4 de junho de 2026

As dificuldades financeiras dos jornais e a ‘bolsa-imprensa’

Sugerido por Thiago V.

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Da Folha

Luciano Suassuna: Deve-se pagar para ler notícias na internet?

A internet depreciou a publicidade ao mesmo tempo em que ofereceu informação de graça, comprometendo o modelo de negócio que durante mais de um século sustentou a indústria da comunicação.

A tríade que financia as redações (informação original, circulação paga e publicidade) perdeu valor no papel, mas tampouco alcançou seu ponto de equilíbrio na rede.

Se, na divisão do bolo publicitário, os jornais tivessem a mesma fatia de dez anos atrás, eles encerrariam 2013 faturando o dobro.

Esse dinheiro não apenas mudou de plataforma, como foi pulverizado na abundância de páginas, ferramentas e conteúdos da rede. Criação e replicação são pagas como se iguais fossem. Para atingir a mesma quantidade de leitores, um anunciante pode desembolsar, no digital, de 5% a 20% do que gastaria em jornais e revistas. Ao preço atual, a coluna política de maior audiência não tem cliques suficientes para pagar um único repórter.

A conclusão é evidente: num prazo curto, as empresas jornalísticas correm o risco de ter comprometida sua viabilidade financeira e, sem ela, vai-se parte fundamental da imprensa como cão de guarda da sociedade. É por isso que a discussão sobre o futuro das redações precisa ser institucional. Comprometer a vigilância independente sobre governos e empresas é aceitar o enfraquecimento da democracia.

 
Muitos dirão que, no universo digital, existe um jornalismo cidadão capaz de suprir esse papel. É verdade que a Mídia Ninja e outras iniciativas ocupam um espaço novo. Mas a força dos grandes títulos, com sua cultura de técnica jornalística, sua alavanca de repercussão e seu respaldo jurídico, é um valor das democracias e, como tal, não deveria se perder na transição para o digital.
 
O Brasil tem mais de 100 milhões de usuários de banda larga e estima-se que mais de 20% deles acessam notícias mais de uma vez por dia. A esmagadora maioria visita um site ou blog jornalístico a cada três dias e a quase totalidade lê ao menos uma notícia por mês. Como seria possível remunerar quem produz esse conteúdo?
 
Para fins da publicidade, especialmente a oficial, uma caracterização legal da produção nacional de conteúdo ajudaria a promover a separação entre quem produz e quem replica, entre reportagem e outros conteúdos (como letra de música ou fotos dos amigos), entre jornalismo e ferramentas. Mas o principal debate é saber se a sociedade acredita no valor democrático de uma imprensa livre a ponto de financiá-la.
 
Apenas como exercício matemático: por R$ 3 mensais, o preço de um exemplar de jornal, seria possível criar, a partir de microassinaturas de usuários de banda larga e planos de dados, um fundo comparável ao investimento publicitário no meio jornal. Esse fundo teria de ser gerido por um órgão de autorregulamentação, nos moldes do Conar.
 
Ele deveria contratar uma empresa independente de auditoria para definir a distribuição da receita. A divisão precisaria levar em conta a audiência, o volume de produção e a relevância jornalística. Os pesos e os conteúdos dessas categorias seriam definidos pelo órgão.
 
O fundo teria de ser temporário e limitado ao financiamento do investimento na transição para o jornalismo digital. E estaria aberto não apenas aos títulos oriundos do papel, mas também aos veículos criados no ambiente digital.
 
As empresas tradicionais recuperariam a previsibilidade de receitas, os novos protagonistas do digital reduziriam a dependência de investidores e patrocínios. Haveria incentivo à competição, já que mais audiência e relevância resultariam em parcelas maiores de receita na repartição do fundo. Na briga pela audiência, seria razoável esperar uma mudança na linguagem jornalística, com mais vídeos e infográficos e soluções que contemplem a leitura em smartphones. Essa estrutura manteria a independência das publicações e fortaleceria a diversificação de enfoques e temas.
 
Com mais atores e mais competição, a sociedade ganha em vigilância e a democracia se revigora. Vale a pena pagar por isso?
 
LUCIANO SUASSUNA, 49, é jornalista, vencedor de dois prêmios Esso e um Jabuti

 

Redação

Curadoria de notícias, reportagens, artigos de opinião, entrevistas e conteúdos colaborativos da equipe de Redação do Jornal GGN

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46 Comentários
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  1. JB Costa

    3 de dezembro de 2013 3:09 pm

    Respondo a pergunta no final

    Respondo a pergunta no final do texto: VALE! E como! 

    O jornalismo tradicional morreu e não sabe(ou faz de conta que não sabe). Dá pena(sem hipocrisia; sério) ver o amontoado de jornais e revistas nas bancas, supermercados e noutras pairagens. 

    O Nassif, sejamos honestos, foi um dos pioneiros, se não o pioneiro, nesse vaticínio. Inclusive o termo “velha mídia” já se universalizou como expressão desses novos tempos. 

    Ou a imprensa se reinventa ou então se arrebenta. 

  2. Fábio de Oliveira Ribeiro

    3 de dezembro de 2013 3:10 pm

    No Brasil, os jornais são

    No Brasil, os jornais são empresas capitalistas que dependem da “mão visível” do Estado e, portanto, produzem escandalos para chantegear o governo. Simples assim.

    1. Gui Oliveira

      3 de dezembro de 2013 6:01 pm

      Certeiro …

      Na mosca!

