Decadance avec elegance?
Por Wagner Iglecias
Um dos principais bastiões de crítica ao petismo, há 10 anos no poder, tem sido um grupo de senhores cinquentões, que surgiram na cena musical brasileira na década de 1980 através do chamado Rock Brasil: Lobão, Roger, Dinho Ouro Preto e outros. Há tempos eles vêm se manifestando, em diversos meios, com críticas ao governo. São discursos durante seus shows, tuítes, entrevistas etc. De todos o mais crítico e de maior visibilidade é Lobão. Autor de livro, o veterano roqueiro carioca tem sido festejado por setores de direita por ter sua mira quase sempre apontada para a esquerda, e em particular para o governo petista. Acaba de estrear como colunista de Veja, batendo duro no que identifica como setores chapa-branca. É pau puro pra cima de um monte de gente mais ou menos identificada como de esquerda. Algo parecido com o que fez há pouco Demétrio Magnoli em sua coluna de estréia na Folha de São Paulo, na qual bateu no PT do início ao fim. A impressão que fica, tanto num caso quanto no outro, é que tendo lido a coluna de estréia já lemos todas as demais que virão no futuro.
Outros roqueiros dos anos 80, como Tony Belloto, Léo Jaime e João Barone, também já criticaram o petismo em algumas oportunidades. Belloto chegou a ser colunista da mesma Veja, onde batia no petismo com certa freqüência. No geral faziam côro, em seus textos e tuítes, à grita da classe média anti-petista em temas como o mensalão. O mais recente membro a entrar para o clube foi Paulo Ricardo, o menino prodígio que revolucionou o show business brasileiro com o seu RPM, ali por volta de 1985. Segundo post desta segunda-feira, na página oficial do grupo no Facebook, Paulo teria dito o seguinte, em show realizado em 08/11/2013 em Piracicaba (SP): “O Brasil precisa entender uma coisa: ditadura é algo terrível, de que lado for. Não podemos viver uma ditadura de esquerda. Precisamos de um rodízio. O Brasil precisa urgentemente de alternância no poder”.
Por “ditadura de esquerda” entenda-se: um sistema político onde o Congresso Nacional legisla, o Judiciário julga, a imprensa (de direita ou de esquerda) é livre, os sindicatos atuam, há liberdade de fé religiosa, os direitos civis e sociais são consagrados em lei, há eleições livres a cada dois anos, existem 32 partidos políticos (e outros 90 na fila esperando oficialização), um mesmo partido (PT) foi eleito 3 vezes consecutivas para comandar o país e seu principal adversário (PSDB) foi eleito 5 vezes consecutivas para comandar o principal estado da federação. Eis a nossa ditadura, segundo Paulo Ricardo. Aliás, sobre os 20 anos do principal partido de oposição no comando do mais importante estado brasileiro, nenhuma palavra. O que não é exclusividade dele, mas de tanta gente que fala em alternância no poder, mas nunca cita o caso de São Paulo.
Muitas são as hipóteses para tentar entender essa guinada à direita daqueles que foram jovens rebeldes e progressistas trinta anos atrás. Há quem veja na origem social deles, todos ou quase todos bem-nascidos, a lógica de um percurso natural, da esquerda à direita, da rebeldia ao conservadorismo, à medida em que os anos se passaram. De garotos contestadores teriam se tornado vetustos senhores.
Uma segunda hipótese seria a de que essa geração, que cresceu durante a ditadura militar e pegou o finzinho da censura, tem e sempre terá o pé atrás com o governo, com qualquer governo.
Há ainda quem ache que nestes tempos de internet, de frivolidades, consumo e descarte quase imediatos, só mesmo dando declarações bombásticas e causando polêmicas, só mesmo apostando no marketing neocon, para se manter vivo nessa máquina de moer gente que é a mídia.
Uma quarta hipótese tem a ver com o fato de que, por serem roqueiros, e não outro tipo de músico, todos eles estariam submetidos a uma eterna camisa-de-força. Diferentemente de um velho sambista ou de um violeiro veterano, roqueiros precisam cultivar a juventude eterna. E a polêmica, que é o motor da juventude. Em recente entrevista ao The Guardian, Lou Reed, falecido há pouco, disse que para manter a energia criativa se masturbava diariamente, aos 70 anos de idade. Pode até ser verdade. Ou pode ser sarcasmo. O que não é comum é um homem de 70 anos dizer isso numa entrevista. A não ser que ele seja um roqueiro.
Mas voltando aos roqueiros brazucas dos anos 80, quem sabe a proeminência deles no debate sobre o país nos mostre duas coisas: a quantas anda o debate sobre o país e o quanto eles só estão aí, botando seus narizes de palhaço nos shows, como Dinho, ou detonando qualquer coisa que identifiquem como esquerda, como Lobão, porque falte à direita brasileira, a seus partidos e a seus intelectuais, a capacidade de produzir ideias alternativas ao projeto que governa o país hoje.
Wagner Iglecias é doutor em Sociologia e professor do Curso de Graduação em Gestão de Políticas Públicas e do Programa de Pós-Graduação em Integração da América Latina da USP.
Jaiminho
12 de novembro de 2013 10:08 amHoje em dia, para quem quiser
Hoje em dia, para quem quiser aparecer e ter espaço na mídia golpista, basta falar mal do PT, do Lula. Simples assim. Há aquela tese, também, que diz que essas pessoas citadas apenas estão mostrando o que sempre foram. Dá nojo essa indignação seletiva.
Nonato Amorim
12 de novembro de 2013 10:26 amTOU COM O PAULO RICARDO
Ditadura é algo realmente terrível. O Brasil precisa de alternância de poder…desde que os eleitores assim o entendam. Simples, quem tem voto, leva. Abrs.
Assis Ribeiro
12 de novembro de 2013 10:28 amLavagem cerebral. De acordo com Luiz Carlos Maciel:
“Sim, as ousadias da época tiveram que ser anuladas, ou eliminadas, ou, pelo menos, distorcidas para que o mundo continuasse a ser o que era, (…) depois de domadas, assimiladas e distorcidas pelo sistema, foram substituídas por um fetiche abstrato e bastante ridículo que é o jovem tal como é definido pelas agências de publicidade, delineado pelas pesquisas de opinião, incensado pela mídia, tomado por paradigma de eficiência empresarial (o tal do Yuppie) e, o que é pior de tudo, imposto como modelo aos ainda mais jovens, ou seja, nossas crianças. Esse “jovem” é o que, no meu tempo, chamávamos de alienado e, depois, de careta. Trata-se de uma domesticação dos instintos naturais da juventude em função dos interesses do sistema.”
Ricardo Queiroz Pinheiro
12 de novembro de 2013 10:30 amCaros,
em primeiro lugar:
Caros,
em primeiro lugar: questiono a relevância da opinião desses senhores; em momento nenhum de suas carreiras a crítca social e o posicionamento político se destacou. São diletantes (como nós muitas vezes somos), a diferença é que têm espaço para falar e são ouvidos. A profundidade da declaração do Paulo Ricardo pode ser comparada à daqueles membros da família que bebem um pouco mais no final de semana e se colocam a comentar tudo na mesa do almoço, entre garfadas de maionese e frango, falam de política, futebol, horoscopo, etc, sem travas ou vírgulas. Rock e rebeldia deixou de ser há muito tempo elementos de relação causal. Os cinquentões dos três acordes querem mesmo é se manter em evidência, pela música está difícil, acharam um mote, a política, e vão continuar falando suas groselhas.
