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Professores de História denunciam censura e ações por Escola sem Partido

 
Foto: Reprodução
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Jornal GGN - Professores da Associação Nacional de História denunciaram a perseguição e coação sofridas por educadores de História ao longo dos últimos meses e atribui os fatos ao movimento Escola Sem Partido.
 
"Esse processo, certamente, é estimulado pelo movimento Escola Sem Partido que organiza eventos, produz conteúdo digital divulgado em seu sítio eletrônico etc. e patrocina ações legislativas que estimulam a coação, o constrangimento e a censura aos professores de História em todo o território nacional", publicou a ANPUH em nota oficial.
 
Segundo a Associação, já houve registros de casos de professores e educadores que sofreram e ainda passam por constrangimentos, intimidações e censuras. Dos mais recentes, três casos preocupam mais profundamente a entidade.
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Nova aposentadoria: professores e servidores públicos serão os mais prejudicados

Foto: Agência Brasil
 
Jornal GGN - A Folha de S. Paulo desta segunda (3) traz uma matéria apontando, após fazer mais de 300 simulações com idades e tempo de contribuição diferente,  que os professores serão a categoria mais afetada pela reforma da Previdência que está no forno graças ao governo Michel Temer.
 
Isso porque os professores são hoje os que trabalhadores que têm condições mais favoráveis à aposentadoria, graças a atual legislação. Uma vez que ela mude, estabelecendo idade mínima de 65 anos e 25 de contribuição para todos, a categoria será a que mais sofrerá.
 
Não à toa, na última sexta (31), professores de São Paulo foram às ruas protestar contra a reforma, que vai valer para mulheres com mais de 45 e homens com mais de 50 anos. Quem tiver menos que isso, terá de pagar um pedágio.
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Pezão corta salários de professores na semana em que R$ 300 mi são devolvidos ao RJ

Jornal GGN - Circula nas redes uma mensagem de professores da UERJ (Universidade Estadual do Rio de Janeiro) que pede ajuda para "esclarecer" a crise instaurada na instituição e que não encontra nenhuma saída no final do túnel em função do desinteresse do governo Pezão.

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Piso de professor é interpretado como teto, diz presidente da Apeoesp

Maria Izabel Azevedo Noronha (Bebel)

Jornal GGN - "O piso, o próprio nome já diz: é piso. É ponto de partida. Lamentavelmente, estados e municípios fazem disso um teto", afirmou a presidente da Apeoesp (sindicato dos professores da rede pública estadual paulista), Maria Izabel Azevedo Noronha, à Rede Brasil Atual. 

Para ela, o anúncio do governo federal, nesta quinta-feira (12), de R$ 2.298,80 como piso nacional para os professores não trouxe novidades em relação ao que já determina o Plano Nacional de Educação (PNE).

A manifestação da presidente da Apeoesp tem base nos dados divulgados pelo próprio Ministério da Educação, de que menos da metade das cidades e estados conseguiram pagar o piso estabelecido por lei no ano passado.

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Após pressão, Alckmin convoca professores aprovados em concurso de 2013

Jornal GGN - O governo do Estado de São Paulo começou a chamar 11,9 mil professores concursados para o ano letivo de 2017. Os docentes irão lecionar no ensino fundamental II, ensino médio e Educação Especial e foram aprovados em concurso realizado em 2013. 
 
A secretaria estadual diz que esta é a primeira leva de 20,9 mil vagas autorizadas pela gestão Geraldo Alckmin (PSDB) em outubro. Maria Izabel Noronha, presidenta do Sindicato dos Professores no Ensino Oficial do Estado de São Paulo (Apeoesp), a convocação dos profissionais é uma reivindicação da categoria, já que boa parte dos professores são contratados em caráter temporário.”Os professores já eram para ter sido chamados, o concurso (realizado em 2013) caduca em 2018", afirma.

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Professores da USP soltam manifesto contra PEC 241

Jornal GGN - Professores e professoras do Curso de Gestão de Políticas Públicas da USP soltaram um documento contra a PEC 241, já aprovada em 1ª votação na Câmara dos Deputados. Para os signatários do documento, apontam vários motivos para que não seja aprovada tal PEC, e um deles é a falta de discussão em torno de temas tão complexos e que atingirão de forma tão profunda o país.