  3. Edivaldo Dias Oliveira

    3 de dezembro de 2013 3:12 pm

    “Mas o principal debate é

    “Mas o principal debate é saber se a sociedade acredita no valor democrático de uma imprensa livre a ponto de financiá-la.”

    Mas nós, a sociedade, já não pagamos atravéz de isenção, não só o papel imprensa, mas todo tipo de maquinário e equipamento adquirido pelas empresas de “comunicações” para nos impingir suas matérias, no mais das vezes mentirosas, deturpadas, manipuladas? Pagamos, e caro para sermos deformados pela “graaande” mídia. Quanto custa aos cofres públicos, ou seja a sociedade, tais isenções, alguem já fez as contas. Não é a toa que muitos desses jornais fazem chegar em nossas casas, “gratuitamente”, seus exemplares.

     

  4. Ninguém

    3 de dezembro de 2013 3:13 pm

    Não. Não vale a pena pagar por isso.

    Não. Não vale. Principalmente para essa imprensa falaciosa e golpista do Instituto Millenium, da qual a Folha é um dos expoentes máximos. Não são eles os defensores do Estado Mínimo? Agora, que seus assinantes minguam a olhos vistos, vêm chorar as pitangas? Querem mais benefícios do que já têm? Lembro aqui de três: bolsa-tucana, bolsa-secom e isenção de impostos para papel de imprensa. Ora, vão catar coquinho!

    1. Geraldo Galvão Filho

      3 de dezembro de 2013 5:38 pm

      Não vale a pena pagar por isso…

      Nós, associados da PREVI, temos um ônus a mais, no financiamento do PIG. A sede da “revista esgoto” Veja, está localizada num prédio que é propriedade da PREVI: há algum tempo atrás pedi copia do contrato de locação, e me foi negado sob a alegação de que o documento é confidencial. Como a locação foi feita no governo FHC, suspeito que o aluguel esteja abaixo do preço de mercado.

  5. Aline C Pavia

    3 de dezembro de 2013 3:18 pm

    Respondi por email

    Enviei um email para o [email protected] em resposta a esse texto.

    (A propósito, Luciano Suassuna é parente do Ariano Suassuna?)

     

    A propósito do artigo de hoje do Luciano Suassuna, tenho dois comentários a fazer,

    O primeiro, a mídia impressa no Brasil, encabeçada por Veja, Folha e Estadão, compõe um produto de baixa qualidade jornalística e credibilidade se esvaindo pelo ralo à medida que reforça seu time de articulistas com “jornalistas” como Arnaldo Jabor, Diogo Mainardi, Augusto Nunes e Reinaldo Azevedo, ou nem isso, como Lobão, José Serra, FHC etc.A imprensa, a partir de um pedido desesperado de Judith Brito, diretora da ANJ, para que se tornasse a “verdadeira oposição” do país, já que a oposição de fato nem para isso presta, tem se dedicado, desde 2003, a produzir diuturnamente crise atrás de crise.Parece que a imprensa está pedindo pelo amor de Deus para que haja desemprego, inflação, arrocho salarial e queda no consumo, para enfim, tentar alçar alguma das nulidades políticas do cenário atual à posição de derrubada de um governo social-trabalhista que conta, há mais de 10 anos, com amplo apoio popular.Este fenômeno está amplamente debatido na blogosfera progressista. Um único site da blogosfera independente chegou a atingir 12 milhões de pageviews por mês, e conta com cerca de 300 mil leitores fixos. Outros estão partindo para pautas jornalísticas definidas e financiadas por seus quase 50 mil leitores.Ou seja: quanto mais a imprensa desaba – em audiência, faturamento e credibilidade – mais se esforça para produzir “crises” econômicas e políticas, as quais a gente não vê na rua, no shopping, no centro da cidade, nas ruas e estradas congestionadas, nos recordes de viagem de avião e gasto no exterior, no tanto de gente classes C D e E com TV de 42”, curso de inglês, TV a cabo, internet no smartphone, intercâmbio no exterior e carro novo na garagem. Outro dia vi um I30 na Rocinha. Ora, eu mesma não tenho grana para ter um I30, mas alguém na Rocinha tem.Conclusão: o povo virou as costas para a imprensa. No que faz muito bem. Não identificamos, nessa imprensa tendenciosa, manipuladora, fraudulenta, parcial, mentirosa e até cúmplice do crime (no caso especial de Demóstenes Torres e Carlinhos Cachoeira, e mais recentemente, no cocainocóptero dos Perrella, que provocou um silêncio ensurdecedor na mídia), o papel de “cão de guarda da sociedade”. De qual sociedade se está falando? “A conclusão é evidente: num prazo curto, as empresas jornalísticas correm o risco de ter comprometida sua viabilidade financeira e, sem ela, vai-se parte fundamental da imprensa como cão de guarda da sociedade.” O segundo comentário está neste artigo do site Statista.com. A conclusão é cristalina: é questão de poucos anos o fim da mídia impressa no mundo, com exceção a poucos jornais de bairro e em cidades pequenas. Graças a Deus, especialmente aqui no Brasil, onde a imprensa tem martelado a palavra “mensalão do PT” há mais de 8 anos, num cinismo e hipocrisia proverbiais, principalmente se pensarmos em quantos corruptos de outros partidos estão soltos, e nas razões pelas quais a imprensa se finge de morta quando falamos em Privataria Tucana, Trensalão, Propinoduto, Máfia do ISS, Pedagiômetro e Sonegômetro. E, principalmente, na Lista de Furnas e no mensalão tucano (a um passo da prescrição). http://www.statista.com/topics/979/advertising-in-the-us/chart/682/share-of-media-time-vs-share-of-total-ad-spend/ O povo não esquece. O povo não cai na conversa do “justiceiro” Joaquim Barbosa (execrado por todo mundo, meio jurídico ou não, exceto na imprensa), e nem na conversa mole de “maior escândalo político da história do país” (quá quá rá quá quá). O povo dá de ombros e vai reeleger Dilma Rousseff ano que vem. Mesmo que a imprensa convoque de novo o nazi-fascismo dos coxinhas anonymous ou blackblocs com seu niilismo de cara escondida por camiseta preta, para promover quebra-quebra em meio a Copa do Mundo. Tem muito patrocinador, empresário, marcas gigantes, investindo pesado no Brasil para esta Copa dar certo. E é triste de ver a imprensa torcendo para seu próprio país dar errado, num caso até mesmo de estudo psiquátrico, tal a desumanidade que acomete a “imprensa” servil à “elite” – quando milhões e milhões de pessoas estão saindo da pobreza e da miséria no país inteiro. A imprensa passa por sua maior crise e acho essa limpeza imprescindível. Embora não saibamos do que a imprensa será capaz no ano que vem na campanha eleitoral. O episódio “bolinha de papel” de 7 minutos e 500 quilos no jornal nacional talvez não tenha sido o fundo do poço; talvez vejamos episódios ainda mais grotescos, enchendo nossos livrinhos de piadas para gargalharmos depois.