Jorge Leite Pinto
12 de novembro de 2013 10:49 amExato. São apenas babacas
Exato. São apenas babacas tentando não desaparecer para sempre…
josé justino de souza neto
12 de novembro de 2013 11:06 am“Os cinquentões dos três
“Os cinquentões dos três acordes…” .Ótima. Definiu muito bem os tais “roqueiros”.
Juliano Santos
12 de novembro de 2013 1:10 pmÉ isso mesmo Ricardo. Muito
É isso mesmo Ricardo. Muito provavelmente eles já falavam essas “groselhas” há muito tempo. Mas antes não tinha twiter e facebook. As redes sociais nos obrigam a tomar conhecimento das opiniões desses caras, algo que ninguém pediu.
Parafraseando uma música do Tony Belloto:
“O Facebook me deixou burro, burro demais, ô ô ô ô”
PS: O caso do Titãs é o pior de todos. Era a unica banda boa dos 80. Agora além do global Belloto, tem o Branco Mello, que é “consultor musical” no programa da Fátima Bernardes.
Lionel Rupaud
12 de novembro de 2013 10:45 amA tal “DECADENCE” (com E e não A) é bem visível mas
cadê a tão falada ‘ELÉGANCE”? Nessa turma não vejo nenhuma. Será que é só eu?
Mauro Segundo 2
12 de novembro de 2013 10:54 amEstranho….achei uma
Estranho….achei uma entrevista do Dinho em que fala sobre o PT, e não vi o ódio lobático ou rogerático.
http://www.radiorj.com.br/mpbpoder.html
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DINHO OURO PRETO: “A MPB ESTÁ NO PODER”
Fonte: O Globo, Segundo Caderno, 17 de julho de 2005. Entrevista concedida a Bernardo Araujo.
Depois de começar importando rebeldia e encarnar a liberdade no fim da ditadura militar, o rock brasileiro chegou ao inédito posto de voz única da cultura nacional a protestar na atual crise política. O cantor Dinho Ouro Preto, do Capital Inicial, de 41 anos, é um dos rostos mais visíveis de um movimento que começou em festivais de rock em Belém e Brasília e que apresenta um contraponto à euforia dos músicos brasileiros em Paris. Filho do embaixador Afonso de Celso Ouro Preto — enviado do Itamaraty ao Oriente Médio — ele gosta de falar aos jovens sobre política, mas diz que a juventude atual não valoriza muito a democracia.
O que você achou do show do Brasil na França?
DINHO OURO PRETO: Achei uma sacanagem eles dizerem que o Brasil estava representado ali. Só vi o Rio, a Bahia e Pernambuco. Eu, por exemplo, sou curitibano, criado em Brasília e moro em São Paulo. Nenhum desses lugares é relevante na música brasileira? Só foi a panela, como sempre. A MPB está no poder, talvez por isso apenas alguns artistas de rock estejam se manifestando nessa crise política.
Você acredita no governo?
DINHO: Acredito. Acho que, como disse o Tarso Genro, o PT vai pagar o preço do escândalo, sua bancada vai diminuir, mas tenho certeza de que a essência do partido é correta. Sempre votei no PT e até participei de algumas campanhas, mas sou um petista moderado. Nunca vou acabar no PSTU ou no PSOL.
Está decepcionado?
DINHO: Claro, depois desse escândalo… acho que há alguns erros muito graves: o primeiro é essa prática stalinista do José Dirceu de ocupar milhares de cargos de confiança com quadros do partido, fazendo o governo sustentar o PT. Outro é um problema que existe desde a fundação do partido, essa mania de achar que só ele é bom, que em outras agremiações ou tendências não existam bons políticos ou pessoas honestas. Acho que uma investigação rigorosa deve ser empreendida, com o afastamento, pelo menos provisório, de todos os envolvidos, como o Luiz Gushiken. Também acho que todos os políticos deveriam falar mais aos jovens.
Por quê?
DINHO: Porque eles são capazes de mobilização — embora ela seja rara na política — como se viu na época dos caras-pintadas, e, principalmente, porque a democracia tem que ser valorizada. Hoje vejo uma apatia muito grande dos jovens, o que pode ser o ovo da serpente para uma saída populista ou golpista, até um Hugo Chávez. Falei isso para o Supla quando a Martha Suplicy perdeu a prefeitura de São Paulo para o José Serra: ela deveria ter falado com os jovens. Eu seria um porta-voz dela com todo o prazer. Falo sempre de política, em todos os shows.
E alguém mais faz isso?
DINHO: Claro, o Falcão, cantor do Rappa, é um bom exemplo. A minha geração, de bandas que se formaram ainda na ditadura ou logo depois da democratização, não tem como não falar de política. Aquilo tudo estava muito na nossa frente, principalmente em Brasília, onde sabíamos, por exemplo, daquelas histórias do Collor que, verdadeiras ou não, vieram à tona quando ele foi eleito presidente. Os grêmios estudantis eram atuantes, falava-se de política dentro das escolas, ainda que fosse uma coisa meio sem pé nem cabeça.
E por que hoje é diferente?
DINHO: Já temos 20 anos de democracia e os indicadores sociais mudaram muito pouco, alguns até pioraram. Isso torna a juventude cética. Hoje, se no show a gente pede à garotada para gritar que os políticos são FDPs, eles gritam, mas mais pela farra e por afrontar um símbolo de autoridade. Mas é claro que ninguém tem a obrigação de ser o braço cultural de um partido ou de uma tendência política. Mas sinto arrepios de pensar que a democracia pode ir para o saco se ninguém falar mais aos jovens.
Qual o interesse dos jovens de hoje pela política?
DINHO: Em geral, a garotada é alienada, não se interessa por política. E as bandas atuais, como a Pitty e o CPM 22, que são ótimos, são um reflexo de sua geração. Não acho que a qualidade de uma banda se meça por seu engajamento político. Há bandas como o Led Zeppelin, por exemplo, que nunca falaram do assunto e são sensacionais.
Mas por que esse desinteresse?
DINHO: Acho que por dois motivos: primeiro porque o debate é muito mais complexo desde a queda do Muro de Berlim, não existem mais apenas o preto e o branco, a esquerda e a direita. O outro motivo é a sensação de que qualquer movimento é inútil, que os políticos são todos iguais e nenhum presta. Foi aí que, na minha opinião, o PT errou.
Como?
DINHO: Assim que aconteceu o escândalo, o partido deveria ter afastado todas as pessoas envolvidas e comandado uma investigação rigorosa, punindo os responsáveis, fazendo aquilo que o Lula fala mas não faz, que é cortar na própria carne. Mas não, eles tentaram barrar a CPI. Agora parece que o partido todo é culpado, é ruim, e eu não acredito nisso. A oposição está sambando em cima do escândalo como se ele fosse a pior coisa que já aconteceu na república brasileira, quando nós sabemos que isso é relativamente comum. A reeleição de Fernando Henrique Cardoso, por exemplo, nunca ficou esclarecida.
Como assim?
DINHO: Falou-se em compra de votos e em outras modalidades de corrupção, mas teriam conseguido abafar o escândalo. E o cara que saberia de tudo, o Sérgio Motta, morreu. Mas passou, não adiantaria nada investigar o passado. Enquanto o sistema político brasileiro for esse misto de presidencialismo com parlamentarismo, isso sempre vai acontecer: o governo precisa de maioria no Congresso para governar, e acaba se aliando a partidos que não têm a mínima representatividade, fazendo alianças escusas. Isso acontece sempre, aconteceu no governo FHC e agora no governo Lula.
