última quinta-feira (22), já assumiu o comando do PTdoB em São Paulo, para apoiar o peemedebista na Presidência da República. O intuito é rebatizar o PTdoB para "Nova Democracia". O número da sigla, que hoje é 70, também poderá ser modificado. 
 
Enquanto isso, Vaccarezza articula junto a deputados e parlamentares para atrair a mudança ao partido. Mas nega que a mira sejam os petistas descontentes, admitindo que não tem nem "peso para isso". "Não queremos ser o PT 2, não quero fazer contraponto ao PT", disse. Ainda nesta linha, a mudança do nome da sigla será para afastar ideia de que seja desdobramento do PT.
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Citado na Lava Jato, Eunício Oliveira deve concorrer com Requião pelo comando do Senado

Jornal GGN - A presidência do Senado deve ser disputada em 2017 por um nome apoiado pelo governo Michel Temer, e outro, pelo grupo de oposição. No primeiro caso, Eunício Oliveira, do PMDB do Ceará, pretende assumir o cargo que hoje está com Renan Calheiros e já está em tratativas com Temer. Ele pretende oferecer cargos na mesa ao PT e PSDB para conquistar vantagem sobre Romero Jucá, outro nome cotado no PMDB. Liderando a esquerda, Roberto Requião, do PMDB do Paraná, deve ser o concorrente de Eunício.

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