     

    1. kodaly

      3 de dezembro de 2013 4:38 pm

      ????

      Que site  atingiu 12 milhões de pageviews por mês?

    2. Mauricio MP

      3 de dezembro de 2013 10:23 pm

      show

      Muito bom o texto da Aline. Se não estivesse igulamente tão indignado pela proposta indecente do autor, me limitaria a assinar embaixo.

      Mas faço questão de falar. O único cão de guarda que preciso é aquele de 4 patas, quer dizer, se é que consigo perceber a diferença depois do escândalo fake que foi montado para o circo romano. Foi a pá de cal. 

      A montagem do falso escândalo do “mensalão” foi a pá de cal. Não menos nojento e podre do que um juiz que pisa em cima de quem o levou ao cargo, aceitando condenar sem provas por procuração em troca de promoção política. J. Barbosa é a maior prostituta que este país já conheceu, e sua alma vil e barata envergonha os brasileiros todo dia com sua estupidez. 

      Gostei muito do que foi falado do Última Hora e dos verdadeiros e grandes jornalistas do passado. Mas, é passado, e hoje não existe espaço para esta imprensa de verdade. A grana tomou conta, e mesmo se o Última Hora existisse hoje, teria se corrompido igulamente como se corrompeu a Veja, que foi nos anos 80 a melhor e mais competente revista do país. 

      A internet está aí e veio pra ficar, graças a Deus. E minha grana eu dou pra quem merece, não pra difamadores profissionais. 

       

       

    3. Mauricio MP

      3 de dezembro de 2013 10:23 pm

      show

      Muito bom o texto da Aline. Se não estivesse igulamente tão indignado pela proposta indecente do autor, me limitaria a assinar embaixo.

      Mas faço questão de falar. O único cão de guarda que preciso é aquele de 4 patas, quer dizer, se é que consigo perceber a diferença depois do escândalo fake que foi montado para o circo romano. Foi a pá de cal. 

      A montagem do falso escândalo do “mensalão” foi a pá de cal. Não menos nojento e podre do que um juiz que pisa em cima de quem o levou ao cargo, aceitando condenar sem provas por procuração em troca de promoção política. J. Barbosa é a maior prostituta que este país já conheceu, e sua alma vil e barata envergonha os brasileiros todo dia com sua estupidez. 

      Gostei muito do que foi falado do Última Hora e dos verdadeiros e grandes jornalistas do passado. Mas, é passado, e hoje não existe espaço para esta imprensa de verdade. A grana tomou conta, e mesmo se o Última Hora existisse hoje, teria se corrompido igulamente como se corrompeu a Veja, que foi nos anos 80 a melhor e mais competente revista do país. 

      A internet está aí e veio pra ficar, graças a Deus. E minha grana eu dou pra quem merece, não pra difamadores profissionais. 

       

       

  6. José X.

    3 de dezembro de 2013 3:31 pm

    Brincadeira né…os jornais

    Brincadeira né…os jornais brasileiros já morreram, mas fingem que não sabem.

    Resta agora matar a rede Globo, aquele câncer que corrói a democracia brasileira.

    Tá difícil…minha esperança a curto e médio prazo é que o Google ou a Netflix encarem o desafio de comprar [sic] os dirigentes do futebol brasileiro e acabar com o boicote que a Globo faz ao futebol na televisão (pra não concorrer com sua programação). Tenho certeza que uma hora alguma coisa parecida vai acontecer, então metade do poder da Globo vai por água abaixo. Restaria acabar com o poder derivado da outra metade, as novelas.

  7. lima.no.stress

    3 de dezembro de 2013 3:33 pm

    Inacreditável. O cara propõe

    Inacreditável. O cara propõe na cara dura um “bolsa golpe”. Teríamos que financiar uma imprensa que incessantemente atenta contra a democracia em nome da democracia. Esse é o PIG.