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Nonato Amorim
12 de novembro de 2013 12:45 pm2005
Mauro, se passaram 8 anos dessa entrevista, uma eternidade para vira-casaca! Abrs.
Zanchetta
12 de novembro de 2013 5:49 pmSe até o Maluf mudou de lado,
Se até o Maluf mudou de lado, porque não o Dinho…
Ricardo Pereira
12 de novembro de 2013 11:01 amO partido destes ahi chama-se Globo
Estes ‘esperto-men” eram figurinhas carimbadas da midia oitentista e comeram no cocho da Globo. Sao de um tempo onde era normal ter privilegios e acostumaram com o status de “star”. O fato de hj em dia representarem a vanguarda do atraso diz muito do saudosismo dos “bons(?) tempos” da geraçao Coca-cola. Ser roqueiro jamais pode ser parametro para identifica-los com o lado progressista, até porque quem viveu nos nos anos 80 sabe que alguns destes ditos “rockeiros” nem faziam rock, mas um pop pobrerrimo (como o QI de Abelha, por exemplo). Quem dera tivessem a consciencia social de um Tom Morello e fizessem rock mesmo….
alberto tiago
12 de novembro de 2013 11:03 amRoqueiros
ROQUEIROS ?kkkkkk baladeiros romanticos tem algum virtuose entre os citados NAO compositor do Primeiro time NAO nao boysinhos que faziam Caras e Bocas nas CONTIGO da vida e tinham Hits comerciais nas paradas manipuladas de SUCESSO
Nonato Amorim
12 de novembro de 2013 11:09 amMODELO DE ALTERNÂNCIA DE PODER DOS TUCANOS
aliancaliberal
12 de novembro de 2013 11:54 amAlternância de poder, sai um
Alternância de poder, sai um “Fabiano” e entra um “Stalinista-troskista-maoista”, isso que é alternância de poder para a esquerda.
Ivan de Union
12 de novembro de 2013 12:07 pmNao, “pra esquerda” a
Nao, “pra esquerda” a “alternancia de poder” eh uma teoria macon de orquestracao de eleicoes. Igualzinho nos Estados Unidos.
aliancaliberal
12 de novembro de 2013 5:28 pmSe não deixei claro vamo
Se não deixei claro vamos denovo, eleger Campos, Marina, Dilma, Aécio não é alternância de poder, todos são de esquerda.
Nonato Amorim
12 de novembro de 2013 10:15 pmJÁ SEI QUAL TUA ALTERNÂNCIA
Bornhausen, Agripino, Mão-Santa, Demóstenes, Arruda, Heráclito, Efraim et caterva! Bingo!
aliancaliberal
12 de novembro de 2013 11:49 pmUsar argumento falácioso.
Usar argumento falácioso. Enriqueça o argumento por favor.
Nonato Amorim
12 de novembro de 2013 12:43 pmAL
… tú és tão néscio que nem desenhando, né? Vai gostar de apanhar assim lá em Brusque…hehehe…
ruyacquaviva
12 de novembro de 2013 1:01 pmE como fica a alternância de
E como fica a alternância de poder em São Paulo, com a tucanalha lá a quase vinte anos só roubando, como o escândalo do Metrô demonstra cabalmente?
Por que nem o troll profissional que se esconde sob a alcunha de “aliança liberal” (pseudônimo ridículol, diga-se de passagem), nem os citados artistas decadentes reclamam da falta de alternância nesse estado?
É porque ao dizer que querem alternância de poder eles apenas procuram uma desculpa para retirar os outros do poder e perpetuarem-se eles mesmos nessa situação. A desculpa é esfarrapada (esfarrapadíssima), somente o puro desespero e a total indigência de argumentos, propostas ou projetos pode justificar o recurso a uma argumentação tão disparatada.
Por não ter nada positivo para afirmar, recorrem a baboseiras boçais como essa.
aliancaliberal
12 de novembro de 2013 5:18 pm” tucanalha lá a quase vinte
” tucanalha lá a quase vinte anos só roubando,”
20 anos Ruy,pq ainda não foram presos pq o PT que tem o poder nas mãos não os investiga.
Tu ta colocando no meu colo problemas de SP, aqui no RS, TODOS os partidos estiveram no poder do PDT com Collares,PSDD com Yeda, PT com Olivio só para dar exemplo e aqui nenhum governador se reelege, e muito menos o Tarso vai se reeleger.
E deixa esse mimimi de o Al é agente da CIA que da vergonha alheia.
aliancaliberal
13 de novembro de 2013 1:08 amE o Cachoeira Ruy, não deu em
E o Cachoeira Ruy, não deu em nada mesmo, e a CPI foi em vão.
Ea privataria tucana nada, Ruy.
DanielQuireza
12 de novembro de 2013 11:22 amNão entendo porque perder
Não entendo porque perder tempo com esse tipo de gente e de crítica.
Ficam passando recibo e ai fica pior.
Ainda mais Lobão que é maluco, não serve de referência para nada.
Fulvia
12 de novembro de 2013 11:42 amArtistas decadentes costumam
Artistas decadentes costumam fazer de tudo para aparecer, é muito difícil para essa gente permanecer na sombra. O Roger já posou pelado, ainda vou ver os demais fazendo sexo explícito para ser notícia. No fundo, no fundo, penso que descobriram uma fórmula para dizer a população, enfim eu existo, não morri, estou aqui, prestem atenção em mim, por favor.
aliancaliberal
12 de novembro de 2013 11:50 amEsta virando lei, vc tem o
Esta virando lei, vc tem o direito de ter opinião desde que seja a favor do PT.
interlocutor
12 de novembro de 2013 12:22 pmHá outra lei, mais antiga e extremamente difundida
Há outra lei, mais antiga e extremamente difundida por “liberais”, segunda a qual a esquerda em geral, e o PT em particular, devem apanhar calados. Se alguém ousa rebater qualquer crítica a eles deve imediatamente ser estigmatizado como patrulhador, autoritário, sectário e por aí vai.
Nonato Amorim
12 de novembro de 2013 12:33 pmAL
Qualquer idiota, até o tal do rei do camarote, já diria uma obviedade dessas! Mas tem gente que demora . . . talvez alguém que tu conheces profundamente . . .
ruyacquaviva
12 de novembro de 2013 12:53 pmEntão você quer dizer que
Então você quer dizer que eles criticam mas não podem ser criticados?
Essa afirmação chega a ser cômica de tão ridícula, mas encerra em sí toda a incapacidade dos reacionários de conviver com a crítica e seu previsível recurso de censurar os outros.
O troll profissional que se esconde atrás dessa alcunha demonstra ter seríssimas limitações intelectuais ao achar que essa tentativa obtusa de calar a crítica que não lhe interessa vai convencer alguém ou ter outro efeito que não seja mostrar sua aversão ao contraditório e apego à censura.
PALHAÇADA
Juliano Santos
12 de novembro de 2013 1:24 pmNo caso em questão, a lei não
No caso em questão, a lei não é bem esse, srAliança. É “pode ter opinião, desde que seja o que a mídia quer ouvir”.
Voce acha mesmo que todos os músicos do país pensam a mesma coisa? Será que não tem um mísero roqueiro no Brasil inteiro que apóia o PT?
Cadê a “alternância de pensamento”?
aliancaliberal
12 de novembro de 2013 2:53 pmApesar da retórica(choro)
Apesar da retórica(choro) comum de vcs a midia não é “pró direita” e sim pragmática não tem lado só o seu, são puxa sacos do rei não importa quem seja.