Leia o documento a seguir.

MANIFESTO CONTRA A PEC 241

Nós, professoras e professores do Curso de Gestão de Políticas Públicas da Universidade de São Paulo abaixo-assinados, diante da aprovação, em 1ª votação na Câmara dos Deputados, da Proposta de Emenda Constitucional 241/2016, manifestamos nossa apreensão com o eventual congelamento das despesas públicas primárias federais pelos próximos vinte anos. Segundo propõe a referida PEC, os investimentos no período deverão passar a variar conforme os índices oficiais de inflação, e não mais de acordo com o aumento das receitas, conforme prevê a legislação em vigor.

Compreendemos o momento econômico difícil que o país tem atravessado, mas repudiamos o mecanismo que este governo pretende aprovar.

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Escola sem Partido: diferença entre um professor e um educador

Brasília No quadro-negro da sala de aula da professora Elieth Portilho estão fotos de pássaros e frutas do Cerrado. As cartilhas falam de temas rurais e práticas do campo e foram elaboradas pela professora e os
 
Jornal GGN - "O projeto Escola sem Partido aprofunda a insegurança de como trabalhar em sala", resumiu a professora do ensino fundamental Gina Vieira Ponte de Albuquerque, que ensina alunos do Distrito Federal. Ela é uma das educadoras que acredita que a proposta retrocede na imagem de que o professor é um mero transmissor de "conhecimento enciclopédico".
 
"Ser professor é mais complexo, nossa prática começa quando colocamos o pé dentro da escola e nos deparamos com alunos com atitudes racistas. Um mero professor não vai fazer nada, mas um educador fará um intervenção", disse à Agência Brasil. Há, contudo, professores que defendem o Escola sem Partido. A redação da EBC ouviu alguns posicionamentos, acompanhe:
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Sala de visitas: Flávio Dino explica como venceu dinastia Sarney

Luis Nassif entrevista governador que interrompeu 50 anos do poder dos Sarney no Maranhão; Em um ano de gestão, Ideb do Estado saltou de 2,8 para 3,1.
 
 
Jornal GGN - Nesta edição do Sala de visitas, Luis Nassif recebe Flávio Dino, atual governador do Maranhão que derrotou a dinastia de 50 anos de poder dos Sarney no Estado.
 
Nas últimas eleições municipais, o grupo político do maranhense conquistou 153 prefeituras dos 217 municípios do Maranhão, 46 dessas para seu partido, o PCdoB. O resultado foi um grande salto, considerando que há quatro anos os partidos que se uniram em oposição ao PMDB e coligados conquistaram apenas 17 prefeituras, sendo 4 do partido comunista.
 
Para Flávio Dino a vitória nas urnas ratifica a satisfação dos maranhenses com o seu governo. Empossado em 2015, o ex-juiz federal conseguiu aumentar a popularidade melhorando os gastos do dinheiro público, mesmo em meio à crise financeira que levou o Estado e perder R$ 1,200 bilhão de repasse do governo federal desde o início de sua gestão, em decorrência da recessão econômica que diminuiu os recursos do Fundo de Participação dos Estados.
 
"Não lamentamos muito porque nós conseguimos, ao mesmo tempo, fazer muito corte de despesa, porque havia espaço para isso. Nós cortamos 300 milhões de despesas suntuosas com coisas luxuosas, corrupção, desvios dos governantes que haviam antigamente. Só no Porto de Itaqui nós cortamos 60 milhões de reais em um ano de despesas administrativas que havia lá com consultorias, projetos, programas. E só com aviões e helicópteros a redução foi da ordem de 7 milhões de reais".
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Professores do Rio de Janeiro fazem a maior greve da história do Estado

Cerca de 35% dos professores da rede estadual do Rio de Janeiro estão em greve há 135 dias / Divulgação/ Sepe

do Brasil de Fato

Professores do Rio de Janeiro fazem a maior greve da história do Estado

Para sindicato, o estado optou por manter política de isenção fiscal e sacrificar serviço público e funcionalismo

Gisele Brito

A greve dos professores da rede estadual do Rio de Janeiro, que já dura 135 dias e paralisou cerca de 35% dos docentes, está sendo considerada a maior da história do estado. Os trabalhadores reivindicam recuperação salarial de 30%, cumprimento do calendário de pagamento e uma pauta pedagógica extensa.