  8. NORCY

    3 de dezembro de 2013 3:38 pm

    QUE CARA DE PAU

    Se auto intitularem de guardiões da sociedade.

    O povo está enchergando, aos poucos, que eles são os guardiões do capitalismo, anti povo, pobre, pretos,  p… e petistas.

  9. Cláudio José

    3 de dezembro de 2013 3:44 pm

    Ideia de “jênio” nunca

    Ideia de “jênio” nunca pagarei um centavo para o Pig!

  10. CARLOS FM

    3 de dezembro de 2013 3:55 pm

    Essa bolsa já existe

    Em São Paulo, a Bolsa-Imprensa Amiga já existe, com as milionárias compras de assinaturas da oia, foia e estadinho feitas pelos sucessivos desgovernos tucanos.

    Quanto ao resto, todo dia leio alguma coisa de graça no NYT, WaPo, Salon, Slate, PHA e GGN; quando muito, de vez em quando vejo os anúncios que aparecem neles. Por que vou pagar (diretamente, pois indiretamente já o faço) pelos detritos de maré baixa (PHA tm) que o PIG produz?

  11. Ed_milson

    3 de dezembro de 2013 4:13 pm

    Bolsa-PIG

    Depois que permitirem a volta da CPMF para financiar a Saúde a gente conversa sobre esse assunto, OK mídia nativa???

  12. drigoeira

    3 de dezembro de 2013 4:15 pm

    A teta acabou!

    O jeito agora meu caro é se reiventar. Tipo a Imprensa Ninja. A possibilidade de maiores salários é maior na internet que ficar trabalhando para donos de jornais vendidos Brasil afora.

  13. Filipe Rodrigues

    3 de dezembro de 2013 4:23 pm

    Para o jornalismo impresso

    Para o jornalismo impresso sobreviver frente a internet deveria haver transparência máxima e dialogar com todos os públicos.

    Não é o que ocorre, a grande imprensa brasileira prefere ser porta-voz dos 1% mais ricos. Esse modelo é inviável…

    Houve um aumento considerável de consumidores nos últimos 10 anos no Brasil, mas por causa do viés conservador, a imprensa não aproveitou o bom momento econômico e as tiragens não aumentaram (excessão dos jornais popularescos e de baixo custo).

    Se os governos seguissem a meritocracia defendida pela grande imprensa, a própria grande imprensa jamais teria anúncio dos governos!!!

  14. Lionel Rupaud

    3 de dezembro de 2013 4:37 pm

    “Esso” aí vai ganhar mais um premio,

    os marinhos, civitas e frias devem devem ter adorado a sugestão. Bolsa-mídia e sem “porta de saída (de serviço)” por que isso é para pobres!

  15. Ed Döer

    3 de dezembro de 2013 4:39 pm

    Era só o que faltava, querem

    Era só o que faltava, querem criar a bolsa-es(cor)pião.

  16. basílio

    3 de dezembro de 2013 4:50 pm

    Se depender de mim, “as
    Se depender de mim, “as empresas tradicionais” irão á falência, eu não pago um centavo por informações deturpadas e manipuladas.
    O papel de “cão de guarda da sociedade” nunca foi por elas exercido, são “cães de guarda” apenas de seus próprios interesses políticos e financeiros, direitopatronais, por mim já vão tarde.
    Só espero que esse governo de esquerda meia boca e banguela não continue a financiar o inimigo, mas sei que é esperar demais de gente que nomeia adversários em cargos públicos chave, ou de confiança, por toda a administração, seja a direta ou indireta.
    Pior que não aprendem, tomam porrada e continuam!
    Masoquismo enrustido talvez.
    PS: Ano que vem votarei na Dilma mais uma vez, só para anular o voto de um classe média vazia, tipo cantor Bobão, cabeça feita por essa imprensa “cão de guarda”, tipo Cabeção.

  17. Jose Saguy Tenorio

    3 de dezembro de 2013 4:59 pm

    Pagar para ter inverdade?
    Que a grande imprensa é contra esse governo federal não temos a menor sombra de dúvida,mas o que eles não percebem é que a sociedade em sua maioria vem torcendo o narizpara essa imprensa.   E ainda querem que eu pague para ler esses tipos notícias:? Cadê a epidemia da gripe aviária? Cadê o Caos aéreo? Cadê a epidemia da febre amarela? Cadê o apagão de energia elétrica? Cadê a hiperinflação? Cadê o desemprego galopante? Cadê o tratamento causado pela falta de mão-de-obra qualificada? Cadê o sucateamento da indústria Cadê a pandemia da dengue? A inadimplência da família Brasileira aumentou.Claro, quantos milhões de pessoas nano compraram imóveis financiados pelo programa Minha Casa minha Vida? As obras da Copa vano todas atrasar. O capital exteno não vem mais para o Brasil Mais médicos é um programa eleitoreiro Bolsa Família torna o povo acomodado O Enem tem falhas O Sistema de Cota prejudica o ensino no país A Petrobras atende ao Mercado (que bom). Engarrafamento monstro… Claro… todo mundo tem condiçõesde comprar carro. E antes não periodizaram transportes coletivo.Pode perguntar ao pessoal da Alston, Siemens… etc. Mas parte dessas crises é culpa do próprio, pois tem uma área de comunicação fraca. Sem contar que uns Petistas babacas, que adoram dar milho pra bode.  