A classe artistica é dominada pela cultura de esquerda, qualquer um que seja de direita é defenestrado, vai ser contra o aborto e pró vida para ver o que te acontece.
Vcs usam e abusam da falácia do espantalho, criando um falso inimigo para bater, como se a direita fosse maligna e contra por exemplo os pobres, sendo que a maioria da direita e composta por pobres.
Vcs pregam a cultura do ódio, é só assim para se justificarem moralmente,é a desculpa que usam para a sua conversa fiada.
Nonato Amorim
12 de novembro de 2013 3:29 pmCHORO?
Quem chora nesse blog todos os dias são os reaças, como tu, AL! Por que não vai andando até o próximo manicômio depois de falar (só prá variar) mais uma das tuas anseiras? XÔ!!!
em tempo: sou a favor do aborto. Se algúem precisar fazer em casa (é seguro), eis alguns links com os passos detalhados…
http://www.geocities.ws/abortion486/certo.html
https://www.womenonweb.org/pt/i-need-an-abortion
https://www.womenonweb.org/pt/page/482/is-it-difficult-to-do-a-medical-abortion-by-yourself
aliancaliberal
12 de novembro de 2013 3:52 pmO método mais seguro é deixar
O método mais seguro é deixar nascer e dar um tiro, o efeito é o mesmo vc se livra da “coisa” e pode continuar seu hedonismo, pode continuar sua procura pela felicidade sem que seja atrapalhado por um filho.
Nonato Amorim
12 de novembro de 2013 4:23 pmTAMBÉM CONCORDO COM ESSE MÉTODO…
… apenas lamento que não aconteceu exatamente quando tu nasceste! Hehehe…
“Sou reacionário. Minha reação é contra tudo que não presta.” Começando por Vc, AL!
aliancaliberal
12 de novembro de 2013 5:02 pmTemos a nossa “mayara
Temos a nossa “mayara petruso”do blog, Se vc acha certo matar um filho coitado dos seus.
Wendell Santos
12 de novembro de 2013 7:12 pmO velho AL é um religioso,
O velho AL é um religioso, todos os dias acende uma vela para o deus Mercado pedindo que este envie sua mão invisível e retire esses horriveis esquerdistas, que falam em “justiça social” do seu caminho.
Nonato Amorim
12 de novembro de 2013 10:12 pmENDOIDOU???
Onde vc leu que acho certo matar um filho? Não sou teu pai, uai! So lamento verdadeiro pai não tenha usado teus conceitos no ato do TEU nascimento. Só isso…Aliás, quando vens fazer uma visita aqui em Brusque, tamos te esperando…hehehe…
Cada um!
aliancaliberal
12 de novembro de 2013 11:42 pm“Onde vc leu que acho certo
“Onde vc leu que acho certo matar um filho? ” vc se diz a favor o aborto.
Daytona
13 de novembro de 2013 1:50 amAo contrário da Veja, leitura
Ao contrário da Veja, leitura favorita do Aliança Liberal, que nunca prega o ódio.
Estou admirado que o Aliança consiga acertar a conta pra postar comentários. deve usar a calculadora do micro.
Jose Santos
12 de novembro de 2013 11:51 amSó não entendi a parte que
Só não entendi a parte que fala de guinada a direita dos que foram jovens rebeldes e progressista há 30 anos. Em que momento esta turma se apresentou como progressista? Ou o simples fato de ser “roqueiro” já leva a essa associação? Sinceramente eu acho que a mídia anda dando atenção demais a essa turma. É o mesmo tipo de atenção dada as periguetes do Pânico, a humoristas sem-graça e qualquer outra pseudo-personalidade da capa da Contigo. Talvez seja hora de simplesmente ignorar essa gente toda.
Marco St.
12 de novembro de 2013 12:00 pmReaça and Roll
Apenas para fazer justiça:
Nenhum dos citados teve ou tem qualquer relação com o Rock. Todos os citados são filhos de uma classe média alta das mais tradicionais, e como artistas, pertenceram à um estilo músical chamado de “rock”, mas que na verdade nada mais era do que a música comercial e mainstream dos anos 80. Enfim, a chamada “Música Pop”. Produzida, controlada e embalada por grandes gravadoras
Nada mais ofensivo para um roqueiro do que ser classificado como “pop music” ou ter uma música sua fazendo trilha sonora de novelas
Isso tem a ver com business. Comércio. Rock não.
Não há nada de surpreendente na posição politica desses caras agora. A não ser que vocês realmente acreditaram que esses caras eram “roqueiros”. …
josias
12 de novembro de 2013 1:14 pmna mosca.
na mosca.
JB Costa
13 de novembro de 2013 1:41 amRoqueiro neste país só teve
Roqueiro neste país só teve um: Raul Seixas. Esse, sim, foi um contestador. Juntando essa cambada toda aí de “roqueiros aposentados” não dão uma unha do pé do baiano “loucão” e genial.
Ivan de Union
12 de novembro de 2013 12:05 pm“Paulo Ricardo, o menino
“Paulo Ricardo, o menino prodígio que revolucionou o show business brasileiro com o seu RPM, ali por volta de 1985. Segundo post de hoje, na página oficial do grupo no Facebook, Paulo teria dito o seguinte, em show realizado em 08/11/2013 em Piracicaba (SP): “O Brasil precisa entender uma coisa: ditadura é algo terrível, de que lado for. Não podemos viver uma ditadura de esquerda. Precisamos de um rodízio. O Brasil precisa urgentemente de alternância no poder””:
Em outras palavras, ele eh MACON.
Jaide
12 de novembro de 2013 2:11 pmLembrei, meu caro Ivan, do
Lembrei, meu caro Ivan, do saudoso Sérgio Porto, o Stanislau Ponte Preta. Em referência às posturas racistas da então senhora (e, salvo engano, deputada) Shyrley Temple ele afirmou tratar-se da síndrome dos (as) garotos (as) prodígios: “transformam-se quase sempre em coroas retardados (as)”.
Daniel Krein
12 de novembro de 2013 8:10 pmIsaac Newton, Mozart, John von Newman…
Isaac Newton, Mozart, Jasha Heifetz, Vladimir Horowitz, John von Newman, Blaise Pascal, Ramanujan, todos os grandes artistas e matemáticos da história são comprovação da idiota tese do Stanislaw. Foram garotos prodígio e viraram idiotas.
ROPinto
13 de novembro de 2013 1:15 pmMozart envelheceu???
Parece que os livros de história da música esqueceram de contar a velhice de Mozart.
Pararam nos trinta e poucos anos dele… ou então o missivista leu o Gibi errado!
Laure
12 de novembro de 2013 12:14 pmSinceramente … a palavra
Sinceramente … a palavra desses caras tem tanto peso quanto as opiniões da Xuxa. Aliás, a Xuxa não chega a ser tão reaça.
ruyacquaviva
12 de novembro de 2013 1:20 pmÉ sintomático que todos os
É sintomático que todos os citados estejam no ostracismo da mídia e que essa mesma mídia só lhes abra espaço para repercutir essas críticas.
Sinceramente eu não me importo nem um pouco com o que esses caras, que são completamente irrelevantes em todos os aspectos, dizem ou fazem.
simone castro
12 de novembro de 2013 1:29 pmestá certíssimo, a direita,
está certíssimo, a direita, tao bem caricaturada por estes roqueiros, ou pseudo artistas, se vale de um discurso preconceituoso e medíocore, pra tentar fazer oposiçao, por falta de propostas reais e alternativas ao PT. vamos combinar, a gente merecia algo melhor do que a fala rasa desse povo!