“Conseguimos algumas vitórias nas reivindicações pedagógicas, como a eleição direta para diretores por voto paritário, que também é fruto das ocupações de escolas feitas pelos nossos alunos. Outra vitória parcial foi a destinação de um terço das horas de trabalho para planejamento e enquadramento por formação, mas há a chantagem de que essas duas só vão ser concedidas caso a gente termine a greve”, explica Ricardo Pereira, da Secretaria de Assuntos Pedagógicos do Sindicato dos Profissional de Educação do Rio de Janeiro.

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Juristas internacionais e movimentos julgam se impeachment é golpe

 
Jornal GGN - Com o objetivo de tornar mundialmente transparente o processo de impeachment contra a presidente Dilma Rousseff, movimentos sociais de vários países e juristas organizaram o Tribunal Internacional pela Democracia no Brasil, no Rio de Janeiro. Com um corpo de juristas, ativistas e pesquisadores ligados aos movimentos, a equipe julgará se o processo tem fundamento ou se compõe uma nova modalidade de golpe de Estado. O evento ocorre nesta terça (19) e quarta-feira (20).
 
A realização é da Frente Brasil Juristas pela Democracia, Frente Brasil Popular e da Via Campesina Internacional. Recebeu o apoio do Teatro Oi Casa Grande, do Movimento Sem Terra (MST), da Fundação Perseu Abramo, entre outros, levará para o corpo de juri destacados pesquisadores, como o Nobel da Paz argentino Adolfo Perez Esquivel e os juristas Juarez Tavares e Geraldo Prado. O evento contará com representantes de oito países.
 
Adolfo Perez Esquivel fará o papel de presidente de honra do Tribuna. Ativista argentino, defensor dos Direitos Humanos, recebeu o Nobel da Paz em 1980 pela defesa da Democracia por meios não violentos nas ditaduras da América Latina.
 
Juarez Tavares será o presidente do tribunal. É professor da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ) e da Universidade de Frankfurt, na Alemanha. Geraldo Prado sustentará os argumentos da acusação. É professor de Direito Penal da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UERJ) e investigador do Instituto de Direito Penal e Ciências Criminais da Universidade de Lisboa, em Portugal.
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Adus oferece cursos de idiomas com refugiados

Jornal GGN – O Adus (Instituto de Reintegração do Refugiado) promove, a partir do dia 8 de agosto, o estudo de idiomas ministrados por refugiados e imigrantes estrangeiros no Brasil. A iniciativa, nomeada de “ConectAdus”, terá aulas de inglês, francês e árabe, dos níveis básico ao avançado, além de nutrir o contato dos alunos com uma nova cultura, por meio da experiência do professor.

O projeto, tem o objetivo de gerar renda e investir na formação do refugiado como professor de línguas. Os estrangeiros são preparados com aulas de português e, depois, treinados na formação de ensino de idiomas, até estar habilitado a dar aulas. O treinamento é constante, para melhorar e aperfeiçoar cada vez mais as aulas, que também contarão com um conteúdo cultural para promover o intercâmbio e a troca de experiências.

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Apeoesp reclama de perseguição política do governo de Alckmin

Jornal GGN - O  Sindicato dos Professores do Ensino Oficial do Estado de São Paulo (APEOSP) reclama que está sendo atacado pelo Governo do Estado de São Paulo, que suspendeu o desconto em folha das mensalidades dos aposentados associados ao sindicato. Por meio da São Paulo Previdência e Secretaria da Fazenda, o governo estadual de Geraldo Alckmin alega razões técnicas e ameaça também suspender os descontos dos associadas na ativa e em multar a entidade em R$ 270 mil.