  18. MarFig

    3 de dezembro de 2013 5:27 pm

    Aqui pro UOL. Vão trabalhar

    Aqui pro UOL. Vão trabalhar bando de vagabundos . Já não basta a grana que os governos enterram de publicidade na mídia?

  19. autonomo

    3 de dezembro de 2013 5:33 pm

    Li com atenção e tristeza os

    Li com atenção e tristeza os comentarios deste post.

    Fui, com orgulho, jornalista grande parte de minha vida.

    Minha familia é formada basicamente por jornalistas: mãe, pai, esposa, irmã,avos, tios, primos.

    Alguns notorios, que ja entraram inclusive para a historia.

    Posso afirmar que os jornalistas, com coragem, talento e determinação, ajudaram a construir o lado digno da historia.

    Tive o previlegio de conviver e trabalhar com alguns deles. Conheci de perto  o Jose Hamilton Ribeiro, o Samuel Wayner, Otavio Malta, Mauro Santayana, Remo Pangela, Moacyr Werneck, Pinheiro Junior e por ai vai.

    Quantas vezes os vi arriscando suas vidas,como eu a minha, para denunciar golpes, torturas,atrocidades, desvios de dinheiro publico, estelionatos, conspirações..

    As pessoas estão aqui confundindo o que encontram hoje nos jornais e emissoras de televisão com  jornalismo.

    Não misturem  alhos com bugalhos.

    A “jornalista” Cristiana Lobo, da Globonews, por exemplo, não passa de uma fofoqueira de porta de repartição.

    O Alexandre Garcia nada mais é de que um ex papagaio de ditador, no momento, papagaio de patrão.

    O jornalismo de verdade  foi atacado, brutalizado, amordaçado

    Mas ainda existe e é necessario.

    Alguns grandes jornalistas resistem.

    Vejo com imensa alegria o meu amigo Jose Hamilton com sua perna destruida por uma bomba na guerra e sua idade avançada continuar camihando pelos campos para nos mostrar fatos necessarios.

    Vejo o Santayana com seus cabelos brancos lutando, brigando,denunciando.

    Vejo os mais jovens,como o Amaury Junior, com talento e inteligencia, desvendando crimes quase perfeitos.

    Getulio Vargas e Lula são dois grandes nomes da historia.

    Uma das grandes diferenças entre os dois foi que Getulio percebeu a impossibilidade de manter o poder com todos os canais de informação procurando derruba-lo.

    Conheceu Samuel Wayner numa entrevista, quando percebeu tratar-se de um grande jornalista.

    No governo, o convocou e apoiou para fundar um jornal moderno, isento, formado pelos melhores profissionais da epoca.

    Assim nasceu a Ultima Hora.

    Se não tivesse acontecido o golpe militar de 64, a Ultima Hora seria hoje a maior cadeia de informação do pais.

    O Brasil seria outro.

    Uma farsa, como esse “julgamento” do “mensalão” jamais ocorreria se houvesse, atualmente, ao menos um jornal como a Ultima Hora.

    Todas as tramas e manipulações seriam reveladas.

    A informação é vital para a sociedade, como o sangue para as pessoas.

    Sem ela a massa humana se desloca sem rumo, em circulos, sem avanços.

    A internet é uma possibilidade, mas em gestação.

    O texto do Suassuna é correto quando procura formas para o financiamento dos custos de produção de um um material informativo.

    O lado mal resolvido da internet é tentar fugir desta realidade.

    Tudo que produzimos é fruto de trabalho e temos,evidentemente,  que encontrar meios de pagar por ele.

    Vejo com imensa tristeza pessoas, que inclusive se auto classificam como de “esquerda”, justificando que não se deve mais pagar aos musicos, fotografos, escritores, jornalistas e por ai vai.

     

    1. MarFig

      3 de dezembro de 2013 5:49 pm

      A mídia já mamou e ainda mama

      A mídia já mamou e ainda mama muito dinheiro do povo brasileiro. É publicidade, é isenção de imposto no papel, é sonegação, é venda de material “didático”. A goebbels ficou vários anos sem pagar IPTU no Rio de Janeiro, por exemplo. Imagina o que a gente não sabe. E ainda querem que a gente pague mais pela incompetência deles de não saberem sobreviver num ambiente de livre competição que tanto defenderam? Só pode ser um piada isso que acabei de ler.

    2. Ninguém

      3 de dezembro de 2013 7:03 pm

      This comment has been deleted.

      1. autonomo

        3 de dezembro de 2013 7:52 pm

        Os “donos do jornais”

        Os “donos do jornais” promovem esse “jornalismo” que, tanto voce como eu, não aprovamos, justamente, porque não existe um outro veiculo que conte a verdade, para contestar.

        Uma mentira so se mantem, quando todos que contam a historia estão de acordo.

        Penso, como voce, que existem todas as condições para o lançamento de um jornal “de verdade”ou de verdades.

        Apenas, ate hoje,  não compreendi porque o governo não entendeu essa realidade e apoiou alguma iniciativa neste sentido.

      2. Ninguém

        3 de dezembro de 2013 11:43 pm

        Pequena correção

        No dia em que as portas do PIG se fecharem…

    3. Calvin

      3 de dezembro de 2013 7:14 pm

      Ia tão bem…. aí descambou

      Ia tão bem…. aí descambou para “farsa do mensalão” e quase põe tudo a perder….

    4. hc.coelho

      3 de dezembro de 2013 8:13 pm

      E o sindicato?