Juliano Santos
12 de novembro de 2013 1:32 pmRock Coxinha
Não há mistério algum. São da classe média leitora da Veja, O Globo e Folha. Coxinhas como qualquer outro desse estrato social.
E cá para nós, tem melhor definição para um RPM ou um Kid Abelha do que “rock coxinha”?
PS: O Lobão é um caso psiquiátrico. O médico falou para não contrariar
simone castro
12 de novembro de 2013 1:38 pmestá certíssimo, a direita,
está certíssimo, a direita, tao bem caricaturada por estes roqueiros, ou pseudo artistas, se vale de um discurso preconceituoso e medíocore, pra tentar fazer oposiçao, por falta de propostas reais e alternativas ao PT. vamos combinar, a gente merecia algo melhor do que a fala rasa desse povo!
Nonato Amorim
12 de novembro de 2013 2:06 pmPOR FALAR EM ALTERNÂNCIA DE PODER…
Bem, podemos exemplificar a cagada na alternância de poder bem aqui num país (quase) vizinho: o Chile. Depois de quase 20 anos mergulhados numa feroz e assassina ditadura militar, cujo maior expoente era o condestável Pinochet, elegeu o Patricio Alwin. Em seguida Eduardo Frey, Ricardo Lagos e Michele Bachelet, todos de, vamos assim chamar, esquerda, centro-esquerda. Uns mais, outros menos, governaram por 20 anos ininterruptos. Pois bem, “cansados” de governos onde a prioridade era defender as classes menos favorecidas, cuja desigualdade não beira nossa Pindorama, resolveram dar uma variada. Em 2010 elegeram Sebastião Piñera, um homem chegado “aos mercados”. Adivinhem a cagada! Prá finalizar: Michele Bachelet, que saiu com 84% de popularidade, é FAVORITÍSSIMA nas eleições desse próximo domingo, dia 17. Por que os brasileiros deveriam seguir o exemplo chileno e arriscar a volta dos incompetentes? Abrs.
Bachelet segue como favorita para eleição presidencial no Chile
Candidata tem 32% das intenções de voto em nova pesquisa divulgada.
Já Evelyn Matthei aparece com 20% das intenções de voto, no 2° lugar.
http://g1.globo.com/mundo/noticia/2013/11/bachelet-segue-como-favorita-para-eleicao-presidencial-no-chile.html
Antonio Lopes
12 de novembro de 2013 2:33 pmQuem é….
Quem é dinho?????Paulo Ricardo, alguém paga para assistir? Todos para o INSS já!!!!
Antonio Lopes
12 de novembro de 2013 2:37 pmAlternância no poder?
Concordo com o Pulo Ricardo(mas só de tapa ouvidos) vamos tirar o PSDB do governo de sp.Obrigado por me lembrar!!!!Quem escutas esses cantore????Com o apps de rádios na internet eu escuto música de vários lugares do mundo, viva a internet assim não sou obrigado a escutar esses chatos citados no texto !!!
La La
12 de novembro de 2013 3:09 pmadolecentes de 50 anos.
Tudo que podia ser chamado de contestação nestes caras, quando surgiram, era a tradicional rebeldia e inconformismo próprio de qualquer adolescentes. Sem deixar de reconhecer a importância da contestação nos adolescente, o que de relevante mesmo eles possuíam no seu discurso em relação ao discurso dos demais adolescentes de todas as tribos e classes sociais de então, foi a posse de um microfone.
De lá para cá não foram capazes de “agregar valores” ao discurso adolescente de então. Restou lutar para continuar possuindo a única coisa que lhes tem sido relevante em suas vidas, o microfone.
Gilson AS
12 de novembro de 2013 3:23 pmComo vivemos em uma
Como vivemos em uma democracia, todos tem o direito de opinar.
Esses roqueiros falidos ficam criticando o PT, pedindo alternância no poder.
Mas qual o programa de governo da oposição ?
O que a oposição pretende fazer para que o país de um salto de qualidade ainda maior do que deu nos últimos 10 anos ?
O que a oposição pretende fazer com a saúde, educação, segurança, economia…
Esses cara só ficam criticando o governo, mas não dão opção para melhorar o país.
Ficam apenas na critica, no blá.blá.blá.
Bando de conversa fiada !
Estão querendo Ibope para aumentar a presença de público alienados em seus shows.
Alguém já viu pagodeiro e funkeiro criticar o governo ?
Se fizer está lascado, morre de fome.
Esses roqueiros sabem para quem falam.
AndreLB
12 de novembro de 2013 4:54 pmComentário
Interessante, professor…
Dentre as hipóteses sugeridas, jamais passou pela sua cabeça que esse descontentamento ou “guinada à direita” possam ter origem no próprio PT.
Aquele PT combativo, que se dizia diferente de tudo isso que está aí, que “não rouba e não deixa roubar”, que prometia mudar a forma de fazer política no Brasil, mas que, ao contrário, se juntou com Sarney, Collor , Renan, Maluf e Kassab para se manter no poder e pouco mudar, estruturalmente falando.
Interessante, professor…, como um sociólogo pode acreditar que pessoas boas são aquelas que servem à nossa causa e não mudam de opinião, mas partidos…, estes sim podem ser oportunistas e mudar de opinião quando convém, e não aparece um doutor sequer para lhes chamar à razão.
Um abraço!
Maria Luisa
12 de novembro de 2013 5:51 pmlêem a imprensa e acreditam
Nunca foram de equerda ou tenham tido interesse de fato por qualquer outra coisa que não seja o espelho e a carreira deles. Acho que tem uns ai, que são é bem frustrados. Coitados.
armando botelho
12 de novembro de 2013 6:56 pmO Paulo Ricardo esta
O Paulo Ricardo esta certíssimo , a alternancia do poder deveria ser transformado em lei eleitoral , um mesmo partido não pode ficar mais de dois mandato no poder .
Os vicios advindos deste continuismo corroi a democrácia e transforma o poder em algo corrosivo e corrompido que manipula a sociedade .
Quem quer se eternisar no poder esta mal intencionado .
Nonato Amorim
12 de novembro de 2013 10:22 pmLEGAL
Muito legal, Armando! Agora que a direitona tá levando surra atrás de surra as regras dever ser mudadas? Tapetão, não, camarada! Tempo de casuísmo já era. Tem que ter voto, se não tiver espera na fila, melhora um pokim e volta a concorrer!
Cada um…
CELSO ORRICO
12 de novembro de 2013 7:25 pme foi para na Veja
do Blog do Miro..
Lobão em plena “evolução” foi para no Veja..
Lobão na Veja. Fim de carreira!
Fiquei meio desapontado com o anúncio da coluna de Lobão na Veja. Não que tenha sido uma surpresa, tendo em vista as besteiras que ele tem dito ultimamente. Havia a esperança de que essa verborragia fosse apenas um surto, vontade de aparecer, mas o negócio parece ser sério. Lobão passa a borracha em seu histórico no rock nacional ao virar colunista de uma revista reacionária e divorciada da realidade. Deu um passo largo em direção ao ostracismo artístico.
O trabalho de Lobão ajudou a forjar meu gosto musical. Fui criança nos anos 80 e cresci cantarolando seus hits. Não era fã, mas as músicas dele estavam sempre ali entre as tantas influências da época. Ironicamente, por meio dele tive o primeiro contato com Che Guevara, através da letra de “Panamericana”.
Mais tarde, admirei sua briga contra a indústria fonográfica e a investida no mercado independente. Minha música favorita do seu repertório é dessa fase: “Mais uma vez”, do álbum A Vida é Doce.