Para Maria Izabel Noronha, presidente da APEOSP, a suspensão é uma " tentativa de inviabilizar o funcionamento de uma entidade que luta cotidianamente em defesa dos professores e das professoras e por uma escola pública de qualidade" e que confronta medidas do governo paulista que possam prejudicar os profissionais da educação e as comunidades escolares.

Noronha diz que o sindicato irá recorrer da medida até as "últimas instâncias judiciais", afirmando que a APEOSP não depende do imposto sindical, sobrevivendo graças à contribuição voluntária dos professores. Ela também compara a ação do governo Alckmin com a da gestão de Paulo Maluf, governador biônico escolhido pela ditadura militar. Em 1979, Maluf cortou o repasse das mensalidades da APEOESP na tentativa de enfraquecer o sindicato. 

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PL do escola sem partido contraria a Constituição

Jornal GGN - Propostas de leis que impedem os professores de veicular conteúdo que possa entrar em conflito com "convicções religiosas ou morais dos pais ou responsáveis pelos estudantes", apelidado de 'escola sem partido' tem gerado polêmica e recebido críticas de professores e também de constitucionalistas.

Para o jurista Lenio Streck, a lei tenta controlar os professores através da "criminalização do pensamento". "Quem quer fazer escola desse modo deve ir para o canto da sala e ficar de castigo e depois ir para a lousa e escrever cem vezes: a escola deve ser pluralista", afirma. Pedro Serrano, professor da PUC-SP, diz que os projetos de lei utilizam termos vagos como "preferência política",  o que pode levar à "interdição do próprio conhecimento".

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Professores brasileiros ganham menos que outros profissionais com a mesma formação

 
Jornal GGN - No Brasil, os professores com ensino superior recebem salários inferiores aos profissionais que tem o mesmo nível de formação, segundo levantamento do movimento Todos Pela Educação. A análise mostra que os docentes ganham o equivalente a 54,% do que recebem outros profissionais com cursos superior.
 
Para Alejandra Meraz Velasco, superindendente do Todos Pela Educação, a baixa atratividade da carreira de professor resulta em uma desvalorização social. "A carreira não é tida como uma boa opção profisional, diferentemente do que acontece nos países que estão no topo dos rankings internacionais", afirma.
 
O Plano Nacional de Educação tem como uma de suas metas a valorização do professores, e prevê a elevação do investimento em educação de 6,6% para 10% do Produto Interno Bruto (PIB). A lei, que completou dois anos no último dia 25, afirma que o país deveria ter assegurado a existência de planos de carreira para os docentes da educação báscia e superior públicas. O Todos Pela Educação afirma que não há uma ferramenta de monitoramento sobre a aplicação do piso salarial dos professores no país.

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Em Porto Alegre, ato de professores e estudantes critica governo Sartori

Jornal GGN - Nesta quarta-feira (8), estudantes de escolas ocupadas e professores em greve do Rio Grande do Sul fizeram um ato que exigia que o governador Ivo Sartori (PMDB) atenda suas reinvidicações e a presença do secretária da Fazenda estadual, Giovani Feltes, durante as negociações relacionados aos salários e verbas. 

O ato percorreu ruas do centro de Porto Alegre e chegou na sede do governo estadual, onde a presidente do Centro dos Professores do Rio Grande do Sul (Cpers), Helenir Aguiar Schürer, criticou a proposta feita do governo que pretende entregar parte da administração das escolas para organizações sociais. 

Uma aluna discursou no ato afirmando que os estudantes não pretendem aceitar a proposta feita pela Secretaria da Educação para desocupar as escolas. “Se eles querem que a gente desocupe, vão ter que atender todas as pautas dos estudantes e dos professores”, afirmou. 

Os professores do Rio Grande do Sul entraram em greve no dia 13 de maio, pedindo um reajuste nos salários de 13,01% referente a 2015 e de 11,36% para 2016. Já as escolas começaram a ser ocupadas a mais de um mês, chegando a mais de 150 unidades ocupadas. Os alunos exigem melhorias estruturais nas escolas,  e também são contrários ao projeto que permite a atuação de organizações sociais na educação.

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