      Cansei de esperar a reação dos sindicato dos jornalista, mas desisti, eles tambem aderiram. Cobrei inúmeras vezes das escolas de jornalismo, também desisti.

      Há os bons jornalistas, houve mais, mas estão sendo destruidos. Breve não haverá. A prostituição domina. A desinformação vai em frente célere.. 

      Culpa dos sindicatos.

    5. Marcelo Castro

      3 de dezembro de 2013 9:28 pm

      a esquerda não cria empresários

      Venho de uma familia de grande tradição em leitura de jornal. Comecei a ler jornal aos 9 ou 10 anos de idade e só parei de ler por volta de 2002, quando os jornais se tornaram insuportáveis.

      Pagaria o dobro  do que cobra a fsp ou o estadão pelo prazer de voltar a ler um bom jornal aos domingos.

      Não apenas um bom jornal, uma boa rádio de noticias ,um bom canal de TV(não estes lixos do Silvio Santos ou do bispo macedo).

      Não sou especialista em mercado, mas acredito que exista um nicho  ávido por opções. Ocorre que esquerdista tem sofisticada percepção cultural, cientifica e artistica mas não gera empresários. Enquanto a esquerda for incapaz de criar bons empresários ficaremos a mercê do monopólio do PIG.

      Para pessoas como eu, restou o rescaldo pelos blogs sujos para se criar seu próprio jornal virtual.

    6. ed.

      4 de dezembro de 2013 12:10 am

      A maravilha mecânica da Maria Fumaça

      Caro colega, entendo e corroboro parcialmente seu comentário:

      A parte dos bons jornalistas e de sua importância.

      Mas o mundo gira e não temos mais discos de vinil tratados a pão de ló, girando sob cápsulas magnéticas de diamante, pré-amplificadas para valvulados de ventilação forçada, emitndo para caixas bass reflex de 1 m3 estrategicamente posicionadas em salas especialmente adequadas.

      Hoje é um microSD de 64 GB com dezenas de milhares de músicas digitalizadas tocando em um fone intraauricular, conectado a um … 

      fonecomputadorrelogioagendacronometrogpsdespertadordiariocamerafotograficafilmadoratvrádiojornalcalculadoraplanilhadoreditordetextosapresentadorbibliotecabrinquedotecadejogosrabiscadorlanterna … 

      Antes, precisávamos de grandes empresas para produzir os artistas, estudios caríssimos de gravação e matrizes de platina, fábricas para os discos, logística de distribução, rede de lojas especializadas para vendê-los, etc.

      Ou fotógrafos acompanhando os repórteres com suas Hasselblads, Bolexes e Rolleiflexes (+lápis e bloquinhos) para depois voltar ao jornal, revelar as fotos, transmiti-las via radio, conferir as matérias (sim, fazia-se isso), discutir a pauta, diagramar, montar, mandar imprimir, armazenar, distribuir…1 ou 2 vezes por dia.

      Fora a logística do papel, da tinta, etc.

      Hoje, Imagem, vídeo, som, texto, gráficos saõ processados e transmitidos para … o mundo … direto da fonte, que pode ser uma pessoa no local dos fatos.

      Eu sou maravilhado pelas locomotivas a vapor e sua sofisticadíssima mecânica e seus doirados latões, que hoje são substituída por dieselelétricas sem graça, mutio menos “charmosas”. Mas …

      Enfim, de todo o bom jornalismo (nem vou falar do mau) muita coisa mudou. Se antes precisávamos de um correspondente (profissional, é claro) no Afeganistão, para buscar notícias sobre a morte de Bin Laden, hoje basta um vizinho leigo num smartphone para informar o mundo, antes das grandes cadeias, com filmes, sons e fotos sobre os acontecimentos, muito antes do que qualquer profissional nos velhos tempos.

      A conferência da qualidade da notícia, embora presenciada, ouvida ou copiada de alguma fonte, pode ser feita de forma muito mais competetente e rápida pelos eventuais iniciados ou especialistas (ou amigos dos amigos) em qualquer área dentre os colaboradores de um blog. Desmonta-se factóides na velocidade da luz. A cada 10 minutos, toda a rede de notícias muda em alguma ou bastante coisa.

      Por isso, mesmo o bom jornalismo terá que mudar. E já está mudando. Os bons nomes (e os maus, que nem vou falar) já estão fazendo o seu jornalismo desta forma que, acredite, é melhor, mais rápida, barata e eficaz.

      E não envolve os colaboradores em relações pra lá de obtusas, complicadas ou comprometidas com os “donos do negócio”. O barão da mídia passa a ser um … “mero” jornalista!

      Ou seja, há perdas, mas esta forma de disseminação de informação é muito melhor em quase tudo.

      Mas como em tudo na evolução humana, há gente trabalhando para tentar estragar.

      E onde puderem, vão.

       

       

      PS: Quanto aos “barões”, que usem sua grana (ganha mais para o poder e menos para informar) para saborear tempos que não voltarão mais. Ainda bem.

      1. autonomo

        4 de dezembro de 2013 3:17 am

        Caro Ed.:
        Realmente, hoje não

        Caro Ed.:

        Realmente, hoje não temos mais “discos de vinil ,  cápsulas magnéticas de diamante, pré-amplificadores para valvulados de ventilação forçada,  caixas bass reflex de 1 m3 .

        É verdade.