Resta saber se Lobão vai significar alguma coisa para a garotada que está começando a ouvir rock agora. Arrisco um palpite, pegando como exemplo Aracy de Almeida. Dona de uma voz preciosa e principal intérprete da obra de Noel Rosa, é mais conhecida pelo grande público por seu trabalho de jurada do programa do Sílvio Santos.
Se Lobão continuar nesse caminho, será lembrado no futuro como o parceiro de Reinaldo Azevedo em uma cruzada delirante contra a ameaça comunista. Ou como o velhinho enfezado do youtube. Só os mais curiosos saberão do seu passado musical criativo e contestador.
A diferença é que ser calouro do programa Sílvio Santos não compromete o caráter de ninguém. Já escrever uma coluna na revista que avacalha o país empalidece qualquer biografia de respeito.
aliancaliberal
12 de novembro de 2013 7:45 pmPor que a direita necessariamente vai vencer a guerra política?
Por LUCIANOHENRIQUE
Um dos pontos mais fascinantes na arte da guerra política é a extrema facilidade com que alguns pontos essenciais na discussão são mal compreendidos. Em alguns momentos, estes pontos são compreendidos de forma inversa ao que realmente significam.
Eu sabia deste risco ao trazer aspectos da guerra política como controle de frame, o que fiz ainda em 2011, com o texto Introdução ao controle de frame OU Como começar a vencer os esquerdistas, com certeza um dos materiais mais polêmicos que já publiquei.
Na época, fui mal compreendido tanto por aqueles ao meu lado, como por meus oponentes. Um daqueles que odeiam este site mais que Drácula odeia a cruz disse: “Luciano está ensinando os seus leitores a mentir”. Hoje em dia, meus leitores sabem que controle de frame não tem qualquer relação direta com o ato de mentir ou não. Verbetes que já publiquei, sobre frame e controle de frame, ajudaram a dissipar esses medos injustificados.
No livro Pitch Anyting, Oren Klaff diz que o controle de frame é a coisa mais importante que podemos aprender em nossas vidas. Pena que o vídeo abaixo não tem legendas em português:
[video:http://www.youtube.com/watch?v=wcDOl1WRxz8%5D
Se já “limpei” o território relacionado ao controle de frame, e noto que os leitores deste site já compreenderam que estudar essa disciplina é mais que essencial para quem adentrar à guerra política, agora é hora de corrigir outro aspecto que trouxe essa semana: o poder do pensamento positivo na guerra política.
O que eu quis dizer neste texto é que, diante dos cenários mais complexos da guerra política, temos que atuar com as seguintes premissas essenciais: (1) Vamos vencer, (2) Nossa atuação para levar a cabo essa vitória é obrigatória, e essa vitória depende de nós. Estes dois conceitos, internalizados em nossa mente, constroem resultados fabulosos na guerra política.
Um leitor disse: “Não, obrigado, eu prefiro ver as coisas como elas são ao invés de mentir”. O detalhe é que ele não reparou no principal: em momentos de guerra, afirmações como “lado X irá vencer” não pertencem à mesma classe de afirmações como “2+2=4”. Isso por que nós sabemos que 2+2 é igual a 4 e podemos validar essa informação a todo momento. Já o resultado de uma guerra é sempre uma ação dependente dos fatores ambientais e dos indivíduos nela envolvidos.
O que estou dizendo é que a afirmação “Nós iremos vencer, sem dúvidas” não está determinada a priori, mas sim que será definida por nossa motivação em vencer. Assim, se nós tivermos um contingente adequado, soubermos usar as estratégias adequadas de guerra e tivermos a motivação necessária para levar nosso empreendimento a cabo, então a afirmação “Nós iremos vencer” é verdadeira. Mas, se estes quesitos não estiverem atendidos, então a informação é falsa. Mas mesmo que não tenhamos os quesitos atendidos, se lutarmos para atende-los, então a afirmação novamente é verdadeira. E assim por diante, num ciclo infinito no qual nós construímos algumas “verdades” sobre eventos futuros.
Se eu compliquei a explicação, tudo pode ser desembaraçado com o exemplo de um filme fantástico de Steven Spielberg, O Resgate do Soldado Ryan, que abre com a cena do desembarque na Normandia, no chamado dia D, fundamental para a derrota de Hitler. O filme já abre com a chegada dos soldados aliados na Praia de Omaha, como parte da operação que visava libertar a França da ocupação alemã.
Nesta cena, vemos vários barcos com soldados aliados, que tem suas “tampas” da frente abertas, deixando vários soldados expostos à artilharia nazista. É quando, a vários metros da praia, vemos aliados serem alvejados de forma impiedosa. Entretanto, não havia outra maneira de fazerem tal invasão à praia. Qual seria a verdade nesse momento: “não vamos invadir a praia, de forma alguma” ou “vamos invadir a praia e chutar os fundilhos dos nazistas”? Note que assumir uma das crenças se tornou uma questão fundamental, a ser tomada em décimos de segundo, pois as rajadas de metralhadoras dos nazistas são incansáveis, e muitos soldados aliados vão caindo na água, mortos. Pior: se os líderes assumirem “vamos perder”, todos morrerão. E agora? Imagine-se num barco aliado pronto a desembarcar na praia: em que você vai acreditar?
A compreensão deste evento nos ilustra o pensamento positivo de que falei. Não tem absolutamente nada a ver com ilusões como no filme “O Segredo”, que falam de coisas tão absurdas como achar que basta pensar positivamente que surgem vagas em um estacionamento. É exatamente o inverso: falamos de eventos do mundo que são incertos e que dependem de nossa ação para serem concretizados, por isso temos que nos conscientizar de que (1) vamos conseguir nosso intento, e (2) que isso depende de nossa ação. Ou seja, o pensamento positivo da guerra política é quase o inverso da noção da autora de “O Segredo”.
Também não estou pedindo para partirmos para o relativismo moral. Existe a diferença clara entre verdade ou mentira, mas isso jamais pode ser cravado em pedra quando falamos de eventos que estão em curso e que são controlados por um misto de fatores ambientais e pelos indivíduos que atuam no ambiente. Por exemplo: afirmações como “pássaros voam” pode ser definida em critérios de verdadeiro ou falso, ou “matar animais por puro prazer é imoral” também pode ser definida pelos mesmos critérios, neste caso em discussões relacionadas a filosofia moral. Mas não podemos dizer que “a espécie X é aquela que, no final, se mostrará melhor em termos evolutivos” com um bom grau de certeza. Imagine que o ser humano intervenha nessa evolução, protegendo uma espécie da extinção e não fazendo o mesmo com outra. Como, na visão desta espécie, poderíamos tomar como verdade a expressão “Seremos extintos, com certeza”? Não, não podemos.
Eu também não estou falando do controle ilimitado das contingências biológicas. Há limites para o que podemos fazer, e não devemos renegar estes limites, para não chafurdarmos em falsas ilusões. Mas vencer uma guerra, em situações adversas, é perfeitamente possível.
Enfim, concluindo: a verdade a respeito das afirmações “venceremos a guerra” ou “perderemos a guerra” não está definida no início ou na metade da guerra, mas sim é definida de acordo com a conjunção entre capacidade, motivação e estratégia de cada um dos grupos no curso da guerra. A partir de um observador externo, neutro, pode até existir a expressão: “Eu acho que lado X vai vencer”. Mas, na perspectiva dos combatentes, não há outra opção que não assumir estas duas verdades: (1) Vamos vencer, (2) Somos os responsáveis pelo resultado. Se a afirmação (2) for enfraquecida por auto-avaliações relacionadas a capacidade e estratégia, que este lado lute para aumentar sua capacidade e estratégia, isto é, aumentar seu poderio e melhorar sua estratégia.