        Temos “microSD de 64 GB” conectado a “fonecomputadorrelogioagendacronometrogpsdespertadordiariocamerafotograficafilmadoratvrádiojornalcalculadora……………..”

        E dai?

        Os universitarios escutam, em  seus “fonescomputadoresrelogios…………….”, sertanejo universitario.

        Com toda essa parafernalia tecnologica muitos acreditam que o “mensalão foi o maior escandalo de corrupção da historia”

        É real tambem que os fotografos não acompanham mais os reporteres “com suas Hasselblads”.

        Alias ninguem necessita nem mais de uma maquina fotografica para captar imagens.

        Esta tudo incluido no telefone.

        Se surgirem novos Bressons,  Cappas,  Adams,  Firmos, ou Venezianos operando apenas com smartphones não tenho nada contra.

        Muito ao contrario.

        Mas contar os horrores de uma guerra numa imagem, não é uma tarefa tão facil.

        Não basta apontar um telefone.

        O “vizinho do Bin Laden”, que voce cita como substituto do jornalista, viveu anos ao seu lado sem jamais desconfiar da pessoa que morava ao seu lado.

        Evidentemente, concordo que o jornalismo esta mudando.

        Alias, não apenas ele, mas muitas outras atividades humanas.

        Contudo, não creio que todas essas parafernalias tecnologicas citadas substituirão o papel do homem.

        Continuo preferindo  saber de uma noticia contada pelo Jose Hamilton Ribeiro, do que pelo “vizinho do Bin Laden”.

        Voce fala dos “barões ” da midia, cujas ações  tambem não aprovo.

        Esquece, porem, que novos “barões”, milhões de vezes mais poderosos, exercem de longe,  de suas gigantescas empresas, o controle e distribuição desta informação “rapida, barata e eficaz”.

        Portanto, sou a favor que a comunicação corra pelos canais mais amplos possiveis.

    7. Ed Döer

      4 de dezembro de 2013 12:22 pm

      Da minha parte, nada contra

      Da minha parte, nada contra os jornalistas, muito pelo contrário, autonomo. E confesso que nunca imaginei que você fosse da área, pois sempre achei que era músico/compositor.

      No caso do jornalismo e mais especificamente, sua mídia tradicional (jornal impresso), é possível que tenha demorado para ocorrer a migração dos velhos grupos tradicionais para a rede, o que infelizmente afeta os (bons) profissionais que, num mundo ideal, não deveriam ter que se preocupar com questões relativas ao próprio mercado que atuam. Porém, a realidade dinâmica e caótica não permite mais o distanciamento do que o ocorre “lá fora”. E nem o rádio, nem a TV mataram o jornalismo, embora tenham contribuído para o aparecimento de novos formatos. Creio que será o mesmo com a web. Por sinal, rádio e TV vivem quase que exclusivamente devido às propagandas. A internet só está indo pelo mesmo caminho.

      E seja aqui no país, como lá fora, se encontram organizações ou pessoas produzindo e vivendo de conteúdo (principalmente especializado e focado, diferente do jornal diário generalista) sem depender de “diárias” ou mensalidades, “roubando” o espaço que, no passado, seria de uma revista da editora Abril, digamos.

      E já temos coisas mais ousadas e amplas como um Huffington Post (que foi comprado pela AOL por 315 milhões de dólares) …ou aqui no nosso país, o recente Brasil247 e agora o “nosso” Jornal GGN. Financeiramente, pode não ser algo tão grandioso quanto foi e ainda é a velha mídia, mas ao mesmo tempo tal limitação poderia servir de contrapeso para evitar algum tipo de monopólio da informação. Não citei portais tipo Terra, IG e outros, pois eles se aproveita(ra)m do lobby que fizeram no passado para garantir a sobrevivência do conceito do velho provedor da época da web discada, hoje sem nenhuma necessidade técnica. Não faço ideia do quanto as assinaturas representariam para a receita de tais grupos, mais seria inconsistente da minha parte negar uma “bolsa” aos jornais e ao mesmo tempo exaltar quem vive(u) de práticas idênticas. E acabei de descobrir que a obrigação não existe mais dando uma checada rápida no Google…

      Meu único receio de uma transição da mídia impressa (no jornalismo) para uma 100% digital é a questão da sobrevivência do conteúdo caso alguém puxe o plug da tomada. Se hipoteticamente um grande portal de notícias quebrar, todo seu conteúdo passado iria sair do ar, afetando o trabalho de historiadores futuros. Mesmo um espaço pequeno como este que estamos usando agora poderia, quem sabe, ter algum valor histórico, mas que garantia temos de sua continuidade caso algo aconteça com o Nassif?!

      Agora, no caso dos escritores, diria que a própria “sacada” da Amazon em promover o Kindle, servindo de base para uma “digitalização com controle” (diferente do que aconteceu com a música), pode contribuir para a salvação da escrita e leitura, mesmo que numa mídia diferente. Fora que é uma maneira da empresa se adiantar e evitar a destruição de parte do seu mercado, pois outro nome poderia surgir explorando a digitalização de livros e tornar a venda de livros físicos da Amazon em algo do passado, assim como a empresa afetou as velhas livrarias com seu modelo de negócios pioneiro.

      Embora eu não tenha ideia do modelo comercial, talvez seja mais vantajoso para os escritores, devido a redução de “atravessadores”, preços menores estimulando uma maior aquisição do bem/serviço e é claro, uma fatia maior do bolo. Já há casos de livros (técnicos) que só possuem versão digital. Bem mais acessível que uma hipotética versão física.