Na guerra política, não há opção: estamos diante de totalitários sanguinários que querem destruir nossas noções mais básicas de liberdade. É como lutar com seres tão abjetos quanto os nazistas. E, a bem da verdade, a mesma cadela que pariu o nazismo, pariu o fascismo e o marxismo. Falamos da extrema-esquerda. Hoje em dia eles nadam de braçada na América Latina. Assim, nossa guerra é contra a extrema-esquerda que está no poder. Mas Stalin e Hitler já estiverem no poder. E hoje não estão mais. Nem seus discípulos diretos. Ambos Rússia e Alemanha hoje vivem sob democracias.
Um leitor disse: “acabou-se, melhor esperar uma invasão de uma potência para nos livrar dos marxistas”. Ledo engano. A ação de guerra política deve partir de nós mesmos, que já entramos, de largada, com o apoio da maioria da população. Só falta agora alinhar estratégia e construir e usar nosso arsenal, que pode ser um conjunto de frames e discursos feitos para gerar resultados na disputa de quaisquer questões públicas com a extrema-esquerda. Agora, no Brasil, o foco é no PT. Se Campos e Marina vencerem as próximas eleições, eles serão o foco.
O leitor Anderson foi perspicaz ao notar o que eu quis dizer, lembrando que as pessoas de nossa era precisam relembrar que o preço da liberdade é a eterna vigilância. Somos nós que devemos mostrar ao povo que essa ideia de falso igualitarismo junto com relativismo moral é como uma AIDS social, que, no fim sempre causará colapso social. Eles só conseguiram destruir civilizações, e tiveram que ser salvos a partir de ideias externas a eles. Foi assim desde a queda do nazismo, do muro de Berlim e agora com a quebra econômica da União Européia (ou você acha que os programas de austeridade na Europa são uma ideia de esquerda?). Inchaços estatais só ajudam aos donos destes estados inchados, e os esquerdistas funcionais são os seres mais abjetos possíveis, pois não percebem que constroem a destruição tanto dos outros, como deles próprios.
Não temos outra opção que não lutar contra isso, e é nossa responsabilidade fazê-lo. Voltando à cena inicial de O Resgate do Soldado Ryan. A partir no momento em que as tampas dos barcos foram abertas, aqueles que diziam “é, não tem jeito, os nazistas vão vencer” estavam do lado de Hitler. E aqueles que diziam “vamos, enfim, chutar os fundilhos desses nazistas, a vitória será nossa” são aqueles que ajudaram a salvar nossa civilização de um dos totalitarismos mais perversos que nossa história recente já viu.
Sempre lembrando do alerta final: entrar em campo de guerra com a confiança na vitória, e a certeza de que somos nós os agentes para a construção dessa vitória, não é o mesmo que esquecermos de citar as consequências adversas da vitória do adversário. Na verdade, esse é o combustível fundamental para a nossa motivação: ao apontarmos as consequências adversas da vitória do oponente, nos tornamos ainda mais motivados para a vitória.
Traduzindo para a guerra política, isso significa dizer, para uma boa parcela do eleitorado e para nós mesmos, o que vai acontecer se nós não quisermos vencer. Precisamos disso para dizer a população que nós, intelectuais orgânicos da direita, necessitamos do apoio deles para vencê-los, pois caso a extrema-esquerda vença de forma definitiva, teremos gravíssimas consequências, piores do que as que temos hoje.
Para cada uma das questões públicas, temos batalhas neste ambiente de guerra política. A meu ver a batalha mais importante do momento é a da implementação da censura de imprensa, intencionada pelo PT. Temos que ser enérgicos pela luta contra esse controle de mídia, e contar com o apoio da população, que pode ser enganada por fraudes divulgadas pelo oponente como “existe monopólio de mídia” (o que é mentira, pois a presença da Globo e da Record no mercado empalidece diante da presença da Apple e da Samsung no mercado de iPAD, por exemplo), ou que “conselhos populares para dirigir a mídia são uma boa ideia” (outra mentira, pois os tais “conselhos” são todos aparelhados pelo PT, ou seja, não passam de sovietes criados pelo partido).
Nessa batalha política, temos que assumir a posição: (1) Vamos salvar a liberdade de imprensa no Brasil, (2) Somos nós os responsáveis por isso. Em seguida, temos que discutir nossa capacidade e estratégia para conseguimos esse intento, e é só lutar por isso.
Podemos, no final, adotar uma forma de pessimismo sadio, que é defendido por Julie Norem no livro The Positive Power Of Negative Thinking: Using Defensive Pessimism to Harness Anxiety and Perform at Your Peak, ensinando que podemos usar uma forma de pessimismo defensivo para melhorar nosso desempenho. Eu sou adepto deste método. Ele envolve pensar em tudo que pode dar errado em nossas ações em direção a um resultado, e lutar para corrigir esses desvios de roda antecipadamente. Ao invés de uma confiança cega na vitória, passamos a criar uma confiança racional em nosso potencial de corrigir nossos erros para conseguir a vitória. Para quem ainda não consegue se livrar de uma carga de pessimismo (como eu), melhor usar o pessimismo defensivo, que sempre é bom, ao invés da postura de “ó céus, ó vida, a derrota é um fato”, que seria o suficiente para que os aliados tivessem dado a vitória a Hitler na Segunda Guerra Mundial.
Ao tomar as decisões com tal nível de assertividade, poder de decisão e aceite de responsabilidade (ao invés de ficar lançando elocubrações depressivas que só geram resultados para o oponente), entendemos, enfim, o que é o pensamento positivo na guerra política, de que tratei.
http://lucianoayan.com/2013/11/02/por-que-a-direita-necessariamente-vai-vencer-a-guerra-politica/
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Alexandre Weber - Santos -SP
12 de novembro de 2013 9:50 pmClima de já perdeu
Interessante a sincronicidade deste post com um pensamento que me ocorreu de manhã enquanto dirigia para São Paulo na Imigrantes.
A Oposição, os seus Candidatos e a Mídia que os apoia estão num clima de já perdeu que dá dó.
Na verdade é exatamente o oposto.
A chance da Oposição hoje é a polarização total em dois Candidatos, Dilma contra fulano, ai, é a sorte, se emplaca a Dilma ela leva como de esperado, senão o Efeito Márcio França, que ocorreu na eleição de São Vicente, onde TODOS os partidos apoiaram o seu candidato no acordo fechado com o PSDB do Alckmin e o ÚNICO opositor levou a prefeitura no primeiro turno, pois teve mais votos (50% +1), ou seja uma surpresa para todos.
All in.
É o tudo ou nada para escapar do JÁ PERDEU!
aliancaliberal
12 de novembro de 2013 10:25 pmWeber a esquerda tem uma
Weber a esquerda tem uma vantagem natural sobre a direita, ela é mais homogênia, Fora criar inumeros espantalhos para uso retórico ,por ex: Pedro é pobre pq joão é rico,
A esquerda sempre se unirá em ultimo caso no ódio de classe.
Alexandre Weber - Santos -SP
12 de novembro de 2013 11:24 pmFalei na oposição se unir
Penso que a oposição que está fora do poder é composta por elementos que se dizem de esquerda, de centro, de direita e do que mais puder se pensar, de cima, de baixo, do lado, encostado, empurrando…etc…..