      E a forma de divulgar os livros pode mudar também. Já vi vários professores de grandes universidades que estão oferecendo cursos gratuitos de nível acadêmico através da plataforma Coursera aproveitarem o espaço para tentar vender o seu trabalho. Por sinal, no momento, aguardando o meu segundo livro (esse faço questão de ter versão física, pois ainda estou me adaptando ao “padrão Kindle”) devido essa nova abordagem.

    8. alvaro marins

      4 de dezembro de 2013 7:30 pm

      Caro Jornalista

      Caro Jornalista Autonomo,

      Acho que você não entendeu bem a posição majoritária dos comentaristas deste blog. Eles não são absolutamente contra o jornalismo. Tenho certeza de que muitos compram sem problemas uma revista semanal como Carta Capital ou ajudam a financiar sites como o Viomundo e O Cafezinho. O que não dá é para pedir os nossos suados trocados para o financiamento das cretinices de nossa mídia nativa. E digo mais, quero viver o suficiente para assistir sorrindo a falência dessas fábricas de desinformação e lixo cultural. Não farão falta nenhuma, sob nenhum ponto de vista. O jornalismo sobrevive já há algum tempo à decadência dessas empresas de comunicação, e a internet e a blogosfera tem sido fundamentais para isso.

  20. Luciano Prado

    3 de dezembro de 2013 6:08 pm

    Jornal ou penico de cachorro

    O Brasil está mais culto, mais sábio, mais informado e ávido por leitura de boa qualidade.

    É errada a idéia de que as pessoas – de todas as classes – não querem mais ler jornais.

    Elas querem ler sim, mas notícias que reflitam os fatos e não os interesses dos patrões.

    Tenho absoluta certeza de que todo cidadão pagaria uma quantia razoável mensalmente pela produção jornalística onde os fatos e a verdade fossem o objeto do negócio.

    O que se tem visto é a velha e carcomida imprensa brasileira tentando “fazer a cabeça” de incautos e desinformados com vistas a fazer valer seus interesses.

    Quando surgir um jornal – seja ele impresso ou virtual – que respeite os princípios jornalísticos aí então vou pagar para ler.

    Por enquanto, os que estão aí servem apenas para forrar o chão e evitar que as fezes dos animais domésticos não emporcalhem a casa das pessoas.

     

    1. Gardenal

      3 de dezembro de 2013 9:44 pm

      Meu cachorro, o Paul

      Meu cachorro, o Paul MacCartney, é a única razão pela qual mantenho uma assinatura do o HOJE EM DIA, aqui de Minas. Mesmo porque, entre outros serviçais do Aócio, ele abriga a coluna do Claudio Humberto- A MAIS MARRON DO BRASIL. Minha mulher não permite que eu abra na página da coluna. Quandoleio, o faço antes de entrar em casa. E ela tem razão. Em ambientes fechados é letal.É uma coluna que deveria exibir, OBRIGATORIAMENTE,  o selo de inspeção da ANVISA e do Mins. da Agricultura. 

  21. Anarquista Lúcida

    3 de dezembro de 2013 7:11 pm

    Sao uns piadistas

    Protetores da democracia? Sei… 

  22. hc.coelho

    3 de dezembro de 2013 8:07 pm

    Bolsa pig

    Agora tudo fica explicado e facil de entender. A solução dos nossos problema é uma bolsa-pig. Salvemos a revistinha doe esgoto.

    Socorro!!!!!!….Eu disse, socorro!!!!!

  23. Adir Tavares

    3 de dezembro de 2013 9:33 pm

    Cagódromo

    Não coloco minhas mãos nesses panfletos!

  24. Sérgio T.

    3 de dezembro de 2013 9:46 pm

    A imprensa “livre”, “isenta” e “independente”.

  25. Sérgio T.

    3 de dezembro de 2013 9:55 pm

    Um caminho para o “arejamento” com ou sem lucro!

  26. Marcos Chiapas

    3 de dezembro de 2013 10:49 pm

    Quem diria

    Os poderosos passando o pires.

    Só rindo mesmo.

  27. alcarpinteiro

    3 de dezembro de 2013 10:53 pm

    O post colocou a dificuldade

    O post colocou a dificuldade que a imprensa enfrenta atualmente, e que será provavelmente a causa de seu desaparecimento, de maneira muito clara e apresentou uma sugestão na forma de um fundo de sustentação para a imprensa. Dos frequentadores deste blog, duvido que os jornalões ganhem ao menos uma vela para lembrar seu passamento, o que dizer de dinheiro. A discussão que se trava aqui é justamente sobre o desprezo que nossos jornais têm por sua missão. Trocaram o jornalismo pela agenda de seus proprietários. Um fundo de financiamento de jornalismo só faria sentido com a criação de novas empresas, e com o compromisso de se garantir a diversidade de opinião. Nossos jornalões apodreceram em vida. Resta enterrá-los, em cova rasa severina.

  28. Renato1

    4 de dezembro de 2013 10:33 am

    OK = Cooperativa

    Concordaria com a proposta caso o dinheiro fosse para uma cooperativa de jornalistas e nao uma empresa buscadora de lucros, para dizer o minimo, assim fomentando a diversidade da informacao.

    Att

  29. Dudu Cartucho

    4 de dezembro de 2013 11:30 am

    O cão de guarda da sociedade

    O cão de guarda da sociedade virou cachorro-louco.

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