Mas a beleza do Efeito Márcio França, que a bem da verdade deveria ser Efeito França-Alckmin, a dupla batman e robin de São Paulo foi o candidato da situação em São Vicente perder no primeiro turno, de surpresa, para um candidato solo contra a coligação da situação que obteve pelas alianças comandadas nas cúpulas partidárias TODOS os partidos a apoiando. Aí só tinha dois candidatos, o mais votado (50% + 1 dos votos válidos), que foi o da oposição o Bili, se elegeu prefeito da primeira cidade do Brasil, São Vicente.
aliancaliberal
13 de novembro de 2013 12:13 amNão da mesmo pra confiar em
Não da mesmo pra confiar em pesquisas:
Antes da eleição:
Veja os números do Ibope, considerando os votos válidos:
Caio França (PSB) – 57% dos votos válidos
Luís Cláudio Bili (PP) – 41%
Tuca Barbosa (PPL) – 1%
Doutor Newton Dinamarco (PSOL) – 1%
Depois da eleição
Veja a votação em São Vicente
Bili (PP) – 51,42% – 92.73 votos
Caio França (PSB) – 47,01% – 84.790 votos
Marcondes (PSOL) – 1,56% – 2.820 votos
Votos apurados – 207.686
Válidos – 180.347 (86,84%)
Brancos – 11.412 (5,49%)
Nulos – 15.927 (7,67%)
Abstenções – 42.439 (16,97%)
Parece que os numeros não fecham.
Daytona
13 de novembro de 2013 1:41 amImagino que o contraponto a
Imagino que o contraponto a esse “discurso de ódio da esquerda” são os “argumentos inteligentes” da direita, como o Lobão, Constantino, Dinho Ouro Preto, entre outros grandes intelectuais celebrados pelo Aliança Liberal.
aliancaliberal
13 de novembro de 2013 4:47 amDIREITA E ESQUERDA – MENTALIDADE CONSERVADORA
[video:http://www.youtube.com/watch?v=OQbA_rCZBk8&hd=1%5D
“O mínimo que você precisa saber para não ser um idiota”
[video:http://www.youtube.com/watch?v=0oc65pBVNhc%5D
maria utt
13 de novembro de 2013 5:39 amixi
Cavalo de Orvalho é demais até pra você, Rand Boy. Posta um vídeo do Sérgio Malandro que tem mais conteúdo. E com a vantagem de não ter os fanáticos da seita a reboque.
aliancaliberal
13 de novembro de 2013 12:20 pmFica ate estranho um
Fica ate estranho um esquerdista citar fanátismo.
Sabe o que denuncia seu argumento, o seu sectarismo.
maria utt
13 de novembro de 2013 11:19 pm…
e sabe o que denuncia sua falta de argumento? Os vídeos acima.
aliancaliberal
15 de novembro de 2013 3:04 pmSe o seu sectarismo
Se o seu sectarismo permitisse comprovaria que os videos estão respondendo o comentário anterior.
Alexandre Weber - Santos -SP
15 de novembro de 2013 8:05 pmInveja
[video:http://www.youtube.com/watch?v=LU40dTCenpk%5D
Gão
12 de novembro de 2013 10:49 pmaliancaliberal
13 de novembro de 2013 4:56 amCérebro Socialista
Regina Elza Solitrenick
13 de novembro de 2013 12:54 pmCérebro.A direita tem?
E o cérebro da direita?
Difícil,talvez por ser monocromático,um tipo de marrom característico e com cheiro idem.
Qdo produzem algo,é sempre sem pensar,levianamente,pois as circunvoluções cerebrais não são suficientes para produzir nada profundo.
Gão
13 de novembro de 2013 6:08 pmÉ esse aqui

Pedro Henrique
13 de novembro de 2013 2:56 amOs artistas no brasil sofrem de alienação.
Que músicas fazer sobre um povo que n o é mais alienado?
Faz tempo que nenhum desses produz algo cultural de qualidade e profundamento.
Apegados ao estrelato não saem da mídia comservadora se expressando contra aopinião política da maioria da pupolação.
Sem contraponto se acham juntamente donos por representarem essa mída oligárquica.
O que o Mano Brown tem a falar sobre isso?
É dele que eu quero ouvir política… Quem tempo vivemos os aliados agora são Roberto Carlos, Caetano Veloso, Chico Buarque, Milton Nascimeto, Djavan, Lobão, Dinho Ouro Preto, Tony Beloto…
Puta injustiça hein Simonal?
Sr.G
13 de novembro de 2013 1:28 pmRockeiro de esquerda
http://www.youtube.com/watch?v=NUeBPlvBpVI
Sr.G
13 de novembro de 2013 1:32 pmEu sonhei com Sandinistas ( Sr.G / J.R.Fidalgo )
http://www.youtube.com/watch?v=NUeBPlvBpVI
Asael
13 de novembro de 2013 11:15 pmTambém acredito tratar-se de
Também acredito tratar-se de uma visão destorcida vislumbrar uma ditadura de esquerda onde, o que experimentamos, é um mero populismo de direita.
celso pinheiro
14 de novembro de 2013 3:23 amhá separação de poderes no TSE?
porque se não temos confiança no sistema eleitoral, todo o resto pouco importa…
Juarez Alencar
14 de novembro de 2013 3:52 amAs críticas do Dinho
As críticas do Dinho Ouro-Preto são aquelas meio senso comum, de que algo precisa ser melhorado e de que o PT o decepcionou, o que é completamente justificável. Mas quanto ao Lobão, parece que o cara surtou. Fazer coro com Olavo de Carvalho é levar muito a sério o ditado “o inimigo do meu inimigo é meu amigo”. Será que ele, como ateu, por exemplo, sabe que Olavo critica o Petismo simplesmente por achar que qualquer manifestação esquerdista é fruto do marximso cultural que tem origem no satanismo? ou mesmo que a ciência moderna é um embuste e não há nenhuma prova de que a Terra não seja o centro o Universo? Em respeito a sua música – que gostava nos anos 80- prefiro acreditar que Lobão nao tomou conhecimento sobre quem é de fato o velho astrólogo e lunático do Olavo. Do contrário, Lobão enloqueceu e sua decadência é completamente deselegante.
Marcio Molina
8 de dezembro de 2013 3:00 pmDécadance avec élégance?, ou o vazio deixado pela oposição
Sim, ditadura de esquerda, pois o Legislativo legisla com compra de votos pagando com dinheiro, com cargos, com concessões. O Judiciário (STF) julga com no mínimo dois infiltrados membros do Partido do Governo, a imprensa que for “da situação”, é beneficiada com publicidades milionárias e com concessões federais. Os sindicatos atuam de acordo com o apoio (verba) e etc….
Ariel Caetano
21 de maio de 2014 11:10 amVá ao dicionário antes e veja
Vá ao dicionário antes e veja o significado de ditadura. Os reacionários têm está característica da falácia.
Carlos Henrique dos Santos Nunes
4 de abril de 2015 9:48 amDitadura de esquerda
O congresso realmente legisla? Nossos políticos pensam mais no povo ou em causa própria ?
O judiciário julga com imparcialidade ? ( afinal a turma que está lá quase toda foi indicada pelos partidos da situação)
A impressa é livre? ( vamos refletir sobre o conceito de liberdade? A impressa consegue ser livre ? Como fazer com os patrocinadores? e a prisão das ideologias? Somos todos verdadeiramente democráticos?
Temos que mudar mesmo…não defendo este ou aquele partido, no entanto chega de ditadura…